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Karina Michelin

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Journalist, International Correspondent

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A matéria de capa do Estadão desta quinta-feira, 17 de setembro, revela que o governo Trump incluiu nas negociações com Lula, em outubro de 2025, uma exigência “desconhecida”: o Brasil deveria se comprometer com uma eleição presidencial “livre e justa” em 2026 e não poderia “deter arbitrariamente, prender ou limitar” a participação de “dissidentes políticos”. O documento está marcado “Draft/Deliberative/Pre-Decisional”, e registra uma posição apresentada por Washington, não um acordo assinado nem uma obrigação aceita por Brasília. Em 30 de julho de 2025, Trump afirmou por ordem executiva que o tratamento dado a Jair Bolsonaro ameaçava, na visão de seu governo, a capacidade do Brasil de realizar uma eleição “livre e justa” em 2026. No mesmo dia, o Tesouro sancionou Alexandre de Moraes pela Lei Global Magnitsky, acusando-o de detenções arbitrárias, censura e processos politizados. O comunicado conjunto de 16 de outubro, após reunião de Marco Rubio, Jamieson Greer e Mauro Vieira, não mencionou “dissidentes políticos” nem compromisso eleitoral. Falou apenas em “conversas muito positivas”. Em junho de 2026, o USTR concluiu que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para remover conteúdo político e suspender perfis de residentes nos EUA. Em julho, Washington impôs tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. E aqui está o ponto em aberto: até a manhã desta quinta, nas fontes oficiais consultadas, Planalto e Itamaraty não haviam publicado resposta específica à cláusula revelada pelo Estadão, e não existe documento público demonstrando que Lula a tenha aceitado. A relação entre os países segue tensionada. O Brasil reteve o agrément ao indicado de Trump para a embaixada em Brasília, Daniel Perez, e negou vistos a dois integrantes do governo americano que pretendiam vir ao país antes da eleição. Washington respondeu revogando o visto da embaixadora brasileira. A cláusula sobre “dissidentes” ficou fora do comunicado final, mas a pressão americana continua. E o Itamaraty ainda não explicou como respondeu à exigência. Rejeitou, negociou ou aceitou algum compromisso? É essa resposta que o governo Lula ainda deve ao país.

A matéria de capa do Estadão desta quinta-feira, 17 de setembro, revela que o governo Trump incluiu nas negociações com Lula, em outubro de 2025, uma exigência “desconhecida”: o Brasil deveria se comprometer com uma eleição presidencial “livre e justa” em 2026 e não poderia “deter arbitrariamente, prender ou limitar” a participação de “dissidentes políticos”. O documento está marcado “Draft/Deliberative/Pre-Decisional”, e registra uma posição apresentada por Washington, não um acordo assinado nem uma obrigação aceita por Brasília. Em 30 de julho de 2025, Trump afirmou por ordem executiva que o tratamento dado a Jair Bolsonaro ameaçava, na visão de seu governo, a capacidade do Brasil de realizar uma eleição “livre e justa” em 2026. No mesmo dia, o Tesouro sancionou Alexandre de Moraes pela Lei Global Magnitsky, acusando-o de detenções arbitrárias, censura e processos politizados. O comunicado conjunto de 16 de outubro, após reunião de Marco Rubio, Jamieson Greer e Mauro Vieira, não mencionou “dissidentes políticos” nem compromisso eleitoral. Falou apenas em “conversas muito positivas”. Em junho de 2026, o USTR concluiu que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para remover conteúdo político e suspender perfis de residentes nos EUA. Em julho, Washington impôs tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. E aqui está o ponto em aberto: até a manhã desta quinta, nas fontes oficiais consultadas, Planalto e Itamaraty não haviam publicado resposta específica à cláusula revelada pelo Estadão, e não existe documento público demonstrando que Lula a tenha aceitado. A relação entre os países segue tensionada. O Brasil reteve o agrément ao indicado de Trump para a embaixada em Brasília, Daniel Perez, e negou vistos a dois integrantes do governo americano que pretendiam vir ao país antes da eleição. Washington respondeu revogando o visto da embaixadora brasileira. A cláusula sobre “dissidentes” ficou fora do comunicado final, mas a pressão americana continua. E o Itamaraty ainda não explicou como respondeu à exigência. Rejeitou, negociou ou aceitou algum compromisso? É essa resposta que o governo Lula ainda deve ao país.

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A informação publicada por Matheus Leitão, no Metrópoles, nesta sexta-feira, 11 de setembro, é muito mais grave do que uma simples fofoca de bastidor. Segundo um aliado próximo, Alexandre de Moraes já tomou uma decisão: não pretende renunciar, mesmo que seja aberta uma investigação contra ele. E teria deixado claro que “não cairá sozinho”. Traduzindo: Moraes está abertamente chantageando e coagindo outros ministros. A própria reportagem afirma que Moraes sabe que não foi o único integrante do Supremo a manter relações com Daniel Vorcaro e cita Dias Toffoli. Diz ainda que o caso de Moraes é considerado, até agora, o mais grave - há o contrato milionário do Banco Master com o escritório de sua mulher e dezenas de mensagens ainda sem explicação. E há um detalhe político decisivo; segundo a coluna, Davi Alcolumbre não pretende abrir nesta legislatura um processo de impeachment contra Moraes. Quer esperar as eleições e a nova composição do Senado. Ou seja; enquanto o Senado segura a porta, Moraes se prepara para resistir dentro do Supremo. Na quinta-feira, 10 de setembro, ele chegou a anunciar um pronunciamento e o cancelou pouco depois. Agora, aliados dizem que a decisão de resistir já foi tomada, mesmo recluso e falando com poucas pessoas. Na terça-feira, 15, virá o primeiro grande teste: Moraes, André Mendonça e outros ministros atingidos, em diferentes graus, pelo caso Vorcaro estarão no mesmo plenário. É uma guerra de sobrevivência dentro do STF - e o país inteiro irá descobrir quem protege quem quando ela começar de verdade.

A informação publicada por Matheus Leitão, no Metrópoles, nesta sexta-feira, 11 de setembro, é muito mais grave do que uma simples fofoca de bastidor. Segundo um aliado próximo, Alexandre de Moraes já tomou uma decisão: não pretende renunciar, mesmo que seja aberta uma investigação contra ele. E teria deixado claro que “não cairá sozinho”. Traduzindo: Moraes está abertamente chantageando e coagindo outros ministros. A própria reportagem afirma que Moraes sabe que não foi o único integrante do Supremo a manter relações com Daniel Vorcaro e cita Dias Toffoli. Diz ainda que o caso de Moraes é considerado, até agora, o mais grave - há o contrato milionário do Banco Master com o escritório de sua mulher e dezenas de mensagens ainda sem explicação. E há um detalhe político decisivo; segundo a coluna, Davi Alcolumbre não pretende abrir nesta legislatura um processo de impeachment contra Moraes. Quer esperar as eleições e a nova composição do Senado. Ou seja; enquanto o Senado segura a porta, Moraes se prepara para resistir dentro do Supremo. Na quinta-feira, 10 de setembro, ele chegou a anunciar um pronunciamento e o cancelou pouco depois. Agora, aliados dizem que a decisão de resistir já foi tomada, mesmo recluso e falando com poucas pessoas. Na terça-feira, 15, virá o primeiro grande teste: Moraes, André Mendonça e outros ministros atingidos, em diferentes graus, pelo caso Vorcaro estarão no mesmo plenário. É uma guerra de sobrevivência dentro do STF - e o país inteiro irá descobrir quem protege quem quando ela começar de verdade.

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Na madrugada desta sexta-feira, 11 de setembro, após determinação de André Mendonça para a retirada do sigilo de investigações ligadas ao Banco Master, veio a público um documento que amplia ainda mais a dimensão dessa crise. O contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, previa expressamente “consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis”, além de atuação perante Banco Central, Receita Federal, Cade e todas as instâncias do Judiciário. Não estamos falando de uma prestação genérica de serviços. O contrato previa ainda a organização de cinco núcleos de atuação estratégica diante do Judiciário, Ministério Público, Polícia Judiciária, órgãos do Executivo e Legislativo. E o valor era gigantesco: 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos, em um acordo que, considerados os tributos previstos, poderia ultrapassar R$ 131 milhões em três anos. Esse documento estava sob sigilo. Só nesta madrugada seu conteúdo integral foi colocado diante dos brasileiros. E o detalhe que não deve ser esquecido: os metadados da minuta mostram que o próprio Alexandre de Moraes fez edições no contrato antes da assinatura. O escritório diz que ele apenas foi consultado para verificar eventuais impedimentos e nega irregularidades. É o mesmo caso em que a PF recuperou mensagens de Daniel Vorcaro para um contato identificado como “Alexandre de Moraes BRASILIA”, tratando de investigações, citando Andrei Rodrigues e Paulo Gonet e, às vésperas da prisão de Vorcaro, perguntando se já deveria estar fora do país. Na mesma madrugada, também veio a público uma segunda proposta do escritório para a Viking Participações, outra empresa de Vorcaro: R$ 50 milhões líquidos em três anos. O escritório afirma que ela não foi aceita nem assinada. André Mendonça retirou o sigilo de 14 procedimentos, além do principal. Na terça-feira, dia 15, o plenário do STF deverá analisar o relatório da PF e o pedido da PGR para anulá-lo. Quanto mais o sigilo cai, pior fica para Moraes.

Na madrugada desta sexta-feira, 11 de setembro, após determinação de André Mendonça para a retirada do sigilo de investigações ligadas ao Banco Master, veio a público um documento que amplia ainda mais a dimensão dessa crise. O contrato firmado entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes, de Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes, previa expressamente “consultoria estratégica e jurídica em procedimentos/inquéritos policiais nas Polícias Federal e Civis”, além de atuação perante Banco Central, Receita Federal, Cade e todas as instâncias do Judiciário. Não estamos falando de uma prestação genérica de serviços. O contrato previa ainda a organização de cinco núcleos de atuação estratégica diante do Judiciário, Ministério Público, Polícia Judiciária, órgãos do Executivo e Legislativo. E o valor era gigantesco: 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos, em um acordo que, considerados os tributos previstos, poderia ultrapassar R$ 131 milhões em três anos. Esse documento estava sob sigilo. Só nesta madrugada seu conteúdo integral foi colocado diante dos brasileiros. E o detalhe que não deve ser esquecido: os metadados da minuta mostram que o próprio Alexandre de Moraes fez edições no contrato antes da assinatura. O escritório diz que ele apenas foi consultado para verificar eventuais impedimentos e nega irregularidades. É o mesmo caso em que a PF recuperou mensagens de Daniel Vorcaro para um contato identificado como “Alexandre de Moraes BRASILIA”, tratando de investigações, citando Andrei Rodrigues e Paulo Gonet e, às vésperas da prisão de Vorcaro, perguntando se já deveria estar fora do país. Na mesma madrugada, também veio a público uma segunda proposta do escritório para a Viking Participações, outra empresa de Vorcaro: R$ 50 milhões líquidos em três anos. O escritório afirma que ela não foi aceita nem assinada. André Mendonça retirou o sigilo de 14 procedimentos, além do principal. Na terça-feira, dia 15, o plenário do STF deverá analisar o relatório da PF e o pedido da PGR para anulá-lo. Quanto mais o sigilo cai, pior fica para Moraes.

