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𝐂𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐫 𝐚𝐭𝐞́ 𝐨 𝐮́𝐥𝐭𝐢𝐦𝐨 𝐦𝐢𝐧𝐮𝐭𝐨 𝐞 𝐡𝐨𝐧𝐫𝐚𝐫 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐡𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚! 🇪🇪🎥 ELE CHEGOU! 👉🏾 Tá no ar os bastidores dos primeiros 90 minutos da decisão. Domingo, vamos seguir juntos batalhando por essa taça! ▶️ Dá o play! 📲 Assista completo em #Gauchão2026 #Grenal450

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São Paulo - Metrô sobrecarregado. Ônibus lotados. O trânsito deu um nó. O problema estava nos trens. A greve parou três linhas que atendem a Zona Leste da capital paulista e cidades da Região Metropolitana. Um impacto direto em quase 1 milhão de passageiros. Essas linhas passaram para a administração da concessionária Trivia Trens há duas semanas. Logo nos primeiros dias, os passageiros enfrentaram falhas no serviço. No terceiro dia de operação, um incêndio atingiu um dos vagões, causando pânico para quem estava no trem. Depois dos problemas, a CPTM - Companhia de Trens Metropolitanos - retomou a operação das linhas por 90 dias. Foi a primeira vez que o governo de São Paulo recorreu a essa medida desde o início do programa de concessões ferroviárias. O sindicato pede a preservação dos empregos. “Pedindo para o governo que ele nos dê a garantia de emprego para os 2,2 mil trabalhadores das linhas 11, 12 e 13, que são afetadas pela concessão dessas linhas”, diz Luiz Barbosa Neto Júnior, diretor-executivo do Sindicato Central do Brasil. A CPTM afirmou que o sindicato não cumpriu a decisão judicial que determinou que 80% dos funcionários trabalhassem nos horários de pico e disse que se comprometeu com a categoria a não fazer demissões. Na volta para casa, passageiros encontraram os trens circulando apenas em algumas estações e com intervalos maiores. No início da noite, os ferroviários decidiram manter a greve. Saiba mais no #g1. #greve #trem #cptm #notícias #sãopaulo #JN

g1

29,089 Aufrufe • vor 2 Monaten

Ciro pede ao eleitor para ficar alerta após sofrer três tentativas de destruição de sua candidatura com apoio de parte do Judiciário A ultima acão, neste sabado, foi tentar proibir a divulgação de pesquisas. Ele também criticou ministros do STF, em especial "o notório Dias Toffoli," que cometeu o abuso de permitir propaganda de Elmano e do PT 48 horas antes da eleição, o que é proibido por lei. Ele disse que as ações do grupo que quer ganhar a eleição no tapetão revelam desespero e porque sabem que o "povo quer mudar e vai mudar." Em mensagem postada em suas redes sociais, o candidato ao governo do Ceará pelo PSDB, ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes, pediu aos eleitores para ficarem alertas "porque não param as tentativas de tentar destruir a nossa candidatura, mesmo a essa altura, e de reprimir o desejo de mudança que inunda o coração do nosso povo." "A tentativa de golpe tem contado até com apoio de certos setores da justiça brasileira. Primeiro tentaram dissolver a coligação , depois sequestrar nosso tempo de propaganda na televisao e por ultimo o ministro Dias Toffoli, o notório Dias Toffoli, do STF, tomou a decisão de permitir que a publicidade de Elmano continuasse nas emissoras depois do encerramento do período de propaganda eleitoral gratuita," diz Ciro. Continua ele: "Pela primeira vez na história três ministros do STF interferiram de forma simultânea na eleição do Ceará com medidas todas contra a minha candidatura. Tudo isso na semana e nos últimos dias para a eleição. Mas essa última decisão de Toffoli e que está vigorando é a mais abusiva de todas. Segundo a lei, é proibida a propaganda no rádio e na TV nas 48 horas que antecedem a eleição. Pra que isso? Para que o eleitor possa decidir seu voto sossegado, sem barulho, sem zoada. O ministro não apenas desconsiderou essa restrição da lei como permitiu um verdadeiro bombardeio da propaganda do Elmano e do PT." "Por que esse privilégio para um dos lados? Por que essa insistência de tentar ganhar a eleição no tapetão ? A resposta é simples. Porque estão todos desesperados. Sabem que o povo quer mudar e vai mudar. Porque sentem que nós vamos vencer e que vamos promover mudanças profundas a favor do povo do Ceará. Mais uma prova disso é o corre corre deles de última hora, agorinha, tentando censurar a divulgação de pesquisas. Pois escutem bem. Eu não cheguei até aqui após quase 50 anos de luta limpa pelo Ceará e pelo Brasil pra me curvar diante dos poderosos, sejam eles quem forem. E sei que o povo do Ceará também nunca se rendeu. Por isso estamos enfrentando e vencendo juntos as máquinas, as máfias e os poderosos. Essa caminhada só foi possível por causa de vocês. Chegou a hora ds transformar essa esperança em vitória." "Ocupem as ruas, com alegria, com paz , mas com coragem. Levem a nossa mensagem aos amigos, aos vizinhos e às famílias. E amanhã, diante da urna, lembre -se: o voto é secreto. Ninguém pode saber em quem voce votou. Não deixem que nenhuma ameaça decida por vocês. Na cabine de votação, pense em Deus, na luz de Deus e a decisão é sua. É você e sua consciência." " Vamos juntos, cearenses, de cabeça erguida. Eu confio em vocês, confio na coragem de vocês e acredito com toda a força do meu coração que amanhã vamos viver uma linda vitória. Vote sem medo, vote com esperança. Vote 45."

