Video yükleniyor...

Video Yüklenemedi

Ana Sayfaya Dön

Tenho dito: essa senhora é uma víbora — e ainda tem a cara de pau de dizer que é “importante descobrir as causas” da desconfiança no Judiciário, como se elas fossem um mistério sociológico, um enigma metafísico, alguma força obscura da natureza. Não, ministra. As causas são conhecidas, concretas...

29,796 görüntüleme • 2 ay önce •via X (Twitter)

0 Yorum

Yorum bulunmuyor

Orijinal gönderinin yorumları burada görünecek

Benzer Videolar

NÃO AO IMPERIALISMO TRUMPISTA Essa ação militarista e imperialista do Trump, de invadir um país e sequestrar o presidente Maduro, não se justifica em nenhum aspecto. Aliás, está claro que a questão nem era a democracia, era o petróleo da Venezuela. Agora ele afirmou claramente, na cara dura, que os Estados Unidos vão ter uma forte participação no petróleo venezuelano. Veja, não é defender as ações do Maduro. Aquilo é uma ditadura. A eleição foi fraudada, o Brasil não reconheceu, mas é o Trump que tem que resolver isso? Não. É o povo venezuelano. E mais: ele usou o pretexto da democracia para querer se apropriar da maior reserva de petróleo do mundo. Se desnudou de qualquer pudor para dizer: não, é o petróleo, é o dinheiro. Para isso, invade um país e sequestra um presidente. Olha, não há justificativa nenhuma para isso. O Brasil tem que ser muito firme, porque depois é a Colômbia, depois é o Brasil. Temos que nos unir contra essa agressão. Isso não significa apoiar o que o Maduro fez: subjugou a Justiça, prendeu opositores, mas não é dessa forma. Daqui a pouco, qualquer país vai discordar do procedimento de outro e se ver no direito de invadir esse outro para resolver do seu jeito e, ainda por cima, se apossar de suas riquezas. Isso contraria todos os tratados internacionais. É deplorável, e o Brasil deve se unir a outros países da América Latina e repudiar fortemente essa agressão.