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A Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino nesta quinta-feira, 10 de setembro, ganhou um elemento comprometedor para o próprio ministro. Segundo a Veja, a PF apreendeu na casa de Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, uma declaração juramentada de quatro páginas em que ela relata três abordagens para que fizesse delação premiada contra Flávio Bolsonaro. Karina afirma que Fernando Sarney a procurou em maio, ofereceu apoio jurídico, disse ter “grande proximidade” com Flávio Dino e que poderia ajudá-la caso tivesse interesse em delatar. Sarney nega o episódio. A própria Karina ressalva que não tem elementos para afirmar que Dino soubesse ou participasse daquele contato. Mas o relato seguinte é ainda mais grave. Em 27 de agosto, um pastor, segundo ela próximo de integrantes do governo federal e ministros do STF, teria transmitido um recado: se fizesse delação, “nada ocorreria” e ela não seria alvo de operação policial. Um jornalista também teria sugerido que, sem colaboração, ela poderia sofrer medidas judiciais. Karina registrou por escrito o temor de sofrer uma operação como “retaliação política”. E então veio a sequência: em 3 de setembro, Flávio Dino assinou, sob sigilo, a decisão que autorizou buscas contra ela. A ordem determinava que o sigilo só fosse levantado após o cumprimento das diligências. 27 de agosto: “delate e você não será alvo de operação”. 3 de setembro: Dino autoriza secretamente a busca. 10 de setembro: a operação acontece. Agora STF e PF precisam responder: quem sabia antecipadamente que Karina seria alvo? Quem tinha acesso a uma ordem sigilosa? E por que, depois de ela rejeitar a delação, aconteceu exatamente aquilo que lhe disseram que poderia acontecer? A assinatura da operação é de Flávio Dino. O que falta descobrir é quem sabia antes - e quem usou esse conhecimento para pressionar uma investigada.

A Operação Make Up, autorizada por Flávio Dino nesta quinta-feira, 10 de setembro, ganhou um elemento comprometedor para o próprio ministro. Segundo a Veja, a PF apreendeu na casa de Karina Gama, produtora de “Dark Horse”, uma declaração juramentada de quatro páginas em que ela relata três abordagens para que fizesse delação premiada contra Flávio Bolsonaro. Karina afirma que Fernando Sarney a procurou em maio, ofereceu apoio jurídico, disse ter “grande proximidade” com Flávio Dino e que poderia ajudá-la caso tivesse interesse em delatar. Sarney nega o episódio. A própria Karina ressalva que não tem elementos para afirmar que Dino soubesse ou participasse daquele contato. Mas o relato seguinte é ainda mais grave. Em 27 de agosto, um pastor, segundo ela próximo de integrantes do governo federal e ministros do STF, teria transmitido um recado: se fizesse delação, “nada ocorreria” e ela não seria alvo de operação policial. Um jornalista também teria sugerido que, sem colaboração, ela poderia sofrer medidas judiciais. Karina registrou por escrito o temor de sofrer uma operação como “retaliação política”. E então veio a sequência: em 3 de setembro, Flávio Dino assinou, sob sigilo, a decisão que autorizou buscas contra ela. A ordem determinava que o sigilo só fosse levantado após o cumprimento das diligências. 27 de agosto: “delate e você não será alvo de operação”. 3 de setembro: Dino autoriza secretamente a busca. 10 de setembro: a operação acontece. Agora STF e PF precisam responder: quem sabia antecipadamente que Karina seria alvo? Quem tinha acesso a uma ordem sigilosa? E por que, depois de ela rejeitar a delação, aconteceu exatamente aquilo que lhe disseram que poderia acontecer? A assinatura da operação é de Flávio Dino. O que falta descobrir é quem sabia antes - e quem usou esse conhecimento para pressionar uma investigada.

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O presidente do STF, Edson Fachin, acaba de redesenhar o tabuleiro da maior crise interna da Corte em anos, e a sequência dos acontecimentos fala por si. Fachin retirou de André Mendonça, neste sábado, 12 de setembro, a relatoria do procedimento que envolve as mensagens encontradas pela Polícia Federal entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes. O caso será conduzido pelo próprio presidente do Supremo. Fachin também determinou a paralisação temporária das investigações do Banco Master e do INSS sob Mendonça e ordenou que a íntegra dos autos seja remetida à Presidência do STF. Ainda não assumiu definitivamente essas relatorias, mas abriu o caminho para fazê-lo. Tudo isso ocorre no auge de outra batalha: o celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pressionaram pelo acesso integral aos dados extraídos do aparelho. A PGR também defendeu amplo acesso ao material; Mendonça resistiu, alegando que a abertura indiscriminada poderia comprometer investigações e futuras diligências. Fachin então deu 24 horas à PF para informar quem mantém a custódia do material e em que estado ele se encontra. Enquanto isso, Lula admitiu publicamente ter reclamado diretamente a Fachin sobre a atuação de Mendonça e os vazamentos que considera seletivos. A cronologia é reveladora - Lula reclama a Fachin; cresce a pressão pela abertura integral do celular; Fachin intervém na custódia da prova; retira de Mendonça o caso Moraes-Vorcaro e paralisa Master e INSS. Há ainda um detalhe decisivo: Fachin rejeitou a tentativa de misturar os casos de Moraes e Mendonça. O julgamento de terça-feira, 15 de setembro, permanece separado e terá no centro justamente o material envolvendo Moraes e Vorcaro. Em poucos dias, o caso Vorcaro-Moraes e suas conexões com o governo Lula transformaram-se numa guerra quente institucional dentro do Supremo. Agora, a disputa é sobre quem terá o poder de controlar o que existe lá dentro do celular de Vorcaro. E o pior é que todos aqueles que têm seus nomes lá dentro querem o controle do aparelho.

O presidente do STF, Edson Fachin, acaba de redesenhar o tabuleiro da maior crise interna da Corte em anos, e a sequência dos acontecimentos fala por si. Fachin retirou de André Mendonça, neste sábado, 12 de setembro, a relatoria do procedimento que envolve as mensagens encontradas pela Polícia Federal entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes. O caso será conduzido pelo próprio presidente do Supremo. Fachin também determinou a paralisação temporária das investigações do Banco Master e do INSS sob Mendonça e ordenou que a íntegra dos autos seja remetida à Presidência do STF. Ainda não assumiu definitivamente essas relatorias, mas abriu o caminho para fazê-lo. Tudo isso ocorre no auge de outra batalha: o celular de Vorcaro. Moraes, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes pressionaram pelo acesso integral aos dados extraídos do aparelho. A PGR também defendeu amplo acesso ao material; Mendonça resistiu, alegando que a abertura indiscriminada poderia comprometer investigações e futuras diligências. Fachin então deu 24 horas à PF para informar quem mantém a custódia do material e em que estado ele se encontra. Enquanto isso, Lula admitiu publicamente ter reclamado diretamente a Fachin sobre a atuação de Mendonça e os vazamentos que considera seletivos. A cronologia é reveladora - Lula reclama a Fachin; cresce a pressão pela abertura integral do celular; Fachin intervém na custódia da prova; retira de Mendonça o caso Moraes-Vorcaro e paralisa Master e INSS. Há ainda um detalhe decisivo: Fachin rejeitou a tentativa de misturar os casos de Moraes e Mendonça. O julgamento de terça-feira, 15 de setembro, permanece separado e terá no centro justamente o material envolvendo Moraes e Vorcaro. Em poucos dias, o caso Vorcaro-Moraes e suas conexões com o governo Lula transformaram-se numa guerra quente institucional dentro do Supremo. Agora, a disputa é sobre quem terá o poder de controlar o que existe lá dentro do celular de Vorcaro. E o pior é que todos aqueles que têm seus nomes lá dentro querem o controle do aparelho.

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Joesley Batista, um dos controladores da JBS, reuniu-se com Donald Trump no Salão Oval em 20 de agosto, menos de duas semanas atrás. Segundo o Wall Street Journal, defendeu a retirada de uma tarifa de 26% sobre a carne brasileira para baratear o produto nos Estados Unidos. No dia seguinte, Trump anunciou uma cota temporária de 300 mil toneladas por 90 dias, sem a tarifa mais elevada cobrada fora da cota - o jornal afirma que Joesley ajudou a moldar a decisão. A cronologia é irrefutável; reunião no dia 20, anúncio no dia 21 e uma concessão que beneficia o setor liderado mundialmente pela JBS. A JBS está entre as quatro maiores processadoras sob investigação antitruste do Departamento de Justiça americano. Juntas, elas controlam cerca de 85% do processamento de carne bovina nos EUA - o próprio Trump chamou o mercado de “monopólio”. A abertura às importações também revoltou pecuaristas e republicanos, que acusam o presidente de sacrificar o produtor americano. Nove dias depois, em 29 de agosto, André Esteves, do BTG Pactual, passou 45 minutos com Trump em seu clube de golfe. Avisou o Planalto e tratou de energia, minerais críticos, data centers, Venezuela e da eleição brasileira. De volta ao Brasil, Esteves foi jantar com Lula no Alvorada nesta segunda-feira, 31 de agosto. Os irmãos Batista estavam na mesma mesa e já haviam ajudado a articular um encontro entre Lula e Trump. Os dois bilionários reaparecem como pontes informais entre os presidentes, embora não tenham cargo diplomático ou mandato público. Os fatos, revelam um corredor paralelo - procuram Trump, avisam o Planalto, misturam interesses nacionais e privados e retornam ao Alvorada. A conversa de Joesley resultou na redução tarifária; o resultado da missão de Esteves ainda poderá aparecer. Enquanto oligarcas cruzam o corredor Brasília–Washington para reduzir tarifas e ampliar negócios, o brasileiro, do lado de fora, paga impostos, juros e comida cara. Lula governa para quem?

