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Karina Michelin

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Journalist, International Correspondent

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Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

Após concluir a investigação da Seção 301, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) recomendou a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre milhares de produtos brasileiros e informou ao governo brasileiro que as negociações chegaram ao fim. Em reunião realizada na terça-feira, 14 de julho, o representante comercial americano (USTR), Jamieson Greer, comunicou ao governo brasileiro que as tratativas foram encerradas e que a recomendação para aplicação de um novo tarifaço já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Segundo autoridades americanas, o governo Lula não demonstrou empenho suficiente para construir um acordo capaz de evitar o tarifaço. Na prática, Washington encerrou as tratativas convencido de que não havia mais espaço para avanços. O resultado chama atenção porque, durante a audiência pública da Seção 301, realizada nos dias 6 e 7 de julho - etapa decisiva do processo - o governo brasileiro não apresentou sustentação oral perante as autoridades americanas. Quem ocupou esse espaço foram representantes da indústria, do agronegócio e o senador Flávio Bolsonaro, que defenderam os interesses dos setores afetados e pediram a revisão das tarifas. Enquanto o governo insiste em afirmar que promoveu diversas rodadas de negociação, o desfecho fala por si: o USTR manteve sua recomendação, criticou a condução brasileira e encaminhou a proposta para a decisão final da Casa Branca. Agora, a palavra final está com Donald Trump. Caberá ao presidente americano decidir se confirma a recomendação do USTR, quais produtos serão efetivamente atingidos pela tarifa de 25% e quais ficarão de fora da lista final. Se Trump der sinal verde, o Brasil enfrentará uma das maiores barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos nas últimas décadas. Apesar do discurso oficial de que havia negociação em curso, o governo Lula terminou o processo sem convencer Washington expondo o seu fracasso, sem evitar o avanço das tarifas e sem entregar o resultado que prometia ao setor produtivo brasileiro. Em outras palavras, Lula não protegeu o povo, não protegeu a indústria e ainda deixou o país pagar a conta de sua própria omissão.

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A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

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🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

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Enquanto o mundo ainda repercute a declaração de Daniel Ortega de que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, o regime deu mais um passo na consolidação de seu controle sobre as instituições - cerca de 2 mil advogados e notários tiveram seus registros profissionais cassados de forma sumária. A decisão foi tomada sem processos individuais, sem direito de defesa e sem justificativas públicas. Os profissionais simplesmente deixaram de constar nos registros da Suprema Corte e, na prática, ficaram impedidos de exercer a profissão. Entre os atingidos estão advogados que atuavam na defesa de presos políticos, de organizações da sociedade civil e de vítimas da repressão iniciada em 2018. Organizações internacionais de direitos humanos afirmam que a medida integra uma estratégia para enfraquecer a advocacia independente e reduzir ainda mais as possibilidades de contestação judicial ao regime. Embora muitos dos afetados sejam identificados como críticos do governo, a medida não se restringiu à oposição formal. Relatos indicam que profissionais sem atuação política conhecida também perderam suas licenças, reforçando a percepção de uma ampla depuração da categoria. Tudo isto faz parte de uma ampla sequência de ações que, nos últimos anos, incluiu o fechamento de milhares de organizações não governamentais, a prisão de opositores, a expulsão de religiosos, jornalistas e universidades, a retirada da cidadania de dissidentes e o exílio forçado de centenas de nicaraguenses. Agora, ao atingir diretamente a advocacia, o regime enfraquece um dos últimos instrumentos de defesa jurídica da população. Sem advogados independentes, torna-se ainda mais difícil contestar prisões, denunciar abusos ou buscar proteção contra decisões do próprio Estado. Por fim, o regime calou quem ainda poderia defender a liberdade.

Enquanto o mundo ainda repercute a declaração de Daniel Ortega de que a Nicarágua não voltará a realizar eleições, o regime deu mais um passo na consolidação de seu controle sobre as instituições - cerca de 2 mil advogados e notários tiveram seus registros profissionais cassados de forma sumária. A decisão foi tomada sem processos individuais, sem direito de defesa e sem justificativas públicas. Os profissionais simplesmente deixaram de constar nos registros da Suprema Corte e, na prática, ficaram impedidos de exercer a profissão. Entre os atingidos estão advogados que atuavam na defesa de presos políticos, de organizações da sociedade civil e de vítimas da repressão iniciada em 2018. Organizações internacionais de direitos humanos afirmam que a medida integra uma estratégia para enfraquecer a advocacia independente e reduzir ainda mais as possibilidades de contestação judicial ao regime. Embora muitos dos afetados sejam identificados como críticos do governo, a medida não se restringiu à oposição formal. Relatos indicam que profissionais sem atuação política conhecida também perderam suas licenças, reforçando a percepção de uma ampla depuração da categoria. Tudo isto faz parte de uma ampla sequência de ações que, nos últimos anos, incluiu o fechamento de milhares de organizações não governamentais, a prisão de opositores, a expulsão de religiosos, jornalistas e universidades, a retirada da cidadania de dissidentes e o exílio forçado de centenas de nicaraguenses. Agora, ao atingir diretamente a advocacia, o regime enfraquece um dos últimos instrumentos de defesa jurídica da população. Sem advogados independentes, torna-se ainda mais difícil contestar prisões, denunciar abusos ou buscar proteção contra decisões do próprio Estado. Por fim, o regime calou quem ainda poderia defender a liberdade.

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Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

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Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

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A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira. Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil. Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual. Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador. Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro. A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional. O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas. A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.

A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira. Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil. Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual. Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador. Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro. A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional. O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas. A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.

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🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

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🚨🚨🚨 Lucas Brasileiro da cidade de Sobradinho no Distrito Federal, preso injustamente no fatídico 8 de janeiro, que estava em regime domiciliar volta a ser levado para a cadeia nesta manhã de quinta-feira, 6 de junho. Lucas estava respondendo processo em liberdade, mesmo com as ações penais em fase de recurso, a Policia Federal o levou antes do trânsito em julgado - uma verdadeira aberração. Lucas se vestiu de branco para se entregar como um cordeiro, se despediu de sua filhinha, familiares e depositou sua vida nas mãos de Deus. Uma justiça suja, imunda, desumana, que condena homens de bem, pais de família e solta todos os criminosos e corruptos deste país para continuar comentando crimes. Estamos assistindo a um ataque direto aos direitos humanos. É inadmissível que Alexandre de Moraes continue cometendo crimes através de suas decisões autoritárias. Nunca na literatura jurídica brasileira, vimos tamanho abuso de poder. Essa cena faz despertar o pior de nós.

