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𝐀𝐫𝐠𝐞𝐧𝐭𝐢𝐧𝐚, 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐝𝐢𝐳𝐢𝐚 𝐨 𝐟𝐚𝐛𝐮𝐥𝐨𝐬𝐨 𝐆𝐚𝐥𝐞𝐚𝐧𝐨, “𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚 𝐨𝐧𝐝𝐞 𝐜𝐚𝐝𝐚 𝐮𝐦 𝐞́ 𝐨𝐧𝐳𝐞”. * 🎥 𝑃𝑟𝑜𝑔𝑟𝑒𝑠𝑠𝑜̃𝑒𝑠 𝑜𝑓𝑒𝑛𝑠𝑖𝑣𝑎s 𝑑𝑎 𝐴𝑟𝑔𝑒𝑛𝑡𝑖𝑛𝑎 🇦🇷 𝑣𝑠 𝐴𝑟𝑔𝑒́𝑙𝑖𝑎 🇩🇿 Depois de ver a estreia da seleção Argentina na copa, deu para realçar a preponderância da habilidade sobre qualquer tipo de condições atléticas numa equipa onde...

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Vivemos uma era de desconstrução. O que antes era admirado, agora é destruído. O que antes era reverenciado, agora é ridicularizado. A beleza, um conceito que atravessou civilizações e guiou a arte, a moda, a arquitetura e a própria existência humana, está sendo atacada por aqueles que a desprezam. E o mais trágico: o próprio ser humano tornou-se a arma dessa guerra contra o belo. O que antes era um esforço coletivo para refinar, elevar e enaltecer o espírito humano, hoje se transformou em uma cruzada para nivelar tudo por baixo, para apagar qualquer resquício de excelência. Na arte, celebram-se os borrões grotescos em detrimento da técnica e do talento. Na moda, corpos artificiais, deformações estéticas e o ridículo tomam o lugar da harmonia e da sofisticação. Na sociedade, a feiura é erguida como um novo padrão, enquanto a beleza é vista como opressiva, elitista e ultrapassada. O desfile de outono de 2025 do estilista Duran Lantink, realizado em Paris neste final de semana, foi um exemplo gritante dessa tendência, encerrando sua coleção “Duranimal” com um modelo ostentando seios protéticos exagerados, um espetáculo feito para chocar e gerar discussões. O culto ao grotesco se traveste de liberdade criativa, mas não passa de um ataque direto à ordem natural das coisas. O ser humano sempre buscou a beleza porque ela representa harmonia, equilíbrio e, de certa forma, transcendência. Mas em um mundo onde tudo deve ser subvertido, onde a desconstrução virou dogma e a mediocridade foi alçada ao trono, é natural que a beleza seja vista como uma ameaça. A moda dita os costumes e o comportamento do ser humano, nfluenciando a forma como nos percebemos e nos expressamos. Hoje ela se tornou uma arma obsessiva em destruir o belo, porque a beleza inspira, enquanto a feiura subjuga. A beleza liberta, enquanto a feiura escraviza. Um mundo onde o belo é massacrado e o disforme é celebrado não é um mundo livre — é um mundo de espíritos perdidos, que já nem lembram o que perderam. A moda, que antes era uma exaltação do sublime, agora nos apresenta a decomposição dos corpos, da mente e da alma.

Karina Michelin

37,574 次观看 • 1 年前

Este vídeo deveria ter tido uma visibilidade muito maior; a fala da Milena aqui deveria ter repercutido muito mais. Imagine que, mesmo sem saber ou entender completamente, você passa 100 dias dentro de um jogo sofrendo racismo tanto dentro quanto fora do confinamento. Após enfrentar ataques pesadíssimos em uma casa de vidro e cancelamentos sucessivos (na grande maioria, injustos), por ser simplesmente quem você é, por ter se jogado ao jogo de uma forma tão intensa e já mais vista antes em um reality show, você olhar para outra pessoa e diz que o prêmio valerá mais a pena se ela ganhar. É preciso amar muito a pessoa para colocar a sua própria trajetória de jogo e de vida em segundo plano em prol da dor dessa pessoa. É necessária uma sensibilidade e uma empatia maiores que o desejo de ganhar 5 milhões e mudar de vida para sempre — e sabemos que a vida da Milena nunca foi fácil. Milena dizer que quer a vitória da Ana Paula, pois "valerá mais a pena" por toda questão envolvendo o pai dela, diz muito sobre quem a Milena é e sobre o que foi sua trajetória no BBB. Não foi uma jornada apenas de redescoberta e crescimento pessoal, foi de cuidado, afeto e sensibilidade com o outro. Foi sobre se colocar na zona de risco para proteger os seus e ser exatamente quem ela é, genuinamente 80% coração. Milena, ao proferir estas palavras para Ana Paula, transforma toda a dor que viveu em um ato de compaixão e puro amor, provando que, às vezes, a maior vitória não é o prêmio final, mas a preservação da própria humanidade e do afeto. No fim, foi muito mais do que uma busca por dinheiro. É um desfecho emocionante para uma trajetória marcada pela resiliência.

