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Torcedor do Palmeiras morre em Lima pouco antes da final da Copa Libertadores. Ele foi identificado como Caue Brunelli Dezotti, de 38 anos, e estava participando com outros palmeirenses de um passeio de ônibus aberto no "Circuito de Playas", quando o veículo passou por baixo de uma ponte, e...

919,045 просмотров • 8 месяцев назад •via X (Twitter)

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Diagnóstico após acidente - Os pais de Felipe Ferreira, de 8 anos, usaram as redes sociais para relembrar que, há um ano, uma queda durante brincadeiras com outras crianças permitiu que eles descobrissem que o filho tinha um tipo raro de câncer cerebral, em Teresina. O garoto foi diagnosticado com glioma de alto grau, passou por procedimento cirúrgico e continua em tratamento, com medicações e terapias. 🧬 De acordo com o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (Graacc), os gliomas são tumores do sistema nervoso central que acometem principalmente o cérebro em crianças e podem apresentar diferentes graus de agressividade e comportamentos biológicos. Segundo a mãe, Lízia Rachel Ferreira, o acidente aconteceu em abril do ano passado em uma quadra de vôlei na casa de um amigo da família. “Tinha chovido, e eles estavam brincando de jogar bola e escorregar. Em uma dessas escorregadas, ele bateu a lateral do pescoço na rede, que o jogou para o outro lado. A raladura foi do lado esquerdo, e a batida na cabeça, do lado direito”, relatou Lízia. Apesar do susto, o garoto não apresentou hematomas na cabeça, apenas uma raladura no pescoço. Felipe chegou a ser examinado rapidamente por um médico que estava no local, que não identificou sinais alarmantes naquele momento. Segundo Lízia, a preocupação começou no dia seguinte, quando Felipe disse que não conseguia mastigar normalmente. A criança foi atendida por um otorrinolaringologista, que constatou uma pequena quantidade de sangue na região da garganta. Nesse momento, o profissional afirmou que poderia se tratar de uma pequena fratura craniana e encaminhou o menino para novo atendimento. No local, a criança passou por novos exames. Os resultados foram um choque pra família e para os profissionais de saúde que acompanhavam o caso. “Eu nunca vou esquecer a expressão do enfermeiro após o resultado do exame. Na hora, eu não achei que fosse algo grave. Todos me olhavam assustados. Lembro do médico pular da cadeira quando uma das médicas falou com ele, mas eu e meu esposo ainda acreditávamos que era só a fratura”, contou Lízia. Veja mais sobre o relato da mãe no #g1. #filho #criança #microcefalia #saúde #piaui

g1

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Um homem morreu após ser linchado por um grupo de pessoas na noite de terça-feira (24), no bairro Muchila, em Feira de Santana, Bahia. A identidade dele não foi divulgada. Segundo a Polícia Civil da Bahia, ele era suspeito de ter estuprado uma criança de apenas dois anos. O estupro teria ocorrido dias antes, em um mercadinho da região, e foi registrado por câmeras de segurança. As imagens que circularam nas redes sociais mostram o momento em que o homem se aproxima da criança e a conduz para um local fora do alcance das câmeras. Após a repercussão do caso, moradores se dirigiram até a casa onde ele estava. De acordo com a polícia, o grupo invadiu o imóvel e passou a agredi-lo com diferentes objetos. Em seguida, ele foi levado para a rua, onde as agressões continuaram até a morte. Equipes policiais estiveram no local, realizaram os primeiros levantamentos e identificaram câmeras que podem ajudar nas investigações. Os objetos usados nas agressões foram recolhidos e encaminhados para perícia. A criança foi atendida no Hospital Estadual da Criança e passou por exames. Até o momento, não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde. Em nota, a Delegacia de Homicídios informou que trata o caso como prioridade, com foco na proteção da vítima, apoio à família e responsabilização dos envolvidos. O caso gerou grande repercussão e comoção na cidade. Não sou a favor de linchamento, justiça não se faz com as próprias mãos. Mas também é impossível ignorar o sentimento de revolta diante de um crime tão grave. Casos de violência contra crianças precisam ser tratados com muito mais rigor, com punições duras e efetivas. E, sendo honesta, não vou dizer que lamento o desfecho, porque isso não refletiria a verdade do que sinto. MENOS UM ESTUPRADOR

Beta Bastos

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