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Karina Michelin

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Journalist, International Correspondent

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Uma revelação da jornalista Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo, repercutida nesta quarta-feira, 21 de outubro, expõe os bastidores políticos da mais alta Corte do país na reta final da eleição presidencial. Segundo a reportagem, ministros do STF alinhados a Alexandre de Moraes avaliam que Lula tem grandes chances de derrotar Flávio Bolsonaro no próximo domingo, apesar de ter perdido o primeiro turno. E o mais grave não é a previsão. É quem está fazendo essa avaliação! Os magistrados acreditam que a reação dos grupos ligados a Lula, somada às recentes medidas econômicas do governo, poderá influenciar o resultado nas urnas. A coluna revela ainda que um dirigente do Centrão apresentou aos ministros a previsão de uma vitória de Lula por aproximadamente um milhão de votos. Estamos falando de ministros do Supremo Tribunal Federal, não de analistas eleitorais! Magistrados com poder para julgar processos envolvendo os candidatos e tomar decisões capazes de interferir diretamente no ambiente eleitoral. E há uma coincidência política impossível de ignorar. Outra reportagem de Bela Megale revelou que Lula estaria telefonando a ministros do STF para reclamar de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acusando-o de favorecer Flávio Bolsonaro. De um lado, o presidente candidato recorre a interlocutores no Supremo para contestar decisões eleitorais. De outro, ministros alinhados a Moraes discutem nos bastidores a possibilidade de sua vitória. Tudo isso a quatro dias da eleição! Depois das controvérsias envolvendo a atuação do Judiciário em 2022, essas revelações tornam ainda mais urgente o escrutínio sobre a independência da Corte. O que está em jogo é também uma disputa institucional pelo poder. A nova composição do Senado, somada a uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, irá ampliar a pressão pelo impeachment de ministros do STF. Para esta Corte, a continuidade de Lula significaria preservar o atual status quo, enquanto uma mudança de governo ameaçaria o aparelhamento de poder que hoje os protege. A “Justiça” de Lula e de seus colaboracionistas tornou-se instrumento de articulação política.

Uma revelação da jornalista Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo, repercutida nesta quarta-feira, 21 de outubro, expõe os bastidores políticos da mais alta Corte do país na reta final da eleição presidencial. Segundo a reportagem, ministros do STF alinhados a Alexandre de Moraes avaliam que Lula tem grandes chances de derrotar Flávio Bolsonaro no próximo domingo, apesar de ter perdido o primeiro turno. E o mais grave não é a previsão. É quem está fazendo essa avaliação! Os magistrados acreditam que a reação dos grupos ligados a Lula, somada às recentes medidas econômicas do governo, poderá influenciar o resultado nas urnas. A coluna revela ainda que um dirigente do Centrão apresentou aos ministros a previsão de uma vitória de Lula por aproximadamente um milhão de votos. Estamos falando de ministros do Supremo Tribunal Federal, não de analistas eleitorais! Magistrados com poder para julgar processos envolvendo os candidatos e tomar decisões capazes de interferir diretamente no ambiente eleitoral. E há uma coincidência política impossível de ignorar. Outra reportagem de Bela Megale revelou que Lula estaria telefonando a ministros do STF para reclamar de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acusando-o de favorecer Flávio Bolsonaro. De um lado, o presidente candidato recorre a interlocutores no Supremo para contestar decisões eleitorais. De outro, ministros alinhados a Moraes discutem nos bastidores a possibilidade de sua vitória. Tudo isso a quatro dias da eleição! Depois das controvérsias envolvendo a atuação do Judiciário em 2022, essas revelações tornam ainda mais urgente o escrutínio sobre a independência da Corte. O que está em jogo é também uma disputa institucional pelo poder. A nova composição do Senado, somada a uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, irá ampliar a pressão pelo impeachment de ministros do STF. Para esta Corte, a continuidade de Lula significaria preservar o atual status quo, enquanto uma mudança de governo ameaçaria o aparelhamento de poder que hoje os protege. A “Justiça” de Lula e de seus colaboracionistas tornou-se instrumento de articulação política.

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Após a divulgação de uma carta atribuída a Flávio Bolsonaro por jornalistas e influenciadores políticos, nesta quarta-feira, 28 de outubro, o senador publicou em seu perfil oficial o verdadeiro teor de seu pronunciamento ao povo brasileiro e à comunidade internacional, após sua chegada aos Estados Unidos. O documento anteriormente divulgado continha uma alteração fundamental em relação à carta oficial. Na versão que circulou inicialmente, Flávio supostamente declarava: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.” Entretanto, na carta publicada em seu perfil oficial, a declaração é outra: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o líder do Brasil.” A diferença é substancial. O documento inicialmente divulgado atribuía a Flávio uma autoproclamação presidencial que não consta na carta oficial. No pronunciamento, Flávio denuncia o que considera uma fraude eleitoral, questiona o crescimento de mais de 10 milhões de votos de Lula entre os dois turnos e acusa o STF de interferir no processo eleitoral ao prorrogar o horário da votação. Também denuncia perseguição judicial e afirma ter deixado o Brasil para preservar sua liberdade e a segurança de sua família. “Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”. Flávio agradece a Donald Trump e Javier Milei, compara sua situação à de líderes políticos que enfrentaram o exílio e anuncia que liderará a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos, apresentando uma estratégia de mobilização pacífica nos próximos dias. Diante da publicação oficial, retiro e desconsidero minha postagem anterior, baseada no documento incorreto que circulou entre jornalistas. Como jornalista, tenho o dever de reportar os fatos com precisão e corrigir informações que não correspondam à realidade. A responsabilidade com a verdade deve prevalecer sobre a velocidade da notícia.

Após a divulgação de uma carta atribuída a Flávio Bolsonaro por jornalistas e influenciadores políticos, nesta quarta-feira, 28 de outubro, o senador publicou em seu perfil oficial o verdadeiro teor de seu pronunciamento ao povo brasileiro e à comunidade internacional, após sua chegada aos Estados Unidos. O documento anteriormente divulgado continha uma alteração fundamental em relação à carta oficial. Na versão que circulou inicialmente, Flávio supostamente declarava: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o verdadeiro presidente eleito do Brasil.” Entretanto, na carta publicada em seu perfil oficial, a declaração é outra: “Dirijo-me ao povo brasileiro e à comunidade internacional como o líder do Brasil.” A diferença é substancial. O documento inicialmente divulgado atribuía a Flávio uma autoproclamação presidencial que não consta na carta oficial. No pronunciamento, Flávio denuncia o que considera uma fraude eleitoral, questiona o crescimento de mais de 10 milhões de votos de Lula entre os dois turnos e acusa o STF de interferir no processo eleitoral ao prorrogar o horário da votação. Também denuncia perseguição judicial e afirma ter deixado o Brasil para preservar sua liberdade e a segurança de sua família. “Não fugi do Brasil, eu saí pelo Brasil”. Flávio agradece a Donald Trump e Javier Milei, compara sua situação à de líderes políticos que enfrentaram o exílio e anuncia que liderará a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos, apresentando uma estratégia de mobilização pacífica nos próximos dias. Diante da publicação oficial, retiro e desconsidero minha postagem anterior, baseada no documento incorreto que circulou entre jornalistas. Como jornalista, tenho o dever de reportar os fatos com precisão e corrigir informações que não correspondam à realidade. A responsabilidade com a verdade deve prevalecer sobre a velocidade da notícia.

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O PT parece não aceitar que Deltan Dallagnol tenha voltado às urnas e conquistado quase 3 milhões de votos para o Senado. Agora, prepara uma nova ofensiva judicial caso o Tribunal Superior Eleitoral mantenha sua candidatura. A informação foi revelada pela jornalista Neila Guimarães, do Metrópoles, nesta quarta-feira, 28 de outubro. Segundo a reportagem, o partido de Lula apoia Alexandre Curi, terceiro colocado na disputa pelo Paraná, enquanto insiste na inelegibilidade de Deltan Dallagnol - histórico adversário do PT desde a Lava Jato. O que está em jogo é uma cadeira no Senado. Sem conquistar a vaga nas urnas, o PT aposta na via judicial para afastar Deltan e favorecer politicamente um candidato que recebeu menos votos. Deltan já teve seu mandato de deputado federal cassado pelo TSE em 2023. Voltou às urnas em 2026, recebeu 2,9 milhões de votos e novamente vê sua representação política ameaçada por decisões judiciais. O TRE do Paraná aprovou seu registro por quatro votos a três. A Procuradoria-Geral Eleitoral também se manifestou favoravelmente. Ainda assim, uma decisão monocrática do ministro Floriano de Azevedo Marques voltou a barrar sua candidatura, posteriormente restabelecida de forma provisória por Kassio Nunes Marques. Na terça-feira, 27 de outubro, o PT paranaense publicou: “Deltan, você é o próximo”. O partido alegou que se referia às ações judiciais. No dia seguinte, surgia a notícia de que uma nova ofensiva estava sendo preparada. O PT aposta na inelegibilidade de Deltan e, segundo a reportagem, pretende insistir nessa tese mesmo diante de eventual derrota no TSE. Uma verdadeira caça às bruxas, conduzida por meio do aparato judiciário. O voto popular perde força diante de decisões judiciais que podem invalidar a escolha de milhões de brasileiros. Magistrados alinhados ao partido estariam sendo utilizados para afastar adversários políticos? Quase 3 milhões de eleitores continuam aguardando para saber se sua escolha será preservada ou invalidada pela Justiça Eleitoral.

O PT parece não aceitar que Deltan Dallagnol tenha voltado às urnas e conquistado quase 3 milhões de votos para o Senado. Agora, prepara uma nova ofensiva judicial caso o Tribunal Superior Eleitoral mantenha sua candidatura. A informação foi revelada pela jornalista Neila Guimarães, do Metrópoles, nesta quarta-feira, 28 de outubro. Segundo a reportagem, o partido de Lula apoia Alexandre Curi, terceiro colocado na disputa pelo Paraná, enquanto insiste na inelegibilidade de Deltan Dallagnol - histórico adversário do PT desde a Lava Jato. O que está em jogo é uma cadeira no Senado. Sem conquistar a vaga nas urnas, o PT aposta na via judicial para afastar Deltan e favorecer politicamente um candidato que recebeu menos votos. Deltan já teve seu mandato de deputado federal cassado pelo TSE em 2023. Voltou às urnas em 2026, recebeu 2,9 milhões de votos e novamente vê sua representação política ameaçada por decisões judiciais. O TRE do Paraná aprovou seu registro por quatro votos a três. A Procuradoria-Geral Eleitoral também se manifestou favoravelmente. Ainda assim, uma decisão monocrática do ministro Floriano de Azevedo Marques voltou a barrar sua candidatura, posteriormente restabelecida de forma provisória por Kassio Nunes Marques. Na terça-feira, 27 de outubro, o PT paranaense publicou: “Deltan, você é o próximo”. O partido alegou que se referia às ações judiciais. No dia seguinte, surgia a notícia de que uma nova ofensiva estava sendo preparada. O PT aposta na inelegibilidade de Deltan e, segundo a reportagem, pretende insistir nessa tese mesmo diante de eventual derrota no TSE. Uma verdadeira caça às bruxas, conduzida por meio do aparato judiciário. O voto popular perde força diante de decisões judiciais que podem invalidar a escolha de milhões de brasileiros. Magistrados alinhados ao partido estariam sendo utilizados para afastar adversários políticos? Quase 3 milhões de eleitores continuam aguardando para saber se sua escolha será preservada ou invalidada pela Justiça Eleitoral.

