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RENAN SANTOS E A RESERVA DE BITCOIN: ISSO É MUITO MAIOR DO QUE PARECE. Existe uma parte da participação do Renan Santos⬛️🟨⬜️ no que, na minha opinião, merece ser assistida com muita atenção por qualquer pessoa que investe ou trabalha com criptomoedas. Entre os presidenciáveis, Renan foi o único...

106,258 次观看 • 1 个月前 •via X (Twitter)

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RENAN SANTOS FALOU EM VOZ ALTA O QUE MUITA GENTE EM BRASÍLIA PREFERE NÃO DISCUTIR. Durante sua participação no Renan trouxe uma provocação que, para quem acompanha o mercado cripto, merece muita atenção: “Os grupos oligopolistas controlam o surgimento de novos mercados.” E aqui está uma das partes mais importantes desse debate. Quando uma nova tecnologia ameaça modelos de negócio já estabelecidos, existe sempre o risco de que os interesses daqueles que já dominam determinado mercado tentem dificultar, retardar ou até impedir a entrada de novos concorrentes. Isso não é uma discussão exclusivamente sobre criptomoedas. É uma discussão sobre CONCORRÊNCIA, INOVAÇÃO E LIBERDADE PARA CRIAR. Bitcoin nasceu fora do sistema financeiro tradicional. Blockchain abriu possibilidades que não dependem necessariamente dos intermediários tradicionais. Stablecoins criaram novas formas de movimentar valor. Tokenização está criando novos mercados. E a pergunta que precisamos fazer é: QUEM GANHA QUANDO ESSAS INOVAÇÕES SÃO SUFOCADAS? É justamente por isso que a regulação precisa ser construída com muito cuidado. Combater fraude e proteger investidores é necessário. Mas criar barreiras que favoreçam quem já está estabelecido pode produzir exatamente o efeito contrário ao que o Brasil precisa. Pode reduzir concorrência. Pode afastar empreendedores. Pode expulsar capital. Pode fazer desenvolvedores e empresas escolherem outros países. E pode impedir que o Brasil participe de uma das maiores transformações tecnológicas da nossa geração. Foi por isso que a fala do Renan Santos⬛️🟨⬜️ me chamou tanta atenção nesse momento da entrevista. Ele não estava simplesmente dizendo “sou a favor das criptos”. Ele estava tentando discutir POR QUE o Estado deveria permitir que novos mercados surjam e concorram com estruturas já consolidadas. E, infelizmente, a entrevista foi interrompida justamente quando esse assunto começava a ficar mais interessante. Ficou a sensação de que havia muito mais para ser dito. É exatamente esse tipo de discussão que precisamos levar para o debate político. Porque se a comunidade cripto permanecer politicamente silenciosa, outras pessoas decidirão por ela. E quando novas regras forem criadas, precisamos ter parlamentares dispostos a questionar medidas que possam prejudicar a inovação, a autocustódia, a concorrência e a liberdade econômica. A comunidade cripto precisa prestar atenção em quem está falando sobre isso agora. Não apenas quando chegar a eleição. Não apenas quando surgir uma nova tributação. Não apenas quando uma nova restrição for publicada. AGORA!!! O candidato apresentou sua visão. Cabe a cada um de nós assistir, questionar, comparar e tirar nossas próprias conclusões. Eu vou continuar mostrando os trechos dessa participação porque acredito que esse debate precisa chegar muito além do palco do O futuro do setor cripto também será definido pela política. E ignorar isso custará muito caro!

Ualifi Araújo

16,685 次观看 • 1 个月前

Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,154 次观看 • 9 个月前

A sensação, nos últimos tempos, é de que o mundo entrou em um ciclo de tensão constante, como se estivéssemos sempre à beira do fim - e isso vai desgastando, silenciosamente, até os mais fortes. Para quem vive de acompanhar, interpretar, analisar e expor o que acontece no mundo, isso pesa ainda mais, porque não é possível simplesmente desligar. A gente absorve, carrega e, muitas vezes, também sente. Mas hoje é sábado, e eu escolhi interromper esse fluxo. Escolhi não alimentar a mesma engrenagem que nos mantém presos em um estado de alerta permanente. Porque existe algo que precisa ser preservado a qualquer custo - a nossa capacidade de sentir paz, de encontrar beleza, de manter a alma de pé, mesmo quando tudo ao redor parece desabar. Essa música, essa voz, esse momento… não são apenas um respiro estético. São um lembrete profundo de que existe algo dentro de nós que não pode ser corrompido pela dureza do mundo. Existe uma dimensão da vida que não é atingida pela política, pelas crises ou pelas narrativas de medo. É ali que moram a fé, a esperança e a força silenciosa que sustenta quem não se deixa quebrar. A verdade é que o mal não começa nas grandes coisas - ele começa quando a gente cede por dentro, quando a gente perde a capacidade de acreditar, quando a gente se acostuma com o peso e esquece que também pode existir leveza. Por isso, mais do que nunca, escolher momentos como esse é quase um ato de resistência. É dizer, de forma firme, que nem tudo será tomado, que nem tudo será escurecido, que existe algo que permanece intacto. Que esse vídeo seja um ponto de reconexão. Um instante em que você lembra quem você é, no que você acredita e por que ainda vale a pena seguir em frente. Porque, no meio de tudo isso, no meio de tanta distorção e caos, ainda existe algo muito simples e muito poderoso - a decisão de não deixar a sua luz e a sua fé se apagarem.

Karina Michelin

17,350 次观看 • 5 个月前

O STF decidiu que medida protetiva não depende de o homem ser marido, ex, namorado ou parente. Mas isso está sendo mal contado por aí. O caso que chegou ao Supremo foi o de uma mulher de Formiga, em Minas, perseguida pelo vizinho. Segundo o processo, ele a seguia, dizia que queria se casar com ela e ameaçava matá-la se ela não aceitasse. Ela pediu proteção e a Justiça de Minas negou, porque entre os dois não havia relação familiar nem afetiva. Ou seja, ela estava sendo ameaçada de morte e a resposta foi que ela não se encaixava. Agora, mulher perseguida ou ameaçada por vizinho, colega, chefe, cliente ou desconhecido pode pedir medida protetiva. E aqui está a parte que estão distorcendo. Não é qualquer desavença entre um homem e uma mulher. É violência baseada no gênero, aquela que existe porque ela é mulher. Perseguição, ameaça, assédio, a lógica de que ela é obrigada a aceitar. Briga por causa de barulho não é isso, e ninguém disse que é. Vale lembrar também o que se pede numa protetiva. Que ele não chegue perto e não entre em contato. Não é prisão, não é condenação, não é ficha suja. Vale enquanto durar o risco. A proteção foi ampliada e ainda assim continua insuficiente diante do que acontece com a gente todos os dias. Toda proteção para mulher é pouco. Se você está sendo ameaçada ou perseguida, procure a Delegacia da Mulher, o Ministério Público ou a Defensoria. Medida protetiva não custa nada e não precisa de advogado. O 180 atende de graça, todos os dias, a qualquer hora.

Dra. Miriane Ferreira

16,699 次观看 • 1 个月前

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,115 次观看 • 10 个月前