🚨🚨🚨 Lucas Brasileiro da cidade de Sobradinho no Distrito Federal, preso injustamente no fatídico 8 de janeiro, que estava em regime domiciliar volta a ser levado para a cadeia nesta manhã de quinta-feira, 6 de junho. Lucas estava respondendo processo em liberdade, mesmo com as ações penais em fase de recurso, a Policia Federal o levou antes do trânsito em julgado - uma verdadeira aberração. Lucas se vestiu de branco para se entregar como um cordeiro, se despediu de sua filhinha, familiares e depositou sua vida nas mãos de Deus. Uma justiça suja, imunda, desumana, que condena homens de bem, pais de família e solta todos os criminosos e corruptos deste país para continuar comentando crimes. Estamos assistindo a um ataque direto aos direitos humanos. É inadmissível que Alexandre de Moraes continue cometendo crimes através de suas decisões autoritárias. Nunca na literatura jurídica brasileira, vimos tamanho abuso de poder. Essa cena faz despertar o pior de nós.

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A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista. Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi. Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China. Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil". Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing. Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026. Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil. Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos. Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.

A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista. Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi. Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China. Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil". Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing. Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026. Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil. Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos. Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.

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Tenente-­coronel Mauro Cid acaba de ser preso após oitava no STF, a delação está sob análise e pode ser suspensa a qualquer momento. Alexandre de Moraes sustenta em sua decisão que Cid teria violado os termos da prisão domiciliar (descumprimento das cautelares) além de obstruir a justiça. Mauro Cid foi julgado e condenado pelo STF em conluio com o tribunal midiático globo - o braço do regime nefasto. Após vazarem o áudio o Tenente-­coronel foi intimado a dar depoimento. Nos áudios, Cid acusa Alexandre de Moraes e agentes da PF de estarem com a "narrativa pronta”. Segundo Cid, os investigadores "não queriam saber a verdade". A pior tirania está sendo implantada no Brasil com o aval da grande mídia, e a torcida dos idiotas uteis que não entenderam nada aonde estamos metidos - todos eles estão levando toda a sociedade ao precipício. Aviso aos navegantes: A ditadura está sendo implantada no Brasil, e as consequências dela serão devastadoras. Ninguém irá se salvar, a não ser um punhado de amigos pessoais de Lula e do sistema ( e olha lá)… ACORDA BRASIL!!!!!!!!

Tenente-­coronel Mauro Cid acaba de ser preso após oitava no STF, a delação está sob análise e pode ser suspensa a qualquer momento. Alexandre de Moraes sustenta em sua decisão que Cid teria violado os termos da prisão domiciliar (descumprimento das cautelares) além de obstruir a justiça. Mauro Cid foi julgado e condenado pelo STF em conluio com o tribunal midiático globo - o braço do regime nefasto. Após vazarem o áudio o Tenente-­coronel foi intimado a dar depoimento. Nos áudios, Cid acusa Alexandre de Moraes e agentes da PF de estarem com a "narrativa pronta”. Segundo Cid, os investigadores "não queriam saber a verdade". A pior tirania está sendo implantada no Brasil com o aval da grande mídia, e a torcida dos idiotas uteis que não entenderam nada aonde estamos metidos - todos eles estão levando toda a sociedade ao precipício. Aviso aos navegantes: A ditadura está sendo implantada no Brasil, e as consequências dela serão devastadoras. Ninguém irá se salvar, a não ser um punhado de amigos pessoais de Lula e do sistema ( e olha lá)… ACORDA BRASIL!!!!!!!!

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Desde o início do mês de outubro, as comunidades ribeirinhas do Pará e Amazônia estão sendo atacadas sob o silêncio ensurdecedor da “grande mídia” - enquanto estamos assistindo a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Moradores estão sendo expulsos de suas casas, tudo o que eles possuem está sendo destruído, além de todas as formas de subsistência. Casas, tratores são incendiados, as pessoas são jogadas ao relento, muitas delas crianças. O governo federal está fazendo a operação de desintrusão, ou melhor, expulsão de “invasores de reservas indígenas”. Essas terras foram doadas pelo INCRA há mais de 20, 30 anos. Por que somente agora estas pessoas estão sendo jogadas fora e tratadas como invasores? Talvez porque essas terras já tenham um novo dono? O fato para ser analisado e investigado dentro desses territórios são: Exploração de petróleo, recursos minerais, ferro, manganês, pedras preciosas além de uma infinidade de biodiversidade. Hoje os indígenas viraram sinônimo de ONGs, que operam fora da lei e são financiadas em sua grande maioria por países estrangeiros . Instituições essas que se declaram defensoras dos índios e do meio ambiente, mas são as primeiras a explorá-los. Há uma hipócrita operação de "defesa ambiental" e dos índios em curso, que só serve como licença poética e propaganda - mas que revela a intrusão na soberania nacional por parte de outros governos, para se apropriar desses recursos de forma ilegal. O Brasil e o povo brasileiro está sendo saqueado e entregue as transnacionais disfarçadas de ONG - tudo isso por intermédio do regime Lula.

Desde o início do mês de outubro, as comunidades ribeirinhas do Pará e Amazônia estão sendo atacadas sob o silêncio ensurdecedor da “grande mídia” - enquanto estamos assistindo a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Moradores estão sendo expulsos de suas casas, tudo o que eles possuem está sendo destruído, além de todas as formas de subsistência. Casas, tratores são incendiados, as pessoas são jogadas ao relento, muitas delas crianças. O governo federal está fazendo a operação de desintrusão, ou melhor, expulsão de “invasores de reservas indígenas”. Essas terras foram doadas pelo INCRA há mais de 20, 30 anos. Por que somente agora estas pessoas estão sendo jogadas fora e tratadas como invasores? Talvez porque essas terras já tenham um novo dono? O fato para ser analisado e investigado dentro desses territórios são: Exploração de petróleo, recursos minerais, ferro, manganês, pedras preciosas além de uma infinidade de biodiversidade. Hoje os indígenas viraram sinônimo de ONGs, que operam fora da lei e são financiadas em sua grande maioria por países estrangeiros . Instituições essas que se declaram defensoras dos índios e do meio ambiente, mas são as primeiras a explorá-los. Há uma hipócrita operação de "defesa ambiental" e dos índios em curso, que só serve como licença poética e propaganda - mas que revela a intrusão na soberania nacional por parte de outros governos, para se apropriar desses recursos de forma ilegal. O Brasil e o povo brasileiro está sendo saqueado e entregue as transnacionais disfarçadas de ONG - tudo isso por intermédio do regime Lula.

