Video wird geladen...

Video konnte nicht geladen werden

Zur Startseite

Wamuka sei nhasi Donny boy? #Justwhatthedoctorordered #StagedAssassinationAttempt #StagedAF

33,063 Aufrufe • vor 2 Jahren •via X (Twitter)

0 Kommentare

Keine Kommentare verfügbar

Kommentare vom Original-Post werden hier angezeigt

Ähnliche Videos

Was gerade in Venezuela passiert, ist zu exakt NULL Prozent verwunderlich. Und Donny Boy T. auch nicht im Geringsten „anders“ als seine Vorgänger - falls er überhaupt etwas zu melden hat 🤣 Das ist kein Ausrutscher, sondern ein standardisiertes Vorgehen, das seit 1945 immer wieder angewendet wird. Es folgt STETS demselben Schema... und immer in derselben Reihenfolge: 1. Wirtschaftlicher Druck & Sanktionen 2. Narrativaufbau („Diktator“, „Chaos“, „Bedrohung“) 3. Medien- & Oppositionspush 4. Destabilisierung / Stellvertreter 5. „Humanitäre“ Rechtfertigung 6. Regimewechsel oder Dauerchaos 7. Abzug, sobald es sich gerechnet hat Seit 1945 ca. 80 Mal umgesetzt - absolute Routine. Wir sind 'n bißchen vergesslich, das ist alles. Imperialismus 2.0 braucht keine Kolonien mehr. Er braucht Schulden, Sanktionen, Medienframes und lokale, sowie globale Eliten. Ideologie ist dabei PR. Ökonomie der Kern. Militär ist das Backup. Die „kleinen Feinde“ (Venezuela, Iran, Irak etc.) sind dabei nur Nebenkriegsschauplätze. Der eigentliche Gegner ist längst klar: China / BRICS. Wie früher die Sowjetunion. Wie zwischendurch die arabische Welt. Alles andere ist Vorlauf, Positionierung, Machtdemonstration. Nicht moralisch. Systemisch. Donny Boy ist nicht „anders“. Er ist die gleiche Maschine in anderer Verpackung. Neu war nicht die Politik - neu war das Framing: Frieden, Anti-Deep-State, Anti-Eliten, Erlöser-Narrativ. In einer verwirrten Welt + Social-Media-Dauerfeuer entstand etwas Neues: Loyalität statt Zustimmung. Nicht trotz der Mainstream-Medien gegen ihn. Sondern gerade DESHALB. Trump folgte demselben Plan wie alle vor ihm. Er hat ihn nur so verkauft, dass Millionen glaubten, er würde ihn zerstören. Also: Enjoy the Song. Alles beim Alten 😅

Snicklink

48,179 Aufrufe • vor 7 Monaten

#Formigli: “Qual è il problema della riforma?” #Woodcock: “Allora il problema della riforma è il sorteggio.” #Mulè: “Ah, mò è il sorteggio” #Woodcock: “Ora è... mò è il sorteggio. Ma io ho sempre detto, no... è il sorteggio” #Mulè: “Ma scusi, ma noi accettiamo che ci siano sei giudici popolari nelle corte di Assisi estratti a sorte. Noi accettiamo che ci sono sedici giudici stati a sorte per giudicare il Presidente della Repubblica. Noi accettiamo che i magistrati vengano estratti a sorte per giudicare i Ministri e non accettiamo che non lattai, fruttivendoli, panettieri con tutto il rispetto siano al CSM, ma tra 7.000 magistrati quelli che hanno già superato il concorso e giudicano per l'ergastolo della vita della persona. E lei "questo è un sorteggio non democratico". Perché?” #Woodcock: “No, ma il sorte... ma il sorteggio...” #Mulè: “Non è uno vale uno. Non c'entra niente.” #Formigli: “Le ha chiesto perché. Adesso le faccia rispondere.” #Woodcock: “Ma il sorteggio non è un sistema di scelta democratico. Ma la... lo sai che l'ha detto il suo presidente del Consiglio?” #Mulè: “Lasci perdere...” #Woodcock: “No, no, non lascio perdere...” #Mulè: “Perché non è democratico?” #Woodcock: “Perché non è democratico. Perché in qualsiasi sistema democratico ci si... uno si elegge i propri rappresentanti anche... attenzione! Ma...” #Mulè: “Bravo, è quello il punto.” #Woodcock: “Ma lei lo sa, voglio dire che anche...” #Mulè: “Non siete un partito politico, non dovete eleggere nessuno.” #Woodcock: “Ma cosa c'entra?” #Mulè: “Non si va lì per rappresentare una parte politica, una parte politica della magistratura.” #Formigli: “Concluda” #Woodcock: “E cosa c'entra?” #Mulè: “Si va a fare nomine, trasferimenti e promozioni.” #Woodcock: “E che cosa c'entra...” #Mulè: “Lei è in grado, come quello che ha 28 anni, può essere sorteggiato e andare...” #Woodcock: “Ma lei lo sa, voglio dire, che anche i Boy Scout eleggono... perché i Boy Scout, sono, hanno rappresentanza politica? I massoni hanno rappresentanza politica, eleggono il gran maestro.” #Mulè: “Che c'entrano le pere con le mele? Parliamo di una cosa molto più importante che è la magistratura. Ma come fa a mischiare i massoni?” #Formigli: “Che però è stata fatta dai costituzionalisti, è stata fatta dai costituenti.” #Mulè: “Ma anche i capi mafia, che vuol dire? I capi mafia non si vanno per sorteggio, ma si uccidono tra di loro. Che quello va bene?” #Woodcock: “No, ma io... sto” #Mulè: “E allora di che sta parlando, dottore, a proposito del sorteggio?” #PiazzaPulita #referendum #referendumgiustizia #IoVotoNo #IoVotoSi

