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Karina Michelin

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Journalist, International Correspondent

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A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira. Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil. Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual. Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador. Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro. A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional. O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas. A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.

A Suprema Corte de Cassação da Itália acaba de impor uma das mais duras derrotas internacionais já sofridas pela Justiça brasileira. Em uma sentença histórica, a mais alta corte criminal do país anulou a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli e determinou sua libertação imediata, concluindo que havia elementos concretos capazes de comprometer a imparcialidade do processo que levou à sua condenação no Brasil. Os magistrados italianos concluíram que Alexandre de Moraes acumulou funções incompatíveis com as garantias fundamentais exigidas em um Estado de Direito. A decisão descreve uma situação em que o mesmo magistrado aparece simultaneamente como pessoa atingida pelos fatos investigados, responsável por medidas cautelares, participante das decisões de mérito, emissor de ordens de prisão e agente envolvido em etapas posteriores da execução processual. Para a Corte italiana, essa sobreposição de funções é suficiente para gerar dúvidas objetivamente justificadas sobre a imparcialidade do julgador. Os juízes afirmam que houve uma “macroscópica violação do direito de defesa” e que a ausência das garantias de imparcialidade comprometeu o núcleo essencial do devido processo legal. Em outro trecho contundente, a Corte conclui que ocorreu a violação de uma garantia constitucional fundamental e irrenunciável, tornando inviável a entrega de Carla Zambelli ao Estado brasileiro. A Corte não analisou a inocência ou a culpa da ex-deputada nem revisou o mérito das acusações. O que decidiu foi algo igualmente grave - o processo apresentado pelo Brasil não oferecia garantias suficientes para justificar uma extradição internacional. O significado histórico da decisão é inequívoco. Uma Suprema Corte europeia rejeitou formalmente uma extradição ao Brasil por entender que garantias fundamentais de imparcialidade judicial foram comprometidas. A discussão sobre os limites do poder exercido por Alexandre de Moraes acaba de deixar de ser um debate exclusivamente brasileiro. Agora, tornou-se também uma questão examinada por uma das mais importantes cortes de justiça da Europa, graças ao trabalho dos advogados italianos Pieremilio Sammarco e Angelo Alessandro Sammarco.

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A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

A Corte Suprema de Cassação italiana encerrou nesta sexta-feira, 22 de maio, o processo que analisava a extradição da ex-deputada brasileira e a decisão acabou derrubando sua permanência na prisão. O caso se transformou em um dos episódios diplomáticos e políticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos, envolvendo diretamente acusações de perseguição política, questionamentos sobre o STF e debates sobre garantias fundamentais no Brasil. A defesa sustentava que Zambelli não teve acesso a um julgamento imparcial e que existiriam riscos concretos caso fosse enviada ao sistema prisional brasileiro. A decisão representa uma derrota extremamente simbólica para setores que pressionavam pela extradição imediata da ex-deputada e abre agora uma nova fase jurídica e política dentro do território italiano. O caso repercute fortemente nos bastidores diplomáticos entre Roma e Brasília. Carla Zambelli deixará a prisão nas próximas horas - Carla está livre!!!

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O Ministério da Saúde de Alexandre Padilha, sancionado pelo governo americano por seu papel no programa Mais Médicos, classificado pelos EUA como um esquema de exploração do trabalho de médicos cubanos, suspendeu temporariamente a aplicação da Butantan-DV, vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, após o registro de 42 eventos adversos graves entre cerca de 500 mil doses aplicadas. Duas mortes ocorridas após a vacinação também estão sob investigação. A decisão chama atenção porque o próprio Padilha esteve em Botucatu, interior de São Paulo, para lançar pessoalmente a campanha de vacinação em massa com a Butantan-DV. Na ocasião, o ministro apresentou a vacina como uma “conquista histórica” e transformou a cidade em uma “vitrine nacional do programa”. O projeto fazia parte de uma estratégia-piloto do Ministério da Saúde para avaliar o impacto do imunizante em larga escala antes de sua expansão para o restante do país. Agora, diante dos eventos adversos graves e das mortes sob investigação, o discurso oficial mudou. As autoridades afirmam que ainda não há comprovação de nexo causal entre os casos e a vacina - a investigação segue em andamento. É claro que toda apuração deve ser feita com rigor técnico. Mas também é legítimo perguntar: onde está a mesma convicção demonstrada quando a vacina era promovida como um sucesso incontestável? Durante a pandemia de Covid-19, a população ouviu inúmeras vezes que determinados efeitos adversos não tinham qualquer relação com as vacinas. Posteriormente, diversos eventos foram reconhecidos por agências reguladoras internacionais e incorporados às próprias bulas dos imunizantes. A história ensina que prudência não é negacionismo; questionar autoridades não é atacar a ciência, muito menos disseminar desinformação. O dano causado pela censura do debate científico pode ser maior do que muitos dos erros que ela deveria ajudar a evitar. Quem acredita na ciência não deveria ter medo de perguntas; e quem tem medo das perguntas, normalmente, está defendendo outra coisa - não a ciência! Padilha tenta descarregar a culpa no governo anterior, mas foi o seu ministério que promoveu a vacina e falhou miseravelmente.

O Ministério da Saúde de Alexandre Padilha, sancionado pelo governo americano por seu papel no programa Mais Médicos, classificado pelos EUA como um esquema de exploração do trabalho de médicos cubanos, suspendeu temporariamente a aplicação da Butantan-DV, vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, após o registro de 42 eventos adversos graves entre cerca de 500 mil doses aplicadas. Duas mortes ocorridas após a vacinação também estão sob investigação. A decisão chama atenção porque o próprio Padilha esteve em Botucatu, interior de São Paulo, para lançar pessoalmente a campanha de vacinação em massa com a Butantan-DV. Na ocasião, o ministro apresentou a vacina como uma “conquista histórica” e transformou a cidade em uma “vitrine nacional do programa”. O projeto fazia parte de uma estratégia-piloto do Ministério da Saúde para avaliar o impacto do imunizante em larga escala antes de sua expansão para o restante do país. Agora, diante dos eventos adversos graves e das mortes sob investigação, o discurso oficial mudou. As autoridades afirmam que ainda não há comprovação de nexo causal entre os casos e a vacina - a investigação segue em andamento. É claro que toda apuração deve ser feita com rigor técnico. Mas também é legítimo perguntar: onde está a mesma convicção demonstrada quando a vacina era promovida como um sucesso incontestável? Durante a pandemia de Covid-19, a população ouviu inúmeras vezes que determinados efeitos adversos não tinham qualquer relação com as vacinas. Posteriormente, diversos eventos foram reconhecidos por agências reguladoras internacionais e incorporados às próprias bulas dos imunizantes. A história ensina que prudência não é negacionismo; questionar autoridades não é atacar a ciência, muito menos disseminar desinformação. O dano causado pela censura do debate científico pode ser maior do que muitos dos erros que ela deveria ajudar a evitar. Quem acredita na ciência não deveria ter medo de perguntas; e quem tem medo das perguntas, normalmente, está defendendo outra coisa - não a ciência! Padilha tenta descarregar a culpa no governo anterior, mas foi o seu ministério que promoveu a vacina e falhou miseravelmente.

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A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista. Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi. Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China. Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil". Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing. Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026. Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil. Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos. Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.

A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista. Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi. Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China. Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil". Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing. Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026. Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil. Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos. Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.

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🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

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A indicação oficial de Daniel Perez para a embaixada dos Estados Unidos no Brasil nesta segunda-feira, 1º de junho, pode ter implicações muito maiores do que uma simples troca diplomática. Atual presidente da Câmara da Flórida, filho de exilados cubanos e aliado do núcleo republicano ligado a Donald Trump e Marco Rubio, Perez foi escolhido para assumir justamente uma das embaixadas mais estratégicas da América Latina em um momento de crescente tensão entre Washington e Brasília. A nomeação ainda depende da aprovação do Senado americano. Mas, se confirmada antes das eleições presidenciais brasileiras de 2026, Perez desembarcará em Brasília em meio à disputa política mais importante do país. É importante deixar claro que um embaixador americano não possui qualquer papel formal na fiscalização ou condução das eleições brasileiras. Essa não é sua função, mas ignorar o peso político de sua presença seria ingenuidade. Embaixadores são os olhos e os ouvidos de seus governos, mantêm interlocução permanente com autoridades e produzem análises que ajudam a orientar decisões da Casa Branca e do Departamento de Estado. Daniel Perez não é um diplomata de carreira, é um político republicano moldado pelo ambiente político da Flórida, estado que se tornou um dos principais centros de formulação da política externa de Trump para a América Latina. Sua indicação ocorre enquanto Washington endurece posições sobre narcotráfico, crime organizado, influência chinesa na região, liberdade de expressão e segurança hemisférica. O mesmo governo que indicou Perez foi responsável por classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas globais e tem demonstrado crescente atenção aos acontecimentos políticos brasileiros. Nesse contexto, a eventual chegada de Perez antes da corrida presidencial de 2026 transformaria a embaixada americana em Brasília em um posto de observação privilegiado de uma eleição que já desperta interesse internacional. A escolha de Daniel Perez sinaliza que o Brasil passou a ocupar posição central no tabuleiro estratégico da administração Trump. E Washington claramente pretende acompanhar de perto os próximos capítulos dessa história.

