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𝑼𝑴𝑨 𝑽𝑰𝑨𝑮𝑬𝑴 𝑷𝑨𝑹𝑨 𝑨 𝑪𝑶𝑷𝑨 𝑫𝑶 𝑴𝑼𝑵𝑫𝑶. 𝑼𝑴𝑨 𝑪𝑶𝑵𝑽𝑬𝑹𝑺𝑨 𝑸𝑼𝑬 𝑻𝑶𝑴𝑶𝑼 𝑼𝑴 𝑹𝑼𝑴𝑶 𝑰𝑵𝑬𝑺𝑷𝑬𝑹𝑨𝑫𝑶.😱 ( Jeff Carvalho já estava com tudo planejado para embarcar rumo aos EUA, mas precisava da aprovação de Anderson Pisanelli. O que começou como uma conversa séria entre pai e filho rapidamente virou um reencontro...

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O Brasil acaba de ouvir algo que não é uma entrevista. É um diagnóstico. Um alerta. Uma convocação. O que Flávio Bolsonaro (Flavio Bolsonaro ) disse não é discurso de candidato, é o relato cru de quem viu o pai ser arrancado da arena política e colocado em uma cela de doze metros quadrados como se fosse um inimigo de guerra. Não há democracia plena quando um ex-presidente de setenta e um anos, sem um único escândalo de corrupção, é mantido em cativeiro branco, com duas horas de sol em um quadrado de concreto. Isso não é justiça. Isso é recado. Flávio revelou como a perseguição não começou com crime algum, mas com o desejo de eliminá-lo da vida pública. Alguém no topo decidiu que Bolsonaro precisava ser destruído e, a partir desse objetivo final, construiu-se todo o teatro. Não houve investigação que levou a uma conclusão. Houve uma conclusão que precisou ser preenchida por um enredo. A decisão da candidatura não nasceu de ambição. Nasceu de desespero moral. Nasceu da angústia de ver o pai tratado como um troféu de vingança. Nasceu do reconhecimento de que Eduardo está exilado, Carlos seria preso ao pisar fora de casa, e Michele carrega outra missão. Sobrou Flávio. Sobrou o filho que caminhou ao lado do pai por vinte e dois anos de vida pública, que viu virtudes e erros, que aprendeu política não em livros, mas testemunhando tempestades. O Brasil não vive uma disputa eleitoral. Vive uma disputa pela sobrevivência. E Flávio verbalizou isso com a simplicidade de quem sente a corda apertando no pescoço do país. Liberdade não acaba de uma vez. Acaba aos poucos. Um direito censurado aqui, um processo abusivo ali, uma voz silenciada adiante. Quando você percebe, já está num beco institucional sem saída. A força da direita sempre foi a coragem. Mas coragem sem direção vira ruído. Bolsonaro, trancado, entendeu que precisava haver um Norte antes que 2026 se transformasse em mais um capítulo de dispersão. E Flávio assumiu o papel que ninguém mais poderia cumprir. Não por sobrenome. Mas por preparo, trajetória e, acima de tudo, por lealdade. É o único que carrega o espírito do pai sem carregar os defeitos que o sistema usou para transformá-lo no inimigo número um da República. A escolha de Tarcísio não foi acaso. Foi alinhamento. O mesmo alinhamento que faltou em 2022. Agora existe palanque, moral, estrutura, coerência. Existe o reconhecimento de que, para enfrentar o que está aí, não basta vontade. É preciso uma estratégia. Flávio carrega um peso que poucos suportariam. O peso de representar um homem preso injustamente. O peso de ser o filho que olha para um Brasil onde suas próprias filhas, no futuro, podem não ter liberdade para estudar, trabalhar ou até andar na rua sem medo. O peso de saber que é agora ou nunca. Ele estava na zona de conforto. Reeleição garantida. Oito anos de estabilidade. Mas destino não escolhe quem está pronto. Escolhe quem é necessário. E quando o pai, em trinta minutos por semana, dentro de uma sala sem janela, disse o candidato tem que ser você, não foi uma ordem. Foi um chamado. Há momentos em que a história exige que alguém atravesse a linha. Flávio atravessou. E aqui está a verdade que ninguém na imprensa ousa admitir. A eleição de 2026 não será sobre Lula ou Bolsonaro. Será sobre qual país sobreviverá. Será sobre prosperidade ou precipício. Sobre futuro ou ruína. Sobre redemocratização ou servidão. Flávio Bolsonaro não se lançou candidato. Foi empurrado pela realidade, pela injustiça, por Deus e pelo próprio país. O Brasil precisa escolher se ainda quer existir como nação livre. Porque, como ele disse, mais quatro anos de PT o Brasil não aguenta. E a história, de vez em quando, escolhe um nome para ser o divisor de águas. Agora sabemos qual é. LIBERTEM BOLSONARO ANISTIA AMPLA,GERAL E IRRESTRITA FLÁVIO BOLSONARO PRESIDENTE 2026