𝚁𝚒𝚌𝚌𝚊𝚛𝚍𝚘 𝙳𝚎𝚒𝚊𝚜

39,334 Aufrufe • vor 5 Monaten

Como alguém que teve a honra de conhecer Olavo pessoalmente, conversar com ele em várias oportunidades e aprender muito com o Professor, me sinto na obrigação de estabelecer a verdade sobre sua relação com Bolsonaro e sua visão sobre o ex-presidente. Vejo muita gente ENGANANDO o público, postando prints soltos que dão a entender apoio incondicional ou rompimento com Bolsonaro — o que não corresponde à realidade. Se não me falha a memória, a última avaliação mais longa de Olavo sobre Bolsonaro foi no programa "ConservaTalk", de Paulo Figueiredo, que foi ao ar em 20 de dezembro de 2021. Olavo viria a falecer pouco depois, em 24 de janeiro de 2022. Selecionei os trechos mais relevantes da live. Tire suas próprias conclusões. 1. A eleição de Bolsonaro como chance perdida Acabou. Agora, a eleição do Bolsonaro foi a grande chance — grande chance, por meu entender, já perdida — porque ele precisava, primeira coisa que ele precisava ter feito, é desmantelar esse esquema nas primeiras semanas. Não fez isso. Foi tratar de querer parecer um bom administrador, quis parecer ser o novo Juscelino Kubitschek. Perdeu tempo. 2. Bolsonaro aprecia ser humilhado Então eu acho assim: o Bolsonaro é, jeito que ele aprecia, né, ser insultado, aprecia ser humilhado, né, aprecia ser achincalhado — porque tudo que ele faz é para perder a guerra. Ele só não perde a popularidade, mas popularidade não é poder. 3. Popularidade não é poder Evidentemente o povo brasileiro não tem poder nenhum, né. Então a elite inteira está contra o Bolsonaro e ela continua mandando no pedaço. [...] O pessoal se iludiu muito com a eleição do Bolsonaro. Venceu uma eleição — não é nada, gente. Nada. Zero. Cargo eletivo não é poder, só imbecil acredita nisso. O poder tá na sociedade. [...] Quantas pessoas te obedecem? Não é quantas pessoas gostam de você. [...] O Bolsonaro já ganhou, né, quantas pessoas gostam do Bolsonaro, quantas gostam do Lula — a maioria absoluta gosta do Bolsonaro. Mas o problema não é gostar, o problema é obedecer. O Bolsonaro não é obedecido em praticamente nada. Quem manda no Brasil é a turma do STF e a turma da mídia, a turma do show business, e pronto, acabou. 4. No Brasil só há comunistas ou neutros No Brasil só há duas possibilidades: ou você é comunista ou você é neutro. Não existe direita, existe bolsonarismo — não direita. Então é isso aí, é a raiz de todos os males. 5. "A briga já está perdida" E o Brasil vai se dar muito mal, gente. Não venham com esperanças tolas, porque é o seguinte: a briga já está perdida, já está perdida. Existe chance de fazer voltar? Existe uma chance remota, vou dizer: se o Bolsonaro acordar. Mas eu não sei como fazê-lo acordar. 6. "Não sou guru do Bolsonaro" Porque o pessoal imagina que eu sou o guru do Bolsonaro — isso é absolutamente falso. Conversei com Bolsonaro quatro vezes na minha vida e duvido, duvido que ele tenha lido o meu livro inteiro. Nem aquele livro único ele não leu aquilo inteiro. Se ele tivesse lido com atenção, tem muita coisa que ele fez que ele não faria. E os demais livros e o meu curso — eu tenho um curso que eu dei 570 aulas — ele assistiu alguma? Nenhuma. 