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A enorme crise desencadeada na mídia norte americana pela recusa de entidades jornalísticas em transmitir o pronunciamento ao vivo do presidente Trump enfia o dedo diretamente numa ferida que é do mundo todo: A parcialidade, militância e produção de desinformação por empresas ditas 'jornalísticas' mas que não passam de veículos camuflados de propaganda dos que pagam mais. Caso típico, no Brasil, da rede globo e seus satélites. Instalados confortavelmente atrás da fachada do 'jornalismo', essas empresas encharcam o mundo de desinformação, casos que vão da cobertura mentirosa da crise do Covid19 até o encobrimento de fraudes e favorecimento de candidatos em eleições de todo o mundo. Esses mesmos que jamais são responsabilizados e nunca são punidos por aquilo que cometem e que só tem um nome: crime. O questionamento viral a respeito que ocorre hoje talvez tenha um efeito saneador: o de livrar o mundo, talvez parcialmente, dessas pragas da desinformação que, infelizmente, tem o poder de criar ou destruir governos. Esse é o cerne numa questão em que Donald Trump insiste há anos, a de expurgar do cenário 'empresas jornalísticas' que insistem em agir contra o que sua própria concessão para operar obriga, nas democracias: a de informar sem parcialidade, e deixar a opinião ou crítica para o público que paga pela sua existência. Uma miragem: imaginem se no Brasil a rede globo fosse cobrada nesses termos. Editei e legendei o videozinho do Anonymous que é certeiro na definição dessas mídias.

Marco Angeli

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