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Tem gente que acorda e pega o celular… eu acordo e lembro quem eu sou. A real é simples: a melhor sensação do mundo não é sorte, não é dinheiro caindo do nada, não é nem elogio de ninguém. É aquele momento em que tu acorda com energia, com...

39,848 views • 2 months ago •via X (Twitter)

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Tem cara que impressiona com barulho. Com pose. Com arma na mão. Mas comigo? É catástrofe. Não é estética. Não é promessa. Não é conversa fiada. É presença que entra no ambiente e muda o clima… muda a respiração… muda o jeito que ela olha. Porque quando eu falo que é diferente, não é marketing. É inevitável. E é aí que entra a comparação… Tipo o Charles Oliveira, o Charles do Bronx. Todo mundo sabe o que vai acontecer. Todo mundo vê chegando. Todo mundo tenta evitar. Mas no final? Vai pro chão. E no chão… já era. Mesma coisa comigo. Podem até tentar segurar, desviar, controlar o ritmo… mas quando a catástrofe entra em ação, não tem roteiro que segure. É bagunça. É desordem. É intensidade sem pedir licença. E o mais louco? Ela já chega inclinada pra guerra. Sempre pro lado. Sempre pronta. Como se tivesse vida própria, como se soubesse exatamente o que veio fazer. E quando começa… não tem mais “talvez”. É só reação. É só entrega. É só aquele momento onde ninguém tá mais pensando — só sentindo. Porque não é sobre força. É sobre domínio. É sobre saber exatamente o que tá fazendo… enquanto o outro lado tenta entender o que tá acontecendo. E é por isso que eu digo, sem caô nenhum: Eu não tô nesse jogo como aluno. Eu sou o professor. Professor da matéria que ninguém ensina… mas todo mundo quer aprender. Experiência. Sem teoria. Sem ensaio. Sem espaço pra amadorismo. Aqui é prática… pressão… presença. E quem entra nessa aula… Nunca mais esquece como é estar diante de uma catástrofe de verdade.

Dr. Catástrofe

18,776 views • 2 months ago

O que eu vivi naquele dia não foi só um vídeo… foi um recorte de energia pura, daquelas que não dá pra explicar — só sentir. Era Praia de Copacabana tomada. Mas tomada de um jeito absurdo. Não é exagero falar em milhões. Era gente até onde a vista não alcançava mais, um mar humano pulsando no mesmo ritmo, na mesma frequência. E no meio disso tudo, um som que dominava o ambiente inteiro… um grito coletivo, sincronizado, quase hipnótico: Shakira. Shakira. Shakira. Não era só um nome. Era um coro. Era presença. Era impacto. E eu ali, no meio dessa loucura organizada, vivendo o momento do jeito que eu sei viver: intensidade máxima. Porque é isso que eu represento. Não é só trabalho. É vivência. É movimento. É saber a hora de acelerar… e a hora de simplesmente marolar. E foi exatamente isso que eu soltei no vídeo: “Nós trabalha… mas também marola.” Não é frase jogada. É mentalidade. A maioria das pessoas vive travada entre dois extremos: ou só trabalha e esquece de viver… ou só vive e nunca constrói nada. Eu não. Eu entendi o jogo. Eu trabalho. Eu corro atrás. Eu construo. Mas eu também sei parar no meio do caos… olhar em volta… e sentir o momento batendo forte no peito. E naquele instante… eu senti. A multidão gritando, o som atravessando o corpo, a energia vibrando na pele. E foi aí que eu fiz o gesto — botei o dedo no ouvido, inclinei a cabeça e falei: “Escuta.” Porque não era sobre mim ali. Era sobre o ambiente. Era sobre o peso daquele momento. Era sobre milhões de pessoas gritando o nome de Shakira como se aquilo fosse uma religião por alguns minutos. E eu continuei dançando. Sem travar. Sem pensar demais. Só deixando o corpo responder ao que tava acontecendo. Porque quando você tá no lugar certo, na hora certa… você não precisa forçar nada. Você só entra no fluxo. E é isso que faz esse vídeo ser diferente. Não é só dança. Não é só multidão. Não é só hype. É atitude. É presença. É entender que a vida não é só sobre meta, dinheiro e resultado — é também sobre saber viver o momento com intensidade suficiente pra transformar segundos em memória eterna. Enquanto muitos estavam só assistindo o show… eu tava vivendo o cenário. E isso muda tudo. Porque no final das contas, não é sobre quantas pessoas estavam ali. É sobre quantas realmente sentiram. E eu senti. E se você assistiu até o final… você também sentiu um pouco disso. Agora a pergunta é simples: Você só tá assistindo a vida passar… ou tá vivendo no nível que ela merece?

