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Uma das características do “campo progressista” é a completa falta de princípios e coerência. Tudo depende de estar na listinha de “oprimidos” ou “opressores”. No caso, eurodeputada da Irlanda, integrante do Reino Unido, posição que traz àquele país enormes vantagens, quis pagar de nacionalista oprimida (mas quando interessa, são...

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Uma coisa passou batido nos últimos dias, mas eu preciso fazer com que vocês ouçam, desta vez, o que a Daniela Lima disse em alto e bom som: "Tarcísio de Freitas é a escolha do mercado" para o embate contra Lula em 2026. Conseguem perceber agora por que o Governador evita embates diretos contra a Suprema Corte? E pior: o Governador estará presente no GilmarPalooza, em Portugal, no início de julho. De fato, não há mais respeito pela vontade popular. Estão empurrando um nome goela abaixo da população — e isso fere os princípios democráticos, seja para a direita ou para a esquerda. O Brasil atravessa uma de suas piores instabilidades jurídicas desde a redemocratização, e essa historinha de “golpe do Bolsonaro” serviu apenas para tirá-lo do jogo. Por quê? Porque ele não fazia parte desse sistema predatório que se alimenta dos direitos populares no Brasil. Não querem o povo no poder. Eles querem governar para si próprios. Regulam o que você pode falar. Se você se manifesta nas ruas, pode ser preso. E agora, nem o seu voto mais é realmente seu. E quando tudo isso é dito pela Daniela Lima — uma das principais porta-vozes do lobby que atua para destruir a nossa democracia — fica claro: O golpe em curso não é o que te contaram. É o golpe que afunda a sociedade brasileira no niilismo e faz o povo abaixar a cabeça para o mercado financeiro rentista, que transformou nossos direitos de desenvolvimento em ativos financeiros do mercado ESG. Ativos lastreados na desgraça alheia. Na financeirização da miséria. O pobre virou ativo de mercado. Seus sonhos não importam mais. Você não importa mais. Você só importa para uma coisa: É necessário que você seja induzido a fazer escolhas que não queria fazer. Que democracia é essa?

Pâm 🌸

72,821 次观看 • 1 年前

Boa tarde, AmericaConsta. Hoje me deparei com esse trecho da sua live e gostaria muito de entender seu raciocínio. De antemão, peço desculpas se era claro e fui incapaz de compreender. 1 - Sim, tem gente que liga para lealdade – coisa que muitos citados no seu vídeo não tiveram, não têm e, pelo jeito, não terão. 2 - Ainda há alguém preso pela Lava Jato? Tivemos erros? Podemos falar sobre isso? Ou devemos aceitar que descolar do Bozo sem perder o apoio da mídia está valendo? 3 - A OEA veio ao Brasil e isso não foi pauta? Sem acompanhar tudo, e eu entendo, não dá para afirmar isso, concorda? 4 - "Movimento suspeito" – não está querendo dizer que não se pode discordar de quem adora criticar Bolsonaro, mas não discute os erros de alguns citados no seu vídeo? Coerência é importante. 5 - Você não é político – talvez por isso tenha atacado tanto os movimentos políticos, que são importantes para as mudanças que queremos. E, pelo jeito, foi daí que surgiu toda essa história, não? 6 - "Bolsonaro teve quatro anos" – essa foi uma afirmação muito infeliz. E aqui vem o ponto que mais chama a atenção: você sabe que El Salvador é do tamanho de Sergipe, o menor país em extensão territorial das Américas; que Bukele teve de esperar dois anos e, só quando teve o Congresso ao seu lado, começou a implementar sua agenda por meio de várias legislações que mudaram a realidade do país. Você sabe disso. Um Bukele no Brasil não resolveria nada sozinho. E você sabe que os quatro anos de Bolsonaro não foram assim, você sabe. 7 - Moro – lembra do tuíte "o governo acabou"? O ministro da Lava Jato se mostrou um traidor em suas palavras, certo? Deltan estava em tudo com ele. Descolou até do Moro sem perder o apoio da imprensa? Não podemos debater isso? Isso causa cisão na direita? 8 - Alcolumbre – novamente essa história? Novamente essa narrativa manjada, cansada, que nem mesmo os petistas usaram contra Bolsonaro? 9 - "Não sei se Bolsonaro pode ser o Bukele." Então, parece que o deputado tinha uma certa razão. Precisamos de um Bukele, mas será que Bolsonaro pode ser esse nome? E os outros? Até Tarcísio não serve? Mas você sabe que foi o Congresso que o ajudou lá. 10 - "Bolsonaro não tem a estamina de Bukele." Outra afirmação muito infeliz. Alguns dos amigos que você preza tacaram pedras nele quando ele estava lá, lembra? O cara estava sozinho, e temos que ser honestos sobre isso. Mais uma afirmação infeliz. Bolsonaro sofreu um atentado, Rodrigo. Tentaram matar o cara! Sabe o que é pior? Não foi um criminoso comum que fez isso. Bukele enfrentou criminosos, mas não sofreu um atentado como o de Adélio Bispo, um crime político. Acho que Bukele não se preocupa com isso. 11 - "Nem tudo se resume a Bolsonaro." Então, não jogue tudo na conta dele. Não cobre dele o Brasil que você quer, se ele não é o centro do universo. E nas próximas eleições – que são as que podem colocar senadores mais alinhados para aprovar aquela pauta que você diz que todos devem falar 24/7 – não julgue o resultado de forma simplista. Nem tudo é eleição. Certo? Rodrigo, espero que você reflita. Você disse que não queria treta nem confusão, mas o que você destilou no vídeo vai totalmente contra o que você diz querer fazer. Espero que reflita. Saúde e que Deus o abençoe.

