Video yükleniyor...

Video Yüklenemedi

Ana Sayfaya Dön

Todo e qualquer pessoa empreendedora e independente, em regime comunista, é boicotada, censurada e impedida de trabalhar. Porque não depende do Estado. Pior: o desprezo por qualquer iniciativa pessoal visando desenvolvimento é marginalizada, desestimulada, seja com quem for e em que área for: arte, cultura, comércio. Ou esporte, como...

37,426 görüntüleme • 1 yıl önce •via X (Twitter)

8 Yorum

Margarida Silva profil fotoğrafı
Margarida Silva11 ay önce

Como faz bem à alma ver esse jovem! Que Deus o abençoe 🙏

Fabio Francisco profil fotoğrafı
Fabio Francisco11 ay önce

Menino abençoado, mano. Vou ajudar.

Elvira do Ipiranga Perfil Oficial. 💄📿♊️🥶🇧🇷 profil fotoğrafı
Elvira do Ipiranga Perfil Oficial. 💄📿♊️🥶🇧🇷11 ay önce

#ForaLulaESuaQuadrilha O Brasil não merece ser governado por esse delinquente.

Cel Jesuíno Mendonça profil fotoğrafı
Cel Jesuíno Mendonça11 ay önce

O erro é vender paçoca, droga o estado brasileiro deixa.

FORGIVE... profil fotoğrafı
FORGIVE...11 ay önce

Wow q orgulho ter um filho assim.... Parabéns aos pais

elizafã de souza almeida profil fotoğrafı
elizafã de souza almeida11 ay önce

Dá até esperança ver uma criança inteligente 🧠 expondo sua ideias dessa forma. Força, 01.

Bond. James Bond profil fotoğrafı
Bond. James Bond11 ay önce

Isso é porque você, menino, ainda não aprendeu a não divulgar o que você faz e principalmente o sucesso do que vc faz. Fique quieto… anônimo… pois a inveja de quem te cerca é maior que os seus sonhos.

RitaPignataro profil fotoğrafı
RitaPignataro11 ay önce

Que coisa mais a linda de assistir 🥰 parabéns aos pais pela educação e a criança pela.determinacao. este vai longe 🙏❤️

Benzer Videolar

Em Itapeva, interior de São Paulo, o adolescente Kauan de 14 anos, conhecido como o “menino do pão”, teve que interromper a venda de pães caseiros que fazia para ajudar a mãe. Estudava regularmente, não abandonava a escola, e nas horas vagas buscava contribuir para a renda familiar com trabalho honesto. Mas, uma denúncia - digna de regimes autoritários- levou o Conselho Tutelar a intervir, proibindo que ele trabalhasse. A notícia virou escândalo nacional não só pela injustiça contra Kauan e sua mãe, mas porque revela uma das faces mais perversas do Estado brasileiro - a seletividade hipócrita. O mesmo Estado que se cala diante de crianças em semáforos pedindo dinheiro, ou expostas ao crime nas ruas, levanta sua mão pesada quando se trata de punir um exemplo positivo de esforço e dignidade. Onde está o Conselho Tutelar quando crianças são expostas, noite após noite, em bailes funk, em ambientes de drogas, sexo e degradação? Ali não há “preocupação com a infância”. Ali, o silêncio é cúmplice, mas quando um adolescente escolhe trabalhar honestamente, vendendo pão, aparece toda a máquina repressiva da burocracia estatal. O Estado comunosocialista não suporta a ideia de jovens encontrando alternativas dignas, porque precisa de um povo sem perspectiva de vida, sem renda e sem base moral para continuar sobrevivendo. Precisa de dependência para sustentar a engrenagem do assistencialismo e da violência institucionalizada. O que se quer é uma juventude domesticada, que consuma a cultura do vício e do sexo, mas jamais ouse dar exemplo de responsabilidade e autonomia. O que incomoda não é Kauan vender pão, o que incomoda é ele mostrar que há saída fora do ciclo de dependência e degradação. Que é possível ajudar em casa sem cair no tráfico, sem pedir esmola e sem esperar esmola estatal. Esse é o verdadeiro crime aos olhos de um sistema que sobrevive do caos. A história do “menino do pão” não é apenas sobre um adolescente e sua família, é um retrato do Brasil real; onde a honestidade é punida, a degradação é tolerada e a dependência é incentivada. Kauan é o exemplo a ser seguido, exaltado e defendido - o Brasil não precisa de menos, mas de milhares de Kauans.