A indicação oficial de Daniel Perez para a embaixada dos Estados Unidos no Brasil nesta segunda-feira, 1º de junho, pode ter implicações muito maiores do que uma simples troca diplomática. Atual presidente da Câmara da Flórida, filho de exilados cubanos e aliado do núcleo republicano ligado a Donald Trump e Marco Rubio, Perez foi escolhido para assumir justamente uma das embaixadas mais estratégicas da América Latina em um momento de crescente tensão entre Washington e Brasília. A nomeação ainda depende da aprovação do Senado americano. Mas, se confirmada antes das eleições presidenciais brasileiras de 2026, Perez desembarcará em Brasília em meio à disputa política mais importante do país. É importante deixar claro que um embaixador americano não possui qualquer papel formal na fiscalização ou condução das eleições brasileiras. Essa não é sua função, mas ignorar o peso político de sua presença seria ingenuidade. Embaixadores são os olhos e os ouvidos de seus governos, mantêm interlocução permanente com autoridades e produzem análises que ajudam a orientar decisões da Casa Branca e do Departamento de Estado. Daniel Perez não é um diplomata de carreira, é um político republicano moldado pelo ambiente político da Flórida, estado que se tornou um dos principais centros de formulação da política externa de Trump para a América Latina. Sua indicação ocorre enquanto Washington endurece posições sobre narcotráfico, crime organizado, influência chinesa na região, liberdade de expressão e segurança hemisférica. O mesmo governo que indicou Perez foi responsável por classificar PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas globais e tem demonstrado crescente atenção aos acontecimentos políticos brasileiros. Nesse contexto, a eventual chegada de Perez antes da corrida presidencial de 2026 transformaria a embaixada americana em Brasília em um posto de observação privilegiado de uma eleição que já desperta interesse internacional. A escolha de Daniel Perez sinaliza que o Brasil passou a ocupar posição central no tabuleiro estratégico da administração Trump. E Washington claramente pretende acompanhar de perto os próximos capítulos dessa história.

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Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

Nas ruas de Xiamen, homens e mulheres dormem nas calçadas, sem acesso a dinheiro, trabalho ou direitos básicos. São vítimas de um sistema que promete “confiabilidade social”, mas que na prática pune a desobediência com a fome e o exílio digital. Ao ser colocado na lista negra, o cidadão é bloqueado nas carteiras digitais WeChat Pay e Alipay, que concentram praticamente todas as transações financeiras do país. Sem elas, ele não pode receber salário, pagar aluguel, comprar comida nem marcar uma consulta médica - é a morte civil digital. Na China, cada cidadão é reduzido a um número através de sua pontuação de crédito social. Em cidades como Xiamen, apenas quem tem mais de 584 pontos pode visitar um hospital público. Você pode ganhar 4 pontos por se vacinar, 20 por denunciar um vizinho como suspeito, mas perder 50 pontos por uma postagem considerada “desinformação”. Quem deixa de pagar uma dívida judicial é incluído na Lista de Pessoas Desonestas Sujeitas à Execução, mantida pelo Supremo Tribunal Popular da China. A partir daí, bancos e empresas privadas são notificadas para restringir suas contas, travar seu acesso ao transporte e cortar seus meios de sobrevivência. O WeChat, que é ao mesmo tempo carteira digital, rede social e aplicativo de comunicação, denuncia automaticamente críticas ao governo. Depois disso, o usuário tem três dias para sacar o dinheiro restante antes de ser totalmente bloqueado. O resultado é devastador: jovens instruídos, ex-profissionais e empresários dormem em praças e túneis, expulsos da vida digital e, por extensão, da vida real. Essa engenharia de controle, disfarçada de modernidade e segurança digital, já inspira modelos jurídicos e institucionais no Ocidente, inclusive no Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal avança rumo a um sistema de vigilância e punição comportamental. Essa nova ordem não precisa de muros nem de prisões - apenas de algoritmos. A prisão agora é a céu aberto.

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Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

Barroso se torna presidente da Suprema Corte com direito a uma noite de leão. “A Festa” após a posse no STF teve 1.200 convidados e convite a 500 reais - o evento apoteótico foi organizado pela AMB ( Associação dos Magistrados Brasileiros), teve a presença de ministros, advogados, procuradores e jornalistas. No Brasil um ministro da Suprema Corte quando vem empossado, é motivo de festa para a alta cúpula. Regado a champagne, whisky 24 anos, lagostas, caviar e samba…. Muito samba, com direito a “palhinha” do próprio ministro que se tornou o presidente da Suprema Corte. Enquanto isso o povo continua financiando todo esse esquema, são tratados pela alta cúpula como meros pagadores de impostos e terroristas quando não são coniventes com o regime - com direito a duras penas. Estamos assistindo a uma decadência moral e ética que usurparam as instituições, que as transformam em seus escritórios particulares para alimentar o totalitarismo e obter benefícios próprios. A diferença entre o estado de bem-estar social e um estado totalitário é só uma questão de tempo - e esse tempo já chegou. Cheers! Um brinde a morte do povo, que eles já não precisam mais…

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Nesta sexta-feira, 22 de maio, a Justiça Federal da Flórida autorizou oficialmente que Alexandre de Moraes seja intimado por e-mail no processo movido pela Rumble e pela Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente Donald Trump. A decisão foi assinada pela Corte Federal do Middle District of Florida após os advogados das empresas alegarem que as tentativas formais de notificação via Brasil acabaram bloqueadas no STJ. Segundo os documentos do caso, a Corte Especial do STJ rejeitou o avanço da carta rogatória enviada pelos Estados Unidos para intimar Moraes em território brasileiro. Diante do impasse, a Justiça americana autorizou a chamada “alternative service”, permitindo que a intimação seja feita diretamente por e-mail ao gabinete do ministro e ao STF. E aqui surge uma ironia jurídica monumental. Moraes se tornou conhecido por ampliar e normalizar mecanismos agressivos de notificação digital contra cidadãos, jornalistas, parlamentares, empresários e plataformas. Intimações eletrônicas, ordens por e-mail, notificações digitais expedidas diretamente para redes sociais e decisões de remoção imediata passaram a integrar a rotina dos inquéritos conduzidos pelo ministro nos últimos anos. Agora, pela primeira vez, Moraes poderá experimentar exatamente o método que ajudou a institucionalizar no Brasil. A diferença é que desta vez não se trata de um cidadão comum enfrentando o peso do Estado brasileiro. Trata-se de uma Corte Federal americana afirmando que, diante do bloqueio institucional no Brasil, o e-mail é suficiente para alcançar judicialmente um ministro do STF. O documento ainda traz uma acusação grave. O advogado americano Martin De Luca afirmou publicamente que Moraes teria imposto “ordens secretas de censura” contra plataformas americanas, contornando o sistema judicial dos Estados Unidos e atingindo conteúdos protegidos pela Primeira Emenda da Constituição americana. De Luca afirmou que Moraes agora “deve responder perante uma Corte americana ou enfrentar julgamento à revelia”. Nos bastidores jurídicos internacionais, Moraes já começa a ser visto como um dos maiores constrangimentos externos enfrentados pelo STF.

Nesta sexta-feira, 22 de maio, a Justiça Federal da Flórida autorizou oficialmente que Alexandre de Moraes seja intimado por e-mail no processo movido pela Rumble e pela Trump Media & Technology Group, empresa ligada ao presidente Donald Trump. A decisão foi assinada pela Corte Federal do Middle District of Florida após os advogados das empresas alegarem que as tentativas formais de notificação via Brasil acabaram bloqueadas no STJ. Segundo os documentos do caso, a Corte Especial do STJ rejeitou o avanço da carta rogatória enviada pelos Estados Unidos para intimar Moraes em território brasileiro. Diante do impasse, a Justiça americana autorizou a chamada “alternative service”, permitindo que a intimação seja feita diretamente por e-mail ao gabinete do ministro e ao STF. E aqui surge uma ironia jurídica monumental. Moraes se tornou conhecido por ampliar e normalizar mecanismos agressivos de notificação digital contra cidadãos, jornalistas, parlamentares, empresários e plataformas. Intimações eletrônicas, ordens por e-mail, notificações digitais expedidas diretamente para redes sociais e decisões de remoção imediata passaram a integrar a rotina dos inquéritos conduzidos pelo ministro nos últimos anos. Agora, pela primeira vez, Moraes poderá experimentar exatamente o método que ajudou a institucionalizar no Brasil. A diferença é que desta vez não se trata de um cidadão comum enfrentando o peso do Estado brasileiro. Trata-se de uma Corte Federal americana afirmando que, diante do bloqueio institucional no Brasil, o e-mail é suficiente para alcançar judicialmente um ministro do STF. O documento ainda traz uma acusação grave. O advogado americano Martin De Luca afirmou publicamente que Moraes teria imposto “ordens secretas de censura” contra plataformas americanas, contornando o sistema judicial dos Estados Unidos e atingindo conteúdos protegidos pela Primeira Emenda da Constituição americana. De Luca afirmou que Moraes agora “deve responder perante uma Corte americana ou enfrentar julgamento à revelia”. Nos bastidores jurídicos internacionais, Moraes já começa a ser visto como um dos maiores constrangimentos externos enfrentados pelo STF.

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🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

🚨🚨🚨Os hospitais em todo o Brasil estão colapsando. Relatos de todo o Brasil começam a chegar, UPAS lotadas de pessoas sem atendimento, filas gigantescas de espera, muitos remédios já não são mais distribuídos pela rede pública, os preços dos remédios nas farmácias sobem para níveis exorbitantes, o número de mortes causadas pelo vírus da dengue cresce sob o silêncio ensurdecedor do consórcio de mídias, crianças e adolescentes estão morrendo de AVC, infarto e morte súbita de forma jamais vista - tudo isso está sendo colocado para baixo do tapete. Essas cenas desumanas não estão sendo mostradas para o mundo, um descaso total e absoluto com as vidas humanas, que viraram somente números invisiveis. Esses vídeos são de São Paulo, Santa Catarina e Maranhão. Se você cidadão, tiver vídeos mostrando o que está acontecendo nos hospitais de suas cidades, me envie. Enquanto a saúde brasileira continua vivendo o caos, Nísia Trindade continua fazendo lobby com a OMS e a indústria farmacêutica. Enquanto Lula e sua quadrilha saqueiam o país, o povo brasileiro morre, sem nenhuma dignidade.

