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Ultimo round vs FLUXO com comunicação pelo qualify da ACE Masters Blast Rising SA que voltamos a jogar sexta contra a ODDIK por volta das 20:00 horas🫡 Jhonatan Wilian Gabriel Schenato shz bsd b4rtiN lopz

12,065 views • 1 year ago •via X (Twitter)

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O conflito entre Irã e Israel entrou numa fase crítica e sem precedentes nas últimas 48 horas, com ataques diretos contra centros estratégicos, civis e estruturas militares dos dois lados. Na noite deste sábado, 14 de junho, o Irã lançou uma nova onda de mísseis balísticos contra Israel, desta vez atingindo diretamente a cidade de Haifa. Um dos projéteis escapou das defesas aéreas e atingiu uma residência em Tamra, matando uma jovem de 20 anos e deixando pelo menos 13 feridos - um deles em estado grave. O restante da barragem foi interceptado, mas o ataque deixou o norte de Israel em alerta máximo. Horas depois, veio a resposta israelense, já antecipada por autoridades americanas, que classificaram a ofensiva como “inevitável”. A Força Aérea de Israel lançou a operação Rising Lion, com bombardeios massivos contra mais de 100 alvos em território iraniano. Em Teerã, as residências de altos comandantes da Guarda Revolucionária (IRGC) foram atingidas, entre eles Hossein Salami, Amir Ali Hajizadeh, Mohammad Bagheri e Gholamali Rashid. Simultaneamente, Israel destruiu a Universidade Malek Ashtar - centro-chave no programa nuclear e de mísseis balísticos iranianos, já sancionado pelos EUA. Outro golpe estratégico foi a destruição de um dos maiores depósitos de combustível da capital iraniana, responsável pelo abastecimento de Teerã e de bases aéreas no norte e centro do país, paralisando parte da logística militar iraniana. Fontes iranianas confirmam pelo menos 78 mortos, entre eles cientistas nucleares e militares de alto escalão, e mais de 320 feridos. Israel, por sua vez, segue monitorando novas tentativas de retaliação iraniana. Fontes de segurança israelenses afirmaram ao Wall Street Journal que o líder supremo iraniano, Ali Khamenei, não está fora da lista de alvos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que os ataques ao regime dos aiatolás “serão além do que eles podem imaginar”. O conflito já levou Estados Unidos e Reino Unido a reforçarem suas forças militares no Oriente Médio. O Irã, por sua vez, ameaçou atingir bases militares norte-americanas, britânicas e francesas caso intervenham diretamente no apoio a Israel.

Karina Michelin

34,938 views • 1 year ago

A última semana de fevereiro pode nascer com duas vitórias FUNDAMENTAIS para o presente e futuro do São Paulo em todos os aspectos: As expulsões NECESSÁRIAS do clube da dupla Mara e Douglas, além das demissões por JUSTA CAUSA coerentes de Eduardo Toni e Érica Duarte. A primeira vitória deverá ser conquistada no decorrer da semana. Hoje acontece no clube uma oitiva dos advogados que defendem Mara e Douglas no processo. A sessão já se iniciou no conselho de ética e deverá ir até as 22h00 (previsão). Segundo informações, pelo menos TRÊS INTEGRANTES do conselho de ética devem formar maioria simples pedindo a expulsão da dupla do clube. Caso ocorra isso, a ratificação é feita no conselho deliberativo por maioria simples (50% + 1), ou seja, 126 votos. A segunda vitória pode ocorrer nas próximas horas. Segundo informação do brilhante jornalista e amigo Gabriel Sá , alguns conselheiros do São Paulo protocolaram nas últimas horas um pedido de demissão por justa causa de Eduardo Toni, diretor de marketing, e Érica Duarte, diretora jurídica. Ambos estão envolvidos na história da confecção da camisa número um do São Paulo, edição 2026. Os conselheiros argumentam que ela não seguiu o padrão determinado pelo estatuto. INTERNAMENTE ouve um enorme embate entre os departamentos, um jogando a culpa no outro. Contudo, nesse caso, um contemplou o erro do outro. Além disso, várias outras situações pesam contra Toni e Erica. O caso do camarote foi citado no pedido dos conselheiros, destacando que Toni foi omisso. O mesmo ligou para Gabriel Sá dizendo que ele “avisou o seu chefe” - na época, Júlio Casares - falando sobre o ocorrido e que isso, na leitura dele, não se traduz como omissão. Mas peraí, se Toni realmente quisesse pensar no clube, porque ele não avisaria a polícia, ou a imprensa sobre o que sabe do fato? Porque avisou justamente a pessoa que mais seria prejudicada com o processo da Adriana e todo aquele esquema de corrupção? Que estranho, não é verdade? Para mim, conversa para boi dormir, pois TODO MUNDO é sabedor da influência de Toni, por exemplo, na comunicação de Casares. Ele compôs a tropa de choque de JC, junto com Carlomagno e Martins. Sobre Erica Duarte, basta pegar a nota da FGOAL e diagnosticar um erro crasso da mesma, que mais defendeu a empresa que o São Paulo. Parabéns aos conselheiros. Contudo, faço um apelo: Não se esqueçam de extirpar o quão antes OLTEN AYRES DE ABREU. É condição si-ne-qua-non. Mais vitórias nos espera. Os tempos estão mudando no São Paulo!

Ramoni Artico

13,554 views • 5 months ago

TERROR EM LONDRINA, PARANÁ: A PM cercou mulheres e crianças e disparou contra uma festa de aniversário em Londrina. Os moradores da Bratac são alvo de perseguição pela PM desde que protestaram pelo assassinato de Kelvin e Wender. Agora, pelo menos 20 pessoas ficaram feridas ou foram intoxicadas na noite de sexta-feira (18) depois que policiais militares invadiram a festa de aniversário e dispararam bombas de gás lacrimogênio e tiros de balas de borracha, contra quem estava em uma residência. Entre as vítimas está uma menina de 13 anos que precisou de atendimento médico. Dois homens foram espancados e mulheres foram agredidas. A menina ferida que precisou encaminhamento estava com uma criança no colo quando levou um tiro de bala de borracha no rosto. Por volta das 23h30, policiais militares passaram em uma viatura e resolveram acabar com a festa. Não tinha reclamação de ninguém da vizinhança. “Era aniversário de uma pessoa muito querida na comunidade. Eles chegaram já batendo no aniversariante e em quem chegasse perto. Só que já tinha umas quatro viaturas esperando na esquina. O povo que foi indo dispersado pra fora da casa já foram cercados pelos policiais que estavam na esquina. Eles trancaram as pessoas e ficaram atirando dos dois lados. Eles já chegaram preparados pra fazer isso”, relata uma testemunha. “As pessoas que estavam lá tentando fugir eram mães com crianças. Foi muita maldade e covardia”, conta. Uma mulher que estava dentro da casa relata momentos de terror. “Eles viram que não tinha ninguém no quintal, que só tinha a gente (mulheres, idosos e crianças) dentro da casa e começaram a dar um monte de tiro pra dentro da casa. As crianças começaram a passar mal, ninguém conseguia sair. Eu achei que todo mundo ia morrer. Uma mulher foi pedir pra eles pararem e jogaram ela longe, jogando spray de pimenta na cara. Bateram no filho dela. Foi cena de filme de terror. Eles são muito ruins, gente do mal mesmo”, conta uma mulher vítima da violência.

Renato Freitas

164,380 views • 1 year ago

SEPOL/SSPIO/DGPC/1º DPA / 15ª DP – GÁVEA e CORE CUMPRIMENTO DE MANDADOS DE PRISÃO. PRESOS: 1 – GABRIEL FILLIPE MARTINS RIBEIRO (Tentativa de latrocínio contra um DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL) 2 – DAVIDSON DINIZ FERREIRA ( Faz parte da quadrilha que invadiu o Parque Laje no carnaval passado) Na presente data, 26MAI2025, Policiais Civis da 15ª DP, coordenados pela Delegada Titular, Dra. Daniela Terra, em OPERAÇÃO CONJUNTA COM A CORE, efetuaram o CUMPRIMENTO DOS MANDADOS DE PRISÃO dos nacionais GABRIEL FILLIPE MARTINS RIBEIRO e DAVIDSON DINIZ FERREIRA, pela prática dos delitos de ROUBO QUALIFICADO E ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA, na comunidade do TURANO. A ação de hoje foi resultado de três meses de investigações envolvendo de dois casos de extrema repercussão na Zona Sul do Rio, sendo um no bairro da Gávea e outro no Jardim Botânico – Parque Lage. Com relação ao fato de Gávea, trata-se de tentativa de latrocínio contra um DELEGADO DA POLÍCIA CIVIL, em FEV2025, com a participação de três Autores, sendo um neutralizado no local pela Autoridade e, com relação aos outros dois elementos, ambos foram qualificados pela equipe da 15º DP, sendo um deles o nacional Danilo Henrique Damasceno da Silva, preso pela equipe da RECAP da Policia Penal em 21ABR2025, tendo o fato sido registrado na 24ª DP (RO 024-03129/2025. No que tange ao terceiro integrante, GABRIEL FILLIPE MARTINS RIBEIRO, foi preso na data de hoje pelas equipes da 15ª DP e CORE na Comunidade do Turano (RO 015-02839/2025). Quanto a ocorrência do Jardim Botânico, fato vulgarmente conhecido como “BONDE DO PARQUE LAGE”, ocorrido na sexta feira, véspera de Carnaval e amplamente divulgado pela mídia, oito elementos fortemente armados e encapuzados, desceram pela área de mata e empreenderam fuga pelo parque Lage após render um vigilante, seguindo para direção incerta. No decorrer das investigações, foi apurado que a real intenção dos autores seria a prática de roubo a residências de luxo, sendo possível identificar o batedor do bando, DAVIDSON DINIZ FERREIRA, que atuou em toda empreitada criminosa, verificando a presença de Policiais na rota de fuga escolhida pelos Autores. A ação de hoje, realizada na Comunidade do TURANO, foi resultado de intenso trabalho de inteligência, com o uso das mais avançadas técnicas de investigação, tais quais quebra de dados telemáticos e monitoramento avançado, o que possibilitou a identificação e prisão dos envolvidos. Cumpre salientar que todo planejamento operacional foi realizado EM CONJUNTO COM A CORE, que teve participação fundamental na execução da operação. Com a prisão de GABRIEL FILIPE, todos os envolvidos na tentativa de latrocínio contra o DELEGADO da POLICIA CIVIL estão identificados, presos ou neutralizados. No que se refere ao “BONDE DO PARQUE LAGE”, após a prisão de DAVIDSON DINIZ, foi possível esclarecer que todos os demais envolvidos pertencem à Comunidade dos Prazeres, sendo certo que as investigações continuarão, para identificação e prisão dos mesmos. Em sede Policial, foi verificado que Danilo Nascimento da Silva, preso pela equipe de RECAP da Polícia Penal, possuía diversas anotações por roubo e receptação. Quanto à Davidson Diniz, batedor do “BONDE DO PARQUE LAGE”, foi verificado que possuiu diversas anotações por roubo e tentativa de homicídio. Finalizadas as formalidades legais, GABRIEL FILLIPE e DAVIDSON seão encaminhados à Benfica onde permanecerão a disposição da justiça. 🦅 🦅 Polícia Civil em defesa de quem precisar. 🦅🦅