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Desde que o grupo terrorista Hamas invadiu Israel, e matou milhares de pessoas a sangue frio, civis, mulheres e crianças - os militantes do Hamas continuam comemorando o ataque terrorista. Essa cena aconteceu em Cisjordânia, em um acampamento de refugiados. A realidade está distante dos olhos de muitos ocidentais - o grupo terrorista Hamas, recruta crianças desde pequenas para adestra-las, elas já são inseridas em um contexto de guerrilhas, ódio e ataques constantes. Essas mesmas crianças são usadas como escudo, e como podemos observar através dos fatos, os terroristas as usam como objeto de propaganda porque sabem que nós ocidentais nos comovemos muito com essas cenas - quando para eles, esse tipo de cena não causa nenhum sentimento. A verdade é que Israel defende seus próprios filhos, enquanto o Hamas os utiliza como escudos humanos. O Hamas sempre foi assim, eles expõe os corpos ensanguentados de crianças de Gaza, que deixa você sem palavras. Que leva à raiva, ao ódio, à intolerância - é exatamente esse o sentimento que eles querem despertar no Ocidente; essas crianças são a personificação da mais forte condenação de violência. Mas é por isso que a verdade deve ser dita: Israel ama os seus filhos e os protege, enquanto em Gaza as crianças são transformadas pelos seus pais, naqueles de quem os pais têm escolhido para ser guiado e representado, em pobres escudos humanos. Corpos-propaganda, tudo isso é horrível e desumano.

Desde que o grupo terrorista Hamas invadiu Israel, e matou milhares de pessoas a sangue frio, civis, mulheres e crianças - os militantes do Hamas continuam comemorando o ataque terrorista. Essa cena aconteceu em Cisjordânia, em um acampamento de refugiados. A realidade está distante dos olhos de muitos ocidentais - o grupo terrorista Hamas, recruta crianças desde pequenas para adestra-las, elas já são inseridas em um contexto de guerrilhas, ódio e ataques constantes. Essas mesmas crianças são usadas como escudo, e como podemos observar através dos fatos, os terroristas as usam como objeto de propaganda porque sabem que nós ocidentais nos comovemos muito com essas cenas - quando para eles, esse tipo de cena não causa nenhum sentimento. A verdade é que Israel defende seus próprios filhos, enquanto o Hamas os utiliza como escudos humanos. O Hamas sempre foi assim, eles expõe os corpos ensanguentados de crianças de Gaza, que deixa você sem palavras. Que leva à raiva, ao ódio, à intolerância - é exatamente esse o sentimento que eles querem despertar no Ocidente; essas crianças são a personificação da mais forte condenação de violência. Mas é por isso que a verdade deve ser dita: Israel ama os seus filhos e os protege, enquanto em Gaza as crianças são transformadas pelos seus pais, naqueles de quem os pais têm escolhido para ser guiado e representado, em pobres escudos humanos. Corpos-propaganda, tudo isso é horrível e desumano.

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🚨🚨🚨Avião de passageiros da Voepass cai em Vinhedo Um avião da VoePass ATR72-500, registrado como PS-VPB, operando um voo doméstico de Cascavel para São Paulo, caiu em uma área residencial em Vinhedo. Atualmente, não há informações sobre quantas pessoas estavam a bordo do voo 2Z2283 quando ele caiu ou se alguém sobreviveu. A aeronave é um turbohélice com capacidade para 68 passageiros. Vídeos mostram a aeronave girando em direção ao solo, outros mostram os destroços envoltos em chamas. A VoePass é uma companhia aérea regional brasileira e opera uma frota de 15 aeronaves, todas fabricadas pela ATR em rotas domésticas de e para vários aeroportos no Brasil. Foi fundada originalmente em 1995 como Passadero e renomeada como VoePass em 2019. Esta é uma história em desenvolvimento e será atualizada.

🚨🚨🚨Avião de passageiros da Voepass cai em Vinhedo Um avião da VoePass ATR72-500, registrado como PS-VPB, operando um voo doméstico de Cascavel para São Paulo, caiu em uma área residencial em Vinhedo. Atualmente, não há informações sobre quantas pessoas estavam a bordo do voo 2Z2283 quando ele caiu ou se alguém sobreviveu. A aeronave é um turbohélice com capacidade para 68 passageiros. Vídeos mostram a aeronave girando em direção ao solo, outros mostram os destroços envoltos em chamas. A VoePass é uma companhia aérea regional brasileira e opera uma frota de 15 aeronaves, todas fabricadas pela ATR em rotas domésticas de e para vários aeroportos no Brasil. Foi fundada originalmente em 1995 como Passadero e renomeada como VoePass em 2019. Esta é uma história em desenvolvimento e será atualizada.

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 23 de junho, a Operação Miragem, que investiga um esquema de fraude contábil no Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da RecordTV. A operação cumpre nove mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de até R$ 670 milhões em bens, além da quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados. Segundo a PF, os alvos são suspeitos de manipular demonstrativos financeiros, inserir dados falsos em registros contábeis e ocultar a real situação patrimonial do banco para apresentar ao mercado e aos órgãos reguladores uma condição financeira mais favorável do que a existente na prática. Entre os investigados estão diretores, conselheiros e gestores ligados ao Digimais e à ID Serviços Financeiros. Auditorias apontaram que cerca de R$ 3 bilhões estavam aplicados em fundos cujas demonstrações financeiras não puderam ser auditadas por falta de documentação. O valor representava aproximadamente 73% dos investimentos do Digimais nesse tipo de ativo. Outro ponto que chamou a atenção dos auditores foi a valorização de fundos recém-criados. Segundo os registros, aplicações de R$ 357,6 milhões passaram a valer R$ 997,5 milhões, gerando um resultado positivo contábil de R$ 639,8 milhões. A operação ocorre em meio às negociações para a venda do Digimais ao BTG Pactual. Um dia antes da ação da PF, a agência Fitch retirou a classificação de risco do banco, alegando falta de informações atualizadas e incertezas relevantes sobre sua situação financeira. Embora Edir Macedo não esteja entre os alvos, a investigação atinge diretamente a estrutura de comando da instituição financeira criada após a aquisição do antigo Banco Renner, em 2020. O futuro do Digimais está nas mãos da Polícia Federal e do Banco Central. Depois dos casos Master, Will, Pleno e de outras instituições que acabaram liquidadas, surge mais um banco cercado por suspeitas graves, agravando ainda mais a credibilidade do sistema financeiro brasileiro.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira, 23 de junho, a Operação Miragem, que investiga um esquema de fraude contábil no Banco Digimais, instituição controlada pelo bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da RecordTV. A operação cumpre nove mandados de busca e apreensão e determinou o bloqueio de até R$ 670 milhões em bens, além da quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados. Segundo a PF, os alvos são suspeitos de manipular demonstrativos financeiros, inserir dados falsos em registros contábeis e ocultar a real situação patrimonial do banco para apresentar ao mercado e aos órgãos reguladores uma condição financeira mais favorável do que a existente na prática. Entre os investigados estão diretores, conselheiros e gestores ligados ao Digimais e à ID Serviços Financeiros. Auditorias apontaram que cerca de R$ 3 bilhões estavam aplicados em fundos cujas demonstrações financeiras não puderam ser auditadas por falta de documentação. O valor representava aproximadamente 73% dos investimentos do Digimais nesse tipo de ativo. Outro ponto que chamou a atenção dos auditores foi a valorização de fundos recém-criados. Segundo os registros, aplicações de R$ 357,6 milhões passaram a valer R$ 997,5 milhões, gerando um resultado positivo contábil de R$ 639,8 milhões. A operação ocorre em meio às negociações para a venda do Digimais ao BTG Pactual. Um dia antes da ação da PF, a agência Fitch retirou a classificação de risco do banco, alegando falta de informações atualizadas e incertezas relevantes sobre sua situação financeira. Embora Edir Macedo não esteja entre os alvos, a investigação atinge diretamente a estrutura de comando da instituição financeira criada após a aquisição do antigo Banco Renner, em 2020. O futuro do Digimais está nas mãos da Polícia Federal e do Banco Central. Depois dos casos Master, Will, Pleno e de outras instituições que acabaram liquidadas, surge mais um banco cercado por suspeitas graves, agravando ainda mais a credibilidade do sistema financeiro brasileiro.