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🚨🚨🚨 Lucas Brasileiro da cidade de Sobradinho no Distrito Federal, preso injustamente no fatídico 8 de janeiro, que estava em regime domiciliar volta a ser levado para a cadeia nesta manhã de quinta-feira, 6 de junho. Lucas estava respondendo processo em liberdade, mesmo com as ações penais em fase de recurso, a Policia Federal o levou antes do trânsito em julgado - uma verdadeira aberração. Lucas se vestiu de branco para se entregar como um cordeiro, se despediu de sua filhinha, familiares e depositou sua vida nas mãos de Deus. Uma justiça suja, imunda, desumana, que condena homens de bem, pais de família e solta todos os criminosos e corruptos deste país para continuar comentando crimes. Estamos assistindo a um ataque direto aos direitos humanos. É inadmissível que Alexandre de Moraes continue cometendo crimes através de suas decisões autoritárias. Nunca na literatura jurídica brasileira, vimos tamanho abuso de poder. Essa cena faz despertar o pior de nós.

🚨🚨🚨 Lucas Brasileiro da cidade de Sobradinho no Distrito Federal, preso injustamente no fatídico 8 de janeiro, que estava em regime domiciliar volta a ser levado para a cadeia nesta manhã de quinta-feira, 6 de junho. Lucas estava respondendo processo em liberdade, mesmo com as ações penais em fase de recurso, a Policia Federal o levou antes do trânsito em julgado - uma verdadeira aberração. Lucas se vestiu de branco para se entregar como um cordeiro, se despediu de sua filhinha, familiares e depositou sua vida nas mãos de Deus. Uma justiça suja, imunda, desumana, que condena homens de bem, pais de família e solta todos os criminosos e corruptos deste país para continuar comentando crimes. Estamos assistindo a um ataque direto aos direitos humanos. É inadmissível que Alexandre de Moraes continue cometendo crimes através de suas decisões autoritárias. Nunca na literatura jurídica brasileira, vimos tamanho abuso de poder. Essa cena faz despertar o pior de nós.

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A Corte Suprema de Cassação da Itália julga neste momento, em Roma, o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil. O caso é considerado um dos processos políticos e diplomáticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos. Durante a audiência desta sexta-feira, 22 de maio, a defesa pediu o adiamento da decisão alegando necessidade de novos aprofundamentos sobre o estado de saúde da ex-deputada. O Ministério Público italiano se manifestou contra o pedido, e os juízes da sexta seção penal se retiraram em “camera di consiglio” - sessão reservada de deliberação interna da Corte. O julgamento ocorre após a Corte de Apelação de Roma já ter autorizado a extradição em decisões anteriores, rejeitando os argumentos da defesa, que sustenta que Zambelli sofre perseguição política no Brasil, não teve julgamentos imparciais no STF e corre riscos dentro do sistema prisional brasileiro. Mas o ponto central é que, mesmo se a Corte confirmar hoje a extradição, o processo ainda não estará encerrado. Após a decisão judicial, o caso seguirá para o governo italiano. A palavra final ficará nas mãos do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, integrante do partido Fratelli d’Italia, fundado pela primeira-ministra Giorgia Meloni. Nordio terá até 45 dias para decidir se autoriza ou não a entrega de Zambelli ao Brasil. Mesmo em caso de parecer favorável do governo italiano, a defesa ainda poderá recorrer ao Tribunal Administrativo Regional da Itália e pedir a suspensão provisória da extradição até o julgamento final do recurso. Nos bastidores jurídicos italianos, porém, existe a avaliação de que esse caminho teria poucas chances de sucesso, já que a decisão do ministro é considerada um ato político discricionário do governo. Além da confirmação da extradição, a Justiça italiana também pode negar o pedido brasileiro ou determinar que o processo retorne à Corte de Apelação de Roma para nova análise. Zambelli está presa há quase dez meses no complexo penitenciário de Rebibbia, em Roma. Após meses de disputas judiciais, recursos e pressão política, o caso entra agora em sua fase mais decisiva.

A Corte Suprema de Cassação da Itália julga neste momento, em Roma, o pedido de extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil. O caso é considerado um dos processos políticos e diplomáticos mais delicados entre Brasil e Itália nos últimos anos. Durante a audiência desta sexta-feira, 22 de maio, a defesa pediu o adiamento da decisão alegando necessidade de novos aprofundamentos sobre o estado de saúde da ex-deputada. O Ministério Público italiano se manifestou contra o pedido, e os juízes da sexta seção penal se retiraram em “camera di consiglio” - sessão reservada de deliberação interna da Corte. O julgamento ocorre após a Corte de Apelação de Roma já ter autorizado a extradição em decisões anteriores, rejeitando os argumentos da defesa, que sustenta que Zambelli sofre perseguição política no Brasil, não teve julgamentos imparciais no STF e corre riscos dentro do sistema prisional brasileiro. Mas o ponto central é que, mesmo se a Corte confirmar hoje a extradição, o processo ainda não estará encerrado. Após a decisão judicial, o caso seguirá para o governo italiano. A palavra final ficará nas mãos do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio, integrante do partido Fratelli d’Italia, fundado pela primeira-ministra Giorgia Meloni. Nordio terá até 45 dias para decidir se autoriza ou não a entrega de Zambelli ao Brasil. Mesmo em caso de parecer favorável do governo italiano, a defesa ainda poderá recorrer ao Tribunal Administrativo Regional da Itália e pedir a suspensão provisória da extradição até o julgamento final do recurso. Nos bastidores jurídicos italianos, porém, existe a avaliação de que esse caminho teria poucas chances de sucesso, já que a decisão do ministro é considerada um ato político discricionário do governo. Além da confirmação da extradição, a Justiça italiana também pode negar o pedido brasileiro ou determinar que o processo retorne à Corte de Apelação de Roma para nova análise. Zambelli está presa há quase dez meses no complexo penitenciário de Rebibbia, em Roma. Após meses de disputas judiciais, recursos e pressão política, o caso entra agora em sua fase mais decisiva.

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Nesta segunda-feira, 11 de maio, a Justiça italiana reconheceu oficialmente o nexo causal entre a vacina da Pfizer contra a Covid-19 e uma grave lesão neurológica. A Corte de Apelação de Torino rejeitou o recurso do Ministério da Saúde da Itália no caso de uma comerciante de 57 anos da cidade de Alba, no Piemonte, que desenvolveu mielite transversa - uma inflamação severa da medula espinhal capaz de causar danos neurológicos permanentes. Segundo a sentença, a perícia técnica comprovou “de forma completa”, com base no critério jurídico da “preponderância das evidências”, a relação causal entre as duas doses da vacina Comirnaty, da Pfizer-BioNTech, aplicadas em abril de 2021, e a doença desenvolvida posteriormente pela paciente. O Ministério da Saúde tentou derrubar a decisão alegando uma doença autoimune pré-existente. A Corte rejeitou o argumento e manteve o direito da mulher à indenização estatal. O valor não foi divulgado, mas o caso se enquadra na Lei 210/1992 da Itália, usada para indenizações por danos vacinais. Outro detalhe importante; após a primeira condenação do Estado italiano, os advogados da paciente afirmaram começar a receber “ao menos três novos casos por semana” envolvendo possíveis danos graves pós-vacinação. Segundo a imprensa italiana, até 2024 já existiam cerca de 36 mil pedidos de indenização relacionados às vacinas Covid em diferentes países. Enquanto isso, no Brasil, qualquer discussão sobre efeitos adversos graves, danos pós-vacinação ou responsabilização continua sendo tratada como “desinformação” ou “negacionismo”. E isso ficou evidente nas recentes falas de Lula e Janja, que voltaram a atacar publicamente todos aqueles que questionaram vacinas obrigatórias, medidas sanitárias ou abusos cometidos durante a pandemia. O mundo começa lentamente a reconhecer danos, rever excessos e discutir indenizações. Mas no Brasil, questionar continua sendo tratado como crime ideológico.

Nesta segunda-feira, 11 de maio, a Justiça italiana reconheceu oficialmente o nexo causal entre a vacina da Pfizer contra a Covid-19 e uma grave lesão neurológica. A Corte de Apelação de Torino rejeitou o recurso do Ministério da Saúde da Itália no caso de uma comerciante de 57 anos da cidade de Alba, no Piemonte, que desenvolveu mielite transversa - uma inflamação severa da medula espinhal capaz de causar danos neurológicos permanentes. Segundo a sentença, a perícia técnica comprovou “de forma completa”, com base no critério jurídico da “preponderância das evidências”, a relação causal entre as duas doses da vacina Comirnaty, da Pfizer-BioNTech, aplicadas em abril de 2021, e a doença desenvolvida posteriormente pela paciente. O Ministério da Saúde tentou derrubar a decisão alegando uma doença autoimune pré-existente. A Corte rejeitou o argumento e manteve o direito da mulher à indenização estatal. O valor não foi divulgado, mas o caso se enquadra na Lei 210/1992 da Itália, usada para indenizações por danos vacinais. Outro detalhe importante; após a primeira condenação do Estado italiano, os advogados da paciente afirmaram começar a receber “ao menos três novos casos por semana” envolvendo possíveis danos graves pós-vacinação. Segundo a imprensa italiana, até 2024 já existiam cerca de 36 mil pedidos de indenização relacionados às vacinas Covid em diferentes países. Enquanto isso, no Brasil, qualquer discussão sobre efeitos adversos graves, danos pós-vacinação ou responsabilização continua sendo tratada como “desinformação” ou “negacionismo”. E isso ficou evidente nas recentes falas de Lula e Janja, que voltaram a atacar publicamente todos aqueles que questionaram vacinas obrigatórias, medidas sanitárias ou abusos cometidos durante a pandemia. O mundo começa lentamente a reconhecer danos, rever excessos e discutir indenizações. Mas no Brasil, questionar continua sendo tratado como crime ideológico.