Joesley Batista, um dos controladores da JBS, reuniu-se com Donald Trump no Salão Oval em 20 de agosto, menos de duas semanas atrás. Segundo o Wall Street Journal, defendeu a retirada de uma tarifa de 26% sobre a carne brasileira para baratear o produto nos Estados Unidos. No dia seguinte, Trump anunciou uma cota temporária de 300 mil toneladas por 90 dias, sem a tarifa mais elevada cobrada fora da cota - o jornal afirma que Joesley ajudou a moldar a decisão. A cronologia é irrefutável; reunião no dia 20, anúncio no dia 21 e uma concessão que beneficia o setor liderado mundialmente pela JBS. A JBS está entre as quatro maiores processadoras sob investigação antitruste do Departamento de Justiça americano. Juntas, elas controlam cerca de 85% do processamento de carne bovina nos EUA - o próprio Trump chamou o mercado de “monopólio”. A abertura às importações também revoltou pecuaristas e republicanos, que acusam o presidente de sacrificar o produtor americano. Nove dias depois, em 29 de agosto, André Esteves, do BTG Pactual, passou 45 minutos com Trump em seu clube de golfe. Avisou o Planalto e tratou de energia, minerais críticos, data centers, Venezuela e da eleição brasileira. De volta ao Brasil, Esteves foi jantar com Lula no Alvorada nesta segunda-feira, 31 de agosto. Os irmãos Batista estavam na mesma mesa e já haviam ajudado a articular um encontro entre Lula e Trump. Os dois bilionários reaparecem como pontes informais entre os presidentes, embora não tenham cargo diplomático ou mandato público. Os fatos, revelam um corredor paralelo - procuram Trump, avisam o Planalto, misturam interesses nacionais e privados e retornam ao Alvorada. A conversa de Joesley resultou na redução tarifária; o resultado da missão de Esteves ainda poderá aparecer. Enquanto oligarcas cruzam o corredor Brasília–Washington para reduzir tarifas e ampliar negócios, o brasileiro, do lado de fora, paga impostos, juros e comida cara. Lula governa para quem?

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Daniel Vorcaro decidiu falar. Preso desde março, o dono do Banco Master prepara uma nova proposta de delação premiada e avisou a um interlocutor da família que fará uma “confissão pública”. A revelação foi publicada nesta sexta-feira, 4 de setembro pela coluna Radar, da VEJA. Segundo a revista, antes de denunciar ao gabinete do ministro André Mendonça o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por obstrução de Justiça e ameaças, Vorcaro manifestou o desejo de “explodir todo o sistema” e “passar a República a limpo”. O ponto mais explosivo é outro: a nova proposta estaria sendo construída por seus advogados com relatórios, dados extraídos de celulares, documentos bancários do exterior e uma infinidade de mensagens de poderosos. Se esse material existe, não estamos diante apenas da palavra de um investigado interessado em obter benefícios, mas de possíveis elementos objetivos, verificáveis e rastreáveis. Em depoimento gravado ao gabinete de Mendonça, em 27 de agosto, Vorcaro já havia afirmado que sua colaboração atingiria pessoas do “núcleo do atual governo” e episódios nos quais, segundo ele, foram cruzadas “linhas de moralidade” e “linhas de ilicitude”. Também alegou que pessoas com poder não querem que ele fale. PF e PGR rejeitaram propostas anteriores de colaboração. Agora, Vorcaro ameaça ultrapassar os filtros institucionais e levar sua versão diretamente ao público. Ainda não existe acordo assinado ou homologado, e os documentos mencionados pela VEJA não foram divulgados. Nenhuma acusação pode ser tratada como prova antes da devida apuração. Mas o caminho correto não é impedir o depoimento, destruir o material ou enterrar o caso: é preservar, periciar e investigar tudo, com independência e transparência. Se Vorcaro realmente abrir os arquivos, o Brasil poderá descobrir até onde chegaram os tentáculos do Banco Master - e quem teme aquilo que ele pode provar.

Daniel Vorcaro decidiu falar. Preso desde março, o dono do Banco Master prepara uma nova proposta de delação premiada e avisou a um interlocutor da família que fará uma “confissão pública”. A revelação foi publicada nesta sexta-feira, 4 de setembro pela coluna Radar, da VEJA. Segundo a revista, antes de denunciar ao gabinete do ministro André Mendonça o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por obstrução de Justiça e ameaças, Vorcaro manifestou o desejo de “explodir todo o sistema” e “passar a República a limpo”. O ponto mais explosivo é outro: a nova proposta estaria sendo construída por seus advogados com relatórios, dados extraídos de celulares, documentos bancários do exterior e uma infinidade de mensagens de poderosos. Se esse material existe, não estamos diante apenas da palavra de um investigado interessado em obter benefícios, mas de possíveis elementos objetivos, verificáveis e rastreáveis. Em depoimento gravado ao gabinete de Mendonça, em 27 de agosto, Vorcaro já havia afirmado que sua colaboração atingiria pessoas do “núcleo do atual governo” e episódios nos quais, segundo ele, foram cruzadas “linhas de moralidade” e “linhas de ilicitude”. Também alegou que pessoas com poder não querem que ele fale. PF e PGR rejeitaram propostas anteriores de colaboração. Agora, Vorcaro ameaça ultrapassar os filtros institucionais e levar sua versão diretamente ao público. Ainda não existe acordo assinado ou homologado, e os documentos mencionados pela VEJA não foram divulgados. Nenhuma acusação pode ser tratada como prova antes da devida apuração. Mas o caminho correto não é impedir o depoimento, destruir o material ou enterrar o caso: é preservar, periciar e investigar tudo, com independência e transparência. Se Vorcaro realmente abrir os arquivos, o Brasil poderá descobrir até onde chegaram os tentáculos do Banco Master - e quem teme aquilo que ele pode provar.

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O jornalista americano Glenn Greenwald revelou à Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira, 21 de agosto, a transcrição em que Gregory A. Presnell - juiz federal sênior na Flórida, indicado pelo democrata Bill Clinton - afirmou ser falso o registro migratório que indicava a entrada de Filipe Martins em 30 de dezembro de 2022. Presnell afirmou que o governo americano admite a falsidade e a gravidade do dado e ordenou à CBP a entrega de documentos para esclarecer como ele foi inserido e quem esteve envolvido. A autoria ainda não foi identificada. Em fevereiro de 2024, Alexandre de Moraes mandou prender preventivamente Filipe Martins, baseado em uma versão “fraudolenta” de que ele havia viajado com Bolsonaro para os Estados Unidos e não voltado ao Brasil. Só que essa viagem nunca aconteceu, a defesa apresentou a confirmação de um voo da Latam para Curitiba no dia seguinte e dados do celular que situavam Martins no Brasil. Mesmo assim, ele ficou quase seis meses preso, embora a PGR pedisse sua soltura por falta de evidências de fuga. Em outubro de 2025 a CBP, agência de fronteiras dos EUA, declarou que Martins não entrou no país e que o ministro usou um registro errado para justificar meses de prisão. Em dezembro, mesmo após o desmentido americano, Moraes chamou o caso de ‘celeuma’ e determinou investigação separada. Hoje, Martins continua preso em Ponta Grossa. Desde 24 de abril de 2026, o STF executa a pena de 21 anos imposta na AP 2693, na ação que a Corte classificou como “tentativa de golpe”. Moraes negou a Filipe autorização para conceder entrevista ao Poder360, alegando “risco de tumulto”; um pedido da Folha ficou meses sem decisão, apesar do parecer favorável da PGR; e, em abril de 2025, Moraes proibiu imagens de Filipe durante o julgamento ou em seu deslocamento, mesmo que feitas por terceiros, sob ameaça de multa e prisão. Filipe Martins continua preso, enquanto a mentira que o levou à cadeia já foi desmentida até pelo governo americano. A mentira entrou no sistema, Martins continua na prisão e ninguém foi responsabilizado - isso é mais um escândalo de Estado!

O jornalista americano Glenn Greenwald revelou à Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira, 21 de agosto, a transcrição em que Gregory A. Presnell - juiz federal sênior na Flórida, indicado pelo democrata Bill Clinton - afirmou ser falso o registro migratório que indicava a entrada de Filipe Martins em 30 de dezembro de 2022. Presnell afirmou que o governo americano admite a falsidade e a gravidade do dado e ordenou à CBP a entrega de documentos para esclarecer como ele foi inserido e quem esteve envolvido. A autoria ainda não foi identificada. Em fevereiro de 2024, Alexandre de Moraes mandou prender preventivamente Filipe Martins, baseado em uma versão “fraudolenta” de que ele havia viajado com Bolsonaro para os Estados Unidos e não voltado ao Brasil. Só que essa viagem nunca aconteceu, a defesa apresentou a confirmação de um voo da Latam para Curitiba no dia seguinte e dados do celular que situavam Martins no Brasil. Mesmo assim, ele ficou quase seis meses preso, embora a PGR pedisse sua soltura por falta de evidências de fuga. Em outubro de 2025 a CBP, agência de fronteiras dos EUA, declarou que Martins não entrou no país e que o ministro usou um registro errado para justificar meses de prisão. Em dezembro, mesmo após o desmentido americano, Moraes chamou o caso de ‘celeuma’ e determinou investigação separada. Hoje, Martins continua preso em Ponta Grossa. Desde 24 de abril de 2026, o STF executa a pena de 21 anos imposta na AP 2693, na ação que a Corte classificou como “tentativa de golpe”. Moraes negou a Filipe autorização para conceder entrevista ao Poder360, alegando “risco de tumulto”; um pedido da Folha ficou meses sem decisão, apesar do parecer favorável da PGR; e, em abril de 2025, Moraes proibiu imagens de Filipe durante o julgamento ou em seu deslocamento, mesmo que feitas por terceiros, sob ameaça de multa e prisão. Filipe Martins continua preso, enquanto a mentira que o levou à cadeia já foi desmentida até pelo governo americano. A mentira entrou no sistema, Martins continua na prisão e ninguém foi responsabilizado - isso é mais um escândalo de Estado!

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André Mendonça assinou nesta terça-feira, 8 de setembro, na Petição 16.662, uma decisão de 33 páginas que afasta preventivamente Andrei Rodrigues das funções de delegado e diretor-geral da PF e também Leandro Almada como delegado e diretor de Inteligência. A ordem é imediata. A decisão baseia-se em ao menos seis relatórios de inteligência produzidos entre 3 e 31 de agosto. Segundo Mendonça, os documentos são apócrifos, não têm timbre, autoria nem data verificáveis, declaram-se “sem valor probatório” e um deles apresenta “confiança agregada baixa”. Apesar disso, autorizava “monitoramento e coleta dirigida”. Mendonça afirma ter sofrido “monitoramento sistemático” da inteligência da PF por mais de 30 dias. Os documentos também analisavam o advogado-geral da União, Jorge Messias, decisões do relator e o trabalho de delegados. Um deles associou a “matriz religiosa comum” de Mendonça e Messias à recusa da AGU em recorrer contra medidas do ministro. O material foi enviado a Alexandre de Moraes por ofício assinado por Andrei às 18h45 de 1º de setembro. Mendonça classificou sua produção como imprópria e ilícita e apontou indícios de omissão, participação ou conhecimento dos dirigentes. A Corregedoria da PF deverá abrir investigações penais e disciplinares para identificar quem determinou e produziu os relatórios, quando foram feitos e se existem outros. Mendonça suspendeu ainda qualquer relatório de inteligência destinado a analisar atos de magistrados, da advocacia pública ou da polícia judiciária, mesmo internamente. A medida baseia-se no artigo 319 do Código de Processo Penal e nas leis 15.047/2024 e 12.850/2013. O ministro da Justiça foi intimado e a PGR, comunicada. A cautelar será julgada pela Segunda Turma do STF em sessão virtual extraordinária nesta terça-feira, das 10h às 23h59. Mendonça poderia ter decretado a prisão de Andrei, mas preferiu somente afastá-lo - por enquanto.