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A França proíbe protestos pró-palestinos. A França disse nesta quinta-feira, 12 de outubro, que estava proibida todas as manifestações pró-palestinas após o ataque sangrento do Hamas à Israel - alegando que tais protestos ameaçam a ordem pública. O ministro do Interior, Gerald Darmanin, disse em uma nota aos prefeitos regionais que as manifestações “possivelmente irão gerar distúrbios à ordem pública”, acrescentando que os organizadores e aqueles que participarem devem ser presos. No ano passado, a França contribuiu com 95 milhões de euros (101 milhões de dólares) em ajuda aos palestinos em Gaza controlada pelo Hamas, na Jerusalém Oriental anexada, na Cisjordânia ocupada administrada pela Autoridade Palestiniana e nos campos de refugiados em países vizinhos. A Europa hoje, está em estado de alerta máximo, porque o próximo alvo dos terroristas pode ser em algum país europeu. Os europeus terão que prestar contas com suas próprias consciências - abriram as fronteiras para os terroristas com um falso discurso humanitário, hoje o inimigo se encontra dentro de casa. A França, pode ser o próximo barril de pólvora.

A França proíbe protestos pró-palestinos. A França disse nesta quinta-feira, 12 de outubro, que estava proibida todas as manifestações pró-palestinas após o ataque sangrento do Hamas à Israel - alegando que tais protestos ameaçam a ordem pública. O ministro do Interior, Gerald Darmanin, disse em uma nota aos prefeitos regionais que as manifestações “possivelmente irão gerar distúrbios à ordem pública”, acrescentando que os organizadores e aqueles que participarem devem ser presos. No ano passado, a França contribuiu com 95 milhões de euros (101 milhões de dólares) em ajuda aos palestinos em Gaza controlada pelo Hamas, na Jerusalém Oriental anexada, na Cisjordânia ocupada administrada pela Autoridade Palestiniana e nos campos de refugiados em países vizinhos. A Europa hoje, está em estado de alerta máximo, porque o próximo alvo dos terroristas pode ser em algum país europeu. Os europeus terão que prestar contas com suas próprias consciências - abriram as fronteiras para os terroristas com um falso discurso humanitário, hoje o inimigo se encontra dentro de casa. A França, pode ser o próximo barril de pólvora.

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O centro de Vancouver, no Canadá, se tornou mais uma cena de um filme de horror. O famoso “Build Back Better World” dos democratas, é um falimento total para a sociedade - em contrapartida é uma vitória para os progressistas, comunistas, globalistas. Eles conseguiram levar a sociedade ao caos, através de seus planos macabros. Como diz Schwab… Você não possui nada e será feliz. Várias cidades americanas, europeias, da América Latina, agora a vez do Canadá estão afundadas no degrado através da epidemia de drogas pesadas. No entanto, observa-se: não vemos algo semelhante em outras cidades do leste europeu, na China, Rússia, Bielorussia e Coreia do Norte. Sabemos porque…

O centro de Vancouver, no Canadá, se tornou mais uma cena de um filme de horror. O famoso “Build Back Better World” dos democratas, é um falimento total para a sociedade - em contrapartida é uma vitória para os progressistas, comunistas, globalistas. Eles conseguiram levar a sociedade ao caos, através de seus planos macabros. Como diz Schwab… Você não possui nada e será feliz. Várias cidades americanas, europeias, da América Latina, agora a vez do Canadá estão afundadas no degrado através da epidemia de drogas pesadas. No entanto, observa-se: não vemos algo semelhante em outras cidades do leste europeu, na China, Rússia, Bielorussia e Coreia do Norte. Sabemos porque…

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Rogério Correia, deputado petista, expôs o esquema de perseguição política com todas as letras: “Se Eduardo Bolsonaro voltasse ao Brasil, Alexandre de Moraes, a pedido nosso, iria confiscar o passaporte dele e ele não poderia voltar aos EUA.” Ou seja, o Supremo Tribunal Federal está completamente aparelhado e age sob comando da militância vermelha, transformando o Brasil num laboratório de repressão à direita. Esse é o retrato da nova ditadura: não há tanques nas ruas, mas há canetas ensanguentadas destruindo biografias e prendendo opositores sem julgamento justo. Lindbergh Farias e Rogério Correia não passam de guerrilheiros contemporâneos de um sistema corrupto que usa a toga como arma e a mídia militante como escudo. Querem Eduardo exilado, querem Jair inelegível, querem qualquer um que ouse enfrentar o establishment na cadeia. Mas onde estava essa sanha “moralizadora” quando petistas desviaram bilhões? Quando criminosos amigos do partido fugiram para o exterior sem que um único juiz ousasse confiscar seus passaportes? Os donos do poder não aceitam oposição, não aceitam vozes discordantes. Mas a história mostra que toda tirania chega ao fim — e essa não será exceção.

Rogério Correia, deputado petista, expôs o esquema de perseguição política com todas as letras: “Se Eduardo Bolsonaro voltasse ao Brasil, Alexandre de Moraes, a pedido nosso, iria confiscar o passaporte dele e ele não poderia voltar aos EUA.” Ou seja, o Supremo Tribunal Federal está completamente aparelhado e age sob comando da militância vermelha, transformando o Brasil num laboratório de repressão à direita. Esse é o retrato da nova ditadura: não há tanques nas ruas, mas há canetas ensanguentadas destruindo biografias e prendendo opositores sem julgamento justo. Lindbergh Farias e Rogério Correia não passam de guerrilheiros contemporâneos de um sistema corrupto que usa a toga como arma e a mídia militante como escudo. Querem Eduardo exilado, querem Jair inelegível, querem qualquer um que ouse enfrentar o establishment na cadeia. Mas onde estava essa sanha “moralizadora” quando petistas desviaram bilhões? Quando criminosos amigos do partido fugiram para o exterior sem que um único juiz ousasse confiscar seus passaportes? Os donos do poder não aceitam oposição, não aceitam vozes discordantes. Mas a história mostra que toda tirania chega ao fim — e essa não será exceção.