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O governo dos Estados Unidos deu nesta quinta-feira, 28 de maio, um passo sem precedentes contra o crime organizado brasileiro. Em comunicado oficial publicado pelo Departamento de Estado, o secretário Marco Rubio anunciou a designação do PCC e do Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO) e também como Terroristas Globais Especialmente Designados (Specially Designated Global Terrorists - SDGT). A decisão coloca as duas maiores facções criminosas do Brasil dentro da mesma estrutura jurídica utilizada pelos EUA para combater organizações consideradas ameaças à sua segurança nacional. No documento, Washington afirma que PCC e Comando Vermelho representam ameaça à segurança dos Estados Unidos, à sua política externa e aos seus interesses econômicos. Segundo o Departamento de Estado, as organizações estão envolvidas em atividades criminosas transnacionais, incluindo narcotráfico, violência organizada e operações que ultrapassam as fronteiras brasileiras. A medida foi adotada com base na Seção 219 da Immigration and Nationality Act e na Executive Order 13224, legislação utilizada pelo governo americano para enquadrar organizações terroristas internacionais e redes consideradas perigosas para os interesses dos EUA. A decisão abre caminho para congelamento de ativos, bloqueio de transações financeiras, ampliação de sanções internacionais e responsabilização criminal de indivíduos, empresas ou entidades que forneçam apoio material, financeiro ou logístico às organizações designadas. O anúncio ocorre poucas semanas após Lula rejeitar oficialmente a proposta americana de classificar PCC e CV como grupos terroristas. O Itamaraty defendia que as facções deveriam continuar sendo tratadas exclusivamente como organizações criminosas sob a legislação brasileira. Mesmo diante da resistência diplomática de Brasília, Washington avançou unilateralmente. O significado político da decisão é histórico - pela primeira vez, os Estados Unidos deixam de tratar PCC e Comando Vermelho apenas como facções criminosas e passam a enquadrá-los formalmente como ameaças à segurança nacional americana dentro do aparato global de combate ao terrorismo.

O governo dos Estados Unidos deu nesta quinta-feira, 28 de maio, um passo sem precedentes contra o crime organizado brasileiro. Em comunicado oficial publicado pelo Departamento de Estado, o secretário Marco Rubio anunciou a designação do PCC e do Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO) e também como Terroristas Globais Especialmente Designados (Specially Designated Global Terrorists - SDGT). A decisão coloca as duas maiores facções criminosas do Brasil dentro da mesma estrutura jurídica utilizada pelos EUA para combater organizações consideradas ameaças à sua segurança nacional. No documento, Washington afirma que PCC e Comando Vermelho representam ameaça à segurança dos Estados Unidos, à sua política externa e aos seus interesses econômicos. Segundo o Departamento de Estado, as organizações estão envolvidas em atividades criminosas transnacionais, incluindo narcotráfico, violência organizada e operações que ultrapassam as fronteiras brasileiras. A medida foi adotada com base na Seção 219 da Immigration and Nationality Act e na Executive Order 13224, legislação utilizada pelo governo americano para enquadrar organizações terroristas internacionais e redes consideradas perigosas para os interesses dos EUA. A decisão abre caminho para congelamento de ativos, bloqueio de transações financeiras, ampliação de sanções internacionais e responsabilização criminal de indivíduos, empresas ou entidades que forneçam apoio material, financeiro ou logístico às organizações designadas. O anúncio ocorre poucas semanas após Lula rejeitar oficialmente a proposta americana de classificar PCC e CV como grupos terroristas. O Itamaraty defendia que as facções deveriam continuar sendo tratadas exclusivamente como organizações criminosas sob a legislação brasileira. Mesmo diante da resistência diplomática de Brasília, Washington avançou unilateralmente. O significado político da decisão é histórico - pela primeira vez, os Estados Unidos deixam de tratar PCC e Comando Vermelho apenas como facções criminosas e passam a enquadrá-los formalmente como ameaças à segurança nacional americana dentro do aparato global de combate ao terrorismo.

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Tenente-­coronel Mauro Cid acaba de ser preso após oitava no STF, a delação está sob análise e pode ser suspensa a qualquer momento. Alexandre de Moraes sustenta em sua decisão que Cid teria violado os termos da prisão domiciliar (descumprimento das cautelares) além de obstruir a justiça. Mauro Cid foi julgado e condenado pelo STF em conluio com o tribunal midiático globo - o braço do regime nefasto. Após vazarem o áudio o Tenente-­coronel foi intimado a dar depoimento. Nos áudios, Cid acusa Alexandre de Moraes e agentes da PF de estarem com a "narrativa pronta”. Segundo Cid, os investigadores "não queriam saber a verdade". A pior tirania está sendo implantada no Brasil com o aval da grande mídia, e a torcida dos idiotas uteis que não entenderam nada aonde estamos metidos - todos eles estão levando toda a sociedade ao precipício. Aviso aos navegantes: A ditadura está sendo implantada no Brasil, e as consequências dela serão devastadoras. Ninguém irá se salvar, a não ser um punhado de amigos pessoais de Lula e do sistema ( e olha lá)… ACORDA BRASIL!!!!!!!!

Tenente-­coronel Mauro Cid acaba de ser preso após oitava no STF, a delação está sob análise e pode ser suspensa a qualquer momento. Alexandre de Moraes sustenta em sua decisão que Cid teria violado os termos da prisão domiciliar (descumprimento das cautelares) além de obstruir a justiça. Mauro Cid foi julgado e condenado pelo STF em conluio com o tribunal midiático globo - o braço do regime nefasto. Após vazarem o áudio o Tenente-­coronel foi intimado a dar depoimento. Nos áudios, Cid acusa Alexandre de Moraes e agentes da PF de estarem com a "narrativa pronta”. Segundo Cid, os investigadores "não queriam saber a verdade". A pior tirania está sendo implantada no Brasil com o aval da grande mídia, e a torcida dos idiotas uteis que não entenderam nada aonde estamos metidos - todos eles estão levando toda a sociedade ao precipício. Aviso aos navegantes: A ditadura está sendo implantada no Brasil, e as consequências dela serão devastadoras. Ninguém irá se salvar, a não ser um punhado de amigos pessoais de Lula e do sistema ( e olha lá)… ACORDA BRASIL!!!!!!!!

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Desde o início do mês de outubro, as comunidades ribeirinhas do Pará e Amazônia estão sendo atacadas sob o silêncio ensurdecedor da “grande mídia” - enquanto estamos assistindo a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Moradores estão sendo expulsos de suas casas, tudo o que eles possuem está sendo destruído, além de todas as formas de subsistência. Casas, tratores são incendiados, as pessoas são jogadas ao relento, muitas delas crianças. O governo federal está fazendo a operação de desintrusão, ou melhor, expulsão de “invasores de reservas indígenas”. Essas terras foram doadas pelo INCRA há mais de 20, 30 anos. Por que somente agora estas pessoas estão sendo jogadas fora e tratadas como invasores? Talvez porque essas terras já tenham um novo dono? O fato para ser analisado e investigado dentro desses territórios são: Exploração de petróleo, recursos minerais, ferro, manganês, pedras preciosas além de uma infinidade de biodiversidade. Hoje os indígenas viraram sinônimo de ONGs, que operam fora da lei e são financiadas em sua grande maioria por países estrangeiros . Instituições essas que se declaram defensoras dos índios e do meio ambiente, mas são as primeiras a explorá-los. Há uma hipócrita operação de "defesa ambiental" e dos índios em curso, que só serve como licença poética e propaganda - mas que revela a intrusão na soberania nacional por parte de outros governos, para se apropriar desses recursos de forma ilegal. O Brasil e o povo brasileiro está sendo saqueado e entregue as transnacionais disfarçadas de ONG - tudo isso por intermédio do regime Lula.

Desde o início do mês de outubro, as comunidades ribeirinhas do Pará e Amazônia estão sendo atacadas sob o silêncio ensurdecedor da “grande mídia” - enquanto estamos assistindo a guerra entre Israel e os terroristas do Hamas. Moradores estão sendo expulsos de suas casas, tudo o que eles possuem está sendo destruído, além de todas as formas de subsistência. Casas, tratores são incendiados, as pessoas são jogadas ao relento, muitas delas crianças. O governo federal está fazendo a operação de desintrusão, ou melhor, expulsão de “invasores de reservas indígenas”. Essas terras foram doadas pelo INCRA há mais de 20, 30 anos. Por que somente agora estas pessoas estão sendo jogadas fora e tratadas como invasores? Talvez porque essas terras já tenham um novo dono? O fato para ser analisado e investigado dentro desses territórios são: Exploração de petróleo, recursos minerais, ferro, manganês, pedras preciosas além de uma infinidade de biodiversidade. Hoje os indígenas viraram sinônimo de ONGs, que operam fora da lei e são financiadas em sua grande maioria por países estrangeiros . Instituições essas que se declaram defensoras dos índios e do meio ambiente, mas são as primeiras a explorá-los. Há uma hipócrita operação de "defesa ambiental" e dos índios em curso, que só serve como licença poética e propaganda - mas que revela a intrusão na soberania nacional por parte de outros governos, para se apropriar desses recursos de forma ilegal. O Brasil e o povo brasileiro está sendo saqueado e entregue as transnacionais disfarçadas de ONG - tudo isso por intermédio do regime Lula.