Ádila

16,808 次观看 • 3 个月前

Se você se incomoda com drible e "firula", me desculpa, o problema é seu. E ninguém deveria ser punido porque você é frágil. Esse rapaz da foto é o Kaio, atleta promissor que está jogando a Copinha pela Ponte Preta. Se você cer o vídeo do segundo slide, notará que ele dominou uma bola com classe, fez embaixadinhas/altinhas e deu um passe de efeito. Isso resultou numa entrada forte do adversário. Ambos foram punidos com amarelo: um por conduta violenta e o outro por conduta antidesportiva. Num dia foi Neymar, no outro Leozinho. Hoje, é um adolescente na Copinha. Do profi à base, estão roubando o brasileirismo com punições silenciosas. Afinal, para que serve um drible ou firula? Se pensarmos que só serve se for um recurso objetivo dentro das métricas visíveis, ou seja, para gerar vantagem tática, chance clara de gol, estaremos reduzindo drible a algo que, gostei você ou não, não lhe define. O drible, a firula e a jogada de efeito não servem só para gerar vantagens visíveis. O futebol é um jogo mental, e gerar desvantagem psicológica no adversário é um recurso e SEMPRE foi um recurso do futebol brasileiro. Provocar, tirar a concentração, manipular, enganar... nada disso é errado. Se existe algo que serve para a eficácia do objetivo do jogo (vencer o oponente), a discussão sobre a firula como antidesportiva se torna apenas uma imposição moralisfa. Uma imposição de que tipo de comportamento é certo ou errado. Quando aprendemos a jogar bola no Brasil, o drible e a firula se tornam diversão, expressão cultural e artística. Uma expressão de sobrevivência. Se serve como uma arma no jogo, aquela expressão se torna ainda mais útil. Então por que punir? Porque há uma tentativa de "higienizar" futebol. Tornar sério sob uma perspectiva tecnocrata e eurocêntrica, tirar do Brasileiro aquilo que é Brasil, fingir que nós não somos nós. Isso acontece dentro e fora de campo. É uma falsa ideia de nos polir. É uma maneira, também, de proteger a fragilidade do mundo, que nunca soube lidar emocionalmente com essa arma chamada provocação, que o brasileiro sempre dominou. Essa punição só "protege" o marcador, que fica refém da própria fragilidade e não aprende a lidar com o próprio temperamento. Como vai ser na hora que pegar um argentino catimbeiro? Na prática, sem moralismo, se a firula te afeta, você quem é frágil. O problema deveria ser só seu.

Marcus Arboés

46,727 次观看 • 6 个月前

Observem esse vídeo. Em um trem um rapaz ameaça um senhor de idade apenas pelo prazer da cultura edgy que se estabeleceu entre os jovens hoje, em que o objetivo é ser o mais desagradável e ofensivo possível. Até que um homem ao ver isso decide colocar o rapaz em seu devido lugar, dando uma lição poderosa sobre a necessidade de respeitar os mais velhos, e lhe dando uma ordem para sair do trem. Esse é o papel dos homens: colocar ordem social e repreender os dissidentes. Incrível como o rapaz compreendeu que errou depois de ter sido repreendido de forma enfática e ficou de cabeça baixa depois disso. Como digo, a vi0lência gera compreensão. O que nos falta hoje é uma cultura de respeito onde os malfeitores tenham medo de errar. Veja como esse rapaz se sentiu confortável em agredir verbalmente e intimidar um senhor de idade, pois pensou que nada iria acontecer. Devemos revinstruir uma cultura de honra e integridade, onde o respeito pauta as relações. E essa é a função dos homens. A questão principal aqui é: precisamos respeitar os mais velhos. Quando estamos diante de alguém mais velho, naturalmente o colocamos em uma posição hierárquica superior a nós e o tratamos com o devido respeito e honra, ainda que até então não existisse laços ou convívio. Temos um imperativo biológico que nos leva a desejar reverenciar os mais velhos e nos colocarmos como nossos mentores. Isso é um reflexo da posição arquetípica do avô como mentor na juventude do neto. Pois o avô tem um papel fundamental no desenvolvimento da masculinidade dos netos. Talvez a primeira cosia que precisamos entender é que para o aprendizado do filho, o pai não basta. O filho está há muito pouco tempo vivendo, então tentar compreender suas existência e quem ele é baseado unicamente na sua própria história é impossível, pois esse pouco tempo não é suficiente para compreender quem você é. Por isso durante a vida os homens coletam sugestões de outros homens sobre os elementos básicos dos relacionamentos masculinos, sobre como homens agem uns com os outros e como lidam com a vida. Um menino necessita e obtém mensagens de outras partes a respeito dos mistérios da masculinidade: e, embora cada novo homem em sua vida possa acrescentar mais profundidade e amplitude à compreensão de si mesmo, lições poderosas são aprendidas no seio familiar. Quando o menino olha a sua volta à procura de modelos masculinos, ele encontra no avô um modelo significativo para seu desenvolvimento e o grande atrativo no avô vem do fato de não estarem envolvidos no emaranhado emocional e na competição que existe entre ele e seu pai. Se a fonte do poder masculino nos foi transmitida pelo pai, presumimos que o homem acima dele, o pai dele, deve possuir poderes múltiplos. Somos atraídos para nossos avôs por uma ligação com nossa linhagem masculina, e uma chave para para compreender nossos pais e a nos mesmos. Queremos garantir e sentir assegurado a continuidade de seus nomes e sabedoria. O avô talvez seja o único homem com quem estamos livres de lutas de poder, competição e ego. Pois a diferença de gerações responde por uma relativa falta de suposições e expectativas com referência àquilo que constitui o sucesso no mundo, justamente os fatores que estabelecem o conflito entre pai e filho. E isso confere a neutralidade emocional entre avô e neto. Enquanto o pai luta para estabelecer e definir seu poder e posição no trabalho, o avô tende a encontrar-se numa fase estável da vida em que ele não precisa mais provar nada, pois sua geração já "está no comando", com seu papel na hierarquia familiar já assegurado, deixando a competição fora de questão. Ou então pelo avô ser visto como dependente e fisicamente fraco, o menino não sente a ameaça de ser subjugado e por isso se sente livre para abrir o coração e expor medos e esperanças ao avô. (CONTINUA ⬇️)