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O mundo das criptomoedas acaba de sofrer o maior ataque cibernético de sua história. Na noite desta quinta-feira, 29 de outubro, hackers desviaram aproximadamente US$ 6,36 bilhões de carteiras da Binance - aproximadamente 34 bilhões e 250 milhões de reais - a maior corretora de criptomoedas do planeta. Segundo a empresa americana de inteligência blockchain TRM Labs, os criminosos movimentaram ativos em dez blockchains diferentes, incluindo Bitcoin, Ethereum e Solana. A maior parte do roubo ocorreu em apenas 20 minutos! A TRM Labs e a Chainalysis atribuem o ataque, com alto grau de confiança, ao grupo TraderTraitor, ligado ao regime da Coreia do Norte, também associado ao roubo de US$ 1,5 bilhão da Bybit em 2025. A autoria do roubo ainda está sob investigação oficial. A Binance confirmou o ataque e revelou que a invasão pode ter começado pelo comprometimento do computador de um engenheiro de infraestrutura, permitindo retiradas não autorizadas. Tether, Circle e outras empresas bloquearam bilhões de dólares em ativos roubados. A Binance informou que aproximadamente US$ 3 bilhões já foram congelados. O Bitcoin despencou abaixo de US$ 77 mil, enquanto liquidações bilionárias atingiram o mercado de criptomoedas. A Binance suspendeu temporariamente depósitos e saques e promete cobrir integralmente as perdas. Mas seu fundo de proteção, o SAFU, possui apenas US$ 1 bilhão, diante de um ataque de US$ 6,36 bilhões. Embora cerca de US$ 3 bilhões tenham sido congelados, a empresa terá de recorrer também a recursos próprios. Elon Musk fez um alerta e advertiu que, futuramente, agentes de inteligência artificial superinteligentes poderão realizar ataques semelhantes para obter dinheiro para si próprios, sem depender de ordens humanas. O ataque representa aproximadamente quatro vezes o valor roubado da Bybit em 2025 e expõe uma vulnerabilidade alarmante na infraestrutura de custódia de ativos digitais. Em apenas 20 minutos, bilhões desapareceram, e a investigação sobre o maior roubo da história das criptomoedas está apenas começando…

O mundo das criptomoedas acaba de sofrer o maior ataque cibernético de sua história. Na noite desta quinta-feira, 29 de outubro, hackers desviaram aproximadamente US$ 6,36 bilhões de carteiras da Binance - aproximadamente 34 bilhões e 250 milhões de reais - a maior corretora de criptomoedas do planeta. Segundo a empresa americana de inteligência blockchain TRM Labs, os criminosos movimentaram ativos em dez blockchains diferentes, incluindo Bitcoin, Ethereum e Solana. A maior parte do roubo ocorreu em apenas 20 minutos! A TRM Labs e a Chainalysis atribuem o ataque, com alto grau de confiança, ao grupo TraderTraitor, ligado ao regime da Coreia do Norte, também associado ao roubo de US$ 1,5 bilhão da Bybit em 2025. A autoria do roubo ainda está sob investigação oficial. A Binance confirmou o ataque e revelou que a invasão pode ter começado pelo comprometimento do computador de um engenheiro de infraestrutura, permitindo retiradas não autorizadas. Tether, Circle e outras empresas bloquearam bilhões de dólares em ativos roubados. A Binance informou que aproximadamente US$ 3 bilhões já foram congelados. O Bitcoin despencou abaixo de US$ 77 mil, enquanto liquidações bilionárias atingiram o mercado de criptomoedas. A Binance suspendeu temporariamente depósitos e saques e promete cobrir integralmente as perdas. Mas seu fundo de proteção, o SAFU, possui apenas US$ 1 bilhão, diante de um ataque de US$ 6,36 bilhões. Embora cerca de US$ 3 bilhões tenham sido congelados, a empresa terá de recorrer também a recursos próprios. Elon Musk fez um alerta e advertiu que, futuramente, agentes de inteligência artificial superinteligentes poderão realizar ataques semelhantes para obter dinheiro para si próprios, sem depender de ordens humanas. O ataque representa aproximadamente quatro vezes o valor roubado da Bybit em 2025 e expõe uma vulnerabilidade alarmante na infraestrutura de custódia de ativos digitais. Em apenas 20 minutos, bilhões desapareceram, e a investigação sobre o maior roubo da história das criptomoedas está apenas começando…

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Os petistas desafiaram Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. Apostavam que ele não aceitaria. Pois bem: Flávio respondeu, foi além e protocolou no Tribunal Superior Eleitoral uma petição oferecendo a abertura de 20 anos de seus sigilos, enquanto Lula havia proposto apenas oito. Mas Flávio estabeleceu condições para que a transparência seja recíproca e alcance não apenas os protagonistas do debate, mas também pessoas, empresas e documentos relacionados a Lula. Entre as exigências estão a abertura dos sigilos de Lulinha, de empresas ligadas à família Lula, do Instituto Lula, do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto e de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, apontado pela campanha como um dos auxiliares cujos telefones seriam utilizados pelo presidente. Flávio também exige acesso aos sigilos de Roberta Luchsinger, Edson Claro, Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, nomes relacionados às investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS. A lista inclui ainda a divulgação integral dos gastos dos cartões corporativos da Presidência desde 2023, despesas relacionadas a Janja, sua agenda de compromissos e registros de entrada e saída dos filhos de Lula e de pessoas ligadas às investigações no Palácio da Alvorada. No caso Banco Master, Flávio cobra registros de reuniões de Lula com Daniel Vorcaro, informações sobre voos, visitantes e movimentações relacionadas ao banqueiro. A defesa também solicitou ao TSE que Lula seja formalmente intimado a responder às condições apresentadas. A diferença é que Flávio não se limitou a aceitar o desafio: ampliou o período de oito para vinte anos e exigiu que a abertura alcance também a estrutura de relações pessoais, empresariais e institucionais do presidente. Era transparência que os petistas exigiam? Pois bem, Flávio apresentou sua proposta à Justiça Eleitoral. Agora cabe a Lula responder se aceita as condições e apresentar os documentos exigidos. Veremos.

Os petistas desafiaram Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. Apostavam que ele não aceitaria. Pois bem: Flávio respondeu, foi além e protocolou no Tribunal Superior Eleitoral uma petição oferecendo a abertura de 20 anos de seus sigilos, enquanto Lula havia proposto apenas oito. Mas Flávio estabeleceu condições para que a transparência seja recíproca e alcance não apenas os protagonistas do debate, mas também pessoas, empresas e documentos relacionados a Lula. Entre as exigências estão a abertura dos sigilos de Lulinha, de empresas ligadas à família Lula, do Instituto Lula, do ex-tesoureiro petista João Vaccari Neto e de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, apontado pela campanha como um dos auxiliares cujos telefones seriam utilizados pelo presidente. Flávio também exige acesso aos sigilos de Roberta Luchsinger, Edson Claro, Frei Chico, irmão de Lula, e do Sindnapi, nomes relacionados às investigações sobre descontos indevidos em benefícios do INSS. A lista inclui ainda a divulgação integral dos gastos dos cartões corporativos da Presidência desde 2023, despesas relacionadas a Janja, sua agenda de compromissos e registros de entrada e saída dos filhos de Lula e de pessoas ligadas às investigações no Palácio da Alvorada. No caso Banco Master, Flávio cobra registros de reuniões de Lula com Daniel Vorcaro, informações sobre voos, visitantes e movimentações relacionadas ao banqueiro. A defesa também solicitou ao TSE que Lula seja formalmente intimado a responder às condições apresentadas. A diferença é que Flávio não se limitou a aceitar o desafio: ampliou o período de oito para vinte anos e exigiu que a abertura alcance também a estrutura de relações pessoais, empresariais e institucionais do presidente. Era transparência que os petistas exigiam? Pois bem, Flávio apresentou sua proposta à Justiça Eleitoral. Agora cabe a Lula responder se aceita as condições e apresentar os documentos exigidos. Veremos.

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A ofensiva contra a oposição brasileira chegou ao Wall Street Journal. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 29 de outubro, o influente jornal americano critica duramente as medidas contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula. O título é forte: “Ao vencedor do Brasil, a vingança política” (To Brazil’s Victor Goes Political Revenge). A chamada é ainda mais explícita: “O governo de Lula mira o adversário derrotado, Flávio Bolsonaro”. O jornal questiona a entrega dos documentos de viagem de Flávio, determinada por Alexandre de Moraes a pedido da Polícia Federal após o segundo turno. O jornal destaca que Flávio enfrentava medidas restritivas sem acusação criminal formal. O editorial também considera justificável a concessão de vistos americanos à família Bolsonaro e questiona a possibilidade de o opositor receber um julgamento imparcial no Brasil. O editorial resgata uma declaração de Lula durante a campanha, quando afirmou que Flávio enfrentaria investigações ao perder a imunidade parlamentar. Para o WSJ, Lula escolheu primeiro o adversário e prometeu encontrar depois o crime. A publicação também critica Moraes por supostamente ampliar sua jurisdição por interesses políticos, ressaltando que cabe à Procuradoria-Geral da República decidir sobre acusações criminais contra políticos federais. O jornal aborda ainda o julgamento de Jair Bolsonaro, destaca o voto de Luiz Fux pela absolvição e associa a saída de Flávio ao exílio de jornalistas e críticos brasileiros que temem a prisão. O WSJ compara esse cenário à trajetória de países que caminham da liberdade para a autocracia, com líderes eleitos que passam a controlar o Judiciário e perseguir adversários. E questiona se o Estado de Direito sobreviverá no Brasil. Enquanto o Wall Street Journal questiona as medidas contra Flávio, o “grande consórcio da mídia brasileira” volta a rotular a família de “golpista”. Diante dessa mudança abrupta de comportamento após as eleições, a pergunta é direta e “talvez” retórica: o consórcio está com medo de confrontar o regime ou é, de fato, conivente com ele?

A ofensiva contra a oposição brasileira chegou ao Wall Street Journal. Em editorial publicado nesta quinta-feira, 29 de outubro, o influente jornal americano critica duramente as medidas contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula. O título é forte: “Ao vencedor do Brasil, a vingança política” (To Brazil’s Victor Goes Political Revenge). A chamada é ainda mais explícita: “O governo de Lula mira o adversário derrotado, Flávio Bolsonaro”. O jornal questiona a entrega dos documentos de viagem de Flávio, determinada por Alexandre de Moraes a pedido da Polícia Federal após o segundo turno. O jornal destaca que Flávio enfrentava medidas restritivas sem acusação criminal formal. O editorial também considera justificável a concessão de vistos americanos à família Bolsonaro e questiona a possibilidade de o opositor receber um julgamento imparcial no Brasil. O editorial resgata uma declaração de Lula durante a campanha, quando afirmou que Flávio enfrentaria investigações ao perder a imunidade parlamentar. Para o WSJ, Lula escolheu primeiro o adversário e prometeu encontrar depois o crime. A publicação também critica Moraes por supostamente ampliar sua jurisdição por interesses políticos, ressaltando que cabe à Procuradoria-Geral da República decidir sobre acusações criminais contra políticos federais. O jornal aborda ainda o julgamento de Jair Bolsonaro, destaca o voto de Luiz Fux pela absolvição e associa a saída de Flávio ao exílio de jornalistas e críticos brasileiros que temem a prisão. O WSJ compara esse cenário à trajetória de países que caminham da liberdade para a autocracia, com líderes eleitos que passam a controlar o Judiciário e perseguir adversários. E questiona se o Estado de Direito sobreviverá no Brasil. Enquanto o Wall Street Journal questiona as medidas contra Flávio, o “grande consórcio da mídia brasileira” volta a rotular a família de “golpista”. Diante dessa mudança abrupta de comportamento após as eleições, a pergunta é direta e “talvez” retórica: o consórcio está com medo de confrontar o regime ou é, de fato, conivente com ele?

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É impressionante aonde o Brasil chegou! Dois dias após disputar a Presidência da República e receber quase 60 milhões de votos, Flávio Bolsonaro deixou o país com a esposa e as duas filhas para buscar asilo político nos Estados Unidos. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 27 de outubro, em meio a relatos de aliados sobre sua saída do Brasil. Sua chegada aos EUA ainda não foi confirmada oficialmente. Ontem, Alexandre de Moraes determinou a entrega dos passaportes brasileiro e diplomático do senador, além de eventuais documentos de outras nacionalidades, e o proibiu de deixar o país. A decisão, tomada no âmbito de uma investigação sigilosa, ocorreu 7 minutos após a derrota eleitoral de Flávio. Nesta terça-feira, o prazo terminou sem a entrega dos documentos. A Polícia Federal cancelou seus passaportes e passou a investigar seu destino. A situação é gravíssima! O principal adversário de Lula nas urnas, filho de um ex-presidente que cumpre prisão domiciliar, agora é também mais uma perseguido político que busca proteção fora do próprio país. Interlocutores afirmam que Flávio tomou a decisão para proteger sua família e evitar que sua situação judicial seja utilizada como moeda de troca nas articulações pelo impeachment de Moraes. A preocupação com as consequências políticas da medida chegou ao próprio Supremo. Segundo a Folha de S.Paulo, ministros do STF manifestaram surpresa com a decisão e receio de que ela seja interpretada como retaliação. A oposição denuncia uma máquina institucional voltada contra seus adversários políticos. E o que está acontecendo exige atenção internacional, transparência e respostas. Não estamos falando de um político desconhecido, mas de um senador da República que acaba de disputar a Presidência com o apoio de quase metade dos eleitores que votaram validamente. O mundo precisa acompanhar o que está acontecendo no Brasil de Lula e seus colaboracionistas.

