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Os fatos passam. Os padrões permanecem. Aqui você aprende a enxergar ambos.
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O engenheiro que criou o Claude Code acaba de lançar um vídeo de 28 minutos onde te ensina a escrever prompts que realmente funcionam. Já vi cursos de 300 dólares que não chegam nem à metade do que ele explica nos primeiros 10 minutos. Arquivos CLAUDE.md, atalhos de memória, sessões paralelas e padrões de prompting que mudam o jogo. Tudo em um único vídeo e completamente grátis. Não importa se você é desenvolvedor, iniciante ou já usa o Claude há meses. Isso vai explodir sua cabeça.
・ Ice ・ Ⅹ ・1,463,773 views • 4 months ago

LULA PREPAROU A ARMADILHA. FLÁVIO NÃO CAIU! Lula tenta transformar o fim da escala 6x1 em palanque eleitoral, apostando que a direita votaria contra para depois vendê-la como inimiga dos trabalhadores. Mas Flávio Bolsonaro e a oposição sinalizam apoio à proposta, desmontando a narrativa antes mesmo de ela ganhar as redes. Eis o desespero de quem confunde política pública com propriedade eleitoral: quando o adversário também apoia o trabalhador, desaparece o discurso de exclusividade. Agora, resta a Lula explicar os impactos econômicos da mudança, porque fazer campanha com direitos trabalhistas é fácil. Difícil é garantir que a conta não termine nas costas de quem produz e emprega. Lula queria um inimigo para sua propaganda. Flávio respondeu com inteligência política.
・ Ice ・ Ⅹ ・219,369 views • 26 days ago

QUANDO O DISCURSO ENCONTRA UMA BARRAGEM Haddad acusou Tarcísio de não ter plano hídrico e abriu o velho kit ideológico: negacionismo, vacina, clima e uma excursão retórica que só faltou culpar o capitalismo pela evaporação. Tarcísio respondeu com barragens, interligações de bacias, piscinões, 15 estações de tratamento, R$ 1 bilhão para reservar 85 bilhões de litros de água e R$ 25 bilhões no Integra Tietê. Um levou adjetivos. O outro levou obras, números e endereços. Haddad ainda tentou se esconder atrás de manchetes. Tarcísio mostrou a fila de cirurgias caindo de 570 mil para 156 mil e perguntou por que os números o incomodavam tanto. Foi uma inversão cruel: o professor chegou para dar uma aula de narrativa e terminou reprovado em matemática, hidráulica e administração pública. Quando a realidade entra no debate, a ideologia de Haddad fica sem água.
・ Ice ・ Ⅹ ・293,455 views • 3 months ago

DANIELA MARQUES: QUANDO O BOM SENSO ENTRA EM BRASÍLIA Daniela Marques não subiu ao palco para vender fantasia eleitoral. Expôs a realidade que o governo tenta maquiar: famílias endividadas, empresários sufocados e um Estado que cobra como potência, gasta como império e entrega serviço de terceiro mundo. Ao defender responsabilidade fiscal, ela lembrou uma verdade que ofende a classe política: cuidar das contas públicas é cuidar das pessoas. Sua proposta, ao lado do projeto liderado por Flávio Bolsonaro, é direta: cortar desperdícios, combater privilégios, enxugar estruturas, digitalizar serviços e fazer o patrimônio público servir ao cidadão. Em Brasília, isso já parece uma ideia subversiva. Afinal, nada assusta mais uma máquina inchada do que alguém disposto a apertar o botão de reduzir. Daniela não promete dinheiro fácil. Promete respeito ao dinheiro de quem trabalha. E isso, no Brasil, já é quase uma revolução.
・ Ice ・ Ⅹ ・211,820 views • 2 months ago

O CHEIRO DO PODER MUDOU. E BRASÍLIA JÁ COMEÇOU A FAREJAR! Flávio Bolsonaro cresce no tabuleiro político e o espetáculo mais curioso não está nas pesquisas, mas nos corredores de Brasília. Partidos se aproximam, antigos aliados de Lula ensaiam mudar de lado e até decisões do Judiciário começam a ser interpretadas como sinais de uma possível mudança de poder. É fascinante! Na política brasileira, convicção ideológica costuma durar exatamente até aparecer uma perspectiva mais promissora de poder. Mas cuidado com o clima de já ganhou. Eleições não se vencem com euforia, muito menos com oportunistas disputando lugar na fotografia. O poder ainda não mudou de mãos, mas o cheiro já mudou. E Brasília, esse zoológico de conveniências, tem um olfato extraordinário!
・ Ice ・ Ⅹ ・87,434 views • 1 month ago