Karina Michelin

285,114 görüntüleme • 10 ay önce

Nos últimos 10 dias, em todas as entrevistas, deixei claro: Flávio é o candidato escolhido pelo Presidente Bolsonaro e terá o meu apoio. Disse isso de forma objetiva e afirmei que estarei na campanha, mesmo sem participar da coordenação ou planejamento do processo. Não há qualquer declaração minha dizendo que não participaria da campanha presidencial no primeiro turno. Essa é uma narrativa claramente falsa, a ponto de ser patética, construída a partir de cortes descontextualizados e de muita má-fé. Basta assistir ao vídeo completo para entender o que realmente foi dito. O ponto que levantei foi outro. Sou deputado federal por Minas Gerais e concorrerei à reeleição. Minas, portanto, deve ser a minha prioridade. E por que? Simples: a votação expressiva que o povo mineiro me confiou é um dos pilares que sustentam a minha força. Se hoje consigo me posicionar com firmeza, enfrentar o sistema e o STF, ou tomar a frente em batalhas como a CPMI do 8 de janeiro e na caminhada que moveu o Brasil, é porque represento a confiança de milhões de eleitores. É essa expressiva votação que me confere a legitimidade para dar continuidade ao meu trabalho. A força que tenho não vem de mim, mas da confiança de quem me elegeu; sem o apoio dessas pessoas, eu não sou ninguém. Portanto, focar em Minas é o que me garante as condições para continuar lutando pelo Brasil. Além disso, é de conhecimento de todos que, historicamente, a vitória em Minas Gerais é condição necessária para que um candidato se torne Presidente. Não é egoísmo ou projeto pessoal, é propósito. E esses perfis, que insistem em atacar e destruir, não só a minha reputação, mas a de qualquer pessoa que tenha uma vida dedicada às causas e valores defendidos pela direita e que não age da forma que eles querem ou esperam, precisam ser desautorizados publicamente. Do contrário, continuarão a criar conflitos desnecessários e a afastar quem pode somar forças para que tenhamos um parlamento mais forte e sucesso na campanha do Flávio.

Nikolas Ferreira

522,629 görüntüleme • 4 ay önce

NÃO AO IMPERIALISMO TRUMPISTA Essa ação militarista e imperialista do Trump, de invadir um país e sequestrar o presidente Maduro, não se justifica em nenhum aspecto. Aliás, está claro que a questão nem era a democracia, era o petróleo da Venezuela. Agora ele afirmou claramente, na cara dura, que os Estados Unidos vão ter uma forte participação no petróleo venezuelano. Veja, não é defender as ações do Maduro. Aquilo é uma ditadura. A eleição foi fraudada, o Brasil não reconheceu, mas é o Trump que tem que resolver isso? Não. É o povo venezuelano. E mais: ele usou o pretexto da democracia para querer se apropriar da maior reserva de petróleo do mundo. Se desnudou de qualquer pudor para dizer: não, é o petróleo, é o dinheiro. Para isso, invade um país e sequestra um presidente. Olha, não há justificativa nenhuma para isso. O Brasil tem que ser muito firme, porque depois é a Colômbia, depois é o Brasil. Temos que nos unir contra essa agressão. Isso não significa apoiar o que o Maduro fez: subjugou a Justiça, prendeu opositores, mas não é dessa forma. Daqui a pouco, qualquer país vai discordar do procedimento de outro e se ver no direito de invadir esse outro para resolver do seu jeito e, ainda por cima, se apossar de suas riquezas. Isso contraria todos os tratados internacionais. É deplorável, e o Brasil deve se unir a outros países da América Latina e repudiar fortemente essa agressão.

