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RAFAEL BORRÉ: A MAIOR DECEPÇÃO DA DÉCADA? É difícil entender algumas peças que o mundo do futebol nos prega. Como posso explicar que o Inter contratou um centroavante campeão da américa, campeão da Europa, mas que no final não deu certo no Inter? Como posso explicar que o Inter...

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Saudade do Vitinho… Porque o Vitinho era aquele jogador que todo mundo sabia o que ia fazer… e mesmo assim funcionava. Cortava pra dentro, batia, puxava em velocidade… e ninguém conseguia parar. É inacreditável como algo tão “previsível” era, ao mesmo tempo, tão eficiente. Ele era um dos poucos jogadores que conseguia finalizar, tocar e conduzir com os dois pés. Direito e esquerdo. Sem ficar se ajeitando, sem travar jogada. Era natural. E isso hoje faz uma falta absurda. Eu bato muito nessa tecla porque é visível. O Inter hoje não tem um cara que finaliza. Ou melhor… não tem jogador com faro de gol. Não tem aquele cara que olha pro gol e já pensa em finalizar. De média distância, de curta, de primeira… não tem. Hoje o ataque do Inter parece que precisa parir uma bigorna pra dar um chute. E quando chuta… chuta mal. Os cruzamentos então… nem se fala. O Vitinho cruzava bem de direita, cruzava bem de esquerda, batia escanteio com qualidade, colocava a bola onde tinha que colocar. Em velocidade, com qualidade. A batida na bola dele era impecável, beirando a perfeição. Pode falar o que quiser dele. Que não tinha intensidade. Que não tinha entrega. Que não tinha leitura tática. Mas tem coisa que não dá pra negar. Era um eximio finalizador e era muito agil... esse tinha o que hoje está na moda, o famoso "molho". E no Inter hoje, se tivessemos um jogador como ele, estariamos em uma situação muito melhor. A situação do Inter é tão crítica... que sim… Eu sinto falta do Vitinho nesse time. Podem me julgar a vontade, mas não posso mais esconder algo pra mim é urgente.

Diogo Bohun

15,380 views • 4 months ago

Kleber Chicletinho: saudade de um lateral raiz Tem jogador que passa pelo Inter… e tem jogador que fica. O Kleber Chicletinho é desses que ficam na memória, no sentimento, na saudade. E não é por acaso. O Chicletinho era aquele lateral que não tinha frescura. Era técnica com personalidade, era bola no pé com coragem. Batia na bola como poucos — cruzamento venenoso, finalização forte, bola parada que incomodava qualquer defesa. Não era só um lateral que “cumpria função”, ele decidia jogo. E isso, no Beira-Rio, tem um peso diferente. E o mais louco é que ele tinha aquele estilo meio raiz, meio irreverente… parecia que jogava leve, mas quando você via, já tinha deixado o dele ou participado direto do gol. Era um jogador que chamava a responsabilidade, que não se escondia. E isso combina demais com o tamanho do Inter. Agora me diz… imagina o Chicletinho nesse Inter de hoje? Num time que, muitas vezes, carece de personalidade, de imposição, de alguém que chegue e diga “a bola é minha”, ele seria titular absoluto. Sem discussão. Ia sobrar. Ia ser aquele desafogo pelo lado esquerdo, aquele cara que resolve quando o jogo tá travado. Além da qualidade técnica, ele traria algo que hoje faz falta: identidade. Porque o Chicletinho tinha isso. Ele entendia o que é vestir a camisa do Inter. Jogava com intensidade, com vontade, com aquele tempero de quem sabe onde tá pisando. E quando a gente olha pra história dele no clube, fica ainda mais claro. Não foi só um jogador que passou — foi um cara que marcou época, que fez gol importante, que deixou lembrança boa no torcedor. E no fim das contas, é isso que fica no futebol: o sentimento. Hoje, vendo o Inter em campo, bate aquela sensação… “pô, um Chicletinho nesse time…” Ia mudar muita coisa.

