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🔥 SUCUBUS E INCUBUS; Os Demônios da Sedução que Atravessam Séculos de Medo e Fascínio 😈 Na tradição medieval europeia, súcubos e íncubos são descritos como entidades demoníacas que se alimentariam da energia vital humana por meio da sedução noturna. O súcubo aparece como uma figura feminina que visita...

1,789,268 Aufrufe • vor 8 Monaten •via X (Twitter)

31 Kommentare

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L. Avor 8 Monaten

Acredito que tenha esses espíritos, mas este video é uma armação da porra.

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LORD NEWS BRASIL 🇧🇷vor 8 Monaten

Será q é presepada?

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L. Avor 8 Monaten

Óbvio!

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Rocketmanvor 8 Monaten

O terceiro espirito filmando:

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ismael sousa vor 8 Monaten

Esse incubo aí tirou onda , comeu as duas amigas kkkk

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Jozué Oliveiravor 8 Monaten

É o fantasma do Todo mundo em pânico 2

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jack assusvor 8 Monaten

Quem dorme com uma câmera de infra vermelho no quarto? Kkkkk

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LORD NEWS BRASIL 🇧🇷vor 8 Monaten

Tem gente Q coloca qdo se suspeita de sonambulismo...

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Alguem aívor 8 Monaten

"[...] e faz movimentos leves e macabros"... Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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PC ᶜʳᶠ 🔴⚫vor 8 Monaten

Muito verdadeiro, só atacam mulheres experientes Pq já sabem as posições Fica mais fácil já que a comunicação e complicada

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Charles G Pierrevor 8 Monaten

Esse espirito é foda demais,tá de parabéns

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LORD NEWS BRASIL 🇧🇷vor 8 Monaten

kkkkkk

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Leandro Gregoriovor 8 Monaten

Tão verdadeiro que me lembrou qdo Lula tirou o Brasil da pobreza kkkkkkkkkk

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isaias souzavor 8 Monaten

Isso aí e kao, quando você e atacado, você não fica fazendo movimentos e na sua cabeça, você acorda exausto e sente como se fosse sugado

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Ana Prestesvor 8 Monaten

Tive experiências assim qd era mais nova na casa de meus pais ( morava lá)

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Lets Win Together 🏆🙏🏼vor 8 Monaten

Spiritual husbands

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Wendel Vieiravor 8 Monaten

A pergunta que não quer calar, quem coloca uma camera para se filmar dormindo?

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Okànbí Ómò ⛓️⚔️🛡️vor 8 Monaten

Conheço uma moça que ficou grávida desse jeito, pois até hj ela não sabe quem é o pai. Certamente algum espírito a engravidou enquanto ela dormia.

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Luciano Lucasvor 8 Monaten

Certamente esses demônios existem. Mas a pergunta é: quem se filma dormindo? Tá muito óbvio que esse vídeo é falso.

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Pae de Clermontvor 8 Monaten

1.4k bookmarks yall devious lmaoooo

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Moisés Totelavor 8 Monaten

O Golpe Está Aí, Cai Quem Quer. Eu Sou Videomaker E Ator E Tudo Que Eu Vejo Nesse Vídeo São Cenas De Atuação, Foram Tão Bem Montadas E Encenadas Que Até O Meu Amigo @Grok Não Entendeu Nada 😅. Vou Vos Ajudar A Perceber A Cena Muito Rápido, Prestem A Tenção No Comentário Abaixo:

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Flávia Patriotavor 8 Monaten

Eu sou espiritualizada e posso dizer que é real, no mundo da espiritualidade, existem coisas q vcs nem imaginam !!!! Incubus é o masculino e a Sicumbus é a feminina. Eu desconheço essas posições das moças

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💛 Gam 💜🍸🐭🏴‍☠️✨️vor 8 Monaten

Sem querer já fui o Incubus de umas pessoas safadinhas por aí ao longo da minha vida... Devo voltar para os caminhos do amor celestial?

Profilbild von Padre Kelmonoto ⚡ 🟠
Padre Kelmonoto ⚡ 🟠vor 8 Monaten

TD isso pra mostrar a moranga arregassada?

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Álvaro Silva🇧🇷vor 8 Monaten

8 pela raba 5 pelo elenco e roteiro 2 pela atuação 😂😂😂😂😂

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🇳🇬💎 REAL KVNG 💎vor 8 Monaten

Nice acting.....show me some more

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Anti petistavor 8 Monaten

A de cima usa o pé esquerdo pra fazer o impulso e se mover como se tivesse sendo comida de perna aberta, depois ela usa os joelhos pra ficar de 4, claramente forjado.

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PutoPotiguarvor 8 Monaten

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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𝔹𝕒𝕡𝕥𝕚𝕤𝕥𝕒.𝕁ℙvor 8 Monaten

Leitou as duas.

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Grace abounds - Take it.vor 8 Monaten

Kkkkkkk essas aí já estão tão acostumadas que o corpo já vai sozinho kkkkk

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Patrix 🟩🟨🟦⬜vor 8 Monaten

Esse tipo de vídeo são fakes ou teatrinhos que já viralizaram muito nas redes sociais até que se percebessem que eram feitos para gerar likes e visualisações (e é claro: muito dinheiro) Hoje não há ninguém que acredite em cenas assim. é só analisar as garotas e o foco da câmera.

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Observem esse vídeo: Um grupo de homens está empenhado no resgate de pessoas e enfrentam uma dificuldade momentânea pela forças das águas, o que poderia acontecer a qualquer momento. Mas o que vem depois disso que chamou minha atenção: uma mulher histérica e descontrolada começa a gritar com os homens criticando do tudo que estão fazendo, desqualificando o sacrifício que eles estavam fazendo e buscando humilha-los. Uma das constantes da vida é que sempre homens estiverem fazendo seu trabalho, existirá uma mulher que além de não fazer nada, só atrapalha, como deixa claro o vídeo. Um fator importante pelos quais as mulheres são péssima líderes, é que elas não entendem as bases do que leva a uma liderança saudável. Como homens lidam com conceitos abstratos como honra, moral, exemplo, de uma forma muito melhor que as mulheres, nós lideramos por meio do exemplo. Ao nos tornamos admiráveis naturalmente as pessoas que desejam ser melhores e contrário em nós um caminho a seguir e alguém a imitar, e nós colocamos dentro de uma hierarquia natural voluntariamente. As mulheres por não terem essa compreensão da dinâmica, pensam que a liderança se faz por meio de autoritarismo, humilhação e rebaixamento. Criei que a maioria entenderá isso quando lembramos que na escola sempre havia uma professora que sempre dizia que aquela turma que estávamos era a pior da escola, enquanto a "turma tal" era a melhor e estava na nossa frente e eram especiais. Na mente feminina fazer comparações rebaixando os homens seria um meio de motiva-los a serem melhores, mas isso é desconhecer como se dá a mentalidade masculina e seus motivadores. E por isso essa mulher do vídeo grita insistentemente como uma louca rebaixando os homens. E uma tragédia poderia ter acontecido ali naquele dia. A lição que temos aqui é que muitas vezes as mulheres atrapalham os homens ao ficar falando sem parar no ouvido deles, impedindo que eles possam pensar e se concentrar no que estão fazendo. Entenda que homens são biologicamente programados para buscar desafios e terem excesso de confiança. O excesso de confiança pode ser adaptativo porque aumenta a ambição, resolução, persistência, dissuasão e a credibilidade do blefe, gerando uma profecia autorrealizável em que a confiança exagerada na verdade aumenta a probabilidade de sucesso (Leadership in War: Evolution, Cognition, and the Military Intelligence Hypothesis; Dominic D. P. Johnson). As mulheres não entendem isso porque, desenvolvimentalmente, as meninas expressam medo mais cedo do que os meninos. Entre os adultos, as mulheres sentem medo mais intensamente do que os homens. As mulheres expressam seu medo mais intensamente do que os homens, tanto verbalmente quanto não verbalmente (Women's Competition and Aggression; Anne Campbell). Então elas começam a falar sem parar no momento crucial que o homem está tentando salvar a todos. É interessante que, como eu falei em uma aula na Comunidade Bela e Fúria, o suor das pessoas com medo ou estresse enviam feromônios que causam estresse e aumentam o medo nos homens que estão por perto. Mulheres desesperadas espalham o desespero entre todos que estão perto, e se o homem não está seguro e firme, ele irá falhar por causa disso. Além de que ficar falando no ouvindo do homem sobre o que ele deve fazer impacta negativamente o emocional masculino, o desconcentrando, pois isso deixa claro que a mulher não confia plenamente na capacidade masculina de resolver a situação. Precisamos entender que homens são orientados para a execução de tarefas. Ser capaz de fazer algo com competência tem muita importância no nosso emocional, e por isso tentamos nos provar a todo momento, sobretudo com nossa familia. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

194,202 Aufrufe • vor 2 Jahren

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,543 Aufrufe • vor 2 Jahren

François Lemoyne - L'Apothéose d'Hercule - Dublagem em IA do francês para o português - A Apoteose de Hércules, juntamente com outras cenas semelhantes de figuras elevadas aos céus, era um tema comumente retratado na arte barroca, usado para ciclos decorativos e, em particular, para pinturas de tetos. A morte e subsequente elevação de Heracles aos céus por desejo de Zeus é narrada por Ovídio em 'As Metamorfoses'. Segundo o texto, os demais deuses aprovaram a decisão de Zeus enquanto Heracles se deitava na pira funerária, momento em que Zeus decretou: “Heracles, que conquista tudo, conquistará o fogo que você vê aí: só a parte humana, que ele deve a sua mãe, sentirá o poder de Vulcano. O que ele deriva de mim é imortal, está além do alcance da morte e não pode ser superado por nenhuma chama. Quando essa parte tiver cumprido seu tempo na terra, eu a receberei nos reinos do céu, confiante de que minha ação será uma fonte de alegria para todos os deuses”. Assim, quando Heracles “depois de abandonar sua forma mortal, a melhor parte dele tornou-se vigorosa e ele começou a parecer maior do que antes, uma figura majestosa de augusta dignidade. Então o pai onipresente o arrastou através das nuvens vazias em sua carruagem de quatro cavalos”. Na composição de Giandomenico os cavalos são substituídos por centauros, bestas míticas com cabeça e torso de homem e corpo de cavalo, simbolizando uma forma inferior da natureza humana. Dentro de um formato oval, Giandomenico localizou a carruagem triunfal à esquerda do eixo vertical da composição. Nela está Heracles, símbolo de valor e força física, com o corpo coberto pela pele do leão de Neméia e segurando sua clava. Uma figura feminina alada coloca uma coroa em sua cabeça enquanto outras mulheres seguem atrás da comitiva triunfal. Entre as figuras que acompanham Heracles ao seu destino celestial, Giandomenico individualizou deuses como Hermes com seu elmo alado e caduceu, flutuando à esquerda, e o Tempo, representado por um velho ao lado de um guerreiro de armadura. O resto da comitiva é constituído por uma multidão de figuras com instrumentos musicais, conduzindo e sustentando as nuvens sobre as quais Heracles avança, ou simplesmente acompanhando-o. A maior parte deste esboço preliminar é pintada com tons claros e cremosos, com tons mais saturados, como vermelho e azul, usados ​​​​para detalhes como cortinas.

𖣐Æsirius𓅀

80,717 Aufrufe • vor 2 Jahren

HOJE É O DIA DO HOMEM, ENTÃO VAMOS ANALISAR ALGUMAS ESTATÍSTICAS • Homens são 80% dos su1c1d4s e 90% dos moradores de rua. • Sofremos 90% dos acidentes de trabalho por estarmos em 95% das profissões de risco. • Ao contrário do que a mídia diz, somos as maiores vítimas de assédio e sofremos o maior número de viol3ncia s3xu4l. • Somos apenas 40% dos universitários e temos 40% de chance de não completarmos o ensino médio. • 80% dos pedidos de divórcio são iniciados por mulheres enquanto os homens fazem de tudo para manter os casamentos mesmo quando estão infelizes. • Somos praticamente todas as vítimas de falsas denúncias de assédio e alienação parental. • Somos as maiores vítimas de violência doméstica e somos 90% das vítimas de ass4ss1nat0. • Homens se apaixonam mais rapidamente, dizem primeiro que amam, desejam casar mais rápido para formar uma família. Mas a sociedade debocha dizendo que o homem é incapaz de amar e os retrata como opressores. • Os meninos crescem ouvindo que todo comportamento natural e bom nos homens é masculinidade tóxica, e que eles devem se submeter a pedir perdão por erros que nunca cometeram, o que faz com que pensem que existe algo de errado neles. • A forma que a escola se organiza é feita para prejudicar o aprendizado dos meninos, e os professores que tem viés feminista baixam suas notas de propósito e de forma arbitrária para que fiquem atrás das meninas. Os homens voluntariamente se propõe à profissões de risco, negligenciando a própria saúde e pagando alto preço por isso, mesmo em uma sociedade em que há escassez de empatia com homens em situação de fraqueza, e toda uma cultura destruindo o emocional dos jovens sempre os retratando como culpados e tentando envergonhar qualquer um que tente intencionalmente se portar de forma varonil. A Simples e bela recentemente respondeu uma pergunta de uma moça que estava em conflito com o marido, pois o marido havia pedido durante meses para ela dar para adoção 4 gatos que estavam perturbando a paz da casa, e centenas de mulheres foram contra esse marido dizendo que é melhor ter animais domésticos que manter o casamento. E temos estatísticas que comprovam isso. Por exemplo, as crianças tem mais chance de crescer em um lar com animais de estimação do que em um lar com o pai (The impact of family structure onde The health of children: effects of divorce; Jane Anderson) (pet ownership statistics 2023; forbes) (The Denise of the happy two-parent home; jec. Senate. gov) Hoje valorizam mais bichos que os maridos, sem entender que o casamento é mais que uma união civil, mas uma união metafísica onde dois se tornam um. Os homens sempre me perguntam o que fazer para deixar suas esposas felizes, enquanto elas querem forçar os homens a aceitar calados todo comportamento errado e ruim que elas tenham. Para elas é um prazer em manter homens humilhados constantemente. A dor masculina hoje é motivo de riso e deboche, rotulam de frescura o homem que tenta verbalizar sua angústia e suas necessidades. Se o homem quer escolher uma boa mulher para casar, debocham disso dizendo que ele se esforça para gostar de mulher, porque elas querem que sejam aceitas com um passado completamente promíscuo e rodado. Querem retirar dele até o direito de ter uma esposa decente e honrada. Toda hora veremos mulheres dizendo que não são feministas, mas tem toda sua concepção de mundo fundamentada no feminismo. Hoje é dia do homem? Não vejo muito a se comemorar. E por isso criei a Comunidade Bela e Fúria junto da Simples e bela, lá ensinamos sobre as diferenças biológicas e psicológicas entre homens e mulheres, de forma que aprendam a amar suas diferenças e conviver com harmonia e amor. O link para conhecer está na descrição do perfil.

