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Vamos falar de traição? Desde o início da nossa vida liberal é uma prática eu optar por ficar sozinha com o macho e deixar o corno se masturbando do lado de fora. Por vários motivos que depois eu explico melhor... O uso de camisinha sempre foi um assunto delicado...

110,400 次观看 • 1 个月前 •via X (Twitter)

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Um lutador de MMA do estilo antigo versus um campeão mundial de boxe. Um boxeador precisa ser excelente, mas um lutador de MMA precisa ser bom em vários tipos de luta e excelente em apenas uma, certamente o boxe não era o forte de Wanderlei. Apesar disso, Popó foi um gigante, não só como boxeador, mas também como showman, pois ele claramente, no começo, não pesou a mão e teve paciência quando a memória muscular de Wanderlei confundiu boxe com MMA. Eu acredito na memória muscular e não na maldade, pois ambos são atletas de alta performance que dedicaram e abdicaram muito da vida para ser campeões. Dizer ao Wanderlei que ele entrará num ring e só poderá usar o boxe, é o mesmo que dizer ao Popó que ele entrará no ring e só vale jab. Imagine uma vida inteira dedicada a sparins duríssimos, exercícios desgastantes, dietas rigorosas e lutas que mais pareciam medievais, até a luva e o shorts, deve ter sido difícil para Wanderlei usar. Ainda assim, Popó foi generoso com seu adversário e muito generoso com o esporte que ama, uma pena que sua equipe não conseguiu agir igual e protagonizou esse final lamentável, pra quem gosta do esporte, mas lucrativo pro o grande público, afinal, o brasileiro adora um programa do Ratinho. Uma pena eu não gostar e nem entender de futebol, se eu escrevesse assim, ganharia uma grana afrodescendente, também não entendo muito do mundo da luta, mas gosto e isso basta. Apesar do meu público diversas vezes pedir pra eu falar de futebol, mas eu meto um sambarylove, e eles racham o bico, mas acho falta de respeito com quem gosta.

Canal do Negão

739,868 次观看 • 11 个月前

Deixa eu te falar uma coisa, cafecomferri, eu sou pai de um menino de 13 anos. Eu sou um cara de classe média. Não tenho uma casa no meu nome, não tenho carro, não sou herdeiro e nunca paguei uma conta de restaurante que chegasse a mil reais. Mas eu estou fazendo do meu modo e, na minha insignificância política aqui nas redes, faz bastante tempo. Eu apostaria a vida do meu filho, sim, no Flávio Bolsonaro. E sabe o porquê? Porque eu não tenho alternativa. Eu não sou como você, que poderia parar hoje, ir para a Suíça e viver bem de renda para o resto da vida. A situação do meu país, para mim, é de vida ou morte, literalmente. Eu vi, nesses nove anos, gente sendo presa por falar na internet, gente sendo torturada na cadeia, gente tendo a vida destruída, tudo por causa de pessoas que não aprenderam a apertar o botão do block. Você está pensando em quanto suas ações vão subir com o Tarcísio presidente, em quantos cursos você vai vender. Eu quero que meu guri tenha um Brasil melhor do que o que meus pais me entregaram. É por isso que eu sempre fui bolsonarista e de direita. Todo o sofrimento que eu e tantos outros passamos aqui, perseguições e violências, fizeram a gente sofrer, mas deram total clareza do que a gente quer. E, realmente, eu não sou nenhum especialista, sou apenas um cidadão comum. O Tarcísio é a fantasia que o sistema está vestindo para enganar a gente, para fazer o que fizeram com o petismo em 2022, para ter um presidente fantoche e continuar com os bancos master, os inquéritos infinitos, os juros lá em cima, para dar muito dinheiro a banqueiros e especuladores da Faria Lima. Esse não é o Brasil que eu quero. E eu tenho todo o direito de não querer, todo. Portanto, eu, e acho que falo por alguns bolsonaristas, só voto no Flávio Bolsonaro. Vocês jamais vão fazer a gente engolir o Tarcísio, não importa quantas matérias de jornais apareçam dizendo que ele é um grande articulador e que ministros e o sistema atendem aos pedidos dele. Eu participei de uma revolução com o Bolsonaro e é nela que eu ainda estou. Os dados são importantes, sim, mas a política e a vida não são feitas apenas de dados. Se dependesse dos dados, a Faria Lima defenderia que os miseráveis do Brasil desaparecessem, só para equilibrar as contas. E eu não sou dessa galera. Espero que você e o pessoal aí dos restaurantes chiques e dos clubes de golfe entendam que nós, ou a maioria de nós bolsonaristas, estamos 100% fechados com Eduardo, Flávio, Carlos e Jair Bolsonaro, e ninguém mais. Quanto antes entenderem que vocês não nos manipulam nem mandam na gente, melhor. E, em 2027, quando o Flávio estiver subindo a rampa junto com o Jair, eu vou ter absoluta certeza de que fiz o certo, porque, no fim, o importante é fazer o correto.

Mafinha

328,148 次观看 • 7 个月前

O Daniel Kim/kyu (ex-I-LAND) abriu o coração em um vídeo em seu instagram e relatou os traumas que viveu durante sua participação no programa de sobrevivência I-LAND em 2020, quando tinha apenas 14 anos. "Eu não sei por onde começar isso, mas o K-pop acabou comigo. Acho que a maioria das pessoas me conhece como o garoto de um programa chamado I-LAND. Algumas pessoas podem me conhecer como um 'garoto problemático'. Sabe, eu tinha 13, 14 anos na época em que estava no programa. Sinto que foi ali que aprendi sobre a vida pela primeira vez. Foi muito louco para mim porque, quero dizer, aquele programa me deixou de certa forma famoso. O primeiro motivo pelo qual entrei no programa foi porque eu só queria ser famoso. Eu queria ser outra pessoa, como um cantor. Esse foi o motivo principal de ter entrado no programa. Sei lá, isso me causou um trauma. Ficamos no estúdio por três meses inteiros. Era um estúdio gigantesco e extremamente poeirento. E eles nem me deixavam ligar para os meus pais. Enquanto eu estava no programa, sentia tanta falta dos meus pais. Eu não conseguia ter contato nenhum com eles. Teve uma vez em que eu tive uma crise de pânico também. Eu estava na sala de treino e as câmeras ficavam gravando 24 horas por dia, 7 dias por semana. Meu corpo simplesmente travou e eu não sabia o porquê, mas eu estava chorando. Eu simplesmente corri para o armário, engatinhei para dentro do armário e tudo mais. Aí ouvi passos, era alguém da equipe de produção. Ele me abraçou e disse: '어른들이 미안해' (oreunduri miane), que significa 'Nós, os adultos, pedimos desculpas'. Isso realmente me ajudou muito. Nenhum adulto tinha falado comigo daquele jeito. Sabe, é um programa de sobrevivência, então todo mundo era muito 'hostil’. Começaram a falar mal dos meus pais e de todo mundo. Cara, sabe, eu tinha 14 anos. Fiquei meio chocado ao ouvir aquilo. E teve muito mais coisa. Por que você compartilharia seus sentimentos e tudo mais? Mas eu ainda era o mais novo e era novo demais. Eu era uma criança. De alguma forma, cheguei à final e saí do programa. Fui para a escola e todo mundo me conhecia. Até quando andava na rua, me pediam fotos e tudo mais. Foi demais para mim naquela época." #DanielKim #김다니엘 #kyu #ILAND #아이랜드

Update KBoys

3,635,217 次观看 • 10 天前