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36 Comments

Manual do Piloto Pobre's profile picture
Manual do Piloto Pobre1 month ago

Não ironicamente, achei que ficou bem legal. Mesmo! Única fubanguice, do meu ponto de vista, foi fazer aquele showroom da Vonix no porta malas kkkkk

🗿🍷's profile picture
🗿🍷1 month ago

Os vagabund0s da PRF sente ate arrepios quando avista um desse todo modificado na rodovia. Pode passar um carreta com dorgas, mas é certeza q eles vão parar para guinchar o Uno.

Tiosao Ambervision's profile picture
Tiosao Ambervision1 month ago

Ficou animal

Caio Augusto's profile picture
Caio Augusto1 month ago

Chic né

Osvald ✝️📿🇻🇦🧐🎸😎's profile picture
Osvald ✝️📿🇻🇦🧐🎸😎1 month ago

Legal, preservou o clássico barulhinho do amortecedor da mala rangendo. 👏

F/A Amigo's profile picture
F/A Amigo1 month ago

O Uno:

Um alguém 🇪🇪's profile picture
Um alguém 🇪🇪1 month ago

Enquanto isso os filhos estudam em escola pública pq “o Brasil já era”. No futuro, eles vão falar “alcantára” tb.

Null's profile picture
Null1 month ago

E DAI!!!! CONTINUA UM UNO, SÓ COLOCAR UMA ESCADA EM CIMA E IR TRABALHAR😂🤣😂🤣😂🤣😂

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Ale1 month ago

Pena q é num uno. Sim, pode xingar

gato frajola😺's profile picture
gato frajola😺1 month ago

Ficou muito lindo. Mas essas modificações estão de acordo com o regulamento? Pq a polícia rodoviária vai adorar achar um pelo para guinchar o veículo.

abreudh's profile picture
abreudh1 month ago

ficou muito lindo, mas palavra de quem ja teve uno, colocaram isolamento acustico embaixo do carpete e dentro das portas? Melhora um pouquinho o isolamento de merda, mas mesmo assim, qualquer paralelepido meia boca parece que o carro vai desmanchar no meio.

Emmanuel's profile picture
Emmanuel1 month ago

Porra… já tô feliz em ouvir o cara falar o nome certo do material alcantara e não alcântara como falam muitos

JefersonR's profile picture
JefersonR1 month ago

Uno de Tróia! Tu abre a traseira e vem o inimigo do fim-de-semana: a lavagem do carro!

Paulo Cesar's profile picture
Paulo Cesar1 month ago

Na hora de vender, vai vender pelo valor da FIPE Kkkkkkkkkkkk

Pardal D3sign's profile picture
Pardal D3sign1 month ago

Ok. Pago 12k no pix

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JBX1 month ago

Ficou bom, mas ainda é um UNO, bateu morreu.

Vingador do Presente's profile picture
Vingador do Presente1 month ago

Coloca um motor e caixa da strada 1.4 senão vc pode instalar até mesmo peças em ouro ae que não adianta nada. Carro tem de ter motor.

Professor Eulavo's profile picture
Professor Eulavo1 month ago

Só nao pode sair na rua nem viajar.

Fernando's profile picture
Fernando1 month ago

Veículo descaracterizado... em qualquer fiscalização: multa e recolhimento. Gastaram muita grana para nunca mais passar numa inspeção de transferência. Só presta pra tirar peça.

Victor França ³ 🇮🇩🐭's profile picture
Victor França ³ 🇮🇩🐭1 month ago

Ficou daora, mas que agonia do caralho ele falando "DA Renegade",. "DA T-Cross", "DA Fastback". Exceto peruas, camionetes e minivas, todas as carrocerias são no masculino (Hatch, sedã, conversível E SUVS)

R. ₿. Martinsᶜʳᶠ ꗞ 💀's profile picture
R. ₿. Martinsᶜʳᶠ ꗞ 💀1 month ago

Ficou top, linda! Mas o mais importante não mostrou, o motor. Se não tiver um motor maneiro é igual olho azul em gente feia 😂

Adriano Faustinoni's profile picture
Adriano Faustinoni1 month ago

Muito lindo. Queria ter esse tanto de grana também pra fazer esse tipo de coisa. Só que gastou nas modificações dariam pra comprar uns 3 carros, certeza.

Helton Gorte Padilha's profile picture
Helton Gorte Padilha1 month ago

Você pode colocar um smoking em um bode, mas ele continua um bode.

Boone Assis's profile picture
Boone Assis1 month ago

Caralho E onde vai colocar a escada agora?

originalganjaman's profile picture
originalganjaman1 month ago

alcantára eh foda

Arthur Moreira's profile picture
Arthur Moreira1 month ago

Oxe. Faltou a escada p dar aquele charme

Evandro Albuquerque 🇧🇴🇧🇷's profile picture
Evandro Albuquerque 🇧🇴🇧🇷1 month ago

O cara saiu da pobreza, mas a pobreza não saiu dele. Acontece com frequência.

Killdozer Jr.'s profile picture
Killdozer Jr.1 month ago

O interior ficou bacaninha (exceto aquelas duas telas grandes sem mudar o resto do painel). Só faltou falar o motor

Bruno Mendes's profile picture
Bruno Mendes1 month ago

Alternador do uno gera energia pra tudo isso?? Deve viver arriado..Bonito mas pouco funcional..