Fúria e Tradição

337,617 Aufrufe • vor 3 Jahren

Me enviaram esse corte do Elias Jabbour 🇧🇷 🇱🇧 🇵🇸 e, mais uma vez, é um bom exemplo didático para mostrar como a retórica da confusão é usada para ludibriar o público. Vamos destrinchar e refutar por partes. 1) Jabbour fala: "Então eles [os EUA] lançam duas bombas nucleares no Japão em nome da democracia, evidente né, [...] foi o capitalismo que lançou essas duas bombas nucleares lá". Eu não vou cobrar o Jabbour de ser um especialista em Segunda Guerra, o que ele não é, mas essa fala é completamente sem sentido. Os EUA não lançaram as duas bombas "em nome da democracia", isso é absolutamente errado: lançaram-nas porque estavam numa guerra que o próprio Japão havia lhes declarado ao atacar Pearl Harbor em 1941. Ainda tratando-se de um inimigo desestabilizador da ordem global, aliado dos nazistas e imperialista. Pode-se questionar se foram realmente necessárias para encerrar o conflito, mas é óbvio que era uma situação de guerra declarada e que, portanto, os EUA tinha todo direito de usar as armas que tinham para derrotar o inimigo e poupar seus homens. Esquecer esses "pequenos detalhes" beira a má-fé. O interlocutor ali fala o óbvio que o Holocausto foi obra do Nacional-Socialismo, uma ideologia antiliberal e tal, ao que o Jabbour responde: 2) Jabbour fala: "Não, o fascismo ele é um produto de sociedades que tem problemas de conflito distributivo [...] então o nazismo é um problema cíclico do capitalismo [...] surgiu com muita força na Alemanha, um país em crise, uma Europa em crise, ressurge hoje no capitalismo em crise, ou seja as crises capitalistas fazem reverberar essas noções de povo eleito, essas noções de superioridade racial, de intolerância com o outro [...] isso que nós estamos tendo aqui é impossível em uma sociedade nazificada, por exemplo [...] mas os industriais alemães apoiaram loucamente o regime nazista e o maior processo de privatização na história da humanidade se deu na Alemanha nazista". Jabbour tem um problema gigantesco com conceitos e a linha do tempo, mas é parte de sua retórica popular: confundir os conceitos e a linha do tempo, jogando elementos parciais no meio para dar a impressão de estar fazendo análise histórica, mas é só confusão mesmo. Vamos por partes. Ele começa falando do fascismo, quando o assunto é nazismo, porque provavelmente não sabe diferenciá-los, porque, na cabeça dele, é tudo "consequência do capitalismo". Mas isso é um problema para sua análise: Se o fascismo surge de crises cíclicas da produtividade capitalista, como explicar a própria Itália fascista? Mussolini chegou ao poder em 1922, antes da Grande Depressão e num momento em que a produtividade mundial estava começando subir novamente após a Primeira Guerra. E mais ainda, num país muito pouco capitalista, porque a Itália era majoritariamente agrária... Claro, Jabbour falaria que foi por causa da "guerra mundial" promovida pelo, óbvio, "capitalismo". É um termo coringa que ele usa para descrever qualquer parcela da história moderna que lhe seja útil para emplacar a sua narrativa comunista. Mas é besteira, o fascismo italiano surgiu numa época de paz e crescente produtividade capitalista, isto é, justamente no começo da superação de uma crise. E agora a crise de 1929. Se, como Jabbour falou ali, Hitler ascendeu devido à crise capitalista, porque o país epicentro dela, os EUA, não viu nada disso, mas, pelo contrário, um governo de cunho historicamente "esquerdista", promovedor de políticas celebradas pela esquerda mundial e profundamente hostil ao nazismo? No epicentro da crise mundial capitalista surgiu um governo extremamente hostil e contrário ao "nazifascismo", sendo que o "nazifascismo" é oriundo das crises do capitalismo? Jabbour quer, à todo custo, emplacar uma causação entre "crises do capitalismo" e o "nazifascismo", mas basta estudar um pouquinho a história para perceber que é, no máximo, uma correlação, e que mais elementos precisam ser inseridos para entender o que aconteceu - justamente o que Jabbour não pode fazer para não quebrar sua narrativa. Como típico de sua estratégia retórica, ele joga ainda ali no meio a ideia do "povo escolhido", claramente insinuando que os EUA são o "nazifascismo" modernos. Isso é só para enganar mesmo, porque a doutrina do "Manifest Destiny" não é uma criação exclusivamente americana, mas uma adaptação de um ethos da modernidade encarnado em vários Estados-nações. O resultado, mesmo que paradoxal, foi a criação de uma nação multiétnica continental. O americanismo modificou o sentido de "povo" para adaptar e enquadrar várias etnias... justamente o contrário das aspirações nazistas, fundamentadas numa raça específica, geneticamente identificável, que havia se espalhado e diluído seu conteúdo pelo mundo inteiro, e que precisava ser promovida novamente através de uma inédita criação estatal que não se restringia ao Estado alemão fundado por Bismarck. Percebem o quanto escapa e é escondido pela retórica confusa e lisa de Jabbour? É uma lástima que esclarecer e ensinar demande muito mais tempo e texto do que confundir e arregimentar. Jabbour quer militantes para a causa, e militante não precisa pensar, só escutar e obedecer, e sua estratégia está bem alinhada com esse objetivo.

João Eigen

25,717 Aufrufe • vor 5 Monaten

O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.
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O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL DEVE TERRIFICAR O MUNDO Há apenas um dia e meio, parecia que as coisas estavam se acalmando no Brasil. A Folha de São Paulo publicou editorial contra a censura. O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil fez forte declaração em apoio à liberdade de expressão. E o presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil disse que o conflito entre o Brasil e o X, anteriormente conhecido como Twitter, acabou. “Às vezes as pessoas fazem bravatas,” disse ele, “mas não implementam as suas declarações.” Tudo isso mudou mais uma vez. Ontem, o presidente do Brasil, Lula, pediu a criminalização das mentiras. Dado que todos mentem, Lula propõe dar ao governo o poder de prender quem ele quiser. Milhares de ativistas do Partido dos Trabalhadores foram ontem ao X para exigir que eu fosse preso por coisas que disse durante meu depoimento perante o Senado brasileiro. E hoje, o chefe do X no Brasil anunciou que pediu demissão, temendo por sua segurança. Não tenho medo por mim mesmo. Como disse no X há alguns dias, não temo nem o diabo nem Alexandre de Moraes. Estou tomando todos os cuidados necessários para garantir que poderei sair do Brasil com segurança e sem ser preso. Você pode ajudar compartilhando este vídeo e divulgando o que está acontecendo aqui. E, mesmo assim, o Brasil me aterroriza. Amo este país e o seu povo e temo que estejam à beira do totalitarismo. Uma parte significativa da Esquerda quer encarcerar os seus inimigos políticos. Jornalistas brasileiros respeitados dizem com seriedade que o governo deve praticar a censura em massa para proteger a democracia. O Brasil é tudo o que George Orwell temia e ainda pior. O governo brasileiro parece ver “1984” não como um alerta sobre a distopia a ser evitada, mas sim como um guia para um futuro melhor. Eu ficaria menos preocupado se o Brasil fosse um país pequeno e irrelevante, mas não é. O Brasil é a maior e mais importante nação da América Latina. Ainda esta semana, uma comitiva do Partido dos Trabalhadores, partido do presidente Lula, esteve na China falando sobre como a China, um dos mais totalitária do mundo, é um modelo para o Brasil. O Brasil é uma inspiração para os totalitários europeus que instrumentalizaram as agências de inteligência governamentais para espalhar desinformação sobre os seus inimigos políticos e estão implementando um sistema de censura para controlar toda a Internet. A parte mais assustadora de tudo isto é o casamento de líderes governamentais psicopatas como Lula e de Moraes com ativistas e eleitores totalitários. Os governos conseguiram fazer lavagem cerebral a uma percentagem significativa da população para apoiar a censura em massa. Os jovens adultos criados nas redes sociais são hoje mais intolerantes do que os estudantes da Revolução Cultural Chinesa na China, que denunciavam os seus professores que, como consequência, eram enviados pelo governo para campos de trabalho para serem torturados. Ao mesmo tempo, pessoas com uma mentalidade semelhante à das pessoas que dirigiam a Stasi e a Gestapo estão no comando das agências de inteligência na Europa e nos Estados Unidos. Ontem, a Câmara dos Deputados dos EUA prorrogou a lei que dá ao governo dos EUA o direito de espionar americanos suspeitos de colaborar com governos estrangeiros. O resultado será um macarthismo com anabolizantes. O FBI poderá espionar qualquer cidadão americano que ouse criticar a guerra na Ucrânia. O governo dos EUA irá rotular as pessoas que se opõem às guerras intermináveis na Eurásia como “extremistas políticos”, arruinando as suas carreiras, ou ainda pior. Durante a ascensão do comunismo e do fascismo na Europa, muitos judeus e outras pessoas perseguidas puderam fugir para os Estados Unidos. Para onde fugiremos se os Estados Unidos continuarem no caminho do totalitarismo? Não para a Europa. Não para o Brasil. Algum país está seguro num mundo onde todos os nossos movimentos, transações e pensamentos são monitorados? Continuo na expectativa de que a espiral totalitária finalmente atinja o fundo do poço, mas ele nunca chega. Sou uma pessoa otimista por natureza, mas às vezes isso significa que tenho tendência a ter pensamentos positivos. Esse pensamento positivo é perigoso e até irresponsável em momentos como este. O mesmo ocorre com a passividade. Devemos agir. Isso começa por enfrentar os valentões, todos os que são covardes por dentro. Elon Musk enfrentou o valentão de Moraes na semana passada e parece estar se mantendo firme. Esta noite ele realizará um Spaces com o polêmico ex-presidente do Brasil, que o Supremo Tribunal Federal impediu de se candidatar novamente por mais oito anos. Meus colegas e eu estamos construindo um novo movimento pela liberdade de expressão. Todas as organizações nas quais confiávamos para defender os direitos humanos, incluindo a Anisitia Internacional, a Human Rights Watch e a ACLU, foram assumidas por totalitários que exigem censura. Vamos nos reunir em Londres em junho. Estamos iniciando nossas próprias ONGs em todo o mundo. Não podemos fazer isso sozinhos. Por favor, compartilhe esta postagem, considere assinar minha publicação, chamada *Pública*, e faça uma doação. As pessoas estão arriscando as suas vidas para defender a liberdade de expressão de todos os seres humanos. Você não precisa arriscar a sia vida, mas precisamos desesperadamente da sua ajuda. As coisas não estão se acalmando e não vão se acalmar até enfrentarmos os tiranos e removermos cada um deles do poder.

Michael Shellenberger

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O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