Rio de Nojeira Oficial ®

58,426 views • 1 year ago

Lula mostra a sua verdadeira face na Convenção Nacional do PDT: o verdadeiro Lula Comunista. 00:00 | Soberania nacional e democracia Lula abre o discurso dizendo que a campanha deve ser marcada por dois temas centrais: defesa da soberania nacional e defesa da democracia. Segundo ele, “ninguém diz o que nós vamos fazer” no Brasil. Além de ressaltar a saudades de concorrer com candidatos do antigo teatro das tesouras. 00:02:30 | Ataques ao período pós-Dilma O presidente voltou a chamar o impeachment de Dilma Rousseff de “golpe” e afirmou que, depois disso, teria sido plantado no país um ambiente de ódio, mentira e difamação política. Ressaltou que está com 80 anos e está mais 'motivado' a concorrer ao 4º mandato. 00:04:00 | Crítica ao governo anterior Lula disse que, ao reassumir em 2023, encontrou políticas públicas destruídas e citou a recomposição de ministérios e da indústria naval como exemplos de reconstrução. 00:05:21 | Petrobras, BR Distribuidora e fertilizantes O presidente criticou a privatização da BR Distribuidora e afirmou que o país perdeu instrumentos para enfrentar crises no preço do petróleo. Também citou a recuperação de fábricas de fertilizantes no Paraná, Sergipe e Bahia. 00:06:40 | PDT, Brizola e relação histórica Lula agradeceu o apoio do PDT, lembrou a relação com Leonel Brizola e disse que, apesar das divergências históricas, os dois nunca deixaram de manter uma relação respeitosa. 00:08:45 | Getúlio Vargas, CLT e Petrobras Lula fez uma defesa do legado de Getúlio Vargas, citando salário mínimo, CLT e criação da Petrobras como marcos de inclusão social e soberania nacional. 00:11:27 | Educação como investimento O presidente afirmou que proibiu o uso da palavra “gasto” para educação em seu governo e defendeu que o Brasil só será soberano quando exportar inteligência e conhecimento, não apenas soja, minério e commodities. 00:12:51 | Escola em tempo integral e CIEPs Lula elogiou a visão de Brizola com os CIEPs e defendeu a nacionalização da escola em tempo integral, afirmando que ela traz educação, cultura e tranquilidade para pais e mães. 00:16:10 | Educação x sistema prisional Ele comparou custos: segundo Lula, um aluno de engenharia espacial custa R$ 20 mil por ano, um estudante de Instituto Federal custa R$ 16 mil, enquanto um preso pode custar entre R$ 35 mil e R$ 40 mil por ano. Por isso o PT apoia políticas de desencarceramento em massa? 00:16:54 | Ataque aos adversários No fim, Lula disse que a campanha é para vencer, afirmou que não se pode permitir a volta do “negacionismo” e do “fascismo” e chamou de traidores aqueles que, segundo ele, pedem punições contra o Brasil no exterior. 00:18:59 | Recado a Marco Rubio Lula afirmou que, se Marco Rubio quiser vir ao Brasil apoiar seu adversário, que venha e monte um comitê, dizendo que pretende derrotá-los “em nome da defesa da democracia”. Qual democracia, Lula? Um dia após Daniel Ortega, ditador da Nicarágua amigo de Lula, declarar que não haverão mais eleições naquele país, Lula no Brasil exalta o seguinte discurso: “Nós não temos o direito de perder essas eleições.” Lula transformou a convenção do PDT em um discurso de claro de campanha eleitoral: soberania (??), democracia (??), Petrobras (??), educação (??) e ataques diretos aos bolsonaristas.

Pâm 🌸

15,222 views • 13 days ago

🚨JORNALISTA GUSTAVO SOLER FALA SOBRE A NEGOCIAÇÃO DE DANILO do Botafogo F.R. PARA O SE Palmeiras. “DANILO NÃO JOGA MAIS NO BOTAFOGO.” 🎙️GUSTAVO SOLER: “Vamos lá, Massa, porque o Danilo volta de férias nessa semana no Botafogo, entre terça e quarta-feira, e quando ele voltar, ele já vai comunicar, né, a nova chefia do Botafogo, assim como ele já fez com a chefia anterior do Botafogo em maio, e por isso, a gente tem que pontuar isso. O Danilo não entra em campo pelo Botafogo desde maio por causa do Palmeiras. Porque em maio o Palmeiras voltou e perguntou: 'se eu fizer uma proposta, você tem o desejo de voltar a jogar aqui?' Ele falou 'sim'. Aí o Palmeiras comunicou o Botafogo, ó, depois da copa eu vou oficializar a proposta, tá? E o Danilo falou, ó, como o Palmeiras vai oficializar a proposta e eu prefiro ir para lá do que continuar aqui, eu não entro mais em campo para não estourar o limite de jogos. Então, isso a gente precisa ter em mente, que ele não joga, eh, desde maio pelo Botafogo por causa do Palmeiras. Porque o Palmeiras é o único clube do Brasil que chegou nele e falou, ó, se precisar, você volta? Sim, se não tiver nada da Europa eu volto. E não tem nada da Europa. Ah, Chelsea, não tem Chelsea, não tem Newcastle, nem meia-bola manda, que estão falando aí agora da Roma, a Roma também não fez proposta por ele, então a única proposta que tem na mesa, eh, do Botafogo nesse momento é do Palmeiras, e tem uma do Zenit, que ele já falou, 'o Zenit eu não vou, nem a pau, nem a pau vou para o Zenit', não quer ir para, para a Rússia. Então, a única proposta que tem, que ele quer e que tem o mesmo valor da proposta do Zenit, é exatamente a proposta do Palmeiras. O Botafogo está sonhando com 30, 35, 40, ele não vai ter isso eh de proposta por ele, sem contar que o Palmeiras ainda tem um grande aliado nesta operação toda, que são os empresários do Danilo, que o Botafogo deve muito dinheiro para esses caras também. Então, o Danilo volta essa semana, vai avisar a nova chefia da GDA, que tá cuidando do Botafogo, que ele quer ir embora, que ele quer ir para o Palmeiras. O Botafogo provavelmente não vai responder ao Danilo e ao Palmeiras ainda nesta semana, e como o Danilo volta terça ou quarta, eles já estão pensando no jogo de quinta contra o Santos no Nilton Santos, depois vai ser sexta-feira, vão dar né aquele miguézinho, então só segunda que vem, a gente deve ter algo concreto desta operação, mas o Danilo já volta esta semana pra pedir a saída dele pro Palmeiras lá no Botafogo.” #Palmeiras #botafogo #Contratação #Brasileirão #Libertadores

Catão🇳🇬🐷

32,021 views • 21 days ago

🗣️ENTREVISTA INTERNACIONAL | Flávio Bolsonaro (Flávio Bolsonaro) concedeu entrevista à jornalista Libby Alon, do canal israelense C14 News | EN e levou ao público internacional uma mensagem: o Brasil precisa voltar a se alinhar com democracias, combater o terrorismo, enfrentar o crime organizado e reconstruir sua relação histórica com Israel. Logo no início, Flávio afirmou que a América Latina vive uma virada à direita após anos de governos de esquerda marcados, segundo ele, por “violência, sofrimento, fome e desesperança”. Citou Javier Milei como símbolo dessa nova onda conservadora e lembrou a recepção calorosa de argentinos a Jair Bolsonaro na posse do presidente argentino. 00:02:21 Ao ser questionado sobre as pesquisas no Brasil, Flávio disse que já há levantamentos mostrando empate ou vantagem numérica contra Lula. Para ele, a virada no Brasil virá pelo bolso: perda do poder de compra, comida cara, crise econômica e avanço da violência. 00:04:00 Sobre as primeiras medidas de governo, Flávio defendeu um “tesouraço” nas despesas públicas, inspirado na motosserra de Milei, com corte de gastos, redução de burocracia, revisão de normas e uma nova reforma tributária voltada à redução de impostos. Também colocou o combate aos criminosos como prioridade inicial. 00:05:18 Ao falar de Jair Bolsonaro, Flávio afirmou que o ex-presidente foi alvo de uma “grande farsa” e de perseguição pessoal por setores do Judiciário. Disse ainda que Bolsonaro segue sendo um “herói nacional” e que espera vê-lo livre e de volta às ruas em breve. 00:07:00 Sobre o estado de Bolsonaro, Flávio disse que o pai não está 100%, mas segue mentalmente forte, consciente do que acontece no país e continua sendo seu maior conselheiro político. 00:07:40 Questionado sobre o que faria diferente de Jair Bolsonaro, Flávio apontou a comunicação como ponto central. Segundo ele, a grande mídia atuou fortemente contra Bolsonaro, e melhorar a comunicação será essencial para defender o legado e avançar. 00:08:31 No campo internacional, Flávio criticou Lula por se aproximar de China, Irã e regimes hostis a Israel. Defendeu que o Brasil dialogue com todos, mas afirmou que os valores brasileiros estão mais próximos do Ocidente, dos Estados Unidos e de Israel. 00:09:40 Flávio destacou sua atuação nos Estados Unidos para defender a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Segundo ele, mais de 50 milhões de brasileiros vivem em áreas dominadas por facções, e Lula teria atuado no sentido contrário. A frase mais forte veio nesse trecho: “Lula defende os bandidos brasileiros, Bolsonaro defende os brasileiros.” 00:10:35 Ao falar sobre Irã e terrorismo, Flávio criticou a presença de Geraldo Alckmin na posse do então presidente iraniano e afirmou que a postura do governo Lula passa ao mundo uma imagem equivocada do Brasil. Para ele, “não é o Brasil, é o Lula” quem adota essa posição. 00:11:39 Flávio defendeu o direito de Israel existir, de se defender e de proteger seu povo. Também afirmou que a maioria dos brasileiros se solidariza com Israel diante dos ataques terroristas e que, em um eventual governo seu, a imagem internacional do Brasil mudará. 00:13:50 Sobre relações diplomáticas, Flávio prometeu não apenas reatar, mas ampliar os laços entre Brasil e Israel. Disse que indicará um embaixador com perfil comercial, diplomático e alinhado aos princípios históricos entre os dois países. 00:15:09 Flávio também reafirmou o compromisso de dar continuidade ao projeto iniciado por Jair Bolsonaro de aproximar ainda mais o Brasil de Israel, inclusive em cooperação tecnológica, inovação, segurança e desenvolvimento. 00:15:28 Ao explicar por que seu apoio a Israel é pessoal, Flávio relembrou sua primeira viagem ao país, em 2017, e disse ter se encantado com a capacidade de Israel transformar deserto em desenvolvimento, tecnologia, pesquisa e prosperidade. Citou uma frase de Bolsonaro: “Olhem o que Israel não tem e o que eles são. Olhem o que o Brasil tem e nós não somos.” 00:17:16 No encerramento, Flávio voltou a defender o direito de Israel existir e se defender, lembrou o papel histórico do Brasil no reconhecimento do Estado de Israel em 1948 e afirmou que torce pela paz, mas sem relativizar métodos terroristas.