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Desde que o grupo terrorista Hamas invadiu Israel, e matou milhares de pessoas a sangue frio, civis, mulheres e crianças - os militantes do Hamas continuam comemorando o ataque terrorista. Essa cena aconteceu em Cisjordânia, em um acampamento de refugiados. A realidade está distante dos olhos de muitos ocidentais - o grupo terrorista Hamas, recruta crianças desde pequenas para adestra-las, elas já são inseridas em um contexto de guerrilhas, ódio e ataques constantes. Essas mesmas crianças são usadas como escudo, e como podemos observar através dos fatos, os terroristas as usam como objeto de propaganda porque sabem que nós ocidentais nos comovemos muito com essas cenas - quando para eles, esse tipo de cena não causa nenhum sentimento. A verdade é que Israel defende seus próprios filhos, enquanto o Hamas os utiliza como escudos humanos. O Hamas sempre foi assim, eles expõe os corpos ensanguentados de crianças de Gaza, que deixa você sem palavras. Que leva à raiva, ao ódio, à intolerância - é exatamente esse o sentimento que eles querem despertar no Ocidente; essas crianças são a personificação da mais forte condenação de violência. Mas é por isso que a verdade deve ser dita: Israel ama os seus filhos e os protege, enquanto em Gaza as crianças são transformadas pelos seus pais, naqueles de quem os pais têm escolhido para ser guiado e representado, em pobres escudos humanos. Corpos-propaganda, tudo isso é horrível e desumano.

Desde que o grupo terrorista Hamas invadiu Israel, e matou milhares de pessoas a sangue frio, civis, mulheres e crianças - os militantes do Hamas continuam comemorando o ataque terrorista. Essa cena aconteceu em Cisjordânia, em um acampamento de refugiados. A realidade está distante dos olhos de muitos ocidentais - o grupo terrorista Hamas, recruta crianças desde pequenas para adestra-las, elas já são inseridas em um contexto de guerrilhas, ódio e ataques constantes. Essas mesmas crianças são usadas como escudo, e como podemos observar através dos fatos, os terroristas as usam como objeto de propaganda porque sabem que nós ocidentais nos comovemos muito com essas cenas - quando para eles, esse tipo de cena não causa nenhum sentimento. A verdade é que Israel defende seus próprios filhos, enquanto o Hamas os utiliza como escudos humanos. O Hamas sempre foi assim, eles expõe os corpos ensanguentados de crianças de Gaza, que deixa você sem palavras. Que leva à raiva, ao ódio, à intolerância - é exatamente esse o sentimento que eles querem despertar no Ocidente; essas crianças são a personificação da mais forte condenação de violência. Mas é por isso que a verdade deve ser dita: Israel ama os seus filhos e os protege, enquanto em Gaza as crianças são transformadas pelos seus pais, naqueles de quem os pais têm escolhido para ser guiado e representado, em pobres escudos humanos. Corpos-propaganda, tudo isso é horrível e desumano.

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🚨🚨🚨Avião de passageiros da Voepass cai em Vinhedo Um avião da VoePass ATR72-500, registrado como PS-VPB, operando um voo doméstico de Cascavel para São Paulo, caiu em uma área residencial em Vinhedo. Atualmente, não há informações sobre quantas pessoas estavam a bordo do voo 2Z2283 quando ele caiu ou se alguém sobreviveu. A aeronave é um turbohélice com capacidade para 68 passageiros. Vídeos mostram a aeronave girando em direção ao solo, outros mostram os destroços envoltos em chamas. A VoePass é uma companhia aérea regional brasileira e opera uma frota de 15 aeronaves, todas fabricadas pela ATR em rotas domésticas de e para vários aeroportos no Brasil. Foi fundada originalmente em 1995 como Passadero e renomeada como VoePass em 2019. Esta é uma história em desenvolvimento e será atualizada.

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🚨🚨🚨Avião de passageiros da Voepass cai em Vinhedo Um avião da VoePass ATR72-500, registrado como PS-VPB, operando um voo doméstico de Cascavel para São Paulo, caiu em uma área residencial em Vinhedo. Atualmente, não há informações sobre quantas pessoas estavam a bordo do voo 2Z2283 quando ele caiu ou se alguém sobreviveu. A aeronave é um turbohélice com capacidade para 68 passageiros. Vídeos mostram a aeronave girando em direção ao solo, outros mostram os destroços envoltos em chamas. A VoePass é uma companhia aérea regional brasileira e opera uma frota de 15 aeronaves, todas fabricadas pela ATR em rotas domésticas de e para vários aeroportos no Brasil. Foi fundada originalmente em 1995 como Passadero e renomeada como VoePass em 2019. Esta é uma história em desenvolvimento e será atualizada.

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O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo é obrigado a deixar os Estados Unidos - para não dizer expulso - e retornar ao Brasil. O Bureau of Western Hemisphere Affairs, departamento do governo dos EUA, publicou a pouco um post no X com a seguinte mensagem: “Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso.” Marcelo Ivo, delegado de carreira da PF, ocupava desde agosto de 2023 o posto de oficial de ligação em Miami - uma função estratégica que o colocava como ponte direta entre o Brasil e autoridades americanas, especialmente no sistema migratório e na cooperação policial. Esse tipo de cargo não é apenas técnico; ele passa por indicação e confiança da cúpula da instituição e, na prática, representa o Estado brasileiro dentro de estruturas estrangeiras. Foi nessa posição que ele atuou no caso envolvendo o ex-deputado Alexandre Ramagem, de forma clandestina em território americano. No dia 13 de abril, Ramagem foi preso nos Estados Unidos pelo ICE. A detenção durou cerca de dois dias, mas terminou de forma inesperada, com sua liberação - algo que, segundo relatos, pegou a própria Polícia Federal de surpresa. Nos bastidores, havia uma movimentação intensa para impedir essa soltura. A PF chegou a preparar um dossiê e se reuniu com autoridades americanas no dia 16 de abril, em Miami, tentando reverter a decisão e acelerar uma possível deportação. Poucos dias depois dessa sequência de prisão, soltura, tentativa de reversão e reação pública dos EUA, Marcelo Ivo é convidado a se retirar do país imediatamente. O caso ainda está longe de ser encerrado. Há muita coisa nesta história que ainda precisa ser revelada.

O delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo é obrigado a deixar os Estados Unidos - para não dizer expulso - e retornar ao Brasil. O Bureau of Western Hemisphere Affairs, departamento do governo dos EUA, publicou a pouco um post no X com a seguinte mensagem: “Nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar tanto pedidos formais de extradição quanto prolongar caças às bruxas políticas em território dos EUA. Hoje, solicitamos que o funcionário brasileiro relevante deixe nossa nação por tentar fazer isso.” Marcelo Ivo, delegado de carreira da PF, ocupava desde agosto de 2023 o posto de oficial de ligação em Miami - uma função estratégica que o colocava como ponte direta entre o Brasil e autoridades americanas, especialmente no sistema migratório e na cooperação policial. Esse tipo de cargo não é apenas técnico; ele passa por indicação e confiança da cúpula da instituição e, na prática, representa o Estado brasileiro dentro de estruturas estrangeiras. Foi nessa posição que ele atuou no caso envolvendo o ex-deputado Alexandre Ramagem, de forma clandestina em território americano. No dia 13 de abril, Ramagem foi preso nos Estados Unidos pelo ICE. A detenção durou cerca de dois dias, mas terminou de forma inesperada, com sua liberação - algo que, segundo relatos, pegou a própria Polícia Federal de surpresa. Nos bastidores, havia uma movimentação intensa para impedir essa soltura. A PF chegou a preparar um dossiê e se reuniu com autoridades americanas no dia 16 de abril, em Miami, tentando reverter a decisão e acelerar uma possível deportação. Poucos dias depois dessa sequência de prisão, soltura, tentativa de reversão e reação pública dos EUA, Marcelo Ivo é convidado a se retirar do país imediatamente. O caso ainda está longe de ser encerrado. Há muita coisa nesta história que ainda precisa ser revelada.

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Rogério Correia, deputado petista, expôs o esquema de perseguição política com todas as letras: “Se Eduardo Bolsonaro voltasse ao Brasil, Alexandre de Moraes, a pedido nosso, iria confiscar o passaporte dele e ele não poderia voltar aos EUA.” Ou seja, o Supremo Tribunal Federal está completamente aparelhado e age sob comando da militância vermelha, transformando o Brasil num laboratório de repressão à direita. Esse é o retrato da nova ditadura: não há tanques nas ruas, mas há canetas ensanguentadas destruindo biografias e prendendo opositores sem julgamento justo. Lindbergh Farias e Rogério Correia não passam de guerrilheiros contemporâneos de um sistema corrupto que usa a toga como arma e a mídia militante como escudo. Querem Eduardo exilado, querem Jair inelegível, querem qualquer um que ouse enfrentar o establishment na cadeia. Mas onde estava essa sanha “moralizadora” quando petistas desviaram bilhões? Quando criminosos amigos do partido fugiram para o exterior sem que um único juiz ousasse confiscar seus passaportes? Os donos do poder não aceitam oposição, não aceitam vozes discordantes. Mas a história mostra que toda tirania chega ao fim — e essa não será exceção.