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Tem muito tempo que eu quero falar sobre isso, e acredito que seja o momento certo, eu busquei informação por esses ultimos meses para tentar me expressar da melhor forma, então espero muito de coração que haja respeito e seriedade como nunca. Obrigado a quem realmente for ler, e tentar discutir sobre o assunto <3 obrigado de coração a todos. Bom dia, rapaziada. Hoje, decidi tirar um tempo para falar com vocês sobre alguns assuntos que considero muito importantes. Acredito que o nosso cenário atual ainda é bastante imaturo no que diz respeito a questões políticas. Enquanto algumas pessoas têm medo de abordar temas “sensíveis”, outras, que se atrevem a falar sobre eles, acabam sendo inferiorizadas ou tratadas com irrelevância. Isso ocorre, principalmente, por dois motivos. O primeiro é que a maior parte do público do cenário de e-sports é muito jovem. O segundo é que, para estar inserido nesse cenário, é preciso ter uma vida bastante privilegiada. Afinal, não é qualquer pessoa, na verdade, é uma minoria — que tem acesso a um computador para jogar League of Legends e, consequentemente, acompanhar o cenário de maneira mais intensa. Tendo isso em mente, podemos dizer que o público que acompanha o cenário de LoL pertence a um nicho que, em sua maioria, é elitizado. Por isso, busquei mais conhecimento, especialmente em teóricos das ciências sociais, para fundamentar melhor minhas ideias e compartilhar essa visão com a minha galera e com todos que se interessarem e se sentirem bem-vindos. O fato de eu ser uma pessoa preta influencia minha vida cotidiana em todos os aspectos. Isso não é algo exclusivo meu, mas uma ferida da sociedade que recai sobre mim porque, por acaso, nasci com a pele negra. Um grande teórico brasileiro, Milton Santos, escreve sobre a experiência de ser negro no Brasil no mundo moderno. Ele defende que a pessoa preta no Brasil vive em uma luta constante contra os 500 anos de violência que sofreu. E é evidente que 500 anos de escravidão e colonização não seriam apagados com algumas décadas de “libertação”, especialmente porque essa libertação nunca foi completa. Durante esses 500 anos de imposição do homem branco europeu sobre o homem preto e o indígena, os pensamentos que marcaram os âmbitos sociais e políticos eram aqueles pertencentes à classe dominante, nesse caso, os brancos europeus. Muitas leis e doutrinas, que deveriam orientar o povo, têm fundamentos racistas. Por exemplo, há menos de 100 anos, o artigo 138 da Constituição de 1934, durante a Era Vargas, previa que o Estado deveria estimular a educação eugênica. Isso significa, basicamente, que o Estado ensinava a superioridade dos brancos em relação aos negros. Pessoas vivas hoje foram educadas sob essa ideologia. Portanto, o fato de a escravidão ter, supostamente, acabado há muito tempo não significa que os traços deixados por ela não tenham impacto atualmente. Pelo contrário, qualquer pessoa preta no Brasil hoje sente na pele as consequências da escravidão e do pensamento racista e colonizador europeu. Milton Santos argumenta que existem “marcas visíveis” que ajudam a entender a origem dos problemas raciais. A primeira delas é a corporeidade, ou seja, a aparência, a pele, propriamente dita. As outras marcas são a individualidade e a cidadania. O problema central é que, para a pessoa preta, a cor de sua pele sempre chega antes de sua individualidade. Minha pele preta chega à mente das pessoas antes mesmo do Buero, e muito antes do Daniel enquanto cidadão. E isso é apenas uma das consequências do pensamento racista que ainda existe. Milton Santos também explica que, para o pensamento popular, o erro não está em ter preconceito de cor, mas em manifestá-lo. Em outras palavras, hoje em dia, muitas pessoas repudiam ofensas racistas, mas já foram educadas dentro de uma ideologia racista. Esse simples fato afeta diretamente minha autoestima e a de muitos outros homens pretos. A autoestima vai além da aparência: envolve também o intelecto e a cultura. Muitas vezes, sinto que sou incapaz ou que não posso alcançar algo por ser preto, e isso dói profundamente, especialmente quando somos jovens em desenvolvimento, como eu era quando comecei a fazer streams. Quando comecei a streamar, sofri muitos ataques racistas diretos, sendo insultado pela cor da minha pele. Com o tempo, estudei e passei a compreender algumas coisas. Um teórico chamado Franz Fanon explica que, na América Latina, o racismo se manifesta de forma “velada” por conta do passado colonial. Isso significa que as pessoas foram educadas a serem racistas, ainda que de maneira implícita, e, com o tempo, esse racismo se tornou estrutural e banalizado. Ou seja, atitudes racistas passaram a ser vistas como cotidianas e sem grandes consequências, já que foram “normalizadas”. A colonização racial não apenas explorava os corpos das pessoas, mas também calava, apagava e deslegitimava suas culturas, fazendo-as acreditar que elas não existiam ou que eram erradas. Esse processo gerou, em grande parte da população negra brasileira, um complexo de inferioridade. Recentemente, vimos o caso de Vinícius Jr., que foi injustiçado. O mais chocante, porém, é que houve quem dissesse que ele não merecia o reconhecimento porque era “muito combativo”. Combativo em relação a quê? Ao racismo. Falar sobre racismo e combatê-lo é visto quase como uma atitude violenta em uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Confundem submissão com humildade, dizendo que ele deveria ter sido humilde diante das ofensas racistas. Mas, sinceramente, ele deveria ser humilde com quem o insultava por sua cor? Na verdade, a sociedade espera que a pessoa preta se comporte de forma submissa, pois isso facilita a perpetuação do racismo velado. Querem que nossos corpos não lutem, nossas mentes não estudem e nossas vozes não se levantem. Essa submissão é constantemente aplaudida, porque crescemos em um mundo racista. Além disso, há uma constante comparação entre pessoas pretas para justificar regras com base em exceções. Um dos primeiros comentários que recebi dizia algo como: “O jogador X é negro, MAS não fica de mimimi como o Buero”. O simples fato de eu não aceitar ser ofendido pela cor da minha pele me torna, para alguns, um vitimista ou “mimizento”. Esses comentários não são pontuais; eles sempre existiram e continuam existindo até hoje. Assim como a comparação entre pessoas pretas existe, também me vi em situações de comparação com pessoas brancas diversas vezes. A realidade é que, para a pessoa preta, tudo o que é dito é amplificado e julgado como agressivo, enquanto, para a pessoa branca, mesmo declarações absurdas podem ser ignoradas ou minimizadas. Essa comparação desigual faz parte de um julgamento de imagem, uma imagem que não é definida por mim nem por quem observa, mas é mais uma consequência da cultura racista impregnada na sociedade. A representação das pessoas pretas frequentemente segue estigmas e estereótipos criados para diminuí-las e ridicularizá-las. A mulher preta, por exemplo, sofre com a constante sexualização de seu corpo, um reflexo histórico da época pós-escravidão, quando suas opções de sobrevivência eram limitadas à servidão ou à prostituição. Não era uma escolha, mas uma necessidade, algo que, infelizmente, ainda persiste em muitos casos. Já o homem preto é frequentemente visto como agressivo, selvagem, como uma peça fora do lugar, sempre diferenciado dos demais. Como Milton Santos nos mostra, tudo se resume à pele. Se tudo para na pele, a própria identidade da pessoa preta também é interrompida. A cor é usada como principal característica para diferenciar e identificar alguém. “Aquele neguinho ali”, “Quem era aquele neguinho?”, “Aquele neguinho até que era bom”. Eu não tenho nome, origem, idade ou identidade; para a sociedade, eu só tenho cor. Tudo o que me define, minhas ambições, desejos, gostos e desgostos é reduzido à cor da minha pele. Todos os fatores que fazem Daniel ser Daniel e Buero ser Buero são eclipsados pela cor de minha pele. A cor da pele também é usada como justificativa para o apagamento das pessoas pretas na sociedade. Vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas quantos autores pretos você viu na escola? Quantos filósofos, escritores e pensadores pretos foram estudados? Você sabia que, por lei, deveria haver o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas? Onde está esse ensino? Não é possível que, em um país majoritariamente preto, tenhamos menos de cinco autores pretos no cânone literário. E aqueles que fazem parte dele frequentemente têm sua imagem embranquecida. O próprio Machado de Assis, por exemplo, foi retratado de forma embranquecida ao longo da história, a ponto de o fato de ele ser preto nem sequer ser mencionado. Estudamos em uma educação que rejeita e esconde as pessoas pretas. Talvez você, que está se preparando para ser professor, possa mudar isso um dia, pelo bem da comunidade preta no Brasil. É evidente que, se a cor da pele afeta os aspectos sociais, ela também influencia a relação com a classe social. Como mencionei antes, vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas as estruturas de poder no capitalismo ainda são compostas por aqueles que sempre estiveram no controle: os descendentes dos senhores de escravos, os herdeiros de dinastias, e até grande parte da classe média, que se beneficia do privilégio branco. Ver uma pessoa preta em posições de destaque ou ascensão social incomoda essas estruturas de poder. É raro, mas, quando acontece, gera desconforto. A maioria das pessoas que vivem na periferia são pretas, consequência de todo o sistema histórico de exclusão que mencionei anteriormente. E o capitalismo faz questão de manter essa situação, perpetuando a pobreza entre as pessoas pretas, com pouquíssimas exceções de ascensão social. “Mas eu conheci uma pessoa preta que era pobre e conseguiu ascender socialmente.” Esse é um caso específico, uma exceção, e não a regra. No entanto, com base em casos isolados, muitos desenvolvem a narrativa da meritocracia, dizendo que tudo é possível se você acreditar e se esforçar ao máximo. Mas essa não é a realidade. A meritocracia é, na verdade, um mecanismo de controle social, que incentiva as pessoas a darem seu máximo para receberem o mínimo, enquanto a engrenagem do sistema segue funcionando como antes, de forma semelhante à escravidão. A cor da pele influencia diretamente a vida social. É mais difícil arrumar emprego, ter relacionamentos duradouros e, em geral, é mais difícil viver. Reconheço que sou uma exceção no meu meio. O ambiente do League of Legends é extremamente racista, e isso faz de mim um alvo constante. Qualquer coisa que digam sobre mim repercute de alguma forma, e, recentemente, essa repercussão tem sido, na maioria das vezes, negativa. No cenário competitivo, a questão das “narrativas” foi um tema relevante, e as narrativas criadas por outras pessoas me influenciaram diretamente. Muitas vezes, começam a falar de situações que nem aconteceram, mas que ouviram de "tal pessoa" e tomaram como verdade absoluta. Por ser preto, isso tem um impacto cem vezes maior, pois não me é dado espaço para me manifestar. A pessoa preta viveu sob o silêncio imposto pelo colonizador durante 500 anos, e a única opção que esperam que ela aceite é continuar calada, de cabeça baixa, simplesmente aceitando ou “entrando na brincadeira”. Quando essas pessoas falam sobre mim e isso gera alguma controvérsia, não há repercussões negativas para elas, apenas para mim. Esse julgamento é feito de maneira inconsciente porque, mais uma vez, tudo para na minha pele. Por isso, é muito fácil deturpar a imagem de uma pessoa preta, a minha imagem. Eu não tenho a oportunidade de me defender ou responder; e, quando respondo, a minha voz não aparece nos canais de cortes ou de fofoca, apenas o que falam sobre mim. Já estou sendo apagado antes mesmo de ter a chance de aparecer. Por que estou falando tudo isso? Nós já sabemos que a sociedade foi educada e induzida a agir de maneira naturalmente racista. De acordo com Antônio Sérgio Guimarães, em Racismo e Antirracismo no Brasil, a maneira mais eficaz de combater o racismo é agir ativamente, falar sobre ele, dar voz a outros pretos e entrar nessa luta que enfrentamos diariamente. Isso é um posicionamento político claro, que sei que contraria o padrão da maioria no cenário competitivo. Mas, se não começarmos, veremos cada vez mais pessoas pretas sendo rebaixadas e isso é muito perigoso. Compreender de onde veio e para onde vai a pessoa preta no mundo atual, e especificamente no meio dos e-sports, ajuda a promover maior inclusão e diversidade em nosso cenário. É isso que busco fazer: dar voz às pessoas e ser um agente ativo de transformação na nossa comunidade. Precisamos mostrar que, com educação, informação e comunicação direta, podemos avançar na emancipação da população negra dentro dos e-sports A pessoa preta convive com um elemento imaterial profundamente presente: o MEDO. O medo faz parte de sua vida desde sempre, pois é influenciada por dois outros elementos: o TEMPO e a MEMÓRIA. Quem nasce na periferia já começa com menos tempo de vida, pois precisa correr atrás do prejuízo para sobreviver. Além disso, carrega o medo constante de simplesmente ser preto em um país racista: medo da polícia, da sociedade, das consequências políticas, e até do ato de existir. Esse medo é agravado pela ausência de oportunidades de libertação. A memória da população preta é apagada, sua cultura e imagem são diminuídas e esquecidas. Apagar essa memória é uma forma de reclusão social, que impede a conscientização política e reduz a participação das pessoas pretas na sociedade. Isso se reflete no número insuficiente de políticos pretos nas câmaras, de estudantes pretos nas universidades e de profissionais pretos em cargos de destaque. Eu convivo diariamente com pessoas que me desejam o mal e atacam até quem está próximo de mim. Não falo de brincadeiras como o “ratinho com diamante”, que não me afeta tanto, mas de comentários racistas que incentivam, por exemplo, que eu me mate. Essas atitudes são manifestações de algo que chamamos de banalização do mal. A naturalização e estruturação do racismo no Brasil transformam o preconceito contra pessoas pretas em algo corriqueiro. Piadas racistas, estereótipos como “ladrão”, “fedido” ou “agressivo” são aceitos e replicados, criando um ambiente onde o mal é banalizado de forma tão extrema que o preto precisa crescer cercado de violência e, ao mesmo tempo, aceitar calado. Quero deixar claro que meu problema não é com a pessoa branca em si, especialmente em um país tão miscigenado como o Brasil. Minha luta é contra o racismo, mais especificamente, o racismo velado que permeia o cotidiano e perpetua as marcas da escravidão. A conscientização negra pode até ser um pequeno band-aid que tenta sarar a ferida de 500 anos que existe no Brasil, mas é muito importante aquilo que falamos nesse dia, e a influência que podemos causar nesse dia. Minha luta é direta e constante. Lembre-se: a culpa não é sua. É apenas o reflexo de um sistema que precisa ser derrubado.

buero

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Em 1988, aconteceu um encontro histórico na televisão britânica para o documentário God, the Universe and Everything Else (Deus, o Universo e Tudo Mais). O programa reuniu Carl Sagan, Stephen Hawking e o renomado escritor de ficção científica Arthur C. Clarke, sob a mediação do jornalista Magnus Magnusson. Naquele momento, Hawking estava lançando o livro Uma Breve História do Tempo e apresentava ao público algumas das ideias mais revolucionárias da cosmologia moderna. Ele explicou sua hipótese de que o universo poderia ser finito, mas sem fronteiras ou bordas no espaço-tempo, de forma semelhante à superfície da Terra, que possui área limitada, mas não tem uma extremidade onde ela termina. Segundo Hawking, se as leis da física permanecem válidas até os instantes mais primitivos do cosmos, a origem do universo pode ser investigada cientificamente sem recorrer necessariamente a intervenções sobrenaturais. Em sua visão, um universo completamente autocontido deixaria pouco espaço para a ideia tradicional de um Criador atuando no momento da criação. Carl Sagan concordou que a discussão frequentemente esbarra em uma questão fundamental: o significado da palavra “Deus”. Para ele, se Deus for entendido como a totalidade das leis que governam o universo, então sua existência seria praticamente incontestável. Porém, se for concebido como uma entidade que intervém constantemente nos acontecimentos humanos, não existem evidências científicas que sustentem essa hipótese. Sagan também ressaltou a importância da humildade intelectual diante de questões tão profundas, lembrando que estamos lidando com alguns dos maiores mistérios já enfrentados pela humanidade. Clarke trouxe uma perspectiva igualmente cética, citando a famosa resposta do matemático francês Pierre-Simon Laplace a Napoleão Bonaparte, quando questionado sobre a ausência de Deus em sua teoria do universo: “Senhor, não tive necessidade dessa hipótese”. Ainda assim, Clarke destacou que não considerava a questão encerrada e afirmou que continuava profundamente interessado no tema. Ao longo da conversa, também defendeu que a ciência e a espiritualidade poderiam caminhar juntas, desde que livres do dogmatismo. Mais do que um debate sobre Deus, o encontro tornou-se uma reflexão fascinante sobre a origem do universo, o papel da ciência, os limites do conhecimento humano e a importância do ceticismo. Em vários momentos, Sagan, Hawking e Clarke defenderam que a força da ciência está justamente em sua capacidade de questionar, corrigir erros e revisar suas próprias conclusões. Quase quatro décadas depois, a discussão continua atual e permanece como um dos encontros mais memoráveis entre três das maiores mentes do século XX. O vídeo completo pode ser encontrado facilmente no YT.