André Mendonça assinou nesta terça-feira, 8 de setembro, na Petição 16.662, uma decisão de 33 páginas que afasta preventivamente Andrei Rodrigues das funções de delegado e diretor-geral da PF e também Leandro Almada como delegado e diretor de Inteligência. A ordem é imediata. A decisão baseia-se em ao menos seis relatórios de inteligência produzidos entre 3 e 31 de agosto. Segundo Mendonça, os documentos são apócrifos, não têm timbre, autoria nem data verificáveis, declaram-se “sem valor probatório” e um deles apresenta “confiança agregada baixa”. Apesar disso, autorizava “monitoramento e coleta dirigida”. Mendonça afirma ter sofrido “monitoramento sistemático” da inteligência da PF por mais de 30 dias. Os documentos também analisavam o advogado-geral da União, Jorge Messias, decisões do relator e o trabalho de delegados. Um deles associou a “matriz religiosa comum” de Mendonça e Messias à recusa da AGU em recorrer contra medidas do ministro. O material foi enviado a Alexandre de Moraes por ofício assinado por Andrei às 18h45 de 1º de setembro. Mendonça classificou sua produção como imprópria e ilícita e apontou indícios de omissão, participação ou conhecimento dos dirigentes. A Corregedoria da PF deverá abrir investigações penais e disciplinares para identificar quem determinou e produziu os relatórios, quando foram feitos e se existem outros. Mendonça suspendeu ainda qualquer relatório de inteligência destinado a analisar atos de magistrados, da advocacia pública ou da polícia judiciária, mesmo internamente. A medida baseia-se no artigo 319 do Código de Processo Penal e nas leis 15.047/2024 e 12.850/2013. O ministro da Justiça foi intimado e a PGR, comunicada. A cautelar será julgada pela Segunda Turma do STF em sessão virtual extraordinária nesta terça-feira, das 10h às 23h59. Mendonça poderia ter decretado a prisão de Andrei, mas preferiu somente afastá-lo - por enquanto.

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Na manhã de 27 de agosto, dentro da Papudinha, em Brasília, Daniel Vorcaro prestou um depoimento extraordinário ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF. Diante de um juiz auxiliar e de um procurador da República — e sem a presença da Polícia Federal —, o ex-banqueiro afirmou ter sofrido tortura psicológica, maus-tratos e ameaças veladas durante o período em que esteve preso para que não revelasse, numa eventual delação premiada, fatos envolvendo a própria PF. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Vorcaro relatou que teve os olhos vendados durante uma transferência e que agentes responsáveis por sua escolta teriam advertido que, se falasse sobre o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “ficaria preso para sempre”. Integrantes da PF e da PGR afirmam que Vorcaro não apresentou fatos concretos que caracterizassem maus-tratos e enxergam seu depoimento como uma tentativa de reabrir uma negociação de colaboração premiada sem a participação da Polícia Federal. A defesa de Vorcaro pediu que ele fosse ouvido com urgência alegando “graves intimidações”. O depoimento foi então realizado diante de um juiz auxiliar do gabinete de André Mendonça e de um procurador da República, gravado em vídeo — SEM A PRESENÇA DA POLÍCIA FEDERAL. O próprio Mendonça confirmou a oitiva. Vorcaro sustenta ainda que sua proposta de delação teria sido recusada pela PF porque ele poderia citar Andrei Rodrigues. Interlocutores do diretor-geral negam qualquer relação entre os dois e afirmam que eles se encontraram apenas uma vez, casualmente, durante um seminário em Londres - evento que, segundo a Folha, foi patrocinado pelo Banco Master. Agora há duas versões alarmantes: ou Vorcaro está fabricando uma acusação gravíssima contra agentes públicos para tentar controlar os termos de sua colaboração, como sustentam investigadores, ou um dos personagens centrais do Caso Master está dizendo que foi intimidado dentro do sistema prisional para não revelar informações sobre a cúpula da instituição que o investigava. Qualquer uma das hipóteses é gravíssima e exige apuração independente. O fato é que há alguém com medo do que Vorcaro ainda pode contar.

Na manhã de 27 de agosto, dentro da Papudinha, em Brasília, Daniel Vorcaro prestou um depoimento extraordinário ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF. Diante de um juiz auxiliar e de um procurador da República — e sem a presença da Polícia Federal —, o ex-banqueiro afirmou ter sofrido tortura psicológica, maus-tratos e ameaças veladas durante o período em que esteve preso para que não revelasse, numa eventual delação premiada, fatos envolvendo a própria PF. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Vorcaro relatou que teve os olhos vendados durante uma transferência e que agentes responsáveis por sua escolta teriam advertido que, se falasse sobre o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, “ficaria preso para sempre”. Integrantes da PF e da PGR afirmam que Vorcaro não apresentou fatos concretos que caracterizassem maus-tratos e enxergam seu depoimento como uma tentativa de reabrir uma negociação de colaboração premiada sem a participação da Polícia Federal. A defesa de Vorcaro pediu que ele fosse ouvido com urgência alegando “graves intimidações”. O depoimento foi então realizado diante de um juiz auxiliar do gabinete de André Mendonça e de um procurador da República, gravado em vídeo — SEM A PRESENÇA DA POLÍCIA FEDERAL. O próprio Mendonça confirmou a oitiva. Vorcaro sustenta ainda que sua proposta de delação teria sido recusada pela PF porque ele poderia citar Andrei Rodrigues. Interlocutores do diretor-geral negam qualquer relação entre os dois e afirmam que eles se encontraram apenas uma vez, casualmente, durante um seminário em Londres - evento que, segundo a Folha, foi patrocinado pelo Banco Master. Agora há duas versões alarmantes: ou Vorcaro está fabricando uma acusação gravíssima contra agentes públicos para tentar controlar os termos de sua colaboração, como sustentam investigadores, ou um dos personagens centrais do Caso Master está dizendo que foi intimidado dentro do sistema prisional para não revelar informações sobre a cúpula da instituição que o investigava. Qualquer uma das hipóteses é gravíssima e exige apuração independente. O fato é que há alguém com medo do que Vorcaro ainda pode contar.

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🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

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O Brasil acordou nesta quarta-feira, 9 de setembro, diante de mais uma cena jurídica inacreditável - Flávio Dino anulou a decisão de André Mendonça e mandou reintegrar Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Mendonça havia afastado os dois preventivamente na terça-feira, após apontar a produção e circulação de relatórios de inteligência apócrifos, sem assinatura ou timbre, com análises sobre sua atuação e a do advogado-geral da União. Também determinou investigações criminais e disciplinares. A Segunda Turma formou maioria de três votos pela manutenção do afastamento, mas Gilmar Mendes pediu vista antes da conclusão. Dino, porém, acolheu pedido de Andrei na PET 16.669 - sobre emendas destinadas ao filme “Dark Horse”, não na PET 16.662, que trata do afastamento. Alegou que o Partido Novo não teria legitimidade para pedir medida cautelar pessoal; que somente o Plenário poderia examinar o tema; e que Mendonça teria atuado como “juiz de si mesmo”. Também afirmou que Andrei apenas cumpria ordens de Alexandre de Moraes. Há duas distorções: Dino fala em “demissão de todo o corpo diretivo”, mas os 11 diretores apenas colocaram os cargos à disposição, sem saída automática. Também diz que Mendonça paralisou a inteligência da PF. Não foi isso: a restrição atingia relatórios destinados a analisar atos de magistrados, da advocacia pública e da própria polícia judiciária - justamente o material que desencadeou a crise. Dino ainda citou a reunião privada de Mendonça com Vorcaro para insinuar um agravante, embora dissesse não fazer “juízo de valor”. Criticou uma decisão monocrática com outra decisão monocrática, expedida em processo diferente, para devolver o poder aos alvos da apuração. Proibiu novas cautelares baseadas exclusivamente em atos praticados no “regular exercício” das funções e advertiu que resistir à ordem poderá configurar ilícito. Não existe hierarquia entre ministros do STF. Formalmente, são processos distintos; na prática, um ministro desfez a ordem do outro enquanto o colegiado que já formara maioria ainda não concluiu o julgamento. Esse é mais um escândalo jurídico!!!

O Brasil acordou nesta quarta-feira, 9 de setembro, diante de mais uma cena jurídica inacreditável - Flávio Dino anulou a decisão de André Mendonça e mandou reintegrar Andrei Rodrigues à direção-geral da Polícia Federal e Leandro Almada à Diretoria de Inteligência. Mendonça havia afastado os dois preventivamente na terça-feira, após apontar a produção e circulação de relatórios de inteligência apócrifos, sem assinatura ou timbre, com análises sobre sua atuação e a do advogado-geral da União. Também determinou investigações criminais e disciplinares. A Segunda Turma formou maioria de três votos pela manutenção do afastamento, mas Gilmar Mendes pediu vista antes da conclusão. Dino, porém, acolheu pedido de Andrei na PET 16.669 - sobre emendas destinadas ao filme “Dark Horse”, não na PET 16.662, que trata do afastamento. Alegou que o Partido Novo não teria legitimidade para pedir medida cautelar pessoal; que somente o Plenário poderia examinar o tema; e que Mendonça teria atuado como “juiz de si mesmo”. Também afirmou que Andrei apenas cumpria ordens de Alexandre de Moraes. Há duas distorções: Dino fala em “demissão de todo o corpo diretivo”, mas os 11 diretores apenas colocaram os cargos à disposição, sem saída automática. Também diz que Mendonça paralisou a inteligência da PF. Não foi isso: a restrição atingia relatórios destinados a analisar atos de magistrados, da advocacia pública e da própria polícia judiciária - justamente o material que desencadeou a crise. Dino ainda citou a reunião privada de Mendonça com Vorcaro para insinuar um agravante, embora dissesse não fazer “juízo de valor”. Criticou uma decisão monocrática com outra decisão monocrática, expedida em processo diferente, para devolver o poder aos alvos da apuração. Proibiu novas cautelares baseadas exclusivamente em atos praticados no “regular exercício” das funções e advertiu que resistir à ordem poderá configurar ilícito. Não existe hierarquia entre ministros do STF. Formalmente, são processos distintos; na prática, um ministro desfez a ordem do outro enquanto o colegiado que já formara maioria ainda não concluiu o julgamento. Esse é mais um escândalo jurídico!!!

