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RENAN SANTOS E A RESERVA DE BITCOIN: ISSO É MUITO MAIOR DO QUE PARECE. Existe uma parte da participação do Renan Santos⬛️🟨⬜️ no que, na minha opinião, merece ser assistida com muita atenção por qualquer pessoa que investe ou trabalha com criptomoedas. Entre os presidenciáveis, Renan foi o único...

17,600 views • 3 days ago •via X (Twitter)

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RENAN SANTOS FALOU EM VOZ ALTA O QUE MUITA GENTE EM BRASÍLIA PREFERE NÃO DISCUTIR. Durante sua participação no Renan trouxe uma provocação que, para quem acompanha o mercado cripto, merece muita atenção: “Os grupos oligopolistas controlam o surgimento de novos mercados.” E aqui está uma das partes mais importantes desse debate. Quando uma nova tecnologia ameaça modelos de negócio já estabelecidos, existe sempre o risco de que os interesses daqueles que já dominam determinado mercado tentem dificultar, retardar ou até impedir a entrada de novos concorrentes. Isso não é uma discussão exclusivamente sobre criptomoedas. É uma discussão sobre CONCORRÊNCIA, INOVAÇÃO E LIBERDADE PARA CRIAR. Bitcoin nasceu fora do sistema financeiro tradicional. Blockchain abriu possibilidades que não dependem necessariamente dos intermediários tradicionais. Stablecoins criaram novas formas de movimentar valor. Tokenização está criando novos mercados. E a pergunta que precisamos fazer é: QUEM GANHA QUANDO ESSAS INOVAÇÕES SÃO SUFOCADAS? É justamente por isso que a regulação precisa ser construída com muito cuidado. Combater fraude e proteger investidores é necessário. Mas criar barreiras que favoreçam quem já está estabelecido pode produzir exatamente o efeito contrário ao que o Brasil precisa. Pode reduzir concorrência. Pode afastar empreendedores. Pode expulsar capital. Pode fazer desenvolvedores e empresas escolherem outros países. E pode impedir que o Brasil participe de uma das maiores transformações tecnológicas da nossa geração. Foi por isso que a fala do Renan Santos⬛️🟨⬜️ me chamou tanta atenção nesse momento da entrevista. Ele não estava simplesmente dizendo “sou a favor das criptos”. Ele estava tentando discutir POR QUE o Estado deveria permitir que novos mercados surjam e concorram com estruturas já consolidadas. E, infelizmente, a entrevista foi interrompida justamente quando esse assunto começava a ficar mais interessante. Ficou a sensação de que havia muito mais para ser dito. É exatamente esse tipo de discussão que precisamos levar para o debate político. Porque se a comunidade cripto permanecer politicamente silenciosa, outras pessoas decidirão por ela. E quando novas regras forem criadas, precisamos ter parlamentares dispostos a questionar medidas que possam prejudicar a inovação, a autocustódia, a concorrência e a liberdade econômica. A comunidade cripto precisa prestar atenção em quem está falando sobre isso agora. Não apenas quando chegar a eleição. Não apenas quando surgir uma nova tributação. Não apenas quando uma nova restrição for publicada. AGORA!!! O candidato apresentou sua visão. Cabe a cada um de nós assistir, questionar, comparar e tirar nossas próprias conclusões. Eu vou continuar mostrando os trechos dessa participação porque acredito que esse debate precisa chegar muito além do palco do O futuro do setor cripto também será definido pela política. E ignorar isso custará muito caro!