Mara Paraguassu 🇧🇷

11,510 Aufrufe • vor 8 Tagen

Eitaa! Neymar na área? 👀⚽Durante entrada ao vivo, diretamente dos EUA, no Fofocalizando desta segunda-feira, dia 22, o jornalista André Hernan trouxe atualizações sobre a situação do camisa 10 do Brasil na Copa do Mundo. Ao conversar com Hernan, Matheus Baldi destacou que a possibilidade de Ney atuar na partida contra a Escócia. De acordo com o repórter esportivo do SBT, o atacante participou normalmente dos dois últimos treinamentos, sem qualquer restrição, realizando exatamente as mesmas atividades que os demais jogadores do elenco. A evolução tem chamado atenção até dos companheiros. Hernan revelou que conversou com Gabriel Martinelli, que elogiou o desempenho de Neymar nos treinos e afirmou que o craque já demonstra sua qualidade característica durante as atividades. Apesar do avanço, a expectativa é que o jogador seja utilizado com cautela. A avaliação da comissão técnica é que Neymar precisa recuperar ritmo de jogo gradualmente após a lesão, o que torna mais provável uma entrada no segundo tempo da partida contra a Escócia, em vez de começar entre os titulares. Durante o papo, Tiago Leifert também analisou a nova fase do atacante. Para ele, o Neymar de hoje aposta muito mais na inteligência e na leitura de jogo do que na explosão física dos primeiros anos da carreira. Leifert ressaltou que o camisa 10 segue com o mesmo talento, mas agora precisa adaptar seu estilo ao corpo que passou por lesões importantes nos últimos anos. E vocês, o que acham? 📲 Siga Matheus Baldi para acompanhar todos os bastidores. 🎥: paquito Djehdian 🗞️: Equipe Matheus Baldi

Matheus Baldi

12,462 Aufrufe • vor 3 Monaten

n Tô puto que nem você. Me permite a palavra? Papo forte, de gente grande. Pense a respeito antes de avançar. Tchau Sampaoli, nesse exato segundo. Rala. Rua. Pé na bunda. Nem aparece mais no CT. “Mas… Mas Martín, viria quem agora, em cima da hora?? 😰😩” Me escuta, porra. Chama quem entende da matéria Futebol, professor de Campo-Bola, jogo jogado, que fala a língua dos jogadores, preleção que dialoga com a alma e entende o que é Flamengo. Sinta… “Nós fomos preparados pra lutar. Esse time foi feito assim, e tem que ser assim. Nós somos assim. Pra jogar aqui ó (apontando pra veia do braço) SUOR, SUOR E LUTA. E é por isso que essa Nação tá aí (apontando e olhando pra cima, em direção à ARQUIBANCADA). Pq eles confiam e acreditam em vocês.” E os caras, com salário atrasado, ameaçados por agiota, jurados de morte e ficando com mulher de traficante, foram lá e nos colocaram na Libertadores. Raça, culhão. Arrancada saindo do Z4 e a torcida carregando. Comemoramos muito. Eram tempos mais simples. Hoje em dia parece que nada nunca está bom o suficiente. Joel Santana é o nome. Manda o uber buscar. Um dos maiores puxadores de Pai Nosso que já existiu no futebol brasileiro. Arrepia. Chega de “padre nuestro”! De auxiliar? Mestre Zagallo. Fato novo. No auge dos seus 92 anos, na cadeira de rodas mesmo, tá falando tá valendo. Vestindo o Manto de 2001 e com soro fisiológico cravado na veia. Qualquer um correria por ele. Pra arrepiar os caras mesmo. Estamos atrás no agregado, temos nada a perder. São apenas 90 minutos no Morumbi. Time dos caras com largo histórico de pipocadas recentes. Nunca se sabe. O que temos a perder? Momentos de crise clamam, gritam, pela presença Dos De Verdade. Confio muito. Papai Joel e Velho Lobo. A Última Dança. O Último Suspiro. 🤯✨