É impressionante aonde o Brasil chegou! Dois dias após disputar a Presidência da República e receber quase 60 milhões de votos, Flávio Bolsonaro deixou o país com a esposa e as duas filhas para buscar asilo político nos Estados Unidos. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 27 de outubro, em meio a relatos de aliados sobre sua saída do Brasil. Sua chegada aos EUA ainda não foi confirmada oficialmente. Ontem, Alexandre de Moraes determinou a entrega dos passaportes brasileiro e diplomático do senador, além de eventuais documentos de outras nacionalidades, e o proibiu de deixar o país. A decisão, tomada no âmbito de uma investigação sigilosa, ocorreu 7 minutos após a derrota eleitoral de Flávio. Nesta terça-feira, o prazo terminou sem a entrega dos documentos. A Polícia Federal cancelou seus passaportes e passou a investigar seu destino. A situação é gravíssima! O principal adversário de Lula nas urnas, filho de um ex-presidente que cumpre prisão domiciliar, agora é também mais uma perseguido político que busca proteção fora do próprio país. Interlocutores afirmam que Flávio tomou a decisão para proteger sua família e evitar que sua situação judicial seja utilizada como moeda de troca nas articulações pelo impeachment de Moraes. A preocupação com as consequências políticas da medida chegou ao próprio Supremo. Segundo a Folha de S.Paulo, ministros do STF manifestaram surpresa com a decisão e receio de que ela seja interpretada como retaliação. A oposição denuncia uma máquina institucional voltada contra seus adversários políticos. E o que está acontecendo exige atenção internacional, transparência e respostas. Não estamos falando de um político desconhecido, mas de um senador da República que acaba de disputar a Presidência com o apoio de quase metade dos eleitores que votaram validamente. O mundo precisa acompanhar o que está acontecendo no Brasil de Lula e seus colaboracionistas.

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O mercado financeiro brasileiro começou esta segunda-feira, 26 de outubro, sob forte turbulência após a reeleição de Lula. A reação dos investidores foi imediata: o Ibovespa futuro abriu em queda de 14,84%, aos 177.215 pontos, enquanto o dólar comercial disparou 8,65%, chegando a R$ 5,425. No exterior, a derrocada começou ainda antes da abertura da B3. O EWZ, principal fundo de ações brasileiras negociado nos Estados Unidos, chegou a despencar 26,74%. Entre as empresas mais atingidas no pré-mercado americano estavam XP, com perdas superiores a 45%, Itaú, Bradesco e Petrobras, com recuos superiores a 20%. Diante da intensidade das perdas, a B3 tomou uma medida extraordinária: ampliou de 15% para 20% o limite inferior de oscilação dos contratos futuros do Ibovespa. O mercado também passou a trabalhar com o risco de acionamento do circuit breaker no mercado à vista. O JP Morgan rebaixou suas recomendações para o real e os títulos públicos brasileiros. O Barclays projetou a possibilidade de o dólar alcançar R$ 5,50, enquanto o ING alertou para perdas de dois dígitos na Bolsa. O contraste com o primeiro turno é contundente. A perspectiva de vitória de Flávio Bolsonaro havia impulsionado o Ibovespa acima dos 200 mil pontos e fortalecido o real. Agora, a continuidade do governo petista reacende os temores sobre o desequilíbrio fiscal, o crescimento da dívida pública e a manutenção dos juros elevados. A conta econômica dessa eleição começou a chegar nesta segunda-feira. E o risco é que seus efeitos não fiquem restritos à Bolsa: dólar mais caro, inflação pressionada e juros elevados podem atingir diretamente o bolso de quem trabalha, produz e paga impostos no Brasil. O que já estava ruim ficará ainda pior

O mercado financeiro brasileiro começou esta segunda-feira, 26 de outubro, sob forte turbulência após a reeleição de Lula. A reação dos investidores foi imediata: o Ibovespa futuro abriu em queda de 14,84%, aos 177.215 pontos, enquanto o dólar comercial disparou 8,65%, chegando a R$ 5,425. No exterior, a derrocada começou ainda antes da abertura da B3. O EWZ, principal fundo de ações brasileiras negociado nos Estados Unidos, chegou a despencar 26,74%. Entre as empresas mais atingidas no pré-mercado americano estavam XP, com perdas superiores a 45%, Itaú, Bradesco e Petrobras, com recuos superiores a 20%. Diante da intensidade das perdas, a B3 tomou uma medida extraordinária: ampliou de 15% para 20% o limite inferior de oscilação dos contratos futuros do Ibovespa. O mercado também passou a trabalhar com o risco de acionamento do circuit breaker no mercado à vista. O JP Morgan rebaixou suas recomendações para o real e os títulos públicos brasileiros. O Barclays projetou a possibilidade de o dólar alcançar R$ 5,50, enquanto o ING alertou para perdas de dois dígitos na Bolsa. O contraste com o primeiro turno é contundente. A perspectiva de vitória de Flávio Bolsonaro havia impulsionado o Ibovespa acima dos 200 mil pontos e fortalecido o real. Agora, a continuidade do governo petista reacende os temores sobre o desequilíbrio fiscal, o crescimento da dívida pública e a manutenção dos juros elevados. A conta econômica dessa eleição começou a chegar nesta segunda-feira. E o risco é que seus efeitos não fiquem restritos à Bolsa: dólar mais caro, inflação pressionada e juros elevados podem atingir diretamente o bolso de quem trabalha, produz e paga impostos no Brasil. O que já estava ruim ficará ainda pior

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Uma revelação gravíssima reafirma a discussão sobre a independência da Justiça Eleitoral brasileira na reta final da eleição presidencial, no governo Lula. Segundo a jornalista Bela Megale, de O Globo, Lula, presidente e candidato à reeleição, estaria telefonando para ministros do STF para reclamar de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acusando-o de favorecer seu adversário, Flávio Bolsonaro. A cinco dias da votação, Lula estaria recorrendo a integrantes do STF para contestar, em conversas privadas, a atuação do magistrado responsável por comandar a eleição da qual ele mesmo participa. Segundo a reportagem, Lula foi aconselhado a evitar encontros presenciais com magistrados até o fim da eleição, mas continua conversando com ministros por telefone. A irritação tem origem nas decisões de Nunes Marques contra o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado por André Janones, acusado pela campanha de Flávio Bolsonaro de disseminar informações falsas. O canal sofreu suspensões da Justiça Eleitoral, posteriormente revertidas. No dia 12 de outubro, Lula já havia atacado publicamente a imparcialidade de Kassio: “O que não pode é o presidente da Suprema Corte Eleitoral ter lado na política.” Bela Megale relata que Lula se surpreendeu com a liderança de Flávio no primeiro turno. Os ministros, por sua vez, teriam reclamado da desorganização do governo e da falta de apoio ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, diante da atuação de André Mendonça. O que está em jogo é muito maior do que uma divergência entre autoridades. É a notícia de que um presidente da República, disputando sua permanência no poder, procura ministros do Supremo para reclamar do magistrado responsável por conduzir a eleição, que não pertence à sua ala política. A denúncia é grave: a poucos dias da eleição, Lula estaria recorrendo a ministros do Supremo para pressionar o comando da Justiça Eleitoral em benefício de sua própria campanha. A Presidência não pode ser usada para influenciar a Justiça Eleitoral, que deve ser independente e imparcial. Mas é isso que Lula estaria fazendo, pela enésima vez.

Uma revelação gravíssima reafirma a discussão sobre a independência da Justiça Eleitoral brasileira na reta final da eleição presidencial, no governo Lula. Segundo a jornalista Bela Megale, de O Globo, Lula, presidente e candidato à reeleição, estaria telefonando para ministros do STF para reclamar de Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, acusando-o de favorecer seu adversário, Flávio Bolsonaro. A cinco dias da votação, Lula estaria recorrendo a integrantes do STF para contestar, em conversas privadas, a atuação do magistrado responsável por comandar a eleição da qual ele mesmo participa. Segundo a reportagem, Lula foi aconselhado a evitar encontros presenciais com magistrados até o fim da eleição, mas continua conversando com ministros por telefone. A irritação tem origem nas decisões de Nunes Marques contra o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado por André Janones, acusado pela campanha de Flávio Bolsonaro de disseminar informações falsas. O canal sofreu suspensões da Justiça Eleitoral, posteriormente revertidas. No dia 12 de outubro, Lula já havia atacado publicamente a imparcialidade de Kassio: “O que não pode é o presidente da Suprema Corte Eleitoral ter lado na política.” Bela Megale relata que Lula se surpreendeu com a liderança de Flávio no primeiro turno. Os ministros, por sua vez, teriam reclamado da desorganização do governo e da falta de apoio ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, diante da atuação de André Mendonça. O que está em jogo é muito maior do que uma divergência entre autoridades. É a notícia de que um presidente da República, disputando sua permanência no poder, procura ministros do Supremo para reclamar do magistrado responsável por conduzir a eleição, que não pertence à sua ala política. A denúncia é grave: a poucos dias da eleição, Lula estaria recorrendo a ministros do Supremo para pressionar o comando da Justiça Eleitoral em benefício de sua própria campanha. A Presidência não pode ser usada para influenciar a Justiça Eleitoral, que deve ser independente e imparcial. Mas é isso que Lula estaria fazendo, pela enésima vez.

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A reeleição de Lula da Silva provocou uma reação imediata entre empresários brasileiros. Nas redes sociais, multiplicam-se manifestações de empregadores que defendem a demissão de funcionários petistas e não pretendem financiar trabalhadores que apoiam um projeto político responsável pela deterioração da economia brasileira. Nesta segunda-feira, 26 de outubro, começaram a circular relatos de trabalhadores supostamente dispensados por suas posições políticas. Entre os episódios divulgados estão a alegada demissão de 14 funcionários de uma mesma empresa e outros casos individuais. Os desligamentos, entretanto, ainda não foram comprovados. Segundo reportagem do Metrópoles, o Ministério Público do Trabalho recebeu 140 denúncias de assédio eleitoral em apenas um dia. O número não representa 140 demissões confirmadas, mas demonstra a dimensão do conflito político que chegou às relações de trabalho. Em Minas Gerais, listas de comerciantes e estabelecimentos identificados como apoiadores do PT começaram a circular, ampliando a mobilização contra aqueles que declararam apoio à reeleição de Lula. O resultado das urnas encerrou a disputa eleitoral, mas deixou sem respostas os questionamentos sobre a prorrogação excepcional da votação determinada por Cristiano Zanin. A revolta está longe de terminar. Não se pode ignorar a indignação dos empresários diante de impostos sufocantes, insegurança jurídica e políticas hostis a quem empreende, quando trabalhadores apoiaram nas urnas justamente o projeto político que responsabilizam pelo próprio sufocamento econômico. Afinal, são os empreendedores que assumem os riscos, investem capital e geram empregos, não se pode exigir que sustentem um sistema que os leva à falência. Quem defende esse modelo econômico precisa também responder pelas suas consequências. A liberdade de pensamento é um direito de todos, inclusive de quem emprega. E o governo que se apresenta como defensor dos trabalhadores deveria explicar por que tantos empresários se sentem cada vez mais desprotegidos, penalizados e abandonados. Sem empresas economicamente viáveis, não existem empregos a proteger.

A reeleição de Lula da Silva provocou uma reação imediata entre empresários brasileiros. Nas redes sociais, multiplicam-se manifestações de empregadores que defendem a demissão de funcionários petistas e não pretendem financiar trabalhadores que apoiam um projeto político responsável pela deterioração da economia brasileira. Nesta segunda-feira, 26 de outubro, começaram a circular relatos de trabalhadores supostamente dispensados por suas posições políticas. Entre os episódios divulgados estão a alegada demissão de 14 funcionários de uma mesma empresa e outros casos individuais. Os desligamentos, entretanto, ainda não foram comprovados. Segundo reportagem do Metrópoles, o Ministério Público do Trabalho recebeu 140 denúncias de assédio eleitoral em apenas um dia. O número não representa 140 demissões confirmadas, mas demonstra a dimensão do conflito político que chegou às relações de trabalho. Em Minas Gerais, listas de comerciantes e estabelecimentos identificados como apoiadores do PT começaram a circular, ampliando a mobilização contra aqueles que declararam apoio à reeleição de Lula. O resultado das urnas encerrou a disputa eleitoral, mas deixou sem respostas os questionamentos sobre a prorrogação excepcional da votação determinada por Cristiano Zanin. A revolta está longe de terminar. Não se pode ignorar a indignação dos empresários diante de impostos sufocantes, insegurança jurídica e políticas hostis a quem empreende, quando trabalhadores apoiaram nas urnas justamente o projeto político que responsabilizam pelo próprio sufocamento econômico. Afinal, são os empreendedores que assumem os riscos, investem capital e geram empregos, não se pode exigir que sustentem um sistema que os leva à falência. Quem defende esse modelo econômico precisa também responder pelas suas consequências. A liberdade de pensamento é um direito de todos, inclusive de quem emprega. E o governo que se apresenta como defensor dos trabalhadores deveria explicar por que tantos empresários se sentem cada vez mais desprotegidos, penalizados e abandonados. Sem empresas economicamente viáveis, não existem empregos a proteger.

