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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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Crio negócios, invisto no mercado. Jesus Cristo é o meu Mestre. 'O bem que o Estado pode fazer é limitado; o mal, infinito.' Pai de Lucas, Olívia e Daniel.

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Quando os vagabundos vierem falar sobre "soberania" e "defesa do povo venezuelano", lembre que esse é o comportamento de TODOS ditadores comunistas: literalmente, esmagar o povo para consolidar o poder e passar bem. Esse sempre foi e sempre será o objetivo dessa corja.

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Quando os vagabundos vierem falar sobre "soberania" e "defesa do povo venezuelano", lembre que esse é o comportamento de TODOS ditadores comunistas: literalmente, esmagar o povo para consolidar o poder e passar bem. Esse sempre foi e sempre será o objetivo dessa corja.

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"Eu não quero as Forças Armadas, na favela, brigando com bandido. Enquanto eu for presidente, não vai ter GLO." Descondenado, em outubro/23. Música para os ouvidos dos traficantes.

"Eu não quero as Forças Armadas, na favela, brigando com bandido. Enquanto eu for presidente, não vai ter GLO." Descondenado, em outubro/23. Música para os ouvidos dos traficantes.

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Em 2022, durante a posse de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, às vésperas das eleições presidenciais, Benedito Gonçalves encontrou-se com Dilma Rousseff e com Lula — já “descondenado”. Lula chegou a dar um tapinha em seu rosto, ao que Benedito parece ter respondido: “está tudo em casa”. Há muito ruído, dificultando a compreensão da fala. De qualquer forma, a intimidade com Lula fica evidente. Indicado por Lula ao STJ em 2008, Benedito ocupou uma das cadeiras de ministro da Justiça Eleitoral durante as eleições de 2022. Seu mandato no TSE já se encerrou, e ele voltou a atuar apenas como ministro do STJ. Agora, foi sancionado pelos Estados Unidos e perdeu o visto norte-americano. Foi ele o relator dos dois processos que resultaram na perda dos direitos políticos do ex-presidente Bolsonaro — motivo que, ao que tudo indica, levou às sanções. O STJ reagiu em nota oficial, afirmando que as medidas são “injustificadas”.

Em 2022, durante a posse de Moraes como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, às vésperas das eleições presidenciais, Benedito Gonçalves encontrou-se com Dilma Rousseff e com Lula — já “descondenado”. Lula chegou a dar um tapinha em seu rosto, ao que Benedito parece ter respondido: “está tudo em casa”. Há muito ruído, dificultando a compreensão da fala. De qualquer forma, a intimidade com Lula fica evidente. Indicado por Lula ao STJ em 2008, Benedito ocupou uma das cadeiras de ministro da Justiça Eleitoral durante as eleições de 2022. Seu mandato no TSE já se encerrou, e ele voltou a atuar apenas como ministro do STJ. Agora, foi sancionado pelos Estados Unidos e perdeu o visto norte-americano. Foi ele o relator dos dois processos que resultaram na perda dos direitos políticos do ex-presidente Bolsonaro — motivo que, ao que tudo indica, levou às sanções. O STJ reagiu em nota oficial, afirmando que as medidas são “injustificadas”.

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Existe melhor país do que o Brasil para criminosos?

Existe melhor país do que o Brasil para criminosos?

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Hoje, a Ucrânia conduziu com sucesso uma operação com drones que representa um marco na evolução das operações militares contemporâneas. Drones foram ocultados em contêineres e transportados por caminhões ao longo de mais de 4 mil quilômetros em uma operação clandestina além das fronteiras. Lançados a partir desses veículos, os drones atingiram uma base aérea russa onde estariam estacionados bombardeiros estratégicos de longo alcance. De acordo com fontes russas — ainda não confirmadas de forma independente — mais de 40 aeronaves teriam sido avariadas ou destruídas, configurando uma perda significativa para a Força Aérea da Rússia. A operação evidencia como algumas dezenas de drones de custo relativamente baixo podem neutralizar ativos militares que custam bilhões de dólares, redefinindo o conceito de guerra assimétrica. Recentemente, Elon Musk afirmou, durante uma palestra para generais americanos, que já não faz sentido estratégico investir em caças que chegam a custar US$ 100 milhões por unidade. Com o mesmo orçamento, seria possível produzir milhares de drones com maior flexibilidade operacional, menor risco humano e grande potencial de saturação sobre alvos inimigos.