martín 🇦🇴

358,429 Aufrufe • vor 3 Jahren

⚠️ O GOLPE DO AR CONDICIONADO. Agora prestem atenção no que o canal UgreenBr expôs na outra rede. (Vídeo completo no canal dele) Esse trecho fala exatamente do que eu costumo falar, ao invés de comprar um ar condicionado, vc fez as melhorias estruturais para evitar essas necessidade, ou até mesmo evitar seu consumo exagerado? Ar condicionado é uma maravilha, mas ele está sendo usado da forma errada no Brasil, está virando um ciclo vicioso, está aquecendo mais ainda centros urbanos. E sem a mitigação de danos para o calor do extremo você acaba usando ele da forma mais errada e principalmente, mais cara que existe. Esse exemplo do telhado cor de barro é gritante, ele esquenta o ambiente interno, aí vc ao invés de gastar 2 mil para pintar de branco, vai lá e gasta 1.500 mil num ar condicionado + 500 de instalação, 2 mil. Mesmo custo né? Não, primeiro que o ar condicionado precisa de manutenção periódica, ou você terá a visitinha de seres que causam mal a sua saúde, (mofos e bactérias). Isso custa uns 500 a cada seis meses. Depois tem o custo de eletricidade. Em períodos quentes como agora, você usará ele no talo, o custo será de pelo menos 100 reais a mais por mês na sua conta de luz. Tô sendo generoso viu. Então tá. 2 mil pra ter o ar na sua casa instalado, + 100 por mês, + mil por ano de manutenção. Já pintando de branco para refletir o infravermelho, você gasta mil de material e mil de mão de obra, se vc mesmo pintar sai por mil. Claro que tô considerando uma casa mediana padrão. A não ser que seu ganho seja fácil, acho melhor observar essa questão. Estou falando de dinheiro já que essa é a língua universal. Ah mas mesmo assim vc quer um ar condicionado, blz mas se vc pintar seu telhado e suas paredes externas poderá usá-lo do jeito certo, porque a pintura vai diminuir o calor interno e ele não precisará funcionar nos 100%. Você economiza na conta de luz e na manutenção já que não vai usar tanto. É uma questão básica gente, estão manipulando você por causa de status, e isso custa caro. Quem trabalha sabe o esforço que dá pra ganhar dinheiro honesto, e estamos dando para gente desonesta. Abram os olhos, não seja manipulado.

Bruno Brezenski

129,508 Aufrufe • vor 9 Monaten

Uma informação revelada pela CNN nesta terça-feira, 6 de outubro, expõe as movimentações que começaram nos bastidores de Brasília depois do resultado das urnas; uma ala do STF estaria buscando diálogo com o bolsonarismo diante da nova composição do Senado e da ameaça de impeachment de ministros da Corte. Segundo a apuração dos jornalistas Jussara Soares e Caio Junqueira, o entorno de Flávio Bolsonaro identificou acenos para uma possível composição. O acordo envolveria poupar ministros do STF em troca, por exemplo, da revisão da prisão de Jair Bolsonaro e da aceitação da anistia aos condenados pelo 8 de janeiro. Mas o PL rejeitou o “acordão”. A CNN informa que o partido não pretende negociar a permanência de Alexandre de Moraes e trabalha para levar adiante seu impeachment em 2027. Nas contas do PL, já existiriam 49 votos no novo Senado favoráveis ao afastamento - cinco abaixo dos 54 considerados necessários. Flávio Dino também entrou no radar do partido, dependendo de sua atuação. Há outro detalhe politicamente importante; segundo Caio Junqueira, a manifestação de Michel Temer em apoio a Flávio Bolsonaro foi interpretada nesse contexto como um dos primeiros gestos para estabelecer pontes. Temer indicou Moraes ao STF em 2017 e é apontado pela CNN como elo político entre o ministro e a família Bolsonaro. Ontem escrevi que Temer precisava compreender o recado que saiu das urnas. Hoje, essa informação torna a discussão ainda mais relevante. Durante a campanha, o impeachment de ministros do STF tornou-se explicitamente uma pauta eleitoral do próprio Flávio Bolsonaro. A direita concentrou esforços também na eleição de senadores justamente porque é ao Senado que cabe processar e julgar ministros da Suprema Corte por crimes de responsabilidade. Portanto, qualquer tentativa de composição terá de enfrentar um fato político - milhões de brasileiros votaram para modificar a correlação de forças no Senado. Se “as urnas falaram”, como disse Temer, chegou a hora de Brasília ouvi-las. O país não quer continuar refém de uma juristocracia. É hora de restabelecer os limites entre os Poderes, pacificar o Brasil e seguir em frente.

