Sensitive content

This media may contain sensitive content.

Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

Segunda da Sororidade: Mulheres, hora da vingança doce! Aquele ex que te subestimou? Bata com força no ego dele—ballbust o patriarcado! Como você se vinga? Compartilhe! #VingançaFeminina #EmpoderamentoFeminino #Ballbusting #MulheresNoComando #PoderFeminino #Sororidade #CastigoMasculino #ForçaFeminina #Kink #BDSM

0 Kommentare

Keine Kommentare verfügbar

Kommentare vom Original-Post werden hier angezeigt

Ähnliche Videos

Com o Alzheimer ela esquecia meu nome, mas seu coração e seus olhos nunca esqueceram. Hoje minha amada vovó estaria completando 97 aninhos. Carta da vovó Zenilda: “Querido neto Rafael, escute com carinho o que vou te dizer. Quando essa doença tomar conta de mim e eu já não for mais a mesma, tenha paciência e me compreenda. Se eu derrubar comida ou repetir as mesmas histórias, lembre-se de quantas vezes cuidei de você com todo amor e dedicação. Se eu precisar de ajuda em coisas simples, não se envergonhe; pense em quantas vezes estive ao seu lado quando você era pequeno. E mesmo que, um dia, eu me esqueça do seu nome, saiba que meu coração e meu olhar nunca esquecerão de você. Cante comigo, como fazíamos quando você era criança. O seu toque e o seu abraço sempre serão meu maior conforto. Guarde em você a lembrança da vovó que contava histórias, fazia bolos e vibrava com cada uma das suas conquistas. Recorde também aquele dinheiro que tirei do meu salário mínimo para que você pudesse comprar sua primeira bicicleta e entregar jornais. Lembra da emoção quando você me contou que tinha passado na seleção para ser estagiário do Banco do Brasil? Nós vibramos tanto juntos… E depois, naquela madrugada em que você me acordou para dizer que tinha sido aprovado na Força Aérea, eu te beijei tanto, cheia de orgulho e alegria. Você sempre foi, e continuará sendo, meu maior tesouro. Tenho certeza de que ainda vai crescer muito mais, porque sei da grandeza do seu coração. Eu te amo, hoje e para sempre. Com todo carinho, Sua vovó.” Eu te amo muito, minha maravilhosa vovó.

