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⚠️Trump tem falado constantemente do risco do desenvolvimento do autismo devido ao uso de paracetamol pelas gestantes e a FDA lançou portaria recomendando que se evite na gravidez. A própria fabricante, em 2017, também já declarou que não recomenda seu uso para mulheres grávidas. Mas o ministro do Lula...

173,113 просмотров • 11 месяцев назад •via X (Twitter)

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O mais novo “desafio do dia” no TikTok: grávidas ingerindo Tylenol para provar que o medicamento é seguro. O resultado já é trágico. Uma mulher, ao tentar seguir a tendência, sofreu overdose de paracetamol e está internada em estado crítico, com insuficiência hepática, entre 23 e 25 semanas de gestação. Segundo Nicole Sirotek, diretora-executiva da American Frontline Nurses — rotulada durante a pandemia como “desinformadora” pelo cartel da mídia — o caso chegou às 4h da manhã, em um telefonema desesperado de um marido: sua esposa está na UTI, em ventilação mecânica, com grave falência hepática, após tentar provar que o Tylenol não causa autismo, como ouvira no noticiário. A mãe provavelmente morrerá e a criança pode sofrer sequelas irreversíveis. Enquanto isso, no Brasil, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, preferiu classificar como “fake news” qualquer associação entre paracetamol e autismo. Ignorou inclusive a declaração da própria fabricante: “Não recomendamos nossos produtos durante a gravidez e eles não foram testados para uso durante a gravidez.” Ao sufocar o debate de forma precipitada, Padilha repete o roteiro já visto na pandemia: desqualificar questionamentos legítimos e impedir qualquer chance de confirmar ou refutar riscos com base na ciência. Enquanto Trump alertava para possíveis efeitos do paracetamol na gestação, o ministro da Saúde do Brasil optou por tratar o tema de forma leviana - enterrando a discussão científica e expondo mães e crianças a um perigo evitável. Os ataques concentram-se agora contra Harvard, que publicou estudo ligando o uso de Tylenol na gestação ao risco aumentado de autismo. Mas um estudo do Johns Hopkins também apresentou dados semelhantes. A reação oficial do regime, é desqualificar pesquisas científicas e impor silêncio. Os alertas se acumulam - mas autoridades e “especialistas” parecem mais preocupados em proteger narrativas do que mães e crianças. Esses, sim, são os verdadeiros negacionistas.

Karina Michelin

193,858 просмотров • 11 месяцев назад

Donald Trump anuncia estudos da relação do uso de Paracetamol e falta de vitaminas ao Autismo Em um anúncio feito há pouco no Salão Oval, o presidente dos EUA, Donald J. Trump, juntamente com o Secretário de Saúde e Serviços Humanos (HHS), Robert F. Kennedy Jr., e outras autoridades de alto escalão, relacionaram mães que tomam Tylenol/Paracetamol durante a gravidez a um risco aumentado de bebês desenvolverem autismo. Durante o anúncio, o presidente Trump também sugeriu que tomar outros comprimidos e vacinas poderia resultar em um "risco muito alto" de autismo, citando os Amish (grupo religioso) que, segundo ele, não têm casos de autismo. O republicano também voltou a falar sobre vacinas, dizendo não querer mercúrio ou alumínio em vacinas e que as doses contra sarampo, caxumba e rubéola (MMR) “deveriam ser tomadas separadamente”. Ele acrescentou ainda que “não há razão para dar vacinas contra hepatite B a recém-nascidos”. A FDA anunciou irá alterar a bula do paracetamol. "A FDA está tomando medidas para conscientizar pais e médicos sobre um conjunto considerável de evidências sobre os riscos potenciais associados ao paracetamol”. O comunicado da agência cita a análise de dados de mais de 40 pacientes, incluindo crianças, diagnosticados com uma condição metabólica rara chamada deficiência cerebral de folato (CFD) - vitamina B9, que pode causar sintomas neurológicos semelhantes aos observados em pessoas com autismo.

Área Militar

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