Karina Michelin

107,556 Aufrufe • vor 6 Tagen

O FIM DA ERA DOS IMPÉRIOS. 🤴🏻⚰️ Análise geopolítica. Ontem a Rússia deu um conselho para os europeus. "Escutem o que o professor Jeffrey Sachs diz" Sachs é professor de ciências políticas na universidade de Chicago, é talvez um dos mais renomados do mundo, totalmente pé no chão, suas falas são ouvidas com atenção em todos os lugares, menos na Europa e nos EUA porque essas regiões acreditam que dominam a narrativa e ninguém percebeu o que eles estão fazendo. Eu sempre faço análises colocando os EUA como um império porque de fato são, herdaram a hegemonia dos britânicos e com a destruição da Europa na primeira e segunda guerras eles literalmente dominaram o continente que hoje vive na orbita dos interesses desse império. Mas essa Aliança Ocidental que os EUA lideram chegou ao fim, por isso estamos vendo os países europeus recusarem a entrada na guerra contra o Irã. A questão aqui é importante porque se a gente não colocar os EUA na sua caixinha imperial, nos vamos continuar achando que os problemas do Brasil são causados pelo Brasil, que não existe interferência externa, que não existe um império dominante ditando as regras e impedindo o desenvolvimento brasileiro assim como impede vários outros países. Impérios funcionam concentrando poder, não compartilham e nações que se desenvolvem ganham soberania, costumam conflitar com os interesses desse império hegemônico. O Brasil, a Rússia e a China hoje são os países que mais conflitam com esse império porque ele chegou no seu limite e esses países já estão em condições de questioná-lo. A queda da Aliança Ocidental que está acontecendo nesse momento, a queda da hegemonia dos EUA no mundo, tudo isso tem ligação com a arrogância de um povo que se colocou como dono do mundo, roubou nações, destruiu a capacidade de desenvolvimento de povos em miséria para evitar que eles cobrassem mais pelo custo de extração de riquezas. E principalmente, destruiu o ciclo do carbono e levou o planeta para uma espiral de aquecimento irreversível. Estamos assistindo no século 21 a queda não só do império ianque como também do sistema imperialista que perdura há milênios com a queda e ascenção de novos poderes hegemonicos sempre tratando povos como fonte de riqueza e não como parceiros de uma civilização humana integrada que partilha o mesmo planeta. O Mundo Multipolar ergue agora, e novamente reafirmo. Não está emergindo porque a China está impondo ele, nem os BRICS, nem o Sul Global, está emergindo porque é a única solução para enfrentar a questão climática que é o legado do último império da Terra. O Mundo Multipolar é a solução para que nações a muito paradas no tempo por causa do interesse dos EUA consigam se desenvolver e principalmente, se adaptar a nova realidade climática. A questão climática não pode ser revertida, não dá pra corrigir o que foi feito em 300 anos de destruição pelos impérios europeus e acelerado pelo império ianque, mas com o fim da concentração de riqueza indo para a Aliança Ocidental, sobra capacidade para que os países possam achar meios adaptativos para enfrentar a tormenta que já chegou, já está entre nós. Infelizmente a era dos impérios acaba mas deixa para o Mundo Multipolar uma terra arrasada. E se depender dos EUA não terá nem terra arrasada porque pra eles é tudo deles ou de mais ninguém. Há sim grandes chances de um conflito maior se não conseguirem conter a burrice da administração Trump, principalmente com relação a Israel. E se os povos querem sobreviver às mudanças climáticas, precisam que os EUA percam toda sua hegemonia, o tempo urge.

Bruno Brezenski

28,194 Aufrufe • vor 7 Monaten

Q SENADO CRIE VERGONHA AGORA E SE LEVANTE P/ IMPEACHMENT DE MORAES #acordabrasil Não é de hoje que venho denunciando ABUSOS sucessivos à nossa Constituição por aqueles q deveriam ser os primeiros a resguardá-la.Só nosso gabinete já assinou 7 impeachments de ministros do STF e um do PGR!Nesta entrevista,antes mesmo de saber da aplicação da Lei global Magnitsky contra o min Alexandre de Moraes-o campeão de impeachments da Casa Revisora da Republica,faço uma análise s/ a prioridade da Casa no 2° semestre diante dos rumos preocupantes da política externa do Regime Lula-alinhado política e ideologicamente com o STF q o mundo todo está vendo-e o Brasil e nosso povo já começam a arcar c/ as consequências!Sim,pq vergonhosamente esse “governo” ditatorial tem se aproximado perigosamente de regimes autoritários como Rússia,China,Irã,além de apoiar organizações radicais e manter relações estreitas c/ DITADURAS opressoras como Venezuela e Nicarágua. Essa postura compromete seriamente a imagem do nosso País no cenário internacional.O Brasil perdeu,inclusive,a credibilidade p/ manter um diálogo respeitável c/ os Estados Unidos como uma verdadeira democracia— especialmente diante das perseguições políticas e da CENSURA prévia q têm sido implementadas aqui dentro,c/ o apoio do STF. Infelizmente,quem sofre as consequências dessas escolhas equivocadas é o povo brasileiro. E é por ele q temos o dever de voltar às ruas de todo o País no próximo domingo, dia 3/8.Em Fortaleza será às 15h,na Praça Portugal; #anistiaaospresospoliticos #impeachmentmoraes Esperamos você,sua família e seus amigos p/a libertação tão necessária p/ nossos filhos e netos! Assista na íntegra a este e outros vídeos em nosso canal do YouTube. Paz & Bem.