Rafael Zattar

104,543 Aufrufe • vor 11 Monaten

Querida Gaby, Hoje eu me dirijo a você, não apenas como mais uma ex-participante de “A Fazenda”, mas como mulher que já enfrentou o silêncio, o jogo virado para o lado de fora, a produção invisível e as estruturas que favorecem o que não devia se permitir. Você entrou naquele confinamento com seu passado, sua força, sua história — como tantas mulheres que carregam cicatrizes ­— e, em meio ao jogo, decidiu que não aguentava mais assistir. Assistir à violência mínima ou máxima, assistir à mulher maltratada por outra mulher, por esquema, por zoação, por água cuspida, por deboche, por postura que menospreza. E então: você fez algo inesperado, forte. Na dinâmica, você se levantou. Você falou. Você arriscou. Você tocou um ponto que muitos fingem não ver. Você visibilizou o que estava no escuro — e embora o instrumento fosse um tapa, e o meio controverso, o contexto mostrou que sua ação foi parte de um protesto simbólico, de uma ruptura. Porque, sim: era injusto que a Tamires Assis fosse alvo sistemático — de roupas, de jeito, de “jogada”, de cuspida, de risada, de perseguição — e a produção, a direção de televisão, o formato do confinamento, parecessem olhar para outro lado. Você, Gaby, escolheu dizer: chega. Só que fez isso no palco mais visível que se poderia imaginar: o reality show em prime-time. O diretor Rodrigo Carelli, a produção, o roteiro, os “jogos”, a dinâmica — todos foram convocados a responder. Você colocou-os frente a frente com sua própria falta de atitude. E, para muitos, isso entrou para os anais do que um reality show poderia — e deveria — refletir: responsabilidade, consequências, ética. Para você que foi “aquela que bateu o tapa”, eu digo: mais que o tapa, foi o discurso. Mais que a mão levantada, foi o “por quê?”. A pergunta que ecoou: “Por que eu escolhi a Tamires? Por que vocês permitiram essa zoação? Por que a mulher que é hostilizada dentro da sede não recebe o mesmo respaldo que o agressor ou o debocheiro?”. Naquela atitude, você assumiu um risco: expulsão, julgamento, críticas. Mas aceitou porque o silêncio do microfone, a piada da produção, o “ah, mas é só jogo” — para você — já não eram mais aceitáveis. E digo isto: há coragem nisso. Há revolução. Há alçapão para que as estruturas se mexam — que a produção, o formato, o público — toda a engrenagem — pense: “Será que estamos colaborando com a normalização da violência ou da humilhação?”. Gaby, saiba que, do meu lado, do lugar onde eu estive, eu te entendo. Quando se participa de uma edição, não se imagina que vai ter que agir como fiscal de si mesmo e dos outros. A estrutura de “A Fazenda” pede espetáculo, risada, jogo, eliminação. Mas também pede humanidade. E quando falta, alguém precisa apontar. Que sua ação sirva como marco — não de agressão gratuita — mas de desconforto necessário. O desconforto que incomoda para gerar mudança. Que as mulheres confinadas, que as mulheres públicas, que cada espectadora e espectador se perguntem: “Se fosse comigo, teriam olhado para mim ou ririam de mim? Se fosse eu a Tamires, eu teria proteção ou zombaria?”. Por fim, Gaby: – Obrigada por lembrar que mulher humilhada por mulher é violência também. – Obrigada por exigir que o jogo na tela seja menos jogo sujo, menos “vale tudo” disfarçado. – Obrigada por mostrar que desistir ou pedir para sair não é fraqueza — às vezes é a lucidez de quem recusa continuar brincando com dor. Que daqui para frente, sua atitude reverbere. Que você seja exemplo de que jogo pode ter regras reais; que realidade pode ter responsabilidade; que entretenimento pode não aprovar o que fere. Com respeito, admiração e solidariedade — eu a abraço, Gaby. Pelo que você viveu, pelo que ousou e pelo que chamou à luz. Eu sou Deborah Albuquerque -e estou com você

Deborah Albuquerque 🦚🐦‍🔥

70,662 Aufrufe • vor 10 Monaten

🇧🇷😎🗽⚽️🔟/ Ele passou a copa inteira no banco, entrou quando já era quase impossível e ainda assim honrou muitos de nós. (Ser brasileiro é lutar até o final de cabeça erguida). Na cena... O goleiro tentou entrar na mente dele, dizendo: "Eu vou te parar!" E abusando.... Neymar perguntou então: "onde você quer que eu faça o gol?" E FEZ! Não aceitou ser diminuído, mesmo que estivesse perdendo. Isso me fez pensar em quantas vezes passamos por situações parecidas. E também em que as vezes o que nos falta é olhar nos olhos das pessoas e falar: "AQUI NÃO!" Colocar limite naquilo que te fere e te diminui. Neymar respondeu como alguém que confiava naquilo que era capaz de fazer. E é isso...Sempre haverá pessoas dizendo que você não é capaz, que vai fracassar ou que não é suficiente. Sempre vai ter quem olhe somente seus erros e aponte tentando te fazer desistir. Tentando te prender ao passado. E o problema não é ouvir essas vozes. O problema é acreditar nelas. Quando sua identidade está firmada em Deus a opinião dos outros deixa de definir seus passos. Talvez hoje alguém tenha dito que você não vai conseguir. Talvez a vida esteja tentando convencer você a desistir. Mas não permita que a voz da provocação seja mais alta do que a voz da sua identidade. Independente do cenário... Continue. Porque, muitas vezes, a maior resposta não é aquilo que você diz ou aquele seu erro do passado. É aquilo que você faz AGORA! Se essa reflexão falou com você, compartilhe com alguém que precisa lembrar hoje que a opinião dos outros nunca pode ser maior do que o propósito que Deus colocou sobre a sua vida. 🔥🇧🇷👊

Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV

13,646 Aufrufe • vor 1 Monat