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Ana Sayfaya Dön

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Benzer Videolar

hoje a torcida do Botafogo colocou Marlon Freitas e Luiz Henrique (escolhidos por voto popular) na bandeiras de ídolos históricos do clube ao lado de gênios como Garrincha, Nilton Santos, Didi, entre tantos outros. Justíssimo (votei neles) Mas algo que eu realmente não consigo entender é uma resistência da torcida (e de rivais) a isso. Ninguém tá comparando o futebol do Marlon Freitas, que eu acho um excelente jogador, com o futebol do Gerson. Ninguém tá comparando o Luiz Henrique, que pra mim é CRAQUE, com o Jairzinho. Mas os dois são ÍDOLOS INDISCUTÍVEIS do Botafogo e seriam em qualquer time do Brasil se tivessem o papel importantíssimo na campanha de 2024 e tivessem vencido o que venceram ano passado. São outros tempos, antigamente os MELHORES JOGADORES DO MUNDO jogavam aqui. Garrincha foi Bola de Ouro jogando pelo Botafogo, Nilton Santos foi um dos maiores (se não o maior) laterais da história, revolucionando a posição no futebol mundial pra sempre. Isso não acontece mais com os jogadores atuando no Brasil. O Fred é ídolo histórico do Fluminense, o Luan é ídolo histórico do Grêmio, o Sheik é ídolo histórico do Corinthians, o Ganso é ídolo histórico do Santos. Alguém coloca eles como melhores jogadores da história? Não, mas a importância desses caras pra títulos e momentos históricos dos clubes são indiscutíveis. Luiz Henrique foi o melhor jogador do Brasileirão e da Libertadores. E campeão das duas. Usando a 7. Em todas as entrevistas dos jogadores de 2024 eles falam da importância e liderança do Marlon Freitas. Uma das maiores voltas por cima de um jogador na história futebol brasileiro. Cravejaram seus nomes no Botafogo e merecem MUITO figurar na lista de ídolos eternos. E, aí é particular, pra mim, ainda cabiam mais pessoas lá. Alex Telles com uma identificação imediata e papel fundamental na melhora do time, Barboza encorporando o que é ser Botafogo e ostentando atuações inesquecíveis, Júnior Santos que tem a história mais bonita fora do campo no futebol brasileiro e foi o artilheiro da maior conquista da história do Glorioso fazendo o gol do título, Artur Jorge, que teve uma saída polêmica, mas em quesito de conquistas, foi sim o treinador mais vencedor que já passou por aqui, entre outros. Mas isso vai do sentimento de cada torcedor e não precisa ser uma verdade universal. Tá tudo bem. Não sou fã desse movimento de tentar ser virtuoso apegado ao passado e, com um saudosismo burro, sem querer, desmerecer o que os novos grandes jogadores que passam por nossos clubes fazem. Vamos celebrar esses caras! Eles merecem. E a gente também.

