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🏃'Teste pra cabeça' - Tudo começou com uma pergunta durante os meses de confinamento devido à pandemia do coronavírus: "Até onde eu consigo ir?" O multiatleta brasileiro Pepe Fiamoncini, de 35 anos, alcançou um recorde curioso nesta quinta-feira (5), percorrendo 188 quilômetros em 24 horas em uma esteira. Fiamoncini...

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Susto - Uma câmera de segurança registrou o momento em que dois meninos saltam de um carro em movimento, em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. Eles são os gêmeos Benjamim e Joaquim de 6 anos. Segundo o pai, Willian Furlan, tudo aconteceu depois que um deles soltou o freio de mão durante uma brincadeira. Apesar do susto, nenhum dos dois teve ferimentos. Furlan explicou que tudo aconteceu no dia 17 de janeiro. Ele tinha levado os meninos até a fazenda da família, onde costumam ir aos finais de semana. Ele conta que, enquanto foi pegar um produto dentro de um galpão, deixou os meninos ouvindo música dentro do carro estacionado. A imagem mostra quando o veículo, que está com a porta do motorista aberta, começa a descer e Benjamin é o primeiro a saltar. Ele grita e corre tentando segurar o carro. Em seguida, Joaquim também pula do veículo. Enquanto isso, Furlan aparece correndo e pedindo para que Benjamin solte o veículo. Em segundos, o carro cai no barranco. "Eu achei que tava tudo bem. De repente, eu escutei eles gritando. No que eu sai, o carro já estava indo morro abaixo. Eu comecei a gritar para fazer eles sairem do carro. [...] Minha intenção na hora era segurar o carro também, pois não imaginava que ia capotar. Foi assustador", disse o pai. Ao questioná-los sobre quem seria o culpado pela "arte", Joaquim foi quem confessou ter soltado o freio o de mão. Após o susto, a primeira reação de Furlan foi abraçar os filhos, aliviado por estarem bem. "O abraço que eu dou neles, às vezes não é nem para acalmar eles. Na verdade, o abraço quem dá, são eles em mim. Eu agradeço por eles estarem ali do meu lado. [...] Na hora eu nem me preocupei com o carro, só agradeci", contou Furlan. Veja mais no #g1. #paraná #criança #pai #carro

g1

62,818 просмотров • 6 месяцев назад

Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul
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Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul

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