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🚨Situação crítica durante resgates em Canoas Com 50 mil pessoas em áreas de risco, Canoas ordena evacuação de 11 bairros. Por quase toda a cidade, há moradores à espera de socorro ou ajuda. Pedidos de resgate são infindáveis, a água não para de subir e mesmo aqueles que estão em casas de dois andares já estão ficando acuados e pedem socorro. No segundo video, pedem ajuda para resgatar 9 familiares, entre idosos e crianças na Rua: Camaqua 826 Mathias Velho. 70 pessoas estão precisando de resgate na Mathias Velho, em Canoas. São crianças, recém-nascido e muitos idosos no 4* andar de um prédio na Rua Rio Grande do Sul, 1514. A água não para de subir e já está chegando no segundo piso. A situação em Canoas é caótica. Os relatos são de um cenário de guerra. Voluntários da Serra se deslocam ao município. Muitos helicópteros também estão em sobrevoo na cidade em busca de pessoas ilhadas. As imagens são impressionantes.

🚨Situação crítica durante resgates em Canoas Com 50 mil pessoas em áreas de risco, Canoas ordena evacuação de 11 bairros. Por quase toda a cidade, há moradores à espera de socorro ou ajuda. Pedidos de resgate são infindáveis, a água não para de subir e mesmo aqueles que estão em casas de dois andares já estão ficando acuados e pedem socorro. No segundo video, pedem ajuda para resgatar 9 familiares, entre idosos e crianças na Rua: Camaqua 826 Mathias Velho. 70 pessoas estão precisando de resgate na Mathias Velho, em Canoas. São crianças, recém-nascido e muitos idosos no 4* andar de um prédio na Rua Rio Grande do Sul, 1514. A água não para de subir e já está chegando no segundo piso. A situação em Canoas é caótica. Os relatos são de um cenário de guerra. Voluntários da Serra se deslocam ao município. Muitos helicópteros também estão em sobrevoo na cidade em busca de pessoas ilhadas. As imagens são impressionantes.

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Durante a pandemia, Anthony Fauci exigia que o mundo acreditasse em suas palavras. Agora, diante do Senado dos Estados Unidos nesta quarta-feira, 29 de julho, fez exatamente o oposto. Foram 111 invocações da Quinta Emenda, enquanto senadores apresentavam documentos, e-mails e uma série de acusações que ele preferiu não responder. Uma das atuações mais contundentes da audiência é o interrogatório conduzido pelo senador Josh Hawley. Baseando-se em e-mails e documentos obtidos pela comissão, Hawley acusa Fauci de ter mobilizado assessores e recursos públicos para disputar prêmios milionários enquanto os Estados Unidos enfrentavam a maior crise sanitária de sua história. Entre as alegações estão o uso de funcionários federais para preparar candidaturas a premiações, como o Dan David Prize, além de violações às normas de ética do serviço público. Durante todo o interrogatório, Fauci não respondeu às acusações apresentadas por Hawley. Sua resposta é sempre a mesma: “Seguindo orientação dos meus advogados, invoco a Quinta Emenda.” É importante destacar que a Quinta Emenda é um direito constitucional e sua utilização, por si só, não constitui admissão de culpa. Fauci afirmou que decidiu permanecer em silêncio porque acredita que a audiência buscava produzir elementos para sua persecução criminal e classificou a investigação como politicamente motivada. Durante anos, Anthony Fauci ocupou a posição de quem fazia as perguntas e definia quais respostas eram aceitáveis. Agora, pela primeira vez, os papéis se inverteram. Diante do Senado americano, não era mais a opinião pública que precisava justificar suas dúvidas, mas Fauci quem precisava explicar suas decisões. Em vez disso, respondeu da mesma forma 111 vezes: invocando a Quinta Emenda. O homem que ajudou a redefinir o destino de bilhões de pessoas durante a pandemia agora se cala diante do Senado dos Estados Unidos. E esse silêncio diz muito mais do que qualquer resposta.

Karina Michelin

45,418 görüntüleme • 20 saat önce

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Após ser acusado de interferir na política brasileira por participar da Convenção Nacional do PL, o presidente argentino Javier Milei respondeu às críticas em entrevista à rádio El Observador e trouxe à tona verdades inconvenientes para Lula. Milei afirmou que o Brasil teve “um papel muito ativo” na eleição presidencial argentina de 2023, alegando que assessores ligados a Lula participaram da campanha do então candidato Sergio Massa. Diante disso, desafiou diretamente a narrativa de que sua atuação configuraria interferência na política brasileira, questionando por que a atuação de Lula na Argentina seria aceitável, enquanto a dele no Brasil passou a ser tratada como “interferência”. O argumento usado pelo governo Lula contra Milei retorna agora como um bumerangue político. A presença de Javier Milei no evento do PL foi tratada por Lula e seus aliados como “interferência” em assuntos internos. Milei responde lembrando que Lula atravessou a fronteira para defender Cristina Kirchner e posar com a placa “Cristina Libre”, mesmo após a confirmação de sua condenação pela Suprema Corte argentina por corrupção. Lula fez na Argentina exatamente aquilo que hoje condena em seus adversários políticos: participou ativamente da disputa política, fez campanha em favor de Cristina Kirchner e transformou um processo judicial estrangeiro em um ato político. Lula pôde visitar e abraçar sua aliada política Cristina Kirchner, ligada ao Foro de São Paulo, durante sua prisão domiciliar. É isso que Milei está denunciando ao mundo: o Brasil, sob o governo Lula, deixou de garantir liberdades fundamentais e passou a perseguir adversários políticos despudoradamente, tudo em nome da “democracia” e da “soberania”, que pertencem somente a eles.