ANDRÉ MENDONÇA DEU O RECADO. QUEM QUISER, QUE ENTENDA. Em pleno desgaste do Judiciário, o ministro lembrou quem é o principal nessa história: o povo. E pediu que aqueles que representam o sistema de Justiça saibam “honrar a confiança” que o cidadão deposita neles. Curioso como uma frase tão óbvia hoje soa quase revolucionária dentro do STF. Confiança não vem com toga. Vem com conduta.
・ Ice ・ Ⅹ ・137,918 views • 2 months ago

A ENTREVISTA QUE A GLOBO NÃO CONSEGUIU CONTROLAR Foram 44 minutos de cerco sobre Banco Master, STF, urnas, tarifaço, segurança, economia e clima. Flávio Bolsonaro não se escondeu. Respondeu, admitiu onde errou e devolveu perguntas que a bancada certamente preferia não ouvir. Quando tentaram encurralá-lo, acabaram abrindo espaço para ele expor contradições, defender Jair Bolsonaro e apresentar suas posições ao país. A entrevista está completa, sem o conforto dos cortes seletivos e das manchetes encomendadas. Assista até o fim e decida por conta própria quem foi sabatinado e quem acabou exposto.
・ Ice ・ Ⅹ ・117,657 views • 2 months ago

“CADÊ OS NÚMEROS?” DANIELA FOI PRESSIONADA E NÃO FUGIU DA PERGUNTA O jornalista apertou exatamente onde deveria: cortar privilégios é um belo discurso, mas isso basta para enfrentar uma dívida gigantesca? Daniela Marques Daniella Marques respondeu falando em uma dívida na casa dos R$ 10 trilhões, curva de juros, ativos, estatais, imóveis públicos e outras medidas que ainda estão sendo estudadas. E aqui existe uma diferença importante: ela não vendeu como pronto aquilo que ainda está sendo construído. Disse que existe um cardápio técnico em elaboração e que o detalhamento virá após a eleição. Num país acostumado a receber promessa pronta e descobrir a conta depois, admitir que ainda existem escolhas a fazer talvez seja menos cinematográfico. Mas certamente é mais sério.
・ Ice ・ Ⅹ ・105,342 views • 2 months ago

O TIRO DO SISTEMA SAIU PELA CULATRA. Claudio Dantas revela que Alfredo Gaspar se tornou unanimidade dentro do PL, unindo um partido que até ontem parecia fragmentado. Mas a denúncia mais grave está nos bastidores. Segundo Dantas, ministros do STF teriam pressionado caciques políticos para impedir alianças com Flávio Bolsonaro, com ameaças de prisão e operações da Polícia Federal. Se isso for confirmado, não estamos diante de atuação judicial. Estamos diante de interferência política, intimidação institucional e tentativa de escolher, nos gabinetes, quem pode ou não disputar o poder. Ministro não foi nomeado para montar chapa, vetar alianças ou governar pelo medo. Tentaram isolar Flávio. Acabaram fortalecendo a chapa, unindo o PL e transformando Alfredo Gaspar no eixo de uma campanha que o sistema queria desmontar. O primeiro turno deixou de ser sonho. Agora é o pesadelo daqueles que confundiram toga com instrumento de pressão política.
・ Ice ・ Ⅹ ・131,279 views • 3 months ago

O “MILIONÁRIO” QUE NÃO CONSEGUIU PAGAR O APARTAMENTO Durante anos, tentaram vender Eduardo Bolsonaro como dono de uma fortuna suspeita. Agora, o mesmo apartamento financiado foi retomado pela Caixa e levado a leilão por inadimplência. Ele não escondeu o fato, não fugiu da responsabilidade e não pediu pena. Expôs a perda, explicou o bloqueio das contas e reafirmou seu compromisso com os eleitores. Quem enriquece roubando não perde imóvel para banco. Multiplica patrimônio e compra silêncio. O sistema pode tomar o apartamento. A convicção não está à venda.
・ Ice ・ Ⅹ ・126,378 views • 3 months ago

Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem. E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós. Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência. Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária? Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes. A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano. E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção. Isso não é apenas inovação. É o maior experimento psicológico da história. A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações. Agora está entregando as palavras a máquinas. E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação. Entrega o comando da própria realidade.
・ Ice ・ Ⅹ ・201,081 views • 5 months ago

O PROBLEMA NÃO É ENCONTRAR VORCARO. É O QUE ACONTECE DEPOIS. André Mendonça confirmou que recebeu Daniel Vorcaro em março de 2025. Não escondeu o encontro, explicou o assunto, apontou os memoriais registrados no gabinete e disse que também recebeu o advogado do empresário. Era uma discussão sobre créditos de precatórios que estava no STF. E aqui aparece um detalhe que muda tudo: quando chegou a hora de decidir, Mendonça votou CONTRA a posição defendida por Vorcaro. A própria reportagem citada admite que não há evidência de pedido ilegal, nem de que Mendonça tenha interferido para beneficiar Vorcaro. É exatamente por isso que o caso é interessante. Encontrar alguém não prova submissão a seus interesses. Relação institucional se mede pelo que a autoridade faz depois que a porta se fecha. Mendonça recebeu, registrou e votou contra. Num escândalo em que surgem mensagens, amizades, saudades, viagens, charutos, Macallan e interlocuções nos bastidores, essa diferença não é detalhe. É justamente o detalhe que separa uma agenda que precisa ser explicada de uma relação que precisa ser investigada.
・ Ice ・ Ⅹ ・89,823 views • 2 months ago

CARLOS BOLSONARO EM SANTA CATARINA: O SISTEMA ENCONTROU UM NOVO PROBLEMA Ao lado de Carol de Toni, Carlos Bolsonaro deixou claro que não chegou ao estado para fazer figuração. Chegou para enfrentar um sistema gigantesco e construir uma direita ainda mais forte. Falou sobre os presos políticos de 8 de janeiro, defendeu Jorginho Mello, projetou Flávio Bolsonaro para a Presidência e alertou os 32 milhões de brasileiros que entregaram sua decisão aos outros. Carlos também revelou que foi impedido até mesmo de falar com o próprio pai. Eis a democracia brasileira moderna: persegue o pai, controla o filho e depois posa para fotografias com a Constituição. Mas existe algo que nenhuma ordem consegue bloquear: a coragem de continuar. O sistema quis isolar uma família. Acabou espalhando uma ideia. Sigam o 🧵👇
・ Ice ・ Ⅹ ・123,421 views • 3 months ago

FLÁVIO DIZ “NÃO PODER” FALAR SOBRE URNAS POR SER CLASSIFICADO COMO “ANTIDEMOCRÁTICO” Flávio afirmou que qualquer questionamento sobre as urnas passou a ser tratado como ataque à democracia. Ele esclareceu que não é contra o sistema eletrônico, mas defende mais camadas de segurança, transparência, auditoria e acompanhamento de observadores internacionais. Também reconheceu que se equivocou ao dizer que a Smartmatic produziu as urnas, mas sustentou que a empresa participou de etapas do processo. Flávio confirmou que disputará a eleição pelas regras atuais e que aceitará o resultado. Curioso. Ele aceita o sistema, pede seu aperfeiçoamento e, mesmo assim, tentam transformar a dúvida técnica em crime político. Em uma democracia, confiança não nasce do silêncio. Nasce da transparência.
・ Ice ・ Ⅹ ・121,752 views • 3 months ago

A China já mostrou o futuro que ninguém quer admitir. Se sua pontuação de crédito social cai, você simplesmente deixa de existir. Entra na lista negra. A carteira digital trava. O Alipay e o WeChat bloqueiam compras básicas. Trem? Proibido. Comida? Restrita. Deslocamento? Impensável. O reconhecimento facial faz o resto. Você é identificado, monitorado e contido em tempo real. É a prisão perfeita, sem grades e sem fuga. E é por isso que a CBDC é tão perigosa. Ela não é tecnologia. É arquitetura de controle. É a porta de entrada para um modelo onde o Estado decide quem pode viver a vida e quem será silenciado economicamente. A moeda digital do governo não traz modernidade. Traz submissão. Quem não enxergar isso agora vai entender quando for tarde demais, com a carteira travada e a liberdade cancelada por algoritmo.
・ Ice ・ Ⅹ ・382,760 views • 11 months ago

