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vi o filme da elize matsunaga ontem e acabei engatando no documentário e alguns vídeos do yt tô genuinamente triste que ela aparentemente tenha feito o que fez pra não ser separada da filha e, no fim, acabou sendo. mas, na minha cabeça, ela ter ficado presa e a...

167,077 Aufrufe • vor 1 Monat •via X (Twitter)

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Tem uma galera falando que não perdoa o serhat por conta do anel, que não tinha necessidade. Gente? Vamos aprender a somar 2+2 daquilo que a gente ta assistindo também né? pqp 🤣🤣🤣🤣 o anel o serhat comprou, pasmem, pra YILDIZ, pra pedir ela em casamento. Eles conversam na varanda e Yıldız deixa claro que ela tem a marca dele no coração mas que ele não se emocionasse não, que só vai ser esposa dele com compromisso, quando ele a pedir pro pai dela (a mana que sabe o que quer é outra coisa né? 🤌🏻) No outro dia no escritório, ele vê o papel da intimação pro divórcio, pensa, escolhe a Yıldız e encomenda o anel. Ele só vê que a M tá sem anel DEPOIS de ter encomendado o anel de Yıldız, na hora da consulta. Aquele anel ali não era pra M, mas ela acha que era por que ela percebeu quando ele viu que ela tinha tirado o dela. Serhat só escolhe o dever dele quando escuta o coração da criança bater, ai ele decide não separar. A direção da cena joga isso claramente na nossa cara. A expressão dele emocionado com o filho mas triste sabendo do que ele vai abrir mão em nome do dever (inclusive a atuação do ilhan com o olhar aqui é surreal 🤌🏻🤌🏻), o foco no anel pra mostrar que aquela foi sua decisão "final" pelo seu clã. E sobre a mensagem no cartão do anel, obra de sultan hanım claramente (agora o que me pega é a M não conhecer a letra do próprio marido 🗣🗣 até a gente que não é casada com ele conhece, porque ele ensinou Yıldız e a gente viu kkkkkkkk, outra coisa, o macho lá e ela aceitou o anel ser deixado no quarto ao invés de colocado no dedo dela por ele MERMÃO o amor próprio negativo dessa mana me cansa demais namoral KKKKKKK). #HalefKöklerinÇağrısı #YılSer

Rachel ✨️

23,042 Aufrufe • vor 8 Monaten

De novo temos ele diminuindo a Gabi Murphy por conta da aparência dela, ninguém aqui está chamando ela de Musa dos Nerdolas, ninguém aqui está concordando com ela porque ela é bonita e ninguém aqui é tão fútil e vazio ao ponto de concordar com mulher só pra poder impressionar e querer atenção ou achar que vai ter chance com ela, quem está concordando com ela é porque tem conhecimento da guerra cultural e viu que você está errado, agora no momento ela pode estar sendo uma porta voz já que você está dando tanta atenção pra tentar descredibilizar e de certa forma até tentar humilhar publicamente a garota. Outra coisa, porque ele fica pegando só os perfis sem nome e sem foto? Ele falou no vídeo dele que a Gabi cortou falas dele pra poder corroborar com as falas dela, então porque ele fica falando sobre o ademir_corno , Nerdola Vader e agora falou do Clarion de Laffalot ? Eu estou aqui o tempo todo falando sobre o assunto, aquele na foto ali sou eu, sei que meu nome não é Koalla Murdock, mas é meu nome artístico e como eu sou conhecido na internet, se quiser eu falo meu nome, eu me identifico tranquilamente, assim não precisa ficar pegando perfil de humor e página pra descredibilizar os caras e expor a garota ao ridículo. Ficar nessa de ficar pinçando perfil que corroboram com sua narrativa de que os nerdolas são um bando de fracassados que não usa sua própria foto de perfil e nem seus nomes e depois querer falar que a garota cortou partes da sua fala só pra ela ter razão, sendo que você está fazendo o mesmo, quem está sendo o hipócrita aqui? Quem está sendo o desonesto aqui? 👌🏻