Hoje, a Ucrânia conduziu com sucesso uma operação com drones que representa um marco na evolução das operações militares contemporâneas. Drones foram ocultados em contêineres e transportados por caminhões ao longo de mais de 4 mil quilômetros em uma operação clandestina além das fronteiras. Lançados a partir desses veículos, os drones atingiram uma base aérea russa onde estariam estacionados bombardeiros estratégicos de longo alcance. De acordo com fontes russas — ainda não confirmadas de forma independente — mais de 40 aeronaves teriam sido avariadas ou destruídas, configurando uma perda significativa para a Força Aérea da Rússia. A operação evidencia como algumas dezenas de drones de custo relativamente baixo podem neutralizar ativos militares que custam bilhões de dólares, redefinindo o conceito de guerra assimétrica. Recentemente, Elon Musk afirmou, durante uma palestra para generais americanos, que já não faz sentido estratégico investir em caças que chegam a custar US$ 100 milhões por unidade. Com o mesmo orçamento, seria possível produzir milhares de drones com maior flexibilidade operacional, menor risco humano e grande potencial de saturação sobre alvos inimigos.

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"Sou um amante da democracia, porque muitas vezes os maridos são mais apaixonados pelas amantes do que pelas mulheres." Descondenado

"Sou um amante da democracia, porque muitas vezes os maridos são mais apaixonados pelas amantes do que pelas mulheres." Descondenado

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Katherine Maher, CEO da NPR, a maior rede de rádio pública dos EUA, afirmou que “a verdade se tornou uma distração, impedindo a formação de consenso e a realização de coisas importantes”. Poucos extremistas de esquerda foram tão claros ao o papel que eles enxergam para o "jornalismo": criar consenso e impor seu projeto de poder. Para os filósofos marxistas pós-modernos, não existe verdade objetiva; há apenas a "construção social" da “verdade”, em outras palavras, a "verdade" poderia ser criada. Observe a hipocrisia: trata‑se do mesmo grupo que diz combater disseminação de “fake news”. Ora, se a verdade não importa, qual seria o propósito de combater a mentira? Fica evidente, portanto, que “fake news” ou “desinformação” é tudo aquilo que se oponha ao projeto de poder desse pessoal.

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Katherine Maher, CEO da NPR, a maior rede de rádio pública dos EUA, afirmou que “a verdade se tornou uma distração, impedindo a formação de consenso e a realização de coisas importantes”. Poucos extremistas de esquerda foram tão claros ao o papel que eles enxergam para o "jornalismo": criar consenso e impor seu projeto de poder. Para os filósofos marxistas pós-modernos, não existe verdade objetiva; há apenas a "construção social" da “verdade”, em outras palavras, a "verdade" poderia ser criada. Observe a hipocrisia: trata‑se do mesmo grupo que diz combater disseminação de “fake news”. Ora, se a verdade não importa, qual seria o propósito de combater a mentira? Fica evidente, portanto, que “fake news” ou “desinformação” é tudo aquilo que se oponha ao projeto de poder desse pessoal.

