Alexandre Ramagem's banner
Alexandre Ramagem's profile picture

Alexandre Ramagem

@delegadoramagem719,295 subscribers

Marido da Rebeca e pai de duas meninas, delegado de Polícia Federal, Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro.

Shorts

É Flavio Bolsonaro! Presidente 2026! “Brasil acima de tudo! Deus acima de todos!” FB22 👊🏻🇧🇷

É Flavio Bolsonaro! Presidente 2026! “Brasil acima de tudo! Deus acima de todos!” FB22 👊🏻🇧🇷

197,351 Aufrufe

Rio de Janeiro, antes cidade maravilhosa, porta de entrada do turismo brasileiro e reunião difusora da cultura nacional, transformado em caos e antro da criminalidade. Um mesmo grupo político que domina a cidade do Rio há quase 30 anos parece apreciar ou não se importar com essa desordem. Organização irresponsável da Prefeitura do Rio, relegando sobrecarga à polícia que luta diariamente por uma mínima sensação de segurança à população. Anos de irresponsabilidade e permissibilidade levam à necessidade de um choque de ordem, com planejamento e execução adequada, de curto, médio e longo prazo. Há solução, com muito trabalho, organização e enfrentamento.

Rio de Janeiro, antes cidade maravilhosa, porta de entrada do turismo brasileiro e reunião difusora da cultura nacional, transformado em caos e antro da criminalidade. Um mesmo grupo político que domina a cidade do Rio há quase 30 anos parece apreciar ou não se importar com essa desordem. Organização irresponsável da Prefeitura do Rio, relegando sobrecarga à polícia que luta diariamente por uma mínima sensação de segurança à população. Anos de irresponsabilidade e permissibilidade levam à necessidade de um choque de ordem, com planejamento e execução adequada, de curto, médio e longo prazo. Há solução, com muito trabalho, organização e enfrentamento.

237,580 Aufrufe

Videos

delegadoramagem's profile picture

Dois ministros, duas formas opostas de exercer a jurisdição penal. Um violador de direitos humanos produto do sistema. O outro, escolhido por Bolsonaro para defender o ordenamento jurídico, o Brasil e os brasileiros. Os casos conduzidos por André Mendonça (Banco Master) e Alexandre de Moraes (farsa do golpe, com delação de Mauro Cid) ilustram, lado a lado, essas duas posturas. Legalidade versus abuso de poder no STF. No inquérito do Banco Master, Mendonça atua como se espera de um julgador: submeteu rapidamente suas decisões à Segunda Turma, garantindo colegialidade e blindagem contra nulidades. Fundamentou cada ato em requerimentos da PF e PGR, manteve a prisão preventiva de Daniel Vorcaro com base nos pressupostos do art. 312 do CPP. Diante da proposta de delação, não negociou: condicionou qualquer avanço à análise da PF e da PGR, que a rejeitaram por falta de fatos novos. Não pressionou, não ameaçou, não conduziu o investigado, apenas presidiu com sigilo, devido processo e proporcionalidade. Já na delação de Mauro Cid, o quadro é o inverso. Em audiência no STF, Moraes repreendeu o colaborador ao vivo, advertindo sobre prisão preventiva, rescisão do acordo e o desprezível absurdo de responsabilização do pai, da esposa e da filha. Trata-se de coação explícita, em que o relator conduziu, advertiu, pressionou e coagiu diretamente o depoente. De um lado, legalidade. Do outro, pressão pessoal. A diferença entre julgar a prova e fabricar a prova. O Brasil só retomará seu rumo correto no dia em que Alexandre de Moraes for extirpado do STF.

Alexandre Ramagem

99,185 Aufrufe • vor 1 Monat