・ Ice ・

29,745 Aufrufe • vor 7 Monaten

Acabei de assistir o 2° episódio de #AIGirlSeries e vamos de teoria: -Acredito que Gen seja a filha do Patrocinador do robô, pois como ela sonhava em seguir a carreira de designer gráfico, acabou desagradando o pai que mandou ela sumir pq não quis trabalhar com tecnologia como ele, então ela desapareceu para viver seu sonho, deixando a família para trás. (Mas a mãe provavelmente não estava nessa ocasião e o pai falou que ela teria ido viajar, mas ela nunca mais voltou) {oq seria o motivo para fazer um robô para substituir a filha antes que a esposa perceba} -No dia que a Gen resolveu sumir da família ela deve ter bebido muito e a cientista a ajudou de alguma forma, (mas como ela estava bêbada não se lembra) e depois desse episódio ela começo a sonhar com o rosto da cientista -E que por uma coincidência a cientista trabalha para o pai da Gen na criação do robô, e quando o desenho chegou nas mãos dela ela ficou intrigada em saber quem havia desenhado seu rosto e então resolveu mandar o robô para poder investigar de longe, mas aí ela se lembra que havia ajudando Gen em uma certa noite... e o anel que ela usa faz ela sentir tudo o que o robô está vivenciando com Gen, assim ela acaba se apaixonando e aos poucos vai trocando de lugar para ficar com Gen. Não me perguntem como cheguei a essa conclusão KKKKKKKKK só uma fanfiqueira intrigada demais com esse GL 💁🏻‍♀️🤣 #AIGirlEP2 Só sei que estou amando demais😵‍💫

loma⚢

31,934 Aufrufe • vor 7 Tagen

Uma mãe de 22 anos, envolvida com drogas, e seu parceiro, decidem abandonar uma bebê de apenas um mês em uma mata em Ibirité, Minas Gerais. Não foi um ato impulsivo qualquer, eles tentaram três vezes jogar a criança em um bueiro, como se fosse lixo descartável. Graças a Deus, não conseguiram, e acabaram deixando a menina na vegetação, exposta a tudo, destinada a uma morte lenta e dolorosa. Uma vizinha viu e resgatou a pequena, que estava desidratada, faminta e com ferimentos. O pior é que não faltavam opções, como a turminha esquerdista doente vai fazer parecer, como sempre. A tia da bebê, irmã da mãe, já tinha cuidado dela antes e pediu para ficar com a guarda permanente. Mas não, a mulher e seu parceiro de drogas escolheram o caminho da crueldade, optando por uma tentativa de assassinato lento e doloroso. Poucos dias depois de Gilmar Mendes liberar o porte de cocaína no país. É o tipo de escolha que revela uma ausência total de humanidade, onde o vício fala mais alto que o instinto maternal. As drogas destroem famílias, corroem valores e transformam pessoas em sombras de si mesmas. Soma-se a isso uma cultura que exalta o aborto, a figura da mãe cuidadosa, da esposa, da mulher feminina. Gente assim, sem um pingo de amor pelo próprio filho, envolvida em um ciclo de destruição, em quem vota? Quem eles apoiam nas urnas? Vale a pena parar e pensar nisso, e questionar a quem se diz contrário a tudo isso, mas vota da mesma forma que essas pessoas. Vota da mesma forma que traficante, pedófilos, estupradores... Algo está errado, não?

Não Esqueço

52,956 Aufrufe • vor 4 Monaten

A história de vida de Carlos Andrés Gomez "Mãe, você se lembra da casinha que te prometi aos 14 anos? Pois hoje ela é uma realidade." Sendo apenas um menino, Andrés tomou a decisão de ser ladrão. Mas na primeira vez que tentou roubar, teve o azar de ser pego. Naquele dia, ele entendeu que aquilo não era para ele. Então, escolheu um caminho mais difícil, porém digno: começou a trabalhar lavando motos. Andrés só queria ajudar em casa da forma que pudesse. Por isso, quando foi contratado para jogar na MLS, prometeu à sua mãe que compraria uma casa para ela. E aquela casinha que um dia foi apenas uma ilusão, hoje é real. O pai de Andrés, ao ver que o filho queria seguir o caminho errado, o colocou em uma escola de futebol onde ele era o menor de todos. Com o tempo, Andrés achou que nunca teria uma oportunidade devido à sua baixa estatura e, aos 15 anos, quase desistiu do futebol. Mas seu pai nunca o deixou se render. Aos 17 anos, ele foi para Cali tentar a sorte e começou a crescer de forma impressionante; deixou de ser o "baixinho" para se tornar um gigante em campo. Após retornar para Chocó para ajudar seus pais e cinco irmãos, ele soube de uma peneira no Atlético Nacional. Viajou para Medellín com o professor Jefferson. Eram mil jovens em busca de um sonho e apenas três foram escolhidos — entre eles, Andrés Gómez. Porém, devido à pandemia, ele teve que voltar para casa. Mas o professor Jefferson não desistiu e conseguiu um teste no Millonarios. No dia da peneira, havia 100 atacantes disputando a vaga de Andrés. Quando perguntaram por laterais-esquerdos, Andrés levantou a mão (mesmo não sendo sua posição). Ele entrou como "reserva do reserva", mas jogou tão bem que, ao final da partida, foi convidado para jogar no Sub-20 no mesmo dia. Lá, mostrou sua velocidade, foi testado como ponta, marcou um gol e deu uma assistência. Alberto Gamero, técnico do Millonarios, o subiu para o time profissional e ele se tornou a figura principal na conquista da Copa Colômbia 2022. Com a venda para o Real Salt Lake, da MLS, ele finalmente conseguiu o dinheiro para a casa.

Plantão Vascaíno

47,748 Aufrufe • vor 3 Monaten