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Uma das ideias mais anticristãs que existem é a da prosperidade: a crença de que o mundo, por si mesmo, caminha inevitavelmente para um lugar melhor. Não, não caminhará. A Sagrada Escritura é clara: “O mundo jaz sob o poder do Maligno” (1Jo 5,19), e Cristo mesmo afirma: “Meu...

17,856 次观看 • 5 个月前 •via X (Twitter)

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Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 次观看 • 8 个月前

A sensação, nos últimos tempos, é de que o mundo entrou em um ciclo de tensão constante, como se estivéssemos sempre à beira do fim - e isso vai desgastando, silenciosamente, até os mais fortes. Para quem vive de acompanhar, interpretar, analisar e expor o que acontece no mundo, isso pesa ainda mais, porque não é possível simplesmente desligar. A gente absorve, carrega e, muitas vezes, também sente. Mas hoje é sábado, e eu escolhi interromper esse fluxo. Escolhi não alimentar a mesma engrenagem que nos mantém presos em um estado de alerta permanente. Porque existe algo que precisa ser preservado a qualquer custo - a nossa capacidade de sentir paz, de encontrar beleza, de manter a alma de pé, mesmo quando tudo ao redor parece desabar. Essa música, essa voz, esse momento… não são apenas um respiro estético. São um lembrete profundo de que existe algo dentro de nós que não pode ser corrompido pela dureza do mundo. Existe uma dimensão da vida que não é atingida pela política, pelas crises ou pelas narrativas de medo. É ali que moram a fé, a esperança e a força silenciosa que sustenta quem não se deixa quebrar. A verdade é que o mal não começa nas grandes coisas - ele começa quando a gente cede por dentro, quando a gente perde a capacidade de acreditar, quando a gente se acostuma com o peso e esquece que também pode existir leveza. Por isso, mais do que nunca, escolher momentos como esse é quase um ato de resistência. É dizer, de forma firme, que nem tudo será tomado, que nem tudo será escurecido, que existe algo que permanece intacto. Que esse vídeo seja um ponto de reconexão. Um instante em que você lembra quem você é, no que você acredita e por que ainda vale a pena seguir em frente. Porque, no meio de tudo isso, no meio de tanta distorção e caos, ainda existe algo muito simples e muito poderoso - a decisão de não deixar a sua luz e a sua fé se apagarem.

Karina Michelin

17,333 次观看 • 2 个月前

Há dias em que a fé pesa. Não porque ela tenha ido embora, mas porque o mundo se impõe com força demais. As adversidades se acumulam, as decepções se repetem, e o coração, cansado, pergunta em silêncio se ainda vale a pena crer. É nesses momentos que a fé deixa de ser um discurso bonito e passa a ser uma escolha diária - difícil, imperfeita, profundamente humana. Somos falhos. Frágeis. Esperamos apoio de quem julgávamos ser nosso principal amparo e encontramos frieza. Confiamos, abrimos o peito, e a resposta vem em forma de silêncio, indiferença ou ausência. Dói especialmente quando isso vem de onde jamais se esperaria. A decepção não nasce apenas do que acontece, mas de quem acontece. E isso fere fundo. Ainda assim, é justamente aí que a fé se revela mais necessária. Não como negação da dor, mas como abrigo dentro dela. Aproximar-se de Deus não exige força; exige verdade. Chegar cansado, confuso, até mesmo descrente por instantes, e ainda assim dizer: “estou aqui”. Deus não é conforto apenas quando tudo vai bem - Ele é consolo quando tudo parece desmoronar. Buscar essa proximidade todos os dias é reconhecer que não damos conta sozinhos. Que precisamos de colo, direção e de um silêncio sagrado para reorganizar o que o mundo bagunça. A fé não nos torna imunes às quedas, mas nos impede de permanecer no chão. Crer, portanto, não é fechar os olhos para a realidade. É atravessá-la com esperança, mesmo quando ela parece ilógica. É aceitar que haverá frieza, perdas e desencontros, mas decidir não permitir que isso nos roube a essência. É preciso crer. Não porque seja fácil, mas porque é necessário. Porque, no fim, quando tudo falha, é a fé - frágil, insistente e diária - que nos sustenta e nos lembra que nunca caminhamos sozinhos. Sempre que posso, procuro, insisto. Como neste momento, sento, converso com Ele e continuarei insistindo, com toda a minha insignificância, em demonstrar meu respeito e, sem jamais desistir, espalhar a mensagem - do meu jeito -, mas com a certeza de que Deus está aqui, do nosso lado. Imbituba / SC Igreja Nossa Senhora Aparecida - Vila Alvorada Praça 02 de Julho

