
Karina Michelin
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Journalist, International Correspondent
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O jornalista Lourival Sant’Anna, da CNN Brasil, trouxe uma informação sobre o que estaria sendo articulado nos bastidores de Washington após as eleições brasileiras e a saída de Flávio Bolsonaro do país. Segundo Lourival, o Departamento de Estado americano já possui um dossiê sobre o Brasil, reunindo suspeitas de corrupção envolvendo ministros do STF, abusos de poder judicial, prisões e condenações consideradas desproporcionais, incluindo o caso de Jair Bolsonaro. O relatório também contemplaria a controversa decisão de Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação no segundo turno das eleições presidenciais de forma inédita e monocrática, e a determinação de Alexandre de Moraes de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro, 7 minutos após o anúncio de sua derrota. Mas o conteúdo seria ainda mais abrangente; suspeitas de infiltração do crime organizado e do narcotráfico nas instituições brasileiras também integrariam esse quadro. Lourival afirma que, na avaliação atribuída ao governo Trump, Flávio Bolsonaro teria vencido as eleições e que Washington buscaria estabelecer conexões entre as suspeitas de fraude eleitoral no Brasil e os democratas americanos. Flávio Bolsonaro deixou o país, em circunstâncias extraordinárias, e Donald Trump afirmou que irá conceder vistos ao senador e à sua família. Uma investigação da Reuters, publicada em 24 de outubro, já havia identificado articulações de integrantes do Departamento de Estado envolvendo sanções e pressões sobre autoridades brasileiras. Agora, segundo Lourival, o conjunto de informações reunidas por Washington poderia fundamentar medidas coercitivas contra o Brasil, tanto no campo econômico quanto no militar.
Karina Michelin325,080 views • 5 days ago

Um áudio divulgado pelo Metrópoles neste sábado, 31 de outubro, atribuído a Fábio Primo, dirigente do Sindicato dos Rodoviários de Salvador, revela uma operação organizada de adesivagem de ônibus no segundo turno das eleições, em 25 de outubro. Na gravação, o sindicalista orienta integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), entidade historicamente ligada à extrema-esquerda, a assumir a responsabilidade pelas garagens. O sindicalista determina que sejam adesivados especificamente os ônibus que sairiam das garagens. A gravação comprova a organização deliberada da adesivagem. A Prefeitura de Salvador atribuiu atrasos na liberação de veículos à retirada de propaganda eleitoral irregular, com adesivos de Lula, afixada nos ônibus. Naquele mesmo domingo, artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil mobilizaram as redes sociais, denunciando suposto boicote ao transporte e defendendo a extensão da votação até as 19 horas. O PT também acionou a Justiça Eleitoral, alegando dificuldades de deslocamento dos eleitores. Na sequência, Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal de Lula e ministro do STF, prorrogou a votação por duas horas, inicialmente em todo o país, depois apenas nas seções ainda abertas. Uma sequência de acontecimentos que aponta para a “suspeita” de uma articulação política deliberada: uma operação sindical previamente organizada, uma crise no transporte utilizada para pressionar a Justiça Eleitoral e uma prorrogação inédita da votação, com artistas di lulopetismo pressionando pela extensão do horário. O artigo 219 do Código Eleitoral impede que uma nulidade beneficie quem lhe deu causa. O artigo 220, III, prevê a nulidade da votação realizada fora do horário designado, embora sua aplicação dependa da análise da decisão judicial. O áudio revela uma operação organizada, mas, como o país se tornou refém do lulopetismo, quem irá investigar e esclarecer essa operação deliberada para produzir a crise que fundamentou a intervenção do STF? Fica a pergunta retórica.
Karina Michelin32,804 views • 1 day ago