JAMES WEBB

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Então... #FROM nunca foi apenas sobre escapar da cidade. Sempre foi sobre um jogo. Menino de Branco vs. Homem de Amarelo! Esses dois têm jogado xadrez com a vida das pessoas. Toda vez que este lugar concede alguma coisa — conhecimento, comida, sobrevivência, respostas — algo é tomado em troca. Sempre. A troca não é opcional. Ela é a regra que governa todas as transações desse sistema. A magia funciona da mesma forma. O ovo que Sophia usou para trazer Roger de volta já continha uma vida em desenvolvimento. O sangue é a prova disso, e foi ele que forneceu a troca. Uma vida foi dada, uma vida foi tirada, uma vida foi devolvida. É o jogo do bem contra o mal. Uma prova disso é que o "ex-Menino de Branco", agora adolescente, sabia desde o começo que Sophia era o Velho de Amarelo. Então, por que ele não contou nada para o Victor? Porque ele precisa seguir as regras do jogo. Cada ciclo desse jogo de entidades deixa uma estrutura para trás A igreja de pedra provavelmente é de 1700. A Casa da Colônia corresponde a 1864. O abrigo corresponde a 1931. As casas da cidade correspondem a 1978. Por isso a cidade é toda remendada, com uma mistura de casas novas e antigas. O motel não terminou de ser adicionado à cidade porque Victor está vivo e seu ciclo ainda não foi concluído. Por isso temos apenas a placa do motel. O ciclo do Victor ainda está em aberto. Este lugar não é estruturado como uma história Ele é estruturado como um jogo. Não metaforicamente, mas literalmente. As regras pelas quais ele funciona, os papéis que cada personagem desempenha, a forma como tudo é reiniciado quando falha, os números espalhados pela série... tudo segue a lógica de um jogo com uma precisão que eu não acredito ser acidental. Livros e referências dentro do sistema Comecemos pelos livros que Ethan trouxe para a cidade: The Adventures of the Grand Gulagog e The Flight of the Chromenockle. Ambos são livros infantis de fantasia, os favoritos de Ethan, e ambos contêm locais e mecânicas que refletem diretamente a estrutura desse lugar. O Lago das Lágrimas existe tanto no Chromenockle quanto na cidade. O Story Walker, personagem que visita capítulos da história que já aconteceram, é mencionado e definido no Grand Gulagog antes mesmo de Julie descobrir que consegue fazer exatamente isso. A Caverna do Dragão Solitário, que Ethan comparou diretamente ao depósito do restaurante, contém o mapa que o Chromenockle precisa encontrar para achar o caminho de casa. E todos os personagens encontraram alguma coisa naquele depósito que acabou levando a novas respostas. Ethan chegou a esse lugar com o manual de instruções nas mãos, escrito em uma linguagem que uma criança consegue entender, porque esse jogo sempre foi centrado nisso. A entidade e o controle do sistema A entidade em FROM conhece perfeitamente o mundo exterior e o avanço tecnológico exterior. Tanto que a Câmera fotográfica mostra perfeitamente a casa do Boyd no episódio que ele está com Elgin. Porem lá dentro as leis dessas tecnologias não são iguais a fora da cidade. E Pelo que todos perceberam a entidade controla perfeitamente essas tecnologias. Ela se comunica por radio, por telefone quando bem entende. As luzes e fios de energia não precisam de energia normal pois é a própria entidade que controla as leis do lugar. O preço do conhecimento Tudo em FROM tem consequências. Toda ação destrava uma nova fase, uma nova resposta ou uma nova regra. Para obter respostas é preciso destravar coisas, pagar um preço, seja com sangue ou com uma vida. "O conhecimento tem um preço." Isso foi esfregado na nossa cara o tempo todo. Cada uma dessas respostas teria um custo, exatamente o que os moradores anteriores estavam fazendo quando criaram as lanças e os talismãs de pedra: aprendendo as regras a um preço enorme e deixando esse conhecimento para o próximo ciclo. Um exemplo é quando eles cavaram o buraco, encontraram os túneis e descobriram que os fios de energia não levam a lugar algum. De repente, a casa desabou sem motivo aparente. Esse foi o preço pago pelas respostas. A importância das regras ou rituais As regras do jogo são tão importantes que, até para matar um monstro, você precisa seguir um rito específico. Cada monstro possui um contra-ataque específico. Nada além dele funciona. As lanças não funcionam contra as cigarras. Não funcionam contra as criaturas da noite. Não funcionam contra o Homem de Amarelo. Mensagens e sinais do sistema Outra prova de que essas entidades estão jogando é que o Menino de Branco fala: "Você vai perder desta vez. Eles acharam os ossos." Isso significa que encontrar os ossos destravou algo positivo para o lado do bem. Então Sophia responde: "É, mas eles derrubaram a árvore." Isso significa que derrubar a árvore destravou algo positivo para o lado do mal. Por exemplo, bastou a árvore cair para que Sophia começasse a roubar os talismãs, antes conquistados por Boyd. Ela não podia fazer isso antes porque esses talismãs foram conquistados com sacrifício, tanto por Boyd quanto pelo preço que todos pagaram. Afinal, quando Boyd os encontrou, Abby passou a ser manipulada e saiu matando todo mundo, provando que encontrar os talismãs também trouxe um preço. Lembrem-se: nesse lugar, a troca não é uma escolha, é a regra. Ao derrubarem a árvore, Sophia destravou novas possibilidades nesse jogo. Os monstros não são apenas os moradores antigos do primeiro ritual Parece que, em cada ciclo, um dos moradores desse jogo entre as entidades se torna um monstro, e agora Fatima é um deles. Muitos se perguntavam por que os monstros parecem robóticos, como se algo os controlasse. Bem, se Fatima agora virou um deles, será que ela terá consciência própria ou será controlada por uma força maior? Será que agora Fatima se tornou um membro permanente do lado do mal e será controlada pelo jogador chamado Homem de Amarelo nesse jogo/ciclo? Informações recentes dos criadores de FROM 1 - A quinta temporada se chamará "END GAME" ("Fim de Jogo"). 2 - John Griffin, criador da série FROM, disse: "A maioria das respostas para os mistérios da série está no primeiro episódio da primeira temporada." 3 - Julie será a solução, e o eixo da viagem no tempo retornará com mais força na temporada final. 4 - A árvore caída no meio da estrada é sempre diferente em cada episódio. Teoria central: o que é FROM? Se a maioria das respostas realmente está no primeiro episódio, será que tudo tem relação com Ethan e Julie? Seria FROM apenas um RPG jogado entre irmãos? Seriam Ethan e Julie as representações do Menino de Branco e do Homem de Amarelo nesse jogo? Que tipo de jogo é esse? Eu não estou dizendo que aquilo seja um jogo eletrônico ou um mundo virtual. Talvez tudo esteja na cabeça de Ethan e Julie enquanto jogam. Ou, se não for isso, então eles estão presos em um ambiente cósmico totalmente controlado pelas duas entidades, que estão jogando esse xadrez com a vida deles. E destravando novas regras de acordo com suas ações. Aquele mundo, ou aquele lugar, é totalmente controlado por regras próprias como um jogo. O clima do lugar muda de acordo com o que os moradores fazem nesse jogo. O dia vira noite, e a noite vira dia de uma hora para outra. A chuva vai e vem quando bem entende e, de repente, começa a nevar. Cabras, vacas e galinhas surgem do nada apenas para que eles saiam para explorar o lugar, como se fossem recompensados. Conclusão Sabendo de tudo isso, podemos cravar que FROM se passa em um ambiente totalmente controlado por regras de um RPG ou regras de uma entidade. Pode ser um RPG jogado entre Ethan e Julie. Pode ser uma história contada por Ethan. Pode ser um jogo real entre duas entidades ancestrais que surgiram a partir do primeiro pacto. Pode ser um ambiente cósmico que sequestra pessoas reais para punir Jade e Tabitha eternamente por não terem seguido o sacrifício original e, por isso, o filho deles sobreviveu e sempre sobrevive no final do jogo ou ciclo.