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Segundo a publicação da VEJA, desta sexta-feira, 18 de setembro, Daniel Vorcaro fez chegar ao STF um recado em tom ameaçador: se seu pai, Henrique Vorcaro, não for colocado em liberdade para tratar graves problemas de saúde, ele revelará fatos sobre “diferentes poderosos”. Vorcaro quer abrir a boca, mas, pelo visto, os ministros do Supremo não deixam. A revista relata que o banqueiro está furioso e convencido de que foi “abandonado para morrer na prisão” por saber segredos demais. Na visão atribuída a ele, haveria comprometimento da PGR, da Polícia Federal e de boa parte do STF - e, por isso, ele já não acreditaria existir um sistema independente capaz de viabilizar sua delação. E o ponto mais grave não está apenas no que Vorcaro ameaça contar, mas no que diz possuir para provar. Segundo um interlocutor de sua defesa, Daniel teria fotografias, recibos de pagamentos e outros documentos capazes de desmentir versões de distanciamento entre ele e figuras do STF, da PGR e da PF - e de confirmar, com detalhes, fatos que já vieram a público. A VEJA resume o estado de espírito do ex-banqueiro em uma frase atribuída ao interlocutor: “Daniel não tem nada a perder”. No centro do ultimato está seu pai, Henrique Vorcaro, preso há mais de 90 dias e sofrendo de diverticulite. Ele pediu nesta quarta-feira ao presidente do STF, Edson Fachin, que destrave seu caso para que André Mendonça analise o pedido de prisão domiciliar humanitária. Há uma data marcada para 30 de setembro. A Polícia Federal também marcou para esse dia o interrogatório de Henrique sobre “A Turma” e “Os Meninos”, grupos investigados por espionagem e intimidação de adversários da família. Portanto, a notícia desta sexta-feira é objetiva e alarmante: Daniel Vorcaro está preso, furioso e mandou um recado direto ao Supremo - quer o pai fora da prisão. E ameaça responder expondo o que sabe, com fotos, recibos e documentos. Agora, mais do que nunca, Daniel Vorcaro precisa ser ouvido e protegido. Caso contrário, poderá se tornar um arquivo morto.

Segundo a publicação da VEJA, desta sexta-feira, 18 de setembro, Daniel Vorcaro fez chegar ao STF um recado em tom ameaçador: se seu pai, Henrique Vorcaro, não for colocado em liberdade para tratar graves problemas de saúde, ele revelará fatos sobre “diferentes poderosos”. Vorcaro quer abrir a boca, mas, pelo visto, os ministros do Supremo não deixam. A revista relata que o banqueiro está furioso e convencido de que foi “abandonado para morrer na prisão” por saber segredos demais. Na visão atribuída a ele, haveria comprometimento da PGR, da Polícia Federal e de boa parte do STF - e, por isso, ele já não acreditaria existir um sistema independente capaz de viabilizar sua delação. E o ponto mais grave não está apenas no que Vorcaro ameaça contar, mas no que diz possuir para provar. Segundo um interlocutor de sua defesa, Daniel teria fotografias, recibos de pagamentos e outros documentos capazes de desmentir versões de distanciamento entre ele e figuras do STF, da PGR e da PF - e de confirmar, com detalhes, fatos que já vieram a público. A VEJA resume o estado de espírito do ex-banqueiro em uma frase atribuída ao interlocutor: “Daniel não tem nada a perder”. No centro do ultimato está seu pai, Henrique Vorcaro, preso há mais de 90 dias e sofrendo de diverticulite. Ele pediu nesta quarta-feira ao presidente do STF, Edson Fachin, que destrave seu caso para que André Mendonça analise o pedido de prisão domiciliar humanitária. Há uma data marcada para 30 de setembro. A Polícia Federal também marcou para esse dia o interrogatório de Henrique sobre “A Turma” e “Os Meninos”, grupos investigados por espionagem e intimidação de adversários da família. Portanto, a notícia desta sexta-feira é objetiva e alarmante: Daniel Vorcaro está preso, furioso e mandou um recado direto ao Supremo - quer o pai fora da prisão. E ameaça responder expondo o que sabe, com fotos, recibos e documentos. Agora, mais do que nunca, Daniel Vorcaro precisa ser ouvido e protegido. Caso contrário, poderá se tornar um arquivo morto.

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No mesmo dia em que veio a público um pedido da Polícia Federal para investigar Flávio Bolsonaro, distribuído ao ministro Alexandre de Moraes, Lula ameaçou o adversário durante o debate da Band, neste domingo, 18 de outubro, com declarações sobre possíveis consequências judiciais. A representação da PF, encaminhada anteriormente ao Supremo Tribunal Federal, envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e conexões com investigados no escândalo do INSS. O pedido foi distribuído por sorteio a Moraes, que deverá decidir sobre a abertura do inquérito. Em entrevista à CNN Brasil, Roberta Luchsinger, investigada no caso do INSS, afirmou que pretende negociar uma delação premiada envolvendo Lulinha e acusou Lula de utilizar o aparato estatal contra ela. Declarou ainda que responsabilizará o presidente caso algo aconteça consigo ou com suas duas filhas. Paralelamente, no caso Banco Master, envolvendo Daniel Vorcaro, há também alegações do próprio Vorcaro de que tentativas de colaboração premiada teriam sido barradas quando surgiram referências a Lula. A divulgação de uma possível investigação contra um candidato presidencial às vésperas do segundo turno, somada às declarações tendenciosas de Lula - seu adversário político e atual presidente da República - durante um debate nacional, levanta questionamentos sobre o risco de decisões judiciais de caráter persecutório na reta final da disputa. O momento exige vigilância máxima e transparência absoluta. É inadmissível qualquer tentativa de instrumentalizar instituições da República para perseguir adversários, interferir na vontade popular ou retirar da disputa, pela via judicial, um candidato da oposição às vésperas da eleição.

No mesmo dia em que veio a público um pedido da Polícia Federal para investigar Flávio Bolsonaro, distribuído ao ministro Alexandre de Moraes, Lula ameaçou o adversário durante o debate da Band, neste domingo, 18 de outubro, com declarações sobre possíveis consequências judiciais. A representação da PF, encaminhada anteriormente ao Supremo Tribunal Federal, envolve suspeitas de lavagem de dinheiro e conexões com investigados no escândalo do INSS. O pedido foi distribuído por sorteio a Moraes, que deverá decidir sobre a abertura do inquérito. Em entrevista à CNN Brasil, Roberta Luchsinger, investigada no caso do INSS, afirmou que pretende negociar uma delação premiada envolvendo Lulinha e acusou Lula de utilizar o aparato estatal contra ela. Declarou ainda que responsabilizará o presidente caso algo aconteça consigo ou com suas duas filhas. Paralelamente, no caso Banco Master, envolvendo Daniel Vorcaro, há também alegações do próprio Vorcaro de que tentativas de colaboração premiada teriam sido barradas quando surgiram referências a Lula. A divulgação de uma possível investigação contra um candidato presidencial às vésperas do segundo turno, somada às declarações tendenciosas de Lula - seu adversário político e atual presidente da República - durante um debate nacional, levanta questionamentos sobre o risco de decisões judiciais de caráter persecutório na reta final da disputa. O momento exige vigilância máxima e transparência absoluta. É inadmissível qualquer tentativa de instrumentalizar instituições da República para perseguir adversários, interferir na vontade popular ou retirar da disputa, pela via judicial, um candidato da oposição às vésperas da eleição.

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Nesta quinta-feira, 29 de outubro, o jornal alemão Die Welt também publicou um artigo, assinado pelo correspondente Tobias Käufer, questionando se o Brasil ainda pode ser considerado um Estado de Direito. O artigo, intitulado “A fuga de Bolsonaro”, aborda as medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula e traz uma grave acusação: a de que Lula teria transformado a Justiça brasileira em uma espécie de sistema de proteção jurídica para sua própria base de poder. Käufer questiona a independência do Supremo Tribunal Federal e aponta o conflito de interesses de ministros que poderiam enfrentar processos de impeachment caso a oposição chegasse à Presidência. O correspondente também expõe o contraste nas nomeações ao STF. Enquanto a escolha de um ministro evangélico por Jair Bolsonaro provocou críticas internacionais, as indicações de Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal de Lula, e Flávio Dino, ex-ministro de seu governo, não receberam, segundo o autor, tratamento equivalente. O artigo avança sobre denúncias envolvendo Alexandre de Moraes, pressões contra jornalistas e organizações anticorrupção, além de recordar os escândalos da Odebrecht e o asilo concedido pelo governo brasileiro à ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, condenada por corrupção. Käufer ainda critica a declaração de Lula sobre a saída de Flávio Bolsonaro do país, interpretando suas palavras como uma possível orientação política ao Judiciário. Mais um grande jornal questiona a democracia no Brasil. O mundo ligou o sinal de alerta! Tratar o que está acontecendo como algo normal é chancelar a nova ordem mundial. Este é um alerta global; o Brasil de Lula não pode se tornar o novo normal do Ocidente.

Nesta quinta-feira, 29 de outubro, o jornal alemão Die Welt também publicou um artigo, assinado pelo correspondente Tobias Käufer, questionando se o Brasil ainda pode ser considerado um Estado de Direito. O artigo, intitulado “A fuga de Bolsonaro”, aborda as medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro após a reeleição de Lula e traz uma grave acusação: a de que Lula teria transformado a Justiça brasileira em uma espécie de sistema de proteção jurídica para sua própria base de poder. Käufer questiona a independência do Supremo Tribunal Federal e aponta o conflito de interesses de ministros que poderiam enfrentar processos de impeachment caso a oposição chegasse à Presidência. O correspondente também expõe o contraste nas nomeações ao STF. Enquanto a escolha de um ministro evangélico por Jair Bolsonaro provocou críticas internacionais, as indicações de Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal de Lula, e Flávio Dino, ex-ministro de seu governo, não receberam, segundo o autor, tratamento equivalente. O artigo avança sobre denúncias envolvendo Alexandre de Moraes, pressões contra jornalistas e organizações anticorrupção, além de recordar os escândalos da Odebrecht e o asilo concedido pelo governo brasileiro à ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, condenada por corrupção. Käufer ainda critica a declaração de Lula sobre a saída de Flávio Bolsonaro do país, interpretando suas palavras como uma possível orientação política ao Judiciário. Mais um grande jornal questiona a democracia no Brasil. O mundo ligou o sinal de alerta! Tratar o que está acontecendo como algo normal é chancelar a nova ordem mundial. Este é um alerta global; o Brasil de Lula não pode se tornar o novo normal do Ocidente.

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Jair Messias Bolsonaro não poderá votar nas eleições deste domingo. Um ex-presidente da República, que recebeu quase 58 milhões de votos em 2022, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, teve seus direitos políticos suspensos e foi arrancado à força do processo eleitoral brasileiro. Não existe eufemismo: Jair Bolsonaro é um preso político! E não se contentaram em prendê-lo. Alexandre de Moraes decidiu que Bolsonaro não poderia fazer manifestações político-eleitorais, nem mesmo por intermédio de terceiros. Manteve a proibição do uso de celular e redes sociais, de gravar vídeos ou áudios, restringiu suas visitas e até Flávio Bolsonaro, seu filho e candidato à Presidência, foi proibido de visitá-lo por 90 dias. O mais grave é que não foi apresentada nenhuma prova capaz de demonstrar que Jair Bolsonaro tenha praticado uma tentativa de golpe de Estado. Sua condenação é injusta; é um preso político. Bolsonaro não vota, mas presos provisórios votam. Nas eleições de 2026, 12.814 estão aptos a votar e haverá seções eleitorais dentro dos presídios. Jair Bolsonaro, não! Enquanto urnas serão levadas aos presídios para garantir esse direito, Bolsonaro estará dentro de casa sem poder tocar em uma urna. Não se trata de retirar dos presos provisórios um direito previsto em lei, mas de expor o tamanho dessa aberração. E não lhe retiraram apenas o voto. Retiraram sua voz, sua imagem, sua presença e sua participação na vida política. Produziram algo ainda mais perverso: uma morte política e pública em vida. Bolsonaro existe e está vivo; mas milhões de brasileiros não podem ouvi-lo ou vê-lo, durante esta eleição presidencial. Pode-se concordar ou discordar de Bolsonaro, odiá-lo ou rejeitar tudo aquilo que representa. Mas ninguém deveria olhar com naturalidade para o poder empregado para retirar um adversário político da arena pública. Neste domingo, Jair não poderá votar. Mas nenhuma sentença consegue determinar por decreto o lugar que um homem ocupa na memória política de milhões de brasileiros. O que não podem fazer é obrigar milhões de brasileiros a esquecer que Jair Bolsonaro existe. E as urnas mostrarão o tamanho da força política que seu nome ainda carrega.