Erick Salzer

180,863 次观看 • 1 年前

Em abril de 2023, em Rochdale, no Reino Unido, um motorista de Uber foi filmado dentro do próprio carro com uma criança no banco de trás. O homem que gravou o vídeo, também muçulmano e aparentemente de origem paquistanesa, saiu de casa, chegou perto do carro e começou a falar com o motorista. Ele não tirou a criança de lá. Não chamou a polícia na hora. Não impediu o carro de sair. Só questionou: “Irmão, o que você está fazendo no mês do Ramadã?”. O motorista entrou no carro e foi embora com a menina dentro. O vídeo rodou bastante nas redes na época, e mesmo assim, nenhum grande veículo de imprensa do Reino Unido ou da Europa deu destaque. Não preciso nem mencionar no Brasil, né? Zero matéria, zero investigação pública, zero cobrança das autoridades, zero passeatas, zero artistas fazendo discurso... Esse tipo de caso não ajuda a narrativa que a mídia insiste em defender: a de que a imigração em massa e o multiculturalismo são um sucesso absoluto. A imprensa escolhe a dedo o que mostra e o que esconde. Quando o fato contradiz a história oficial de “diversidade”, é sumiariamente ignorado. Isso não é um caso isolado. É o retrato de uma Europa encurralada: as regras da convivência foram trocadas por uma tolerância que só funciona em uma direção. A elite corrompida moralmente conseguiu convencer boa parte da população de que esse é um bom preço a se pagar para a sinalização de virtude sem fim. Isso foi em 2023. De lá para cá, essa loucura melhorou ou piorou? Para cada caso que ficamos sabendo, existem inúmeros outros que não vem à tona. Protejam seus filhos, sobrinhos, netos...

Não Esqueço

326,140 次观看 • 5 个月前

- Nesse trecho do Boletim da Noite, vale a pena salientar duas ponderações: uma do Max Max Cardoso e outra do Allan dos Santos Allan Dos Santos. - Na primeira ponderação, o Max traz uma informação de bastidor mostrando que o governo Lula está, de fato, desesperado, mesmo com a tal “química” que ele tanto disse existir e que foi ventilada pela grande mídia. A preocupação do Lula é que, em 2022, o governo Biden interferiu de todas as formas para tirar o presidente Bolsonaro da reeleição, e isso ficou claro com denúncias e documentos. E hoje, com essa informação trazida pelo Max, podemos perceber que o governo Trump está disposto a consertar o erro que eles cometeram. - Portanto, esse papo de que o Trump meteu o pé do Brasil porque o Alexandre de Moraes e a família foram tirados da lista de sancionados é mentira. Na verdade, ninguém sabe o que aconteceu de fato; só temos especulações e palpiteiros querendo achar alguma coisa, mas que não acham nem dez centavos na rua. - Na segunda ponderação, o Allan dos Santo mostra que temos que tomar cuidado com esses ditos aliados políticos e influenciadores, que amam usar a bandeira do bolsonarismo para benefícios próprios, mas que, na verdade, têm um catecismo parecido com o manual do Carlos Marighella. - Temos que enfrentar essa turma, que são verdadeiros inimigos, que eu chamo, na roda de amigos, de “fumaças”: pessoas que estão verdadeiramente a fim de destruir um projeto de Brasil para construir outro apenas para se perpetuar no poder. - Duas ponderações excelentes!