Carlos Minc

11,670 görüntüleme • 6 ay önce

Há momentos na política em que um simples gesto, uma declaração direta e sem rodeios, vale mais do que mil análises. Foi exatamente isso que aconteceu quando Cláudio Castro, governador do Rio de Janeiro, verbalizou algo que boa parte da classe política insiste em fingir que não entende: lealdade não é moeda de troca, é fundamento. E no bolsonarismo, mais do que em qualquer outro movimento político contemporâneo, o voto não pertence ao político, pertence ao Bolsonaro. Quando Castro diz que “foi eleito no partido de Jair Bolsonaro” e que por “palavra, fidelidade e honra” não pode seguir outro projeto que não seja o do ex-presidente, ele não está apenas demonstrando alinhamento. Ele está afirmando uma verdade que muitos tentam esconder para fabricar uma autonomia política que nunca existiu. E isso vale para governadores, senadores, deputados e vereadores: quase todos estão onde estão porque Bolsonaro apontou o dedo. Não é exagero. É a realidade factual. Tarcísio, Zema, Jorginho, Cláudio Castro, todos se elegeram surfando a mesma onda: a onda de confiança construída por Jair Bolsonaro ao longo de anos de enfrentamento ao sistema. A lealdade, portanto, não é uma exigência moral abstrata, é reconhecimento histórico. Cada voto recebido por essa classe política foi um voto concedido pela transferência direta de capital político do bolsonarismo. E aqui entra o segundo ponto: A política tradicional tenta vender a narrativa de que “quem tem mandato tem poder”. No bolsonarismo, o eixo é o oposto: quem tem a confiança do povo é Bolsonaro onde aos mandatários são depositários temporários dessa confiança. A declaração de Castro expõe esse nervo: Ele sabe que não existe projeto pessoal sem Bolsonaro. Ele sabe que não existe carreira sólida para quem tenta “voar sozinho”, ignorando a origem do próprio mandato. Ele sabe que a quebra da lealdade é um suicídio político mascarado de “autonomia estratégica”. Enquanto isso, parte da classe política, especialmente a que circula entre Brasília e os bastidores, age como se Bolsonaro fosse apenas “um cabo eleitoral forte” e ignoram toda a perseguição política e a opressão judicial que o Presidente sente na pele cada dia mais. É mentira. Bolsonaro é o dono do voto. O eleitor que elegeu essa geração de políticos não votou em “gestores”, “técnicos”, “moderados” ou “articuladores”. Votou no projeto de país encarnado por Jair Bolsonaro. E essa verdade incomoda. Incomoda porque limita carreirismo. Incomoda porque impede traições disfarçadas de pragmatismo. Incomoda porque exige coragem, algo que nem todos têm. Por isso a fala de Castro é algo a se comentar: Ele lembrou, em voz alta, aquilo que muitos tentam fingir que não escutaram. E Allan dos Santos, ao comentar o vídeo, reforçou o ponto central: há um preso político no Brasil, Jair Bolsonaro, chegando a 100 dias de prisão domiciliar, sem crime, sem foro, sem devido processo legal. É Allan quem coloca o dedo na ferida e diz o óbvio que muitos evitam dizer: não deveria haver outro assunto prioritário que não seja “libertem Jair Messias Bolsonaro”. Mais do que isso: Allan ressalta a falta de percepção de parte da política, que parece anestesiada sobre o tamanho da aberração jurídica que está em curso. E no fim, o ponto permanece: lealdade não é servilismo, é integridade. As milhões de pessoas que votaram nesses quadros políticos não buscaram carreiras individuais. Buscaram um projeto de país. E esse projeto tem nome. E esse nome tem dono. O voto bolsonarista é de Bolsonaro. Quem tenta negar isso não está apenas cometendo um erro político. Está cuspindo no prato que o elegeu e subestimando o povo que o colocou lá.

Pâm 🌸

36,028 görüntüleme • 7 ay önce

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,245 görüntüleme • 2 yıl önce

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 7 ay önce