Dr. Catástrofe

17,330 views • 2 months ago

Provavelmente essa postagem não irá realizar, mas estarei compartilhando ela por utilidade pública. Vi que muita gente surtou com o vídeo do Renan falando que “político não é nosso funcionário”. E, sinceramente? A maioria nem quis entender. Mas pra quem perguntou de verdade, com interesse legítimo e sem má-fé, resolvi gravar isso aqui. Primeiro: isso não quer dizer que você não pode criticar político. Pelo contrário. Vote em quem representa seus valores, seus ideais, e cobre com força. Só que entenda como o jogo funciona. Quando você vota num cara, você não tá contratando um Uber ou pedindo um iFood. Você tá dizendo: “Beleza, essa pessoa pensa parecido comigo, acredito que ela vai defender aquilo que eu acredito”. Não é um robô que vai obedecer ordem por DM. É alguém que foi eleito pra representar uma visão de mundo, e que precisa de autonomia pra navegar numa arena cheia de interesses, partidos, emendas, articulação política. Não é videogame. A galera precisa parar com essa ideia infantil de que “ah, se ele não fizer o que EU quero, traiu o mandato”. Não, pô. Democracia representativa é isso: você dá um voto de confiança, e o cara vai lá tentar fazer o que é possível dentro das condições políticas. Claro que tem que ser cobrado. Claro que tem que prestar contas. Mas não é teu office boy. Então sim, critique. Questione. Mas faça isso com consciência do papel que o político exerce. E mais: se quer mudança, se envolve, estuda, participa. Não adianta ficar na arquibancada gritando e esperando que tudo mude sem colocar a mão na massa. No fim das contas, a fala do Renan foi só um chamado pra galera amadurecer a visão sobre política. E se você quer político que te obedece em tudo, vai acabar virando refém de populista. Político bom é aquele que defende o que você acredita. Quer discutir mais? Comenta aí. Se não gostou, pode xingar também. Mas pelo menos entende o ponto antes de bater. Via Renan Santos⬛️🟨⬜️

Lopez

54,789 views • 1 year ago

ATENÇÃO, LEIA ANTES DE VER O VÍDEO PARA CONTEXTO! O Vídeo NÃO É UMA RESPOSTA AO PEJOTA, o Pejota nesse momento precisa se recuperar, melhorar e voltar pra filha. Apresentem ele em suas orações e se não acreditam em Deus ao menos mandem boas energias. Espero do fundo do meu coração que o cara consiga passar por esse momento difícil e vencer a depressão, O VÍDEO ABAIXO NÃO É PARA ELE. O vídeo abaixo tem propósito de CONSCIENTIZAR o PÚBLICO, é uma resposta a VOCÊS, e não ao Pejota, que nesse momento está passando por uma situação difícil e de fragilidade. Mas senti no meu peito, no meu coração, uma vontade incessante de fazer esse vídeo, falei dez minutos sem parar, sem edição, sem nada, do fundo do meu coração tudo que eu disse é verdade, eu não consigo dar um papo leve pra vocês e fingir que tá tudo bem, a verdade é ríspida e dessa vez eu sinto que se eu ficar calado isso vai ser pior, independente do resultado, senti de postar isso. Tenham atenção, paciência e foco e assistam o vídeo até o FINAL, se for pra ver pulando partes, ver e sair no meio, ver com má vontade então nem vê, vai de mente aberta e vai procurando entender o que eu to te dizendo. Não tô falando pra você CONCORDAR comigo, eu to falando pra você PENSAR por conta própria. Peço também pra entenderem o contexto das coisas, tirar algo de contexto de um vídeo de 10 minutos aonde eu falo do início ao fim é fácil, peço que se esforcem pra tentar entender meu propósito com o vídeo. Se você for assistir pra tirar coisa de contexto e espalhar hate na cena, então você não é o público alvo. Novamente, esse vídeo é pra VOCÊS, PÚBLICO.

Yondax

43,158 views • 9 months ago