The Incorrupt

45,080 views • 21 days ago

🔥"TEMOS QUE TORNAR O AMBIENTE INSUPORTÁVEL PARA ESSAS PESSOAS PARA ELAS SAÍREM"🔥 CEO PROMOVE FESTIVAL DE HORRORES EM REUNIÃO COM TRABALHADORES DA CI&T O Sindpd teve acesso, após uma série de denúncias, ao vídeo da reunião do CEO da CI&T, Cesar Gon, com os trabalhadores da empresa, que ocorreu na última sexta-feira, para tentar explicar o inexplicável corte de 90% no PLR. A reunião é um festival de horrores com ameaças, práticas antissindicais e confissões sobre o processo de mudança na PLR que culminou em prejuízo e frustração para os trabalhadores da gigante de tecnologia. A reunião foi motivada após o Sindpd, que é alijado da negociação de PLR desde 2021, denunciar que a empresa alterou os critérios de aferição do pagamento do PLR e causou uma redução drástica do PLR pago aos trabalhadores, passando de 52% do salário para meros 3%. Uma redução superior a 90%. "Nossa visão, estamos à disposição, temos todas as evidências, os caras [sindicato] vão fazer barulho pelas razões deles. São as táticas 'dos fins justificam os meios'. E assim tem um ponto desse assunto. Bicho, se vocês não acreditam no que eu tô falando, nada mais vai funcionar, na boa, SUA VIDA NA CI&T VAI SER UM INFERNO, porque a gente vai fazer um monte de coisa muito rápido e a gente precisa de um ambiente de trust. Então vai ficar insuportável, afirmou Cesar Gon, após ser questionado por um trabalhador o motivo de sindicato não intermediar a negociação. Além da ameaça, fica nítida a prática antissindical neste e em outros momentos, como quando um trabalhador questiona como a empresa e o sindicato podem atuar para melhorar a comunicação e a relação dos trabalhadores com a empresa: "Se a gente precisar do Sindicato pra saber como vocês se sentem, fudeu, né gente?! FUDEU! Não vamos ganhar o jogo mundial com intermediário. Vocês precisam conversar dentro da CI&T, com os líderes da CI&T e comigo. Esse é meu plano. O Sindicato tá lá... tem a buraca lá, tem a comissão, mas na boa, bicho. Esse não é meu jogo. Vocês não são trabalhadores. Vocês são parte do time (...) Nós somos uma empresa que quer ganhar o jogo junto. E na boa, vocês precisam conseguir esse ambiente de segurança dentro da CI&T. Isso que a gente precisa arrumar. (...) Tem o protocolo lá, monta-se a comissão, elege-se a comissão, mas não é o jogo. Pelo amor de Deus, SE DEPENDER DO SINDICATO TAMO MORTO, como 99% das empresas de Tecnologia no Brasil. Por que só tem a CI&T Global?! Porque não é esse o jogo. O jogo é outro. E a gente vai ganhar esse jogo, mas não é precisando de intermediário na comunicação de quem tá aqui. (...) Esse jogo a gente não vai jogar" Confira o material na integra no comentário:

Sindpd SP | Sindicato de TI 💻

474,590 views • 2 years ago

O Brasil chegou a um ponto institucionalmente grotesco - o decano do STF, Gilmar Mendes, após pedir o inserimento do pré-candidato presidencial Romeu Zema no inquérito das fake news por um vídeo satírico, continuou suas provocações públicas ao ex-governador de Minas Gerais. Em menos de 24 horas, ironizou o sotaque de Romeu Zema em entrevista no Jornal da Record, sugerindo que ele falaria um “dialeto próximo ao português”; depois, em entrevista ao Metrópoles, comparou críticas “ao STF” - que, na verdade, são à sua pessoa - à hipótese de retratar Zema como “homossexual” ou “ladrão”, aumentando ainda mais a indignação nas redes e, diante da repercussão, publicou em sua conta no X um post pedindo desculpas pelo excesso. Esse é o ministro mais antigo da Suprema Corte brasileira - o decano. A figura que deveria simbolizar sobriedade, prudência, equilíbrio institucional e respeito à Constituição. Mas o que se vê é o oposto: ministros que já não se comportam apenas como juízes, mas como comentaristas políticos, debatedores de rede social e atores do conflito público. A instituição que deveria falar nos autos fala em entrevistas, nas redes sociais e em recados públicos contra adversários políticos e, quando exageram e recebem críticas pertinentes, dizem-se atacados. Isso é insano e não reflete os princípios republicanos. A Constituição diz que cabe ao STF, precipuamente, a guarda da Constituição; não cabe ao Supremo guardar reputações pessoais, patrulhar sátiras, atacar sotaques regionais ou constranger opositores. O Código de Ética da Magistratura também exige prudência na relação de magistrados com os meios de comunicação - juiz não é militante, ministro de Suprema Corte não é influenciador e decano não é cabo eleitoral togado. O problema já não é apenas uma frase infeliz, é o retrato de uma grave crise institucional. Quando os integrantes da Corte abandonam a Constituição, o rito, a autocontenção e a imparcialidade para entrar no ringue político, o caos, a injustiça e a maledicência se tornam a ordem do dia.

Karina Michelin

19,931 views • 3 months ago

Então... #FROM nunca foi apenas sobre escapar da cidade. Sempre foi sobre um jogo. Menino de Branco vs. Homem de Amarelo! Esses dois têm jogado xadrez com a vida das pessoas. Toda vez que este lugar concede alguma coisa — conhecimento, comida, sobrevivência, respostas — algo é tomado em troca. Sempre. A troca não é opcional. Ela é a regra que governa todas as transações desse sistema. A magia funciona da mesma forma. O ovo que Sophia usou para trazer Roger de volta já continha uma vida em desenvolvimento. O sangue é a prova disso, e foi ele que forneceu a troca. Uma vida foi dada, uma vida foi tirada, uma vida foi devolvida. É o jogo do bem contra o mal. Uma prova disso é que o "ex-Menino de Branco", agora adolescente, sabia desde o começo que Sophia era o Velho de Amarelo. Então, por que ele não contou nada para o Victor? Porque ele precisa seguir as regras do jogo. Cada ciclo desse jogo de entidades deixa uma estrutura para trás A igreja de pedra provavelmente é de 1700. A Casa da Colônia corresponde a 1864. O abrigo corresponde a 1931. As casas da cidade correspondem a 1978. Por isso a cidade é toda remendada, com uma mistura de casas novas e antigas. O motel não terminou de ser adicionado à cidade porque Victor está vivo e seu ciclo ainda não foi concluído. Por isso temos apenas a placa do motel. O ciclo do Victor ainda está em aberto. Este lugar não é estruturado como uma história Ele é estruturado como um jogo. Não metaforicamente, mas literalmente. As regras pelas quais ele funciona, os papéis que cada personagem desempenha, a forma como tudo é reiniciado quando falha, os números espalhados pela série... tudo segue a lógica de um jogo com uma precisão que eu não acredito ser acidental. Livros e referências dentro do sistema Comecemos pelos livros que Ethan trouxe para a cidade: The Adventures of the Grand Gulagog e The Flight of the Chromenockle. Ambos são livros infantis de fantasia, os favoritos de Ethan, e ambos contêm locais e mecânicas que refletem diretamente a estrutura desse lugar. O Lago das Lágrimas existe tanto no Chromenockle quanto na cidade. O Story Walker, personagem que visita capítulos da história que já aconteceram, é mencionado e definido no Grand Gulagog antes mesmo de Julie descobrir que consegue fazer exatamente isso. A Caverna do Dragão Solitário, que Ethan comparou diretamente ao depósito do restaurante, contém o mapa que o Chromenockle precisa encontrar para achar o caminho de casa. E todos os personagens encontraram alguma coisa naquele depósito que acabou levando a novas respostas. Ethan chegou a esse lugar com o manual de instruções nas mãos, escrito em uma linguagem que uma criança consegue entender, porque esse jogo sempre foi centrado nisso. A entidade e o controle do sistema A entidade em FROM conhece perfeitamente o mundo exterior e o avanço tecnológico exterior. Tanto que a Câmera fotográfica mostra perfeitamente a casa do Boyd no episódio que ele está com Elgin. Porem lá dentro as leis dessas tecnologias não são iguais a fora da cidade. E Pelo que todos perceberam a entidade controla perfeitamente essas tecnologias. Ela se comunica por radio, por telefone quando bem entende. As luzes e fios de energia não precisam de energia normal pois é a própria entidade que controla as leis do lugar. O preço do conhecimento Tudo em FROM tem consequências. Toda ação destrava uma nova fase, uma nova resposta ou uma nova regra. Para obter respostas é preciso destravar coisas, pagar um preço, seja com sangue ou com uma vida. "O conhecimento tem um preço." Isso foi esfregado na nossa cara o tempo todo. Cada uma dessas respostas teria um custo, exatamente o que os moradores anteriores estavam fazendo quando criaram as lanças e os talismãs de pedra: aprendendo as regras a um preço enorme e deixando esse conhecimento para o próximo ciclo. Um exemplo é quando eles cavaram o buraco, encontraram os túneis e descobriram que os fios de energia não levam a lugar algum. De repente, a casa desabou sem motivo aparente. Esse foi o preço pago pelas respostas. A importância das regras ou rituais As regras do jogo são tão importantes que, até para matar um monstro, você precisa seguir um rito específico. Cada monstro possui um contra-ataque específico. Nada além dele funciona. As lanças não funcionam contra as cigarras. Não funcionam contra as criaturas da noite. Não funcionam contra o Homem de Amarelo. Mensagens e sinais do sistema Outra prova de que essas entidades estão jogando é que o Menino de Branco fala: "Você vai perder desta vez. Eles acharam os ossos." Isso significa que encontrar os ossos destravou algo positivo para o lado do bem. Então Sophia responde: "É, mas eles derrubaram a árvore." Isso significa que derrubar a árvore destravou algo positivo para o lado do mal. Por exemplo, bastou a árvore cair para que Sophia começasse a roubar os talismãs, antes conquistados por Boyd. Ela não podia fazer isso antes porque esses talismãs foram conquistados com sacrifício, tanto por Boyd quanto pelo preço que todos pagaram. Afinal, quando Boyd os encontrou, Abby passou a ser manipulada e saiu matando todo mundo, provando que encontrar os talismãs também trouxe um preço. Lembrem-se: nesse lugar, a troca não é uma escolha, é a regra. Ao derrubarem a árvore, Sophia destravou novas possibilidades nesse jogo. Os monstros não são apenas os moradores antigos do primeiro ritual Parece que, em cada ciclo, um dos moradores desse jogo entre as entidades se torna um monstro, e agora Fatima é um deles. Muitos se perguntavam por que os monstros parecem robóticos, como se algo os controlasse. Bem, se Fatima agora virou um deles, será que ela terá consciência própria ou será controlada por uma força maior? Será que agora Fatima se tornou um membro permanente do lado do mal e será controlada pelo jogador chamado Homem de Amarelo nesse jogo/ciclo? Informações recentes dos criadores de FROM 1 - A quinta temporada se chamará "END GAME" ("Fim de Jogo"). 2 - John Griffin, criador da série FROM, disse: "A maioria das respostas para os mistérios da série está no primeiro episódio da primeira temporada." 3 - Julie será a solução, e o eixo da viagem no tempo retornará com mais força na temporada final. 4 - A árvore caída no meio da estrada é sempre diferente em cada episódio. Teoria central: o que é FROM? Se a maioria das respostas realmente está no primeiro episódio, será que tudo tem relação com Ethan e Julie? Seria FROM apenas um RPG jogado entre irmãos? Seriam Ethan e Julie as representações do Menino de Branco e do Homem de Amarelo nesse jogo? Que tipo de jogo é esse? Eu não estou dizendo que aquilo seja um jogo eletrônico ou um mundo virtual. Talvez tudo esteja na cabeça de Ethan e Julie enquanto jogam. Ou, se não for isso, então eles estão presos em um ambiente cósmico totalmente controlado pelas duas entidades, que estão jogando esse xadrez com a vida deles. E destravando novas regras de acordo com suas ações. Aquele mundo, ou aquele lugar, é totalmente controlado por regras próprias como um jogo. O clima do lugar muda de acordo com o que os moradores fazem nesse jogo. O dia vira noite, e a noite vira dia de uma hora para outra. A chuva vai e vem quando bem entende e, de repente, começa a nevar. Cabras, vacas e galinhas surgem do nada apenas para que eles saiam para explorar o lugar, como se fossem recompensados. Conclusão Sabendo de tudo isso, podemos cravar que FROM se passa em um ambiente totalmente controlado por regras de um RPG ou regras de uma entidade. Pode ser um RPG jogado entre Ethan e Julie. Pode ser uma história contada por Ethan. Pode ser um jogo real entre duas entidades ancestrais que surgiram a partir do primeiro pacto. Pode ser um ambiente cósmico que sequestra pessoas reais para punir Jade e Tabitha eternamente por não terem seguido o sacrifício original e, por isso, o filho deles sobreviveu e sempre sobrevive no final do jogo ou ciclo.