Clarke de Souza

28,766 次观看 • 6 个月前

O que foi que você viu? Assisti a todo o interrogatório. E, pra ser sincero, FUX foi o que mais me intrigou. Num processo "normal", seria difícil imaginar que um ministro do Supremo abrisse mão de suas atribuições institucionais para participar de um interrogatório conduzido por outro “colega”. Mas FUX foi. Sentou, ouviu e, quando falou, foi fulminante. Sua participação foi pontual, muito discreta, mas cirúrgica. Quando abriu a boca, foi pra desarmar a narrativa de Moraes e Gonet, não para sustentá-la: 🎯 “Foram várias colaborações. Algumas sobre um fato, outras sobre outro. Mas no conjunto, o mesmo assunto foi tratado mais de uma vez?” Na prática, insinua que o conteúdo foi montado ou manipulado ao longo do tempo algo que compromete sua confiabilidade jurídica. 🎯 “O que o senhor quer dizer com bravatas?” Ao exigir que Cid explique o termo, Fux tenta reduzir a seriedade das conversas e planos golpistas, tratando-os como exageros de grupo de WhatsApp ou falas vazias. Isso enfraquece a tese de que houve real intenção e articulação concreta de um golpe. 🎯 “Esse documento foi assinado?” Fux quer deixar claro que o tal “decreto do golpe” nunca passou de rascunho, que não foi formalizado, nem assinado. Ou seja, não houve ação de fato, apenas cogitações. Isso mina a tese de tentativa de execução do plano. 🎯 “A reunião foi gravada ou grampeada?” Ao fazer essa pergunta, Fux sugere que a gravação pode ter sido feita sem autorização legal ou fora dos parâmetros processuais. Com isso, coloca sob suspeita o uso da gravação como evidência válida, o que poderia levar à sua invalidação. Essas perguntas não foram feitas por acaso. FUX não está jogando o jogo da acusação. Está fazendo o papel que, teoricamente, caberia à defesa: questionar a validade das provas, o valor da delação, a consistência das narrativas, a legalidade dos procedimentos. Ou seja, tudo aquilo que foi ignorado nos últimos meses sob o pretexto de se “defender a democracia”. Ao que parece, FUX se coloca no papel de “Defensor da Justiça”, e não do teatrinho inquisitorial que se desenrolou até aqui. E isso muda tudo. Mas tem mais. E pouca gente percebeu. O clima do interrogatório dizia muita coisa. Vamos ser honestos: alguém aí imaginava que diante de golpistas perigosos, acusados de tentar derrubar o Estado, o juízo permitiria risadinhas, gracejos, e um clima quase de confraternização? Alguém viu esse tipo de ambiente com líderes do PCC ou do Comando Vermelho? Alguém lembra de clima leve nos julgamentos de Nuremberg? Claro que não. Mas ontem teve. Principalmente com Bolsonaro. Isso só reforça o que está na cara de todo mundo: o juízo sabe que não está diante de criminosos perigosos, e sim de adversários políticos que foram usados como bode expiatório de uma narrativa furada. Cara a cara, sem manchete, sem corte de vídeo, sem editor da Folha ou do Globo por perto… o processo todo se revelou como o que é: um jogo político que deu errado, muito errado. E que agora precisa ser encerrado sem muito escândalo. Quem sabe até com anulação das provas, uma saída “técnica” para encerrar a lambança. Talvez estejam, sim, desenhando o sepultamento desse escândalo judicial. E quem sabe, com isso, Moraes ganhe alguma esperança de continuar no jogo, no Tribunal, na política, ou até mesmo na vida. IMPORTANTE: Fux não é mocinho, não é herói, não é salvador da Pátria. O objetivo dele é salvar o prestígio da corte e, sobretudo, salvar a própria pele. Aguardemos. 💣💣💣

Renato Esteves

140,506 次观看 • 1 年前

O Legado do Orelha: a Crueldade Rompeu a Bolha Essa tragédia nos esfregou na cara algo que ninguém esperava. E não, não falo da maldade humana — essa já é uma velha conhecida. A pergunta é incômoda, mas urgente: pode existir algo de positivo em uma crueldade desse tamanho? Para além da revolta e da sensação sufocante de injustiça, essa violência que beira a psicopatia expôs algo que não víamos há muito tempo: um limite comum. Um ponto de encontro na indignação O caso do cão Orelha rompeu bolhas. Ele unificou vozes que, em dias normais, discordam de absolutamente tudo. Direita, esquerda, opostos que não se suportam... todos convergiram em uma única certeza: isso não pode ser normalizado. Isso diz muito mais sobre nós do que sobre o crime isolado. O que realmente fere não é apenas o ato em si, mas a tentativa de blindagem. É ver adultos tentando proteger erros graves sob a velha lógica de que consequências são negociáveis para quem tem poder. Quando pais não impõem limites, ensinam que há um "jeitinho" pra tudo. Agora o principal: a Justiça não tem que ter ideologia Orelha acabou fazendo o que discursos, partidos e campanhas falharam em fazer: ele nos lembrou que a justiça não pode se apegar a ideologias. Cobrar punição não é uma questão de posicionamento político; é um exercício básico de cidadania. Se há abuso, corrupção, tem que haver denúncia. Se há impunidade, tem que haver exposição. Independentemente do espectro político, o certo não pode ter meio-termo. Que o legado do Orelha não seja apenas a memória da dor. Que seja o lembrete de que, diante da barbárie, não deveria existir "lado". Existe apenas a justiça. Justiça por Orelha. E por todos os animais que sofrem, cujos agressores ainda se escondem atrás do silêncio ou do privilégio.

Paula Zanelli

11,565 次观看 • 5 个月前