Jair Messias Bolsonaro não poderá votar nas eleições deste domingo. Um ex-presidente da República, que recebeu quase 58 milhões de votos em 2022, foi condenado a 27 anos e três meses de prisão, teve seus direitos políticos suspensos e foi arrancado à força do processo eleitoral brasileiro. Não existe eufemismo: Jair Bolsonaro é um preso político! E não se contentaram em prendê-lo. Alexandre de Moraes decidiu que Bolsonaro não poderia fazer manifestações político-eleitorais, nem mesmo por intermédio de terceiros. Manteve a proibição do uso de celular e redes sociais, de gravar vídeos ou áudios, restringiu suas visitas e até Flávio Bolsonaro, seu filho e candidato à Presidência, foi proibido de visitá-lo por 90 dias. O mais grave é que não foi apresentada nenhuma prova capaz de demonstrar que Jair Bolsonaro tenha praticado uma tentativa de golpe de Estado. Sua condenação é injusta; é um preso político. Bolsonaro não vota, mas presos provisórios votam. Nas eleições de 2026, 12.814 estão aptos a votar e haverá seções eleitorais dentro dos presídios. Jair Bolsonaro, não! Enquanto urnas serão levadas aos presídios para garantir esse direito, Bolsonaro estará dentro de casa sem poder tocar em uma urna. Não se trata de retirar dos presos provisórios um direito previsto em lei, mas de expor o tamanho dessa aberração. E não lhe retiraram apenas o voto. Retiraram sua voz, sua imagem, sua presença e sua participação na vida política. Produziram algo ainda mais perverso: uma morte política e pública em vida. Bolsonaro existe e está vivo; mas milhões de brasileiros não podem ouvi-lo ou vê-lo, durante esta eleição presidencial. Pode-se concordar ou discordar de Bolsonaro, odiá-lo ou rejeitar tudo aquilo que representa. Mas ninguém deveria olhar com naturalidade para o poder empregado para retirar um adversário político da arena pública. Neste domingo, Jair não poderá votar. Mas nenhuma sentença consegue determinar por decreto o lugar que um homem ocupa na memória política de milhões de brasileiros. O que não podem fazer é obrigar milhões de brasileiros a esquecer que Jair Bolsonaro existe. E as urnas mostrarão o tamanho da força política que seu nome ainda carrega.

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Às vésperas das eleições brasileiras, três países do Five Eyes adotaram medidas ou emitiram alertas de segurança relacionados ao Brasil. Estados Unidos, Reino Unido e Austrália integram, ao lado de Canadá e Nova Zelândia, uma das principais alianças de inteligência do mundo, criada justamente para o compartilhamento de informações sobre ameaças e segurança. Nesta sexta-feira, 2 de outubro, os Estados Unidos suspenderam os serviços consulares da Embaixada e dos consulados no Brasil, alegando “preocupações de segurança”. A ordem partiu do Departamento de Estado, comandado por Marco Rubio, que não revelou publicamente a natureza da ameaça e afirmou apenas que trabalha em cooperação com as autoridades brasileiras. Funcionários da Embaixada e dos consulados americanos foram orientados a trabalhar remotamente. A CNN confirmou que a determinação de home office foi comunicada na quinta-feira, poucas horas antes do anúncio da suspensão dos serviços. Segundo O Tempo, a orientação alcança também a próxima segunda-feira, 5 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno. Nem mesmo os funcionários teriam recebido detalhes sobre o risco que provocou a decisão. A Austrália, também integrante do Five Eyes, reagiu ao alerta americano; suspendeu atendimentos diplomáticos no Brasil, citou preocupações de segurança e orientou seus cidadãos a evitarem instalações diplomáticas dos Estados Unidos. Seu comunicado menciona inclusive risco de terrorismo. Já o Reino Unido, terceiro membro da aliança, havia atualizado em 29 de setembro sua orientação para o Brasil, incluindo especificamente as eleições de 4 de outubro e eventos políticos. Londres alerta para manifestações inesperadas e mantém uma advertência contundente; considera provável que terroristas tentem realizar ataques no Brasil, inclusive em locais frequentados por estrangeiros e grandes aglomerações. Três dos cinco países do Five Eyes já adotaram medidas ou emitiram alertas de segurança envolvendo o Brasil nas últimas horas. Às vésperas das eleições, enquanto os Estados Unidos mantêm em sigilo a ameaça que levou a medidas excepcionais, a movimentação desses países acende um sinal de alerta que não pode ser ignorado.

Às vésperas das eleições brasileiras, três países do Five Eyes adotaram medidas ou emitiram alertas de segurança relacionados ao Brasil. Estados Unidos, Reino Unido e Austrália integram, ao lado de Canadá e Nova Zelândia, uma das principais alianças de inteligência do mundo, criada justamente para o compartilhamento de informações sobre ameaças e segurança. Nesta sexta-feira, 2 de outubro, os Estados Unidos suspenderam os serviços consulares da Embaixada e dos consulados no Brasil, alegando “preocupações de segurança”. A ordem partiu do Departamento de Estado, comandado por Marco Rubio, que não revelou publicamente a natureza da ameaça e afirmou apenas que trabalha em cooperação com as autoridades brasileiras. Funcionários da Embaixada e dos consulados americanos foram orientados a trabalhar remotamente. A CNN confirmou que a determinação de home office foi comunicada na quinta-feira, poucas horas antes do anúncio da suspensão dos serviços. Segundo O Tempo, a orientação alcança também a próxima segunda-feira, 5 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno. Nem mesmo os funcionários teriam recebido detalhes sobre o risco que provocou a decisão. A Austrália, também integrante do Five Eyes, reagiu ao alerta americano; suspendeu atendimentos diplomáticos no Brasil, citou preocupações de segurança e orientou seus cidadãos a evitarem instalações diplomáticas dos Estados Unidos. Seu comunicado menciona inclusive risco de terrorismo. Já o Reino Unido, terceiro membro da aliança, havia atualizado em 29 de setembro sua orientação para o Brasil, incluindo especificamente as eleições de 4 de outubro e eventos políticos. Londres alerta para manifestações inesperadas e mantém uma advertência contundente; considera provável que terroristas tentem realizar ataques no Brasil, inclusive em locais frequentados por estrangeiros e grandes aglomerações. Três dos cinco países do Five Eyes já adotaram medidas ou emitiram alertas de segurança envolvendo o Brasil nas últimas horas. Às vésperas das eleições, enquanto os Estados Unidos mantêm em sigilo a ameaça que levou a medidas excepcionais, a movimentação desses países acende um sinal de alerta que não pode ser ignorado.

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📌Imagens impressionantes: nesta segunda-feira, 19 de outubro, um mar de gente vestida de verde e amarelo tomou as ruas de Manaus. Dois dias antes, no Piauí, milhares de pessoas ecoaram o Pai-Nosso. São cenas que retratam a mobilização dos patriotas que pedem mudanças no país e manifestam seu apoio a Flávio Bolsonaro na reta final da campanha presidencial. Fé, patriotismo, participação popular e civismo marcam as manifestações da direita brasileira.

📌Imagens impressionantes: nesta segunda-feira, 19 de outubro, um mar de gente vestida de verde e amarelo tomou as ruas de Manaus. Dois dias antes, no Piauí, milhares de pessoas ecoaram o Pai-Nosso. São cenas que retratam a mobilização dos patriotas que pedem mudanças no país e manifestam seu apoio a Flávio Bolsonaro na reta final da campanha presidencial. Fé, patriotismo, participação popular e civismo marcam as manifestações da direita brasileira.

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🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

🚨🚨 Guerra no Oriente Médio O ataque esperado contra Israel foi coordenado e começou do Iémen, Iraque, Síria e Líbano. O Ministério da Defesa de Teerã informou aos países da região que, se abrirem o espaço aéreo para Israel interceptar drones, eles também poderão ser atacados. O gabinete de guerra de Israel reuniu-se para enfrentar a ameaça iminente e disseram que estão preparados para qualquer cenário. Foram três ataques lançados pelo Irã contra Israel com drones e mísseis, caças americanos e franceses decolaram no espaço aéreo. Biden regressou à Casa Branca de emergência para “consultas urgentes” e declarou apoio a Israel. Israel fechou escolas e jardins de infância e proibiu reuniões de mais de 1.000 pessoas. Os países europeus estão em alerta máxima diante desta escalada sem precedentes. Em atualização.

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A informação publicada por Matheus Leitão, no Metrópoles, nesta sexta-feira, 11 de setembro, é muito mais grave do que uma simples fofoca de bastidor. Segundo um aliado próximo, Alexandre de Moraes já tomou uma decisão: não pretende renunciar, mesmo que seja aberta uma investigação contra ele. E teria deixado claro que “não cairá sozinho”. Traduzindo: Moraes está abertamente chantageando e coagindo outros ministros. A própria reportagem afirma que Moraes sabe que não foi o único integrante do Supremo a manter relações com Daniel Vorcaro e cita Dias Toffoli. Diz ainda que o caso de Moraes é considerado, até agora, o mais grave - há o contrato milionário do Banco Master com o escritório de sua mulher e dezenas de mensagens ainda sem explicação. E há um detalhe político decisivo; segundo a coluna, Davi Alcolumbre não pretende abrir nesta legislatura um processo de impeachment contra Moraes. Quer esperar as eleições e a nova composição do Senado. Ou seja; enquanto o Senado segura a porta, Moraes se prepara para resistir dentro do Supremo. Na quinta-feira, 10 de setembro, ele chegou a anunciar um pronunciamento e o cancelou pouco depois. Agora, aliados dizem que a decisão de resistir já foi tomada, mesmo recluso e falando com poucas pessoas. Na terça-feira, 15, virá o primeiro grande teste: Moraes, André Mendonça e outros ministros atingidos, em diferentes graus, pelo caso Vorcaro estarão no mesmo plenário. É uma guerra de sobrevivência dentro do STF - e o país inteiro irá descobrir quem protege quem quando ela começar de verdade.

A informação publicada por Matheus Leitão, no Metrópoles, nesta sexta-feira, 11 de setembro, é muito mais grave do que uma simples fofoca de bastidor. Segundo um aliado próximo, Alexandre de Moraes já tomou uma decisão: não pretende renunciar, mesmo que seja aberta uma investigação contra ele. E teria deixado claro que “não cairá sozinho”. Traduzindo: Moraes está abertamente chantageando e coagindo outros ministros. A própria reportagem afirma que Moraes sabe que não foi o único integrante do Supremo a manter relações com Daniel Vorcaro e cita Dias Toffoli. Diz ainda que o caso de Moraes é considerado, até agora, o mais grave - há o contrato milionário do Banco Master com o escritório de sua mulher e dezenas de mensagens ainda sem explicação. E há um detalhe político decisivo; segundo a coluna, Davi Alcolumbre não pretende abrir nesta legislatura um processo de impeachment contra Moraes. Quer esperar as eleições e a nova composição do Senado. Ou seja; enquanto o Senado segura a porta, Moraes se prepara para resistir dentro do Supremo. Na quinta-feira, 10 de setembro, ele chegou a anunciar um pronunciamento e o cancelou pouco depois. Agora, aliados dizem que a decisão de resistir já foi tomada, mesmo recluso e falando com poucas pessoas. Na terça-feira, 15, virá o primeiro grande teste: Moraes, André Mendonça e outros ministros atingidos, em diferentes graus, pelo caso Vorcaro estarão no mesmo plenário. É uma guerra de sobrevivência dentro do STF - e o país inteiro irá descobrir quem protege quem quando ela começar de verdade.

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Enquanto a militância petista procura pelo em ovo para transformar propostas de mudança na Constituição, submetidas ao Congresso, em narrativa de “golpe”, uma reunião fora da agenda oficial aconteceu dentro do Supremo e exige explicações. Nesta terça-feira, 6 de outubro, Alexandre de Moraes recebeu no STF o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o diretor de Inteligência, Leandro Almada, e o agente Denis de Carli. O encontro não constou da agenda oficial de Moraes e a pauta não foi divulgada. Agora vem o ponto central. No próximo dia 13, Andrei tem reunião oficial marcada com o presidente do STF, Edson Fachin, para tratar justamente das investigações do Banco Master. A PF deverá apresentar formalmente a Fachin a lista de todos os ministros citados nas conversas de Daniel Vorcaro. Entre eles está Alexandre de Moraes. Fachin estabeleceu que qualquer relatório ou informação das investigações do Master envolvendo ministros do Supremo deve ser encaminhado à Presidência da Corte, e não aos demais gabinetes. Determinou ainda que os fatos sejam apresentados integralmente, “sem exceção de pessoa”, para que então sejam adotadas as providências cabíveis. Pois sete dias antes dessa audiência, Andrei se reúne reservadamente com Moraes. Não sabemos o que foi discutido. Por acaso, Moraes teve acesso a informações que deveriam ser formalmente apresentadas à Presidência do STF na próxima semana? Moraes está diretamente ligado a uma das frentes mais sensíveis da investigação, que envolve Daniel Vorcaro e contratos milionários com o escritório de sua família. Andrei comanda justamente a PF que investiga esse material e deverá apresentar a Fachin as informações envolvendo ministros do Supremo. E, dias antes disso, Andrei e Moraes se encontram fora da agenda oficial, sem pauta divulgada. Enquanto procuram “golpe” em PEC, é isso que está acontecendo dentro do Supremo. Essa é a notícia. Podem tentar varrê-la para debaixo do tapete, fabricar outras manchetes e desviar o foco, continuará sendo a notícia mais importante do dia.