Karina Michelin

46,768 görüntüleme • 3 gün önce

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Em entrevista à Fox News nesta segunda-feira, 27 de julho, o secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., afirmou que as anotações de Fauci revelam uma profunda distância entre aquilo que ele registrava em privado e o que defendia publicamente. Segundo Kennedy, os diários mostram que Fauci admitia erros e contradições sobre temas que marcaram a pandemia, como máscaras, distanciamento social, transmissão do vírus, imunidade natural e a capacidade das vacinas de impedir infecções. Kennedy também afirmou que Fauci sofreu um embolismo pulmonar após receber uma vacina contra a Covid-19, foi tratado reservadamente pelos melhores médicos dos Estados Unidos e jamais tornou esse episódio público. Segundo ele, enquanto isso, Fauci continuava afirmando que esse tipo de evento adverso não representava um problema relevante. Para Kennedy, o aspecto mais impactante não é apenas o conteúdo das revelações, mas sua origem. Ele afirmou que muitas dessas informações já eram conhecidas por meio de outros documentos, porém agora estariam registradas pelo próprio Fauci em seus diários. “Há algo muito impactante em vê-lo escrever isso com suas próprias palavras”, disse Kennedy Jr. Os diários passam a integrar oficialmente a investigação conduzida pelo Senado dos Estados Unidos e serão o foco do depoimento que Anthony Fauci prestará sob juramento nesta quarta-feira, 29 de julho. A audiência promete responder a uma pergunta decisiva: até que ponto decisões que mudaram a vida de bilhões de pessoas foram sustentadas por convicções científicas, por incertezas não reveladas ao público ou por escolhas políticas que nunca foram plenamente explicadas?

Karina Michelin

28,066 görüntüleme • 2 gün önce

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A discussão sobre o sistema eleitoral brasileiro está sendo conduzida pela pergunta errada. O procurador do Estado de Mato Grosso do Sul Felipe Gimenez defende que o verdadeiro debate não deveria ser simplesmente sobre a existência ou não de fraude, mas sobre um conceito muito mais profundo - a auditabilidade do voto. Segundo Felipe, sem um registro independente que permita confrontar a vontade originalmente manifestada pelo eleitor com o resultado contabilizado, a discussão sobre fraude se torna praticamente insolúvel do ponto de vista lógico e jurídico. Felipe também explica por que comparar o Brasil com a Venezuela exige cuidado. O regime de Nicolás Maduro é amplamente questionado internacionalmente pela falta de transparência e pelas violações ao processo democrático. No entanto, sob o aspecto estritamente técnico, existe um mecanismo de auditoria material do voto que permitiu à oposição reunir milhares de atas eleitorais para contestar os resultados oficiais divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral. O ponto central, portanto, não é afirmar que o sistema venezuelano seja mais democrático, mas discutir quais mecanismos tornam uma eleição efetivamente auditável. O mais grave é que o Brasil sequer consegue discutir esse tema com a profundidade que ele exige. Falar de urnas virou crime; questionar a auditabilidade passou a ser tratado como ameaça a “democracia”. Em vez de responder com transparência, o Estado intimida, censura e criminaliza o debate. Sem escrutínio público, não há confiança. Como resume o Dr. Felipe Gimenez: “Estamos 30 anos atrasados.”

Karina Michelin

40,193 görüntüleme • 6 gün önce

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Durante a cerimônia em comemoração aos 47 anos da Revolução Sandinista, realizada neste sábado, 18 de julho, o ditador nicaraguense, Daniel Ortega declarou que o país não realizará mais eleições. Segundo ele, não haverá novos pleitos para que a oposição tente “tomar o governo” e “tomar o poder”. No mesmo discurso, Ortega afirmou que trabalhará junto à Assembleia Nacional para aprovar leis capazes de criar uma “barreira” contra seus adversários políticos, classificados por ele como “golpistas” e “traidores da pátria”. O objetivo declarado é impedir que a oposição volte a disputar o poder. Desde que voltou ao poder, em 2007, Ortega desmontou os mecanismos de controle do Estado. O regime prendeu candidatos presidenciais, fechou veículos de imprensa, expulsou organizações da sociedade civil, retirou a nacionalidade de opositores e consolidou o controle sobre o Judiciário, o Parlamento e as forças de segurança. Em 2025, uma ampla reforma constitucional ampliou ainda mais seus poderes, institucionalizou Rosario Murillo como copresidente e reforçou um modelo de governo praticamente sem freios institucionais. Antes de eliminar as eleições, Ortega passou anos desqualificando seus opositores. A retórica é sempre a mesma; chamá-los de “golpistas” e “traidores da pátria” - a velha cartilha das ditaduras, em que todo crítico e opositor deixa de ser adversário e passa a ser tratado como inimigo do Estado. Daniel Ortega é um aliado histórico de Lula, frequentemente tratado com deferência pelo governo brasileiro. É impossível ignorar que expressões como “golpistas” e “traidores da pátria” também passaram a ocupar espaço recorrente no discurso político no país. Lula e o STF transformaram seus principais adversários em alvos permanentes do Estado, e o Brasil convive, em pleno 2026, com centenas de presos políticos. A Nicarágua acaba de mostrar ao mundo onde esse caminho sem volta pode terminar. Qualquer semelhança com o discurso adotado por Lula não é mera coincidência.

Karina Michelin

56,274 görüntüleme • 10 gün önce

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As imagens que correram o mundo mostram a adolescente Camila Sofía Medina Rivas, a “Cami”, de 15 anos, presa entre os destroços de um edifício parcialmente destruído pelo terremoto após permanecer mais de 48 horas sob os escombros. Equipes de resgate de El Salvador trabalharam incansavelmente, avançando a partir do nono andar do prédio para alcançá-la em uma operação de extrema precisão que terminou em um milagre - Camila foi resgatada com vida. Mas a história de Cami também expôs uma realidade dramática que se repete em toda a Venezuela. Enquanto equipes se mobilizam em uma operação internacional de salvamento, milhares de pessoas continuam presas sob toneladas de concreto, muitas delas sem qualquer assistência, gritando por ajuda, enviando mensagens aos familiares ou simplesmente esperando que alguém cheguem até elas. Nas áreas mais atingidas de La Guaira e Caracas, moradores relatam que o socorro demora ou simplesmente não chega. Em diversos pontos, são os próprios familiares e vizinhos que tentam retirar sobreviventes com as mãos, pás improvisadas e ferramentas domésticas, diante da falta de equipes e equipamentos suficientes para atender à dimensão da tragédia. O último balanço aponta mais de 920 mortos e cerca de 3.300 feridos, mas o dado que mais assusta é o número de desaparecidos - quase 55 mil pessoas ainda não foram localizadas, um indicador que alimenta a esperança de que muitos ainda estejam vivos, mas também o temor de que a tragédia possa assumir proporções ainda maiores. Especialistas alertam que a janela para encontrar sobreviventes está se fechando rapidamente. Cada hora que passa reduz as chances de resgates bem-sucedidos. Por isso, o resgate de Camila se tornou um símbolo de esperança para um país mergulhado no caos. Uma vida salva em meio à destruição, enquanto dezenas de milhares de venezuelanos permanecem à espera de um milagre e, sobretudo, de socorro.