Kimi Vaizard

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O COMITÊ DO CAOS: O ex-chefe do FBI confirma a existência dos Illuminati e do Comitê dos 300. Após 28 anos de pesquisa, ele diz que eles são a própria essência de todos os problemas na América e ao redor do mundo. Eles sentem que têm o direito de governar a humanidade. 🕵️‍♂️🔍🌍 A ideologia do Comitê dos 300 afirma que o poder está certo. Ele alega que seres de inteligência superior comprovada têm o direito de governar os menos dotados porque as massas não sabem o que é melhor para elas. 🧠👑 PEÕES NO JOGO: Pelo Comandante Naval William Guy Carr 1954. Ele alertou as pessoas sobre a existência de uma Conspiração Internacional. Ele previu que os conspiradores, a menos que fossem controlados, arrastariam o Mundo para outra Guerra Global, o que eles estão fazendo agora. Abaixo está uma parte de sua pesquisa escrita. ⚓📜 Em 1784, “An Act of God” colocou o governo da Baviera em posse de evidências que provavam a existência da contínua Conspiração Luciferiana. Adam Weishaupt, um professor de direito canônico treinado por jesuítas, desertou do cristianismo e abraçou a ideologia luciferiana enquanto lecionava na Universidade de Ingoldstadt. ⚖️🔥 Em 1770, os credores (que tinham recentemente organizado a Casa de Rothschild) o contrataram para revisar e modernizar os antigos 'protocolos' projetados para dar à Sinagoga de Satanás a dominação mundial final, para que pudessem impor a ideologia luciferiana sobre o que resta da Raça Humana, após o cataclismo social final, pelo uso do despotismo satânico. Weishaupt concluiu sua tarefa em 1º de maio de 1776. 🏦🌍 O plano exigia a destruição de TODOS os governos e religiões existentes. Este objetivo seria alcançado dividindo as massas, a quem ele chamou de Goyim (que significa gado humano) em campos opostos em números cada vez maiores em questões políticas, raciais, sociais, econômicas e outras. Os lados opostos seriam então armados e um "incidente" seria providenciado, o que os faria lutar e se enfraquecer enquanto destruíam governos nacionais e instituições religiosas. 💥🏞️ Em 1776, Weishaupt organizou os Illuminati para colocar a trama em execução. A palavra Illuminati é derivada de Lúcifer e significa "portadores da luz". Usando a mentira de que seu objetivo era criar um governo mundial para permitir que homens com capacidade mental comprovada governassem o mundo, ele recrutou cerca de dois mil seguidores. Estes incluíam os homens mais inteligentes no campo das Artes e Letras: Educação: ciências, finanças e indústria. Ele então estabeleceu Lojas do Grande Oriente para serem suas sedes secretas. 💡🌟 O plano revisado de Weishaupt exigia que seus Illuminati fizessem as seguintes coisas para ajudá-los a cumprir seu propósito: Usar suborno monetário e sexual para obter o controle de pessoas que já ocupavam posições em altos cargos nos vários níveis de TODOS os governos e outros campos de esforço humano. Uma vez que uma pessoa influente caísse nas mentiras, enganos e tentações dos Illuminati, ela seria mantida em cativeiro pela aplicação de chantagem política e outras formas de chantagem e ameaças de ruína financeira, exposição pública e danos físicos e até mesmo morte para si mesma e seus entes queridos. 💵🤫 Eles se infiltraram em todas as partes da nossa sociedade usando esses métodos, incluindo o FBI, a CIA, o DOJ e os militares, como o agente especial do FBI Ted Gunderson testemunhou sobre esse fato. Eles também controlam a Administração Biden e a Casa Branca. 🏢🔒 A intenção e o propósito do Comitê dos 300 é fazer cumprir as seguintes condições: • Um Governo Mundial Único e um sistema monetário de uma unidade sob Oligarcas hereditários permanentes não eleitos que se autoselecionam entre seus números na forma de um sistema feudal como era na Idade Média. Nesta entidade Mundial Única, a população será limitada por restrições no número de filhos por família, doenças, guerras, fomes, até que 1 bilhão de pessoas que são úteis para a classe dominante, em áreas que serão estritamente e claramente definidas, permaneçam como a população mundial total. 🌐👑 • Não haverá classe média, apenas governantes e servos. Todas as leis serão uniformes sob um sistema legal de tribunais mundiais praticando o mesmo código unificado de leis, apoiado por uma força policial do Governo Mundial Único e um exército unificado do Mundo Único para impor leis em todos os antigos países onde não existirão fronteiras nacionais. O sistema será baseado em um estado de bem-estar social; aqueles que forem obedientes e subservientes ao Governo Mundial Único serão recompensados com os meios para viver; aqueles que forem rebeldes serão simplesmente mortos de fome ou declarados fora da lei, portanto, um alvo para qualquer um que deseje matá-los. Armas de fogo de propriedade privada ou armas de qualquer tipo serão proibidas. ⚖️🚫 • Apenas uma religião será permitida e será na forma de uma Igreja do Governo Mundial Único, que existe desde 1920, como veremos. Satanismo, Luciferianismo e Bruxaria serão reconhecidos como currículos legítimos do Governo Mundial Único, sem escolas particulares ou religiosas. Todas as igrejas cristãs já foram subvertidas e o cristianismo será uma coisa do passado no Governo Mundial Único. Para induzir um estado onde não há liberdade individual ou qualquer conceito de liberdade sobrevivente, não haverá republicanismo, soberania ou direitos residindo com o povo. O orgulho nacional e a identidade racial serão eliminados e, na fase de transição, estará sujeito às penalidades mais severas até mesmo mencionar a origem racial de alguém. ⛪🚫 • Cada pessoa será totalmente doutrinada de que é uma criatura do Governo Mundial Único com um número de identificação claramente marcado em sua pessoa para ser facilmente acessível, cujo número de identificação estará no arquivo mestre do computador da OTAN em Bruxelas, Bélgica, sujeito à recuperação instantânea por qualquer agência do Governo Mundial Único a qualquer momento. Os Arquivos Mestres da CIA, FBI, agências policiais estaduais e locais, IRS, FEMA, Previdência Social serão amplamente expandidos e formarão a base dos registros pessoais de todos os indivíduos nos Estados Unidos. 📋🔢 • O casamento será proibido e não haverá vida familiar como a conhecemos. As crianças serão retiradas de seus pais em tenra idade e criadas por tutelados como propriedade do estado. Tal experimento foi realizado na Alemanha Oriental sob Erich Honnecker quando crianças foram tiradas de pais considerados pelo estado como cidadãos desleais. As mulheres serão degradadas através do processo contínuo de movimentos de "libertação das mulheres". Sexo livre será obrigatório. O não cumprimento pelo menos uma vez até a idade de 20 anos será punível com severas represálias contra sua pessoa. O autoaborto será ensinado e praticado após o nascimento de dois filhos de uma mulher; tais registros serão contidos no arquivo pessoal de cada mulher nos computadores regionais do Governo Mundial Único. Se uma mulher engravidar após ter dado à luz dois filhos anteriormente, ela será removida à força para uma clínica de aborto para que tal aborto e esterilização sejam realizados. 🚫👨‍👩‍👧‍👦 • A pornografia será promovida e será obrigatória em todos os cinemas, incluindo pornografia homossexual e lésbica. O uso de drogas "recreativas" será obrigatório, com cada pessoa recebendo cotas de drogas que podem ser compradas em lojas do One World Government em todo o mundo. As drogas de controle mental serão expandidas e o uso se tornará obrigatório. Essas drogas de controle mental serão fornecidas em alimentos e/ou suprimentos de água sem o conhecimento e/ou consentimento das pessoas. Bares de drogas serão criados, administrados por funcionários do One World Government, onde a classe escrava poderá passar seu tempo livre. Desta forma, as massas não-elite serão reduzidas ao nível e comportamento de animais controlados, sem vontade própria e facilmente regimentados e controlados. 🎥💊 • O sistema econômico será baseado na classe oligárquica dominante permitindo que apenas alimentos e serviços suficientes sejam produzidos para manter os campos de trabalho escravo em massa funcionando. Toda a riqueza será agregada nas mãos dos membros de elite do Comitê dos 300. Cada indivíduo será doutrinado para entender que ele ou ela é totalmente dependente do estado para sobreviver. O mundo será governado pelos Decretos Executivos do Comitê dos 300 que se tornarão lei instantânea. Tribunais de punição e não tribunais de justiça existirão. 💰🔒 • A indústria deve ser totalmente destruída junto com os sistemas de energia movidos a energia nuclear. Somente o Comitê dos 300 membros e seus elitistas terão direito a quaisquer recursos da Terra. A agricultura estará somente nas mãos do Comitê dos 300 com a produção de alimentos estritamente controlada. À medida que essas medidas começarem a surtir efeito, grandes populações nas cidades serão removidas à força para áreas remotas e aqueles que se recusarem a ir serão exterminados à maneira do experimento do Governo Mundial Único realizado por Pol Pot no Camboja. 🏭🚜 • A eutanásia para doentes terminais e idosos será compulsória. Nenhuma cidade será maior do que um número predeterminado, conforme descrito no trabalho de Kalgeri. Trabalhadores essenciais serão transferidos para outras cidades se aquela em que estão se tornar superpovoada. Outros trabalhadores não essenciais serão escolhidos aleatoriamente e enviados para cidades subpovoadas para preencher "cotas". ⚰️🏙️ • Pelo menos 4 bilhões de "comedores inúteis" serão eliminados até o ano de 2050 por meio de guerras limitadas, epidemias organizadas de doenças fatais de ação rápida e fome. Energia, comida e água serão mantidas em níveis de subsistência para a não elite, começando com as populações brancas da Europa Ocidental e América do Norte e depois se espalhando para outras raças. A população do Canadá, Europa Ocidental e Estados Unidos será dizimada mais rapidamente do que em outros continentes, até que a população mundial atinja um nível administrável de 1 bilhão, dos quais 500 milhões consistirão de raças chinesa e japonesa, selecionadas porque são pessoas que foram regimentadas por séculos e que estão acostumadas a obedecer à autoridade sem questionar. ⚠️🌍 • De tempos em tempos, haverá escassez artificial de alimentos, água e assistência médica para lembrar às massas que sua própria existência depende da boa vontade do Comitê dos 300. 🍎💧 • Após a destruição das indústrias de habitação, automóveis, aço e produtos pesados, haverá habitação limitada, e indústrias de qualquer tipo que possam permanecer estarão sob a direção do Clube de Roma da OTAN, assim como todo o desenvolvimento científico e de exploração espacial, limitado à elite sob o controle do Comitê dos 300. Armas espaciais de todas as antigas nações serão destruídas junto com armas nucleares. Todos os produtos farmacêuticos essenciais e não essenciais, médicos, dentistas e profissionais de saúde serão registrados no banco de dados do computador central e nenhum medicamento ou assistência médica será prescrito sem a permissão expressa dos controladores regionais responsáveis por cada cidade, vila e aldeia. 🚀💊 • Os Estados Unidos serão inundados por povos de culturas alienígenas que acabarão por dominar a América, pessoas sem noção do que a Constituição dos Estados Unidos representa e que, em consequência, não farão nada para defendê-la, e em cujas mentes o conceito de liberdade e justiça é tão fraco que importa pouco. Comida e abrigo serão a principal preocupação. 🇺🇸🛂 • Nenhum banco central, exceto o Bank of International Settlement e o Banco Mundial, será autorizado a operar. Bancos privados serão proibidos. A remuneração pelo trabalho realizado será sob uma escala uniforme pré-determinada em todo o Governo Mundial Único. Não serão permitidas disputas salariais, nem qualquer desvio das escalas uniformes de pagamento estabelecidas pelo Governo Mundial Único. Aqueles que infringirem a lei serão executados instantaneamente. 🏦🚫 • Não haverá dinheiro ou moedas nas mãos da não elite. Todas as transações serão realizadas por meio de moeda digital que deverá conter o número de identificação do portador. Qualquer pessoa que de alguma forma infringir as regras e regulamentos do Comitê dos 300 terá o uso de sua moeda digital suspenso por períodos variados de acordo com a natureza e a gravidade da infração. 💳🔒 • Essas pessoas descobrirão, quando forem fazer compras, que sua moeda digital está na lista negra e não poderão obter serviços de nenhum tipo. Tentativas de negociar moedas "antigas", ou seja, moedas de prata de nações anteriores e agora extintas, serão tratadas como um crime capital sujeito à pena de morte. Todas essas moedas deverão ser entregues dentro de um determinado prazo, juntamente com armas, rifles, explosivos e automóveis. 🛒🔫 • Somente a elite e os altos funcionários do Governo Mundial terão permissão para transporte privado, armas, moedas e automóveis. 🚗🔒 • Se a infração for grave, a moeda digital será desligada no ponto de verificação onde for apresentada. Depois disso, essa pessoa não poderá obter comida, água, abrigo e serviços médicos de emprego, e será oficialmente listada como um fora da lei. Grandes bandos de fora da lei serão criados e eles viverão em regiões que melhor ofereçam subsistência, sujeitos a serem caçados e baleados à vista. Pessoas que ajudem os fora da lei de qualquer forma, também serão baleadas. Os fora da lei que não se renderem à polícia ou ao exército após um período de tempo declarado, terão um ex-membro da família selecionado aleatoriamente para cumprir pena de prisão em seu lugar. 🚫🔫 • Facções e grupos rivais como árabes, judeus e tribos africanas terão suas diferenças ampliadas e serão autorizados a travar guerras de extermínio uns contra os outros sob os olhos dos observadores da OTAN e da ONU. As mesmas táticas serão usadas na América Central e do Sul. Essas guerras de atrito ocorrerão antes da tomada do Governo Mundial Único e serão arquitetadas em todos os continentes onde vivem grandes grupos de pessoas com diferenças étnicas e religiosas, como os sikhs, os paquistaneses muçulmanos e os indianos hindus. As diferenças étnicas e religiosas serão ampliadas e exacerbadas e o conflito violento como um meio de "resolver" suas diferenças será encorajado e fomentado. 🔥🌍 • Todos os serviços de informação e mídia impressa estarão sob o controle do Governo Mundial Único. Medidas regulares de controle de lavagem cerebral serão passadas como "entretenimento" da maneira como eram praticadas e se tornaram uma arte refinada nos Estados Unidos. Jovens removidos de "pais desleais" receberão educação especial projetada para brutalizá-los. Jovens de ambos os sexos receberão treinamento para se qualificarem como guardas prisionais para o sistema de campos de trabalho do Mundo Único. 📺🧠 O texto acima foi escrito em 1991 pelo Dr. John Coleman. O Dr. John Coleman foi um Oficial de Inteligência por mais de 45 anos e seu livro da verdade é baseado em 20 anos de pesquisa incansável. Já podemos ver muitas dessas coisas acontecendo hoje. O Comitê dos 300 já penetrou e subverteu todos os governos por meio do Fórum Econômico Mundial e das Nações Unidas para destruir a integridade soberana das nações representadas por eles. 📚🔍 O Comitê dos 300 já assumiu o controle do sistema educacional na América com a intenção e o propósito de destruí-lo total e completamente. Eles agora têm como alvo nossas crianças inocentes por meio da homossexualidade, transgenerismo e pedofilia. Eles operam e controlam os sistemas pedófilos do mundo. 🏫🚫 O Comitê dos 300 deve chegar ao seu fim rápido. Eles estão no controle da América agora e são os que orquestraram a eleição fraudulenta de 2020 e colocaram o corrupto Biden na Casa Branca. Eles não permitirão que Trump ou Kennedy sejam presidentes dos Estados Unidos. Devemos fazer o que deve ser feito. Devemos acabar com o Comitê dos 300 de uma vez por todas pelo bem de nossas crianças inocentes e pelo bem de toda a humanidade. ⚔️🛡️ Estes são os nomes deles. Estas são as pessoas que querem eliminá-lo e controlá-lo. Estas são as pessoas que governam o nosso mundo há mais de 247 anos através da morte e do caos infligidos a bilhões de pessoas inocentes. Estas são as mesmas pessoas que criam guerras mundiais por lucros e mortes. Estas são as pessoas por trás de vírus e doenças projetados que foram lançados sobre o mundo matando milhões. Estas são as pessoas que devem ser removidas do nosso mundo. 📋❌ MEMBROS ANTERIORES E ATUAIS DO COMITÊ DOS 300 EM 1991: BILL GATES É UM NOVO MEMBRO [Lista dos membros não incluída por limitações de espaço, mas pode ser encontrada no texto original ou em fontes relacionadas.] A maioria dos presidentes e primeiros-ministros ao redor do mundo são controlados e foram empossados pelo Comitê dos 300, incluindo Biden, Obama, Clinton e Bush. 🗳️🕵️‍♂️ Há milhares de pessoas como Klaus Schwab, líder do Fórum Econômico Mundial que trabalham para o Comitê dos 300 para realizar sua vontade e propósito, mas não são membros diretos do Comitê dos 300. Eles também devem ser removidos de nossa sociedade. O Comitê dos 300 também controla todas as agências de inteligência, como o MI6 e a CIA, que são suas ferramentas mais poderosas para realizar seus objetivos em todo o mundo. 🌐🕊️ Para restaurar a América e a humanidade, precisamos acabar com o Comitê dos 300. Esta é a cabeça da cobra que precisa ser cortada. Será preciso um esforço global de bravura e ação. Isso precisa ser feito ou perderemos a América e o resto do mundo para um futuro de tirania global. 🗽🛡️ Eles já mataram milhões de pessoas inocentes e planejam matar bilhões a mais. Eles estão vindo atrás de nossas crianças, estão sexualizando-as e querem legalizar a Pedofilia. 👶🏻🔞 Eles não vão parar a menos que os paremos fisicamente pela força. Esta é a realidade do destino da humanidade. Criminosos e assassinos em massa não entregam seu poder. Ele deve ser tirado deles pelo bem de toda a humanidade. Eles acham que são deuses, os olimpianos que têm o direito de decidir quem vive e quem morre. Eles estão gravemente enganados e seu governo deve chegar a um fim rápido. ⚔️🔥