Kimi Vaizard

12,449 views • 1 month ago

⏯️Poucas horas após a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por golpe de Estado e mais quatro crimes, a quadra comercial da 405 Norte foi fechada por brasilienses que foram às ruas festejar a decisão. Suprema Corte imputou uma pena de 27 anos e três meses de prisão ao ex-mandatário. Ao som de Tá na Hora do Jair, Já Ir Embora, os brasilienses presentes celebravam a pena. Nesta sexta-feira (12/9), data para qual estava previsto o último dia de julgamento, haverá outros eventos em desfavor de Jair Bolsonaro e aliados no Setor Comercial Sul (SCS), na 405 Norte, no Setor Bancário Sul (SBS), na Feira Permanente do Gama, entre outros locais. Em contrapartida, apoiadores de Bolsonaro seguem na porta do condomínio do ex-presidente no Jardim Botânico, com bandeiras do Brasil e de Israel e cartazes escritos “Volta, Bolsonaro”. Mais cedo, o Metrópoles entrou em contato com parlamentares e lideranças de direita, que afirmaram não haver nenhum protesto ou evento similar marcado. Após o voto do ministro Luiz Fux, que discordou dos colegas de Supremo Alexandre de Moraes e Flávio Dino, os ministros Cármen Lúcia e Cristiano Zanin votaram, na tarde desta quinta-feira (11/9), e fecharam a condenação pelo placar de 4 x 1. A exceção de Fux, os demais ministros da Turma acataram a denúncia da PGR na íntegra e votaram por condenar os réus por organização criminosa armada; golpe de Estado; tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União (exceto Alexandre Ramagem) e deterioração de patrimônio tombado (exceto Ramagem). O placar geral do julgamento ficou em 4 a 1 pela condenação de Bolsonaro, em um colegiado de 5 ministros. ➡️ Leia a notícia completa em 📹 Material cedido ao Metrópoles - @kebecfotografo/Metrópoles

Metrópoles

178,968 views • 10 months ago

O pedido de rescisão contratual de Dória no São Paulo é mais um episódio que constata o quão as redes sociais, mídias segmentadas e alternativas via internet tem, a cada dia que passa, mais força em ações dentro dos clubes de futebol no país. Sem ameaçar ou incitar a violência - como alguns perfis, infelizmente, ainda fazem com certa rotina - a internet interfere SIM no dia a dia das entidades esportivas e de outros segmentos ao redor do mundo. No próprio São Paulo, se não fosse a mídia segmentada, alternativa, redes sociais e canais via internet, fatalmente não teríamos o Impeachment de Casares, as expulsões de Mara e Douglas, o arrefecimento da candidatura de Caboclo para a presidência do São Paulo, além de inúmeras outras ações que já aconteceram e que deverá acontecer em breve. Eu mesmo e a São Paulo Digital são listados como um dos principais canais que contribuíram com esse processo que ocorre no SPFC. Particularmente, destaco além das denúncias contra Casares, a tentativa de golpe de Olten contra Massis em Fevereiro, as críticas para Eduardo Toni - que foram determinantes para sua demissão - além de outras informações. Outros colegas e canais também entram nessa lista de influência dentro e fora do clube. E a partir do momento que isso é feito com responsabilidade e credibilidade, sim, é MUITO BOM/NECESSÁRIO para a comunicação/imprensa e o clube. Ontem mesmo fiz um vídeo criticando pesadamente Dória pela partida que fez e a sequência de jogos ruins. Fui irônico, pois, em muitas vezes, a ironia substitui termos mais pesados e jocosos e, ai sim, seriam OFENSIVOS a pessoa e ao atleta. É importante dizer que CRÍTICA PROFISSIONAL, sem adjetivos jocosos, NÃO É OFENSA (chama-lo de porcaria, ruim e outros termos do gênero, PROFISSIONALMENTE, não é ofensa); IRONIAS sem termos jocosos NÃO É OFENSA. Criticar NÃO É PERSEGUIR, e sim COBRAR, até porque Dória é jogador e ocupa uma função de caráter PÚBLICO, apesar de atuar em um clube privado. Para mim, OPINIÃO, Dória não está mais afim de jogar no SPFC. Quer sair por não estar se sentindo bem no clube. Deve ter sido alertado pelo seu STAFF e visando sair com algum pretexto, coloca a questão da ameaça familiar como motivo. Detalhe: Acredito que tenha ocorrido a ameaça, e quem a fez, merece punição perante lei. Porém, não observo esse como o principal pretexto. Ele deve ter se assustado - e muito - com sua rejeição perante torcedor. Desejamos tudo de bom para sua carreira e sucesso na vida. E, por fim. Você torcedor de rede social, saiba que tu faz barulho sim. Sempre quando tiver respeito e críticas sem ameaças ou incitação a viôlencia, você será ouvido sim. E o pessoal da política do SPFC que fique ligado, pois rede social poderá decidir até quem será o próximo presidente do clube.