Magistrados do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) descobriram pela IMPRENSA, durante uma sessão transmitida ao vivo, que o ministro Cristiano Zanin, do STF, havia determinado a prorrogação da votação até as 19h deste domingo, 25 de outubro. Isso mesmo! Os próprios juízes eleitorais não sabiam oficialmente que as regras haviam mudado! O horário de votação terminava às 17h. Urnas já estavam sendo encerradas quando veio a determinação de ampliar o prazo em duas horas! O juiz Domingos Moutinho pediu esclarecimentos. A desembargadora Maria Filomena de Almeida Buarque reagiu perplexa: “Como administrar isso?” E questionou como avisar aos eleitores que haviam desistido de votar após as 17h que agora poderiam retornar. A assessoria confirmou: nenhuma comunicação oficial havia chegado ao tribunal! O presidente do TRE-PA acabou suspendendo a sessão. E tudo isso sob a justificativa de problemas no transporte de eleitores, enquanto circulavam denúncias de ônibus adesivados com propaganda do próprio PT. Essa sucessão de episódios é grave demais para ser tratada como simples desorganização. A regra do jogo foi alterada durante a partida! E o vídeo mostra que nem os próprios magistrados sabiam como administrar as consequências! Chamar tudo isso de simples desorganização é minimizar a gravidade do que aconteceu! Estamos diante de uma intervenção extraordinária no processo eleitoral, com regras alteradas em plena votação, magistrados surpreendidos e tribunais sem comunicação oficial naquele momento. É inadmissível que uma eleição presidencial seja conduzida sob tamanha insegurança institucional! A suspeita de interferência deliberada não pode ser varrida para debaixo do tapete. Quem tomou essas decisões precisa explicar, com documentos e provas, por que elas foram adotadas, quem foi beneficiado e quais consequências tiveram sobre o resultado. E, se essas explicações não forem apresentadas após o resultado desta eleição, que assumam, de uma vez por todas, que estamos oficialmente vivendo sob um regime totalitário e ditatorial!
Karina Michelin223,973 views • 7 days ago

Donald Trump acaba de fazer uma declaração explosiva sobre a eleição presidencial brasileira nesta quinta-feira, 29 de outubro, após autorizar a entrada de Flávio Bolsonaro e sua família nos Estados Unidos. “Foi uma grande vergonha para o povo do Brasil!”, declarou o presidente americano, ao comentar o processo eleitoral que garantiu a permanência de Lula no poder. Trump revelou ainda um detalhe importante: o próprio Lula teria pedido que ele não tomasse partido durante a disputa presidencial. “Eu assisti à eleição. Não tomei partido. Deixei rolar. O presidente, o atual presidente, me pediu para não tomar partido. Não tomei partido. Mas, quando vi o que aconteceu no Brasil, foi uma vergonha.” O presidente americano também apontou para o colapso do mercado financeiro brasileiro após o resultado eleitoral. “O mercado diz isso. Basta dar uma olhada no mercado. O mercado deles despencou. Achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil.” O que Lula apresenta ao mundo como uma vitória democrática já enfrenta questionamentos públicos do presidente dos Estados Unidos. Em contrapartida, a China, principal parceira comercial do Brasil e aliada estratégica de Lula, saiu em defesa do resultado anunciado pelo TSE. Xi Jinping felicitou o petista e defendeu o aprofundamento da parceria entre os dois países. Enquanto Lula invoca a “soberania nacional” e afirma que o Brasil não é quintal de ninguém, Pequim reafirma seu apoio diplomático à continuidade de seu governo. De um lado, Trump denuncia uma eleição vergonhosa; do outro, o regime chinês reconhece o resultado e celebra a parceria com Lula.
Karina Michelin107,303 views • 4 days ago

O deputado federal Jilmar Tatto, do PT de São Paulo, fez uma declaração gravíssima na tribuna da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 27 de outubro. Não apenas defendeu que Jair Bolsonaro volte ao cárcere, como anunciou novas prisões de opositores políticos, afirmando possuir informações da Polícia Federal. “Eu tenho informação da Polícia Federal que vai prender muito bolsonarista. A Polícia Federal tem todas as informações. Muito mais gente vai ser presa nesse país.” Prestem atenção na gravidade dessas palavras! Um parlamentar do partido que controla o governo federal afirma ter conhecimento antecipado de futuras prisões de adversários políticos. Desde quando deputados governistas recebem informações privilegiadas sobre operações policiais? Quem transmitiu essas informações? E por que um parlamentar do PT anuncia publicamente quem será preso? A declaração acontece em meio à escalada de medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro, que denunciou perseguição política e deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos. O principal nome da oposição deixa o país, enquanto um deputado do partido de Lula e o próprio partido de Lula anuncia que outros bolsonaristas serão presos. É esse o cenário político que o Brasil enfrenta após as eleições presidenciais de 2026. A Polícia Federal é uma instituição de Estado, não uma polícia partidária. Não existe autorização constitucional para transformar investigações em instrumentos de intimidação política, muito menos para antecipar prisões como se fossem decisões tomadas em reuniões de partido. O Brasil de Lula virou uma ditadura, e isso não aconteceu da noite para o dia. Há anos denunciamos os abusos de poder, a perseguição política, a censura e o avanço autoritário sobre as instituições. Há anos alertamos para esta catástrofe, infelizmente chegamos a consolidação de um regime que já não esconde sua disposição de silenciar, intimidar e eliminar politicamente seus adversários. O que antes denunciávamos como ameaça agora se apresenta diante dos nossos olhos como uma realidade.
Karina Michelin145,235 views • 5 days ago