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Na noite desta quarta-feira, 12 de agosto, o sistema da Justiça Eleitoral registrou a desfiliação de Flávio Bolsonaro do PL e sua filiação ao Missão - partido ligado ao MBL que já lançou Renan Santos à Presidência. O acontecimento não pode ser tratado como simples “inconsistência cadastral”. Flávio estava filiado ao PL desde novembro de 2021. Participou da convenção nacional e teve sua candidatura presidencial aprovada em 25 de julho. Mas, quando o PL tentou protocolar o registro no TSE, surgiu a surpresa - ele aparecia vinculado à legenda de um adversário, impedindo o procedimento. A campanha denuncia fraude e considera a hipótese de ataque hacker. Ainda não existe perícia que permita afirmar como ocorreu a alteração. Mas o fato objetivo já é gravíssimo; alguém conseguiu inserir no sistema oficial duas movimentações partidárias capazes de atingir diretamente o candidato da oposição, a menos de três dias do fim do prazo eleitoral. Quem solicitou a desfiliação? Quem registrou a nova filiação? Quais credenciais foram utilizadas? De onde partiu o acesso? O Missão recebeu ou validou essa operação? E como um candidato à Presidência pôde ser transferido de legenda sem sequer ser informado? O TSE afirma que os dados do Filia são lançados sob responsabilidade dos partidos. Portanto, não basta corrigir silenciosamente o cadastro. É indispensável preservar os registros de acesso, realizar perícia, identificar os responsáveis e apresentar ao país uma explicação pública e documentada. Se foi invasão, estamos diante de uma violação gravíssima do sistema eleitoral. Se houve uso interno de credenciais partidárias, o caso pode ser ainda mais perturbador. Em qualquer hipótese, não se trata apenas de Flávio Bolsonaro; trata-se da integridade da eleição presidencial. Às vésperas do prazo final, o sistema oficial criou um obstáculo artificial ao registro do candidato da oposição. Chamar isso apenas de “erro” seria ingenuidade. O episódio cheira a sabotagem eleitoral - e, enquanto não houver transparência absoluta, a suspeita de golpe continuará pairando sobre a eleição brasileira.

Na noite desta quarta-feira, 12 de agosto, o sistema da Justiça Eleitoral registrou a desfiliação de Flávio Bolsonaro do PL e sua filiação ao Missão - partido ligado ao MBL que já lançou Renan Santos à Presidência. O acontecimento não pode ser tratado como simples “inconsistência cadastral”. Flávio estava filiado ao PL desde novembro de 2021. Participou da convenção nacional e teve sua candidatura presidencial aprovada em 25 de julho. Mas, quando o PL tentou protocolar o registro no TSE, surgiu a surpresa - ele aparecia vinculado à legenda de um adversário, impedindo o procedimento. A campanha denuncia fraude e considera a hipótese de ataque hacker. Ainda não existe perícia que permita afirmar como ocorreu a alteração. Mas o fato objetivo já é gravíssimo; alguém conseguiu inserir no sistema oficial duas movimentações partidárias capazes de atingir diretamente o candidato da oposição, a menos de três dias do fim do prazo eleitoral. Quem solicitou a desfiliação? Quem registrou a nova filiação? Quais credenciais foram utilizadas? De onde partiu o acesso? O Missão recebeu ou validou essa operação? E como um candidato à Presidência pôde ser transferido de legenda sem sequer ser informado? O TSE afirma que os dados do Filia são lançados sob responsabilidade dos partidos. Portanto, não basta corrigir silenciosamente o cadastro. É indispensável preservar os registros de acesso, realizar perícia, identificar os responsáveis e apresentar ao país uma explicação pública e documentada. Se foi invasão, estamos diante de uma violação gravíssima do sistema eleitoral. Se houve uso interno de credenciais partidárias, o caso pode ser ainda mais perturbador. Em qualquer hipótese, não se trata apenas de Flávio Bolsonaro; trata-se da integridade da eleição presidencial. Às vésperas do prazo final, o sistema oficial criou um obstáculo artificial ao registro do candidato da oposição. Chamar isso apenas de “erro” seria ingenuidade. O episódio cheira a sabotagem eleitoral - e, enquanto não houver transparência absoluta, a suspeita de golpe continuará pairando sobre a eleição brasileira.

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A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

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Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

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Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

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Não importa se você gosta ou detesta Renan Santos; se é de direita, esquerda ou centro. O que aconteceu nesta segunda-feira deveria preocupar quem considera eleições livres um princípio inegociável Em decisão monocrática e cautelar, Dias Toffoli, do TSE, impôs duras restrições à campanha de Renan Santos.Suspendeu propaganda eleitoral digital, novos repasses do Fundo Eleitoral e gastos com recursos já recebidos. Renan não poderá participar de debates em rádio, TV, podcasts ou outros meios. O registro da candidatura foi apresentado em 7 de agosto, mas 16 perfis foram informados ao TSE apenas em 19 de agosto. Para Toffoli, o atraso pode ter mantido essas contas nas recomendações dos algoritmos, criando vantagem sobre adversários - apontando possível “omissão estratégica”. Se Renan errou, que responda. Mas desde quando atraso na comunicação de perfis autoriza um único ministro a impedir um candidato à Presidência até de participar de debates? Não houve decisão colegiada; o registro sequer foi indeferido. Ainda assim, uma única caneta atingiu dinheiro, redes e a presença de um presidenciável no debate público. O MBL passou anos defendendo o Supremo e ridicularizando quem alertava para a concentração de poder nas mãos de ministros. Depois foi às ruas contra aquilo que ajudou a legitimar. Agora sente na própria pele o país que ajudou a normalizar. Seria fácil responder: “bem feito”; só que não está bem feito. Porque garantias democráticas não existem apenas para quem pensamos igual. Hoje é Renan - amanhã será quem? Flávio Bolsonaro, adversário na disputa presidencial, contrariou a conveniência eleitoral e repudiou a medida. Lembrou que Jair Bolsonaro está há mais de um ano com as redes sociais bloqueadas: “A censura não pode mais ser banalizada no Brasil.” Independentemente de divergências políticas, essa deveria ser a reação de todos os candidatos, presidenciáveis ou não. Uma decisão monocrática capaz de praticamente retirar um candidato da arena pública antes do julgamento definitivo deveria provocar repúdio coletivo. Ou as garantias valem para todos, ou amanhã talvez não reste ninguém para protestar quando a caneta chegar ao próximo.

Não importa se você gosta ou detesta Renan Santos; se é de direita, esquerda ou centro. O que aconteceu nesta segunda-feira deveria preocupar quem considera eleições livres um princípio inegociável Em decisão monocrática e cautelar, Dias Toffoli, do TSE, impôs duras restrições à campanha de Renan Santos.Suspendeu propaganda eleitoral digital, novos repasses do Fundo Eleitoral e gastos com recursos já recebidos. Renan não poderá participar de debates em rádio, TV, podcasts ou outros meios. O registro da candidatura foi apresentado em 7 de agosto, mas 16 perfis foram informados ao TSE apenas em 19 de agosto. Para Toffoli, o atraso pode ter mantido essas contas nas recomendações dos algoritmos, criando vantagem sobre adversários - apontando possível “omissão estratégica”. Se Renan errou, que responda. Mas desde quando atraso na comunicação de perfis autoriza um único ministro a impedir um candidato à Presidência até de participar de debates? Não houve decisão colegiada; o registro sequer foi indeferido. Ainda assim, uma única caneta atingiu dinheiro, redes e a presença de um presidenciável no debate público. O MBL passou anos defendendo o Supremo e ridicularizando quem alertava para a concentração de poder nas mãos de ministros. Depois foi às ruas contra aquilo que ajudou a legitimar. Agora sente na própria pele o país que ajudou a normalizar. Seria fácil responder: “bem feito”; só que não está bem feito. Porque garantias democráticas não existem apenas para quem pensamos igual. Hoje é Renan - amanhã será quem? Flávio Bolsonaro, adversário na disputa presidencial, contrariou a conveniência eleitoral e repudiou a medida. Lembrou que Jair Bolsonaro está há mais de um ano com as redes sociais bloqueadas: “A censura não pode mais ser banalizada no Brasil.” Independentemente de divergências políticas, essa deveria ser a reação de todos os candidatos, presidenciáveis ou não. Uma decisão monocrática capaz de praticamente retirar um candidato da arena pública antes do julgamento definitivo deveria provocar repúdio coletivo. Ou as garantias valem para todos, ou amanhã talvez não reste ninguém para protestar quando a caneta chegar ao próximo.

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O nome de Lula aparece nas mensagens que embasam a investigação sobre suspeitas de tráfico de influência no próprio governo. A Veja afirma ter obtido a íntegra do inquérito sigiloso da Polícia Federal e revela uma conversa de 2024 em que Roberta Luchsinger diz a um empresário que o presidente lhe teria oferecido a escolha de um cargo: “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar”. Roberta diz ter recusado a oferta para permanecer “na minha sociedade com Fábio e Fernando” - Lulinha e Fernando Bittar - e completa: “Tô em cargo nenhum e ando onde quero”. É a própria investigada alegando proximidade com Lula e dizendo que preferia atuar fora da estrutura formal, ao lado do filho do presidente e com trânsito político. Segundo o relatório citado pela Veja, Roberta, Lulinha e Bittar formariam um “núcleo de atuação permanente e coordenada” destinado a levar interesses privados a agentes e órgãos federais. Em outra mensagem, ela escreve: “Fefe, Fábio e eu somos uma coisa só”. E descreve o papel de Lulinha: “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo precisa. Tem q se preservar”. A PF aponta Lulinha como referência decisória dos projetos discutidos no grupo de WhatsApp “Musaranhos”. Uma das frentes era destravar a regulamentação de medicamentos à base de canabidiol e abrir caminho para um negócio superior a R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde. Roberta escreveu que fazia “costura política” via Palácio do Planalto. O relatório também cita Marcola, então chefe de gabinete de Lula, que teria viabilizado uma reunião no ministério. No mesmo período, Roberta pagou R$ 217.098 em despesas pessoais dele; ambos sustentam que se tratou de um empréstimo quitado. Lula ofereceu ou não um cargo à mulher que a PF aponta como integrante de uma sociedade oculta com seu filho para intermediar negócios no governo? Se a resposta for não, o Planalto precisa desmentir de forma clara e imediata. Se for sim, Lula está acabado politicamente.