Diogo Bohun

17,527 views • 5 months ago

Cleitinho, eu estava te esperando. Você sempre se retrata, não é? Também não gosto de cortes fora de contexto ou de trechos pinçados maldosamente, como fazem muitos lulistas e petistas com Bolsonaro e os bolsonaristas. Não acredito que o corte que rodou foi com essa intenção, mas vamos vê-lo novamente junto com outros trechos da sua entrevista. Quem sabe ao final, você entenda que não é Jesus Cristo. A sua ânsia em se defender sobre falar de ser grato a Bolsonaro fez você se justificar por nada. Na entrevista, você mesmo disse que seria grato a ele pelo resto da vida, então nesse caso não precisaria se retratar e emendar com: “quis dizer que continuarei pagando.” E já que estamos falando da entrevista, quando perguntaram se você seria candidato ao governo do estado, você respondeu que iria sozinho novamente, como foi candidato a senador sozinho. Onde foi parar Bolsonaro aí ? Aqui você mostra a sua ingratidão ou seria um lapso de memória? No seu vídeo da retratação você diz: “ … minha gratidão será para o resto da vida com “vocês” (apoiadores de Bolsonaro). Na entrevista, o contrário: “Eu tenho gratidão por Bolsonaro, não é com a família, com os filhos, NÃO É COM OS APOIADORES NÃO. Você é bipolar ? Quando perguntaram se você não é de nenhum lado, se não é bolsonarista nem lulista, você respondeu: “Eu sou Jesus Cristo.” Jesus Cristo não descerá dos céus pra te dar votos, tanto é que você veio se retratar com a BASE BOLSONARISTA, porque sabe que seus votos saem daqui e NÃO DOS PETISTAS. O problema de pessoas como você é não sustentar que a verdade de hoje PODE não mais ser a mesma do passado e ficar nesse escorregão de palavras. Gratidão e lealdade, senão forem para ser verdadeiras, é melhor que sejam cortadas. Por último, você apoiou o picareta do Marçal, mas não apoiaria Eduardo, e falar de Michelle pro Senado é o atalho perfeito pra não ter que dizer em alto e bom som que também não a apoiaria.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

242,222 views • 10 months ago

Um lutador de MMA do estilo antigo versus um campeão mundial de boxe. Um boxeador precisa ser excelente, mas um lutador de MMA precisa ser bom em vários tipos de luta e excelente em apenas uma, certamente o boxe não era o forte de Wanderlei. Apesar disso, Popó foi um gigante, não só como boxeador, mas também como showman, pois ele claramente, no começo, não pesou a mão e teve paciência quando a memória muscular de Wanderlei confundiu boxe com MMA. Eu acredito na memória muscular e não na maldade, pois ambos são atletas de alta performance que dedicaram e abdicaram muito da vida para ser campeões. Dizer ao Wanderlei que ele entrará num ring e só poderá usar o boxe, é o mesmo que dizer ao Popó que ele entrará no ring e só vale jab. Imagine uma vida inteira dedicada a sparins duríssimos, exercícios desgastantes, dietas rigorosas e lutas que mais pareciam medievais, até a luva e o shorts, deve ter sido difícil para Wanderlei usar. Ainda assim, Popó foi generoso com seu adversário e muito generoso com o esporte que ama, uma pena que sua equipe não conseguiu agir igual e protagonizou esse final lamentável, pra quem gosta do esporte, mas lucrativo pro o grande público, afinal, o brasileiro adora um programa do Ratinho. Uma pena eu não gostar e nem entender de futebol, se eu escrevesse assim, ganharia uma grana afrodescendente, também não entendo muito do mundo da luta, mas gosto e isso basta. Apesar do meu público diversas vezes pedir pra eu falar de futebol, mas eu meto um sambarylove, e eles racham o bico, mas acho falta de respeito com quem gosta.

Canal do Negão

739,868 views • 11 months ago