Há momentos na história em que uma frase revela mais do que mil páginas de propaganda. Em Davos 2026, Yuval Noah Harari praticamente admitiu aquilo que muitos ainda se recusam a enxergar: a Inteligência Artificial não está sendo apresentada apenas como uma ferramenta. Está sendo apresentada como uma nova entidade capaz de substituir funções humanas, ocupar espaços sociais, influenciar culturas, moldar religiões, controlar mercados e, eventualmente, receber reconhecimento jurídico. Perceba a mudança de linguagem. Não se fala mais em programas. Não se fala mais em softwares. Não se fala mais em máquinas. Fala-se em "agentes". Fala-se em "imigrantes digitais". Fala-se em inteligências que poderão administrar empresas, movimentar contas bancárias, criar religiões, participar da política e exercer influência sobre bilhões de pessoas. A pergunta feita em Davos não foi tecnológica. Foi civilizacional. O que acontece quando os seres humanos deixam de ser os principais produtores de conhecimento, informação e narrativa? Quem controla as palavras controla a percepção. Quem controla a percepção controla a realidade. E quem controla a realidade controla sociedades inteiras. Durante séculos, governos disputaram territórios. Depois passaram a disputar petróleo, comércio e recursos naturais. Agora a disputa é pelo controle da inteligência. Pela capacidade de influenciar pensamentos antes mesmo que eles surjam. O mais curioso é que tudo isso está sendo apresentado como inevitável. Como se a humanidade estivesse diante de um fenômeno natural. Como se ninguém estivesse tomando decisões. Como se não existissem corporações bilionárias, centros de dados gigantescos, governos, investidores e organizações globais financiando essa transformação. A pergunta que ninguém faz é simples: Se a IA passar a produzir a maior parte das informações que consumimos, quem programará os valores que estarão dentro dessas informações? Quem definirá o que é verdade? Quem definirá o que é discurso aceitável? Quem definirá o que pode ou não ser dito? Porque, no final das contas, não estamos falando apenas de tecnologia. Estamos falando de poder. Poder sobre informação. Poder sobre cultura. Poder sobre educação. Poder sobre religião. Poder sobre economia. Poder sobre a própria definição do que significa ser humano. A Revolução Industrial substituiu músculos. A Revolução Digital substituiu tarefas. A Revolução da IA ameaça substituir a própria capacidade humana de interpretar o mundo. E quando uma civilização entrega sua capacidade de pensar para sistemas que ela não controla, ela não está avançando. Ela está terceirizando a própria liberdade. A verdadeira pergunta não é se a IA será poderosa. A verdadeira pergunta é: Quem será poderoso através dela?
・ Ice ・ Ⅹ ・175,272 views • 5 months ago

Ivermectina e fenbendazol destroem o câncer. 🎯 CONFIRMADO: O epidemiologista Nicolas Hulscher afirma que remissões completas de cânceres em estágio IV com o uso de medicamentos antiparasitários já estão documentadas em publicações científicas revisadas por pares. Segundo ele, centenas de estudos mostram que a ivermectina e o fenbendazol ativam mais de 12 mecanismos anticancerígenos diferentes e atuam contra mais de uma dúzia de tipos de câncer. Entre os trabalhos de maior impacto citados por Hulscher está um relato de caso publicado na revista Case Reports in Oncology. O texto descreve três pacientes com câncer metastático em estágio IV que alcançaram remissão completa, documentada por exames de imagem e marcadores tumorais: 📌 Uma mulher de 83 anos com câncer de mama metastático no fígado, pulmões e ossos. Após o tratamento, o exame PET mostrou remissão completa e ela não apresentou recidiva em quase três anos. 📌 Um homem de 75 anos com câncer de próstata metastático nos ossos. Seu PSA caiu para níveis indetectáveis e as metástases desapareceram completamente. 📌Um homem de 63 anos com melanoma BRAFV600+ muito avançado. Seu DNA tumoral circulante passou de 123 para 0 em menos de dois meses, com remissão confirmada. Além disso, uma revisão sistemática recente analisou 26 estudos com 36 pacientes reais tratados com ivermectina. Não foram relatados efeitos adversos graves e observaram-se melhorias clínicas mesmo em casos de leucemia e linfoma, muitos deles enquanto os pacientes continuavam recebendo quimioterapia convencional. Cientistas alternativos explicam que esses medicamentos atacam o câncer de várias maneiras: desestabilizam os microtúbulos, induzem apoptose programada, bloqueiam a via mTOR, interrompem o fornecimento de glicose às células tumorais, inibem a formação de novos vasos sanguíneos e eliminam as células-tronco cancerígenas. Tudo isso com medicamentos que custam centavos e são usados em humanos e animais há décadas. Enquanto a medicina convencional investe bilhões em terapias de alto custo, milhares de pacientes já compartilham depoimentos pessoais nas redes sociais: tumores que diminuem ou desaparecem, marcadores que se normalizam e cirurgias que acabam sendo canceladas. A pergunta que não quer calar é se isso representa a maior supressão médica da história ou a descoberta mais importante do século XXI. A comunidade científica dissidente exige urgentemente ensaios clínicos controlados. Para muitos pacientes com câncer em fase terminal, o tempo simplesmente se esgotou. O que você acha? Retuite e compartilhe esta informação antes que ela desapareça, pois pode salvar muitas vidas. Seus amigos ou familiares que estão lutando contra o câncer precisam ler isso hoje.
・ Ice ・ Ⅹ ・243,991 views • 7 months ago