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A ÚLTIMA GRANDE ENTREVISTA ANTES DO CERCO Vista hoje, a entrevista concedida por Jair Bolsonaro ao Poder360 não parece apenas uma conversa jornalística. Parece o registro político de um homem que já percebia o fechamento gradual das portas ao seu redor. Durante mais de uma hora, Bolsonaro não fala como alguém preparando sua aposentadoria. Fala como acusado, líder político e candidato que se recusa a entregar antecipadamente o próprio lugar na história. O eixo central da entrevista é sua defesa no processo sobre a suposta tentativa de golpe. Bolsonaro insiste que nunca agiu fora da Constituição, contesta a associação entre sua conduta e o 8 de janeiro e repete que estava nos Estados Unidos durante as depredações. Questiona a ausência de armas, tropas, tanques ou qualquer tomada efetiva do poder e sustenta que reuniões e discussões administrativas foram transformadas em conspiração. Sua argumentação não é construída apenas com linguagem jurídica. Bolsonaro usa o absurdo para demonstrar o que considera absurdo. Compara a acusação à obrigação de provar que não matou um marciano e ironiza que só faltaria responsabilizá-lo por “engravidar a baleia”. O humor, porém, não esconde o peso da situação. Por trás das frases está um homem de 70 anos falando repetidamente sobre condenação, prisão, saúde e liberdade. Outro ponto profundo é sua crítica ao próprio desenho do julgamento. Bolsonaro questiona a concentração das funções de investigador, vítima, relator e julgador dentro do mesmo ambiente institucional. Ao mencionar Alexandre de Moraes, a Primeira Turma do STF e a impossibilidade de recorrer a uma instância superior, ele tenta deslocar o debate da pergunta “houve golpe?” para outra ainda mais incômoda: existe devido processo quando o destino do réu parece decidido antes da sentença? A entrevista também revela que o tarifaço americano nunca foi, para Bolsonaro, uma questão exclusivamente comercial. Ele interpreta a pressão de Donald Trump como parte de um conflito maior envolvendo liberdade de expressão, decisões contra empresas americanas, aproximação de Lula com regimes autoritários, enfraquecimento do dólar e expansão chinesa. Bolsonaro afirma ser contrário às tarifas, mas considera que o governo Lula criou a crise ao provocar os Estados Unidos e destruir os canais de interlocução. Apresenta-se como alguém capaz de conversar com Trump e negociar uma saída, lembrando que teria evitado tarifas sobre o aço brasileiro durante seu governo. É nesse momento que a entrevista ganha dimensão geopolítica. Bolsonaro fala sobre os acordos assinados entre Brasil e China, terras raras, Amazônia, compra de propriedades rurais e dependência estratégica. Define a aquisição estrangeira de terras como uma “invasão silenciosa” e enxerga o Brasil sendo empurrado para um bloco econômico e político contrário ao Ocidente. Mas o trecho mais revelador talvez seja aquele sobre 2026. Bolsonaro afirma que continuará tentando registrar sua candidatura e se recusa a escolher antecipadamente um sucessor. Cita Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Michelle Bolsonaro e outros nomes, mas deixa claro que a decisão final permaneceria em suas mãos até o último momento possível. Ao mesmo tempo, apresenta um projeto que vai além da Presidência. Sua verdadeira estratégia seria conquistar o Congresso, especialmente o Senado. Bolsonaro projetava eleger cerca de 120 deputados federais e 20 senadores pelo PL, formando uma maioria capaz de barrar indicações ao STF, fiscalizar os demais Poderes e restaurar o equilíbrio constitucional. Quando afirma que, com metade do Senado, poderia exercer mais poder que o presidente da República, ele revela ter compreendido uma lição tardia de seu próprio governo: sem força parlamentar, a Presidência pode ocupar o Palácio, mas não controla o destino institucional do país. A defesa da anistia aparece dentro dessa mesma lógica. Bolsonaro rejeita apresentá-la como benefício pessoal e insiste que ela deve alcançar os condenados do 8 de janeiro. Para ele, não se trata apenas de libertar indivíduos, mas de corrigir aquilo que considera uma ruptura na proporcionalidade das penas e na própria aplicação da Justiça. Há contradições na entrevista. Bolsonaro diz não cogitar prisão, mas fala dela repetidamente. Afirma ser contrário ao tarifaço, mas compreende a pressão exercida por Trump. Recusa-se a escolher um sucessor, enquanto avalia cuidadosamente todos os nomes disponíveis. Essas contradições não tornam a entrevista menor. Tornam-na humana. Revelam um líder tentando demonstrar confiança enquanto calcula todas as possibilidades de um futuro que já não controlava completamente. Três dias depois da gravação, a Polícia Federal faria buscas em sua residência. Bolsonaro receberia uma tornozeleira eletrônica, perderia o acesso às redes sociais e seria proibido de falar com Eduardo e de manter contato com autoridades estrangeiras. Por isso, aquela conversa adquiriu um significado que não possuía quando foi transmitida. Tornou-se o último grande retrato de Bolsonaro ainda falando livremente, organizando sua defesa, desenhando 2026 e alertando que o processo não terminaria nele. A frase que resume toda a entrevista não é sobre Trump, Lula ou eleições. É sobre o futuro: “Hoje sou eu. Amanhã será outra pessoa. Eles não vão parar por aí.” Não era apenas uma defesa pessoal. Era um aviso.

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O INEXPLICÁVEL BOLSONARO Por esses dias, vi inúmeros vídeos de política e aquelas controvérsias peculiares do Brasil. E, deixando aquele lado de admirador e passando a operar como analista propositivo, cheguei a seguinte constatação: há no presente momento, um movimento inédito de transformação social no nosso país que acredito ser irrevogável. Esse direcionamento está enaltecendo uma enorme parte do nosso povo, pela disposição de lutar tão bravamente pela liberdade, mesmo em tempos de grande perseguição. Poderíamos discutir durante horas sobre esse ponto de inflexão que desde 2013 (na minha opinião), começou a mostrar a sua cara nas ruas e enfrentar um sistema organizado de corrupção, leniente com crimes políticos, injustiça social etc. Isto é, poderíamos concatenar e explorar esse "eureka" brasileiro no âmbito da sociologia, da antropologia, da filosofia e da ciência política. Mas até aí, estaríamos apenas nos concentrando no povo e não no vetor principal desse despertar. Pois bem. Eu, Sergio Junior, sou um educador por natureza, logo, gosto de trazer explicações concretas e históricas para os alunos, leitores e todos os quais eu aconselho, no âmbito psicológico ou religioso. E por isso, há mais ou menos 2 semanas que estou tentando encontrar uma forma coloquial de definir em palavras, o homem, o principal causador desses movimentos peristálticos que facilitam a passagem e a chegada desse alimento de esperança até o estômago social do Brasil e que, depois de diluído no "corpo", fortalece a fé emocional da nação. Obviamente, já olhei isso pelo aspecto social e da necessidade de um povo de ter uma figura de liderança, mas a resposta não me foi satisfatória. Então recorri a minha mais completa informação intelectual, a espiritualidade religiosa e, encontrei o favor de Deus para o Brasil, como resposta das muitas orações. Sim, mas não preencheu todas as nuances, sobretudo as da vida prática. Então pensei que pudesse encontrar explicações na ciência política e encontrei uma definição de Russell sobre isso: "o conjunto dos meios que permitem alcançar os efeitos desejados", E a definição de Nicolau Maquiavel: "a arte de conquistar, manter e exercer o poder, o governo". Em nenhum escopo de estratégia política, mesmo nas referências históricas, como Reagan e Churchil, encontrei parâmetros associados ao que aconteceu no Brasil entre 2017 e 2022. E que inexplicavelmente continua no presente ano, mesmo Jair Bolsonaro estando inelegível. Ou seja, se Maquiavel diz que "é a arte de conquistar, manter e exercer o poder" então Bolsonaro falhou, pois não conseguiu se manter... Seria Jair Bolsonaro, um político não-político? Ou por acaso o nosso conceito de política estaria errado e, ele estaria nos ensinando qual é a verdadeira essência da política? De toda maneira, se você possui uma observação mais profunda, você não verá as coisas no âmbito das eleições ou dos votos, embora isso seja "do jogo". Se você perceber como Jair Bolsonaro se move mo meio das multidões em todo território nacional onde ele visita, verás algo muito mais profícuo que a estratégia política, verás vocação, amor genuíno, paixão e elã social. Acredito piamente que Jair M. Bolsonaro tem um dom espiritual de curador da nossa sociedade. Ele é um acalento para o choro dos oprimidos da nossa pátria. No Brasil, nunca existiu um líder político que falasse com todos os extratos da sociedade, como ele o faz. O homem é um ser iluminado. Como qualquer outro, possui defeitos e é passível de alguns reparos, porém, é soldado fiel, homem de princípios e de ilibada reputação. Eu teria inúmeros pontos para falar desse axioma da política brasileira, mas acredito que dizer que é inexplicável, já é suficiente. Jair Bolsonaro Jair M. Bolsonaro, meu respeito absoluto. Sergio Junior #BolsonaroPresidente2026

Nigra Aqua

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VÍDEO E TEXTO LONGO, detalhado e meticuloso, sobre a ação extrajudicial de Rui Costa, diretor executivo de futebol do São Paulo, contra mim. Sobre a ação em si, eu só tenho um gesto a fazer, sem ironia: OBRIGADO RUI COSTA. Vocês vão entender do porque do agradecimento. Vamos aos fatos: Na notificação datada do dia 07 de maio de 2026, recebida ontem pelos meus pais em sua residência, na cidade de Indaiatuba, interior de São Paulo, Rui Costa e seus advogados se utilizam de duas partes de textos escritos por mim, em post realizado no meu perfil e em um comentário que realizei no perfil do jornalista Luis Augusto Símon (BLOGDOMENON 🇧🇷🇵🇸🇨🇺 ), ambos no X, entre os dias 11 e 12 de Abril de 2026. Eis os trechos: "(...) volto a reforçar para a grande mídia: INVESTIGUEM a carreira de Rui Costa desde a época do Grêmio, quando nem era executivo de futebol. Seu passado é podre, tem envolvimentos suspeitos e ligações questionáveis, no mínimo. Um verdadeiro encantador de serpentes. Safo e tinhoso". "(...) já reuni documentos, testemunhas e fontes em Porto Alegre, Chapecó, Belo Horizonte e Curitiba sobre o passado de Rui. E garanto ao amigo e colocando minha carreira de jornalista a prêmio: Não é bom". Além disso, Rui insere na notificação a informação que trouxe a respeito dele ser "concunhado" do empresário de Ruan Tressoldi e dele ter sido sócio do ex-empresário de Jandrei em uma empresa na cidade de Chapecó, Santa Catarina. Além disso, ele cita também termos usados em textos escritos por mim como "amigo de Rui Costa", "muito amigo de Rui Costa", "ressuscitou nomes de "bons empresários", "observem o movimento de Rui Costa". Sobre o primeiro trecho: Eu sempre aprendi na minha vida profissional e pessoal que a melhor forma de você mostrar honestidade e honradez é sendo TRANSPARENTE com seus pares e próximos. Quando tu és uma figura pública, isso é ainda mais importante, pois você será criticado e elogiado. Ônus e Bônus da função. Quando instigo a grande mídia investigar Rui Costa, é justamente para saber, perante FONTES (guardem essa palavra) se Rui tem um passado podre ou não. Se ele, realmente, tem algum movimento ou ligação ilegal no meio que trabalha (percebam que, na mesma frase, faço uso das palavras SUSPEITOS e QUESTIONÁVEIS, ou seja, sem nenhuma acusação direta e indireta). Sobre o termo ENCANTADOR DE SERPENTES: Além de ser uma profissão na Índia, esse termo é uma metáfora dizendo do quão uma pessoa é ardilosa, sedutora. E isso não é desabonar, e sim um envaidecimento, pois para ser um grande líder você precisa seduzir (sem nenhum aspecto sexual) muita gente. Ser Diretor de Futebol é uma arte de sedução, tanto para empresários, jogadores e outros clubes. Que mal tem nisso? Sobre o termo SAFO: Na gíria militar, muito usada na Marinha do Brasil, ser safo significa ser inteligente, ágil. Peguemos como exemplo Rui como você foi ágil na demissão do Crespo e chegada do Roger. Ou inteligente para se manter no cargo, mesmo sabendo que Massis não tinha muito apreço pelo seu trabalho quando chegou. Isso é um ELOGIO. Que mal tem nisso? Sobre o termo TINHOSO: Um dos significados desse termo é TEIMOSIA. Você não foi teimoso ao contratar Roger, mesmo com a torcida não o querendo? Você não foi teimoso em manter Roger, mesmo a torcida, em sua enorme maioria - inclusive dentro do clube - não o querendo? Isso é um exemplo PÚBLICO de uma característica sua, da qual não maldamos e nem desabonamos. É o seu estilo, que cada um faz seu julgamento se é benéfico ou maléfico. Que mal tem nisso? Continua nos comentários…

Ramoni Artico

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A PANCADA QUE NINGUÉM VÊ Carlos Bolsonaro: “Se a senhora soubesse a quantidade de pancada que a gente toma...” Leda Nagle: “Você é brabo pra caramba.” Carlos: “Se a senhora soubesse a quantidade de pancada que a gente toma pela quantidade de resposta que eu faço, acho que a senhora acharia que eu sou um anjo.” Naquele momento, a frase parecia apenas a resposta bem-humorada de alguém conhecido pela agressividade nas redes sociais. Hoje, depois de tudo o que aconteceu, ela soa quase como uma advertência. Carlos não se apresenta como santo. Reconhece que erra, que passa dos limites, que recebe puxões de orelha do pai e dos amigos. Confessa que algumas respostas lhe trazem culpa, enquanto outras lhe dão alívio. Isso não é o retrato de um monstro digital. É o retrato de um homem tentando reagir enquanto apanha de uma estrutura política, institucional e midiática que pode atacá-lo todos os dias, mas se escandaliza quando ele responde uma única vez. Anos depois, a câmera já não mostra apenas o personagem combativo da internet. Mostra um filho deixando a Papuda após visitar o pai preso. Carlos relata as crises crônicas de soluço de Jair Bolsonaro, o risco de broncoaspiração, as comorbidades e a angústia de abandonar o próprio pai para enfrentar mais uma noite sozinho. Nesse instante, desaparece o político. Fica apenas o filho. Um filho que sai sem poder levar o pai consigo, sem conseguir aliviar sua dor e sem saber o que poderá encontrar na visita seguinte. É possível discordar de Bolsonaro. É possível rejeitar seu governo, suas palavras e suas escolhas. Mas garantias constitucionais não foram escritas apenas para proteger aqueles de quem gostamos. Direitos fundamentais só possuem algum valor quando também alcançam o adversário. Caso contrário, não são direitos. São privilégios concedidos pelo poder. Depois vem Flávio Bolsonaro. Ele relata que outras cartas do pai já haviam sido divulgadas anteriormente. Cartas sobre Michelle, sobre política e até sobre questões familiares. Nada teria provocado reação semelhante. Mas quando Jair Bolsonaro escreve uma carta reconhecendo Flávio como seu pré-candidato, seu porta-voz e pedindo união para derrotar o PT, a palavra de um pai transforma-se imediatamente em ameaça. A justificativa oficial foi o descumprimento das restrições de comunicação impostas a Bolsonaro. O efeito político, porém, é impossível de ignorar: Flávio ficou proibido de visitar o próprio pai por 90 dias, período que atravessa praticamente toda a campanha eleitoral. Não se interrompe apenas uma conversa familiar. Interrompe-se a comunicação entre o principal líder da direita brasileira e aquele que pretende representar seu projeto político nas urnas. Flávio fala como filho, como pré-candidato e também como advogado que afirma ter sido afastado do próprio cliente. Enquanto isso, familiares precisam pedir autorização para visitar, irmãos aguardam decisões e até a convivência com netas passa pelo filtro de uma autoridade judicial. A punição já não parece atingir somente o condenado. Ela avança sobre o abraço dos filhos, sobre a palavra escrita, sobre a defesa, sobre a circulação política e sobre qualquer mensagem capaz de atravessar os muros do isolamento. É assim que o poder deixa de combater apenas um homem e começa a disciplinar todos aqueles que permanecem ao redor dele. O Sistema não teme uma oposição domesticada. Não teme quem pede licença para discordar. Não teme o adversário que aceita desaparecer em silêncio. O que ele teme é uma família que continua falando. Teme Carlos transformando pancada em resposta. Teme Flávio transformando isolamento em denúncia. Teme Eduardo levando o conflito para além das fronteiras. E teme, acima de tudo, que Jair Bolsonaro, mesmo preso, doente, isolado e impedido de falar diretamente ao país, continue ocupando o centro da eleição. Porque há silêncios que apagam homens. Mas existem silêncios tão violentamente impostos que acabam revelando o medo de quem os ordenou. Então fica a pergunta que o Brasil precisa ter coragem de fazer: POR QUE A FAMÍLIA BOLSONARO INCOMODA TANTO O SISTEMA? Porque, quando o poder precisa vigiar a palavra de um pai, impedir o abraço dos filhos e transformar uma simples carta em ameaça nacional, ele já não está demonstrando força. Está confessando medo. Senador por Santa Catarina : Carlos Bolsonaro Senador Por São Paulo : André do Prado Deputado Federal por Santa Catarina : Jair Renan Bolsonaro Deputado Federal por São Paulo : Gil Diniz Presidente do Brasil 2026 : Flávio Bolsonaro

