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Tem muita coisa para dizer sobre esse corte. Uma delas é sobre o que disse o comentarista, mas prefiro focar no Luxemburgo. Sempre tive a impressão que o Luxa não foi aposentado por ter sido ultrapassado pelo tempo, mas pela forma de se comunicar. Se ele fosse articulado como...

210,347 Aufrufe • vor 23 Tagen •via X (Twitter)

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O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 Aufrufe • vor 8 Monaten

Olhei essa imagem e imaginei esse diálogo, acho que o filho sentiria orgulho: — Papai, o que o senhor fez hoje? ​— Hoje eu tirei o sustento de uma família, meu filho. ​— Mas, pai, isso não é coisa de criminoso? ​— Eu trabalho para um deles, quer dizer, eu trabalho para uma instituição que faz as leis e por isso ele pode determinar o que é e o que não é crime. Chama-se "Estado". Mas veja bem: ele sempre muda os nomes das palavras, embora cometa as mesmas ações. Ele tira dinheiro de você sob ameaça e, se você não pagar, pode até te matar, isso se chama "imposto" ou, como tentam gourmetizar hoje em dia, "contribuição". E não é só isso. Quando confiscamos mercadorias de trabalhadores, chamamos isso de "segurança pública". Afinal, supõe-se que o produto deles não tenha controle de qualidade, por isso "roubamos"... quer dizer, roubamos não: "apreendemos", "confiscamos". ​— Que legal, papai! Então é só mudar o nome para a ação mudar também? Por exemplo, se um estuprador mudar o nome do estupro para "amor sem justa causa", ele pode fazer? ​— Se for um indivíduo comum, não. Se for o Estado, sim. Afinal, temos a Mega-Sena, que é basicamente um jogo de azar (do tipo que é proibido para nós), temos o FGTS, que funciona como um esquema de pirâmide, e por aí vai. ​— Nossa, papai, aprendi tanto hoje! O Estado comete atos que, se fossem praticados por indivíduos, seriam crimes. Mas, como é o Estado quem dita as leis, ele pode simplesmente mudar as palavras e cometer as mesmas ações. Quando eu crescer, vou roubar o país inteiro, colocar meus amigos no STF e virar presidente. ​— E eu prestarei continência para você, mesmo quando você beneficiar os criminosos que nos matam. Afinal, eu já não sirvo para quase nada além de prender quem deve pensão alimentícia e apreender produtos de trabalhadores honestos.

Henrido

11,320 Aufrufe • vor 1 Monat