Ramoni Artico

20,689 views • 2 months ago

Tem muito tempo que eu quero falar sobre isso, e acredito que seja o momento certo, eu busquei informação por esses ultimos meses para tentar me expressar da melhor forma, então espero muito de coração que haja respeito e seriedade como nunca. Obrigado a quem realmente for ler, e tentar discutir sobre o assunto <3 obrigado de coração a todos. Bom dia, rapaziada. Hoje, decidi tirar um tempo para falar com vocês sobre alguns assuntos que considero muito importantes. Acredito que o nosso cenário atual ainda é bastante imaturo no que diz respeito a questões políticas. Enquanto algumas pessoas têm medo de abordar temas “sensíveis”, outras, que se atrevem a falar sobre eles, acabam sendo inferiorizadas ou tratadas com irrelevância. Isso ocorre, principalmente, por dois motivos. O primeiro é que a maior parte do público do cenário de e-sports é muito jovem. O segundo é que, para estar inserido nesse cenário, é preciso ter uma vida bastante privilegiada. Afinal, não é qualquer pessoa, na verdade, é uma minoria — que tem acesso a um computador para jogar League of Legends e, consequentemente, acompanhar o cenário de maneira mais intensa. Tendo isso em mente, podemos dizer que o público que acompanha o cenário de LoL pertence a um nicho que, em sua maioria, é elitizado. Por isso, busquei mais conhecimento, especialmente em teóricos das ciências sociais, para fundamentar melhor minhas ideias e compartilhar essa visão com a minha galera e com todos que se interessarem e se sentirem bem-vindos. O fato de eu ser uma pessoa preta influencia minha vida cotidiana em todos os aspectos. Isso não é algo exclusivo meu, mas uma ferida da sociedade que recai sobre mim porque, por acaso, nasci com a pele negra. Um grande teórico brasileiro, Milton Santos, escreve sobre a experiência de ser negro no Brasil no mundo moderno. Ele defende que a pessoa preta no Brasil vive em uma luta constante contra os 500 anos de violência que sofreu. E é evidente que 500 anos de escravidão e colonização não seriam apagados com algumas décadas de “libertação”, especialmente porque essa libertação nunca foi completa. Durante esses 500 anos de imposição do homem branco europeu sobre o homem preto e o indígena, os pensamentos que marcaram os âmbitos sociais e políticos eram aqueles pertencentes à classe dominante, nesse caso, os brancos europeus. Muitas leis e doutrinas, que deveriam orientar o povo, têm fundamentos racistas. Por exemplo, há menos de 100 anos, o artigo 138 da Constituição de 1934, durante a Era Vargas, previa que o Estado deveria estimular a educação eugênica. Isso significa, basicamente, que o Estado ensinava a superioridade dos brancos em relação aos negros. Pessoas vivas hoje foram educadas sob essa ideologia. Portanto, o fato de a escravidão ter, supostamente, acabado há muito tempo não significa que os traços deixados por ela não tenham impacto atualmente. Pelo contrário, qualquer pessoa preta no Brasil hoje sente na pele as consequências da escravidão e do pensamento racista e colonizador europeu. Milton Santos argumenta que existem “marcas visíveis” que ajudam a entender a origem dos problemas raciais. A primeira delas é a corporeidade, ou seja, a aparência, a pele, propriamente dita. As outras marcas são a individualidade e a cidadania. O problema central é que, para a pessoa preta, a cor de sua pele sempre chega antes de sua individualidade. Minha pele preta chega à mente das pessoas antes mesmo do Buero, e muito antes do Daniel enquanto cidadão. E isso é apenas uma das consequências do pensamento racista que ainda existe. Milton Santos também explica que, para o pensamento popular, o erro não está em ter preconceito de cor, mas em manifestá-lo. Em outras palavras, hoje em dia, muitas pessoas repudiam ofensas racistas, mas já foram educadas dentro de uma ideologia racista. Esse simples fato afeta diretamente minha autoestima e a de muitos outros homens pretos. A autoestima vai além da aparência: envolve também o intelecto e a cultura. Muitas vezes, sinto que sou incapaz ou que não posso alcançar algo por ser preto, e isso dói profundamente, especialmente quando somos jovens em desenvolvimento, como eu era quando comecei a fazer streams. Quando comecei a streamar, sofri muitos ataques racistas diretos, sendo insultado pela cor da minha pele. Com o tempo, estudei e passei a compreender algumas coisas. Um teórico chamado Franz Fanon explica que, na América Latina, o racismo se manifesta de forma “velada” por conta do passado colonial. Isso significa que as pessoas foram educadas a serem racistas, ainda que de maneira implícita, e, com o tempo, esse racismo se tornou estrutural e banalizado. Ou seja, atitudes racistas passaram a ser vistas como cotidianas e sem grandes consequências, já que foram “normalizadas”. A colonização racial não apenas explorava os corpos das pessoas, mas também calava, apagava e deslegitimava suas culturas, fazendo-as acreditar que elas não existiam ou que eram erradas. Esse processo gerou, em grande parte da população negra brasileira, um complexo de inferioridade. Recentemente, vimos o caso de Vinícius Jr., que foi injustiçado. O mais chocante, porém, é que houve quem dissesse que ele não merecia o reconhecimento porque era “muito combativo”. Combativo em relação a quê? Ao racismo. Falar sobre racismo e combatê-lo é visto quase como uma atitude violenta em uma sociedade moldada pelo racismo estrutural. Confundem submissão com humildade, dizendo que ele deveria ter sido humilde diante das ofensas racistas. Mas, sinceramente, ele deveria ser humilde com quem o insultava por sua cor? Na verdade, a sociedade espera que a pessoa preta se comporte de forma submissa, pois isso facilita a perpetuação do racismo velado. Querem que nossos corpos não lutem, nossas mentes não estudem e nossas vozes não se levantem. Essa submissão é constantemente aplaudida, porque crescemos em um mundo racista. Além disso, há uma constante comparação entre pessoas pretas para justificar regras com base em exceções. Um dos primeiros comentários que recebi dizia algo como: “O jogador X é negro, MAS não fica de mimimi como o Buero”. O simples fato de eu não aceitar ser ofendido pela cor da minha pele me torna, para alguns, um vitimista ou “mimizento”. Esses comentários não são pontuais; eles sempre existiram e continuam existindo até hoje. Assim como a comparação entre pessoas pretas existe, também me vi em situações de comparação com pessoas brancas diversas vezes. A realidade é que, para a pessoa preta, tudo o que é dito é amplificado e julgado como agressivo, enquanto, para a pessoa branca, mesmo declarações absurdas podem ser ignoradas ou minimizadas. Essa comparação desigual faz parte de um julgamento de imagem, uma imagem que não é definida por mim nem por quem observa, mas é mais uma consequência da cultura racista impregnada na sociedade. A representação das pessoas pretas frequentemente segue estigmas e estereótipos criados para diminuí-las e ridicularizá-las. A mulher preta, por exemplo, sofre com a constante sexualização de seu corpo, um reflexo histórico da época pós-escravidão, quando suas opções de sobrevivência eram limitadas à servidão ou à prostituição. Não era uma escolha, mas uma necessidade, algo que, infelizmente, ainda persiste em muitos casos. Já o homem preto é frequentemente visto como agressivo, selvagem, como uma peça fora do lugar, sempre diferenciado dos demais. Como Milton Santos nos mostra, tudo se resume à pele. Se tudo para na pele, a própria identidade da pessoa preta também é interrompida. A cor é usada como principal característica para diferenciar e identificar alguém. “Aquele neguinho ali”, “Quem era aquele neguinho?”, “Aquele neguinho até que era bom”. Eu não tenho nome, origem, idade ou identidade; para a sociedade, eu só tenho cor. Tudo o que me define, minhas ambições, desejos, gostos e desgostos é reduzido à cor da minha pele. Todos os fatores que fazem Daniel ser Daniel e Buero ser Buero são eclipsados pela cor de minha pele. A cor da pele também é usada como justificativa para o apagamento das pessoas pretas na sociedade. Vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas quantos autores pretos você viu na escola? Quantos filósofos, escritores e pensadores pretos foram estudados? Você sabia que, por lei, deveria haver o ensino da história e da cultura afro-brasileira nas escolas? Onde está esse ensino? Não é possível que, em um país majoritariamente preto, tenhamos menos de cinco autores pretos no cânone literário. E aqueles que fazem parte dele frequentemente têm sua imagem embranquecida. O próprio Machado de Assis, por exemplo, foi retratado de forma embranquecida ao longo da história, a ponto de o fato de ele ser preto nem sequer ser mencionado. Estudamos em uma educação que rejeita e esconde as pessoas pretas. Talvez você, que está se preparando para ser professor, possa mudar isso um dia, pelo bem da comunidade preta no Brasil. É evidente que, se a cor da pele afeta os aspectos sociais, ela também influencia a relação com a classe social. Como mencionei antes, vivemos em um país onde a maioria da população é preta, mas as estruturas de poder no capitalismo ainda são compostas por aqueles que sempre estiveram no controle: os descendentes dos senhores de escravos, os herdeiros de dinastias, e até grande parte da classe média, que se beneficia do privilégio branco. Ver uma pessoa preta em posições de destaque ou ascensão social incomoda essas estruturas de poder. É raro, mas, quando acontece, gera desconforto. A maioria das pessoas que vivem na periferia são pretas, consequência de todo o sistema histórico de exclusão que mencionei anteriormente. E o capitalismo faz questão de manter essa situação, perpetuando a pobreza entre as pessoas pretas, com pouquíssimas exceções de ascensão social. “Mas eu conheci uma pessoa preta que era pobre e conseguiu ascender socialmente.” Esse é um caso específico, uma exceção, e não a regra. No entanto, com base em casos isolados, muitos desenvolvem a narrativa da meritocracia, dizendo que tudo é possível se você acreditar e se esforçar ao máximo. Mas essa não é a realidade. A meritocracia é, na verdade, um mecanismo de controle social, que incentiva as pessoas a darem seu máximo para receberem o mínimo, enquanto a engrenagem do sistema segue funcionando como antes, de forma semelhante à escravidão. A cor da pele influencia diretamente a vida social. É mais difícil arrumar emprego, ter relacionamentos duradouros e, em geral, é mais difícil viver. Reconheço que sou uma exceção no meu meio. O ambiente do League of Legends é extremamente racista, e isso faz de mim um alvo constante. Qualquer coisa que digam sobre mim repercute de alguma forma, e, recentemente, essa repercussão tem sido, na maioria das vezes, negativa. No cenário competitivo, a questão das “narrativas” foi um tema relevante, e as narrativas criadas por outras pessoas me influenciaram diretamente. Muitas vezes, começam a falar de situações que nem aconteceram, mas que ouviram de "tal pessoa" e tomaram como verdade absoluta. Por ser preto, isso tem um impacto cem vezes maior, pois não me é dado espaço para me manifestar. A pessoa preta viveu sob o silêncio imposto pelo colonizador durante 500 anos, e a única opção que esperam que ela aceite é continuar calada, de cabeça baixa, simplesmente aceitando ou “entrando na brincadeira”. Quando essas pessoas falam sobre mim e isso gera alguma controvérsia, não há repercussões negativas para elas, apenas para mim. Esse julgamento é feito de maneira inconsciente porque, mais uma vez, tudo para na minha pele. Por isso, é muito fácil deturpar a imagem de uma pessoa preta, a minha imagem. Eu não tenho a oportunidade de me defender ou responder; e, quando respondo, a minha voz não aparece nos canais de cortes ou de fofoca, apenas o que falam sobre mim. Já estou sendo apagado antes mesmo de ter a chance de aparecer. Por que estou falando tudo isso? Nós já sabemos que a sociedade foi educada e induzida a agir de maneira naturalmente racista. De acordo com Antônio Sérgio Guimarães, em Racismo e Antirracismo no Brasil, a maneira mais eficaz de combater o racismo é agir ativamente, falar sobre ele, dar voz a outros pretos e entrar nessa luta que enfrentamos diariamente. Isso é um posicionamento político claro, que sei que contraria o padrão da maioria no cenário competitivo. Mas, se não começarmos, veremos cada vez mais pessoas pretas sendo rebaixadas e isso é muito perigoso. Compreender de onde veio e para onde vai a pessoa preta no mundo atual, e especificamente no meio dos e-sports, ajuda a promover maior inclusão e diversidade em nosso cenário. É isso que busco fazer: dar voz às pessoas e ser um agente ativo de transformação na nossa comunidade. Precisamos mostrar que, com educação, informação e comunicação direta, podemos avançar na emancipação da população negra dentro dos e-sports A pessoa preta convive com um elemento imaterial profundamente presente: o MEDO. O medo faz parte de sua vida desde sempre, pois é influenciada por dois outros elementos: o TEMPO e a MEMÓRIA. Quem nasce na periferia já começa com menos tempo de vida, pois precisa correr atrás do prejuízo para sobreviver. Além disso, carrega o medo constante de simplesmente ser preto em um país racista: medo da polícia, da sociedade, das consequências políticas, e até do ato de existir. Esse medo é agravado pela ausência de oportunidades de libertação. A memória da população preta é apagada, sua cultura e imagem são diminuídas e esquecidas. Apagar essa memória é uma forma de reclusão social, que impede a conscientização política e reduz a participação das pessoas pretas na sociedade. Isso se reflete no número insuficiente de políticos pretos nas câmaras, de estudantes pretos nas universidades e de profissionais pretos em cargos de destaque. Eu convivo diariamente com pessoas que me desejam o mal e atacam até quem está próximo de mim. Não falo de brincadeiras como o “ratinho com diamante”, que não me afeta tanto, mas de comentários racistas que incentivam, por exemplo, que eu me mate. Essas atitudes são manifestações de algo que chamamos de banalização do mal. A naturalização e estruturação do racismo no Brasil transformam o preconceito contra pessoas pretas em algo corriqueiro. Piadas racistas, estereótipos como “ladrão”, “fedido” ou “agressivo” são aceitos e replicados, criando um ambiente onde o mal é banalizado de forma tão extrema que o preto precisa crescer cercado de violência e, ao mesmo tempo, aceitar calado. Quero deixar claro que meu problema não é com a pessoa branca em si, especialmente em um país tão miscigenado como o Brasil. Minha luta é contra o racismo, mais especificamente, o racismo velado que permeia o cotidiano e perpetua as marcas da escravidão. A conscientização negra pode até ser um pequeno band-aid que tenta sarar a ferida de 500 anos que existe no Brasil, mas é muito importante aquilo que falamos nesse dia, e a influência que podemos causar nesse dia. Minha luta é direta e constante. Lembre-se: a culpa não é sua. É apenas o reflexo de um sistema que precisa ser derrubado.

buero

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INFO: Daurio Speranzini será oficializado nas próximas horas como candidato de oposição à presidência do São Paulo Futebol Clube. Segundo apurações, a confirmação se deu logo após o racha político no grupo Participação, que ocorreu na última sexta-feira, criando o grupo Sou São Paulo, com 34 conselheiros, aproximadamente. Irão compor a chapa, além do grupo Sou SPFC, os grupos Salve o Tricolor Paulista (oposição) e, até segunda ordem, o grupo de Olten Ayres como base de apoio. Porque até segunda ordem? Desde a última semana, quando houve o movimento de pedido de suspensão de Olten da presidência do CD, existem intensas discussões, principalmente na oposição do clube, falando se apoia ou não esse movimento. Segundo informações, uma ala do grupo pensa pelo lado politico e quer absolver Olten, já um outro lado quer manter a linha de coerência contra OA e quer votar favorável pela suspensão. Nesse caso a leitura política é simples: Se votar a favor de Olten, mantém o apoio de seu grupo (cerca de 31 conselheiros), contudo, toma uma pressão gigantesca da opinião pública e gera uma verdadeira bala de prata para a chapa de Adilson - candidato adversário. Se votar contra, fatalmente perde o apoio de Olten e as chances de Daurio ser eleito chega a perto de ZERO. Internamente algumas pessoas - entre conselheiros e possíveis candidatos ao CD - criticaram a criação do grupo Sou SPFC, citando que esse movimento foi muito precoce e que, politicamente, seria melhor ter o apoio de Themis para a chapa (que tem cerca de 20 conselheiros) do que se sujeitar a abraçar Olten e seu grupo. Podemos ter novas mudanças a qualquer momento. Quem ri a toa? Adilson Alves Martins, o outro candidato do pleito. Internamente, nesse momento, Adilson parte na frente na disputa. De forma silenciosa, sua chapa articula apoios mais sólidos, observando a sinuca de bico que a outra chapa se encontra nesse momento. Tudo política. Por essa razão que a renovação no quadro de conselheiros dentro do SPFC precisa ser realizada com louvor. Nomes como Ricardo Belmonte (nenhum parentesco com o Carlos), Bruno Póvoa, Kristian Orberg merecem mais chances e destaque. Menos política. Mais São Paulo!