Fúria e Tradição

220,519 次观看 • 2 年前

Acho que a Paula Marisa não entende muito bem o conceito de "puxa-saco". É precisamente da própria natureza do "puxa-saco" puxar também o tapete. Pois o puxa-saco, é precisamente aquela pessoa que apoia alguém de forma forçada, com segundas intenções, esperando receber algo em troca. Quando não recebe o esperado, vira-se contra a pessoa. Alguém que apoia por real convicção, porque acredita e admira realmente o outro, é que nunca vai puxar o tapete. E esse nunca é um "puxa-saco". Por isso eu digo que quem está com o JB até agora, nunca vai deixar de lhe ser leal, acho que já passou todas as provações e tentações. Os puxa-sacos da direita, estão sempre inclusive em busca de novos sacos para puxar. Um dia estão com o Moro, no dia seguinte estão chamando o Weintraub de muso, depois saltam para o saco do Salles. E assim vivem de saco em saco, pulando de galho em galho, agitando a árvore das patacas. Um tempo atrás foi o do "Marçal", mas novos mitos e musos eles criam todos os dias. Se der ruim voltam para a posição inicial, para o barco do capitão com uma bandeirinha branca e a maior desfaçatez, e depois começam tudo de novo. E aquela Fernanda Salles posando com o capitão nas eleições para se eleger hein? Que linda... Querem "coesão". A piada do século. Se a quisessem jamais criticariam o Bolsonaro, o Mário Frias (que é claramente o "não citado"), o Tarcísio que juram ser inimigo do Bolsonaro (sabendo perfeitamente que estão mentindo), e enfim, vale criticar quem eles determinarem que vale... Afinal de contas: Eles são os "donos da direita", que já militavam desde que o mundo é mundo! Tipo o farçal! Mas nós é que "viemos do PT". Eu mantenho-me leal ao mesmo, por questão de inteligência, e de valores. Se estivesse contra o JB diria isso de forma clara, não ficaria sendo dissimulado. Não é compatível com a minha natureza, mesmo que eu me esforce muito. Quem ataca Jair Messias Bolsonaro, é um divisor da diireita que sabota qualquer possibilidade de coesão. Isto é 100% verdadeiro, na medida em que é 100% verdadeiro que ele é a única personalidade que demonstrou ser capaz de unir a direita, e de longe a mais consensual. Tudo o resto que possam dizer é pó de bosta verbal. E "aliado que tá na trincheira" disparando contra o nosso próprio capitão quero que se exploda o mais rápido possível, é pior do que inimigo. Só gera drama, desconforto, trabalho, muita dor de cabeça, e enfraquece o movimento. Aliás a Paula Marisa, crédito lhe seja dado, foi das primeiras a disparar o rótulo de "traidor" no Nando Moura, que segundo muitos "estava na nossa trincheira". Só gostava de entender qual a grande diferença entre aquele NM (do inicio) que falava em "princípios e valores" e certa "galerinha" de hoje em dia. Eu vejo zero diferença no discurso. E conheço o discurso do NM de cor e salteado. Quanto ao "direita duguinista" "paga" "gente do STF" "brifados do centrão", já ouvimos tudo isso com os patatis e os patatás, não vamos nem nos rebaixar a contestar, vamos deixar no campo da fofoca/comédia, que é onde ela pertence. VOCÊS ESTÃO DIVIDINDO A DIREITA! E não vão nunca levar a melhor. Porque ao contrário do que vocês imaginam, não foram vocês que "levantaram o Bolsonaro", nem vão "levantar" mais ninguém no lugar dele. Foi Deus quem o levantou, não foram vocês. "Ain que fanático!" Chama o que quiser: é a verdade.

André (3mbaixada da Resistência)

60,888 次观看 • 1 年前