Karina Michelin

149,495 görüntüleme • 1 ay önce

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A presença do presidente da Argentina, Javier Milei, na Convenção Nacional do PL, neste sábado, 25 de julho, transformou um evento partidário brasileiro em um episódio de repercussão internacional. Não é comum que um chefe de Estado participe de uma convenção partidária em outro país e declare apoio explícito a um candidato em uma eleição estrangeira. A presença de Milei para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro evidencia uma transformação na dinâmica das disputas eleitorais contemporâneas. As eleições deixaram de ser fenômenos estritamente nacionais e passaram a integrar uma disputa política transnacional, na qual governos e lideranças se articulam em blocos cada vez mais definidos. De um lado, forças de esquerda reunidas em torno de organizações como o Foro de São Paulo; de outro, lideranças conservadoras e liberais que passaram a atuar de forma coordenada, compartilhando estratégias, discursos e apoio político além de suas fronteiras. Milei apresentou a disputa brasileira como parte de um confronto continental entre o socialismo e os movimentos liberais e conservadores. Criticou o Foro de São Paulo, responsabilizou a esquerda latino-americana pelo declínio econômico da região e afirmou que o Brasil representa hoje o principal bastião desse projeto político sob a liderança de Lula da Silva. Milei comentou a decisão que o impediu de visitar Jair Bolsonaro.Disse que não pôde encontrar um “amigo injustamente preso”, chamou o ministro Alexandre de Moraes de “lixo careca” e comparou o tratamento dispensado ao ex-presidente com o recebido por Lula durante sua prisão. Lembrou que Lula recebeu livremente líderes estrangeiros, entre eles o então presidente argentino Alberto Fernández, e afirmou que a decisão demonstra que Bolsonaro é alvo de uma perseguição política O presidente do STF, Edson Fachin, divulgou uma nota de repúdio classificando como inaceitáveis os ataques às instituições brasileiras e ao ministro Alexandre de Moraes. Milei deixou claro que a eleição brasileira será decisiva para toda a América Latina. O Brasil passou a ser visto como a principal e mais importante disputa política do continente.

Karina Michelin

23,309 görüntüleme • 4 gün önce

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Mauro Vieira acaba de oferecer uma das explicações mais convenientes - e mais irresponsáveis - para o fracasso diplomático do governo Lula. Segundo a declaração do chanceler, nesta quinta-feira, 16 de julho, o que incomoda Donald Trump é o fato de o Brasil não ter se “curvado” às pretensões americanas. Não, ministro! O que deveria incomodar os brasileiros é ver o país sair de uma negociação com uma tarifa de 25% sobre milhares de produtos, bilhões de dólares em exportações ameaçados e empregos brasileiros colocados em risco - enquanto o Itamaraty tenta transformar derrota em “ato de bravura”. Soberania não significa levantar da mesa sem acordo e depois entregar a conta ao trabalhador, ao produtor e ao empresário. Defender o Brasil até o final, exige competência para negociar, apresentar soluções, construir alianças e impedir que divergências diplomáticas terminem em punições econômicas. A investigação da Seção 301 não surgiu ontem nem se limitou a uma única exigência política. Durante aproximadamente um ano, Washington apresentou questionamentos sobre comércio digital, Pix, tarifas, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e política ambiental. O governo brasileiro sabia exatamente o que estava em jogo. Agora, depois de fracassar em impedir o tarifaço, Mauro Vieira tenta reduzir tudo a uma narrativa infantil - de um lado, os Estados Unidos exigindo “capitulação”; do outro, Lula defendendo heroicamente a “soberania nacional”. Isso é propaganda para esconder incompetência. O próprio governo americano afirma que Lula não negociou de boa-fé e colocou o ego acima dos interesses do povo brasileiro. O Itamaraty responde com bravatas, mas quem sofrerá as consequências não será Mauro Vieira, Lula ou qualquer ministro protegido pelo salário público. Serão os trabalhadores das empresas atingidas, os produtores que perderão competitividade e as famílias que dependem dessas exportações. Um governo sério não confunde diplomacia com palanque eleitoral e não usa a palavra “soberania” como escudo para fugir da responsabilidade. O Brasil não precisava se curvar aos Estados Unidos. Precisava negociar com inteligência, e nisso o governo Lula fracassou.

Karina Michelin

56,433 görüntüleme • 14 gün önce

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A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos. Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse. O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento. Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse. Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos. O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde. A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas. A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento. Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos. O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento. Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!

Karina Michelin

213,100 görüntüleme • 1 ay önce

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Xavier, aos 16 anos decidiu fazer a transição de gênero rompendo duramente o relacionamento com o pai em 2022. O filho de Musk transformado em Vivian Jenna Wilson tornou-se marxista. O próprio Elon contou isso em sua biografia: “Ele foi além do socialismo, tornando-se um comunista pensando que quem é rico é mau”. Walter Isaacson que escreveu a biografia de Elon relatou: “A separação doeu-lhe mais do que qualquer outra coisa após a morte do seu primogênito Nevada (que morreu em seus braços após 10 dias de seu nascimento) Elon culpou em parte a ideologia que Jenna absorveu na Crossroads, a escola progressista que frequentava em Los Angeles”. Em uma entrevista ao Daily Wire com o psicólogo Dr. Jordan Peterson, Elon chamou a cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil". Vivian Jenna Wilson, 20 anos, passou pelos procedimentos durante a pandemia. Elon afirmou que este processo é feito com crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento" e disse que concordava com Peterson de que qualquer um que promova esta prática em crianças e adolescentes deveria ir para a prisão. "Fui enganado para fazer isso", disse Musk. "Eu perdi meu filho, basicamente. Eles chamam isso de “deadnaming” por um motivo. O motivo pelo qual eles chamam isso de “deadnaming” é porque seu filho está morto." Musk continuou dizendo que a experiência o colocou em uma missão: "Eu jurei destruir o vírus woke depois disso. E estamos fazendo algum progresso." Para destruir o vírus woke, Elon Musk deverá impedir que Kamala Harris - a cínica woke sustentada por George Soros e Hollywood - tome o poder.

Karina Michelin

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O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente. Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos. O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão. E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos. Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro. Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro. O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente. E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva. Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver. O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo. A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente. E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.