O nome de Lula aparece nas mensagens que embasam a investigação sobre suspeitas de tráfico de influência no próprio governo. A Veja afirma ter obtido a íntegra do inquérito sigiloso da Polícia Federal e revela uma conversa de 2024 em que Roberta Luchsinger diz a um empresário que o presidente lhe teria oferecido a escolha de um cargo: “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar”. Roberta diz ter recusado a oferta para permanecer “na minha sociedade com Fábio e Fernando” - Lulinha e Fernando Bittar - e completa: “Tô em cargo nenhum e ando onde quero”. É a própria investigada alegando proximidade com Lula e dizendo que preferia atuar fora da estrutura formal, ao lado do filho do presidente e com trânsito político. Segundo o relatório citado pela Veja, Roberta, Lulinha e Bittar formariam um “núcleo de atuação permanente e coordenada” destinado a levar interesses privados a agentes e órgãos federais. Em outra mensagem, ela escreve: “Fefe, Fábio e eu somos uma coisa só”. E descreve o papel de Lulinha: “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo precisa. Tem q se preservar”. A PF aponta Lulinha como referência decisória dos projetos discutidos no grupo de WhatsApp “Musaranhos”. Uma das frentes era destravar a regulamentação de medicamentos à base de canabidiol e abrir caminho para um negócio superior a R$ 1 bilhão no Ministério da Saúde. Roberta escreveu que fazia “costura política” via Palácio do Planalto. O relatório também cita Marcola, então chefe de gabinete de Lula, que teria viabilizado uma reunião no ministério. No mesmo período, Roberta pagou R$ 217.098 em despesas pessoais dele; ambos sustentam que se tratou de um empréstimo quitado. Lula ofereceu ou não um cargo à mulher que a PF aponta como integrante de uma sociedade oculta com seu filho para intermediar negócios no governo? Se a resposta for não, o Planalto precisa desmentir de forma clara e imediata. Se for sim, Lula está acabado politicamente.

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A Procuradoria-Geral da República pediu a André Mendonça nesta quinta-feira, 20 de agosto, que o inquérito sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deixe o STF e seja enviado à primeira instância. A defesa do filho de Lula comemorou o pedido. A manifestação da PGR veio a público poucas horas depois de Lula receber, num encontro de três horas e meia e fora da agenda oficial, Marco Aurélio Carvalho, advogado de Lulinha, no Palácio da Alvorada, na noite desta quarta-feira, 19 de agosto - e não pode ser omitida como mera coincidência burocrática. O pedido atinge o inquérito mais comprometedor. A PF apura suposto tráfico de influência numa tentativa de vender, sem licitação, até R$ 626 milhões em medicamentos de canabidiol ao Ministério da Saúde. A proposta previa 1,2 milhão de frascos, Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, recebeu R$ 1,5 milhão do “Careca do INSS”; mensagens analisadas pela PF mencionam uma comissão de 20% e mostram a lobista dizendo “Eu sou o Fábio”. O contrato não foi fechado e as defesas negam irregularidades, mas o movimento é claro - eles querem retirar o caso do STF para criar teses de nulidade e tentar derrubar os atos já praticados. O fatiamento dos inquéritos entre Mendonça e Dino deixa de ser desorganização e vira instrumento de blindagem. A PGR alega que não há autoridade com foro envolvida nem prova de que dinheiro desviado do INSS tenha chegado a Lulinha. O argumento seria impecável se o STF tivesse oferecido o mesmo garantismo aos demais brasileiros nos processos do 8 de Janeiro. A Corte julgou diretamente centenas de cidadãos sem cargo ou foro, retirando-lhes a primeira instância e a cadeia normal de recursos. Foram 850 condenações; em maio de 2026 - quase 4 anos depois - 190 pessoas ainda estavam presas nesses casos. Para anônimos e adversários políticos, existe a conexão elástica, última instância e justiçalismo. Para o filho de Lula, existe o juiz natural, duplo grau e garantias processuais. A primeira instância pode até ser o destino correto; o escândalo é que esse direito só tenha sido descoberto agora. A lei muda conforme o sobrenome - isso não é garantismo, é protecionismo disfarçado de “técnica jurídica”.

A Procuradoria-Geral da República pediu a André Mendonça nesta quinta-feira, 20 de agosto, que o inquérito sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deixe o STF e seja enviado à primeira instância. A defesa do filho de Lula comemorou o pedido. A manifestação da PGR veio a público poucas horas depois de Lula receber, num encontro de três horas e meia e fora da agenda oficial, Marco Aurélio Carvalho, advogado de Lulinha, no Palácio da Alvorada, na noite desta quarta-feira, 19 de agosto - e não pode ser omitida como mera coincidência burocrática. O pedido atinge o inquérito mais comprometedor. A PF apura suposto tráfico de influência numa tentativa de vender, sem licitação, até R$ 626 milhões em medicamentos de canabidiol ao Ministério da Saúde. A proposta previa 1,2 milhão de frascos, Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, recebeu R$ 1,5 milhão do “Careca do INSS”; mensagens analisadas pela PF mencionam uma comissão de 20% e mostram a lobista dizendo “Eu sou o Fábio”. O contrato não foi fechado e as defesas negam irregularidades, mas o movimento é claro - eles querem retirar o caso do STF para criar teses de nulidade e tentar derrubar os atos já praticados. O fatiamento dos inquéritos entre Mendonça e Dino deixa de ser desorganização e vira instrumento de blindagem. A PGR alega que não há autoridade com foro envolvida nem prova de que dinheiro desviado do INSS tenha chegado a Lulinha. O argumento seria impecável se o STF tivesse oferecido o mesmo garantismo aos demais brasileiros nos processos do 8 de Janeiro. A Corte julgou diretamente centenas de cidadãos sem cargo ou foro, retirando-lhes a primeira instância e a cadeia normal de recursos. Foram 850 condenações; em maio de 2026 - quase 4 anos depois - 190 pessoas ainda estavam presas nesses casos. Para anônimos e adversários políticos, existe a conexão elástica, última instância e justiçalismo. Para o filho de Lula, existe o juiz natural, duplo grau e garantias processuais. A primeira instância pode até ser o destino correto; o escândalo é que esse direito só tenha sido descoberto agora. A lei muda conforme o sobrenome - isso não é garantismo, é protecionismo disfarçado de “técnica jurídica”.

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🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

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Essa declaração de André Mendonça passou quase despercebida no caos da sessão de terça-feira - e esta foi uma das falas mais importantes e legítimas daquele plenário. Quando apareceu no material do caso Master a história de que um advogado ligado a Daniel Vorcaro teria levado Mendonça a uma alfaiataria para fazer um terno, induzindo a opinião pública a pensar que as roupas pudessem ter sido custeadas por terceiros, o ministro não hesitou: apresentou a nota fiscal e foi buscar a fatura de seu cartão de crédito de dois anos atrás para provar que ele próprio havia pago pelas roupas. Esse é o ponto. Quando surgiu uma suspeita sobre seu nome, Mendonça respondeu com documentos: apresentou as provas e colocou os fatos à disposição para o devido escrutínio. Alexandre de Moraes é o epicentro desse relatório, Paulo Gonet aparece dezenas de vezes no material, e Dias Toffoli também foi alcançado pelas revelações envolvendo o Banco Master. Até hoje permanecem questões sobre sua relação com o resort Tayayá. Mas nenhum deles teve a mesma atitude de André Mendonça. Moraes nega as mensagens atribuídas a ele. Então, por que não colocar à disposição da investigação os elementos capazes de esclarecer definitivamente essa questão? Por que não disponibilizar, mediante os procedimentos legais cabíveis, seus aparelhos para uma perícia profunda que possa confirmar ou destruir, de uma vez por todas, aquilo que consta do material apreendido pela Polícia Federal? Quem exerce cargo público - sobretudo no topo do Poder Judiciário e do Ministério Público - tem uma obrigação moral ainda maior de colocar seus atos sob escrutínio. Documentos, registros e, quando legalmente pertinente, aparelhos devem poder ser examinados e periciados para que os fatos sejam esclarecidos. Mendonça fez isso diante de uma suspeita envolvendo um terno. Agora, diante de questões infinitamente mais graves, vimos ministros colaboracionistas tentando derrubar o relatório, questionar a investigação e impedir seu avanço. É essa diferença de postura que esta declaração de André Mendonça demonstra. E esse deveria ter sido o centro daquela sessão.

Karina Michelin

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Prestem atenção ao que Alexandre de Moraes acaba de fazer diante das câmeras. O centro da sessão de hoje é o procedimento que o envolve. É o relatório da Polícia Federal que apontou Moraes como interlocutor de Daniel Vorcaro e colocou o STF diante de uma situação inédita: a Corte precisa decidir o destino de elementos que podem levar à investigação de um de seus próprios ministros. E o que faz Alexandre de Moraes? Participa ativamente da sessão, discute o rito, ataca André Mendonça e, nas questões preliminares capazes de determinar o destino do procedimento que o envolve, VOTA. Moraes acaba de votar para que seu próprio caso seja reunido ao procedimento envolvendo André Mendonça e julgado conjuntamente na próxima semana. O próprio Moraes reconheceu: “no mérito eu não voto”. Exatamente. Mas, antes de chegar ao mérito, ele participa da decisão sobre o caminho processual que poderá determinar se esse mérito sequer será alcançado. A PGR de Paulo Gonet pediu a NULIDADE do relatório produzido pela Polícia Federal. Sustenta que André Mendonça determinou a apuração sem provocação prévia da PF ou do Ministério Público. Se essa tese prevalecer, o material pode ser invalidado e a PET arquivada ou extinta. É justamente essa tese que Moraes incorporou à própria defesa. Enquanto deveria estar no centro do escrutínio, sua manifestação desloca o foco para André Mendonça: o nome do ministro aparece 52 vezes no documento. E agora Moraes quer os dois casos no mesmo pacote: “as bases fáticas e probatórias são as mesmas”. Como o homem diretamente envolvido no procedimento pode votar sobre decisões processuais capazes de determinar o destino desse próprio procedimento? O Brasil está assistindo, em tempo real, ao fim do Direito, ao fim da Constituição e ao fim da própria instituição que deveria garantir ambos. Moraes, poderá assumir em 2027 a Presidência deste Supremo Tribunal Federal que ele ajudou a transformar à sua própria imagem e semelhança.