Ualifi Araújo

16,132 views • 3 days ago

VALEU, BOLSONARO! É muito importante ter humildade para reconhecer quando alguém na sociedade é dotado de capacidade extraordinária, e que por isso, causa um movimento de transformação cultural, social e política. E sem sombra de dúvidas, o ex-presidente do Brasil, Jair M. Bolsonaro, é alguém que já marcou a história do país. Porém, uma característica desagradável que parte da nação brasileira cultiva, a inveja, termina por criar um conflito social desnecessário. Pois se parte das pessoas e das instituições que não concordam com Jair, aceitassem que ele tem legitimidade para expressar a sua opinião, tudo ficaria tranquilo, cada um com o seu ideal e que vencesse o melhor. No entanto, não é isso que acontece; pelo contrário, há em algumas instituições e em parte da classe midiática e intelectual, uma incitação ao conflito. Não querem pacificação. Isso não gera audiência. Essa é uma arma da política não propositiva que ainda é um tumor maligno nos cérebros de alguns compatriotas. Contudo, embora esse embate ideológico tenha gerado muitos desgastes, tem sido pedagógico para a nossa nação. SIM! Jair Bolsonaro era a ferramenta que precisávamos para evoluirmos como cidadãos, não aliendos, mas conscientes de tudo que acontece no Brasil e o porquê de tanto retrocesso. Ora, se alguém ousa dizer que Bolsonaro pecou na "forma" (eu acho que a situação pedia o método dele), deve ter a honestidade de dizer que, no "conteúdo", ele é inigualável. Se não fosse Bolsonaro, o Brasil ainda seria aquela criança que adora assistir o programa de Faro ou Hulk e uma cerveja no domingo. E muita gente ainda acreditaria na mídia tradicional. E pensaria que o Brasil não podia ser mudado. Se não fosse Jair, ninguém saberia os nomes de presidentes da câmara e do senado ou os nomes dos ministros do STF. É por causa do Bolsonaro que TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ Kim D. Paim, Paula Marisa e tantos outros ficaram conhecidos. A jovem Pan teve o seu auge no programa político "os pingo nos is" por causa do Bolsonaro. Lula só está solto por causa do Bolsonaro, você sabia? Isso mesmo, se Bolsonaro jogasse o jogo da velha política, os oligarcas da república não se sentiriam tão ameaçados, portanto, não fariam aquele contorcionismo hermenêutico e jurídico para reabilitar lula. Muitos jornalistas cresceram e viajaram pelo Brasil, apenas por causa de Bolsonaro. A maioria dos políticos eleitos no Brasil em 2018, 2022, 2024, subiram na prancha de Bolsonaro. O Tarcísio só é governador de São Paulo por causa do Bolsonaro. Eu teria muita gente para citar nesse texto, mas não conseguiria devido a quantidade de caracteres permitida aqui. O essencial é saber que Deus levantou esse homem no Brasil de um modo excepcional e, você gostando ou não, ele é um fenômeno. Enquanto você não aceitar isso, você vai sofrer. Nem o próprio Bolsonaro tem condições de entender a grandeza da missão que recebeu de Deus para o Brasil. Então, independente de seu lado político, independente de sua crença religiosa, amadureça e, mais que isso, agradeça a Deus por ter levantado Jair Bolsonaro no Brasil. Eu preciso te fazer entender que, se não fosse Bolsonaro e as medidas que ele tomou durante o seu governo, a desgraça estaria ainda maior no Brasil. Toda essa noção de política que o brasileiro está desenvolvendo, é porque Bolsonaro despertou a sociedade através da Internet. E isso não foi apenas em âmbito nacional, mas internacionalmente também. Isso eu tenho absoluta certeza. Se Deus não tivesse usado o "mito" para fazer uma verdadeira faxina nos porões da república, o Brasil teria sido devorado já em julho de 2023. Graças a Deus, após esses anos de perseguição ao ex-presidente e a tragédia visível e iminente que é o governo atual, muitas pessoas, antes cegas, começam a entender o jogo de cartas marcadas e, a intenção totalitária dos verdadeiros inimigos do Brasil. Meu amigo, eu só tenho uma coisa a dizer: Valeu,Bolsonaro. Sergio Junior #Bolsonaro2026

Nigra Aqua 📗📘🏆

22,409 views • 1 year ago

Allan dos Santos fala ao mundo em entrevista a Steve Bannon Essa entrevista não é sobre um nome, é sobre o que está sendo feito com o Brasil diante do mundo. Quando Allan dos Santos fala para uma audiência internacional, o que aparece não é um debate jurídico, é a exposição de um método. Jair Bolsonaro não é tratado como réu, é tratado como obstáculo. Não se busca justiça, busca-se eliminação simbólica, política e física. Isso não é Estado de Direito, é engenharia de poder. O Brasil deixa de ser um assunto interno e passa a ser peça estratégica. Amazônia, recursos, território, influência regional. Quem controla o Brasil influencia a América Latina inteira. É por isso que o reposicionamento do país importa, por isso o afastamento dos Estados Unidos e a aproximação com a China não são acidente, são escolha. E toda escolha exige remover quem atrapalha o projeto. Quando o Judiciário deixa de ser limite e passa a ser instrumento, a toga vira arma. Quando organizações criminosas deixam de ser tratadas como ameaça real, o Estado já está contaminado. Quando empresas condenadas por corrupção são reabilitadas por decisões convenientes, o sistema deixa de disfarçar. O que está em jogo não é uma eleição. É soberania. É alinhamento civilizacional. É decidir se o Brasil será uma nação autônoma ou um território funcional a interesses ideológicos, econômicos e criminosos. E quando essa denúncia começa a ecoar fora do país, é sinal claro de que o problema já ultrapassou nossas fronteiras. Não é teoria. É alerta. Créditos: Allan Dos Santos , Revista Timeline