Karina Michelin

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Moradores de um condomínio residencial em Fortaleza, vivem dias de terror após receberem ameaças explícitas de morte pichadas nas fachadas de suas casas e muros do conjunto habitacional. As mensagens, escritas em letras garrafais com tinta spray, ordenam que as famílias deixem o local em até 24 horas - sob pena de execução. Em uma das pichações, é possível ler: “Sai fora se não vai morrer – Ass: CV”, em referência ao Comando Vermelho, facção criminosa que domina parte das facções que atuam no Ceará. Em outra, a ameaça é ainda mais direta: “Vocês têm 24 horas pra irem embora do condomínio. Se desacredita, vamos pegar você na saída.” Há também inscrições com frases como “Todas informações de vocês cabueta e bala na cara”, indicando que os criminosos alegam ter conhecimento íntimo da rotina e dados pessoais das vítimas. As imagens que circulam nas redes sociais mostram o clima de pânico instaurado no bairro José de Alencar, onde ocorreu o episódio relatado. Moradores relatam que algumas famílias já deixaram o condomínio com urgência, temendo represálias. Até o momento da divulgação da denúncia, não há confirmação pública de prisão ou responsabilização definitiva dos autores. Em nota à imprensa, a SSPDS afirmou que “a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) segue investigando as circunstâncias de um caso de ameaça, ocorrido no bairro José de Alencar — Área Integrada de Segurança 7 (AIS-7) de Fortaleza”. A pasta ressaltou que “a PCCE reforça a importância de comunicar a denúncia por meio de um Boletim de Ocorrência (BO) em qualquer delegacia ou via Disque-Denúncia 181. O registro auxilia as diligências.” Segundo a SSPDS, o policiamento na região já foi reforçado, enquanto a delegacia do 14º Distrito Policial (14º DP) está encarregada dos trabalhos investigativos. A nota oficial ainda convida a população a colaborar com informações úteis para apuração do caso, garantindo sigilo e anonimato nas denúncias via Disque-Denúncia 181, WhatsApp da SSPDS (85) 3101-0181 ou pelo telefone (85) 3101-2944, da 14º DP.

Karina Michelin

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Em 1986, durante uma entrevista ao Roda Viva, Lula fez uma declaração que hoje merece ser revisitada. Questionado sobre países que não realizavam eleições livres, afirmou que “a eleição não é tudo”, dizendo que ela seria apenas “uma vírgula dentro de um sistema democrático” - declaração que provocou a indignação de Boris Casoy. Quatro décadas depois, essa declaração parece dialogar com a trajetória política de Lula, que jamais escondeu sua admiração por diversas experiências socialistas na América Latina. O caso mais emblemático é o da Nicarágua - Daniel Ortega “chegou ao poder pelo voto”, concentrou poder ao longo dos anos, desmontou os mecanismos de oposição, prendeu adversários, fechou veículos de imprensa e agora anunciou que o país simplesmente não realizará mais eleições - nem mesmo para fingir “democracia”. Antes disso, repetiu a mesma retórica usada por inúmeros regimes autoritários; chamou seus opositores de “golpistas” e “traidores da pátria”. O Brasil, evidentemente, não é a Nicarágua, mas é impossível ignorar que o país vive um processo de concentração de poder sem precedentes. Decisões do STF passaram a restringir a liberdade de expressão de opositores, ampliando a judicialização da política e fortalecendo um ativismo judicial que tem beneficiado sistematicamente o governo Lula. O resultado é um ambiente em que o debate político se torna cada vez mais limitado, enquanto as instituições deixam de ser vistas como árbitros imparciais para se tornarem protagonistas da disputa política. Tudo isso não aconteceu por acaso - É resultado de um projeto político construído ao longo de décadas, de forma gradual, ocupando espaços estratégicos e ampliando sua influência sobre as estruturas do Estado. O vídeo de 1986 não prova, por si só, que Lula pretendesse reproduzir o modelo adotado hoje por Ortega. Mas revela que sua visão sobre democracia sempre foi diferente da concepção liberal que coloca eleições livres, alternância de poder e limites institucionais como pilares inegociáveis. Continuar ignorando os sinais deixados por Lula ao longo de décadas seria repetir um erro que outros países da América Latina já pagaram caro por cometer.

Karina Michelin

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A instalação da fábrica da montadora chinesa BYD em Camaçari, na Bahia, levanta fortes questionamentos e denúncias entre moradores da região. Segundo relatos, mais de 10 mil trabalhadores chineses estariam sendo trazidos para o município, enquanto uma estrutura gigantesca vem sendo erguida para alojar os operários estrangeiros e atender às necessidades da empresa. Enquanto esse novo complexo se expande rapidamente, Camaçari enfrenta uma onda de desemprego após o fechamento de antigos polos industriais. A população local observa com perplexidade o avanço do projeto enquanto o prefeito é acusado de firmar “acordos obscuros” com autoridades e empresas chinesas, sem transparência ou amplo debate público sobre os impactos sociais e econômicos dessas decisões. O The Washington Post publicou neste sábado, uma reportagem denunciando condições de trabalho degradantes e possíveis práticas de trabalho análogo à escravidão envolvendo operários chineses ligados às obras do complexo industrial, descrito como “cidade chinesa” dentro de Camaçari. Mais de 10 mil chineses chegando à cidade não representam apenas um projeto industrial, mas uma transformação profunda, demográfica e política. Uma comunidade chinesa dessa dimensão poderá, futuramente, inserir-se na vida política local e influenciar diretamente decisões públicas - seria esse o real objetivo do Partido Comunista Chinês? Onde estão os defensores da “soberania”?

Karina Michelin

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É difícil encontrar palavras para descrever a brutalidade das imagens registradas em Francisco Beltrão, no Paraná. Uma câmera de segurança mostra um homem chutando a própria filha, de apenas três anos, que é arremessada ao chão no meio da rua. A cena é tão chocante que um pedestre tenta intervir imediatamente, mas acaba sendo confrontado pelo agressor. Nesta quinta-feira, 9 de julho, a Justiça decretou a prisão preventiva do homem, cuja identidade não foi divulgada pela Polícia Civil. A investigação revelou indícios de violência recorrente na residência, com suspeitas de agressões não apenas contra a menina, mas também contra o enteado de cinco anos. Segundo a Polícia Civil, testemunhas foram ouvidas e as diligências apontaram sucessivas agressões. O menino apresentava marcas no rosto e há suspeitas de que tenha sido agredido anteriormente com um cinto ou até mesmo um pedaço de madeira. Diante desse conjunto de elementos, o Ministério Público manifestou-se favoravelmente à prisão preventiva, posteriormente decretada pela Justiça. Outro detalhe torna o caso ainda mais revoltante; a mãe das crianças só descobriu a agressão depois que o vídeo viralizou nas redes sociais. Ela procurou a polícia e registrou o boletim de ocorrência. Em depoimento, o homem afirmou que chutou a filha porque ela chorava e disse estar arrependido. Nenhuma dessas alegações covardes, diminui a gravidade do que as imagens revelam. A vítima é uma criança de três anos, completamente indefesa, e o agressor era justamente quem tinha o dever de protegê-la. Como o vídeo chegou às autoridades dias depois, não havia mais situação de flagrante; ainda assim, diante dos indícios de um possível ciclo de violência doméstica, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva para resguardar as vítimas e impedir novas agressões. A violência contra crianças quase sempre acontece longe dos olhos da sociedade e só vem à tona quando uma câmera registra o que tantas vítimas sofrem em silêncio. Quando o maior risco para uma criança está dentro da própria casa, toda a sociedade fracassou miseravelmente.

Karina Michelin

53,200 görüntüleme • 20 gün önce