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, negou neste sábado, 31 de outubro, que o governo Trump tenha ajudado Flávio Bolsonaro a deixar o Brasil, após Alexandre de Moraes determinar a apreensão de seus passaportes e proibir sua saída do país. Durante coletiva no G20, em Atlanta, Rubio confirmou que Trump autorizou a entrada de Flávio e sua família nos Estados Unidos. “Ele já possuía um visto, e o presidente tomou a decisão de permitir que ele entrasse no país. Mas não estivemos envolvidos em nenhum dos preparativos que ele fez para deixar o país”. A declaração ocorre após o The New York Times revelar que Jason Miller, conselheiro de Trump, teria providenciado o avião de Flávio entre a Argentina e Miami, com escala no Equador. O exílio de Flávio - obviamente- provocou reação no Congresso americano; um grupo de 25 democratas exigiu explicações de Rubio sobre a possível participação de autoridades dos EUA na operação. O prazo é 13 de novembro. Em seu primeiro pronunciamento fora do Brasil, Flávio denunciou perseguição judicial, contestou as eleições e afirmou ter decidido sair com a esposa, sem conhecimento prévio de terceiros. O Itamaraty de Lula convocou uma representante argentina para esclarecer a passagem de Flávio pelo país. Buenos Aires contestou a versão brasileira sobre o pedido de explicações. Nesse cenário, Rubio e o chanceler de Lula, Mauro Vieira, encontraram-se sexta-feira na reunião ministerial do G20, em Atlanta. Os dois conversaram brevemente e acertaram uma reunião bilateral antes da cúpula de dezembro. Segundo relatos diplomáticos, o caso Flávio Bolsonaro não foi discutido. Trump criticou publicamente o processo eleitoral brasileiro e autorizou a entrada de Flávio, mas seu governo nega participação direta na saída do senador. Até este sábado, 31 de outubro, não há confirmação de reconhecimento oficial da vitória de Lula da Silva pela Casa Branca, tampouco pelo governo argentino de Javier Milei. Um silêncio diplomático que ganha ainda mais relevância diante dos questionamentos sobre a legitimidade do processo eleitoral brasileiro.
Karina Michelin33,368 views • 1 day ago

A declaração feita por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante uma entrevista explosiva exibida pela CNN Brasil neste sábado, 17 de outubro, enterra de vez a reeleição de Lula. Investigada pela Polícia Federal, ela rompeu publicamente com o presidente e anunciou que pretende fazer uma delação premiada: “Não vou poupar ninguém, nem Lula, nem seu filho.” Roberta afirma receber cerca de 50 ameaças de morte por dia e diz que suas duas filhas também foram ameaçadas. Responsabiliza Lula por ter colocado um alvo sobre ela ao chamá-la de “pilantra” e compará-la a Daniel Vorcaro em entrevistas. “Qualquer coisa que acontecer comigo ou com as minhas filhas vai ter a digital do presidente da República, vai ter a mão do presidente da República, vai ter o X de sangue que ele fez na minha testa”. O confronto ganhou força quando Lula disse publicamente que não conhecia Roberta, embora existam diversas fotografias dos dois. Sua campanha alegou que fotos não demonstram relação pessoal ou profissional. Agora, a empresária afirma que Lulinha frequentava reuniões com ministros, inclusive na casa de Camilo Santana, e chamou o presidente de “grande mentiroso”. A entrevista ocorre em meio a inquéritos ligados à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS e suspeitas de tráfico de influência envolvendo Roberta, Lulinha e integrantes do governo. Roberta afirma ter informações além das mensagens de WhatsApp e disse estar disposta a colaborar com a Polícia Federal, respeitadas as restrições judiciais. Roberta Luchsinger e suas filhas precisam de proteção imediata. Lula, que faz campanha dizendo proteger as mulheres, fere mais uma vez todos os princípios da moralidade ao atacar uma delas. A candidatura de Lula, a reeleição de Lula, morre aqui, diante da gravidade dessas declarações.
Karina Michelin231,663 views • 15 days ago