Karina Michelin

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Lula prometeu picanha. Agora, diante da carestia, trata o brasileiro como idiota: “se não tem carne, coma ovo. Se não tem nenhum dos dois, arroz com feijão puro”. Esse é o retrato do cinismo de Lula, vestido de Al Capone, em Porto Alegre, nesta sexta-feira, 11 de setembro. O próprio presidente admite, com a maior naturalidade: “o custo de vida está caro” - como se estivesse comentando um problema que caiu do céu, e não o país que ele próprio governa. Enquanto Lula faz comício, o Brasil já chegou a 83,9 MILHÕES de inadimplentes - mais da metade da população adulta. São R$ 586,4 BILHÕES em dívidas. Milhões de famílias esmagadas por contas, juros e supermercado, cortando tudo o que podem, fazendo conta no caixa e escolhendo o que precisam devolver da cesta porque o dinheiro simplesmente não dá. É gente sendo empurrada para a linha da pobreza enquanto o presidente transforma a própria carestia em piada. Lula exibe um cinismo inacreditável, com requintes de crueldade. Depois de mais de 17 anos de governos do PT, Lula ainda faz campanha como se seu partido tivesse acabado de chegar a Brasília e nenhuma responsabilidade tivesse pelo país que governa há quase duas décadas. Prometeu picanha para ganhar voto na eleição passada. Agora, diante de milhões de brasileiros sufocados financeiramente e sem picanha, oferece ovo, arroz com feijão e uma aula de conformismo - não consegue comprar? Acostume-se a comer menos. E ainda querem vender isso como “governo do povo”. Depois de tudo isso, quem ainda vota em Lula da Silva consegue ser pior do que ele.

Karina Michelin

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Há imagens que ultrapassam uma campanha eleitoral e entram para a história política de um país. Nesta quarta-feira, 9 de setembro, uma delas aconteceu em Juiz de Fora. Oito anos depois do atentado que quase matou Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018, seu filho, Flávio Bolsonaro, hoje candidato à Presidência da República, voltou exatamente ao lugar onde aquela caminhada foi interrompida. E voltou com uma missão declarada: “Vou completar o trajeto que meu pai não conseguiu completar.” Flávio chegou à Zona da Mata pelo Aeroporto Regional, após o mau tempo impedir o pouso previsto em Juiz de Fora. De carro, seguiu até o Aeroporto da Serrinha. Dali, partiu à frente de uma motociata de aproximadamente 10 quilômetros em direção ao centro da cidade. O destino era o Calçadão da Rua Halfeld, no cruzamento com a Batista de Oliveira. O mesmo cenário onde, em 6 de setembro de 2018, Jair Bolsonaro, então candidato à Presidência, foi atingido por uma facada no abdômen enquanto era carregado pela multidão. Usando colete à prova de balas, Flávio chegou ao centro cercado por apoiadores. Subiu nos ombros de um segurança e avançou em meio à multidão pelo trecho que seu pai não conseguiu terminar oito anos atrás. O próprio Flávio chamou aquele ponto de “segundo nascimento” de Jair Bolsonaro. Não era apenas uma referência ao passado, era a reprodução, quase quadro a quadro, de uma das imagens mais marcantes da história eleitoral recente do Brasil - mas, desta vez, com outro desfecho. Em 2018, tentaram interromper a vida de Jair Bolsonaro. Oito anos depois, Flávio Bolsonaro voltou ao mesmo lugar, percorreu aquelas ruas e concluiu, nos braços do povo, o caminho que seu pai havia começado. As imagens ficarão para a história.

Karina Michelin

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O vídeo de André Mendonça diz muito mais do que parece. Ao agradecer pelas orações e afirmar que elas têm sido fundamentais para sustentá-lo e sustentar sua família, o ministro não faz uma denúncia política direta. Mas a mensagem revela o ambiente de enorme pressão em que ele está inserido. E aqui existe um ponto que quase ninguém explica corretamente - Mendonça pode ter poder jurídico, mas isso não significa ter poder operacional. Um ministro do STF não prende ninguém com as próprias mãos. Uma ordem depende de estrutura, cadeia de comando, equipes, cumprimento formal e cooperação institucional. Se quem precisa executar determinada decisão estiver submetido a chefias politizadas, intimidado ou inserido numa estrutura sob suspeita, a capacidade real de ação fica limitada - e esse é o diagnóstico do Brasil agora. Por isso é superficial perguntar simplesmente: “Por que André Mendonça não manda prender os criminosos da República?” Antes é preciso perguntar: quem executaria essa ordem? Sob qual comando? Com qual proteção institucional? Esse é o tamanho da crise que estamos vivendo. O Brasil se acostumou a falar de “STF”, “PF”, “PGR” e “Congresso” como se fossem blocos homogêneos, mas não são. São estruturas formadas por pessoas, equipes, chefias, competências e relações internas de poder - e hoje elas estão contaminadas - TODAS. É por isso que o vídeo de Mendonça merece atenção - porque sua fala mostra que há um peso pessoal e institucional evidente por trás desse momento. E ele não conseguirá fazer o que é certo porque não há operacional para isso - estão todos corrompidos.

Karina Michelin

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Hoje, 7 de Setembro, Dia da Independência, estas imagens deveriam provocar vergonha e revolta nacional. Em 9 de janeiro de 2023, centenas de brasileiros retirados do acampamento diante do Quartel-General do Exército, em Brasília, foram levados para a Academia Nacional da Polícia Federal. Homens, mulheres e idosos, sequestrados pelo Estado. Depois vieram prisões, processos e acusações graves - tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa e outros delitos. Alguns receberam penas de 14, 17 anos ou mais; outros aceitaram acordos para encerrar processos e recuperar a liberdade, mesmo afirmando que não eram golpistas. Quem depredou patrimônio público deve responder pelo que fez, mas depredação não pode servir como atalho para transformar uma multidão inteira em golpistas e terroristas - a verdadeira democracia não admite culpa coletiva. Quase quatro anos depois, muitos ainda carregam condenações capazes de consumir anos de suas vidas. Onde está a proporcionalidade? Onde está a individualização da conduta? Onde está a prova concreta de que cada condenado tinha poder, organização e meios para executar um golpe de Estado? Enquanto isso, homicidas e traficantes recebem progressões, solturas e garantias previstas em lei - porque o Estado não pode punir além do limite. E aqui entra o paradoxo: muitos daqueles manifestantes diziam estar nas ruas porque acreditavam que o Brasil caminhava para uma ruptura institucional com Lula e Moraes no poder. Foram chamados de golpistas e terroristas, presos e condenados. Hoje, diante da concentração de poder, dos conflitos entre autoridades e das graves denúncias envolvendo as instituições, demonstra que esse povo tinha razão. Estas imagens são uma denúncia. Nunca mais o Estado brasileiro pode tratar cidadãos como massa indistinta, substituir prova por narrativa ou usar penas desproporcionais para dar exemplo político. Independência é viver em um país no qual o cidadão não precise ter medo do próprio Estado.E o Brasil só será livre quando garantir que cenas como estas jamais se repitam. Libertem os presos políticos. Video via: Tanieli Telles

Karina Michelin

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A retirada de Alexandre de Moraes da condução do Inquérito 4.781 não significa o fim do inquérito, muito menos uma ruptura de Edson Fachin com o modelo criado dentro do próprio Supremo. Ao contrário; torna ainda mais necessário olhar para quem agora assume o controle da crise. O inquérito foi instaurado por Dias Toffoli em 2019, sem distribuição ordinária, e Moraes foi designado relator. Mas foi Fachin, como relator da ADPF 572, quem defendeu juridicamente sua constitucionalidade. Em 2020, seu entendimento prevaleceu por 10 a 1. Ou seja: quem hoje retira Moraes da condução ajudou a legitimar a engrenagem que permitiu sua expansão durante sete anos. Em plena crise, Lula mobilizou aliados para conter o desgaste e tentar isolar André Mendonça. Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula, e ministro do Supremo derrubou o afastamento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Horas depois, Fachin interveio - acreditar que todos esses movimentos aconteceram de forma absolutamente independente, em poucas horas, dentro da mesma crise e produzindo efeitos convergentes, exige mais do que ingenuidade. Juridicamente, Fachin não anulou os atos de Moraes, não declarou ilegal o inquérito e não extinguiu as ações penais dele derivadas. Fez o contrário: preservou o passado e trouxe para a Presidência do STF o controle das investigações ainda abertas. A troca vale daqui para frente. Portanto, cuidado com a narrativa de que “o sistema caiu”. Não caiu, apenas mudou o timão de mãos. Nada garante que Moraes será investigado, responsabilizado ou afastado. E esse é o ponto mais grave; o Supremo chegou à situação em que deveria investigar e eventualmente julgar os próprios ministros. Quem garante que haverá julgamento de verdade? Quem garante independência para julgar os próprios pares? Sem controle externo efetivo, transparência e responsabilização, a solução pode virar apenas uma troca de cadeiras para preservar o mesmo status quo.

Karina Michelin

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No dia 27 de março, em plena reta final da CPMI do INSS, Lindbergh Farias e Soraya Thronicke levaram à Polícia Federal uma acusação maquiavélica contra o relator da comissão, o deputado Alfredo Gaspar - suspeita de estupro de vulnerável. Lindbergh chegou a chamar Gaspar de “estuprador” durante a sessão. Gaspar negou na hora a acusação, acionou STF, PGR e Polícia Federal contra os parlamentares e tomou uma iniciativa incomum para quem estava sendo acusado: apresentou-se voluntariamente à perícia oficial de Alagoas para coleta de material genético e produção antecipada de prova de DNA. Agora, quatro meses depois, o caso sofre uma reviravolta. Após Gaspar ser anunciado como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro, Lindbergh procurou integrantes do PL para tentar um acordo. Segundo Sóstenes Cavalcante, que confirmou a conversa à CNN, o petista faria uma retratação e Gaspar retiraria os processos contra ele. O detalhe mais grave aparece nas mensagens divulgadas sobre a negociação. Ao discutir o texto da possível retratação, Lindbergh escreve: “Tenho q dizer q não tem prova”. Sóstenes responde: “Essa frase resolve tudo”. O mesmo parlamentar que levou a acusação de estupro à Polícia Federal agora reconhece, na construção de sua própria retratação, que precisa dizer que NÃO HÁ PROVA. Alfredo Gaspar recusou o acordo. E, justamente, quer ir até o fim. Estamos falando da imputação pública de um dos crimes mais repugnantes previstos na legislação brasileira. Se uma acusação dessa magnitude foi usada como arma política sem elementos que a sustentassem, não basta uma retratação negociada nos bastidores, Lindbergh e Soraya devem explicações públicas. E Alfredo Gaspar tem todo o direito de exigir que a Justiça esclareça até o fim quem fez o quê, com quais provas e com qual responsabilidade. Porque reputação não se devolve com uma simples nota de rodapé depois que o estrago já foi feito - ainda mais quando atinge um nome tão respeitado.