Carlos Minc

11,670 görüntüleme • 6 ay önce

VALEU, BOLSONARO! É muito importante ter humildade para reconhecer quando alguém na sociedade é dotado de capacidade extraordinária, e que por isso, causa um movimento de transformação cultural, social e política. E sem sombra de dúvidas, o ex-presidente do Brasil, Jair M. Bolsonaro, é alguém que já marcou a história do país. Porém, uma característica desagradável que parte da nação brasileira cultiva, a inveja, termina por criar um conflito social desnecessário. Pois se parte das pessoas e das instituições que não concordam com Jair, aceitassem que ele tem legitimidade para expressar a sua opinião, tudo ficaria tranquilo, cada um com o seu ideal e que vencesse o melhor. No entanto, não é isso que acontece; pelo contrário, há em algumas instituições e em parte da classe midiática e intelectual, uma incitação ao conflito. Não querem pacificação. Isso não gera audiência. Essa é uma arma da política não propositiva que ainda é um tumor maligno nos cérebros de alguns compatriotas. Contudo, embora esse embate ideológico tenha gerado muitos desgastes, tem sido pedagógico para a nossa nação. SIM! Jair Bolsonaro era a ferramenta que precisávamos para evoluirmos como cidadãos, não aliendos, mas conscientes de tudo que acontece no Brasil e o porquê de tanto retrocesso. Ora, se alguém ousa dizer que Bolsonaro pecou na "forma" (eu acho que a situação pedia o método dele), deve ter a honestidade de dizer que, no "conteúdo", ele é inigualável. Se não fosse Bolsonaro, o Brasil ainda seria aquela criança que adora assistir o programa de Faro ou Hulk e uma cerveja no domingo. E muita gente ainda acreditaria na mídia tradicional. E pensaria que o Brasil não podia ser mudado. Se não fosse Jair, ninguém saberia os nomes de presidentes da câmara e do senado ou os nomes dos ministros do STF. É por causa do Bolsonaro que TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ Kim D. Paim, Paula Marisa e tantos outros ficaram conhecidos. A jovem Pan teve o seu auge no programa político "os pingo nos is" por causa do Bolsonaro. Lula só está solto por causa do Bolsonaro, você sabia? Isso mesmo, se Bolsonaro jogasse o jogo da velha política, os oligarcas da república não se sentiriam tão ameaçados, portanto, não fariam aquele contorcionismo hermenêutico e jurídico para reabilitar lula. Muitos jornalistas cresceram e viajaram pelo Brasil, apenas por causa de Bolsonaro. A maioria dos políticos eleitos no Brasil em 2018, 2022, 2024, subiram na prancha de Bolsonaro. O Tarcísio só é governador de São Paulo por causa do Bolsonaro. Eu teria muita gente para citar nesse texto, mas não conseguiria devido a quantidade de caracteres permitida aqui. O essencial é saber que Deus levantou esse homem no Brasil de um modo excepcional e, você gostando ou não, ele é um fenômeno. Enquanto você não aceitar isso, você vai sofrer. Nem o próprio Bolsonaro tem condições de entender a grandeza da missão que recebeu de Deus para o Brasil. Então, independente de seu lado político, independente de sua crença religiosa, amadureça e, mais que isso, agradeça a Deus por ter levantado Jair Bolsonaro no Brasil. Eu preciso te fazer entender que, se não fosse Bolsonaro e as medidas que ele tomou durante o seu governo, a desgraça estaria ainda maior no Brasil. Toda essa noção de política que o brasileiro está desenvolvendo, é porque Bolsonaro despertou a sociedade através da Internet. E isso não foi apenas em âmbito nacional, mas internacionalmente também. Isso eu tenho absoluta certeza. Se Deus não tivesse usado o "mito" para fazer uma verdadeira faxina nos porões da república, o Brasil teria sido devorado já em julho de 2023. Graças a Deus, após esses anos de perseguição ao ex-presidente e a tragédia visível e iminente que é o governo atual, muitas pessoas, antes cegas, começam a entender o jogo de cartas marcadas e, a intenção totalitária dos verdadeiros inimigos do Brasil. Meu amigo, eu só tenho uma coisa a dizer: Valeu,Bolsonaro. Sergio Junior #Bolsonaro2026

Nigra Aqua 📗📘🏆

22,409 görüntüleme • 1 yıl önce

Nos últimos 10 dias, em todas as entrevistas, deixei claro: Flávio é o candidato escolhido pelo Presidente Bolsonaro e terá o meu apoio. Disse isso de forma objetiva e afirmei que estarei na campanha, mesmo sem participar da coordenação ou planejamento do processo. Não há qualquer declaração minha dizendo que não participaria da campanha presidencial no primeiro turno. Essa é uma narrativa claramente falsa, a ponto de ser patética, construída a partir de cortes descontextualizados e de muita má-fé. Basta assistir ao vídeo completo para entender o que realmente foi dito. O ponto que levantei foi outro. Sou deputado federal por Minas Gerais e concorrerei à reeleição. Minas, portanto, deve ser a minha prioridade. E por que? Simples: a votação expressiva que o povo mineiro me confiou é um dos pilares que sustentam a minha força. Se hoje consigo me posicionar com firmeza, enfrentar o sistema e o STF, ou tomar a frente em batalhas como a CPMI do 8 de janeiro e na caminhada que moveu o Brasil, é porque represento a confiança de milhões de eleitores. É essa expressiva votação que me confere a legitimidade para dar continuidade ao meu trabalho. A força que tenho não vem de mim, mas da confiança de quem me elegeu; sem o apoio dessas pessoas, eu não sou ninguém. Portanto, focar em Minas é o que me garante as condições para continuar lutando pelo Brasil. Além disso, é de conhecimento de todos que, historicamente, a vitória em Minas Gerais é condição necessária para que um candidato se torne Presidente. Não é egoísmo ou projeto pessoal, é propósito. E esses perfis, que insistem em atacar e destruir, não só a minha reputação, mas a de qualquer pessoa que tenha uma vida dedicada às causas e valores defendidos pela direita e que não age da forma que eles querem ou esperam, precisam ser desautorizados publicamente. Do contrário, continuarão a criar conflitos desnecessários e a afastar quem pode somar forças para que tenhamos um parlamento mais forte e sucesso na campanha do Flávio.