Camilo Santana, Guilherme Boulos, Edinho Silva e integrantes da campanha petista foram ao TSE protagonizar o que Roberta Luchsinger chamou de “teatro”: exibiram documentos, anunciaram a entrega de sigilos e mostraram pendrives diante das câmeras. Mas a própria Roberta, citada na operação, afirma que jamais autorizou a utilização de seus dados. No vídeo, Boulos anuncia cartões corporativos, registros do Palácio do Planalto, procurações, informações do Instituto Lula, agendas, planos de voo e arquivos digitais. “Todas as informações foram pedidas ao presidente Lula, foram entregues aqui agora”. A reação de Roberta é de fúria e indignação: “Eu não autorizei nada, não faço parte dessa patifaria, não faço parte desse teatro.” Ela afirma que ninguém a consultou, que seus dados estão relacionados a inquéritos sob segredo de Justiça e questiona quem teria autorizado o acesso a informações tão sensíveis. “Eu quero saber quem autorizou, quem deu ordem pra essa gente levar documentos tão sensíveis meus pra um teatro desse daí.” A questão é jurídica e objetiva: Lula pode autorizar a divulgação de seus próprios dados, mas não pode, por sua vontade, afastar o sigilo bancário, fiscal ou telefônico de terceiros. Isso exige autorização válida do titular ou fundamento legal específico. Roberta afirma que sequer foi comunicada e anuncia medidas com seus advogados, mencionando a Polícia Federal e o STF. Na reta final das eleições, o PT anuncia “transparência” enquanto Roberta Luchsinger denuncia o uso não autorizado de seus dados sigilosos. O episódio levanta uma acusação grave: a de que a campanha petista esteja explorando a controvérsia para fabricar um factoide contra Flávio Bolsonaro e criar obstáculos à sua candidatura.
Karina Michelin116,324 views • 10 days ago

O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, repudiou a tentativa de Lula de associar Flávio Bolsonaro à morte de uma criança durante o debate presidencial da Band, no domingo, 18 de outubro. A controvérsia envolve um princípio fundamental da Justiça brasileira: o direito constitucional à defesa. Lula confrontou Flávio por ter atuado como advogado de um policial militar acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por disparos de arma de fogo em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, no Rio de Janeiro. A tragédia ocorreu durante uma ação policial. A PM alegou que seus agentes reagiram a tiros de criminosos armados, versão contestada por familiares da criança. O policial Bruno Dias Delaroli foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio com dolo eventual. O caso chegou à Justiça, mas, até hoje, o policial não foi julgado pelo Tribunal do Júri. Flávio Bolsonaro integrou a defesa do policial entre 2022 e 2024. Sua ligação com o processo decorre exclusivamente do exercício profissional da advocacia. A OAB ressaltou seu dever de proteger as prerrogativas dos advogados, independentemente de disputas eleitorais. André Janones mobilizou os militantes de seu “Exército do Lula”, orientando-os a realizar buscas no Google e divulgar associações entre Flávio Bolsonaro, a morte de Ana Clara e expressões como “miliciano” e “Comando Vermelho”. A estratégia buscou vincular politicamente o candidato a um crime do qual não é acusado, explorando sua atuação como advogado do policial investigado. Trata-se de uma associação enganosa, que confunde deliberadamente o exercício do direito de defesa com a autoria de um crime. A morte de Ana Clara exige justiça e responsabilização de quem for considerado culpado. Mas atribuir a um advogado os crimes imputados ao cliente é confundir defesa técnica com responsabilidade penal. Se até o direito de defesa passar a ser criminalizado por conveniência eleitoral, estaremos diante de mais uma afronta gravíssima à Constituição e às próprias garantias da Justiça brasileira, que já estão sob ataque.
Karina Michelin155,769 views • 13 days ago