Pedro Certezas

293,180 görüntüleme • 1 yıl önce

O pré jogo dos caras se baseia em ficar fazendo o tão amado "asado" em churrasqueiras sujas, em carrinhos do Asun improvisados e até animais inteiros já foram para brasa naquelas grelhas gigantes... Ninguém me contou, eu vi. O som ambiente é cumbia cisplatina enquanto ficam compartilhando aquela garrafa pet cortada com fernet y coca de boca em boca. Que nojo. Se reúnem naqueles bares apertados e com banheiros insalubres pra ficar cantando em espanhol. E quem não cantar ainda leva pescotapa. Um perigo. Sem contar que os caras levam uma vida para chegar naquela vila. Vão todos apertados naquele trensurb que mal funciona. Se for de carro tem que sair umas 6h antes do jogo, aquela AJ Renner tranca mais que a Marginal em SP. Sério gente, isso deve ser uma das piores experiências do esporte. Enquanto do nosso lado temos lindas churrasqueiras de pedra e mármore doadas pelo colorado Sebastião Melo, bem localizadas em um parque arborizado, com o ar fresco da natureza. Todas são numeradas, para não dar confusão, perfeito para levar seu bife ancho, cortes de chorizo, uma maionese de frutas e aproveitar nesse ambiente familiar. Pros colorados mais apressados, temos fastfoods no Praia de Belas. Quem nunca pegou aquele Cheddar McMelt com batata grande e free refill antes de um Inter x Corinthians? "Ain professor, faltou um docinho"... Calma. No verão temos os sorvetes do Gianluca Zaffari e do Freddo no Pontal (os melhores pistaches da América Latina, na minha opinião). Aceitam POA em Dobro e tudo mais. Se quiser caminhar um pouquinho mais tem o Bacio di Latte ali no Barra. Um convite aos veganos. No inverno rigoroso, é só vestir tua parka da Columbia e teu gorro do colorado e rumar pra Kopenhagen do Praia, pega teu chocolate quente pra esquentar o gogó e gritar pro nosso vermelho. Se quiser cantoria pesada com a barra, senta nas cadeiras com pelego do Sunset colorado e fique admirando as murgas ecoando. Maravilha. "Ah professor, mas pré jogo tem que ter bebedeira, um álcool". É claro que tem. No pré jogo avermelhado tu vai experimentar as melhores artesanais da região sul. O pessoal da Alcapone tá sempre com a Kombi parada ali perto do Marinha. Pega teu Stanley e faz a festa. E isso tudo com o mais fácil acesso. Pode ir caminhando pela orla. Pega uma bike do Itaú ou até aquelas bicicletas duplas, economiza energia. De carro também é tranquilo, recuamos a avenida ali na parte do estádio, mas o arranca e para é só naquele trecho mesmo. Pode deixar o carro nos shoppings próximos ou no circo do Marcos Frota. Da pra ir via terra e via água. Deixa tua lancha ancorada ali no gasômetro, faz a festa do pós jogo navegando no guaíba. E o meu preferido: Os patinetes. Coisa bem boa é pegar um JET rumo ao gigante. Sentir a brisa no rosto pela ciclovia. Só acho que tinham que mudar a cor desse negócio. Seguimos. JAMAIS COMPAREM.

Prof. Ernesto 🇦🇹

114,535 görüntüleme • 1 yıl önce

Números pra esclarecer essa questão: 🏟 Vamos fazer as contas porque parece que tem gente que ainda acha que vender cadeira cativa e estender contrato de camarote é “jogar dinheiro fora”. Peguem a calculadora, porque o óbvio precisa ser dito. Em 2024, o Galo teve um ticket médio de R$ 58,81 na Arena MRV com ingressos avulsos. Agora, segura essa: uma cadeira cativa vendida a R$ 70.000, com uso por 12 anos, e considerando os 33 jogos por ano que o Galo faz no estádio, dá um ticket médio por jogo de R$ 176,76 (70.000 ÷ (12 × 33)). Isso mesmo, quase TRÊS VEZES o valor do ingresso avulso. “Ah, mas e se for no preço mais baixo, de R$ 50.000?” Relaxa, ainda sai R$ 126,26 por jogo. E tem mais: mesmo jogando a inflação na equação (porque sim, o dinheiro não cresce em árvore), o valor presente dessa grana antecipada que o clube embolsa agora supera, o que ele arrecadaria vendendo ingressos avulsos ano a ano, ajustados ou não. Me digam onde está a “perda de receita” que alguns insistem em choramingar por aí? 🤔 Na verdade, o ticket médio sobe, o clube ganha uma bufunfa adiantada. Parece ruim pra você? Porque pra mim parece bom. 💸 E os camarotes, hein? Antecipar a renovação é tipo aquele gol de placa que o Galo marca nos acréscimos: garante fluxo de caixa agora e ainda fideliza quem já tá no bolo. A média de público na Arena MRV tá batendo quase 35.000, contra uma capacidade de 44.892. Isso é mais que a média histórica do Galo nas últimas décadas, então vender mais cadeiras não vai “roubar” espaço da bilheteria — vai é trazer receita extra e segurar essa galera fiel no longo prazo. É tipo um plano de assinatura, só que pra quem tem bom gosto e ama o Galo. 🏟️ A verdade é que a moda agora é problematizar tudo que o clube faz. Deixa o Galo trabalhar, porque os números não mentem. Vender cadeiras e renovar camarotes é estratégia de quem pensa no hoje e no amanhã. 🐔 #GaloForteVingador #ArenaMRV #MatemáticaÉVida Imagem: Galo