7. "Ele me usou como poster boy" Então a minha influência sobre o Bolsonaro é zero. Ele me usou como poster boy, usou para se promover e se eleger. Depois disso não só esqueceu tudo que eu dizia, mas até os meus amigos que estavam no governo ele tirou. [...] Eu só indiquei dois ministros, por uma questão de educação, porque ele me convidou para ser Ministro da Educação. Eu não aceitei, então já que eu não aceitei, falei: bom, então por educação deixa indicar alguém para lá. Não foi um ato político, foi um ato de polidez pessoal, foi somente isso. 8. O Brasil se ferrou — a eleição foi a última chance Olha, sinceramente, eu acho que o Brasil se ferrou, viu. O Brasil não vai se levantar, não. A eleição do Bolsonaro foi a última chance. Talvez se ele se eleger de novo é possível, mas o que ele já perdeu de apoio popular é uma grandeza, e acho que ele não sente isso. [...] Eu acho que o Bolsonaro caiu na mesma coisa — pegam esses assessores, viram: "Não, Presidente, o senhor tá eleito, o povo tá com você, não se preocupa." 9. Bom administrador, mas não é estadista Então o que ele quer agora? Parecer simpático, parecer bonzinho, parecer um bom administrador — que ele é um excelente administrador, de fato é o melhor que nós já tivemos para lidar com obras públicas, economia tá indo muito bem. Mas política ele não faz, e sobretudo um guerreiro ele não é. Estadista ele não é, de jeito nenhum. Ele é assim como se fosse um prefeito de cidade do interior, né. Assim, é um Paulo Maluf sem a roubalheira. 10. O poder do presidente é nulo Qual é o poder que tem o presidente da República comparado com o Congresso e o STF? Não tem nada, nada. Quer dizer, ele se castrou a si mesmo desde o primeiro dia. Ainda diz que eu sou guru dele — se eu fosse isso, jamais teria acontecido. A primeira coisa que eu ia dizer: "Ou você resolve o problema nas primeiras semanas ou você tá perdido." E se você está dando tempo para o adversário se fortalecer, ele vai se fortalecer e vai acabar com você. Foi exatamente o que aconteceu. 11. O 7 de Setembro — desperdício de apoio popular Nas primeiras semanas, alguém teria coragem de dizer do Bolsonaro que dizem agora? Não tinha. Porque o pessoal sentia a força do apoio popular. Agora não sente mais. E essa manifestação do 7 de Setembro — o maior desperdício de apoio popular que já se viu. Quer dizer, você reúne um povão na rua e o povo vai dizer: "Eu autorizo." Autorizo o quê? Que que ele fez com a autorização? Fez nada. Quer dizer, tem algum problema, tem algum problema com o Bolsonaro, não sei qual é o problema, né. 12. "Não vou retirar meu apoio — não tem outro" Agora, eu vou retirar meu apoio dele? Não, não. Porque não tem outro, né. E quem vai votar, vai votar no sei lá quem... nesse pessoal do Congresso aí, né. 13. Sobre as eleições de 2022 — "Vou votar nele, é claro" Se eu faço alguma crítica ao Bolsonaro, não quer dizer que eu tô contra ele. Ao contrário, vou votar nele em 2022, é claro que vou. Em quem que você quer que eu vote, né? O Ciro Gomes? Bom, eu gosto do Ciro Gomes, acho até um sujeito inteligente, mas ele nasceu para perder, gente. Ele é um perdedor nato, ele sempre vai perder. [...] É claro que vou votar no Bolsonaro, é claro que tô a favor dele. Mas então fica aí o registro para todo mundo que ficar aí: "Ah, meu Deus do céu, Olavo tá atacando o Bolsonaro, Olavo rompeu..." As notícias no jornal — o jornalista é o mais imbecil de todos, só consegue raciocinar assim. [...] Várias manchetes do tipo: "Olavo rompe com Bolsonaro." Que [merda] é essa? Rompe o quê, né?

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

103,006 Aufrufe • vor 4 Monaten