Uma grave crise institucional tomou conta da Polônia nesta sexta-feira, 30 de outubro. Policiais antimotim foram mobilizados no Tribunal Constitucional, em Varsóvia, enquanto uma disputa pelo controle da Corte provoca confrontos e acusações de golpe de Estado. No centro da crise está Anna Korwin-Piotrowska, magistrada eleita pela maioria governista globalista, mas não empossada pelo presidente conservador Karol Nawrocki. Na Polônia, os juízes constitucionais são eleitos pelo Parlamento, mas devem ser empossados pelo presidente da República. A magistrada realizou a cerimônia no Parlamento, sem a presença do presidente, em um procedimento considerado um golpe dos globalistas. A magistrada assumiu a direção do tribunal à força e determinou a suspensão, por um mês, do presidente Bogdan Święczkowski e do vice-presidente da Corte, Bartłomiej Sochański, ambos conservadores, o que provocou revolta na população. A disputa envolve o primeiro-ministro Donald Tusk, ex-presidente do Conselho Europeu e globalista, politicamente alinhado a Bruxelas, e o presidente da República, Nawrocki, aliado dos conservadores do partido Lei e Justiça (PiS). Desde 2023, Tusk busca reverter reformas judiciais dos governos conservadores e impor a agenda globalista, incluindo aborto e fronteiras abertas à imigração. Entretanto, cabe ao Tribunal Constitucional decidir se as leis respeitam a Constituição. Em meio à tentativa de golpe, Tusk escreveu: “Restaurar o império da lei é nosso dever”, defendendo uma ação determinada. A oposição denuncia um golpe institucional. Tusk teria esperado o presidente embarcar em um voo para agir. Até juristas críticos do PiS questionam a base legal utilizada para afastar os dirigentes. O presidente Nawrocki estava em um voo com destino ao Senegal e teve de retornar ao país. O controle do Tribunal Constitucional tornou-se o epicentro de uma disputa que coloca à prova a separação dos Poderes na Polônia. O que os globalistas querem é reproduzir o modelo de ditadura do judiciário brasileiro, marcado pelo protagonismo político dos tribunais e pela interferência nos demais Poderes. O Brasil é o laboratório desse projeto nefasto de poder.
Karina Michelin28,231 views • 2 days ago

A repórter da Rádio AuriVerde Brasil, Déborah Sena, foi abordada por policiais legislativos armados nesta sexta-feira, 30 de outubro, durante uma transmissão ao vivo na área externa do Anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília. A intervenção ocorreu após funcionárias da Câmara tentarem abordá-la enquanto realizava seu trabalho. Dois policiais armados chegaram ao local, e um deles interrompeu a transmissão ao vivo para questionar sua autorização e identificação, apesar de a profissional possuir credenciamento do Congresso Nacional. No Congresso desde as 8h da manhã e portando credencial de imprensa, a jornalista Débora Sena foi surpreendida com questionamentos sobre sua autorização para trabalhar. “Eu sou livre pra exercer o meu trabalho”. Débora anunciou que registraria mais um boletim de ocorrência contra os envolvidos. É estarrecedor que, dentro do próprio Congresso Nacional, uma jornalista precise defender seu direito constitucional de informar diante de agentes de segurança de uma instituição que deveria garantir, e não constranger, o exercício da liberdade de imprensa. Minha total solidariedade à colega Débora Senna, profissional de excelência que realiza um trabalho excepcional nos bastidores de Brasília. A Câmara dos Deputados deve explicações! Até o momento, não foi localizada nenhuma manifestação oficial da instituição esclarecendo o episódio, tampouco uma nota pública de repúdio ao constrangimento denunciado pela jornalista. A liberdade de imprensa não é favor de autoridade, muito menos privilégio sujeito à conveniência de quem ocupa o poder. Esse tipo de constrangimento não pode ser tolerado!
Karina Michelin26,910 views • 2 days ago

