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Ana Sayfaya Dön

Vídeos imperdível explicando com fatos e dados, a criação e desenvolvimento do “cartel dos soles”, que é basicamente o topo do regime venezuelano. Tal como na época em que Olavo de Carvalho denunciou o foro de São Paulo, cujos integrantes e sua imprensa de aluguel negaram existir, agora os...

14,490 görüntüleme • 6 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

O discurso inflamado de Lula em Nova York escancara a verdade que durante décadas foi negada e até ridicularizada como “teoria da conspiração” - o Foro de São Paulo. Criado em 1990 por Lula e Fidel Castro, o Foro passou 16 anos oculto da opinião pública, operando nos bastidores como uma aliança comunista-socialista com um objetivo claro; unificar América Latina e Caribe sob um modelo de poder centralizado à imagem da antiga União Soviética. Partidos de esquerda, movimentos sociais e organizações de fachada atuam como correias de transmissão, enquanto regimes aliados - em especial o PT no Brasil - colocam recursos estatais a serviço da causa revolucionária global. Como denunciou Olavo de Carvalho há anos, no 15º aniversário do Foro, as FARC enviaram carta agradecendo ao PT por ter “salvado o movimento comunista na América Latina”. Hoje, o Foro chega aos 33 anos mais vivo do que nunca. Não se trata de um simpósio acadêmico, é a concentração de ditadores, guerrilheiros e líderes socialistas que veem no crime organizado e no terrorismo ferramentas estratégicas para manter e expandir seu poder. A cartilha é a mesma que vemos avançar pela Rússia e pela China - usar Estados, partidos e organizações paralelas como peças de um tabuleiro global. Por anos, a imprensa e a intelligentsia progressista trataram o Foro como invenção paranoica da direita. Mas a confissão pública de Lula, em pleno palco internacional na ONU, mostra que o que era “conspiração” hoje se institucionalizou na Presidência da República. O Foro de São Paulo não é uma reunião inofensiva, é um projeto de hegemonia ideológica continental, financiado por governos cúmplices e sustentado pelo enfraquecimento das democracias locais. Ao admitir sua paternidade sobre o Foro, Lula deixou claro que o Brasil não apenas participa - ele lidera o movimento revolucionário. O discurso inflamado de Lula na ONU, gritando com seus aliados e questionando onde “eles erraram” para permitir o avanço da chamada “extrema-direita” no mundo, é a prova viva de que o projeto segue ativo - e mais perigoso do que nunca.

Karina Michelin

163,541 görüntüleme • 9 ay önce