Eduardo Girão

40,846 Aufrufe • vor 1 Jahr

Vocês reclamam que eu só falo mal do Bolsonaro. Hoje vou falar bem, mas não é do Jair. É do melhor político da linhagem. FLÁVIO BOLSONARO: O MAIS HABILIDOSO ESTRATEGISTA MODERADO DO CLÃ BOLSONARO Sim, você leu certo: no clã Bolsonaro – composto pelo pai Jair e os filhos Flávio Bolsonaro (01), Carlos (02), Eduardo (03) e Jair Renan (04) – é Flávio Bolsonaro quem desponta como o político mais habilidoso, estratégico e moderado. Em meio a uma família que frequentemente optou pelo confronto aberto, declarações incendiárias e aventuras ideológicas desastrosas, Flávio assumiu o papel improvável de “adulto na sala”. Isso é inquestionável. Se você discorda, está na lua. Se você concorda, já pode parar por aqui. Está tudo ok. Este texto disseca, em tópicos, como Flávio se diferencia dos demais Bolsonaros em oratória, postura institucional e pragmatismo – e como, se tivessem ouvido mais suas abordagens moderadas, o destino do bolsonarismo poderia ter sido menos trágico. É meus caros. Preparem-se para a minha análise brutalmente honesta, embasada em fatos (2018–2025) sobre o herdeiro político mais astuto desta dinastia. ORATÓRIA SUPERIOR E POSTURA INSTITUCIONAL Flávio destaca-se pela oratória articulada e postura institucional incomuns em sua família. Enquanto Jair, Eduardo e Carlos notabilizaram-se por falas agressivas, gafes ou teorias conspiratórias, Flávio desenvolveu um discurso mais polido. “Visto como o filho com maior desenvoltura política da família Bolsonaro e o menos radical”, ele assumiu o papel de interlocutor do pai com outros políticos e até construiu pontes com, advinha quem? O Judiciário. Em outras palavras, Flávio aprendeu a falar a língua da política tradicional, aquela real, que movimenta o Brasil. Isso é algo que seus irmãos e o pai raramente tentaram ou conseguiram. Jair Bolsonaro, o patriarca, sempre preferiu a retórica do confronto direto – xingando instituições, governadores, imprensa, disseminando desinformação e ofendendo opositores em falas improvisadas. Sua comunicação “sincericida” rendeu manchetes que o prejudicaram muito, custou-lhe apoio entre moderados e o colocou na mira da Justiça Eleitoral. De fato, Jair acabou condenado à inelegibilidade até 2030 por ataques e mentiras contra o sistema eleitoral – consequência direta de sua verborragia irresponsável. Flávio, por sua vez, ainda que defendesse o pai, raramente cruzava certas linhas em público. Vocês já repararam nisso? Flávio sempre tentou estar abaixo dos radares. Eduardo Bolsonaro herdou do pai o gosto por declarações explosivas sem filtro. Em 2018, Eduardo declarou que “para fechar o STF basta um soldado e um cabo” – uma fala que chocou o país e evidenciou sua completa falta de noção institucional. kkkkk... ali começaria a briga que acabaria com toda a disnastia Bolsonaro. Uma fala, para ele nunca mais esquecer. Embora depois alegasse “tom jocoso”, o estrago estava feito: Eduardo mostrava-se disposto a flertar com o autoritarismo, algo impensável em voz alta para Flávio. Ao longo do mandato, Eduardo seguiu fazendo discursos ideológicos duros e citações controversas (chegou a sugerir ressuscitar um novo AI-5, medida de exceção da ditadura, isolando-o politicamente). Flávio, ao contrário, nunca foi ouvido insuflando fechamento de instituições – pelo contrário, buscava minimizar danos das falas dos demais. Carlos Bolsonaro, vereador recluso porém hiperativo nas redes, praticamente não tem oratória pública digna de nota – sua tribuna sempre foi aqui no Twitter (atual X). Conhecido como mentor do “gabinete do ódio”, Carlos preferia posts crípticos, ataques virtuais a adversários (e aliados desafetos) e teorias da conspiração, afastando-se do debate político construtivo. Sua postura digital beligerante rendeu-lhe investigações (como suspeita de funcionários fantasmas em seu gabinete e possível envolvimento nas milícias digitais antidemocráticas), mas não soluções para a família. Flávio, em contrapartida, atua às claras, nos microfones do Senado e em entrevistas, rodinha de reporteres, com tom mais calculado – ainda que, nos bastidores, não deixe de jogar duro quando necessário. Jair Renan (o “04”) mal entrou no jogo político durante o auge do bolsonarismo. Sem cargo eletivo até 2024, Renan virou notícia mais por escândalos fúteis – suspeita de lobby envolvendo presentes de luxo e fotos com celebridades – do que por qualquer discurso ou projeto. Seu amadorismo absurdo contrasta com a experiência de Flávio, que foi deputado estadual por quatro mandatos e soube se portar em plenários e comissões. Renan não tem oratória política; Flávio tem de sobra. Ele fez sua campanha inteira sem dar um pio, para não jogar no lixo a chance de ser vereador em Balneário Camboriú Essa diferença de postura ficou clara em outubro de 2022, quando Jair Bolsonaro foi derrotado nas urnas. Flávio foi o primeiro dos filhos a reconhecer publicamente a derrota e agradecer os eleitores, menos de 24 horas após a votação, conclamando: “Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil!”. Eu lembro disso, porra. Era o que o "mito" tinha que ter feito. Enquanto isso, Jair trancou-se em silêncio por quase dois dias, recusando-se a admitir o revés, e Eduardo e Carlos nada disseram nesse meio-tempo. A superioridade de Flávio na comunicação ficou evidente: ele soube o momento de parar de espernear e começar a conter os danos, algo inimaginável para os demais naquela hora. Foi um raro aceno de responsabilidade numa família acostumada a dobrar a aposta até o abismo. ARTICULAÇÃO POLÍTICA: O 01 E A ARTE DO PRAGMATISMO No quesito articulação política e pragmatismo, Flávio Bolsonaro é um ponto completamente fora da curva do clã – para melhor. Ele transita com facilidade entre políticos tradicionais, faz acordos e entende o valor de recuos táticos. Não por acaso, tornou-se o “nome central da articulação política do governo” Bolsonaro e principal arrecadador da campanha de 2022, segundo a Folha de S.Paulo. É irônico: o filho que começou o governo como “dor de cabeça” devido ao