Ramoni Artico

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O cessar-fogo entre EUA e Irã: o que está realmente em jogo Trump deu um ultimato. O Irã recuou. E o mundo finge que não entendeu o que aconteceu. Antes que o prazo do ultimato americano expirasse, o regime iraniano aceitou um cessar-fogo de duas semanas e a abertura do Estreito de Ormuz. Ambos os lados, como de costume, apresentaram o resultado como uma vitória. Mas os fatos contam uma história bem diferente da que está sendo vendida — tanto pela propaganda do regime quanto pela militância de redação ocidental. Ainda há questões em aberto sobre os termos exatos desse acordo: o nível de controle sobre o Estreito, se haverá cobrança de passagem para navios, os limites da abertura. Mas o fato central é inegável: o regime que há semanas desafiava os Estados Unidos cedeu diante da ameaça concreta de destruição da sua infraestrutura energética. O que chama atenção, antes de qualquer análise estratégica, é o fenômeno das REALIDADES PARALELAS que esse conflito escancarou como poucos. A gente já convive há anos com narrativas opostas sobre os mesmos fatos, seja nas redes sociais, seja na imprensa tradicional. Mas no caso do conflito com o Irã, essa construção de realidades alternativas chegou a um nível sem precedentes. E o dado mais perturbador é o seguinte: dentro do chamado mundo ocidental — no Brasil, na Europa, nos Estados Unidos —, houve um apoio significativo, senão MAJORITÁRIO, ao regime iraniano. Estamos falando de um regime brutal, terrorista, que pouco antes do início desse conflito assassinou a sangue frio dezenas de milhares de manifestantes. Seus próprios cidadãos. Homens, mulheres e jovens que ousaram protestar contra a teocracia que os governa. Vejam a assimetria moral: a mesma esquerda que se indigna com os mortos na guerra em Gaza — uma resposta israelense ao maior atentado terrorista da história do país, fomentado e financiado pelo Irã — é a mesma que aceita com passividade o democídio promovido pelo regime contra seu próprio povo. Mulheres surradas até a morte por não usar véu. Crianças usadas para limpar campos minados na guerra contra o Iraque. Opositores assassinados sumariamente. E essa gente recebe solidariedade da esquerda global. Na prática, essa é a inversão moral que define o nosso tempo. O contexto: Guerra Fria 2.0 Esse conflito não pode ser analisado isoladamente. Ele faz parte de um cenário mais amplo que podemos chamar de Guerra Fria 2.0: o eixo China-Rússia-Irã buscando suplantar a liderança americana no planeta. Nesse arranjo, o Irã opera como ponta de lança. É o mais agressivo dos três, e sua posição estratégica no Golfo Pérsico lhe dá a capacidade de provocar uma recessão global ao impedir o trânsito de petróleo e derivados — que foi exatamente o que tentou fazer ao ser atacado. Mas por que esse conflito foi iniciado? Marco Rubio, o secretário de Estado americano, explicou de forma direta: o Irã estava a POUCAS SEMANAS de ter capacidade de construir uma bomba nuclear. E estava acelerando a produção de mísseis balísticos e drones a um ritmo que tornaria impossível, mesmo com uma intervenção americana, impedir a finalização do programa. Ou seja, a janela de ação estava se fechando. Esperar mais significava aceitar um Irã nuclear — um regime apocalíptico com a bomba na mão. O que foi alcançado — e o que ainda falta O ataque israelense-americano atingiu mais de 16.000 alvos. Os objetivos principais eram dois: desmantelar a capacidade nuclear e balística do Irã, e enfraquecer a cadeia de comando do regime. No primeiro ponto, o resultado parece ter sido pelo menos parcialmente atingido — embora a capacidade remanescente do regime de causar dano à infraestrutura petrolífera da região e de usar táticas de guerra assimétrica no Estreito de Ormuz tenha ficado evidente. No segundo ponto, o sucesso foi mais claro. Dos 20 a 30 principais nomes da cadeia de comando do regime, estima-se que 70% a 80% foram eliminados, começando pelo próprio líder supremo. Seu filho, que assumiu a posição, aparentemente está gravemente ferido, possivelmente incapacitado. O que ainda NÃO foi alcançado é talvez o ponto mais crítico: a retirada dos 500 a 600 kg de urânio altamente enriquecido que o Irã possui. Esse material pode servir como base para a continuidade do programa nuclear tão logo as hostilidades cessem. E esse será o centro das discussões diplomáticas nas próximas duas semanas — se o cessar-fogo durar tanto. A fragilidade da democracia — e sua força Enquanto isso, o Irã joga com o único ponto de pressão que lhe resta: a capacidade de impedir o trânsito de petróleo e de atacar instalações de produção na região. E conta, acima de tudo, com a maior fragilidade — e paradoxalmente a maior força — dos Estados Unidos: a democracia. Num país democrático, qualquer impacto econômico é sentido pela população e pode resultar em mudança de governo pelo voto. Com as eleições de meio de mandato se aproximando, a pressão sobre Trump aumenta. A democracia tem a capacidade de corrigir rumos errados. Mas tem a fragilidade de não conseguir sustentar períodos difíceis, mesmo quando eles são necessários. E essa fragilidade é amplificada pelo movimento interno — nos Estados Unidos, na Europa, no mundo ocidental — de simpatia ao eixo totalitário. A velha lógica soviética, herdada agora pela China, e a esquerda globalista europeia, que hoje é a força principal por trás do Partido Democrata, operam juntas contra a ideia de uma América forte. É a coalizão anti-Trump travestida de pacifismo. Vale lembrar: quando Trump foi duro na comunicação — falando em "fim de uma civilização" — foi imediatamente acusado de ameaçar crimes contra a humanidade. Enquanto o regime iraniano promove terrorismo mundial, crimes de guerra em série, ataque à infraestrutura de petróleo, bombardeio de áreas civis, fechamento de águas internacionais — tudo contra a lei internacional —, ninguém fala nada. Na verdade, Trump errou na comunicação. Não deveria ter falado no fim de uma civilização. Deveria ter falado no fim de um regime terrorista brutal. Seria mais efetivo e mais preciso. Se alguém perguntasse à maioria do povo iraniano se estaria disposta a suportar dificuldades em troca da possibilidade de derrubar essa teocracia assassina, a resposta seria óbvia. Mas essa voz não interessa à militância de redação global. O plano de 10 pontos e o que vem pela frente Surgiram na internet duas ou três versões de um suposto plano de 10 pontos para as negociações. Alguns desses pontos — como a retirada de bases americanas da região ou a permissão para o regime continuar enriquecendo urânio — são simplesmente INACEITÁVEIS. E é difícil imaginar que Trump ceda nesses pontos. A questão é: o que os iranianos farão quando essas exigências forem rejeitadas? Por enquanto, os mercados parecem acreditar no cessar-fogo. O preço do petróleo nos mercados futuros caiu entre 15% e 20%, dependendo do vencimento. Há incentivos dos dois lados para que um acordo aconteça. Mas a situação ainda é fluida e bastante incerta. A retomada do conflito é uma possibilidade real. O novo mapa geopolítico Independentemente do desfecho imediato, o que esse conflito evidencia é uma fragmentação global que veio para ficar. Não voltaremos ao globalismo econômico que tentou se transformar num globalismo político de alcance total. Há uma reversão desse modelo para as próximas décadas, com áreas de influência definidas pelas principais potências. Nesse cenário, a autossuficiência se torna o ativo estratégico mais valioso. Os Estados Unidos, paradoxalmente, são os mais beneficiados mesmo num mundo em que sua hegemonia diminui — porque são mais autossuficientes. Países grandes como a China também têm vantagens, apesar da dependência brutal do petróleo importado. Países distantes dos conflitos e com boa base de recursos naturais — como o Brasil e a Argentina — poderiam se beneficiar enormemente. O Brasil estaria numa posição PRIVILEGIADA se tivesse um governo minimamente pró-mercado e pró-crescimento. Mas não é o que temos. Temos em Brasília uma cabeça não só autoritária como antimercado, que impede o crescimento brasileiro. E, pior, um alinhamento ativo com o eixo chinês — que é exatamente o que o Descondenado vem fazendo nos últimos anos, contra a posição americana. A Europa talvez esteja na pior posição de todas. Esse conflito demonstrou que a Europa não é um aliado confiável para os Estados Unidos — algo que já estava claro há algum tempo. A desconfiança dos dois lados do Atlântico aumentou, o que deve enfraquecer a OTAN, mesmo que seu fim formal dependa de votação no Congresso americano. O X da questão: a lógica apocalíptica do regime E aqui está o ponto que muita gente não compreende — inclusive pessoas inteligentes e bem-intencionadas que são céticas em relação a essa intervenção americana. A lógica do regime iraniano é DIFERENTE da lógica de um regime como o norte-coreano. A Coreia do Norte quer sobreviver. Quer ficar ali, sem ser incomodada, escravizando seu povo até o fim dos tempos. É uma lógica perversa, mas previsível. O regime iraniano não opera assim. A teocracia dos aiatolás tem uma lógica apocalíptica. Eles acreditam que devem provocar o fim dos tempos. Não querem uma bomba nuclear apenas para proteger o regime. Querem, de fato, destruir o que chamam de "pequeno Satã" — Israel — e o "grande Satã" — os Estados Unidos e o mundo ocidental. É por isso que toda intervenção precisa ser calculada levando em conta que estamos lidando com um regime que QUER colocar fogo no mundo. Isso muda completamente o cálculo estratégico de potências como os Estados Unidos. Quem ignora essa variável — por ingenuidade, por antiamericanismo ou por alinhamento ideológico — está contribuindo para que um regime terrorista e apocalíptico se aproxime cada vez mais da capacidade de cumprir suas promessas. O cessar-fogo é um capítulo. A história está longe de terminar.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