Fred FC

16,540 görüntüleme • 1 yıl önce

O Flamengo entra nesta janela com uma margem relevante, mas não exuberante, para contratações. A estimativa é de algo entre €10 milhões e €15 milhões disponíveis em caixa para investir agora. Para a realidade financeira recente do clube, não é um valor alto. É dinheiro para contratar, sim, mas não é um cheque em branco. E é aqui que a janela deixa de ser apenas uma discussão sobre nomes e passa a ser uma discussão sobre estrutura financeira, fluxo de caixa e capacidade negocial. O Flamengo tem dinheiro a receber, tem receitas importantes no horizonte e segue sendo o clube mais forte financeiramente do continente. O problema é outro: exposição de caixa em 2026. Não basta olhar para a receita projetada ou para o tamanho do orçamento. É preciso entender quando o dinheiro entra, quando o dinheiro sai e quanto o clube pode comprometer sem criar pressão excessiva no fluxo. Na prática, isso significa que José Boto e o departamento de futebol talvez precisem trabalhar com soluções mais sofisticadas do que simplesmente “comprar agora e pagar agora”. O Flamengo pode buscar jogadores em fim de contrato, oportunidades no mercado sul-americano, empréstimos com opção ou obrigação de compra, pagamentos parcelados, bônus por desempenho ou até uma contratação maior com desembolso principal empurrado para 2027. Esse tipo de operação não é improviso. É gestão de janela. O desafio é que o Flamengo tem carências no elenco e precisa se reforçar para os meses seguintes. A necessidade técnica existe, mas ela precisa caber dentro da engenharia financeira do clube. O diretor de futebol e sua "equipa" de scouts terão de combinar avaliação esportiva com talento negocial. Encontrar bom jogador é difícil. Encontrar bom jogador, por preço adequado, com estrutura de pagamento compatível e impacto controlado no caixa é um complicador interessante, mas não incomum no mundo do futebol, os bons diretores se destacam sob esse tipo de pressão. Há ainda um ponto delicado: o Flamengo não bateu a meta de venda de atletas. No momento, não há um grande ativo da base claramente pronto para gerar uma venda robusta. No elenco principal, o nome mais negociável parece ser Everton Araújo, mas ele é também um jogador útil na rotação. Entra em vários jogos, cobre uma posição com titulares mais experientes e sujeitos a lesões, suspensões e desgaste físico. Vender pode gerar caixa, mas também pode criar uma nova lacuna esportiva. Outros nomes, como Cebolinha, em final de contrato, ou Luiz Araújo, não parecem hoje representar grandes fontes de receita. Ou seja: o Flamengo não pode simplesmente contar com uma venda salvadora para financiar a janela. Por isso, esta janela será um teste real para José Boto. Não apenas pela capacidade de encontrar jogadores. Mas pela capacidade de montar operações inteligentes, preservar o fluxo de caixa, reduzir risco financeiro e, ao mesmo tempo, entregar reforços que aumentem o nível competitivo do elenco. Agora, mais do que nunca, vamos ver do que Boto é capaz.

FABRICIO CHICCA | MUNDO NA BOLA | ex-STADIA

39,959 görüntüleme • 2 ay önce

“Ninguém é dono do mundo e ninguém é dono da América do Sul”. A frase do Presidente Lula na Reunião de Cúpula do Mercosul fica ainda mais importante quando olhamos o contexto. O Mercosul completa 35 anos com os Estados Unidos ameaçando impor tarifas sobre produto brasileiro, atacando o PIX e desafiando a soberania do país. Lá fora, a família Bolsonaro conspira em Washington para se livrar dos problemas do BolsoMaster aqui dentro. As duas coisas correm em paralelo porque são a mesma disputa em tabuleiros diferentes: um pela Presidência, outro por quem o Brasil vai escutar quando tiver que decidir. E tem um detalhe que ajuda a entender o tamanho real dessa pressão. O governo Trump hoje não tem apoio da população norte-americana. É um governo fragilizado por dentro, tentando exportar uma força que já não corresponde ao que ele tem em casa. Enquanto isso, o Brasil segue discutindo infraestrutura própria. Levar o Pix pro bloco significa autonomia dos meios de pagamento sem depender de sistema de outro país. A mesma lógica vale pra terra rara, energia limpa e qualquer recurso disputado globalmente hoje: quem segura moeda de barganha nessas próximas décadas é quem vai ter peso real nas próximas negociações. Quem abre mão de decidir por conta própria não passa a jogar contra o Brasil. Está trocando o destino do país por vantagem pessoal, eleitoral ou jurídica. No debate sobre soberania, convém perguntar: quem vai decidir o rumo econômico do Brasil nos próximos anos? Os brasileiros, ou quem estiver de plantão em Washington?

Zé Dirceu

10,761 görüntüleme • 1 ay önce