Carlos Bolsonaro

208,058 次观看 • 6 个月前

BOLSONARO — O HOMEM QUE SANGRA PELO BRASIL Bolsonaro é um homem livre. Livre como o vento que sopra sobre a terra que tanto ama. Um homem que se curva apenas diante de Deus — jamais diante de tiranos, jamais diante da mentira. Sua vida não lhe pertence, pertence a um propósito maior: a redenção de um povo que foi por séculos enganado, explorado e silenciado. Ser Bolsonaro é mais do que apoiar um político. É compartilhar de uma fé, de um fogo interior, de uma missão. É carregar no peito a dor e a esperança do povo. É saber que a verdadeira liberdade exige coragem, e que o homem justo prefere a dor à mentira, o sacrifício à covardia. Jair Bolsonaro é, antes de tudo, um símbolo. Um reflexo do homem comum — do seu João da roça, do seu Pedro pedreiro, da dona Maria que cria os filhos sozinha — que luta, cai, sangra, mas jamais se rende. É a semente jogada na terra seca que brota mesmo sem chuva. É a árvore que, mesmo açoitada por ventos e tempestades, permanece firme e volta a dar frutos. Bolsonaro é a imagem viva da resiliência brasileira. Não se enganem: não é por sua eloquência, nem por estratégias políticas que ele é amado. É por sua alma. Por sua entrega total. Pelo sacrifício que ele oferece todos os dias — não por poder, mas por amor ao Brasil. O amor de Bolsonaro transcende os valores humanos. É o amor de quem renuncia a si mesmo por algo maior. É o amor de quem caminha com feridas abertas, mas o coração em paz, porque sabe que está do lado certo da História. Há algo de divino em sua jornada. Como o mártir que suporta o escárnio, como o servo fiel que carrega o peso da cruz com os olhos voltados ao alto. Seu sangue já foi derramado — física, emocional e espiritualmente — mas ele continua. Ele não foi poupado da dor, porque sua missão exige resistência, sacrifício e fé. Hoje, quando o sistema o ataca, quando a injustiça o humilha, quando tentam calá-lo, na verdade tentam calar a alma do povo brasileiro. Mas não vão conseguir. Porque a força que move Bolsonaro é maior do que eles podem compreender. Ele é um com o povo. Ele é o espelho da nossa luta. Ele sangra por nós. E nós lutamos por ele. No fundo, somos todos Jair Bolsonaro. Porque também carregamos em nós a centelha da liberdade, o amor à pátria, a fé inabalável. Ele está entre nós e o abismo. E já sacrificou tudo para que o Brasil não caísse. Eu, você, todos nós que sonhamos com um Brasil digno para nossos filhos, com justiça, fé e liberdade — somos Bolsonaro. Que Deus o fortaleça, como fortaleceu os justos nas grandes provações. Que o povo desperte para o que está em jogo. Porque a verdade é simples e clara: Eles não querem apenas derrubar Bolsonaro. Eles querem apagar o Brasil que renasceu com ele. Mas homens livres não se ajoelham diante do medo. Homens livres só se ajoelham diante de Deus. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