André Janones, um dos principais operadores da guerra digital de Lula, foi internado na UTI do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar uma arritmia cardíaca depois do debate presidencial deste domingo, 18 de outubro, na Band. Segundo o jornalista Matheus Leitão, do Metrópoles, o deputado está clinicamente estável, sob os cuidados da cardiologista Ludhmila Hajjar. A notícia chega em meio a uma das campanhas digitais mais agressivas desta eleição. Janones, que transformou o confronto político nas redes sociais em método de atuação, criou o chamado “Exército do Lula”, uma estrutura de mobilização pelo WhatsApp que reuniu milhões de seguidores para impulsionar mensagens favoráveis a Lula e confrontar adversários, inclusive por meio da disseminação de desinformação. Janones se tornou um dos rostos mais conhecidos da militância digital petista, apostando na provocação, nos ataques pessoais e na radicalização do discurso. A estratégia é conhecida: transformar a disputa eleitoral em uma batalha permanente nas redes, na qual a repercussão frequentemente vale mais do que a qualidade da informação. É uma forma de fazer política que merece ser examinada e contestada, sobretudo quando envolve milhões de brasileiros expostos diariamente a conteúdos falsos de campanha. Agora, a seis dias do segundo turno, o deputado está internado. A gravidade exata da arritmia não foi divulgada, e não há evidências de que a tensão eleitoral tenha provocado o problema cardíaco. A condição de saúde de Janones exige o respeito que ele próprio não demonstrou pelo bolsonarismo quando afirmou que essa “raça deveria ser extirpada da Terra”.
Karina Michelin122,100 views • 14 days ago

Soraya Thronicke pode procurar culpados, falar em “interferência” e fabricar a narrativa que quiser para explicar o resultado. Existe, porém, um personagem que ela não consegue retirar dessa história: o eleitor. E foi justamente ele quem lhe deu a resposta mais devastadora nas urnas. Eleita em 2018 com 373.712 votos, vendendo-se como “a senadora do Bolsonaro”, Soraya chegou ao Senado carregada pela onda bolsonarista. Depois, rompeu com Bolsonaro, virou adversária do grupo que a projetou, disputou a Presidência, trocou de partido e terminou 2026 no PSB, legenda da base de Lula. O resultado dessa extraordinária escalada de conveniências políticas veio nas urnas: quarto lugar, com 13,07% dos votos válidos. As duas vagas de Mato Grosso do Sul foram conquistadas pelo PL, justamente o partido de Bolsonaro: Reinaldo Azambuja teve 34,64% e Capitão Contar, 32,82%. Soraya conseguiu ficar atrás até do petista Vander Loubet, com 13,88%. É difícil imaginar uma resposta eleitoral mais avassaladora possível. Na CPMI do INSS, Soraya e Lindbergh Farias levaram à Polícia Federal uma gravíssima acusação falsa contra Alfredo Gaspar, então relator da comissão e hoje vice de Flávio Bolsonaro. Soraya também adotou uma linha duríssima contra os presos e acusados pelos atos de 8 de janeiro, classificando-os reiteradamente como golpistas. Agora, derrotada, apresenta sua própria leitura sobre “interferência”. Soraya chegou ao Senado nas costas do bolsonarismo, virou as costas para o bolsonarismo e terminou vendo o eleitor entregar as duas vagas exatamente ao campo político que ela abandonou. Não foi o bolsonarismo que desapareceu das urnas de Mato Grosso do Sul. Foi você, Soraya Thronicke.
Karina Michelin230,330 views • 28 days ago

Há algo profundamente emocionante acontecendo nestas eleições. Brasileiros que atravessaram quase um século de história fazem questão de exercer seu direito ao voto, movidos pela esperança de ver mudanças no país. Flávio Callegari, de 96 anos, é um desses exemplos. Ex-prefeito de Atibaia, no interior de São Paulo, entre 1993 e 1996, ele protagoniza um vídeo comovente publicado por sua neta, a advogada Renata Callegari. Segundo Renata, o avô enfrentou recentemente um grave problema de saúde: passou uma semana hospitalizado, três dias deles na UTI. Mesmo fragilizado, conversou com os médicos e implorou para receber alta a tempo de votar no primeiro turno. Agora, às vésperas do segundo turno, faz questão de voltar às urnas. Nem a chuva, o cansaço ou as dificuldades de locomoção diminuem sua determinação - ele ainda quer ver o Brasil mudar. É impossível não se emocionar diante de um homem que viveu quase um século, acompanhou tantas transformações políticas e continua acreditando no poder do voto. Esse video nos leva a uma reflexão: quantos brasileiros passaram a vida esperando pelas mudanças que lhes foram prometidas? Quantas gerações carregam essa mesma esperança? Essa mobilização merece ser registrada e documentada. Não apenas pelo contexto eleitoral, mas pelo significado humano de ver idosos, mesmo diante de limitações físicas, determinados a participar das decisões do país. Aos 96 anos, quando o voto já não é obrigatório, Flávio Callegari faz questão de exercer sua cidadania. Há algo profundamente tocante em alguém que, depois de quase um século de vida, ainda espera testemunhar um Brasil diferente.
Karina Michelin60,714 views • 8 days ago