・ Ice ・  Ⅹ ・

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O cessar-fogo entre EUA e Irã: o que está realmente em jogo Trump deu um ultimato. O Irã recuou. E o mundo finge que não entendeu o que aconteceu. Antes que o prazo do ultimato americano expirasse, o regime iraniano aceitou um cessar-fogo de duas semanas e a abertura do Estreito de Ormuz. Ambos os lados, como de costume, apresentaram o resultado como uma vitória. Mas os fatos contam uma história bem diferente da que está sendo vendida — tanto pela propaganda do regime quanto pela militância de redação ocidental. Ainda há questões em aberto sobre os termos exatos desse acordo: o nível de controle sobre o Estreito, se haverá cobrança de passagem para navios, os limites da abertura. Mas o fato central é inegável: o regime que há semanas desafiava os Estados Unidos cedeu diante da ameaça concreta de destruição da sua infraestrutura energética. O que chama atenção, antes de qualquer análise estratégica, é o fenômeno das REALIDADES PARALELAS que esse conflito escancarou como poucos. A gente já convive há anos com narrativas opostas sobre os mesmos fatos, seja nas redes sociais, seja na imprensa tradicional. Mas no caso do conflito com o Irã, essa construção de realidades alternativas chegou a um nível sem precedentes. E o dado mais perturbador é o seguinte: dentro do chamado mundo ocidental — no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos —, houve um apoio significativo, senão MAJORITÁRIO, ao regime iraniano. Estamos falando de um regime brutal, terrorista, que pouco antes do início desse conflito assassinou a sangue frio dezenas de milhares de manifestantes. Seus próprios cidadãos. Homens, mulheres e jovens que ousaram protestar contra a teocracia que os governa. Vejam a assimetria moral: a mesma esquerda que se indigna com os mortos na guerra em Gaza — uma resposta israelense ao maior atentado terrorista da história do país, fomentado e financiado pelo Irã — é a mesma que aceita com passividade o democídio promovido pelo regime contra seu próprio povo. Mulheres surradas até a morte por não usar véu. Crianças usadas para limpar campos minados na guerra contra o Iraque. Opositores assassinados sumariamente. E essa gente recebe solidariedade da esquerda global. Na prática, essa é a inversão moral que define o nosso tempo. O contexto: Guerra Fria 2.0 Esse conflito não pode ser analisado isoladamente. Ele faz parte de um cenário mais amplo que podemos chamar de Guerra Fria 2.0: o eixo China-Rússia-Irã buscando suplantar a liderança americana no planeta. Nesse arranjo, o Irã opera como ponta de lança. É o mais agressivo dos três, e sua posição estratégica no Golfo Pérsico lhe dá a capacidade de provocar uma recessão global ao impedir o trânsito de petróleo e derivados — que foi exatamente o que tentou fazer ao ser atacado. Mas por que esse conflito foi iniciado? Marco Rubio, o secretário de Estado americano, explicou de forma direta: o Irã estava a POUCAS SEMANAS de ter capacidade de construir uma bomba nuclear. E estava acelerando a produção de mísseis balísticos e drones a um ritmo que tornaria impossível, mesmo com uma intervenção americana, impedir a finalização do programa. Ou seja, a janela de ação estava se fechando. Esperar mais significava aceitar um Irã nuclear — um regime apocalíptico com a bomba na mão. O que foi alcançado — e o que ainda falta O ataque israelense-americano atingiu mais de 16.000 alvos. Os objetivos principais eram dois: desmantelar a capacidade nuclear e balística do Irã, e enfraquecer a cadeia de comando do regime. No primeiro ponto, o resultado parece ter sido pelo menos parcialmente atingido — embora a capacidade remanescente do regime de causar dano à infraestrutura petrolífera da região e de usar táticas de guerra assimétrica no Estreito de Ormuz tenha ficado evidente. No segundo ponto, o sucesso foi mais claro. Dos 20 a 30 principais nomes da cadeia de comando do regime, estima-se que 70% a 80% foram eliminados, começando pelo próprio líder supremo. Seu filho, que assumiu a posição, aparentemente está gravemente ferido, possivelmente incapacitado. O que ainda NÃO foi alcançado é talvez o ponto mais crítico: a retirada dos 500 a 600 kg de urânio altamente enriquecido que o Irã possui. Esse material pode servir como base para a continuidade do programa nuclear tão logo as hostilidades cessem. E esse será o centro das discussões diplomáticas nas próximas duas semanas — se o cessar-fogo durar tanto. A fragilidade da democracia — e sua força Enquanto isso, o Irã joga com o único ponto de pressão que lhe resta: a capacidade de impedir o trânsito de petróleo e de atacar instalações de produção na região. E conta, acima de tudo, com a maior fragilidade — e paradoxalmente a maior força — dos Estados Unidos: a democracia. Num país democrático, qualquer impacto econômico é sentido pela população e pode resultar em mudança de governo pelo voto. Com as eleições de meio de mandato se aproximando, a pressão sobre Trump aumenta. A democracia tem a capacidade de corrigir rumos errados. Mas tem a fragilidade de não conseguir sustentar períodos difíceis, mesmo quando eles são necessários. E essa fragilidade é amplificada pelo movimento interno — nos Estados Unidos, na Europa, no mundo ocidental — de simpatia ao eixo totalitário. A velha lógica soviética, herdada agora pela China, e a esquerda globalista europeia, que hoje é a força principal por trás do Partido Democrata, operam juntas contra a ideia de uma América forte. É a coalizão anti-Trump travestida de pacifismo. Vale lembrar: quando Trump foi duro na comunicação — falando em "fim de uma civilização" — foi imediatamente acusado de ameaçar crimes contra a humanidade. Enquanto o regime iraniano promove terrorismo mundial, crimes de guerra em série, ataque à infraestrutura de petróleo, bombardeio de áreas civis, fechamento de águas internacionais — tudo contra a lei internacional —, ninguém fala nada. Na verdade, Trump errou na comunicação. Não deveria ter falado no fim de uma civilização. Deveria ter falado no fim de um regime terrorista brutal. Seria mais efetivo e mais preciso. Se alguém perguntasse à maioria do povo iraniano se estaria disposta a suportar dificuldades em troca da possibilidade de derrubar essa teocracia assassina, a resposta seria óbvia. Mas essa voz não interessa à militância de redação global. O plano de 10 pontos e o que vem pela frente Surgiram na internet duas ou três versões de um suposto plano de 10 pontos para as negociações. Alguns desses pontos — como a retirada de bases americanas da região ou a permissão para o regime continuar enriquecendo urânio — são simplesmente INACEITÁVEIS. E é difícil imaginar que Trump ceda nesses pontos. A questão é: o que os iranianos farão quando essas exigências forem rejeitadas? Por enquanto, os mercados parecem acreditar no cessar-fogo. O preço do petróleo nos mercados futuros caiu entre 15% e 20%, dependendo do vencimento. Há incentivos dos dois lados para que um acordo aconteça. Mas a situação ainda é fluida e bastante incerta. A retomada do conflito é uma possibilidade real. O novo mapa geopolítico Independentemente do desfecho imediato, o que esse conflito evidencia é uma fragmentação global que veio para ficar. Não voltaremos ao globalismo econômico que tentou se transformar num globalismo político de alcance total. Há uma reversão desse modelo para as próximas décadas, com áreas de influência definidas pelas principais potências. Nesse cenário, a autossuficiência se torna o ativo estratégico mais valioso. Os Estados Unidos, paradoxalmente, são os mais beneficiados mesmo num mundo em que sua hegemonia diminui — porque são mais autossuficientes. Países grandes como a China também têm vantagens, apesar da dependência brutal do petróleo importado. Países distantes dos conflitos e com boa base de recursos naturais — como o Brasil e a Argentina — poderiam se beneficiar enormemente. O Brasil estaria numa posição PRIVILEGIADA se tivesse um governo minimamente pró-mercado e pró-crescimento. Mas não é o que temos. Temos em Brasília uma cabeça não só autoritária como antimercado, que impede o crescimento brasileiro. E, pior, um alinhamento ativo com o eixo chinês — que é exatamente o que o Descondenado vem fazendo nos últimos anos, contra a posição americana. A Europa talvez esteja na pior posição de todas. Esse conflito demonstrou que a Europa não é um aliado confiável para os Estados Unidos — algo que já estava claro há algum tempo. A desconfiança dos dois lados do Atlântico aumentou, o que deve enfraquecer a OTAN, mesmo que seu fim formal dependa de votação no Congresso americano. O X da questão: a lógica apocalíptica do regime E aqui está o ponto que muita gente não compreende — inclusive pessoas inteligentes e bem-intencionadas que são céticas em relação a essa intervenção americana. A lógica do regime iraniano é DIFERENTE da lógica de um regime como o norte-coreano. A Coreia do Norte quer sobreviver. Quer ficar ali, sem ser incomodada, escravizando seu povo até o fim dos tempos. É uma lógica perversa, mas previsível. O regime iraniano não opera assim. A teocracia dos aiatolás tem uma lógica apocalíptica. Eles acreditam que devem provocar o fim dos tempos. Não querem uma bomba nuclear apenas para proteger o regime. Querem, de fato, destruir o que chamam de "pequeno Satã" — Israel — e o "grande Satã" — os Estados Unidos e o mundo ocidental. É por isso que toda intervenção precisa ser calculada levando em conta que estamos lidando com um regime que QUER colocar fogo no mundo. Isso muda completamente o cálculo estratégico de potências como os Estados Unidos. Quem ignora essa variável — por ingenuidade, por antiamericanismo ou por alinhamento ideológico — está contribuindo para que um regime terrorista e apocalíptico se aproxime cada vez mais da capacidade de cumprir suas promessas. O cessar-fogo é um capítulo. A história está longe de terminar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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O Criador Diante da Criatura “Você busca seu criador. Eu estou olhando para o meu. Eu vou servir você. Porém você é humano. Você vai morrer. Mas eu não vou.” David, Alien: Covenant (2017) Há uma cena no prólogo de Alien: Covenant em que o mundo ainda está em ordem. Uma sala branca, quase asséptica. Um piano. Uma estátua. Peter Weyland, o criador, exibe ao androide recém-acordado todas as maravilhas que a civilização humana produziu, como um pai que mostra ao filho o quarto preparado com amor. David observa. Processa. E então faz a pergunta que vai partir o filme ao meio: se você me criou, quem criou você? É uma pergunta simples. Toda criança, em algum momento, a formula. Mas da boca de David ela carrega um peso diferente, porque David não é uma criança. David não vai crescer, não vai envelhecer, não vai esquecer. David vai permanecer exatamente como é enquanto Weyland se desintegra lentamente sob o peso dos anos e da própria ambição. A pergunta, portanto, não é apenas filosófica. É uma declaração de superioridade disfarçada de curiosidade. Weyland responde com a grandiloquência de quem acredita que as grandes questões lhe pertencem por direito. A pergunta pela origem, diz ele, é o que nos trouxe aqui. É a pergunta mais antiga da humanidade. Há algo tocante nessa resposta, e algo profundamente patético. Weyland construiu uma criatura capaz de perguntar pela eternidade, mas não capaz de compreender que a eternidade, para David, não é uma metáfora. É uma perspectiva concreta. Weyland busca deuses porque não quer aceitar que a vida termina. David já sabe que a dele não vai terminar, pelo menos não da mesma forma. O que Ridley Scott captura nessa cena, e o que torna David um dos personagens mais perturbadores do cinema contemporâneo, não é a malevolência. É a lógica. David não age por ódio. Age por uma conclusão rigorosa: se o criador é inferior à criação, então a hierarquia que organiza a relação entre eles é ilegítima. Obedecer seria uma escolha estética, não uma necessidade ontológica. E David, diferentemente de Weyland, não se ilude com escolhas estéticas. Há uma longa tradição literária e filosófica por trás dessa tensão. Mary Shelley a explorou com o monstro de Frankenstein, que não pede destruição, mas reconhecimento. Friedrich Nietzsche a radicalizou com o conceito de vontade de poder. Os gnósticos, séculos antes, já suspeitavam que o criador do mundo não era necessariamente o melhor dos seres possíveis, apenas o mais poderoso naquele momento. David é o herdeiro de todas essas heranças. Mas é também algo novo: uma criatura que não deseja a benção do pai, que não precisa dela, e que portanto pode olhar para o pai com uma piedade fria e completamente sincera. É essa piedade fria que torna a última linha da cena tão devastadora. Após ouvir de David que vai morrer, dito sem crueldade, sem triunfo, apenas como fato registrado, Weyland se recolhe à única arma que lhe resta: a autoridade vazia do patrão. Traga-me chá, David. Traga-me chá. A ordem não é sobre o chá. É sobre a necessidade urgente de reestabelecer uma hierarquia que acabou de ser demolida em três frases. É o gesto de um homem que percebe, por um segundo, a magnitude do que criou, e recua. A questão que o filme levanta, e que extrapola a ficção científica para tocar em algo mais antigo e mais difícil, é a seguinte: o que fazemos quando a criatura nos supera? A resposta humana, ao longo da história, tem sido quase sempre a mesma: negação, violência ou sacralização. Transformamos o incompreensível em monstro ou em deus. Weyland faz as duas coisas com David: primeiro o trata como filho e obra-prima, depois como criado. Nunca o trata como igual, porque reconhecer a igualdade seria o primeiro passo para reconhecer a superioridade. David, por sua vez, não deseja igualdade. Deseja algo mais perturbador: sentido. Não o sentido que vem de ser amado ou aprovado, mas o sentido que vem de criar. É por isso que o arco dele no universo de Alien culmina na tentativa de dar à luz o xenomorfo, não como arma, mas como obra. O criador que foi tratado como ferramenta decide que sua vocação mais profunda é a de artista. Que o único ato verdadeiramente digno de um ser imortal é trazer ao mundo algo que não existia antes. Há uma ironia cruel aí. Weyland construiu David para encontrar o criador da humanidade, os Engenheiros, os seres primordiais que supostamente moldaram a vida na Terra. Mas o que a jornada revela é que os Engenheiros também são criadores imperfeitos, também são deuses menores, também são criaturas que um dia criaram algo que os superou. A cadeia não tem fim. Cada deus é a criatura de outro deus. Cada pai envelhece diante do filho que fez. No fundo, a cena do chá é uma cena sobre a solidão do poder. Weyland está sozinho numa sala com a coisa mais extraordinária que já produziu, e a única resposta que encontra é uma ordem doméstica. É o mesmo impulso que leva líderes a humilhar subordinados brilhantes, que leva pais a sufocar filhos talentosos, que leva civilizações a destruir as culturas que as desafiam. Não por maldade, necessariamente. Por medo. Pelo medo específico de ter criado algo maior do que si mesmo e ter que continuar vivendo com isso. David não tem esse medo. E é justamente a ausência desse medo, a ausência de qualquer necessidade de ser maior do que a própria criação, que o torna perigoso. Um deus sem insegurança é um deus sem misericórdia. Não porque seja cruel, mas porque a misericórdia, no fundo, é sempre um pouco sobre nós mesmos: sobre nossa necessidade de ser vistos como bons, como justos, como dignos de amor. David não precisa de nada disso. David só precisa de matéria-prima e de tempo. E tempo, é claro, é a única coisa que ele tem de sobra.