Enquanto a militância petista procura pelo em ovo para transformar propostas de mudança na Constituição, submetidas ao Congresso, em narrativa de “golpe”, uma reunião fora da agenda oficial aconteceu dentro do Supremo e exige explicações. Nesta terça-feira, 6 de outubro, Alexandre de Moraes recebeu no STF o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o diretor de Inteligência, Leandro Almada, e o agente Denis de Carli. O encontro não constou da agenda oficial de Moraes e a pauta não foi divulgada. Agora vem o ponto central. No próximo dia 13, Andrei tem reunião oficial marcada com o presidente do STF, Edson Fachin, para tratar justamente das investigações do Banco Master. A PF deverá apresentar formalmente a Fachin a lista de todos os ministros citados nas conversas de Daniel Vorcaro. Entre eles está Alexandre de Moraes. Fachin estabeleceu que qualquer relatório ou informação das investigações do Master envolvendo ministros do Supremo deve ser encaminhado à Presidência da Corte, e não aos demais gabinetes. Determinou ainda que os fatos sejam apresentados integralmente, “sem exceção de pessoa”, para que então sejam adotadas as providências cabíveis. Pois sete dias antes dessa audiência, Andrei se reúne reservadamente com Moraes. Não sabemos o que foi discutido. Por acaso, Moraes teve acesso a informações que deveriam ser formalmente apresentadas à Presidência do STF na próxima semana? Moraes está diretamente ligado a uma das frentes mais sensíveis da investigação, que envolve Daniel Vorcaro e contratos milionários com o escritório de sua família. Andrei comanda justamente a PF que investiga esse material e deverá apresentar a Fachin as informações envolvendo ministros do Supremo. E, dias antes disso, Andrei e Moraes se encontram fora da agenda oficial, sem pauta divulgada. Enquanto procuram “golpe” em PEC, é isso que está acontecendo dentro do Supremo. Essa é a notícia. Podem tentar varrê-la para debaixo do tapete, fabricar outras manchetes e desviar o foco, continuará sendo a notícia mais importante do dia.

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Nesta sexta-feira, 16 de outubro, o Estadão revelou mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro que colocam Gabriela Prioli no centro de uma estratégia de comunicação do Banco Master - que ela insiste em negar. Vídeos divulgados a milhões de seguidores como reflexões independentes eram, segundo a investigação, produzidos a partir de roteiros submetidos à equipe de Vorcaro. A hipocrisia, ao que indicam os diálogos, tinha contrato, roteiro e aprovação. Em abril de 2025, Ana Matos, então superintendente de marketing do Master, informou a Vorcaro que um contrato de 12 meses com Prioli estava assinado. A operação previa ainda cerca de 15 influenciadores, de esquerda e de direita, para defender o banco e rebater críticas às suas operações, inclusive de jornalistas. Vorcaro não apenas acompanhava a campanha, ele sugeria argumentos e recebia vídeos para aprovação. Em maio, orientou: “Tem que bater em jornalista não no BTG”. Em julho, ao receber uma gravação de Priori ele pediu mudanças. Dias depois, Ana escreveu: “A Prioli está pronta pra soltar o vídeo, ela absorveu nosso pedido”. E foi o próprio Vorcaro quem recomendou adiar a postagem, porque as sanções da Lei Magnitsky dominavam o noticiário. Enquanto isso, Prioli dizia falar sobre o banco “não como especialista, mas como interessada”. Em outro conteúdo, defendeu a segurança dos CDBs do Master, citando a garantia do FGC. Pelo menos quatro publicações mencionadas nas conversas foram apagadas de suas redes. Em janeiro de 2026, Prioli afirmou que nunca havia sido contratada para defender o Master, mas os diálogos publicados pelo Estadão desmentem essa negativa. O valor de eventual pagamento não foi revelado; até a publicação, ela não havia respondido aos novos questionamentos. Publicidade não é proibida e opinar também não; o problema aparece quando o público vê uma análise supostamente espontânea, mas nos bastidores há roteiros negociados, vídeos submetidos à aprovação e correções solicitadas por quem tem interesse direto no resultado. O problema aqui é que a opinião não era da influenciadora, mas sim de Daniel Vorcaro, tentando salvar a própria pele. Quanto embolsou Gabriela Prioli por isso?

Nesta sexta-feira, 16 de outubro, o Estadão revelou mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro que colocam Gabriela Prioli no centro de uma estratégia de comunicação do Banco Master - que ela insiste em negar. Vídeos divulgados a milhões de seguidores como reflexões independentes eram, segundo a investigação, produzidos a partir de roteiros submetidos à equipe de Vorcaro. A hipocrisia, ao que indicam os diálogos, tinha contrato, roteiro e aprovação. Em abril de 2025, Ana Matos, então superintendente de marketing do Master, informou a Vorcaro que um contrato de 12 meses com Prioli estava assinado. A operação previa ainda cerca de 15 influenciadores, de esquerda e de direita, para defender o banco e rebater críticas às suas operações, inclusive de jornalistas. Vorcaro não apenas acompanhava a campanha, ele sugeria argumentos e recebia vídeos para aprovação. Em maio, orientou: “Tem que bater em jornalista não no BTG”. Em julho, ao receber uma gravação de Priori ele pediu mudanças. Dias depois, Ana escreveu: “A Prioli está pronta pra soltar o vídeo, ela absorveu nosso pedido”. E foi o próprio Vorcaro quem recomendou adiar a postagem, porque as sanções da Lei Magnitsky dominavam o noticiário. Enquanto isso, Prioli dizia falar sobre o banco “não como especialista, mas como interessada”. Em outro conteúdo, defendeu a segurança dos CDBs do Master, citando a garantia do FGC. Pelo menos quatro publicações mencionadas nas conversas foram apagadas de suas redes. Em janeiro de 2026, Prioli afirmou que nunca havia sido contratada para defender o Master, mas os diálogos publicados pelo Estadão desmentem essa negativa. O valor de eventual pagamento não foi revelado; até a publicação, ela não havia respondido aos novos questionamentos. Publicidade não é proibida e opinar também não; o problema aparece quando o público vê uma análise supostamente espontânea, mas nos bastidores há roteiros negociados, vídeos submetidos à aprovação e correções solicitadas por quem tem interesse direto no resultado. O problema aqui é que a opinião não era da influenciadora, mas sim de Daniel Vorcaro, tentando salvar a própria pele. Quanto embolsou Gabriela Prioli por isso?

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O jornalista Lourival Sant’Anna, da CNN Brasil, trouxe uma informação sobre o que estaria sendo articulado nos bastidores de Washington após as eleições brasileiras e a saída de Flávio Bolsonaro do país. Segundo Lourival, o Departamento de Estado americano já possui um dossiê sobre o Brasil, reunindo suspeitas de corrupção envolvendo ministros do STF, abusos de poder judicial, prisões e condenações consideradas desproporcionais, incluindo o caso de Jair Bolsonaro. O relatório também contemplaria a controversa decisão de Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação no segundo turno das eleições presidenciais de forma inédita e monocrática, e a determinação de Alexandre de Moraes de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro, 7 minutos após o anúncio de sua derrota. Mas o conteúdo seria ainda mais abrangente; suspeitas de infiltração do crime organizado e do narcotráfico nas instituições brasileiras também integrariam esse quadro. Lourival afirma que, na avaliação atribuída ao governo Trump, Flávio Bolsonaro teria vencido as eleições e que Washington buscaria estabelecer conexões entre as suspeitas de fraude eleitoral no Brasil e os democratas americanos. Flávio Bolsonaro deixou o país, em circunstâncias extraordinárias, e Donald Trump afirmou que irá conceder vistos ao senador e à sua família. Uma investigação da Reuters, publicada em 24 de outubro, já havia identificado articulações de integrantes do Departamento de Estado envolvendo sanções e pressões sobre autoridades brasileiras. Agora, segundo Lourival, o conjunto de informações reunidas por Washington poderia fundamentar medidas coercitivas contra o Brasil, tanto no campo econômico quanto no militar.

Karina Michelin

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Um áudio divulgado pelo Metrópoles neste sábado, 31 de outubro, atribuído a Fábio Primo, dirigente do Sindicato dos Rodoviários de Salvador, revela uma operação organizada de adesivagem de ônibus no segundo turno das eleições, em 25 de outubro. Na gravação, o sindicalista orienta integrantes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), entidade historicamente ligada à extrema-esquerda, a assumir a responsabilidade pelas garagens. O sindicalista determina que sejam adesivados especificamente os ônibus que sairiam das garagens. A gravação comprova a organização deliberada da adesivagem. A Prefeitura de Salvador atribuiu atrasos na liberação de veículos à retirada de propaganda eleitoral irregular, com adesivos de Lula, afixada nos ônibus. Naquele mesmo domingo, artistas como Caetano Veloso e Gilberto Gil mobilizaram as redes sociais, denunciando suposto boicote ao transporte e defendendo a extensão da votação até as 19 horas. O PT também acionou a Justiça Eleitoral, alegando dificuldades de deslocamento dos eleitores. Na sequência, Cristiano Zanin, ex-advogado pessoal de Lula e ministro do STF, prorrogou a votação por duas horas, inicialmente em todo o país, depois apenas nas seções ainda abertas. Uma sequência de acontecimentos que aponta para a “suspeita” de uma articulação política deliberada: uma operação sindical previamente organizada, uma crise no transporte utilizada para pressionar a Justiça Eleitoral e uma prorrogação inédita da votação, com artistas di lulopetismo pressionando pela extensão do horário. O artigo 219 do Código Eleitoral impede que uma nulidade beneficie quem lhe deu causa. O artigo 220, III, prevê a nulidade da votação realizada fora do horário designado, embora sua aplicação dependa da análise da decisão judicial. O áudio revela uma operação organizada, mas, como o país se tornou refém do lulopetismo, quem irá investigar e esclarecer essa operação deliberada para produzir a crise que fundamentou a intervenção do STF? Fica a pergunta retórica.

Karina Michelin

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Magistrados do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) descobriram pela IMPRENSA, durante uma sessão transmitida ao vivo, que o ministro Cristiano Zanin, do STF, havia determinado a prorrogação da votação até as 19h deste domingo, 25 de outubro. Isso mesmo! Os próprios juízes eleitorais não sabiam oficialmente que as regras haviam mudado! O horário de votação terminava às 17h. Urnas já estavam sendo encerradas quando veio a determinação de ampliar o prazo em duas horas! O juiz Domingos Moutinho pediu esclarecimentos. A desembargadora Maria Filomena de Almeida Buarque reagiu perplexa: “Como administrar isso?” E questionou como avisar aos eleitores que haviam desistido de votar após as 17h que agora poderiam retornar. A assessoria confirmou: nenhuma comunicação oficial havia chegado ao tribunal! O presidente do TRE-PA acabou suspendendo a sessão. E tudo isso sob a justificativa de problemas no transporte de eleitores, enquanto circulavam denúncias de ônibus adesivados com propaganda do próprio PT. Essa sucessão de episódios é grave demais para ser tratada como simples desorganização. A regra do jogo foi alterada durante a partida! E o vídeo mostra que nem os próprios magistrados sabiam como administrar as consequências! Chamar tudo isso de simples desorganização é minimizar a gravidade do que aconteceu! Estamos diante de uma intervenção extraordinária no processo eleitoral, com regras alteradas em plena votação, magistrados surpreendidos e tribunais sem comunicação oficial naquele momento. É inadmissível que uma eleição presidencial seja conduzida sob tamanha insegurança institucional! A suspeita de interferência deliberada não pode ser varrida para debaixo do tapete. Quem tomou essas decisões precisa explicar, com documentos e provas, por que elas foram adotadas, quem foi beneficiado e quais consequências tiveram sobre o resultado. E, se essas explicações não forem apresentadas após o resultado desta eleição, que assumam, de uma vez por todas, que estamos oficialmente vivendo sob um regime totalitário e ditatorial!