〽️arcelo JULIÃO (terraFLAnista)'s profile picture
〽️arcelo JULIÃO (terraFLAnista)1 month ago

Merecia o motor 1.4 turbo do 500 Abarth!!!

Michael Gary Scott ☭⃠'s profile picture
Michael Gary Scott ☭⃠1 month ago

Mexe, mexe, mexe, no final, é um uno

marden kgvb's profile picture
marden kgvb1 month ago

Eu queria um projetinho desse no meu VW Up! mas sem os rodão e sem rebaixar a suspensão

azeitona's profile picture
azeitona1 month ago

"cinza extrato" kkkk eu chamo isso de "cinza durepoxi"

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jhba1 month ago

Melhor truque pra fugir do IPVA, top demais.

Mark litio byd da silva's profile picture
Mark litio byd da silva1 month ago

@Cormano03 o que vc ta fazendo no porta mala dele?? 🫪🫪🫪🫪

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yan1 month ago

@p4ulovitorgf

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O Navio de Teseu Sobre o paradoxo de Teseu e a dissolução do eu Dizem que no porto de Atenas havia um navio. Não um navio qualquer: era o navio de Teseu, aquele que havia navegado até Creta e derrotado o Minotauro. Os atenienses o preservaram por séculos, como relíquia e testemunho. Mas o mar, e o tempo, apodreceram a madeira. E cada prancha deteriorada foi substituída por outra. E depois outra. E outra ainda, até que não sobrou nenhuma tábua original. A pergunta, então, que o filósofo deixou flutuar no ar foi: aquele navio ainda era o navio de Teseu? Plutarco nos legou o paradoxo, mas a pergunta pertence a todos os séculos. Porque não se trata, em rigor, de carpintaria naval. Trata-se de nós. Do estranho esforço que fazemos, a cada manhã, de reconhecer no espelho um rosto que julgamos contínuo, quando, na verdade, é uma sequência de rostos, superpostos, em que cada versão apaga e reescreve a anterior. A biologia, que não se importa com nossa angústia, informa-nos que o corpo humano renova a maior parte de suas células ao longo dos anos. Que a pele que carrego hoje não é a mesma que aprendi a chamar de minha. Que as moléculas que compõem este pensamento que agora formulo já foram, antes, água de rio, terra, ar respirado por alguém que já morreu. E a neurociência diz que o cérebro é plástico, ou seja, que o pensamento é um constante rascunho. E no entanto, insistimos em dizer “eu”, como se houvesse uma entidade estável por trás dessa sílaba breve. Insistimos em lembrar, sabendo que a memória não é um arquivo, mas uma ficção que se reescreve a cada evocação. Insistimos em sermos os mesmos, mesmo quando o que somos desmente essa pretensão a cada decisão que tomamos, a cada amor que começa ou termina, a cada mudança que fazemos, seja física ou psicológica. Talvez o erro esteja na pergunta. Perguntar se somos os mesmos pressupõe que a identidade é uma coisa, um objeto, uma substância, uma tábua de navio que ou persiste ou apodrece. Mas e se a identidade for um verbo? E se o “eu” não for aquilo que permanece, mas aquilo que continua, que se move, que se narra, que tece fios entre o que foi e o que será, construindo a ilusão, ou talvez a realidade, de uma trajetória? Dizem que somos feitos de memória e de linguagem, e a linguagem, sabemos desde Ferdinand de Saussure, é arbitrária e convencional. Os nomes que damos às coisas não são as coisas. O nome que damos a nós mesmos não é o que somos: é apenas o título provisório de uma obra em curso. Somos também feitos de relações, de tudo aquilo que os outros viram em nós antes que nós mesmos enxergássemos. Somos os traumas que nos moldaram sem que os convidássemos. Somos as alegrias que nos abriram onde estávamos fechados. Somos as perguntas que ainda não respondemos, e talvez sejamos sobretudo isso, esse movimento de perguntar que não cessa. O labirinto que Teseu percorreu com o fio de Ariadne era exterior: corredores de pedra, o Minotauro no centro, a saída no horizonte. Já o labirinto que cada um de nós percorre é feito de outra matéria, de tempo e de significado, de esquecimento e de desejo. E não há fio que nos guie senão a narrativa que construímos sobre nós mesmos. Uma narrativa que muda. Que é, ela própria, um navio cujas tábuas são trocadas. E aqui reside, talvez, a libertação estranha que o paradoxo oferece: se não somos uma estrutura fixa, então as versões de nós que fracassaram, que erraram, que se perderam, não são sentenças definitivas. São capítulos. São tábuas que apodreceram e foram substituídas. A culpa que carregamos de uma versão antiga de nós mesmos, aquela pessoa que fomos antes de saber o que sabemos agora, é a culpa de um navio por uma tempestade que já passou. O navio de Teseu continua navegando. A identidade não é o que persiste imutável; é o que persiste em movimento. Somos o processo de sermos. E talvez isso seja suficiente, talvez seja até mais do que suficiente, para atravessar o mar. Somos, enfim, o navio de Teseu.

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