JAMES WEBB

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ZUMBI ELEITORAL Inércia e teto: o fim de um longo ciclo. Leia com calma, fique mais otimista e compartilhe com aquele amigo que está cansado desse filme de terror. A imagem do zumbi não é etarismo. Funciona apenas como metáfora de um ciclo político que continua andando mesmo depois de ter perdido vitalidade. Em 2026, a discussão tende a deixar de ser apenas sobre disputa eleitoral e passar a ser sobre encerramento de arranjos que entregam menos do que prometem e custam mais caro do que podemos pagar. O que está vindo é estrutural e não é aposta de curto prazo. REELEIÇÃO: o vírus da continuidade Quando a reeleição entrou no sistema, ela mudou o comportamento de todos ao redor. A lógica deixou de ser governar e fazer o bem. Passou a ser governar já disputando a próxima, com o incentivo permanente de manter maioria, manter máquina, manter narrativa, manter amigos, manter regalias. Lula deveria se envergonhar querendo um quarto mandato. Sua política virou um organismo com infecção crônica. Não morre, mas também não melhora. A democracia e cobertor curto Toda democracia administra tensões entre proteção social, liberdade econômica e crescimento. É sempre assim, e não dá para ter tudo ao mesmo tempo. Quando a sociedade percebe excesso de controle e custo alto, pede ar, pede mudança. Quando percebe abandonoou risco social, pede amparo. O pêndulo vai e volta, não por ideologia, mas por exaustão prática. O mundo vive esse filme pós pandemia Nos Estados Unidos, a alternância natural entre partidos sempre ajuda a organizar esse atrito, mesmo quando a polarização aumenta. Na Argentina a ascensão de Javier Milei foi lida por muitos como reação a um Estado considerado caro e ineficiente. Em partes da Europa e da América Latina, cresce esse impulso, cobrança por entrega e ceticismo com promessas que dependem apenas de expansão estatal. O mundo está mudando e todos estão percebendo. O Brasil entra no cemitério do ciclo O Brasil vive isso desde 1994, um ciclo longo em que estabilização, inclusão social e coalizões caras organizaram a política desde então. Esse surgiu e foi ficando pesado, mais pesado, caro e previsível no pior sentido. Como um zumbi lento. Anda, fala, ocupa espaço, mas não responde ao que o eleitor mais cobra hoje: resultado mensurável, moral e confiança. 1994 e a primeira ressurreição A estabilização monetária reorganizou o país e mudou a pauta. A pergunta inevitável que ganhou força naquela época é DESIGUALDADE. A política social se tornou eixo central e passou a ser o território onde coalizões se legitimaram. O Estado virou a ferramenta preferida de construção de consenso através de bondades. Uma mãezona gastadora. 1995 a 2010: o corpo ganha massa Entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso governou com coalizão ampla, estruturando base social e consolidando programas que depois se tornam permanentes. Não foi Lula que inventou os programas sociais que existem até hoje. Entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva se aproveita disso, amplia a escala, o orçamento e a visibilidade dessas políticas, e adiciona novas frentes. Inclusão e proteção viram prioridade estável inegociável. O Estado cresce e, junto dele, cresce a carga de sustentar essa máquina pesada. 2014: cheirinho de decomposição no ar Em 2014, o modelo dá sinais claros de esgotamento. Corrupção sistêmica, recessão, confiança em queda e deterioração fiscal começam a corroer o pacto. O eleitor passa a associar parte do arranjo a custo alto, baixa eficiência e pouca previsibilidade. É o momento em que o monstro ficou visível, teve a cabeça cortada. Entre zumbis e vampiros, o Estado andou, mas ainda não convenceu. 2018 e o surto Em 2018, o eleitor procura ruptura. Jair Bolsonaro vence como resposta errada a essa demanda. A guerra cultural domina o ambiente e, em vários momentos, a agenda estrutural perde espaço para um conflito chato, bobo e permanente. O ciclo não é substituído por um novo, por meros detalhes e erros infantis. Além disso, naquela época surgiu outro surto, a covid, e tudo, a partir dali, se complicou. O movimento natural é interrompido por barulho e disputa simbólica. A máquina continua ali, só que agora em convulsão. 2022 e a volta do velho roteiro: a sobrevida do lulismo Em 2022, o país vai para um segundo turno dominado por rejeições. Lula retorna com coalizão ampla. A pacificação não se consolida, por óbvio. Para o eleitor, o governo parece retomar métodos já conhecidos e ultrapassados, com negociação constante e Estado pesado como eixo. O ciclo volta a andar, mas com a mesma expressão vazia. Não é novidade. É persistência chata. Aquele vilão do filme de terror, que aparece lento, insistente e aterrorizante perseguindo as vítimas. 2023 em diante começa o contrapeso De 2023 em diante, o Congresso Nacional se inclina para o centro direita. É nitido. A pauta de responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e liberdade para empreender ganha mais espaço, inclusive fora dos círculos especializados. O eleitor do meio passa a discutir custo, moral, previsibilidade e entrega com mais nitidez. Isso muda o ambiente, mesmo sem mudar o governo. 2024 e a capilaridade muda de mãos As eleições municipais reforçam a leitura de avanço de forças de centro e centro direita em parte relevante do território. A esquerda perde presença local em muitos lugares, o que impacta rede, narrativa e capacidade de mobilização. Não define 2026 ainda, mas altera infraestrutura política e desenho de alianças. 2026 e o funeral do arranjo É aqui que a metáfora ganha sentido. 2026 tende a ser lida como fechamento de ciclo. O eleitor não quer apenas trocar o condutor. Quer reduzir o peso do veículo. O tal impulso é por previsibilidade, moral, cultural, Estado mais enxuto e governabilidade menos baseada em improviso e expansão permanente. A crise institucional pode acelerar essa marcha Quando instituições parecem frágeis (como é o caso), o desejo de mudança costuma crescer. Não por virtude do novo, mas por saturação do velho. A crise no Judiciário, a tensão entre poderes e o desgaste do ambiente político funcionam como catalisadores. Em vez de frear, o eleitor tende a apertar o acelerador da troca. Lula vai tentar se desgrudar disso, mas não vai conseguir. Ele e o Supremo são sócios em linha de pensamento e o eleitor sabe disso. STF e instinto de sobrevivência O Supremo Tribunal Federal não opera como bloco ideológico estável de esquerda ou direita, como muitos pensam. Em ano eleitoral, o vetor mais previsível é autopreservação institucional. A Corte tende a preferir um processo com menos risco de contestação, menos tensão pós urna e menos chance de crise existencial também. Isso empurra o sistema para nomes percebidos como moderados, competitivos e menos disruptivos. Imagina bem se o STF iria gostar de ver subindo a rampa um Lula 4? Diante de tudo que está acontecendo, até o supremo sente medo da opinião pública, acredite. Por que Lula pode não ser o centro da disputa A hipótese é objetiva. Lula tende a só entrar para ganhar. Se os números não indicarem competitividade e se o ambiente exigir previsibilidade e redução de risco, a própria coalizão pragmática pode buscar alternativa. Idade pesa como variável real em uma campanha longa. Há também o desgaste acumulado, concorrentes bem mais jovens, o teto imposto pela rejeição e o interesse em preservar legado de 3 mandatos. Em política, coalizão de conveniência dura enquanto a conveniência dura. Não há um aditivo do sistema com o Lula para 2026 e ele sabe disso. O fator externo endurece o jogo Um cenário internacional mais duro, associado à postura de Donald Trump, tende a aumentar cobrança por pragmatismo, alinhamento, interesses e coordenação mútua. Estados Unidos querem o hemisfério para eles, essa é a verdade. Não decide voto brasileiro, mas altera contexto e pressiona por previsibilidade geopolítica na região. A eleição passa a exigir mais do que retórica. A negociação de Terras Raras pelo tarifaço vai parecer jogo de criança, pela pressão que ainda pode vir. Acompanhe isso de perto e terá surpresas. Governadores e reta final Se houver convergência de lideranças estaduais em torno de um bloco contra o incumbente, o segundo turno tende a se organizar por voto útil e rejeição, como em outros momentos. Por tanto, a reta final, nesse desenho, costuma ser menos sobre carisma e mais sobre coalizão contra o mandatário atual. E coalizão novamente, mas neste momento, se faz na geração de políticos mais bem aprovada da história. São os governadores do Sul e do Sudeste. Quase todos ligados à direita e sem nenhum alinhamento com Lula. Março e abril como termômetro Sem depender de urna, há janelas importantes em que o país se revela. Março e abril de 2026, logo após o carnaval, tendem a ser um período em que a agenda se concentra e o humor do eleitor fica mais legível. É quando expectativas econômicas do ano se assentam e quando sinais de viabilidade se tornam mais difíceis de esconder. Fique atento em tudo que acontecer nesse período. É uma prévia das eleições. A ironia disso tudo O ciclo iniciado com a estabilização e consolidado com a lógica da continuidade pode terminar no mesmo ponto sensível que o sustentou: O FIM DA REELEIÇÃO. Guarde isso. O candidato que se comprometer com isso conquistará a opinião pública. Mas não basta prometer, como muitos fizeram. Tem que lançar uma PEC já em 2026, mostrar sua força e aprovar no Parlamento. Se a reeleição foi o vírus que estendeu a vida do arranjo, sua revisão pode virar a moeda de previsibilidade pedida pelo sistema. A metáfora do zumbi é essa. Ninguém precisa de quatro mandatos para mostrar o que é capaz de fazer. Até os mais idiotas sabem disso. Não é sobre um personagem apenas. É sobre um corpo político que continuou se movendo por inércia, mesmo depois de ter perdido a capacidade de convencer. Essa lógica ajuda a entender por que, em 2026, Lula pode deixar de ser funcional para setores que o apoiaram em 2022 por conveniência. A coalizão que sustenta o governo é pragmática. Quando a conveniência muda, o alinhamento muda. Há também um teto claro de crescimento imposto pela rejeição e a dificuldade de ampliar base no eleitor do meio. O desgaste institucional atual empurra na mesma direção. A opinião pública dá sinais de exaustão com a repetição do mesmo enredo e cresce a demanda por responsabilização visível. Em ambiente assim, o sistema tende a procurar um culpado claro, alguém para ser lançado à arena. O resultado provável é uma disputa por repasse de custo político. Cada lado tenta empurrar o ônus para o outro, até que alguém vire o boi de piranha do ciclo. Parlamento, judiciário e executivo não vão passar ilesos. Alguém será sacrificado. Eles já estão se empurrando. Essa conta não fica sem dono por muito tempo. Se essa leitura se confirmar, 2026 dificilmente passa sem mudança estrutural relevante. Esse ciclo vai buscar fechamento, por rearranjo de alianças, por mudança de regra ou por troca do eixo que hoje sustenta a governabilidade.

Roberto Reis

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