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Ana Sayfaya Dön

Uma mãe de 22 anos, envolvida com drogas, e seu parceiro, decidem abandonar uma bebê de apenas um mês em uma mata em Ibirité, Minas Gerais. Não foi um ato impulsivo qualquer, eles tentaram três vezes jogar a criança em um bueiro, como se fosse lixo descartável. Graças a...

52,956 görüntüleme • 4 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Pegaram sua orientação, seu afeto pela H, declarado, direto, assumido e transformaram em palco. Transformaram H em interrogação e Z em equívoco. E, como se não bastasse, inseriram J como se ele fosse o destino inevitável da sua narrativa. Como se o desejo de uma mulher precisasse passar, de novo, pela validação de um homem. E tudo isso sem a presença dela. Sem voz. Sem direito de correção. Sem direito de dizer: "não fui eu que escrevi isso". O que se viu foi uma execução pública da identidade de Z, descontextualizada, triturada em cortes de VT, distorcida até caber na fantasia do público. H foi deixada a duvidar. J foi empurrado como desejo de um triângulo onde nunca houve geometria real. A sexualidade dela que sempre foi clara, honesta, vivida com coragem foi desrespeitada, distorcida, reduzida a uma novela mal escrita. O programa não apenas silenciou uma mulher que se posicionou, mas teve a audácia de reescrever o desejo dela sem a presença dela. Esse jogo, esse roteiro podre, não só deturpou uma trajetória, como violentou um espelho. Porque espelho é onde a gente se reconhece. E Zeudi teve seu espelho usado contra ela. Distorceram sua atração. Silenciaram seu gesto. Inventaram o desejo que era confortável à audiência e ao formato. Jogaram com o tempo da dúvida e da edição. Mas esqueceram que quando a verdade é arrancada de alguém, o eco sempre retorna mais forte. GF VAFANCULLO 🖕

BELÍSSIMA PRESTES DI PALMA VIEIRA

17,071 görüntüleme • 11 ay önce

O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 görüntüleme • 7 ay önce

Poliana Rocha agora tenta apagar o que ela mesma disse. Após transformar em anedota televisiva a história de ter levado um adolescente pobre da Bahia para sua casa em Goiânia, tratá-lo como “irmão temporário” do filho e depois simplesmente “devolvê-lo”, ela grava um vídeo afirmando que foi mal interpretada e ameaça processar quem a “caluniou”. Mas não há calúnia quando as palavras saíram da própria boca. O que chocou a sociedade não foi invenção da internet, foi o relato cru de uma mulher que se orgulhou em público de transformar a vida de um adolescente em experiência passageira, como se fosse um objeto descartável. Dizer que “não contou a história toda” não muda o fato central: retirar um menor de idade de sua família, sem respaldo legal, para brincar com seu filho e devolvê-lo quando perdeu a “utilidade”, é grave. Pior ainda é tratar essa situação como entretenimento de programa de auditório. O problema não é a “interpretação” das pessoas, mas a prática em si e o modo banalizado com que ela foi exposta. Crianças e adolescentes não são bonecos que a elite pode usar para suprir carências afetivas e, quando cansar, devolver para a realidade dura da pobreza. Quem deveria estar pedindo desculpas é Poliana ao jovem, à sua família e à sociedade. E mais, deveria refletir sobre o que significa privilégio e responsabilidade, em vez de se colocar como vítima de “mal-entendidos”. Porque, no fim das contas, a verdadeira violência não está nos comentários das redes, mas no que ela própria fez questão de narrar. Nos comentários está o vídeo para quem ainda não assistiu.

Beta Bastos

201,755 görüntüleme • 9 ay önce

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,245 görüntüleme • 2 yıl önce