🚨 IVERMECTINA E CÂNCER? A médica cirurgiã Dra. Kathleen Ruddy decidiu encarar a realidade: tem algo muito estranho acontecendo. “Fiquei tão surpresa quanto qualquer um ao ver o potencial anticancerígeno da ivermectina”, disse ela — depois de observar o que os grandes laboratórios juram que é impossível. Casos reais. Gente com câncer avançado, sem mais opções, desenganada... E então vem a tal da ivermectina — aquela mesma, que virou proibida até de ser mencionada — e começa a fazer o que a quimioterapia não conseguiu. Um exemplo? Homem com câncer de próstata em estágio 4. Já tinha tentado de tudo: químio, radiação, reza brava. Os médicos disseram “não há mais o que fazer”. Ele tomou ivermectina como última carta. Meses depois… o quadro deu uma reviravolta. A Dra. Ruddy viu que isso não era caso isolado. Agora ela lidera um estudo observacional em vários centros médicos pra entender por que remédios reaproveitados, como a ivermectina, estão fazendo o que a indústria bilionária do câncer não quer admitir. A pergunta é simples: Por que um antiparasitário está incomodando tanto os gigantes da medicina moderna? E a resposta... talvez você já saiba.
・ Ice ・ Ⅹ ・437,597 views • 1 year ago

O vídeo de IA do Bolsonaro foi a jogada mais brilhante e disruptiva dessa campanha. Um preso político, calado por decisão arbitrária, sem redes, sem telefone, sem entrevistas, sem visitas de lideranças e sem sequer poder escrever carta (direito que até Gramsci e Lula na cela premium tiveram). A campanha substitui a voz real por uma versão digital e escancara pro mundo o que o STF faz: controle policialesco, censura e rigor seletivo. A esquerda, em pânico, já correu pro Judiciário pra criminalizar a iniciativa, impedir novas e até tentar cassar o Flávio. Porque a mensagem bateu. A lei do TSE autoriza IA com aviso claro de que não é real. O vídeo avisa nos primeiros segundos. Mas no Brasil de hoje existe a lei que vale pra todo mundo… e a lei que vale contra Bolsonaro. Nenhuma prisão cala a esperança de milhões. E a IA só provou o óbvio: eles têm medo da voz dele até quando ela é falsa.
・ Ice ・ Ⅹ ・110,771 views • 3 months ago

O SUPREMO CONTRA O SUPREMO. André Mendonça manda retirar uma informação que classificou como falsa. Flávio Dino derruba a decisão. Luiz Fux derruba a decisão de Dino e restabelece a de Mendonça. Agora Fachin chama o plenário para tentar colocar ordem na casa. E Fux ainda deixou uma pergunta constrangedora no ar: como justificar a circulação de uma notícia considerada comprovadamente falsa enquanto, em outros casos, o próprio STF adotou medidas severas em nome do combate à desinformação? A ironia chegou ao ponto em que nem é mais necessário criticar o Supremo. Os ministros estão fazendo isso uns com os outros.
・ Ice ・ Ⅹ ・44,478 views • 1 month ago