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Diogo Bohun

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ALISSON BECKER: O GOLEIRO IDEAL PARA A COPA DO MUNDO DE 2026 Essa discussão já existe há muito tempo. Desde a Copa do Mundo de 2018, o Alisson Becker é contestado pelos motivos errados. E vou falar uma coisa que muita gente não gosta de ouvir: Se o Alisson tivesse surgido em um clube do eixo Rio-São Paulo, o tratamento seria completamente diferente. Existe um preconceito enorme com o Alisson desde os tempos de Inter. Parece que ele precisa provar o tempo todo que é um dos melhores goleiros do mundo, enquanto outros goleiros recebem elogios por muito menos. Desde que apareceu no profissional do Internacional, o Alisson sempre mostrou que era diferente. Foi dominante no futebol brasileiro, chegou na Roma e rapidamente se tornou um dos melhores goleiros da Europa. Depois foi para o Liverpool e alcançou um patamar que poucos jogadores brasileiros conseguiram alcançar. Por muitos anos foi considerado o melhor goleiro do mundo. Na Seleção Brasileira não é diferente. O Alisson é o diferencial. É o goleiro que se posiciona melhor, que entende o jogo, que passa segurança para a defesa inteira. Ele não faz aquelas defesas espalhafatosas que rendem milhões de visualizações na internet. E é justamente por isso que muita gente não percebe o tamanho do goleiro que ele é. Vejo muita gente pedindo Ederson. Vejo muita gente defendendo Weverton. Mas na minha opinião, o Alisson é superior aos dois. Ederson tem qualidade com os pés, mas nunca me passou a mesma segurança debaixo das traves. Weverton teve uma carreira brilhante, mas já não é mais o mesmo goleiro de alguns anos atrás. "Ah, mas o Alisson não pega pênalti." Mas desde quando Ederson e Weverton viraram especialistas em pênaltis? Nenhum deles construiu a carreira sendo referência nesse fundamento. Então usar isso para diminuir o Alisson simplesmente não faz sentido. Por isso, olhando para hoje, para amanhã e principalmente para a Copa do Mundo de 2026, eu não tenho dúvidas. E não é uma simples falha contra o Panamá que vai mudar isso.

Diogo Bohun

61,426 просмотров • 3 месяцев назад

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Valeu a pena tanto assim vender o Maurício? Essa é uma pergunta que, quanto mais o tempo passa, mais pesa. E não é só pela saudade dentro de campo, mas pelo contexto geral da decisão. O Internacional fez dinheiro com a venda, sim. Mas sejamos sinceros: não foi aquele valor que muda o patamar financeiro do clube, que traz estabilidade ou resolve problemas estruturais. Foi uma venda relevante, mas longe de ser transformadora. E quando você vende um jogador importante sem resolver sua vida financeira, automaticamente precisa compensar dentro de campo. E aí vem o problema. O Inter simplesmente não contratou ninguém à altura para repor a saída do Maurício. E isso escancara ainda mais o impacto da venda. Porque não foi só perder um jogador, foi perder uma peça fundamental sem reposição. E o Maurício não era qualquer jogador. Ele decidia. Fazia gols importantes, aparecia em momentos grandes, tinha uma finalização acima da média. Além disso, ajudava muito taticamente, entendia o jogo, ocupava espaços, contribuía na recomposição. Era aquele tipo de jogador moderno, completo. Na bola parada, também era útil. Um cara que agregava em vários aspectos do jogo. E não podemos esquecer: jovem. Um jogador com margem clara de evolução, que poderia render ainda mais dentro de campo e, no futuro, até gerar uma venda mais vantajosa. Ou seja, o Inter abriu mão não só de um bom jogador, mas de um ativo esportivo e financeiro. No fim das contas, fica a sensação de que foi uma venda que não se pagou totalmente. Nem dentro de campo, nem fora dele. E aí fica a pergunta pra você, torcedor: valeu mesmo a pena?