Rogério Correia, deputado petista, expôs o esquema de perseguição política com todas as letras: “Se Eduardo Bolsonaro voltasse ao Brasil, Alexandre de Moraes, a pedido nosso, iria confiscar o passaporte dele e ele não poderia voltar aos EUA.” Ou seja, o Supremo Tribunal Federal está completamente aparelhado e age sob comando da militância vermelha, transformando o Brasil num laboratório de repressão à direita. Esse é o retrato da nova ditadura: não há tanques nas ruas, mas há canetas ensanguentadas destruindo biografias e prendendo opositores sem julgamento justo. Lindbergh Farias e Rogério Correia não passam de guerrilheiros contemporâneos de um sistema corrupto que usa a toga como arma e a mídia militante como escudo. Querem Eduardo exilado, querem Jair inelegível, querem qualquer um que ouse enfrentar o establishment na cadeia. Mas onde estava essa sanha “moralizadora” quando petistas desviaram bilhões? Quando criminosos amigos do partido fugiram para o exterior sem que um único juiz ousasse confiscar seus passaportes? Os donos do poder não aceitam oposição, não aceitam vozes discordantes. Mas a história mostra que toda tirania chega ao fim — e essa não será exceção.

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A fala de Ronaldo Caiado é uma das manifestações mais autoritárias e abomináveis que ouvi de um político brasileiro nos últimos anos. Não porque ele defenda vacinas; o problema não é esse. O problema é ouvir um pré-candidato à Presidência da República afirmar que um médico não pode questionar vacinas, que um comunicador não pode debater determinados temas e que um podcast não pode sequer entrar em determinadas áreas do conhecimento. Foi exatamente esse tipo de mentalidade que ajudou a produzir um dos capítulos mais vergonhosos da pandemia. Médicos foram censurados, pesquisadores foram perseguidos, cientistas tiveram suas vozes silenciadas e profissionais da saúde perderam espaço por questionarem narrativas oficiais defendidas por governos, burocratas e “especialistas” que muitas vezes possuíam conflitos de interesse. Plataformas removeram conteúdos, contas foram suspensas e questionamentos legítimos passaram a ser tratados como ameaças. O contraditório foi sufocado e o debate científico foi substituído pela imposição de consensos. O resultado foi uma sociedade impedida de confrontar informações, analisar evidências e tomar decisões plenamente informadas sobre a própria saúde. A ciência não pertence a governos, não pertence a políticos e muito menos aos burocratas. A ciência avança justamente através da dúvida, do questionamento, da contestação e da revisão permanente do conhecimento. Por isso é tão perturbador ouvir um médico, governador e pré-candidato à Presidência defender que determinados assuntos não podem ser debatidos por médicos, jornalistas, comunicadores ou cidadãos. O Brasil já pagou um preço alto demais pelo silenciamento do debate durante a pandemia. Precisamos de líderes que defendam a liberdade de investigação, a liberdade de expressão e o direito ao questionamento. Quem deseja ocupar a Presidência da República deveria defender o livre debate de ideias.E quem acredita que perguntas devem ser proibidas jamais deveria comandar uma nação livre. JAMAIS!!

Karina Michelin

211,505 görüntüleme • 11 gün önce

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Ricardo Lacerda acaba de oferecer um retrato quase perfeito de um dos maiores erros de avaliação política e econômica da elite brasileira nas últimas décadas. Depois de tudo o que aconteceu no Brasil nos últimos anos - explosão da dívida pública, destruição do teto de gastos, déficits bilionários, expansão do Estado, insegurança jurídica crescente e crise institucional permanente - o banqueiro aparece para afirmar que Lula é a opção mais segura porque é “previsível”. É difícil acreditar que isso esteja sendo dito de forma séria. O mais curioso é que não estamos falando de um defensor de Lula. Estamos falando do mesmo Ricardo Lacerda que classificou este governo como fraco, ruim e inepto, criticou a deterioração fiscal, alertou para o crescimento dos gastos públicos e comparou a trajetória atual aos erros que antecederam a crise do governo Dilma. Segundo o próprio Lacerda, o governo é economicamente desastroso, fiscalmente irresponsável e incapaz de enfrentar os problemas estruturais do país. Ainda assim, seria a alternativa mais segura. O que mudou? Foi exatamente esse tipo de análise que ajudou a conduzir o Brasil ao cenário atual. A mesma elite que assinou manifestos pela “democracia”, garantiu que Lula havia mudado, prometeu responsabilidade fiscal, moderação e estabilidade. Erraram em tudo. A tese é tão absurda que chega a ser ofensiva à inteligência de quem acompanha minimamente a realidade brasileira. Falar em risco institucional futuro enquanto há anos o país vive sob denúncias de censura, perseguição política e ativismo judicial. Fingir que nada disso existe é cegueira seletiva. O trecho mais absurdo é quando Lula é apresentado como uma escolha desejável por ser “previsível”. Sim, Lacerda. Lula é previsível. É previsível que o gasto público continue crescendo, que a dívida aumente, que o contribuinte pague mais e que o setor produtivo siga sufocado. A verdade é que parte desta elite não quer mudança; quer conforto, previsibilidade e lucros. Certos banqueiros deixaram de analisar o Brasil para racionalizar o Brasil que lhes convém. Essa distância entre a realidade e a narrativa já custou caro demais ao país.

Karina Michelin

40,606 görüntüleme • 4 gün önce

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O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente. Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos. O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão. E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos. Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro. Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro. O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente. E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva. Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver. O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo. A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente. E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.

Karina Michelin

242,432 görüntüleme • 29 gün önce

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A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 27 de maio, a PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 40 horas. O texto passou por ampla maioria: 472 votos favoráveis contra apenas 22. Enquanto Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e parlamentares do PT comemoravam a votação como uma “vitória histórica”, empresários, economistas e setores produtivos alertam para os efeitos colaterais que podem atingir justamente os trabalhadores que a proposta diz defender. A medida obriga empresas a concederem duas folgas semanais remuneradas sem permitir redução salarial. Na prática, isso significa aumento imediato de custos operacionais em setores que dependem de escala contínua, como restaurantes, supermercados, farmácias, comércio, logística, indústria e serviços. O problema é que o Brasil já enfrenta escassez de mão de obra em diversas áreas. Como alertou o economista José Pastore, muitas empresas sequer conseguem preencher a equipe atual- imagine manter uma segunda equipe de reserva para cobrir folgas obrigatórias. O resultado pode ser exatamente o oposto da propaganda política; menos contratações, aceleração da automação, aumento da informalidade, repasse de preços ao consumidor e fechamento de pequenos negócios esmagados por custos trabalhistas cada vez mais altos. Não por acaso, o governo Lula e a esquerda celebraram a proposta como um marco ideológico. Um partido social-comunista historicamente acredita que riqueza nasce por decreto e que produtividade se resolve com canetadas do Estado. Mas, no mundo real, empresas quebram e, quando quebram, não existe “justiça social” capaz de impedir uma onda de desemprego.

Karina Michelin

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O Peru está assistindo a uma cena cada vez mais comum - a dificuldade da esquerda radical em aceitar o resultado das urnas quando ele não lhe é favorável. Com a disputa presidencial praticamente empatada, o candidato de extrema-esquerda Roberto Sánchez propôs à candidata conservadora Keiko Fujimori uma recontagem completa dos votos em todo o país. Segundo ele, existem indícios de irregularidades que justificariam uma revisão exaustiva do processo eleitoral. A proposta surge justamente quando a apuração caminha para os momentos decisivos e a diferença entre os candidatos permanece extremamente apertada. Sánchez chegou a apresentar documentos à missão de observação eleitoral da União Europeia, alegando que haveria elementos suficientes para levantar dúvidas sobre a transparência da votação. O problema é que os observadores internacionais não enxergaram a mesma coisa. Alexander Grey, integrante da missão europeia, afirmou que não foram encontradas irregularidades capazes de comprometer o resultado eleitoral e que o processo está transcorrendo dentro da normalidade institucional. Durante anos, grande parte da esquerda latino-americana tratou qualquer questionamento eleitoral feito por adversários políticos como um ataque à democracia. A simples defesa de auditorias, verificações adicionais ou recontagens costumava ser apresentada como sinal de radicalismo ou tentativa de deslegitimar as instituições. Agora, diante da possibilidade concreta de derrota, é justamente um candidato da extrema-esquerda quem pede uma revisão ampla da votação e sugere dúvidas sobre a lisura do processo. Isso não significa que pedidos de auditoria sejam ilegítimos. Sistemas democráticos devem possuir mecanismos de fiscalização e transparência; mas a mudança de discurso chama atenção. Quando o resultado parece favorável, as instituições são apresentadas como infalíveis. Quando o resultado se torna incerto, surgem os pedidos de revisão, suspeitas e contestações. Enquanto isso, o Peru aguarda o resultado final. A esquerda perde consenso em diversas democracias, mas muitos de seus líderes seguem negando uma realidade cada vez mais difícil de esconder.

Karina Michelin

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SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro. Mas os documentos oficiais contam outra história. Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China. Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano. O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Mas essa história vai muito além de tarifas. O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China. Afinal, o que realmente está acontecendo? Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil. 📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários.