📌CRIADORA DO CHATGPT EXPÕE OPERAÇÃO RUSSA PRÓ-LULA: O QUE BRASÍLIA SABIA SOBRE A INTERFERÊNCIA? Uma investigação da OpenAI revelou uma operação clandestina de origem russa que utilizava inteligência artificial, identidades falsas e um instituto de pesquisas de fachada para influenciar o debate político na América Latina. Entre os materiais identificados pelo jornalista David Agape estavam estudos favoráveis a Lula e críticos ao governo Bolsonaro. A operação, chamada Dark Clark, envolvia a produção de pesquisas com aparência acadêmica e o recrutamento de profissionais para divulgá-las na imprensa. Mas há outros acontecimentos que merecem atenção. Em 4 de agosto, exatamente dois meses antes das eleições, Lula recebeu Nikolai Patrushev, ex-diretor do serviço de segurança russo (FSB) e homem próximo de Vladimir Putin. O encontro não constava da agenda presidencial. Patrushev também se reuniu com autoridades brasileiras e visitou instalações militares e de pesquisa. Em setembro, a Reuters revelou que a inteligência brasileira havia discutido com delegações europeias suspeitas de interferência eleitoral envolvendo os Estados Unidos e a Rússia. E aqui está a contradição que Brasília precisa explicar. Lula denuncia possíveis interferências americanas, invoca a soberania nacional e exige respeito às eleições. Mas, diante das suspeitas envolvendo a Rússia, o que o governo brasileiro tem a esclarecer? Reprodução: Auri Verde Brasil
Karina Michelin137,933 views • 19 days ago

O eurodeputado polonês Dominik Tarczyński denuncia uma ofensiva do governo globalista de Donald Tusk para assumir o controle do Tribunal Constitucional, uma das mais altas cortes da Polônia, em meio a uma grave crise institucional. Tarczyński afirma que o objetivo dos globalistas ultrapassa o Judiciário; substituir o zloty, moeda nacional polonesa, pelo euro, transferir reservas de ouro para Frankfurt, flexibilizar as fronteiras para receber imigrantes e impedir que a Justiça bloqueie decisões do governo antes das eleições de 2027. Segundo o parlamentar conservador, a ofensiva atende a interesses alemães e faz parte de uma agenda globalista. A crise explodiu na sexta-feira, 30 de outubro, quando Anna Korwin-Piotrowska, eleita magistrada pela maioria parlamentar governista, anunciou que assumia a direção do Tribunal Constitucional e determinou o afastamento, por um mês, do presidente Bogdan Święczkowski e do vice-presidente da Corte Bartłomiej Sochański. A legitimidade da magistrada é contestada porque ela não prestou juramento perante o presidente conservador Karol Nawrocki. A direção anterior da Corte rejeitou suas decisões e denunciou uma tentativa de golpe de Estado. Policiais antimotim foram mobilizados, o presidente Nawrocki interrompeu uma viagem oficial à África e retornou imediatamente a Varsóvia. As imagens mostram o presidente da República enfrentando resistência para entrar no próprio Tribunal Constitucional. Após o confronto na entrada, conseguiu acessar o edifício. Dentro da Corte, outra cena expôs a ruptura institucional. Korwin-Piotrowska afirmou: “Somos juízes do Tribunal Constitucional”. Nawrocki respondeu: “Vocês não são juízes do Tribunal Constitucional”. Tusk sustenta que está restaurando a legalidade após anos de interferência política no Judiciário. O que está em disputa é o controle do tribunal responsável por julgar a constitucionalidade das leis e limitar os poderes do Estado. A Polônia, que enfrentou décadas de domínio comunista, volta a viver uma disputa decisiva na geopolítica mundial.
Karina Michelin15,633 views • 2 days ago