Diogo Bohun

39,207 просмотров • 5 месяцев назад

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Kleber Chicletinho: saudade de um lateral raiz Tem jogador que passa pelo Inter… e tem jogador que fica. O Kleber Chicletinho é desses que ficam na memória, no sentimento, na saudade. E não é por acaso. O Chicletinho era aquele lateral que não tinha frescura. Era técnica com personalidade, era bola no pé com coragem. Batia na bola como poucos — cruzamento venenoso, finalização forte, bola parada que incomodava qualquer defesa. Não era só um lateral que “cumpria função”, ele decidia jogo. E isso, no Beira-Rio, tem um peso diferente. E o mais louco é que ele tinha aquele estilo meio raiz, meio irreverente… parecia que jogava leve, mas quando você via, já tinha deixado o dele ou participado direto do gol. Era um jogador que chamava a responsabilidade, que não se escondia. E isso combina demais com o tamanho do Inter. Agora me diz… imagina o Chicletinho nesse Inter de hoje? Num time que, muitas vezes, carece de personalidade, de imposição, de alguém que chegue e diga “a bola é minha”, ele seria titular absoluto. Sem discussão. Ia sobrar. Ia ser aquele desafogo pelo lado esquerdo, aquele cara que resolve quando o jogo tá travado. Além da qualidade técnica, ele traria algo que hoje faz falta: identidade. Porque o Chicletinho tinha isso. Ele entendia o que é vestir a camisa do Inter. Jogava com intensidade, com vontade, com aquele tempero de quem sabe onde tá pisando. E quando a gente olha pra história dele no clube, fica ainda mais claro. Não foi só um jogador que passou — foi um cara que marcou época, que fez gol importante, que deixou lembrança boa no torcedor. E no fim das contas, é isso que fica no futebol: o sentimento. Hoje, vendo o Inter em campo, bate aquela sensação… “pô, um Chicletinho nesse time…” Ia mudar muita coisa.

Diogo Bohun

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O INTERNACIONAL NÃO TEM UM JOGADOR IGUAL AO NICO LÓPEZ É fato: o Nico López sempre dividiu a torcida. Tinha quem achasse ele descompromissado. Tinha quem achasse ele ruim. Mas uma coisa é inegável… o que ele fez pelo Inter não é pra qualquer um. Foram quase 40 gols em pouco tempo de clube. Poucos atacantes conseguiram isso com a camisa do Inter — e muitos precisaram de anos pra fazer metade. E mais do que números… o Nico era diferente. Tecnicamente, era extra-classe. Era o tipo de jogador que mudava um jogo a qualquer momento. Finalizava de qualquer lugar, de qualquer jeito… e a bola entrava. Era golaço atrás de golaço. Se tu for tentar montar um top 10 dos gols dele, tu vai sofrer… porque a maioria é absurda. No jeito de dominar, driblar, correr e finalizar… era nítido: tinha algo a mais. E hoje? Hoje o Inter não tem isso. Tabata não faz. Borré não faz. Carbonero até poderia… mas não faz. Alan Patrick não faz. O Nico era diferencial naquela época… e seria diferencial hoje também. Se desse pra trazer de volta, eu traria sem pensar duas vezes. “Ah, mas já encerrou o ciclo…” Não importa. Hoje, qualquer jogador que agregue qualidade já muda esse time. Porque além de não ter um time titular forte, o Inter também não tem grupo. E quando sai um titular… o nível despenca ainda mais. Eu traria o Nico López de volta. Sou viúva do Nico mesmo. E te convido a desfrutar esses belos e lindos gols do uruguaio com a camisa do nosso colorado. Aproveite e me agradeça. E tu, torcedor colorado… o que acha?

Diogo Bohun

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Saudade do Vitinho… Porque o Vitinho era aquele jogador que todo mundo sabia o que ia fazer… e mesmo assim funcionava. Cortava pra dentro, batia, puxava em velocidade… e ninguém conseguia parar. É inacreditável como algo tão “previsível” era, ao mesmo tempo, tão eficiente. Ele era um dos poucos jogadores que conseguia finalizar, tocar e conduzir com os dois pés. Direito e esquerdo. Sem ficar se ajeitando, sem travar jogada. Era natural. E isso hoje faz uma falta absurda. Eu bato muito nessa tecla porque é visível. O Inter hoje não tem um cara que finaliza. Ou melhor… não tem jogador com faro de gol. Não tem aquele cara que olha pro gol e já pensa em finalizar. De média distância, de curta, de primeira… não tem. Hoje o ataque do Inter parece que precisa parir uma bigorna pra dar um chute. E quando chuta… chuta mal. Os cruzamentos então… nem se fala. O Vitinho cruzava bem de direita, cruzava bem de esquerda, batia escanteio com qualidade, colocava a bola onde tinha que colocar. Em velocidade, com qualidade. A batida na bola dele era impecável, beirando a perfeição. Pode falar o que quiser dele. Que não tinha intensidade. Que não tinha entrega. Que não tinha leitura tática. Mas tem coisa que não dá pra negar. Era um eximio finalizador e era muito agil... esse tinha o que hoje está na moda, o famoso "molho". E no Inter hoje, se tivessemos um jogador como ele, estariamos em uma situação muito melhor. A situação do Inter é tão crítica... que sim… Eu sinto falta do Vitinho nesse time. Podem me julgar a vontade, mas não posso mais esconder algo pra mim é urgente.

Diogo Bohun

15,380 просмотров • 4 месяцев назад

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