Nikolas Ferreira

522,629 görüntüleme • 5 ay önce

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 7 ay önce

O Supremo Tribunal Federal do Brasil acabou de proibir o X e anunciou uma multa de R$50.000,00/dia para aqueles que usarem uma VPN para evitá-lo. Não descarte o que está acontecendo porque é o Brasil. Não é um caso isolado. É o início do futuro totalitário que George Orwell previu prescientemente em "1984". _____ Ontem, as pessoas criticaram minha afirmação de que o Brasil é agora, efetivamente, uma ditadura. Afinal, elas apontaram, o país tem eleições livres e justas e um equilíbrio de poderes. Tem um judiciário e um Senado independentes, cujo presidente pode fazer o impeachment de juízes da Suprema Corte. E o governo não está perseguindo, encarcerando e torturando dissidentes políticos. Mas o Brasil não é uma democracia. É uma nação governada por dois homens, o Juiz da Suprema Corte Alexandre de Moraes, que controla o Presidente do Senado do Brasil abusando de seus poderes, e o Presidente Lula, que endossou as ações de Moraes esta manhã. De acordo com especialistas jurídicos brasileiros, as exigências de censura de Moraes a X, sua intimação a X na quarta-feira e seu congelamento das contas bancárias da Starlink ontem são todos atos descaradamente ilegais e inconstitucionais. E o governo Lula intensificou a perseguição a dissidentes políticos, incluindo a prisão sem julgamento de um assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e as repressões à liberdade sempre começam pequenas. E há alguns minutos, Moraes ordenou a suspensão do X no Brasil e disse que qualquer um que tentar burlar o banimento por meio de uma VPN será multado em R$50.000,00 por dia. Os defensores de Lula observam corretamente que as eleições locais ainda estão marcadas para 6 de outubro e que há três grandes alternativas de mídia social para X. O Brasil tem sido uma democracia robusta em nível local desde os tempos coloniais. Mas proibir a operação de X no Brasil antes das eleições é uma interferência eleitoral tão severa que impediria uma eleição livre e justa, e houve censura significativa nas eleições presidenciais de 2022 que beneficiou Lula, incluindo a censura de um documentário preciso sobre seu oponente, Jair Bolsonaro, e a censura da cobertura da mídia criticando Lula por seus laços com governos socialistas. O governo brasileiro financia diretamente a mídia jornalística, que é esmagadoramente tendenciosa em relação ao Partido dos Trabalhadores (PT) do governo. O governo Lula aumentou o financiamento para a maior empresa de mídia, a Globo, em 60%, e sua cobertura é a mais pró-governo. Quanto às três principais alternativas de mídia social, uma delas, o Facebook, está cumprindo as exigências de censura do governo, outra, o Rumble, já havia fugido do Brasil no ano passado para escapar da censura, e o futuro do Telegram está em sérias dúvidas, dada a prisão e o processo de seu fundador e CEO pelo governo francês. O Twitter Files—Brazil revelou que um promotor do governo disse que o Google, Facebook, Uber, WhatsApp e Instagram todos cumpriram. O Google até enviou ao Congresso muitos gigabytes de dados de vídeos deletados no YouTube. Além disso, as declarações de Lula esta manhã foram abertamente ditatoriais. Lula disse a uma estação de rádio que o dono do X, Elon Musk, “não pode sair por aí insultando presidentes, insultando representantes, insultando o Senado, insultando a Câmara, insultando o Supremo Tribunal Federal. Quem ele pensa que é?” Mas Lula e Moraes não estão prestes a fechar o X porque Elon Musk insultou alguém. Nem Moraes nem ninguém sequer acusou Musk desse suposto crime. Assim, Lula deixou clara sua verdadeira