Karina Michelin

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Donald Trump acaba de fazer uma declaração explosiva sobre a eleição presidencial brasileira nesta quinta-feira, 29 de outubro, após autorizar a entrada de Flávio Bolsonaro e sua família nos Estados Unidos. “Foi uma grande vergonha para o povo do Brasil!”, declarou o presidente americano, ao comentar o processo eleitoral que garantiu a permanência de Lula no poder. Trump revelou ainda um detalhe importante: o próprio Lula teria pedido que ele não tomasse partido durante a disputa presidencial. “Eu assisti à eleição. Não tomei partido. Deixei rolar. O presidente, o atual presidente, me pediu para não tomar partido. Não tomei partido. Mas, quando vi o que aconteceu no Brasil, foi uma vergonha.” O presidente americano também apontou para o colapso do mercado financeiro brasileiro após o resultado eleitoral. “O mercado diz isso. Basta dar uma olhada no mercado. O mercado deles despencou. Achei que foi uma situação muito vergonhosa para o Brasil.” O que Lula apresenta ao mundo como uma vitória democrática já enfrenta questionamentos públicos do presidente dos Estados Unidos. Em contrapartida, a China, principal parceira comercial do Brasil e aliada estratégica de Lula, saiu em defesa do resultado anunciado pelo TSE. Xi Jinping felicitou o petista e defendeu o aprofundamento da parceria entre os dois países. Enquanto Lula invoca a “soberania nacional” e afirma que o Brasil não é quintal de ninguém, Pequim reafirma seu apoio diplomático à continuidade de seu governo. De um lado, Trump denuncia uma eleição vergonhosa; do outro, o regime chinês reconhece o resultado e celebra a parceria com Lula.

Karina Michelin

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O deputado federal Jilmar Tatto, do PT de São Paulo, fez uma declaração gravíssima na tribuna da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 27 de outubro. Não apenas defendeu que Jair Bolsonaro volte ao cárcere, como anunciou novas prisões de opositores políticos, afirmando possuir informações da Polícia Federal. “Eu tenho informação da Polícia Federal que vai prender muito bolsonarista. A Polícia Federal tem todas as informações. Muito mais gente vai ser presa nesse país.” Prestem atenção na gravidade dessas palavras! Um parlamentar do partido que controla o governo federal afirma ter conhecimento antecipado de futuras prisões de adversários políticos. Desde quando deputados governistas recebem informações privilegiadas sobre operações policiais? Quem transmitiu essas informações? E por que um parlamentar do PT anuncia publicamente quem será preso? A declaração acontece em meio à escalada de medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro, que denunciou perseguição política e deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos. O principal nome da oposição deixa o país, enquanto um deputado do partido de Lula e o próprio partido de Lula anuncia que outros bolsonaristas serão presos. É esse o cenário político que o Brasil enfrenta após as eleições presidenciais de 2026. A Polícia Federal é uma instituição de Estado, não uma polícia partidária. Não existe autorização constitucional para transformar investigações em instrumentos de intimidação política, muito menos para antecipar prisões como se fossem decisões tomadas em reuniões de partido. O Brasil de Lula virou uma ditadura, e isso não aconteceu da noite para o dia. Há anos denunciamos os abusos de poder, a perseguição política, a censura e o avanço autoritário sobre as instituições. Há anos alertamos para esta catástrofe, infelizmente chegamos a consolidação de um regime que já não esconde sua disposição de silenciar, intimidar e eliminar politicamente seus adversários. O que antes denunciávamos como ameaça agora se apresenta diante dos nossos olhos como uma realidade.

Karina Michelin

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O secretário de Estado americano, Marco Rubio, negou neste sábado, 31 de outubro, que o governo Trump tenha ajudado Flávio Bolsonaro a deixar o Brasil, após Alexandre de Moraes determinar a apreensão de seus passaportes e proibir sua saída do país. Durante coletiva no G20, em Atlanta, Rubio confirmou que Trump autorizou a entrada de Flávio e sua família nos Estados Unidos. “Ele já possuía um visto, e o presidente tomou a decisão de permitir que ele entrasse no país. Mas não estivemos envolvidos em nenhum dos preparativos que ele fez para deixar o país”. A declaração ocorre após o The New York Times revelar que Jason Miller, conselheiro de Trump, teria providenciado o avião de Flávio entre a Argentina e Miami, com escala no Equador. O exílio de Flávio - obviamente- provocou reação no Congresso americano; um grupo de 25 democratas exigiu explicações de Rubio sobre a possível participação de autoridades dos EUA na operação. O prazo é 13 de novembro. Em seu primeiro pronunciamento fora do Brasil, Flávio denunciou perseguição judicial, contestou as eleições e afirmou ter decidido sair com a esposa, sem conhecimento prévio de terceiros. O Itamaraty de Lula convocou uma representante argentina para esclarecer a passagem de Flávio pelo país. Buenos Aires contestou a versão brasileira sobre o pedido de explicações. Nesse cenário, Rubio e o chanceler de Lula, Mauro Vieira, encontraram-se sexta-feira na reunião ministerial do G20, em Atlanta. Os dois conversaram brevemente e acertaram uma reunião bilateral antes da cúpula de dezembro. Segundo relatos diplomáticos, o caso Flávio Bolsonaro não foi discutido. Trump criticou publicamente o processo eleitoral brasileiro e autorizou a entrada de Flávio, mas seu governo nega participação direta na saída do senador. Até este sábado, 31 de outubro, não há confirmação de reconhecimento oficial da vitória de Lula da Silva pela Casa Branca, tampouco pelo governo argentino de Javier Milei. Um silêncio diplomático que ganha ainda mais relevância diante dos questionamentos sobre a legitimidade do processo eleitoral brasileiro.

Karina Michelin

33,368 次观看 • 1 天前

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A declaração feita por Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante uma entrevista explosiva exibida pela CNN Brasil neste sábado, 17 de outubro, enterra de vez a reeleição de Lula. Investigada pela Polícia Federal, ela rompeu publicamente com o presidente e anunciou que pretende fazer uma delação premiada: “Não vou poupar ninguém, nem Lula, nem seu filho.” Roberta afirma receber cerca de 50 ameaças de morte por dia e diz que suas duas filhas também foram ameaçadas. Responsabiliza Lula por ter colocado um alvo sobre ela ao chamá-la de “pilantra” e compará-la a Daniel Vorcaro em entrevistas. “Qualquer coisa que acontecer comigo ou com as minhas filhas vai ter a digital do presidente da República, vai ter a mão do presidente da República, vai ter o X de sangue que ele fez na minha testa”. O confronto ganhou força quando Lula disse publicamente que não conhecia Roberta, embora existam diversas fotografias dos dois. Sua campanha alegou que fotos não demonstram relação pessoal ou profissional. Agora, a empresária afirma que Lulinha frequentava reuniões com ministros, inclusive na casa de Camilo Santana, e chamou o presidente de “grande mentiroso”. A entrevista ocorre em meio a inquéritos ligados à Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS e suspeitas de tráfico de influência envolvendo Roberta, Lulinha e integrantes do governo. Roberta afirma ter informações além das mensagens de WhatsApp e disse estar disposta a colaborar com a Polícia Federal, respeitadas as restrições judiciais. Roberta Luchsinger e suas filhas precisam de proteção imediata. Lula, que faz campanha dizendo proteger as mulheres, fere mais uma vez todos os princípios da moralidade ao atacar uma delas. A candidatura de Lula, a reeleição de Lula, morre aqui, diante da gravidade dessas declarações.

Karina Michelin

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Camilo Santana, Guilherme Boulos, Edinho Silva e integrantes da campanha petista foram ao TSE protagonizar o que Roberta Luchsinger chamou de “teatro”: exibiram documentos, anunciaram a entrega de sigilos e mostraram pendrives diante das câmeras. Mas a própria Roberta, citada na operação, afirma que jamais autorizou a utilização de seus dados. No vídeo, Boulos anuncia cartões corporativos, registros do Palácio do Planalto, procurações, informações do Instituto Lula, agendas, planos de voo e arquivos digitais. “Todas as informações foram pedidas ao presidente Lula, foram entregues aqui agora”. A reação de Roberta é de fúria e indignação: “Eu não autorizei nada, não faço parte dessa patifaria, não faço parte desse teatro.” Ela afirma que ninguém a consultou, que seus dados estão relacionados a inquéritos sob segredo de Justiça e questiona quem teria autorizado o acesso a informações tão sensíveis. “Eu quero saber quem autorizou, quem deu ordem pra essa gente levar documentos tão sensíveis meus pra um teatro desse daí.” A questão é jurídica e objetiva: Lula pode autorizar a divulgação de seus próprios dados, mas não pode, por sua vontade, afastar o sigilo bancário, fiscal ou telefônico de terceiros. Isso exige autorização válida do titular ou fundamento legal específico. Roberta afirma que sequer foi comunicada e anuncia medidas com seus advogados, mencionando a Polícia Federal e o STF. Na reta final das eleições, o PT anuncia “transparência” enquanto Roberta Luchsinger denuncia o uso não autorizado de seus dados sigilosos. O episódio levanta uma acusação grave: a de que a campanha petista esteja explorando a controvérsia para fabricar um factoide contra Flávio Bolsonaro e criar obstáculos à sua candidatura.

Karina Michelin

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O presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, repudiou a tentativa de Lula de associar Flávio Bolsonaro à morte de uma criança durante o debate presidencial da Band, no domingo, 18 de outubro. A controvérsia envolve um princípio fundamental da Justiça brasileira: o direito constitucional à defesa. Lula confrontou Flávio por ter atuado como advogado de um policial militar acusado pela morte de Ana Clara Gomes Machado, de cinco anos, atingida por disparos de arma de fogo em fevereiro de 2021, na comunidade Monan Pequeno, em Niterói, no Rio de Janeiro. A tragédia ocorreu durante uma ação policial. A PM alegou que seus agentes reagiram a tiros de criminosos armados, versão contestada por familiares da criança. O policial Bruno Dias Delaroli foi denunciado pelo Ministério Público por homicídio com dolo eventual. O caso chegou à Justiça, mas, até hoje, o policial não foi julgado pelo Tribunal do Júri. Flávio Bolsonaro integrou a defesa do policial entre 2022 e 2024. Sua ligação com o processo decorre exclusivamente do exercício profissional da advocacia. A OAB ressaltou seu dever de proteger as prerrogativas dos advogados, independentemente de disputas eleitorais. André Janones mobilizou os militantes de seu “Exército do Lula”, orientando-os a realizar buscas no Google e divulgar associações entre Flávio Bolsonaro, a morte de Ana Clara e expressões como “miliciano” e “Comando Vermelho”. A estratégia buscou vincular politicamente o candidato a um crime do qual não é acusado, explorando sua atuação como advogado do policial investigado. Trata-se de uma associação enganosa, que confunde deliberadamente o exercício do direito de defesa com a autoria de um crime. A morte de Ana Clara exige justiça e responsabilização de quem for considerado culpado. Mas atribuir a um advogado os crimes imputados ao cliente é confundir defesa técnica com responsabilidade penal. Se até o direito de defesa passar a ser criminalizado por conveniência eleitoral, estaremos diante de mais uma afronta gravíssima à Constituição e às próprias garantias da Justiça brasileira, que já estão sob ataque.

Karina Michelin

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Uma grave crise institucional tomou conta da Polônia nesta sexta-feira, 30 de outubro. Policiais antimotim foram mobilizados no Tribunal Constitucional, em Varsóvia, enquanto uma disputa pelo controle da Corte provoca confrontos e acusações de golpe de Estado. No centro da crise está Anna Korwin-Piotrowska, magistrada eleita pela maioria governista globalista, mas não empossada pelo presidente conservador Karol Nawrocki. Na Polônia, os juízes constitucionais são eleitos pelo Parlamento, mas devem ser empossados pelo presidente da República. A magistrada realizou a cerimônia no Parlamento, sem a presença do presidente, em um procedimento considerado um golpe dos globalistas. A magistrada assumiu a direção do tribunal à força e determinou a suspensão, por um mês, do presidente Bogdan Święczkowski e do vice-presidente da Corte, Bartłomiej Sochański, ambos conservadores, o que provocou revolta na população. A disputa envolve o primeiro-ministro Donald Tusk, ex-presidente do Conselho Europeu e globalista, politicamente alinhado a Bruxelas, e o presidente da República, Nawrocki, aliado dos conservadores do partido Lei e Justiça (PiS). Desde 2023, Tusk busca reverter reformas judiciais dos governos conservadores e impor a agenda globalista, incluindo aborto e fronteiras abertas à imigração. Entretanto, cabe ao Tribunal Constitucional decidir se as leis respeitam a Constituição. Em meio à tentativa de golpe, Tusk escreveu: “Restaurar o império da lei é nosso dever”, defendendo uma ação determinada. A oposição denuncia um golpe institucional. Tusk teria esperado o presidente embarcar em um voo para agir. Até juristas críticos do PiS questionam a base legal utilizada para afastar os dirigentes. O presidente Nawrocki estava em um voo com destino ao Senegal e teve de retornar ao país. O controle do Tribunal Constitucional tornou-se o epicentro de uma disputa que coloca à prova a separação dos Poderes na Polônia. O que os globalistas querem é reproduzir o modelo de ditadura do judiciário brasileiro, marcado pelo protagonismo político dos tribunais e pela interferência nos demais Poderes. O Brasil é o laboratório desse projeto nefasto de poder.

