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🚨🐸SAPO INTANHA VOLTA A ATACAR! Gilmar Mendes alerta para o risco de um “neocolonialismo digital” no Brasil e defende a “soberania tecnológica”. 🤡🤦‍♂️ “O risco de neocolonialismo digital só será superado com investimento estratégico, regulação própria e participação ativa na construção das regras globais”

23,808 просмотров • 9 месяцев назад •via X (Twitter)

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No 3º Brasília Summit, evento do Lide em parceria com o Correio Braziliense, Gilmar Mendes, decano do STF afirmou que o Brasil vive uma vulnerabilidade tecnológica e que a soberania digital precisa ser prioridade. Citou até dados da Anatel: “98% da infraestrutura de 5G é suprida por apenas duas empresas estrangeiras, configurando uma dependência crítica em uma das tecnologias mais estratégicas para o futuro do país”. O mesmo Supremo que agora fala em “neocolonialismo digital” foi quem entregou nossa soberania às Big Techs, transformando empresas privadas em censoras oficiais da República. Ordens secretas, globais e sem transparência obrigaram plataformas a retirar conteúdos e perfis no mundo inteiro. Quem violou a soberania brasileira não foram apenas as corporações - foi o próprio Judiciário. Ao falar em regulação, Mendes não busca proteger o Brasil, mas institucionalizar a censura. A ideia de “soberania digital” serve para blindar ministros de críticas e concentrar ainda mais poder de controle sobre o espaço público. É o velho truque - apontar para o perigo externo enquanto se esconde o autoritarismo interno. A denúncia sobre a dependência do 5G é real, mas a solução proposta é o desastre. Não se fala em investir em tecnologia nacional ou criar infraestrutura própria, a “saída” apresentada é sempre a mesma trama - mais lei, mais controle e mais poder para o STF. Gilmar Mendes ainda defendeu leis “anti-embargo” para proteger autoridades de sanções internacionais. Enquanto o STF prende opositores sem devido processo, o ministro só se preocupa em blindar a si e aos seus colegas contra qualquer pressão externa. Para ele, soberania é defender o poder de poucos contra os direitos de muitos. O ministro se apresenta como “defensor da nação”, mas na prática atua como curador do pensamento permitido. O problema não é regular Big Techs - é quem regula, e com qual propósito. Nas mãos de quem já usou a toga para impor censura e perseguição política, a promessa de “soberania” é maquiavélica. O que está em jogo não é a soberania digital, mas a soberania do cidadão diante de um Estado cada vez mais tirano, pronto para calar milhões de vozes nas próximas eleições.

Karina Michelin

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