motivação: evitar que as pessoas digam coisas negativas sobre ele e seus aliados. Essa é a motivação de Cesar, um tirano e um ditador, não um presidente. Assim, Lula também se junta a Moraes na criação de leis conforme ele avança. Como Glenn Greenwald e outros repórteres mostraram em uma exposição de várias partes para a Folha de São Paulo, Moraes rotineiramente quebra leis para perseguir os inimigos políticos de Lula e aqueles que falam negativamente de Moraes e seus aliados. Um repórter da CNN ontem até reconheceu isso. "Por que sempre os perfis da direita são alvos de censura e proibições?", ele perguntou. Embora o que Lula e Moraes estejam fazendo possa parecer grosseiro e juvenil, o totalitarismo geralmente é assim. O totalitarismo não é apenas repressivo; também é idiota. Um psicólogo polonês que escreveu um livro inovador sobre totalitarismo descreveu o novo presidente de sua universidade, um apparatchik do Partido Comunista nomeado pelo Partido, como um idiota. Ele não era apenas autoritário. Ele era de baixo intelecto. Isso porque o totalitarismo substitui a hierarquia meritocrática por uma autoritária baseada na lealdade ao Partido. Para muitos, o totalitarismo evoca imagens de tanques e câmaras de tortura, mas nunca começa assim. Para George Orwell e muitos outros pensadores, o totalitarismo é mais sutil e banal. Ele temia que o totalitarismo futuro emergisse de burocracias governamentais, não apenas de golpes e revoluções. Em 1984 , Orwell caracterizou o totalitarismo como um regime de controle absoluto. É esse controle absoluto que Lula e Moraes agora buscam. De fato, Orwell foi inspirado a escrever 1984 em parte pelo alerta emitido por James Burnham em seu livro de 1941, The Managerial Revolution, que alertou sobre a natureza totalitária da classe profissional-gerencial e a aliança entre os negócios e o que hoje é chamado de estado profundo. O totalitarismo que está surgindo hoje ao redor do mundo é muito mais perigoso porque convenceu as elites e uma porcentagem significativa de eleitores em todos os países de que a censura é necessária para salvar a democracia. Tanques e tortura não são necessários se o governo puder controlar o ambiente de informação. Se os partidos governantes puderem decidir o que as pessoas podem ou não dizer e ouvir, então não há necessidade de fraudar eleições ou derrubar o governo. E agora vemos um ataque mais aberto à liberdade e à democracia no Brasil. Lula e Moraes estão atacando uma imprensa livre e justa. Eles minaram o judiciário independente. Eles estão inventando leis e aplicando outras arbitrariamente. E eles próprios estão violando a Constituição e várias outras leis. O que exatamente está acontecendo aqui? Por que isso está acontecendo? E o que pode ser feito? A primeira razão aparente para Lula e Moraes atacarem X é porque a liberdade de expressão mina sua legitimidade. O público é livre para criticá-los em X de maneiras que a grande mídia geralmente não permite. O governo brasileiro financia diretamente a mídia tradicional. Todas as mídias no Brasil, até mesmo podcasters independentes, temem o governo. Eles temem ter os subsídios dos contribuintes negados ou serem processados. A mídia tradicional também tem um interesse financeiro direto na censura das mídias sociais. As mídias sociais competem por publicidade, leitores e legitimidade com a mídia de notícias tradicional. A mídia de notícias tem exigido mais censura dos governos às plataformas de mídia social por mais de uma década, e essas demandas se intensificaram após as eleições de Trump em 2016 e de Jair Bolsonaro no Brasil em 2018, que a mídia atribuiu à “desinformação” e à “influência estrangeira” para