11,324 views • 3 months ago

Vocês reclamam que eu só falo mal do Bolsonaro. Hoje vou falar bem, mas não é do Jair. É do melhor político da linhagem. FLÁVIO BOLSONARO: O MAIS HABILIDOSO ESTRATEGISTA MODERADO DO CLÃ BOLSONARO Sim, você leu certo: no clã Bolsonaro – composto pelo pai Jair e os filhos Flavio Bolsonaro (01), Carlos (02), Eduardo (03) e Jair Renan (04) – é Flávio Bolsonaro quem desponta como o político mais habilidoso, estratégico e moderado. Em meio a uma família que frequentemente optou pelo confronto aberto, declarações incendiárias e aventuras ideológicas desastrosas, Flávio assumiu o papel improvável de “adulto na sala”. Isso é inquestionável. Se você discorda, está na lua. Se você concorda, já pode parar por aqui. Está tudo ok. Este texto disseca, em tópicos, como Flávio se diferencia dos demais Bolsonaros em oratória, postura institucional e pragmatismo – e como, se tivessem ouvido mais suas abordagens moderadas, o destino do bolsonarismo poderia ter sido menos trágico. É meus caros. Preparem-se para a minha análise brutalmente honesta, embasada em fatos (2018–2025) sobre o herdeiro político mais astuto desta dinastia. ORATÓRIA SUPERIOR E POSTURA INSTITUCIONAL Flávio destaca-se pela oratória articulada e postura institucional incomuns em sua família. Enquanto Jair, Eduardo e Carlos notabilizaram-se por falas agressivas, gafes ou teorias conspiratórias, Flávio desenvolveu um discurso mais polido. “Visto como o filho com maior desenvoltura política da família Bolsonaro e o menos radical”, ele assumiu o papel de interlocutor do pai com outros políticos e até construiu pontes com, advinha quem? O Judiciário. Em outras palavras, Flávio aprendeu a falar a língua da política tradicional, aquela real, que movimenta o Brasil. Isso é algo que seus irmãos e o pai raramente tentaram ou conseguiram. Jair Bolsonaro, o patriarca, sempre preferiu a retórica do confronto direto – xingando instituições, governadores, imprensa, disseminando desinformação e ofendendo opositores em falas improvisadas. Sua comunicação “sincericida” rendeu manchetes que o prejudicaram muito, custou-lhe apoio entre moderados e o colocou na mira da Justiça Eleitoral. De fato, Jair acabou condenado à inelegibilidade até 2030 por ataques e mentiras contra o sistema eleitoral – consequência direta de sua verborragia irresponsável. Flávio, por sua vez, ainda que defendesse o pai, raramente cruzava certas linhas em público. Vocês já repararam nisso? Flávio sempre tentou estar abaixo dos radares. Eduardo Bolsonaro herdou do pai o gosto por declarações explosivas sem filtro. Em 2018, Eduardo declarou que “para fechar o STF basta um soldado e um cabo” – uma fala que chocou o país e evidenciou sua completa falta de noção institucional. kkkkk... ali começaria a briga que acabaria com toda a disnastia Bolsonaro. Uma fala, para ele nunca mais esquecer. Embora depois alegasse “tom jocoso”, o estrago estava feito: Eduardo mostrava-se disposto a flertar com o autoritarismo, algo impensável em voz alta para Flávio. Ao longo do mandato, Eduardo seguiu fazendo discursos ideológicos duros e citações controversas (chegou a sugerir ressuscitar um novo AI-5, medida de exceção da ditadura, isolando-o politicamente). Flávio, ao contrário, nunca foi ouvido insuflando fechamento de instituições – pelo contrário, buscava minimizar danos das falas dos demais. Carlos Bolsonaro, vereador recluso porém hiperativo nas redes, praticamente não tem oratória pública digna de nota – sua tribuna sempre foi aqui no Twitter (atual X). Conhecido como mentor do “gabinete do ódio”, Carlos preferia posts crípticos, ataques virtuais a adversários (e aliados desafetos) e teorias da conspiração, afastando-se do debate político construtivo. Sua postura digital beligerante rendeu-lhe investigações (como suspeita de funcionários fantasmas em seu gabinete e possível envolvimento nas milícias digitais antidemocráticas), mas não soluções para a família. Flávio, em contrapartida, atua às claras, nos microfones do Senado e em entrevistas, rodinha de reporteres, com tom mais calculado – ainda que, nos bastidores, não deixe de jogar duro quando necessário. Jair Renan (o “04”) mal entrou no jogo político durante o auge do bolsonarismo. Sem cargo eletivo até 2024, Renan virou notícia mais por escândalos fúteis – suspeita de lobby envolvendo presentes de luxo e fotos com celebridades – do que por qualquer discurso ou projeto. Seu amadorismo absurdo contrasta com a experiência de Flávio, que foi deputado estadual por quatro mandatos e soube se portar em plenários e comissões. Renan não tem oratória política; Flávio tem de sobra. Ele fez sua campanha inteira sem dar um pio, para não jogar no lixo a chance de ser vereador em Balneário Camboriú Essa diferença de postura ficou clara em outubro de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado nas urnas. Flávio foi o primeiro dos filhos a reconhecer publicamente a derrota e agradecer os eleitores, menos de 24 horas após a votação, conclamando: “Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil!”. Eu lembro disso, porra. Era o que o "mito" tinha que ter feito. Enquanto isso, Jair trancou-se em silêncio por quase dois dias, recusando-se a admitir o revés, e Eduardo e Carlos nada disseram nesse meio-tempo. A superioridade de Flávio na comunicação ficou evidente: ele soube o momento de parar de espernear e começar a conter os danos, algo inimaginável para os demais naquela hora. Foi um raro aceno de responsabilidade numa família acostumada a dobrar a aposta até o abismo. ARTICULAÇÃO POLÍTICA: O 01 E A ARTE DO PRAGMATISMO No quesito articulação política e pragmatismo, Flávio Bolsonaro é um ponto completamente fora da curva do clã – para melhor. Ele transita com facilidade entre políticos tradicionais, faz acordos e entende o valor de recuos táticos. Não por acaso, tornou-se o “nome central da articulação política do governo” Bolsonaro e principal arrecadador da campanha de 2022, segundo a Folha de S.Paulo. É irônico: o filho que começou o governo como “dor de cabeça” devido ao escândalo da rachadinha acabou virando o bombeiro político do pai, acumulando poder e confiança JUSTAMENTE por saber negociar e se portar. Um exemplo cristalino ocorreu em junho de 2020. Flávio reuniu-se em um jantar em Brasília com os então presidentes do Senado (Davi Alcolumbre) e da Câmara (Rodrigo Maia), além de líderes do Centrão. Ali, ele vangloriou-se de atuar nos bastidores para que Jair Bolsonaro mantivesse um “perfil moderado”. Aquele foi um período tenso em que Bolsonaro pai ensaiava arroubos autoritários contra o STF e atacava a imprensa diariamente. Pois Flávio surgiu como apaziguador, garantindo às principais lideranças do Congresso que estava “puxando o freio” do presidente nos bastidores. O encontro, na casa de um cacique do Republicanos, foi interpretado como um gesto de apoio do Centrão a Flávio em meio à crise Queiroz (seu ex-assessor havia sido preso dias antes). Ou seja, mesmo sob fogo cerrado, Flávio conseguia reunir figuras de peso para dialogar – coisa que Jair jamais conseguiu sem intermediação. Enquanto Flávio articulava com congressistas e distribuía afagos ao Centrão, Jair e Carlos preferiam bater de frente. No início do governo, Bolsonaro pai relutou em dividir poder com os partidos do “Centrão”, pregando uma nova política sem toma-lá-dá-cá. Quem pode dar-se ao luxo disso no Brasil? O resultado? Isolou-se e quase sofreu impeachment em 2020 (sim, houve tensões em torno disso), até ser forçado a entregar a articulação a profissionais. Flávio, desde sempre, entendeu que sem alianças não se governa – e trabalhou para costurá-las. Foi ele, por exemplo, que ajudou a pavimentar a ida do pai para o PL de Valdemar Costa Neto em 2021, selando a paz com a velha política em troca de palanques e tempo de TV. Flávio carrega a família toda nas costas. Eduardo e Carlos, estes sonhavam com “ideologia pura” e guerra cultural; Flávio entregava acordos concretos, ainda que à custa de engolir alguns sapos. Flávio também soube dialogar com a imprensa e moldar narrativas quando preciso. Ao contrário do pai (que hostilizava repórteres com palavrões) e de Carlos (que os xingava pelo Twitter), Flávio frequentemente concedia entrevistas à grande mídia para dar a versão da família com aparente calma. Em 2023, por exemplo, não fugiu de participar do programa Roda Viva na TV Cultura, submetendo-se a perguntas incômodas de jornalistas. Embora tenha distorcido fatos para defender Jair (chegou a negar falhas do governo e culpar terceiros, segundo checagens independentes), o simples fato de encarar um fogo cruzado midiático mostra sua disposição de diálogo. Os outros Bolsonaro raramente saem da bolha de apoiadores; Flávio arrisca-se no terreno hostil para minimizar danos à imagem do clã. No trato com o Judiciário, a diferença de abordagem é abissal. Jair Bolsonaro passou quatro anos em conflito aberto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atacando-os em comícios e lives – não por acaso, acabou colecionando inquéritos e hoje é réu por tentativa de golpe de Estado relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo alimentou essa fogueira, do “cabo e soldado” em 2018 às críticas contumazes a ministros nas redes; chegou a celebrar quando aliados sugeriram investigar ou punir magistrados. Flávio, ao contrário, construiu pontes discretas com o Judiciário. Relatos indicam que ele manteve diálogo com ministros e operadores do direito, buscando antecipar-se a problemas. Foi sua defesa jurídica – e influência política – que conseguiu decisões favoráveis como a suspensão das investigações da rachadinha em 2019 pelo STF. Em outras palavras, Flávio enfrentou seus problemas legais com advogados e visitas de cortesia, não com insultos públicos. Essa postura poupou-o de punições rápidas e manteve canais abertos com a Corte. Ele sabia que enfrentar de frente o STF era suicídio – e tentou convencer os seus disso, nem sempre com sucesso. Se você acha tudo isso um absurdo, tenho um recado para te dar: pare com infantilidade, é assim que as coisas se movimentam em Brasília. Em suma: Flávio demonstra pragmatismo onde os demais exibem radicalismo. PRAGMATISMO X CONFRONTO – O QUE PODERIA TER SIDO DIFERENTE? Flávio Bolsonaro não é nenhum santo ou gênio infalível – longe disso. Enredado no caso da rachadinha, ele próprio teve momentos de tensionar instituições (chegou a chamar um colega senador de “vagabundo” em 2021 durante a CPI da Covid, por exemplo). Mas, masss meus amigos, a diferença é que Flávio aprendeu com os sustos e recuou quando preciso, algo que Jair, Eduardo e Carlos raramente fizeram. Em política, você não coloca a cara na água para ver se está quente. Coloca o dedo, depois a mão, o braço... Essa diferença de temperamento e estratégia levanta a pergunta central: e se Flávio tivesse tido mais influência no comando do bolsonarismo? Os principais desastres poderiam ter sido evitados ou amenizados? A resposta, em boa medida, é SIM. No fim, o clã implodiu pela boca. Pela língua solta. Pela vaidade inflamada. Pela guerra inútil com quem detém a caneta e a Constituição. Jair se afundou porque confundiu coragem com confrontação. - Carlos virou piada digital. - Eduardo virou papagaio de gringo. - Renan nem chegou a virar alguma coisa. E Flávio? Flávio sobreviveu. Taí, tudo bem com ele. Porque soube calar quando os outros berravam. Negociar quando os outros batiam o pé. Comer pelas beiradas, igual fazemos em Minas, quando o clã queria invadir o centro da mesa no grito. Enquanto seus irmãos construíam inimigos, Flávio construía pontes. Ele não é santo. Mas é esperto. E política, acima de tudo, é jogo de sobrevivência. E a verdade incômoda — aquela que nenhum deles ousa dizer em voz alta — é que se Flávio tivesse liderado desde o início, Bolsonaro não estaria inelegível, não correria risco de cadeia e não teria perdido a reeleição Mas a ala do confronto venceu a do cálculo. E o preço foi pago e está aí — em derrotas, em processos, em irrelevância. E EM PIADAS. Flávio não venceu por todos. Mas venceu apesar de todos. E isso, por si só, já diz tudo.