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O verdadeiro objetivo de Lula na Casa Branca A visita de Lula à Casa Branca não foi um encontro entre aliados. Foi a fotografia de um momento em que o Brasil aparece como peça de um jogo maior, não como jogador. Por trás das imagens cordiais, das frases ensaiadas e da tentativa da militância de vender a reunião como uma grande vitória diplomática, o que se viu foi outra coisa: um presidente enfraquecido, acuado internamente, tentando negociar espaço diante de uma potência que já reorganiza o hemisfério com outra lógica de poder. O primeiro ponto é esse. O encontro não produziu o tipo de desfecho que se esperaria de uma visita realmente bem-sucedida. Não houve coletiva conjunta. Lula falou sozinho depois, em ambiente controlado. Mesmo nesse ambiente, não conseguiu entregar a sensação de resultado concreto. E isso importa porque a própria forma do encontro já dizia muito sobre a relação entre os dois lados. Não havia simetria. Havia necessidade de um lado e cálculo do outro. Para entender o que estava em jogo, é preciso olhar o tabuleiro maior. O mundo entrou num processo de desglobalização. A força de um país já não depende apenas de PIB nominal ou de comércio espalhado pelo planeta. Depende de independência produtiva, cadeias resilientes, minerais estratégicos, energia e controle regional. É nesse contexto que os Estados Unidos, sob Trump, passam a reorganizar sua estratégia para a América Latina. E o Brasil entra nesse mapa não por afinidade ideológica com Lula, mas por interesse material. O interesse tem nome: terras raras. O Brasil tem reservas gigantescas desses minerais, fundamentais para semicondutores, defesa e tecnologia avançada. Trump não recebeu Lula por simpatia. Recebeu para negociar acesso, influência e alinhamento num momento em que cada grama de neodímio, térbio e praseodímio passou a valer como ativo geopolítico. É isso que explica o encontro. Lula foi à Casa Branca não como líder de um projeto soberano, mas como alguém tentando vender utilidade num momento em que seu poder interno se deteriora. E aí entra o ponto mais humilhante para o governo. Lula não chegou forte a Washington. Chegou enfraquecido. As pesquisas o mostram em queda, a rejeição cresce, o Senado derrubou a indicação de Messias, a Câmara derrubou o veto à dosimetria e Flávio Bolsonaro aparece forte até em levantamentos que tradicionalmente erram a favor da esquerda. Ou seja, Lula chega à Casa Branca com a autoridade corroída, tentando ganhar tempo. Foi nesse contexto que ele entregou a Trump a lista das autoridades brasileiras barradas pelos Estados Unidos e pediu pelos vistos. Associou isso à dosimetria e, sem perceber, revelou demais. Revelou que a pressão americana tem preço. Revelou que o governo brasileiro tenta usar a redução de penas dos perseguidos políticos como moeda para aliviar a pressão diplomática. Revelou, no fundo, que o discurso de soberania termina quando o regime precisa negociar a própria sobrevivência. O ponto mais importante, porém, não está no eventual efeito eleitoral da visita. Não é isso que define o jogo. O ponto central é outro: até que ponto Lula conseguirá convencer Trump de que pode ser útil o bastante para que os Estados Unidos reduzam a pressão por eleições mais limpas, por fim da censura e por contenção da perseguição política à direita. Esse é o verdadeiro eixo da reunião. O problema não é a fotografia. O problema é o que pode ter sido negociado em silêncio durante essas três horas. Por isso, vender esse encontro como sucesso é falsificar o que aconteceu. O que houve foi um presidente ideologicamente alinhado ao eixo chinês, historicamente hostil a Trump, chegando à Casa Branca com o pires na mão, oferecendo minerais, mercado e interlocução em troca de fôlego político. O Brasil apareceu, mais uma vez, como território de disputa. E Lula apareceu como alguém disposto a negociar qualquer coisa para preservar o aparelho que mantém de pé o regime de censura e perseguição política no país.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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Como alguém que teve a honra de conhecer Olavo pessoalmente, conversar com ele em várias oportunidades e aprender muito com o Professor, me sinto na obrigação de estabelecer a verdade sobre sua relação com Bolsonaro e sua visão sobre o ex-presidente. Vejo muita gente ENGANANDO o público, postando prints soltos que dão a entender apoio incondicional ou rompimento com Bolsonaro — o que não corresponde à realidade. Se não me falha a memória, a última avaliação mais longa de Olavo sobre Bolsonaro foi no programa "ConservaTalk", de Paulo Figueiredo, que foi ao ar em 20 de dezembro de 2021. Olavo viria a falecer pouco depois, em 24 de janeiro de 2022. Selecionei os trechos mais relevantes da live. Tire suas próprias conclusões. 1. A eleição de Bolsonaro como chance perdida Acabou. Agora, a eleição do Bolsonaro foi a grande chance — grande chance, por meu entender, já perdida — porque ele precisava, primeira coisa que ele precisava ter feito, é desmantelar esse esquema nas primeiras semanas. Não fez isso. Foi tratar de querer parecer um bom administrador, quis parecer ser o novo Juscelino Kubitschek. Perdeu tempo. 2. Bolsonaro aprecia ser humilhado Então eu acho assim: o Bolsonaro é, jeito que ele aprecia, né, ser insultado, aprecia ser humilhado, né, aprecia ser achincalhado — porque tudo que ele faz é para perder a guerra. Ele só não perde a popularidade, mas popularidade não é poder. 