deslegitimar esses candidatos. Uma proposta de “Lei de Notícias Falsas” foi uma tentativa do Partido dos Trabalhadores e da mídia de notícias de censurar a mídia social e extorquir dinheiro de empresas de mídia social para mídias tradicionais e outras controladas pelo estado. Os governos do Canadá e da Austrália tentaram fazer a mesma coisa. Por fim, o governo dos EUA e o financiamento de George Soros estão por trás de grande parte do Complexo Industrial da Censura no Brasil. A Open Society Foundations de Soros doou impressionantes 31,3 milhões de dólares para ONGs pró-censura em 2023. Um representante do FBI aconselhou o governo brasileiro a censurar “desinformação” para evitar “interferência estrangeira”. A fundação de Soros tem financiado por anos “verificadores de fatos”, “jornalistas” e “organizações não governamentais”, muitas das quais também são apoiadas pelo governo dos EUA, para atiçar a histeria nacional sobre “desinformação”, exigir mais censura e justificar os abusos de poder de Moraes. E a embaixada dos EUA se recusou a criticar o governo brasileiro esta manhã. Por que o Brasil se tornou uma ditadura? Porque era o que era necessário para o Partido dos Trabalhadores de Lula, a mídia tradicional e o governo dos EUA manterem o controle. O que acontece depois? Há pelo menos duas possibilidades. Uma é que estamos entrando na realidade prevista por George Orwell em 1984. A outra é que estamos vivenciando uma repetição digital da imprensa. Se os governos do mundo estrangularem ou eliminarem o X e o Telegram, ainda haverá mídia alternativa e até plataformas de mídia social, mas elas não terão o alcance do X hoje e do Facebook antes de 2017. O Rumble ainda existe, mas teve que sair do Brasil no ano passado. O conteúdo de notícias alternativas independentes se tornou viral no Facebook em 2016, mas não o faz mais porque Mark Zuckerberg o estrangulou para encerrar o boicote de anunciantes de 2020 contra sua empresa. Se o X e o Telegram seguirem o caminho do Rumble ou do Facebook, então teremos entrado em uma nova era das trevas. Outra possibilidade é que a Internet, em geral, e plataformas de mídia social como X sejam como a imprensa. No início, a Igreja Católica se beneficiou da imprensa, assim como a mídia de notícias legada se beneficiou do Twitter. Com o tempo, as imprensas escaparam do controle da Igreja, resultando na Reforma Protestante, na revolução científica e na ascensão de democracias liberais na Europa. Embora os governos possam tentar controlar a Internet, eles não terão sucesso, graças a tecnologias como VPNs e Internet via satélite, como o Starlink de Elon Musk. Falar a favor da liberdade de expressão e contra a censura é essencial para tornar o cenário da imprensa uma realidade. Os brasileiros estão protestando em São Paulo em 7 de setembro. Parece que os brasileiros estão fartos de Moraes, mas ele ainda tem o apoio de Lula, a mídia ainda está principalmente do lado da censura, e o presidente do Senado não encontrou coragem para superar o que quer que Moraes tenha sobre ele. No mínimo, os eventos dos últimos três dias deixam claro que Lula e Moraes são ditadores e o Brasil não é mais uma democracia. O mundo precisa mudar a forma como o vemos. Não pode haver eleições livres e justas sem liberdade de expressão. O judiciário não é independente, mas está trabalhando de mãos dadas com o presidente. E o poder ditatorial combinado dos poderes executivo e judiciário impediu o presidente do Senado de usar seus poderes para fazer o que ele deve fazer para salvar a liberdade de expressão, a democracia e o estado de direito no Brasil, que é o impeachment do juiz do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