Karina Michelin

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A repórter da Rádio AuriVerde Brasil, Déborah Sena, foi abordada por policiais legislativos armados nesta sexta-feira, 30 de outubro, durante uma transmissão ao vivo na área externa do Anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília. A intervenção ocorreu após funcionárias da Câmara tentarem abordá-la enquanto realizava seu trabalho. Dois policiais armados chegaram ao local, e um deles interrompeu a transmissão ao vivo para questionar sua autorização e identificação, apesar de a profissional possuir credenciamento do Congresso Nacional. No Congresso desde as 8h da manhã e portando credencial de imprensa, a jornalista Débora Sena foi surpreendida com questionamentos sobre sua autorização para trabalhar. “Eu sou livre pra exercer o meu trabalho”. Débora anunciou que registraria mais um boletim de ocorrência contra os envolvidos. É estarrecedor que, dentro do próprio Congresso Nacional, uma jornalista precise defender seu direito constitucional de informar diante de agentes de segurança de uma instituição que deveria garantir, e não constranger, o exercício da liberdade de imprensa. Minha total solidariedade à colega Débora Senna, profissional de excelência que realiza um trabalho excepcional nos bastidores de Brasília. A Câmara dos Deputados deve explicações! Até o momento, não foi localizada nenhuma manifestação oficial da instituição esclarecendo o episódio, tampouco uma nota pública de repúdio ao constrangimento denunciado pela jornalista. A liberdade de imprensa não é favor de autoridade, muito menos privilégio sujeito à conveniência de quem ocupa o poder. Esse tipo de constrangimento não pode ser tolerado!

Karina Michelin

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André Janones, um dos principais operadores da guerra digital de Lula, foi internado na UTI do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar uma arritmia cardíaca depois do debate presidencial deste domingo, 18 de outubro, na Band. Segundo o jornalista Matheus Leitão, do Metrópoles, o deputado está clinicamente estável, sob os cuidados da cardiologista Ludhmila Hajjar. A notícia chega em meio a uma das campanhas digitais mais agressivas desta eleição. Janones, que transformou o confronto político nas redes sociais em método de atuação, criou o chamado “Exército do Lula”, uma estrutura de mobilização pelo WhatsApp que reuniu milhões de seguidores para impulsionar mensagens favoráveis a Lula e confrontar adversários, inclusive por meio da disseminação de desinformação. Janones se tornou um dos rostos mais conhecidos da militância digital petista, apostando na provocação, nos ataques pessoais e na radicalização do discurso. A estratégia é conhecida: transformar a disputa eleitoral em uma batalha permanente nas redes, na qual a repercussão frequentemente vale mais do que a qualidade da informação. É uma forma de fazer política que merece ser examinada e contestada, sobretudo quando envolve milhões de brasileiros expostos diariamente a conteúdos falsos de campanha. Agora, a seis dias do segundo turno, o deputado está internado. A gravidade exata da arritmia não foi divulgada, e não há evidências de que a tensão eleitoral tenha provocado o problema cardíaco. A condição de saúde de Janones exige o respeito que ele próprio não demonstrou pelo bolsonarismo quando afirmou que essa “raça deveria ser extirpada da Terra”.

Karina Michelin

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Soraya Thronicke pode procurar culpados, falar em “interferência” e fabricar a narrativa que quiser para explicar o resultado. Existe, porém, um personagem que ela não consegue retirar dessa história: o eleitor. E foi justamente ele quem lhe deu a resposta mais devastadora nas urnas. Eleita em 2018 com 373.712 votos, vendendo-se como “a senadora do Bolsonaro”, Soraya chegou ao Senado carregada pela onda bolsonarista. Depois, rompeu com Bolsonaro, virou adversária do grupo que a projetou, disputou a Presidência, trocou de partido e terminou 2026 no PSB, legenda da base de Lula. O resultado dessa extraordinária escalada de conveniências políticas veio nas urnas: quarto lugar, com 13,07% dos votos válidos. As duas vagas de Mato Grosso do Sul foram conquistadas pelo PL, justamente o partido de Bolsonaro: Reinaldo Azambuja teve 34,64% e Capitão Contar, 32,82%. Soraya conseguiu ficar atrás até do petista Vander Loubet, com 13,88%. É difícil imaginar uma resposta eleitoral mais avassaladora possível. Na CPMI do INSS, Soraya e Lindbergh Farias levaram à Polícia Federal uma gravíssima acusação falsa contra Alfredo Gaspar, então relator da comissão e hoje vice de Flávio Bolsonaro. Soraya também adotou uma linha duríssima contra os presos e acusados pelos atos de 8 de janeiro, classificando-os reiteradamente como golpistas. Agora, derrotada, apresenta sua própria leitura sobre “interferência”. Soraya chegou ao Senado nas costas do bolsonarismo, virou as costas para o bolsonarismo e terminou vendo o eleitor entregar as duas vagas exatamente ao campo político que ela abandonou. Não foi o bolsonarismo que desapareceu das urnas de Mato Grosso do Sul. Foi você, Soraya Thronicke.

Karina Michelin

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Há algo profundamente emocionante acontecendo nestas eleições. Brasileiros que atravessaram quase um século de história fazem questão de exercer seu direito ao voto, movidos pela esperança de ver mudanças no país. Flávio Callegari, de 96 anos, é um desses exemplos. Ex-prefeito de Atibaia, no interior de São Paulo, entre 1993 e 1996, ele protagoniza um vídeo comovente publicado por sua neta, a advogada Renata Callegari. Segundo Renata, o avô enfrentou recentemente um grave problema de saúde: passou uma semana hospitalizado, três dias deles na UTI. Mesmo fragilizado, conversou com os médicos e implorou para receber alta a tempo de votar no primeiro turno. Agora, às vésperas do segundo turno, faz questão de voltar às urnas. Nem a chuva, o cansaço ou as dificuldades de locomoção diminuem sua determinação - ele ainda quer ver o Brasil mudar. É impossível não se emocionar diante de um homem que viveu quase um século, acompanhou tantas transformações políticas e continua acreditando no poder do voto. Esse video nos leva a uma reflexão: quantos brasileiros passaram a vida esperando pelas mudanças que lhes foram prometidas? Quantas gerações carregam essa mesma esperança? Essa mobilização merece ser registrada e documentada. Não apenas pelo contexto eleitoral, mas pelo significado humano de ver idosos, mesmo diante de limitações físicas, determinados a participar das decisões do país. Aos 96 anos, quando o voto já não é obrigatório, Flávio Callegari faz questão de exercer sua cidadania. Há algo profundamente tocante em alguém que, depois de quase um século de vida, ainda espera testemunhar um Brasil diferente.

Karina Michelin

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📌CRIADORA DO CHATGPT EXPÕE OPERAÇÃO RUSSA PRÓ-LULA: O QUE BRASÍLIA SABIA SOBRE A INTERFERÊNCIA? Uma investigação da OpenAI revelou uma operação clandestina de origem russa que utilizava inteligência artificial, identidades falsas e um instituto de pesquisas de fachada para influenciar o debate político na América Latina. Entre os materiais identificados pelo jornalista David Agape estavam estudos favoráveis a Lula e críticos ao governo Bolsonaro. A operação, chamada Dark Clark, envolvia a produção de pesquisas com aparência acadêmica e o recrutamento de profissionais para divulgá-las na imprensa. Mas há outros acontecimentos que merecem atenção. Em 4 de agosto, exatamente dois meses antes das eleições, Lula recebeu Nikolai Patrushev, ex-diretor do serviço de segurança russo (FSB) e homem próximo de Vladimir Putin. O encontro não constava da agenda presidencial. Patrushev também se reuniu com autoridades brasileiras e visitou instalações militares e de pesquisa. Em setembro, a Reuters revelou que a inteligência brasileira havia discutido com delegações europeias suspeitas de interferência eleitoral envolvendo os Estados Unidos e a Rússia. E aqui está a contradição que Brasília precisa explicar. Lula denuncia possíveis interferências americanas, invoca a soberania nacional e exige respeito às eleições. Mas, diante das suspeitas envolvendo a Rússia, o que o governo brasileiro tem a esclarecer? Reprodução: Auri Verde Brasil

Karina Michelin

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O eurodeputado polonês Dominik Tarczyński denuncia uma ofensiva do governo globalista de Donald Tusk para assumir o controle do Tribunal Constitucional, uma das mais altas cortes da Polônia, em meio a uma grave crise institucional. Tarczyński afirma que o objetivo dos globalistas ultrapassa o Judiciário; substituir o zloty, moeda nacional polonesa, pelo euro, transferir reservas de ouro para Frankfurt, flexibilizar as fronteiras para receber imigrantes e impedir que a Justiça bloqueie decisões do governo antes das eleições de 2027. Segundo o parlamentar conservador, a ofensiva atende a interesses alemães e faz parte de uma agenda globalista. A crise explodiu na sexta-feira, 30 de outubro, quando Anna Korwin-Piotrowska, eleita magistrada pela maioria parlamentar governista, anunciou que assumia a direção do Tribunal Constitucional e determinou o afastamento, por um mês, do presidente Bogdan Święczkowski e do vice-presidente da Corte Bartłomiej Sochański. A legitimidade da magistrada é contestada porque ela não prestou juramento perante o presidente conservador Karol Nawrocki. A direção anterior da Corte rejeitou suas decisões e denunciou uma tentativa de golpe de Estado. Policiais antimotim foram mobilizados, o presidente Nawrocki interrompeu uma viagem oficial à África e retornou imediatamente a Varsóvia. As imagens mostram o presidente da República enfrentando resistência para entrar no próprio Tribunal Constitucional. Após o confronto na entrada, conseguiu acessar o edifício. Dentro da Corte, outra cena expôs a ruptura institucional. Korwin-Piotrowska afirmou: “Somos juízes do Tribunal Constitucional”. Nawrocki respondeu: “Vocês não são juízes do Tribunal Constitucional”. Tusk sustenta que está restaurando a legalidade após anos de interferência política no Judiciário. O que está em disputa é o controle do tribunal responsável por julgar a constitucionalidade das leis e limitar os poderes do Estado. A Polônia, que enfrentou décadas de domínio comunista, volta a viver uma disputa decisiva na geopolítica mundial.

Karina Michelin

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Na noite desta sexta-feira, 30 de outubro, Flávio Bolsonaro fez seu primeiro pronunciamento após deixar o Brasil e buscar refúgio nos Estados Unidos. Longe do país, mas disposto a permanecer na liderança da oposição, traçou um cenário sombrio para os próximos anos e anunciou sua estratégia de resistência política. “Eu não saí do Brasil. Eu saí pelo Brasil”, afirmando que, se permanecesse no país, poderia se tornar mais uma voz silenciada, como aconteceu com seu pai, preso político, Jair Bolsonaro. Uma das denúncias mais graves envolve as negociações utilizando a liberdade do ex-presidente como moeda de troca. Flávio classificou essas tentativas como “nojentas” e acusou o sistema de destruir famílias para preservar o próprio poder. Também denunciou a captura das instituições, questionou a atuação da PGR e afirmou não confiar na imparcialidade do STF e do TSE. Na economia, sua previsão é catastrófica. Segundo Flávio, Lula enfrentará um dilema: adotar medidas radicais que contrariam suas convicções ou cumprir promessas que acelerarão a quebra do país. Flávio acredita que o desgaste econômico poderá derrubar o governo antes do previsto. Diante desse cenário, apontou o Congresso Nacional, especialmente o Senado, como a principal trincheira de resistência e anunciou apoio a Rogério Marinho para presidir a Casa, descartando qualquer possibilidade de manter David Alcolumbre. Flávio admite estar disposto a disputar novamente a Presidência da República, caso necessário. “Eu não tô falando de 2030, não. Eu tô falando de antes disso.” A frase revela uma aposta política; a possibilidade de uma crise econômica jamais vista capaz de antecipar a próxima eleição. Do alto do exílio, Flávio procura transformar seu afastamento do Brasil em uma nova plataforma de liderança. Não anuncia uma retirada, mas, pelo contrário, a continuidade do confronto político. E deixa uma mensagem aos 60 milhões de brasileiros que votaram nele: “O jogo não acabou.”

Karina Michelin

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