📌🚨TERRORISMO ELEITORAL: APOIADORES DE BOLSONARO SOFREM AMEAÇAS E ATAQUES PELO BRASIL Ameaças de morte, facções criminosas, eleitores intimidados e violência política. Até onde isso vai chegar? Enquanto o Brasil se prepara para decidir seu futuro nas eleições de 2026, uma sequência alarmante de denúncias revela brasileiros ameaçados por declarar apoio a Flávio Bolsonaro. No Amazonas, um eleitor é ameaçado de violência e expulsão de casa caso não peça votos para Lula. Em Santa Catarina, mensagens atribuídas a uma facção criminosa exigem apoio ao candidato petista. Em Mato Grosso, denúncias de coação eleitoral provocam uma operação policial. Em Itapema, um homem é esfaqueado após uma discussão iniciada por uma música de campanha. E, no Sertão de Pernambuco, Fred Williams, empresário que participou de uma mobilização pró-Bolsonaro, é assassinado semanas depois de ter sua caminhonete incendiada. Nesta vídeo-reportagem, reunimos imagens, depoimentos, denúncias e informações de investigações policiais sobre episódios que expõem uma ameaça gravíssima ao exercício da cidadania. O voto pertence ao cidadão e não ao crime organizado. Não pertence a quem ameaça, persegue ou tenta silenciar pela força. E nem poderá pertencer JAMAIS, a quem impõe o medo como instrumento para se perpetuar no poder. Assista à reportagem completa e compartilhe. Reprodução: Auri Verde Brasil
Karina Michelin74,649 views • 15 days ago

Na noite desta sexta-feira, 30 de outubro, Flávio Bolsonaro fez seu primeiro pronunciamento após deixar o Brasil e buscar refúgio nos Estados Unidos. Longe do país, mas disposto a permanecer na liderança da oposição, traçou um cenário sombrio para os próximos anos e anunciou sua estratégia de resistência política. “Eu não saí do Brasil. Eu saí pelo Brasil”, afirmando que, se permanecesse no país, poderia se tornar mais uma voz silenciada, como aconteceu com seu pai, preso político, Jair Bolsonaro. Uma das denúncias mais graves envolve as negociações utilizando a liberdade do ex-presidente como moeda de troca. Flávio classificou essas tentativas como “nojentas” e acusou o sistema de destruir famílias para preservar o próprio poder. Também denunciou a captura das instituições, questionou a atuação da PGR e afirmou não confiar na imparcialidade do STF e do TSE. Na economia, sua previsão é catastrófica. Segundo Flávio, Lula enfrentará um dilema: adotar medidas radicais que contrariam suas convicções ou cumprir promessas que acelerarão a quebra do país. Flávio acredita que o desgaste econômico poderá derrubar o governo antes do previsto. Diante desse cenário, apontou o Congresso Nacional, especialmente o Senado, como a principal trincheira de resistência e anunciou apoio a Rogério Marinho para presidir a Casa, descartando qualquer possibilidade de manter David Alcolumbre. Flávio admite estar disposto a disputar novamente a Presidência da República, caso necessário. “Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso.” A frase revela uma aposta política; a possibilidade de uma crise econômica jamais vista capaz de antecipar a próxima eleição. Do alto do exílio, Flávio procura transformar seu afastamento do Brasil em uma nova plataforma de liderança. Não anuncia uma retirada, mas, pelo contrário, a continuidade do confronto político. E deixa uma mensagem aos 60 milhões de brasileiros que votaram nele: “O jogo não acabou.”
Karina Michelin10,975 views • 2 days ago

📌CAOS ELEITORAL! ZANIN PRORROGA VOTAÇÃO APÓS FECHAMENTO DAS URNAS E TSE SUSPENDE APURAÇÃO! É INACREDITÁVEL! O ministro Cristiano Zanin, do STF, determinou a prorrogação da votação em todo o Brasil, atendendo a um pedido da coligação de Lula, quando urnas já haviam sido encerradas, boletins emitidos e a apuração iniciada! Segundo relatos recebidos diretamente de mesários, alguns já tinham deixado seus postos. E o TSE precisou suspender a totalização dos votos! Agora expliquem: como se muda o horário de uma eleição presidencial quando parte das seções já encerrou seus trabalhos? Se os problemas eram localizados, por que a decisão atingiu o país inteiro? Quem autorizou essa mudança? Como ela foi executada? O que aconteceu com as urnas já encerradas? É uma confusão de proporções nacionais, que exige explicações imediatas sobre a segurança jurídica e a regularidade do pleito. O Brasil não pode ficar sem respostas diante de uma decisão dessa gravidade!
Karina Michelin36,341 views • 7 days ago