Michael Shellenberger

783,471 görüntüleme • 1 yıl önce

Mais uma ação do governo Lula e do sistema que fere a inteligência até mesmo daqueles que têm o mínimo de discernimento. O Tribunal Superior Eleitoral apresentou, nesta segunda-feira, 4 de maio, a mascote das eleições de 2026. “Pilili”, uma urna eletrônica transformada em personagem - como o Zé Gotinha - surge como peça de propaganda para “engajar” a população, sobretudo os jovens, no processo eleitoral. Nada mais infantil, algo que chega a ofender até mesmo o mais desprovido de intelecto. A celebração dos 30 anos da urna eletrônica, com a presença da ministra Cármen Lúcia, presidente do TSE, não é apenas comemorativa - ela celebra um dogma. O novo altar da “democracia”, que não admite questionamentos sobre o sistema eleitoral, que não fornece sequer um comprovante físico ao eleitor, e cujo nome agora remete a um som caricatural emitido ao final do voto. O voto exclusivamente eletrônico exige confiança técnica, mas não oferece ao eleitor comum meios diretos de verificação individual ou correspondência material imediata. Ainda assim, mesmo após anos de questionamentos e debates públicos, consolidou-se o mantra de que “o voto eletrônico é seguro” - como se isso, por si só, encerrasse qualquer discussão. Agora, ao que parece, basta um “pilili” para reforçar essa ideia. Em vez de ampliar transparência, incentivar auditorias independentes e enfrentar, com maturidade, o debate público sobre o sistema eleitoral, a instituição opta por recorrer a um símbolo infantil para mediar sua relação com a sociedade - ou melhor, com os seus súditos. Ao reduzir um processo complexo, técnico e sensível a uma linguagem lúdica, o sistema abandona o campo da razão - onde se exige clareza, verificabilidade e abertura ao questionamento - e migra para o campo da percepção, onde símbolos substituem explicações. Um sistema que, em vez de tratar seus cidadãos como agentes racionais, capazes de compreender, questionar e exigir garantias, passa a se comunicar por meio de personagens “bobos”, rebaixando o nível da interlocução. A “Pilili” é o retrato fiel da nossa idiocracia, na República Master de Tayaya.

Karina Michelin

18,473 görüntüleme • 2 ay önce

Essa frase não é inocente. É baixa. E é baixa porque se esconde atrás de um tom supostamente analítico para fazer um rebaixamento simbólico calculado. "O Lula mesmo, há oito anos, estava preso [...] hoje é presidente da república. Então, ASSIM COMO, também Bolsonaro, agora está preso e quem sabe: pode também virar o presidente da república, né?! Pelo visto brasileiro gosta de um ex-presidiário". Quando se diz que Lula esteve preso e hoje é presidente e em seguida se acrescenta “assim como Bolsonaro”, o que se faz não é uma constatação histórica neutra. É um enquadramento. Não se comparam crimes, dizem. Mas se igualam trajetórias. Não se misturam contextos, dizem. Mas se coloca tudo no mesmo pacote narrativo. O efeito é imediato e proposital. Bolsonaro deixa de ser vítima de perseguição e passa a ser tratado como mais um personagem do folclore nacional do ex presidiário reciclável. Isso não é leitura fria do cenário. É normalização da injustiça. Bolsonaro não está preso porque o sistema falhou. Está preso porque enfrentou o sistema. Lula voltou apesar do sistema. Bolsonaro está sendo esmagado por ele. Tratar essas duas realidades como equivalentes é desonestidade intelectual travestida de pragmatismo político. E quando se arremata com a frase de que o brasileiro gosta de ex presidiário, o desprezo fica completo. O problema deixa de ser o Judiciário, a perseguição seletiva, o jogo de poder e passa a ser o povo. Como se tudo fosse fruto de uma tara cultural, não de engenharia política, narrativa judicial e manipulação contínua. É a terceirização da culpa em sua forma mais confortável. Essa fala não fortalece Bolsonaro. Ela o dilui. Não denuncia o sistema. Ensina a conviver com ele. Não aponta a injustiça. A transforma em precedente. É o tipo de discurso que não se queima com ninguém. Agradável ao establishment, palatável ao centro, seguro para quem quer parecer maduro, institucional e viável. Enquanto isso, o símbolo é amortecido. O perseguido é normalizado. A exceção vira estatística. Isso não é defesa. É acomodação. Não é coragem. É conveniência. Colocar Bolsonaro nessa moldura não é protegê-lo. É torná-lo administrável. É dizer, em outras palavras, que tudo está dentro do jogo, que basta esperar o tempo passar, que a injustiça pode ser digerida como estratégia. E quando a injustiça vira estratégia, quem ganha não é o perseguido. Ganha quem espera a vez sem precisar enfrentar nada.

・ Ice ・  Ⅹ ・

35,940 görüntüleme • 7 ay önce