Karina Michelin

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André Mendonça, ministro do STF e relator de uma das investigações mais graves da República, reforçou drasticamente a própria segurança e a de sua família. Segundo apuraram jornalistas da CNN Brasil, Mendonça passou a usar carro blindado, colete à prova de balas e ampliou sua proteção diante do temor de um possível atentado. Leia novamente: um ministro do Supremo teme ser MORTO enquanto investiga uma estrutura que ele próprio classificou como tendo “contornos de operações mafiosas”. E o ponto mais grave é este - segundo a CNN, o temor de atentado pesou diretamente na decisão de retirar o sigilo de parte do material. No entorno de Mendonça, o receio de uma eventual “queima de arquivo” passou a integrar as preocupações de segurança. Ou seja; tornar os documentos públicos passou também a ter uma dimensão de proteção. E é impossível tratar esse caso com superficialidade diante deste cenário. O “Sicário”, cuja nuvem foi preservada por ordem de Mendonça, morreu sob custódia. Há mensagens sobre informações sigilosas, acessos indevidos a procedimentos do Ministério Público, suspeitas envolvendo servidores do Banco Central, estruturas de monitoramento, dossiês, ataques digitais e nomes que chegam ao topo do poder. A instituição que passou anos dizendo ter “salvado a democracia” chegou a este ponto - um ministro do Supremo conduz uma investigação dessa magnitude de colete à prova de balas, com segurança reforçada para a família e sob temor de atentado e “queima de arquivo”. Esse é o estado das instituições brasileiras. Esse é o Brasil de Lula e Moraes.

Karina Michelin

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Xavier, aos 16 anos decidiu fazer a transição de gênero rompendo duramente o relacionamento com o pai em 2022. O filho de Musk transformado em Vivian Jenna Wilson tornou-se marxista. O próprio Elon contou isso em sua biografia: “Ele foi além do socialismo, tornando-se um comunista pensando que quem é rico é mau”. Walter Isaacson que escreveu a biografia de Elon relatou: “A separação doeu-lhe mais do que qualquer outra coisa após a morte do seu primogênito Nevada (que morreu em seus braços após 10 dias de seu nascimento) Elon culpou em parte a ideologia que Jenna absorveu na Crossroads, a escola progressista que frequentava em Los Angeles”. Em uma entrevista ao Daily Wire com o psicólogo Dr. Jordan Peterson, Elon chamou a cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil". Vivian Jenna Wilson, 20 anos, passou pelos procedimentos durante a pandemia. Elon afirmou que este processo é feito com crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento" e disse que concordava com Peterson de que qualquer um que promova esta prática em crianças e adolescentes deveria ir para a prisão. "Fui enganado para fazer isso", disse Musk. "Eu perdi meu filho, basicamente. Eles chamam isso de “deadnaming” por um motivo. O motivo pelo qual eles chamam isso de “deadnaming” é porque seu filho está morto." Musk continuou dizendo que a experiência o colocou em uma missão: "Eu jurei destruir o vírus woke depois disso. E estamos fazendo algum progresso." Para destruir o vírus woke, Elon Musk deverá impedir que Kamala Harris - a cínica woke sustentada por George Soros e Hollywood - tome o poder.

Karina Michelin

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Menos de 24 horas depois da guerra aberta no STF pelo comando da Polícia Federal, a PF deflagrou nesta quinta-feira a Operação Make Up: 49 mandados de busca e apreensão autorizados por Flávio Dino. Entre os alvos estão Mário Frias e Karina Gama, produtora de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro. A cronologia fala por si só. André Mendonça afastou Andrei Rodrigues da direção da PF, no dia seguinte, Dino interveio e derrubou o afastamento. Fachin entrou no meio, suspendeu as decisões conflitantes e manteve Andrei no comando. Hoje, a PF sob sua direção executa uma megaoperação autorizada por Dino. E o timing eleitoral torna tudo ainda mais delicado - Flávio Bolsonaro vem reduzindo rapidamente a distância para Lula. No agregador da BBC/PollingData, já aparece numericamente à frente no segundo turno, por 45% a 44%. A Palver também aponta 46% a 44% para Flávio, embora dentro da margem de erro. Outros levantamentos mostram empate técnico; a eleição virou uma disputa aberta. É nesse cenário que uma operação de enorme impacto político atinge pessoas diretamente ligadas ao filme sobre Bolsonaro. Existem investigações distintas: Mendonça apura recursos privados destinados ao Dark Horse; Dino relata suspeitas envolvendo emendas e recursos públicos ligados a entidades relacionadas à produção. A PF diz ter identificado movimentações suspeitas. São suspeitas, não condenações. A defesa de Karina Gama já havia entregue à PF cerca de 25 mil páginas de contratos, notas fiscais e comprovantes. Mesmo assim, agora vieram dezenas de buscas. O fishing expedition é a arma mais usada desta Corte - o que exatamente a PF procurava que não poderia ter sido obtido por medidas menos invasivas? O problema já não é apenas quem está sendo investigado; é quem investiga, quem autoriza e quem controla quem deveria investigar.

Karina Michelin

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Moradores de um condomínio residencial em Fortaleza, vivem dias de terror após receberem ameaças explícitas de morte pichadas nas fachadas de suas casas e muros do conjunto habitacional. As mensagens, escritas em letras garrafais com tinta spray, ordenam que as famílias deixem o local em até 24 horas - sob pena de execução. Em uma das pichações, é possível ler: “Sai fora se não vai morrer – Ass: CV”, em referência ao Comando Vermelho, facção criminosa que domina parte das facções que atuam no Ceará. Em outra, a ameaça é ainda mais direta: “Vocês têm 24 horas pra irem embora do condomínio. Se desacredita, vamos pegar você na saída.” Há também inscrições com frases como “Todas informações de vocês cabueta e bala na cara”, indicando que os criminosos alegam ter conhecimento íntimo da rotina e dados pessoais das vítimas. As imagens que circulam nas redes sociais mostram o clima de pânico instaurado no bairro José de Alencar, onde ocorreu o episódio relatado. Moradores relatam que algumas famílias já deixaram o condomínio com urgência, temendo represálias. Até o momento da divulgação da denúncia, não há confirmação pública de prisão ou responsabilização definitiva dos autores. Em nota à imprensa, a SSPDS afirmou que “a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) segue investigando as circunstâncias de um caso de ameaça, ocorrido no bairro José de Alencar — Área Integrada de Segurança 7 (AIS-7) de Fortaleza”. A pasta ressaltou que “a PCCE reforça a importância de comunicar a denúncia por meio de um Boletim de Ocorrência (BO) em qualquer delegacia ou via Disque-Denúncia 181. O registro auxilia as diligências.” Segundo a SSPDS, o policiamento na região já foi reforçado, enquanto a delegacia do 14º Distrito Policial (14º DP) está encarregada dos trabalhos investigativos. A nota oficial ainda convida a população a colaborar com informações úteis para apuração do caso, garantindo sigilo e anonimato nas denúncias via Disque-Denúncia 181, WhatsApp da SSPDS (85) 3101-0181 ou pelo telefone (85) 3101-2944, da 14º DP.

Karina Michelin

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Às 12h de hoje, 3 de setembro, termina o ultimato dado pelo senador Carlos Viana a Davi Alcolumbre. O presidente do Senado tem até o meio-dia, no horário de Brasília, para dar o “encaminhamento institucional” exigido ao novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes. Se permanecer inerte, Viana anunciou que apresentará formalmente medidas para buscar o afastamento de Alcolumbre da Presidência da Casa - e afirmou que pedirá aos demais senadores o impeachment do próprio presidente. Até esta manhã, Alcolumbre não havia anunciado providência. Viana protocolou a denúncia em 1º de setembro, depois da divulgação do relatório da Polícia Federal com mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro. O senador sustenta que os elementos justificam a apuração de possível crime de responsabilidade e que o Senado não pode novamente enterrar o caso sem examiná-lo. Não se trata de condenar Moraes antecipadamente, mas de abrir o procedimento constitucional, preservar as provas e assegurar ao ministro o direito de defesa. O próprio Alcolumbre reconheceu que há 109 pedidos de impeachment contra ministros do STF acumulados no Congresso, mas não informou se encaminhará algum deles. É precisamente essa concentração de poder nas mãos do presidente da Casa que Viana decidiu confrontar. Pela Constituição, compete ao Senado processar e julgar ministros do Supremo por crimes de responsabilidade. Transformar essa competência em uma gaveta pessoal significa impedir que os demais senadores sequer exerçam suas prerrogativas. “Durante anos entregaram a chave do Senado. Chega”, escreveu Viana. Segundo ele, essa chave não pertence ao Supremo nem ao governo, mas ao povo brasileiro. O recado a Alcolumbre foi direto: “exerça a autoridade conferida ao Senado ou deixe a Presidência.” Ao meio-dia, o silêncio deixará de ser espera e passará a ser uma decisão política. Se Alcolumbre não der encaminhamento ao pedido contra Moraes, será ele o novo alvo formal anunciado por Carlos Viana. O presidente do Senado terá de escolher entre devolver à Casa a independência constitucional ou assumir publicamente que usa o cargo para bloquear qualquer investigação que alcance o Supremo.

Karina Michelin

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Simone Tebet precisa decidir se quer fazer política ou propaganda. Porque subir num palanque, declarar “guerra contra o fascismo e a família Bolsonaro” e, segundos depois, posar como dona exclusiva do patriotismo é, no mínimo, ridículo. Foi exatamente isso que aconteceu neste sábado, 5 de setembro, durante um comício de Lula na Praça Dom José Marcondes, no centro de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. Pouco depois, atacou os adversários por se dizerem patriotas e disse: “Quem defende o Brasil somos nós”. É preciso prestar muita atenção ao método. Tebet ainda repete uma mentira conveniente: diz que Bolsonaro “negou vacina no braço do povo brasileiro”. Ele não negou. Bolsonaro foi contra obrigar a população a se vacinar - o que é completamente diferente de impedir alguém de tomar vacina. Tebet sabe disso, mas apaga a diferença porque, se explicá-la, a narrativa cai por terra. Enquanto Tebet fala em patriotismo, Brasil e verde e amarelo, o que se vê no enquadramento do próprio comício é uma militância quase inteiramente vestida de vermelho. A bandeira brasileira aparece praticamente isolada no meio da cena. Isso, evidentemente, expõe uma contradição caricata entre a retórica no microfone e aquilo que os olhos estão vendo. A candidata ao Senado por São Paulo, mistura opinião política, acusações sobre a pandemia, responsabilidade por mortes, tarifas internacionais, empregos, indústria e agro como se tudo fosse uma sequência de verdades indiscutíveis. Simone Tebet, nesta cena patética, está ensinando à militância (desprovida de intelecto) quem deve ser odiado, quem pode ser perseguido, quem pode ser chamado de patriota e em quem deve votar. E quanto mais o governo Lula precisa dizer ao povo quem são os “verdadeiros patriotas”, mais necessário se torna olhar para a realidade e acreditar no que os próprios olhos estão vendo.

Karina Michelin

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