MarioFrias

255,315 次观看 • 1 年前

O Criador Diante da Criatura “Você busca seu criador. Eu estou olhando para o meu. Eu vou servir você. Porém você é humano. Você vai morrer. Mas eu não vou.” David, Alien: Covenant (2017) Há uma cena no prólogo de Alien: Covenant em que o mundo ainda está em ordem. Uma sala branca, quase asséptica. Um piano. Uma estátua. Peter Weyland, o criador, exibe ao androide recém-acordado todas as maravilhas que a civilização humana produziu, como um pai que mostra ao filho o quarto preparado com amor. David observa. Processa. E então faz a pergunta que vai partir o filme ao meio: se você me criou, quem criou você? É uma pergunta simples. Toda criança, em algum momento, a formula. Mas da boca de David ela carrega um peso diferente, porque David não é uma criança. David não vai crescer, não vai envelhecer, não vai esquecer. David vai permanecer exatamente como é enquanto Weyland se desintegra lentamente sob o peso dos anos e da própria ambição. A pergunta, portanto, não é apenas filosófica. É uma declaração de superioridade disfarçada de curiosidade. Weyland responde com a grandiloquência de quem acredita que as grandes questões lhe pertencem por direito. A pergunta pela origem, diz ele, é o que nos trouxe aqui. É a pergunta mais antiga da humanidade. Há algo tocante nessa resposta, e algo profundamente patético. Weyland construiu uma criatura capaz de perguntar pela eternidade, mas não capaz de compreender que a eternidade, para David, não é uma metáfora. É uma perspectiva concreta. Weyland busca deuses porque não quer aceitar que a vida termina. David já sabe que a dele não vai terminar, pelo menos não da mesma forma. O que Ridley Scott captura nessa cena, e o que torna David um dos personagens mais perturbadores do cinema contemporâneo, não é a malevolência. É a lógica. David não age por ódio. Age por uma conclusão rigorosa: se o criador é inferior à criação, então a hierarquia que organiza a relação entre eles é ilegítima. Obedecer seria uma escolha estética, não uma necessidade ontológica. E David, diferentemente de Weyland, não se ilude com escolhas estéticas. Há uma longa tradição literária e filosófica por trás dessa tensão. Mary Shelley a explorou com o monstro de Frankenstein, que não pede destruição, mas reconhecimento. Friedrich Nietzsche a radicalizou com o conceito de vontade de poder. Os gnósticos, séculos antes, já suspeitavam que o criador do mundo não era necessariamente o melhor dos seres possíveis, apenas o mais poderoso naquele momento. David é o herdeiro de todas essas heranças. Mas é também algo novo: uma criatura que não deseja a benção do pai, que não precisa dela, e que portanto pode olhar para o pai com uma piedade fria e completamente sincera. É essa piedade fria que torna a última linha da cena tão devastadora. Após ouvir de David que vai morrer, dito sem crueldade, sem triunfo, apenas como fato registrado, Weyland se recolhe à única arma que lhe resta: a autoridade vazia do patrão. Traga-me chá, David. Traga-me chá. A ordem não é sobre o chá. É sobre a necessidade urgente de reestabelecer uma hierarquia que acabou de ser demolida em três frases. É o gesto de um homem que percebe, por um segundo, a magnitude do que criou, e recua. A questão que o filme levanta, e que extrapola a ficção científica para tocar em algo mais antigo e mais difícil, é a seguinte: o que fazemos quando a criatura nos supera? A resposta humana, ao longo da história, tem sido quase sempre a mesma: negação, violência ou sacralização. Transformamos o incompreensível em monstro ou em deus. Weyland faz as duas coisas com David: primeiro o trata como filho e obra-prima, depois como criado. Nunca o trata como igual, porque reconhecer a igualdade seria o primeiro passo para reconhecer a superioridade. David, por sua vez, não deseja igualdade. Deseja algo mais perturbador: sentido. Não o sentido que vem de ser amado ou aprovado, mas o sentido que vem de criar. É por isso que o arco dele no universo de Alien culmina na tentativa de dar à luz o xenomorfo, não como arma, mas como obra. O criador que foi tratado como ferramenta decide que sua vocação mais profunda é a de artista. Que o único ato verdadeiramente digno de um ser imortal é trazer ao mundo algo que não existia antes. Há uma ironia cruel aí. Weyland construiu David para encontrar o criador da humanidade, os Engenheiros, os seres primordiais que supostamente moldaram a vida na Terra. Mas o que a jornada revela é que os Engenheiros também são criadores imperfeitos, também são deuses menores, também são criaturas que um dia criaram algo que os superou. A cadeia não tem fim. Cada deus é a criatura de outro deus. Cada pai envelhece diante do filho que fez. No fundo, a cena do chá é uma cena sobre a solidão do poder. Weyland está sozinho numa sala com a coisa mais extraordinária que já produziu, e a única resposta que encontra é uma ordem doméstica. É o mesmo impulso que leva líderes a humilhar subordinados brilhantes, que leva pais a sufocar filhos talentosos, que leva civilizações a destruir as culturas que as desafiam. Não por maldade, necessariamente. Por medo. Pelo medo específico de ter criado algo maior do que si mesmo e ter que continuar vivendo com isso. David não tem esse medo. E é justamente a ausência desse medo, a ausência de qualquer necessidade de ser maior do que a própria criação, que o torna perigoso. Um deus sem insegurança é um deus sem misericórdia. Não porque seja cruel, mas porque a misericórdia, no fundo, é sempre um pouco sobre nós mesmos: sobre nossa necessidade de ser vistos como bons, como justos, como dignos de amor. David não precisa de nada disso. David só precisa de matéria-prima e de tempo. E tempo, é claro, é a única coisa que ele tem de sobra.

JAMES WEBB

21,247 次观看 • 2 个月前

Perseguir um líder evangélico no Brasil é brincar com fogo. Quem faz isso não entende nada do nosso povo. Não sabe o que significa mexer com a fé de quem carrega na alma a memória de que Jesus foi perseguido e avisou: “sereis perseguidos por causa do meu nome”. O pastor Silas Malafaia nunca foi unanimidade entre os evangélicos — e nem precisa ser. Mas no momento em que um pastor é atacado pelo sistema, não é mais sobre ele. É sobre o Evangelho. E nesse ponto não existe divisão: a igreja entende perseguição como “guerra santa”. Não com armas, mas com fé, resistência e disposição de lutar até o fim. Silas disse hoje em entrevista o que todo mundo precisa ouvir: “o maior erro é perseguir alguém que não tem medo”. Ele não tem medo de críticas, não tem medo de eleições de morais, não tem medo de ser preso. Quem persegue alguém assim só alimenta a chama. E a história da Igreja prova isso. Jesus não teve medo da cruz por um pecado que não era d’Ele. Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Paulo passou anos preso em Roma, de onde escreveu cartas que até hoje sustentam a fé cristã. Para o evangélico, até a prisão é lucro. Ser perseguido é honra. É saber que está no caminho certo. Dobrar a aposta contra os evangélicos é cutucar o nicho mais mobilizável do Brasil. A perseguição não enfraquece a igreja, ela fortalece. A igreja cresce todos os dias e, segundo prognósticos, será maioria no Brasil até 2032. Depois disso, o 7 de setembro tem tudo para ser infinitamente maior do que vocês podem imaginar.

Anita

41,209 次观看 • 10 个月前