Roberto Reis

18,462 views • 1 year ago

O sistema não vai aceitar uma bagunça institucional em 2026. Um Flávio vs Lula seria reprise de 2022, com a mesma tensão, o mesmo desgaste e o mesmo risco. Flávio é um risco. Ele perderia e questionaria o sistema eleitoral novamente. Todos sabem disso. E tem mais: os filhos do Bolsonaro já deixaram claro, em público, que querem o pai livre na marra. Isso sozinho já acende todas as luzes vermelhas do sistema. Flávio não vence Lula em 2026 por um motivo simples: rejeição absurda. - A família quer sequestrar o Brasil: golpe de estado, tarifaço, plano para matar um presidente, rompimento da tornozeleira, fuga para os EUA, sequestro emocional. O pai em primeiro, segundo e terceiro lugar. No primeiro turno Flávio trava candidatos competitivos de chegada, no segundo ele apanha feio do Lula. Se insistir, será triturado. É análise. Todo meio politico sabe disso. Quem aposta em disrupção são os extremos: PETISTAS E BOLSONARISTAS. Por preservação, para adiar sua sobrevivência. Só que o país está indo na direção oposta. 2026 tende a ser sem Lula e sem Bolsonaro. Entenda o que isso significa. Vou liberar cerca de 15% da minha palestra (20 minutos de duas horas) para você enxergar o que está em jogo. Não é só eleição. É governabilidade. É pagar a conta pública. É não jogar o Brasil no buraco. É pacificação. É o fim da chantagem emocional permanente que ameaça o Brasil desde 2014 (Dilma x Aécio). O sistema vai se organizar, seja no primeiro, seja no segundo turno. Bolsonaro sabe disso. Lula sabe disso. E é por isso que, neste momento, os dois se ajudam no BALÃO DE ENSAIO FLÁVIO: A ÚNICA CHANCE DE SOBREVIDA DO PT. FLÁVIO mantém a polarização viva, empurra o ruído para frente e compra tempo do Bolsonarismo que quer jogar o Brasil em caos institucional. Mas esse projeto tende a morrer no curto ou médio prazo. Centrão, STF e Empresariado vão se unir pelo bem do Brasil. O Brasil não aguenta mais. E quem paga a conta cara já decidiu. O cenário é de convergência para a centro direita, no primeiro e no segundo turno. Observem os próximos meses.

Roberto Reis

82,342 views • 7 months ago

🔥 ▪️Porquê Não Respeito Eduardo Bolsonaro 🗣DEPOIS DE LER E ASSISTIR ESTE POST, NUNCA MAIS ALGUÉM PODERÁ TE ACUSAR DE NÃO SER DE DIREITA APENAS POR NÃO APOIAR A LIDERANÇA DE EDUARDO BOLSONARO! Fatos e opiniões: Em Março/2023 Jair Bolsonaro volta ao Brasil, neste período ele deixa bem claro que retornou porque NÃO HAVIAM LIDERES para coordenar a direita brasileira. Alguem que quer ser líder, teria dito a Jair Bolsonaro para continuar nos EUA, que ele mesmo iria liderar a oposição a partir de fevereiro de 2023. O que ele fez? Resumo: Não foi Líder! No período pós eleições 2022, precisávamos de uma liderança enquanto o presidente estava em silencio. Pergunto se Eduardo LIDEROU o povo para evitar o desespero e a histeria coletiva? Resumo: Não foi lider! Em 2018 quando Bolsonaro ainda batalhava sem dinheiro, apoio e tempo de televisão para ser eleito presidente da república. A grande contribuição de Eduardo foi iniciar uma briga com o STF, fazendo o seguinte comentário: "Bastaria um "cabo e um soldado" se alguém "quiser fechar o STF". "Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa, sei lá – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva… pô, impugna a ação dele… a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá, cara: 'se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo'. Resumo: Não foi líder! Após Jair ser eleito em 2019, Eduardo encheu o saco do pai, que ainda sem força política e apoio no congresso, passou a vergonha de tentar indicar Eduardo para Embaixador do Brasil nos EUA, situação que não se confirmou por total falta de apoio no Senado. Situação interessante pois já desmonstrava que Eduardo gostaria de morar nos EUA. Resumo: Não foi lider! Em Outubro de 2019, novamente Eduardo precisa der repreendido publicamente por Jair Bolsonaro ao dizer que "Um novo Ai-5 seria uma possibilidade em caso de radicalização da esquerda no Brasil". Essa declaração caiu como uma bomba nos 3 poderes da República, e mais uma vez o poder judiciário aumentou sua antipatia com o governo Bolsonaro. Resumo: Não foi lider! Um fato que considero importantíssimo para demonstrar a falta de liderança de Eduardo, foi durante a tragédia do Rio Grande do Sul, que se iniciou em 27 de Abril de 2024, com milhares de pessoas morrendo afogadas, com fome e desamparadas. Incrivelmente o deputado Eduardo apenas foi dar um passeio de Jet-ski em 16 de Maio de 2024 (quase 20 dias depois) praticamente quando todos os heróis socorristas ja haviam controlado a situacao. Resumo: Não foi líder! A cereja do bolo, foi quando Eduardo participa do podcast Inteligência Ltda, confessando que sabia das taxações de Trump ao Brasil, e que opinou FAVORÁVELMENTE. Essa total falta de estratégia alavancou a popularidade de Lula, que até Julho de 2025 batia recordes de rejeição. Os Governadores RatinhoJr, Tarcísio e Caiado tentaram mudar a narrativa colocando a culpa no BRICS e no ataque a moeda americana promovido por Lula. No dia seguinte Eduardo desmente os Governadores em sua redesocial e em entrevistas publicas, novamente dando a entender que era a favor de "queimar toda a floresta", ou seja, a favor do tarifaço. Nas mensagens vazadas pela PF, Jair Bolsonaro tenta avisar seu filho "imaturo" que ele nao venceria Lula em 2026, mais uma vez Eduardo ignora as orientações do pai (assim como fez quando abandonou seu mandato para ir aos EUA) e ainda dispara xingamentos totalmente desrespeitosos ao próprio pai. No final, todas as ações de Eduardo brigando com aliados, falando demais e tentando impor uma liderança apenas pelo SOBRENOME, hoje coloca Luiz Inácio Lula da Silva liderando TODAS as pesquisas para reeleição presidencial em 2026. Resumo: Não foi lider. A lideranca é vocação e não imposição! 🫡🇧🇷

ⱼₐₗᵢₙ

15,139 views • 8 months ago

⚠️ NOTÍCIA INÉDITA ⚠️ América Latina saindo da pobreza, ou melhor, 🇲🇽🤝🏼🇧🇷. Olha o que a imprensa europeia, especialmente a espanhola, está noticiando, e que você dificilmente verá na grande mídia brasileira. Quando aparece, sempre vem com um “especialista” qualquer para jogar um balde de água fria e manter a narrativa de que tudo está piorando. Juntos, Brasil 🇧🇷 e México 🇲🇽 contribuíram com nada menos que 90% da redução da pobreza em toda a América do Sul. Mesmo detendo juntos 53% da população do continente. Enquanto isso, Milei posta uma das mentiras que a própria imprensa europeia desmentiu. A Argentina e os países alinhados com os EUA, estão empobrecendo, vítimas de um neocolonialismo que impõe modelos econômicos ultrapassados dos anos 90, o NEOLIBERALISMO. Curiosamente, o próprio modelo que ele defende não é aplicado integralmente nos EUA. Lá, o governo intervém na economia quando convém, mas nunca para ajudar os mais necessitados, apenas os mais ricos. Esse modelo, tanto o ultrapassado, quanto o atual usado nos EUA, leva as pessoas à pobreza, e sem garantias, ao DESESPERO. Na América Latina, mantida como “quintal dos fundos”, a pobreza cresce, a desigualdade aumenta e há uma transferência massiva de capital para norte-americanos. Até os ricos argentinos estão empobrecendo. Nos EUA, o modelo assistencialista apenas para ricos e super-ricos gera um desespero existencial em milhões de cidadãos. Sem perspectiva de futuro, muitos norte-americanos criam realidades paralelas insustentáveis. Alguns recorrem ao consumo de ópio para fugir da realidade, resultando em mais de 1,5 milhão de mortes por overdose nos últimos 20 anos, sem contar os milhões que sofrem com outros transtornos ligados ao desespero e à falta de apoio. No Brasil, existe a falsa ideia de que políticas sociais são apenas para os pobres. Isso é MENTIRA. O governo tem como função primordial garantir o cumprimento da Constituição, que define direitos e obrigações do Estado. Entre esses direitos fundamentais estão: Alimentação, água, abrigo, saúde e educação, etc. Essas garantias não são privilégios, estão à disposição de todos os cidadãos. Ricos e classe média podem não precisar delas hoje, mas saber que existem permite que todos vivam com menos estresse existencial, sem sentir que um “leão” está na porta pronto pra te devorar se você não se matar de trabalhar. Na primeira doença, o leão te devorar. Aproximadamente 500 mil norte-americanos vão à falência médica todos os anos. Como não há saúde garantida e você tem que torrar seu dinheiro para se manter vivo, obviamente qualquer um vai gastar tudo que possui. As políticas sociais são para todos, e estão na Constituição, não é uma escolha de um governo ou de outro cumpri-las, é uma OBRIGAÇÃO. Viva os democratas que foram eleitos pelos seus povos, e estão governando para seus povos. Lula e Claudia Sheinbaum Pardo merecem reconhecimento pelo feito, nadar contra essa corrente norte-americano, não é pra todos. Viva Brasil 🇧🇷🤝🏼🇲🇽 México.

Bruno Brezenski

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