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🏃'Teste pra cabeça' - Tudo começou com uma pergunta durante os meses de confinamento devido à pandemia do coronavírus: "Até onde eu consigo ir?" O multiatleta brasileiro Pepe Fiamoncini, de 35 anos, alcançou um recorde curioso nesta quinta-feira (5), percorrendo 188 quilômetros em 24 horas em uma esteira. Fiamoncini... show more
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Depoimento - A dor que atravessou uma família no fim de janeiro se transformou em um caso que expõe um ciclo de violências sexuais cometidas, segundo a polícia, por um mesmo grupo de jovens do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. A estudante de 17 anos, violentada por quatro homens e um menor de idade em um apartamento em Copacabana, rompeu o silêncio — e, ao fazer isso, encorajou outras adolescentes a contar que viveram situações semelhantes com os mesmos suspeitos. Outra jovem, hoje maior de idade, contou ter sido abusada em uma festa por um dos acusados presos. “Aí ele teve uma hora que ele pediu pra eu praticar sexo oral nele, eu falei que eu não ia fazer aquilo, muito menos ali, aí ele falou, não, só um pouco, só um pouco, eu falando, não vou fazer isso, vamos voltar pra festa, e ele começou, enquanto a gente se beijava, ele começou a tentar empurrar a minha cabeça pra baixo, e eu falei, Vitor, eu não vou fazer isso aqui, e aí nisso ele continuou, só que eu já tava muito fraca, e aí eu acabei, assim, minhas pernas meio que cederam, eu caí, ele começou a forçar um sexo oral nele, entendeu?” Veja mais sobre o caso no #g1. #mulher #riodejaneiro #depoimento #fantástico
g1
85,611 просмотров • 5 месяцев назад
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Rio Grande do Sul - Um monitor de uma escola em Torres, no Litoral Norte do RS, é investigado pela Polícia Civil por suspeita de assediar uma aluna por meio de mensagens de texto. O homem, de 60 anos, foi afastado de suas funções após a mãe da criança descobrir as conversas na quarta-feira (11) e procurar as autoridades. O caso veio à tona quando a mãe, ao monitorar o celular da filha, encontrou mensagens de um número desconhecido. No conteúdo, o monitor se referia à menina como "jabuticabinha", afirmava que iria "abraçá-la bem forte", demonstrava ciúmes de um colega dela e pedia para que as conversas fossem apagadas "pra mãe não ver e ficar braba". Em depoimento, a mãe da criança relatou o momento da descoberta. "Ela mandou um áudio e falou: 'eu sou fruta agora pra tá me chamando de jabuticabinha?'. E ele falou: 'É uma fruta muito gostosinha, docinha'", contou a mulher. "E aí eu comecei a correr as mensagens e vi que tinha partes que ele disse que era para ela apagar", completou. Após a denúncia, a mãe procurou a direção da escola na quinta-feira (12). Segundo a secretária de Educação de Torres, Rosa Lumertz, o monitor foi imediatamente afastado de suas funções. A Polícia Civil investiga o caso como assédio com o fim de praticar ato sexual com a criança. Na manhã desta sexta-feira (13), agentes cumpriram mandados e recolheram um celular e um computador na casa do suspeito. De acordo com a polícia, ele teria apagado as mensagens trocadas com a menina antes de entregar o telefone, que foi enviado para perícia para tentativa de recuperação do conteúdo. ➡️O monitor prestou depoimento na delegacia e foi liberado. Questionado sobre o motivo de o investigado não ter sido preso, o delegado Marcos Veloso explicou que as provas atuais são insuficientes para configurar um crime. Veja mais no #g1. #mãe #criança #escola #denúncia #riograndedosul
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12,587 просмотров • 5 месяцев назад
