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Sétimo dia de ataques - Washington e Teerã vêm testando os limites de cada um em uma escalada militar desde que o acordo de cessar-fogo entre os dois países naufragou na semana passada. ➡️​ Nesta sexta, os Estados Unidos realizaram ataques contra o Irã pela sétima noite consecutiva com...

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Guerra - Uma nova frente foi aberta na guerra de quase cinco meses no Oriente Médio. Rebeldes do Iêmen, aliados do Irã, anunciaram nesta segunda-feira (20) que vão fechar uma das principais rotas marítimas do mundo. O alvo do bloqueio são os navios carregados de petróleo da Arábia Saudita, o maior produtor da região. Essa ameaça e os últimos ataques entre Estados Unidos e Irã fizeram o preço do barril chegar ao valor mais alto em um mês. 🔍 O Estreito de Ormuz, entre o Irã e Omã, é onde passavam 20% do petróleo do mundo antes da guerra começar. Do outro lado da Arábia Saudita, entre o Iêmen e o Djibouti, é o Estreito de Bab-el-Mandeb - que separa a Ásia e a África, e liga o Mar Vermelho ao Oceano Índico. Por lá, passam cerca de 9% do petróleo do mundo. Se este estreito é fechado para navegação, os navios que vêm do Golfo Pérsico têm que contornar todo o continente africano. Esse desvio acrescenta 10 a 15 dias à viagem e aumenta o preço do frete. Nesta segunda-feira (20), o grupo de rebeldes houthis, do Iêmen - apoiado pelo Irã - anunciou um bloqueio aos navios sauditas no Estreito de Bab-el-Mandeb. O que fez com que o preço do petróleo tipo Brent se aproximasse dos US$ 90 o barril. O resultado nas bombas de gasolina americanas foi imediato. O preço médio nacional do galão da gasolina voltou a atingir US$ 4 - isso não acontecia desde a metade de junho. Os preços tinham caído nas últimas semanas, mas subiram de novo por causa da trocas de ataques entre americanos e iranianos no Estreito de Ormuz. Em 2026, o valor do petróleo já subiu cerca de 45%. Saiba mais no #g1. #estreitodeormuz #estreitodebabelmandeb #petróleo #guerra #orientemédio #notícias #JN

g1

18,593 views • 1 month ago

Ataques ao Irã - Uma foto de um menino que morreu durante um ataque a uma escola no Irã viralizou nas redes sociais nos últimos dias. A imagem mostra Mikaeil Mirdoraghi acenando para a mãe antes de ir para a aula. Segundo a imprensa iraniana, ele morreu no dia 28 de fevereiro, no primeiro dia da guerra. O ataque atingiu uma escola em Minab, no sul do Irã, e matou 175 pessoas. A maioria das vítimas era de crianças, segundo o jornal The New York Times. O governo do Irã atribui o bombardeio aos Estados Unidos e a Israel. Em entrevista ao jornal Hamshahri, controlado pela prefeitura de Teerã, a mãe do menino afirmou que o filho pediu para ser fotografado antes de sair de casa para ir à escola. O relato foi divulgado nesta terça-feira (10). Ela também contou como foram as últimas horas de vida do filho. “Na noite anterior, ele disse: ‘Mãe, a comida que você fez tem gosto de paraíso’”, afirmou. Segundo ela, o filho também brincou de guerra com o irmão antes de dormir. “À meia-noite, ele veio, colocou os travesseiros ao redor dele, sentou com o irmão e disse: ‘Vem, eu sou o Irã, irmão, você é os Estados Unidos.’”, relatou. Durante a brincadeira, ainda segundo a mãe, o menino comemorou: “O Irã venceu. Eu era o Irã e venci”. ➡️O nome de Mikaeil aparece em listas de vítimas divulgadas pela mídia iraniana, que trata as crianças mortas como “mártires”. Autoridades do país classificam o episódio como crime de guerra. Veja mais no #g1. #irã #menino #escola