3. Popularidade não é poder Evidentemente o povo brasileiro não tem poder nenhum, né. Então a elite inteira está contra o Bolsonaro e ela continua mandando no pedaço. [...] O pessoal se iludiu muito com a eleição do Bolsonaro. Venceu uma eleição — não é nada, gente. Nada. Zero. Cargo eletivo não é poder, só imbecil acredita nisso. O poder tá na sociedade. [...] Quantas pessoas te obedecem? Não é quantas pessoas gostam de você. [...] O Bolsonaro já ganhou, né, quantas pessoas gostam do Bolsonaro, quantas gostam do Lula — a maioria absoluta gosta do Bolsonaro. Mas o problema não é gostar, o problema é obedecer. O Bolsonaro não é obedecido em praticamente nada. Quem manda no Brasil é a turma do STF e a turma da mídia, a turma do show business, e pronto, acabou. 4. No Brasil só há comunistas ou neutros No Brasil só há duas possibilidades: ou você é comunista ou você é neutro. Não existe direita, existe bolsonarismo — não direita. Então é isso aí, é a raiz de todos os males. 5. "A briga já está perdida" E o Brasil vai se dar muito mal, gente. Não venham com esperanças tolas, porque é o seguinte: a briga já está perdida, já está perdida. Existe chance de fazer voltar? Existe uma chance remota, vou dizer: se o Bolsonaro acordar. Mas eu não sei como fazê-lo acordar. 6. "Não sou guru do Bolsonaro" Porque o pessoal imagina que eu sou o guru do Bolsonaro — isso é absolutamente falso. Conversei com Bolsonaro quatro vezes na minha vida e duvido, duvido que ele tenha lido o meu livro inteiro. Nem aquele livro único ele não leu aquilo inteiro. Se ele tivesse lido com atenção, tem muita coisa que ele fez que ele não faria. E os demais livros e o meu curso — eu tenho um curso que eu dei 570 aulas — ele assistiu alguma? Nenhuma. 7. "Ele me usou como poster boy" Então a minha influência sobre o Bolsonaro é zero. Ele me usou como poster boy, usou para se promover e se eleger. Depois disso não só esqueceu tudo que eu dizia, mas até os meus amigos que estavam no governo ele tirou. [...] Eu só indiquei dois ministros, por uma questão de educação, porque ele me convidou para ser Ministro da Educação. Eu não aceitei, então já que eu não aceitei, falei: bom, então por educação deixa indicar alguém para lá. Não foi um ato político, foi um ato de polidez pessoal, foi somente isso. 8. O Brasil se ferrou — a eleição foi a última chance Olha, sinceramente, eu acho que o Brasil se ferrou, viu. O Brasil não vai se levantar, não. A eleição do Bolsonaro foi a última chance. Talvez se ele se eleger de novo é possível, mas o que ele já perdeu de apoio popular é uma grandeza, e acho que ele não sente isso. [...] Eu acho que o Bolsonaro caiu na mesma coisa — pegam esses assessores, viram: "Não, Presidente, o senhor tá eleito, o povo tá com você, não se preocupa." 9. Bom administrador, mas não é estadista Então o que ele quer agora? Parecer simpático, parecer bonzinho, parecer um bom administrador — que ele é um excelente administrador, de fato é o melhor que nós já tivemos para lidar com obras públicas, economia tá indo muito bem. Mas política ele não faz, e sobretudo um guerreiro ele não é. Estadista ele não é, de jeito nenhum. Ele é assim como se fosse um prefeito de cidade do interior, né. Assim, é um Paulo Maluf sem a roubalheira. 10. O poder do presidente é nulo Qual é o poder que tem o presidente da República comparado com o Congresso e o STF? Não tem nada, nada. Quer dizer, ele se castrou a si mesmo desde o primeiro dia. Ainda diz que eu sou guru dele — se eu fosse isso, jamais teria acontecido. A primeira coisa que eu ia dizer: "Ou você resolve o problema nas primeiras semanas ou você tá perdido." E se você está dando tempo para o adversário se fortalecer, ele vai se fortalecer e vai acabar com você. Foi exatamente o que aconteceu. 11. O 7 de Setembro — desperdício de apoio popular Nas primeiras semanas, alguém teria coragem de dizer do Bolsonaro que dizem agora? Não tinha. Porque o pessoal sentia a força do apoio popular. Agora não sente mais. E essa manifestação do 7 de Setembro — o maior desperdício de apoio popular que já se viu. Quer dizer, você reúne um povão na rua e o povo vai dizer: "Eu autorizo." Autorizo o quê? Que que ele fez com a autorização? Fez nada. Quer dizer, tem algum problema, tem algum problema com o Bolsonaro, não sei qual é o problema, né. 12. "Não vou retirar meu apoio — não tem outro" Agora, eu vou retirar meu apoio dele? Não, não. Porque não tem outro, né. E quem vai votar, vai votar no sei lá quem... nesse pessoal do Congresso aí, né. 13. Sobre as eleições de 2022 — "Vou votar nele, é claro" Se eu faço alguma crítica ao Bolsonaro, não quer dizer que eu tô contra ele. Ao contrário, vou votar nele em 2022, é claro que vou. Em quem que você quer que eu vote, né? O Ciro Gomes? Bom, eu gosto do Ciro Gomes, acho até um sujeito inteligente, mas ele nasceu para perder, gente. Ele é um perdedor nato, ele sempre vai perder. [...] É claro que vou votar no Bolsonaro, é claro que tô a favor dele. Mas então fica aí o registro para todo mundo que ficar aí: "Ah, meu Deus do céu, Olavo tá atacando o Bolsonaro, Olavo rompeu..." As notícias no jornal — o jornalista é o mais imbecil de todos, só consegue raciocinar assim. [...] Várias manchetes do tipo: "Olavo rompe com Bolsonaro." Que [merda] é essa? Rompe o quê, né?