escândalo da rachadinha acabou virando o bombeiro político do pai, acumulando poder e confiança JUSTAMENTE por saber negociar e se portar. Um exemplo cristalino ocorreu em junho de 2020. Flávio reuniu-se em um jantar em Brasília com os então presidentes do Senado (Davi Alcolumbre) e da Câmara (Rodrigo Maia), além de líderes do Centrão. Ali, ele vangloriou-se de atuar nos bastidores para que Jair Bolsonaro mantivesse um “perfil moderado”. Aquele foi um período tenso em que Bolsonaro pai ensaiava arroubos autoritários contra o STF e atacava a imprensa diariamente. Pois Flávio surgiu como apaziguador, garantindo às principais lideranças do Congresso que estava “puxando o freio” do presidente nos bastidores. O encontro, na casa de um cacique do Republicanos, foi interpretado como um gesto de apoio do Centrão a Flávio em meio à crise Queiroz (seu ex-assessor havia sido preso dias antes). Ou seja, mesmo sob fogo cerrado, Flávio conseguia reunir figuras de peso para dialogar – coisa que Jair jamais conseguiu sem intermediação. Enquanto Flávio articulava com congressistas e distribuía afagos ao Centrão, Jair e Carlos preferiam bater de frente. No início do governo, Bolsonaro pai relutou em dividir poder com os partidos do “Centrão”, pregando uma nova política sem toma-lá-dá-cá. Quem pode dar-se ao luxo disso no Brasil? O resultado? Isolou-se e quase sofreu impeachment em 2020 (sim, houve tensões em torno disso), até ser forçado a entregar a articulação a profissionais. Flávio, desde sempre, entendeu que sem alianças não se governa – e trabalhou para costurá-las. Foi ele, por exemplo, que ajudou a pavimentar a ida do pai para o PL de Valdemar Costa Neto em 2021, selando a paz com a velha política em troca de palanques e tempo de TV. Flávio carrega a família toda nas costas. Eduardo e Carlos, estes sonhavam com “ideologia pura” e guerra cultural; Flávio entregava acordos concretos, ainda que à custa de engolir alguns sapos. Flávio também soube dialogar com a imprensa e moldar narrativas quando preciso. Ao contrário do pai (que hostilizava repórteres com palavrões) e de Carlos (que os xingava pelo Twitter), Flávio frequentemente concedia entrevistas à grande mídia para dar a versão da família com aparente calma. Em 2023, por exemplo, não fugiu de participar do programa Roda Viva na TV Cultura, submetendo-se a perguntas incômodas de jornalistas. Embora tenha distorcido fatos para defender Jair (chegou a negar falhas do governo e culpar terceiros, segundo checagens independentes), o simples fato de encarar um fogo cruzado midiático mostra sua disposição de diálogo. Os outros Bolsonaro raramente saem da bolha de apoiadores; Flávio arrisca-se no terreno hostil para minimizar danos à imagem do clã. No trato com o Judiciário, a diferença de abordagem é abissal. Jair Bolsonaro passou quatro anos em conflito aberto com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), atacando-os em comícios e lives – não por acaso, acabou colecionando inquéritos e hoje é réu por tentativa de golpe de Estado relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo alimentou essa fogueira, do “cabo e soldado” em 2018 às críticas contumazes a ministros nas redes; chegou a celebrar quando aliados sugeriram investigar ou punir magistrados. Flávio, ao contrário, construiu pontes discretas com o Judiciário. Relatos indicam que ele manteve diálogo com ministros e operadores do direito, buscando antecipar-se a problemas. Foi sua defesa jurídica – e influência política – que conseguiu decisões favoráveis como a suspensão das investigações da rachadinha em 2019 pelo STF. Em outras palavras, Flávio enfrentou seus problemas legais com advogados e visitas de cortesia, não com insultos públicos. Essa postura poupou-o de punições rápidas e manteve canais abertos com a Corte. Ele sabia que enfrentar de frente o STF era suicídio – e tentou convencer os seus disso, nem sempre com sucesso. Se você acha tudo isso um absurdo, tenho um recado para te dar: pare com infantilidade, é assim que as coisas se movimentam em Brasília. Em suma: Flávio demonstra pragmatismo onde os demais exibem radicalismo. PRAGMATISMO X CONFRONTO – O QUE PODERIA TER SIDO DIFERENTE? Flávio Bolsonaro não é nenhum santo ou gênio infalível – longe disso. Enredado no caso da rachadinha, ele próprio teve momentos de tensionar instituições (chegou a chamar um colega senador de “vagabundo” em 2021 durante a CPI da Covid, por exemplo). Mas, masss meus amigos, a diferença é que Flávio aprendeu com os sustos e recuou quando preciso, algo que Jair, Eduardo e Carlos raramente fizeram. Em política, você não coloca a cara na água para ver se está quente. Coloca o dedo, depois a mão, o braço... Essa diferença de temperamento e estratégia levanta a pergunta central: e se Flávio tivesse tido mais influência no comando do bolsonarismo? Os principais desastres poderiam ter sido evitados ou amenizados? A resposta, em boa medida, é SIM. No fim, o clã implodiu pela boca. Pela língua solta. Pela vaidade inflamada. Pela guerra inútil com quem detém a caneta e a Constituição. Jair se afundou porque confundiu coragem com confrontação. - Carlos virou piada digital. - Eduardo virou papagaio de gringo. - Renan nem chegou a virar alguma coisa. E Flávio? Flávio sobreviveu. Taí, tudo bem com ele. Porque soube calar quando os outros berravam. Negociar quando os outros batiam o pé. Comer pelas beiradas, igual fazemos em Minas, quando o clã queria invadir o centro da mesa no grito. Enquanto seus irmãos construíam inimigos, Flávio construía pontes. Ele não é santo. Mas é esperto. E política, acima de tudo, é jogo de sobrevivência. E a verdade incômoda — aquela que nenhum deles ousa dizer em voz alta — é que se Flávio tivesse liderado desde o início, Bolsonaro não estaria inelegível, não correria risco de cadeia e não teria perdido a reeleição Mas a ala do confronto venceu a do cálculo. E o preço foi pago e está aí — em derrotas, em processos, em irrelevância. E EM PIADAS. Flávio não venceu por todos. Mas venceu apesar de todos. E isso, por si só, já diz tudo.

