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Ana Sayfaya Dön

🥹 "𝟸.𝟿𝟸𝟸 𝘥𝘪́𝘢𝘴 𝘥𝘦𝘴𝘱𝘰𝘪𝘴, 𝘰 𝘋𝘦́𝘱𝘰𝘳 𝘷𝘰𝘭𝘷𝘦 𝘢́ 𝘮𝘢́𝘹𝘪𝘮𝘢 𝘤𝘢𝘵𝘦𝘨𝘰𝘳𝘪́𝘢 𝘥𝘰 𝘧𝘶́𝘵𝘣𝘰𝘭 𝘦𝘴𝘱𝘢𝘯̃𝘰𝘭". ✂️ Este é o corte perfecto do mes en #DéporLive da man de Torre de Núñez!

15,655 görüntüleme • 3 ay önce •via X (Twitter)

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Benzer Videolar

Política - O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), disse que não restou outra alternativa a não ser voltar a retomar o debate em torno da PEC da Anistia após a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre o PL da Dosimetria. "Menos de 24 horas depois da promulgação da lei da redução de penas, não me restou outra alternativa senão voltar ao texto de uma PEC, porque aí não vai ter questionamento do Supremo Tribunal Federal. Já estou colhendo assinaturas. Inclusive coloquei na justificativa da PEC esta decisão do ministro Alexandre de Moraes", disse nesta segunda-feira (11) em entrevista ao Estúdio i da Globonews. A movimentação para retomar o debate em torno da PEC da Anistia ocorre dois dias depois do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspender a aplicação da lei da dosimetria, promulgada na última sexta-feira (7) pelo presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Para Moraes, que foi o ministro da Corte sorteado para analisar o tema, é preciso esperar o julgamento pelo STF das ações apresentadas pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela Federação PSOL/Rede, que questionam a constitucionalidade da Lei da Dosimetria. Na prática, os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 terão que aguardar os ministros decidirem se a lei respeita as regras da Constituição. Questionado sobre o atual texto da PEC da Anistia incluir o nome de Jair Bolsonaro, Sóstenes argumentou que a proposta de incluir o nome do ex-presidente no projeto não partiu de seu grupo político. De acordo com o deputado, o texto foi de autoria do relator, deputado Paulinho da Força, que teria apresentado o projeto afirmando que este contava com a ciência e participação de ministros do STF, especificamente do ministro Alexandre de Moraes. Veja mais em #g1. #política #g1política

g1

19,605 görüntüleme • 4 ay önce

Assisti ao debate do Pablo Marçal e Elias Jabbour (ele me bloqueou - marquem-no se quiserem), no Inteligência Ltda.. Vou encapsular toda a minha crítica utilizando este trecho - acho que ele representa muito bem o debate e o Brasil atualmente. Quem ver o trecho pensará que se trata da ética de usar ghostwriter, mas não é: trata-se de uma representação de como o povo brasileiro e a sua elite acadêmica e política encaram o bem mais precioso de uma nação, que é a cultura no sentido de um alto conhecimento ou representação artística da experiência de ser brasileiro e que contenha algum valor para as outras culturas. Peguemos Jabbour como o representante ideal da classe acadêmica e política brasileira: esquerdista, inclinado ao comunismo, professor universitário e escritor de livros de teor pro-socialismo. Jabbour se insere numa tradição livresca e acadêmica que produz conhecimento útil apenas para a a própria classe acadêmica e política de esquerda, contribuição necessária para alimentar a câmara de retroalimentação do viés revolucionário. Do outro lado, temos Pablo Marçal, um suposto conservador evangélico tornado guru de enriquecimento rápido na internet, com um passado de ética comercial e produtos questionáveis. Marçal, nesse sentido, é um representante do "povo" brasileiro no sentido de ser aquela massa buscando soluções rápidas para sair do subemprego, consumidor de livros de autoajuda ou espiritualidade rasteira que não percebe que gasta o seu dinheiro mas não sai realmente do lugar. Marçal, no corte, começa tentando mostrar que seus 85 livros seriam sinal de alguma relevância intelectual ou cultural - porque, afinal, são livros... -; Jabbour, no entanto, questiona a autoria dos livros, encurralando Marçal que se salva na pura honestidade: não é o autor, mas o encomendador das obras. Sua justificativa é a de que não tem tempo para escrever os livros: ele é "produtor de conteúdo". Apenas contrata alguém para escrever o que ele diz em vídeos. O debate, então, se transforma nessa contenda grotesca do intelectual comunista tendo que tomar a frente como o defensor de uma pretensa ética cultural perante o assalto do popular guru da internet e seus 85 livros - com títulos como a "chave mestra do universo". Um diálogo infernal: O povo brasileiro e sua ignorância esperta do "jeitinho" para buscar atalhos que o levará ao enriquecimento rápido, passando por um simulaco de cultura que é a pilha de dezenas de livros, sendo questionado pelo intelectual comunista cuja única proposta é oferecer uma revolução nacional e a morte de dissidentes políticos - porque na "China deu certo". Um povo consumidor de livros inúteis para seus propósitos, enganando-se de estar avançando na vida enquanto enriquece o prometedor do método do enriquecimento, e o intelectual pago com dinheiro público tentando defender uma ética cultural que ele mesmo só acredita ser útil para seus fins revolucionários. A grande ausência, nisso tudo, são os verdadeiros intermediários entre a loucura das massas da era moderna e a elite revolucinária pretensiosa: os intelectuais e produtores de cultura, que amarguram no anonimato ou na impopularidade, e por isso mesmo nem foram considerados para um tal debate "sobre o futuro do Brasil". E, de fato, não estou culpando Vilela por estipular essa propaganda chamativa: os dois lados da mesa realmente são os representantes do futuro do Brasil - e isso é desesperador. É realmente triste que o Brasil esteja avançando no século XXI em debates deste calibre, mas é o sintoma do descalabro um povo governado por um Partido que, convocado pelas circunstâncias a defender sua soberania, o fez alçando um cachorro de rua, programas governamentais de auxílio para dezenas de milhões de cidadãos famélicos e memes de redes sociais como as provas máximas do resultado da existência brasileira neste terra.

João Eigen

84,015 görüntüleme • 10 ay önce