・ Ice ・  Ⅹ ・

17,154 views • 7 months ago

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 views • 8 months ago

A sensação, nos últimos tempos, é de que o mundo entrou em um ciclo de tensão constante, como se estivéssemos sempre à beira do fim - e isso vai desgastando, silenciosamente, até os mais fortes. Para quem vive de acompanhar, interpretar, analisar e expor o que acontece no mundo, isso pesa ainda mais, porque não é possível simplesmente desligar. A gente absorve, carrega e, muitas vezes, também sente. Mas hoje é sábado, e eu escolhi interromper esse fluxo. Escolhi não alimentar a mesma engrenagem que nos mantém presos em um estado de alerta permanente. Porque existe algo que precisa ser preservado a qualquer custo - a nossa capacidade de sentir paz, de encontrar beleza, de manter a alma de pé, mesmo quando tudo ao redor parece desabar. Essa música, essa voz, esse momento… não são apenas um respiro estético. São um lembrete profundo de que existe algo dentro de nós que não pode ser corrompido pela dureza do mundo. Existe uma dimensão da vida que não é atingida pela política, pelas crises ou pelas narrativas de medo. É ali que moram a fé, a esperança e a força silenciosa que sustenta quem não se deixa quebrar. A verdade é que o mal não começa nas grandes coisas - ele começa quando a gente cede por dentro, quando a gente perde a capacidade de acreditar, quando a gente se acostuma com o peso e esquece que também pode existir leveza. Por isso, mais do que nunca, escolher momentos como esse é quase um ato de resistência. É dizer, de forma firme, que nem tudo será tomado, que nem tudo será escurecido, que existe algo que permanece intacto. Que esse vídeo seja um ponto de reconexão. Um instante em que você lembra quem você é, no que você acredita e por que ainda vale a pena seguir em frente. Porque, no meio de tudo isso, no meio de tanta distorção e caos, ainda existe algo muito simples e muito poderoso - a decisão de não deixar a sua luz e a sua fé se apagarem.

Karina Michelin

17,350 views • 4 months ago

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 views • 9 months ago

🗣️ALERTA À SOCIEDADE Essa fala de Jorge Messias é gravíssima e precisa ser ouvida com muita atenção por todo brasileiro que ainda se preocupa com liberdade, equilíbrio institucional e limites do poder do Estado. Na própria fala, Messias diz com todas as letras que a AGU foi a primeira instituição a pedir a punição dos envolvidos no 8 de janeiro e que o pedido de prisão em flagrante e preventiva foi feito por ele ao ministro Alexandre de Moraes. Ou seja: ele não fala como alguém distante dos fatos. Ele fala como agente direto dessa engrenagem. Mais do que isso, ele trata qualquer discussão sobre anistia como uma “agressão à população brasileira”, afirma que ela seria inconstitucional e insiste que a única pauta possível é punição, punição e mais punição. Não há, em sua fala, qualquer sinal de ponderação, proporcionalidade ou preocupação com excessos, individualização de condutas e garantias fundamentais. Isso deveria acender um alerta em toda a sociedade. Porque quando uma autoridade com pretensão de chegar ao STF assume publicamente esse nível de envolvimento, defende com convicção máxima a linha punitivista do 8 de janeiro e rejeita até mesmo o debate político e jurídico sobre anistia, o que está em jogo não é apenas a opinião pessoal dele. O que está em jogo é a visão de poder que ele carrega. Uma visão em que o Estado acusa, prende, bloqueia bens, cobra reparação e ainda tenta interditar moralmente qualquer voz que questione esse processo. Se esse é o espírito com que Jorge Messias enxerga os acontecimentos de 8 de janeiro, o Brasil precisa se perguntar com muita seriedade: é esse o perfil de ministro que deve ocupar uma cadeira no Supremo? Porque quem vê apenas “golpistas” e só fala em punição, sem qualquer preocupação visível com abusos, dosimetria e limites constitucionais, não transmite senso de Justiça. Transmite compromisso com uma única narrativa.

The Incorrupt

56,624 views • 4 months ago