Koalla Murdock

16,857 Aufrufe • vor 3 Monaten

Cheguei aqui nos EUA, achando que quem é bom será bom em qualquer lugar. Trouxe comigo todo o orgulho alimentado no Brasil. Saí do Leblon para Jurerê Internacional, e de lá para os EUA. Fui convidada para “n” exposições de arquitetura, tive o meu nome publicado em revistas e apareci na RBS TV falando sobre o meu espaço da Casa Cor. Cheguei aqui cheia de mim, e do orgulho das minhas conquistas. Aprendi com os anos, aqui nos EUA, a desinflar o ego, o famoso “ It’s not about you”(não é sobre vc). Aprendi a sair dos holofotes e dar espaço ao outro. Me lembro da Vitória me dizendo: “mãe, olha a fila” “mãe, não fica no meio do corredor” “mãe, você está falando muito alto”… Ela já estava no sistema, eu ainda não. Depois de 14 anos, e alguns empregos que me afastaram da minha profissão, finalmente consegui concretizar o meu sonho, e incluiu voltar a estudar para poder exercer a minha profissão. Parabéns à PUC do Rio, impecável na transcrição do currículo, e lamentável a postura da UNISUL, com carimbo duvidoso e nota faltando, tudo rejeitado pelo departamento de educação. Tive que fazer novo requerimento para que corrigissem e alterassem o carimbo, ou colocassem selo seco. Tudo isso para ser aceita na universidade daqui. Poderia ter ido para um Master, mas isso não me daria o título de arquiteto aqui. Consegui e entrei, a turma era de jovens, que poderiam ser meus filhos, todos sonhando em ser arquitetos. Sofri muito bullying, a princípio achei que era por ser mais velha e por ter sotaque, mas a verdadeira razão era outra: competição, por ter sempre os meus trabalhos escolhidos e receber prêmios. Eles são super competitivos, já crescem assim, não queriam perder sempre, e fizeram grupinhos para reclamar com o professores, diziam que eles me favoreciam. Ouvi isso de uns 3 professores. Apesar da minha experiencia na área, eles se esqueceram como tudo para mim foi mais difícil, pela língua, mas principalmente por eu não ter nascido na geração iPhone. Aprendi todos os novos programas, com muito mais lentidão do que eles. Fui aprendendo também, e aos poucos, como me “comportar”, como colocar o orgulho de lado, e nos últimos anos comecei a trabalhar totalmente em silêncio. Fui aprendendo que “It’s not not about me”, não é sobre mim. Aqui o senso de comunidade é muito forte, e todos tem chance. Esses anos me mostraram que não sei tudo, e com isso me tornei mais humilde, e vi que há muito espaço para melhorias e aperfeiçoamento. Vi que aqui não importa a raça, a cor, o background social, ou a origem, o mérito é de quem o conquista. Ontem fui surpreendida com os jovens da minha turma, me chamando para tirar fotos com eles, e me apresentando aos pais, que me disseram: “você, ajudou o meu filho, seremos sempre gratos” ou “ você foi inspiração p minha filha” ou ainda “ouvimos o seu nome várias vezes em nossa casa”. Tudo isso mostra que tudo valeu a pena, impactei muitos jovens, algumas famílias, mostrei paixão e resiliência, mostrei que não há limites quando a gente tem um sonho, e “apresentei”Deus a alguns deles, que testemunharam coisas incríveis … Termino esse ciclo com uma gratidão enorme ao meu marido, que é a coluna da minha casa, e que me incentivou, me ouviu, me abraçou, e torceu por mim a cada queda e a cada vitória. Que me disse que era possível quando eu achava impossível, e que orou por mim todo esse tempo. Que teve câncer durante esse período, e ainda está sob tratamento, mas que nunca reclamou de nada para não me tirar do foco. 😭 Mr. Thomas Aker você é um gigante! Meus amigos, que esse registro sirva de inspiração a todos vocês… Muitos só relatam os louros, nunca os tombos, atrás das imagens de sucesso há sempre uma história ✨🙌🙏

🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣

230,905 Aufrufe • vor 1 Jahr