Karina Michelin

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Barcelona viveu nesta quarta-feira, 10 de junho, um dos momentos mais simbólicos de sua história recente. Exatamente 100 anos após a morte de Antoni Gaudí, o Papa Leão XIV esteve pessoalmente na Basílica da Sagrada Família para celebrar uma missa solene e abençoar a Torre de Jesus Cristo, concluindo uma das etapas mais aguardadas de um projeto iniciado há 144 anos. Com 172,5 metros de altura, a Torre de Jesus Cristo torna a Sagrada Família a igreja mais alta do mundo. Erguida sobre o altar principal e coroada por uma monumental cruz iluminada, ela representa o ponto culminante da visão arquitetônica e espiritual de Gaudí, que dedicou os últimos anos de sua vida quase exclusivamente à construção do templo. O momento mais emocionante da cerimônia aconteceu quando a torre foi iluminada pela primeira vez na história. O evento foi encerrado com um espetáculo de luzes e uma homenagem à obra de Gaudí, cujo sonho atravessou guerras, crises econômicas e mais de um século de história até alcançar este marco. Durante a cerimônia, Leão XIV destacou que a Sagrada Família não deve ser vista apenas como um monumento arquitetônico, mas como um testemunho vivo da fé cristã. Um século depois da morte de Gaudí, sua obra continua viva, apontando para o céu. Em uma época marcada por guerras, crises e um crescente vazio espiritual no Ocidente, a iluminação da Torre de Jesus Cristo surge como um símbolo - talvez seja cedo para saber quais frutos nascerão deste momento histórico… GAUDÍ TINHA RAZÃO: DEUS NÃO TINHA PRESSA

Karina Michelin

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A médica e pesquisadora Dra. Isabel Braga teve seus perfis removidos das redes sociais após decisão da Justiça Federal em uma ação movida pela Fiocruz com atuação da Advocacia-Geral da União. A decisão determinou não apenas o cancelamento das contas, mas também proibiu futuras contas e novos conteúdos utilizando símbolos da instituição, além de impor multa de R$ 10 mil por publicação considerada em desacordo com a ordem judicial. O caso ultrapassa a discussão sobre “desinformação”, o sistema usa essa expressão simplista para justificar o silenciamento de uma profissional que fazia denúncias internas, levantava questionamentos públicos e expunha temas extremamente sensíveis envolvendo saúde pública, pesquisas científicas, contratos, protocolos médicos e gestão institucional. Em vez de o Estado abrir investigações sérias, transparentes e independentes sobre cada denúncia apresentada, o caminho escolhido foi a censura. Esse é o verdadeiro escândalo. Após a decisão judicial, Dra. Isabel ironiza o próprio conceito de “fake news” enquanto cita episódios reais, documentos públicos, contratos, reportagens, decisões judiciais, protocolos oficiais e fatos amplamente debatidos na esfera pública. Entre os temas mencionados estão: reações adversas graves relacionadas à vacina AstraZeneca; denúncias sobre pesquisas laboratoriais; contratos emergenciais durante a pandemia; questionamentos sobre biossegurança; denúncias envolvendo animais em pesquisas; políticas públicas ligadas à sexualidade infantil; além de suspeitas relacionadas a recursos públicos e fundações associadas. Tudo isso exigiria, em qualquer democracia minimamente viva, auditoria, perícia, investigação independente, transparência e prestação de contas. Mas no Brasil existe outro modelo - o denunciante vira o criminoso. Quem ousa questionar determinadas narrativas passa a ser tratado como uma ameaça institucional. O mais bizarro é que Isabel Braga não era uma desconhecida da internet; é uma médica vinculada à própria Fiocruz. O que vemos no Brasil é um padrão perigosíssimo consolidado - combate-se uma denúncia eliminando quem denuncia, algo digno dos piores regimes da humanidade.

Karina Michelin

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A disputa presidencial entre Keiko Fujimori, da direita, e Roberto Sánchez, da esquerda ligada ao castillismo, transformou-se em um empate de navalha, com uma margem tão estreita que qualquer lote de atas, impugnação ou voto vindo do exterior pode alterar o desfecho das eleições. No primeiro momento, o boca de urna da Ipsos/Latina indicava Keiko à frente, horas depois, o conteo rápido da Ipsos/Transparencia virou o jogo e apontou Sánchez com 50,3% contra 49,7%; a projeção antecipou a tendência observada na apuração oficial, que passou a registrar uma disputa voto a voto, separada por apenas alguns milhares de votos. O roteiro lembra velhos traumas latino-americanos; a direita larga na frente com o voto urbano, especialmente Lima e regiões costeiras; depois, conforme entram atas rurais e andinas, a balança começa a pender para a esquerda. Oficialmente, isso é explicado pela ordem de chegada das atas. O voto do exterior virou a peça central da disputa, mais de um milhão de peruanos estavam aptos a votar fora do país, e esses votos demoram mais para entrar na contagem. Há um dado decisivo - o voto externo tende a favorecer Keiko Fujimori. Por isso, sua campanha insiste que não há vencedor antes da totalização completa. A eleição peruana não está sendo decidida por urnas eletrônicas em massa, o núcleo da apuração continua baseado em atas eleitorais. O problema não é apenas a tecnologia, mas a lentidão, as impugnações e a desconfiança que cercam eleições apertadas na América Latina. O JNE já indicou que o resultado final pode sair apenas em meados de julho. Até lá, o Peru permanecerá suspenso entre dois projetos opostos; de um lado, Keiko Fujimori, defendendo ordem, segurança e economia de mercado; do outro, Roberto Sánchez, herdeiro político do movimento que levou Pedro Castillo ao poder, apoiado pela esquerda radical e por uma agenda de maior intervenção estatal e ruptura com o modelo liberal peruano. O Peru escolherá seu nono presidente em uma década. E, mais uma vez, a América Latina se vê diante da mesma pergunta: quando a diferença é mínima e a confiança pública é quase inexistente, quem consegue convencer o país de que venceu de verdade?

Karina Michelin

27,746 görüntüleme • 6 gün önce

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A instalação da fábrica da montadora chinesa BYD em Camaçari, na Bahia, levanta fortes questionamentos e denúncias entre moradores da região. Segundo relatos, mais de 10 mil trabalhadores chineses estariam sendo trazidos para o município, enquanto uma estrutura gigantesca vem sendo erguida para alojar os operários estrangeiros e atender às necessidades da empresa. Enquanto esse novo complexo se expande rapidamente, Camaçari enfrenta uma onda de desemprego após o fechamento de antigos polos industriais. A população local observa com perplexidade o avanço do projeto enquanto o prefeito é acusado de firmar “acordos obscuros” com autoridades e empresas chinesas, sem transparência ou amplo debate público sobre os impactos sociais e econômicos dessas decisões. O The Washington Post publicou neste sábado, uma reportagem denunciando condições de trabalho degradantes e possíveis práticas de trabalho análogo à escravidão envolvendo operários chineses ligados às obras do complexo industrial, descrito como “cidade chinesa” dentro de Camaçari. Mais de 10 mil chineses chegando à cidade não representam apenas um projeto industrial, mas uma transformação profunda, demográfica e política. Uma comunidade chinesa dessa dimensão poderá, futuramente, inserir-se na vida política local e influenciar diretamente decisões públicas - seria esse o real objetivo do Partido Comunista Chinês? Onde estão os defensores da “soberania”?

Karina Michelin

357,859 görüntüleme • 3 ay önce

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Enquanto parte da Europa insiste em anunciar o declínio do cristianismo, Madri respondeu neste domingo, 7 de junho, com uma demonstração de fé impossível de ignorar. Mais de 1 milhão de pessoas - algumas estimativas falam em cerca de 1,2 milhão - lotaram a Plaza de Cibeles e as principais avenidas da capital espanhola para participar da Missa de Corpus Christi celebrada pelo Papa Leão XIV e acompanhar a procissão eucarística pelas ruas da cidade. Durante décadas, a Espanha foi apresentada como símbolo da secularização europeia. Igrejas vazias, queda na prática religiosa e uma cultura cada vez mais distante de suas raízes cristãs tornaram-se parte da narrativa dominante. No entanto, as imagens deste domingo contam uma história diferente. Milhares de jovens, famílias inteiras e peregrinos vindos de diversas regiões do país transformaram Madrid em um imenso testemunho público de fé. Ao longo do percurso, meninas vestidas para a Primeira Comunhão espalhavam pétalas de flores diante da passagem do Santíssimo Sacramento, enquanto multidões acompanhavam a procissão em oração em uma das maiores metrópoles da Europa. O rei Felipe VI, a rainha Letizia e suas filhas participaram dos principais eventos da visita do Papa, reafirmando uma ligação histórica que remonta a séculos, quando a Coroa espanhola desempenhou um papel decisivo na defesa, na expansão e na consolidação do catolicismo dentro e fora da Europa. A celebração também marcou um momento histórico para a Igreja Católica - a primeira visita de um Papa à Espanha em quinze anos e uma das maiores manifestações públicas de fé vistas no continente europeu nos últimos tempos. A imagem do Papa Leão XIV conduzindo o Santíssimo Sacramento pelas ruas de Madri, acompanhado pela família real e por mais de um milhão de fiéis, tornou-se uma demonstração pública de fé capaz de mobilizar uma cidade inteira e desafiar a narrativa de que o cristianismo pertence apenas ao passado.