Roberto Reis

39,707 Aufrufe • vor 1 Jahr

🚨 | Mãe de jogador DETONA XERÉM E EXPÕE COVARDIA: Fábrica de talentos virou criadouro de silêncios Kauã Velon teria sido "QUEIMADO" PELO PRÓPRIO FLUMINENSE após pai se recusar a renovar com empresário “Quem cala consente”? A máxima se mostra uma falácia, sobretudo no Fluminense. No clube onde a transparência parece artigo de luxo, visualizar movimentações estranhas, diferentes e/ou inexplicáveis pode ser a diferença entre uma boa ou má relação com quem gere a instituição. Neste ponto, a quietude muitas vezes reflete apenas exaustão, medo, prudência ou o desejo de evitar conflitos estéreis, e não concordância. Mas tudo tem limite. E o da empresária Michelle Velon, mãe do atacante do sub-20 do Tricolor, Kauã Velon, acabou na última sexta-feira. Em postagem nos stories do Instagram, ela desabafou contra aquilo que entende estar errado no Tricolor, especialmente no sub-20 e no tratamento de alguns dirigentes com as joias de Xerém. Michelle falou o que muitos pais de atletas, por medo de represálias, não têm coragem de dizer publicamente. Em uma sequência de oito vídeos (ver anexo 1), questionou os critérios utilizados na base, denunciou atletas treinando separadamente sem motivo e afirmou que o filho estaria sendo prejudicado por questões que extrapolariam o futebol. - É uma covardia tão grande pegar um menino, botar ele com mais cinco, seis, separados de um grupo, sem treinar - disse visivelmente decepcionada. Sua reclamação, neste sentido, se dá porque jogadores afastados, sem motivo aparente em diversos casos, fazem atividades físicas separadas e ficam sem a sequência necessária para adquirir ritmo. A empresária afirmou que pais e ex-funcionários têm medo de falar sobre o que acontece em Xerém. As críticas surgiram quando Michelle relacionou a situação do filho a problemas pessoais do diretor-geral, Mário Bittencourt, com o pai de Kauã, o também empresário Humberto Velon. O estopim teria sido a não renovação de um vínculo com uma empresa bastante conhecida em Xerém. Um dos pilares do ex-presidente tricolor na base, Antônio Garcia, que vem tendo avaliações bastante negativas sobre seu trabalho e condução das categorias inferiores junto com o vice-mandatário da pasta, Rui Resinger, virou uma espécie de "carrasco" neste caso. Em sintonia com o futebol profissional, as decisões mais sensíveis, mesmo que não tenham explicações plausíveis, passam por eles até aportar no topo do clube. Kauã chegou ao Fluminense em janeiro de 2022, depois de deixar o Vasco. Antes disso, havia sido campeão mundial sub-13 pelo clube cruz-maltino, derrotando o Paris Saint-Germain na final. Naquela geração, se destacava ao lado de Rayan (ver anexo 2), que posteriormente ganhou projeção no futebol profissional e chegou à última Copa do Mundo. Seu caminho poderia ter sido parecido, mas ele não obteve oportunidades suficientes no Tricolor. Sem atuar desde abril, ele, curiosamente, nas duas últimas oportunidades em que esteve em campo, deixou sua marca: fez um gol e deu uma assistência. Contra o Olaria, entrou faltando aproximadamente cinco minutos. Diante da Portuguesa, atuou os 90 minutos (ver anexo 3). Ao dar entrevista, falou sobre não ter sido aproveitado no ano anterior e recebeu puxão de orelha pela declaração, nos bastidores. Depois disso, desapareceu das escalações. Há ainda outro episódio que ajuda a entender a revolta da família. O Portimonense (POR) procurou o Fluminense para buscar informações sobre o jogador, que tem contrato até o fim da temporada. Segundo apuração, pessoas ligadas ao clube teriam feito referências negativas sobre Kauã aos portugueses. A informação chegou à família e provocou indignação. É importante deixar claro: não há, até aqui, documento que permita afirmar que o Fluminense deliberadamente “queimou” o jogador. O que foi apurado é que a família recebeu essa informação após a consulta do clube português. O contexto, porém, gera uma dúvida ainda mais complexa: se Kauã é um ativo do Fluminense, por que alguém ligado ao clube trabalharia para diminuir seu valor no mercado? Os