g1

28,045 views • 5 months ago

Donald Trump fez exatamente o que havia prometido. Horas depois de declarar que o cessar-fogo estava morto, que não pretendia mais negociar com Teerã e que o regime iraniano precisava ser derrotado, os Estados Unidos lançaram uma nova e massiva ofensiva militar contra o Irã. Nesta quarta-feira, 8 de julho, o CENTCOM confirmou uma nova rodada de ataques contra mais de 80 alvos estratégicos. A operação atingiu sistemas de defesa aérea, centros de comando, radares costeiros, instalações de mísseis antinavio e dezenas de embarcações da Guarda Revolucionária Islâmica — justamente a estrutura militar responsável por projetar o poder do regime sobre o Estreito de Ormuz. Explosões foram registradas em diversos pontos do sul iraniano. Entre os locais citados estão Bandar Abbas, Bushehr, Sirik, Qeshm e Chabahar. Em Bushehr, os ataques atingiram a região da base aérea. Em Bandar Abbas e Qeshm, os alvos estariam ligados à infraestrutura naval e aos sistemas de defesa costeira. A mídia estatal iraniana também relata danos em estruturas portuárias em Chabahar, embora parte dessas informações ainda aguarde confirmação independente. Na prática, Washington deixou de lado qualquer tentativa de contenção. O objetivo agora parece ser claro; desmontar a capacidade militar iraniana de controlar ou fechar o Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela significativa do petróleo comercializado no planeta. Este ataque representa uma mudança de rota, Trump sinaliza que o objetivo já não é apenas conter o regime iraniano, mas reduzir sua capacidade de projeção militar e impor, pela força, uma nova ordem estratégica no Oriente Médio - custe o que custar.

Karina Michelin

41,230 views • 1 month ago

Tensão entre EUA e Europa - O presidente Donald Trump anunciou que vai enviar 5 mil soldados para a Polônia. Na semana passada, Trump falou em retirar 5 mil militares da Alemanha. O correspondente Rodrigo Carvalho mostra como líderes europeus reagiram a essa estratégia americana marcada por pressão e sinais contraditórios. O chefe da Otan, Mark Rutte, disse que o anúncio de Trump é bem-vindo, mas afirmou que a Europa e a aliança militar estão caminhando para serem mais fortes, para não dependerem tanto dos Estados Unidos. A reunião desta sexta-feira (22) foi a primeira da Otan na Suécia, que só entrou na aliança depois da invasão russa a Ucrânia. O encontro mostrou que o mundo está escaldado. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, chegou falando que Trump ficou decepcionado com a Otan no contexto da guerra no Irã, porque os aliados não permitiram o uso de bases militares pelos Estados Unidos e nem mandaram navios de guerra para desbloquear o Estreito de Ormuz. Rubio disse que uma aliança tem que ser boa para todo mundo. Mordeu, depois assoprou. Ele reiterou o apoio americano à Otan. ➡️ Os países da aliança militar que mais se preocupam com a ajuda americana são os que ficam perto da Rússia, como Finlândia e Polônia. Nesta sexta-feira (22), o secretário de Relações Exteriores polonês agradeceu ao presidente americano pelo envio de mais tropas. Os Estados Unidos vão mandar para o território polonês mais 5 mil soldados. Hoje, o país conta com 10 mil militares americanos. Saiba mais no #g1. #estadosunidos #polônia #donaldtrump #alemanha #JN #notícias

g1

15,005 views • 3 months ago

Porta-aviões nos EUA - Na guerra do Irã, o presidente Donald Trump anunciou que vai substituir um dos porta-aviões deslocado para o Oriente Médio. A decisão foi tomada depois que famílias de marinheiros denunciaram falta de comida e até tentativas de suicídio a bordo. A missão original não envolvia uma guerra. Em novembro de 2025, o porta-aviões Abraham Lincoln partiu de São Diego, na costa da Califórnia, em direção ao Mar do Sul da China para operações rotineiras. Mas, em janeiro de 2026, com as tensões crescendo entre Estados Unidos e Irã, o porta-aviões foi redirecionado ao Oriente Médio e se tornou uma peça importante nos ataques contra alvos iranianos. Porta-aviões costumam atracar a cada 30 ou 40 dias para reabastecer e para que a tripulação possa descansar. Só que, por causa da guerra, o navio está há mais de 250 dias no mar - três a mais do que o previsto na missão original. Parentes de militares a bordo afirmam que o porta-aviões apresenta problemas de encanamento, citam casos de contaminação da água e escassez de comida e de itens básicos de higiene pessoal. Segundo eles, tudo isso associado a um longo período no mar e a pressão da guerra têm tido um impacto grande na saúde mental da tripulação. Algumas famílias relataram casos de militares que tentaram se jogar no mar. No fim desta sexta-feira (14), o comandante interino da Marinha afirmou que a substituição já estava planejada. Ele reconheceu problemas de saúde mental e disse que as tropas foram levadas ao limite, mas nunca desistiram da luta. Saiba mais no #g1. #portaaviões #estadosunidos #donaldtrump #notícias #JN

g1

41,969 views • 13 days ago