Karina Michelin

29,735 görüntüleme • 8 gün önce

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Xavier, aos 16 anos decidiu fazer a transição de gênero rompendo duramente o relacionamento com o pai em 2022. O filho de Musk transformado em Vivian Jenna Wilson tornou-se marxista. O próprio Elon contou isso em sua biografia: “Ele foi além do socialismo, tornando-se um comunista pensando que quem é rico é mau”. Walter Isaacson que escreveu a biografia de Elon relatou: “A separação doeu-lhe mais do que qualquer outra coisa após a morte do seu primogênito Nevada (que morreu em seus braços após 10 dias de seu nascimento) Elon culpou em parte a ideologia que Jenna absorveu na Crossroads, a escola progressista que frequentava em Los Angeles”. Em uma entrevista ao Daily Wire com o psicólogo Dr. Jordan Peterson, Elon chamou a cirurgia de redesignação de gênero de "mutilação e esterilização infantil". Vivian Jenna Wilson, 20 anos, passou pelos procedimentos durante a pandemia. Elon afirmou que este processo é feito com crianças "que estão muito abaixo da idade de consentimento" e disse que concordava com Peterson de que qualquer um que promova esta prática em crianças e adolescentes deveria ir para a prisão. "Fui enganado para fazer isso", disse Musk. "Eu perdi meu filho, basicamente. Eles chamam isso de “deadnaming” por um motivo. O motivo pelo qual eles chamam isso de “deadnaming” é porque seu filho está morto." Musk continuou dizendo que a experiência o colocou em uma missão: "Eu jurei destruir o vírus woke depois disso. E estamos fazendo algum progresso." Para destruir o vírus woke, Elon Musk deverá impedir que Kamala Harris - a cínica woke sustentada por George Soros e Hollywood - tome o poder.

Karina Michelin

2,466,123 görüntüleme • 1 yıl önce

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A saída da delegação americana de Pequim nesta sexta-feira, 15 de maio, terminou com uma cena digna de Guerra Fria tecnológica. Segundo a correspondente da New York Post, Emily Goodin, funcionários da Casa Branca e integrantes da comitiva de Donald Trump descartaram literalmente tudo o que haviam recebido das autoridades chinesas antes de embarcar no Air Force One. Crachás, presentes, pins comemorativos, materiais oficiais e até os celulares descartáveis usados pela equipe foram jogados em uma lixeira ao pé da escada da aeronave. A ordem do governo americano era direta - “Nada vindo da China entra no avião.” A medida revela o nível extremo de cautela envolvendo espionagem eletrônica e infiltração tecnológica durante a cúpula entre EUA e China em Pequim. De acordo com a reportagem do New York Post, membros da delegação deixaram seus celulares pessoais nos Estados Unidos antes da viagem e operaram exclusivamente com “burner phones”, aparelhos temporários e “limpos”, usados para evitar vazamentos, rastreamento, clonagem de dados ou infiltrações digitais. Os dispositivos pessoais ficaram armazenados dentro de bolsas Faraday no Air Force One - equipamentos especiais que bloqueiam sinais de GPS, Wi-Fi, Bluetooth e radiofrequência. A prática faz parte dos protocolos de segurança americana para viagens a países considerados de alto risco de vigilância eletrônica. A tensão nos bastidores também expõe algo maior; apesar dos sorrisos, banquetes e cerimônias públicas entre Donald Trump e Xi Jinping, Washington continua tratando Pequim como a principal ameaça global em inteligência, tecnologia e espionagem estratégica. A maior potência militar do planeta participou da cúpula diplomática mais importante do século XXI… sem confiar sequer em um crachá entregue pelos chineses. Isso diz muito

Karina Michelin

109,970 görüntüleme • 1 ay önce

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Moradores de um condomínio residencial em Fortaleza, vivem dias de terror após receberem ameaças explícitas de morte pichadas nas fachadas de suas casas e muros do conjunto habitacional. As mensagens, escritas em letras garrafais com tinta spray, ordenam que as famílias deixem o local em até 24 horas - sob pena de execução. Em uma das pichações, é possível ler: “Sai fora se não vai morrer – Ass: CV”, em referência ao Comando Vermelho, facção criminosa que domina parte das facções que atuam no Ceará. Em outra, a ameaça é ainda mais direta: “Vocês têm 24 horas pra irem embora do condomínio. Se desacredita, vamos pegar você na saída.” Há também inscrições com frases como “Todas informações de vocês cabueta e bala na cara”, indicando que os criminosos alegam ter conhecimento íntimo da rotina e dados pessoais das vítimas. As imagens que circulam nas redes sociais mostram o clima de pânico instaurado no bairro José de Alencar, onde ocorreu o episódio relatado. Moradores relatam que algumas famílias já deixaram o condomínio com urgência, temendo represálias. Até o momento da divulgação da denúncia, não há confirmação pública de prisão ou responsabilização definitiva dos autores. Em nota à imprensa, a SSPDS afirmou que “a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) segue investigando as circunstâncias de um caso de ameaça, ocorrido no bairro José de Alencar — Área Integrada de Segurança 7 (AIS-7) de Fortaleza”. A pasta ressaltou que “a PCCE reforça a importância de comunicar a denúncia por meio de um Boletim de Ocorrência (BO) em qualquer delegacia ou via Disque-Denúncia 181. O registro auxilia as diligências.” Segundo a SSPDS, o policiamento na região já foi reforçado, enquanto a delegacia do 14º Distrito Policial (14º DP) está encarregada dos trabalhos investigativos. A nota oficial ainda convida a população a colaborar com informações úteis para apuração do caso, garantindo sigilo e anonimato nas denúncias via Disque-Denúncia 181, WhatsApp da SSPDS (85) 3101-0181 ou pelo telefone (85) 3101-2944, da 14º DP.

Karina Michelin

890,683 görüntüleme • 8 ay önce

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Lula acaba de triplicar a aposta no confronto com os Estados Unidos e fez isso recorrendo ao seu truque mais gasto: fingir que não entende a gravidade da crise que ele próprio ajuda a incendiar. Lula afirmou que o Brasil “não pode aceitar” o tratamento dado por Washington, atacou diretamente o secretário de Estado americano, Marco Rubio, chamando-o de “latino-americano frustrado”, e ainda tentou vender a fantasia de que, apesar das agressões verbais, deseja “fortalecer” a relação com os Estados Unidos. A contradição não é apenas embaraçante; é quase caricata. Não se fortalece uma relação diplomática insultando uma das principais autoridades do governo americano, muito menos transformando uma crise comercial, política e institucional em espetáculo ideológico.Também não se defende a soberania nacional com bravatas destinadas a agradar a própria militância enquanto o país mergulha em insegurança jurídica, perda de credibilidade e desgaste internacional. Lula ataca os Estados Unidos, provoca Marco Rubio, alimenta a narrativa de confronto e, depois, apresenta-se como vítima de uma agressão externa. É a velha tática de Maduro: cria-se o incêndio, aponta-se para a fumaça e acusa-se o adversário de estar queimando a casa. Os Estados Unidos não estão olhando apenas para o discurso de Lula. Estão observando o ambiente institucional brasileiro, a perseguição política, a censura, o tratamento dado a empresas americanas, o avanço da influência chinesa e a deterioração da segurança jurídica no país. Enquanto Lula tenta vender a ideia de que está defendendo o Brasil, quem pode acabar pagando a conta é o próprio brasileiro. Lula não está defendendo a soberania nacional; está usando a soberania como escudo retórico para esconder a própria irresponsabilidade. O Brasil precisava de prudência e recebeu Lula, um revolucionário que insiste em desafiar o “império ianque”. A história mostra que confrontos dessa natureza costumam produzir consequências que vão muito além dos discurso - isso não tende a terminar bem.

Karina Michelin

37,457 görüntüleme • 12 gün önce

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A Polícia Federal voltou a prender, nesta sexta-feira, 17 de abril, Marco Alexandre Machado de Araújo, de 56 anos, dentro da própria casa, em Uberlândia, para o cumprimento de uma pena de 14 anos de prisão. Um homem que já estava em prisão domiciliar, monitorado, sob acompanhamento médico, autorizado pela própria Justiça por apresentar um quadro clínico grave. Ainda assim, foi arrancado novamente e devolvido ao sistema prisional. Marco Alexandre passou quase dois anos encarcerado sem denúncia formal, sem acusação estruturada, sem julgamento e sem condenação. DOIS ANOS ESQUECIDO DENTRO DE UMA CELA!!! Dois anos sendo destruído e sua mente não resistiu. Confusão mental, desorientação, perda de lucidez. Foi parar em uma ala psiquiátrica, submetido a medicações pesadas. Um ser humano reduzido ao extremo dentro de um sistema que deveria garantir justiça e não aniquilar pessoas. Mesmo depois de tudo isso, mesmo com laudos médicos, mesmo após um ano em casa tentando sobreviver, tentando se reerguer - ele está sendo levado de volta para o lugar que o levou à loucura. O grito de Marco Alexandre é de alguém que perdeu tudo - família, saúde, dignidade. Um homem que se apresentou voluntariamente, que tentou provar sua inocência, que confiou no sistema - e foi esmagado por ele. Pai de quatro filhos, uma criança pequena que mal pôde acompanhar crescer. E agora? Agora ele volta, como se nada disso importasse. Cadê a humanidade desse país?Cadê o limite? O que está acontecendo no Brasil não pode mais ser tratado como normal. Pessoas comuns, sem poder, sem proteção, estão sendo destruídas em nome de decisões que ignoram completamente o impacto humano. Isso não é justiça, isso é ditadura! LIBERTEM OS PRESOS POLÍTICOS!!

Karina Michelin

156,097 görüntüleme • 1 ay önce