Velon apoiaram Mário Bittencourt em eleições anteriores. Humberto mantinha proximidade com o grupo político que comanda o clube. Contudo, ao pedir o distrato com a Timmo, empresa capitaneada por Marcel Gianecchini, que foi diretor da base na gestão Peter Siemsen e, supostamente, indicada pelo diretor-geral Mário Bittencourt, tudo mudou. A empresa aceitou os argumentos do pai, enquanto o ex-presidente do clube, aparentemente, não. Nos bastidores, Mário supostamente dizia que a Timmo era uma agência de sua confiança e teria indicado a renovação à família Velon, que se recusou. O Fluminense, por sua vez, poderia dissipar facilmente as dúvidas explicando quais são os critérios esportivos que justificam o atual tratamento dado ao jogador. Entretanto, a assessoria de comunicação do clube foi procurada e não respondeu a nenhum questionamento sobre o caso até o fechamento desta reportagem. A mãe de Kauã Velon também questionou a escolha dos atletas que avançam dentro da estrutura da base. - Sobe quem eles querem, as cartas marcadas deles. Só que tem uns que eles não têm como segurar porque os meninos são bons - destacou. A declaração encontra eco em uma série de questionamentos recentes sobre as categorias inferiores do Fluminense. Para entender melhor, o sub-20 terminou o Campeonato Brasileiro na 15ª colocação, apenas duas posições acima da zona de rebaixamento, e foi eliminado na primeira fase. É a sexta temporada consecutiva sem alcançar o mata-mata da principal competição nacional da categoria. A mediocridade virou um padrão no último estágio antes dos profissionais. Engana-se, no entanto, quem pensa que a situação de Kauã Velon é isolada. Os jovens Artur Vinicius, Enzo Munerato, João Lourenço, Kauã Sousa, Kelwin Souza, Luis Felipe e Pedro Costa estão entre os atletas que foram rifados ou simplesmente ignorados sem uma justificativa técnica ou disciplinar dada pela direção de Xerém. Ou seja, o problema da base tricolor não está apenas nos resultados do sub-20. Está na dificuldade de transformar talento em oportunidade. Na perda de profissionais importantes. Na ausência de critérios transparentes. E na sensação, relatada por pessoas ligadas à Xerém, com passagens importantes como o ídolo Duílio, de que a meritocracia deixou de ser o parâmetro para determinar quem avança. O Fluminense continua captando bons jogadores. Continua tendo estrutura. Continua carregando uma das marcas mais respeitadas do futebol brasileiro quando o assunto é formação. Porém, algo está errado no caminho entre descobrir o talento e entregá-lo ao futebol profissional. Escaneado, Kauã deixará o clube até o fim do ano, quando encerra o seu vínculo, sem poder escrever a história que gostaria no clube do coração, apesar de colecionar bons momentos em sua passagem (ver anexo 4). E mesmo que Kauã Velon simplesmente não fosse bom o suficiente para jogar no Fluminense, isso faz parte do futebol. Mas a questão é justamente a oposta: o garoto deixar de jogar por razões que não tenham relação com o futebol. Se a decisão é técnica, que o clube explique; se o jogador não faz parte dos planos, que diga; se existem critérios, que sejam apresentados. É fundamental reiterar que Xerém pertence ao Fluminense, não a uma pessoa ou a um grupo político. Quando a mãe de um jogador rompe anos de silêncio para denunciar que o filho estaria sendo prejudicado, enquanto outros pais preferem não falar e o sub-20 acumula seis eliminações consecutivas na primeira fase, já não basta pedir confiança. Quando um clube constrói sua identidade sobre a formação de jovens, o problema deixa de ser apenas o destino de um jogador. Passa a ser a diferença entre formar talentos e controlar caminhos; entre administrar uma categoria de base e administrar a mudez de quem depende dela. E, talvez, a pergunta mais incômoda seja justamente esta: se Xerém é patrimônio do Fluminense, por que tantas pessoas parecem ter medo de dizer o que acontece lá dentro? 🎥 | Reprodução Instagram 📸 | Arquivo pessoal 🎥 | FluTV 🎥 | Reprodução YouTube

Paulo Brito

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