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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A Globo muda de lado, mas não se engane A Globo, que passou os últimos sete anos sustentando, aplaudindo e JUSTIFICANDO a imposição de um verdadeiro regime de exceção — através da censura, da perseguição política, da criminalização da direita e da blindagem de um establishment PODRE —, resolveu agora mudar de posição. Está expondo a lama que envolve o cerne do poder no Brasil. A pergunta que todos fazem: por que a mudança de postura? Ainda não está completamente claro, mas a lógica é cristalina: cumprida a tarefa de blindagem do sistema, utilizando TODA a truculência possível, Moraes deixou de ser um ativo. Virou um passivo. Ou seja: o cão de guarda mordeu demais, e agora incomoda o próprio dono. Um regime se mantém de pé por dois caminhos: legitimidade ou medo. Conseguiram usar a ladainha da "defesa da democracia" como esteio de legitimidade por um tempo. Até porque a Corte resolveu descondenar e alçar Lula à presidência, angariando o suporte entusiasmado de toda a esquerda e seus aparelhos — a Academia, a "imprensa", os artistas e outros setores influentes da sociedade. É por isso que 95% da esquerda apoia o Supremo, e 95% da direita o repudia. Isso te parece uma Justiça imparcial? Esse arranjo é insustentável. As sanções internacionais mostraram o risco que o establishment passou a correr. Internamente, o nível de indignação só aumenta, a cada arbitrariedade. Tudo isso poderia, em tese, ser resolvido com a escalada da repressão. Moraes poderia muito bem colocar os jornalistas da Globo no "inquérito" das Fake News e mandar fechar a emissora — como fez com o Terça Livre, sob aplausos da própria Globo e do resto da militância de redação. Mas não há condições objetivas, como diriam os comunistas, para esse nível de repressão no Brasil. Não agora. Não com o mundo inteiro olhando. Logo, é preciso outro caminho. E esse caminho passa pela velha fórmula: entregar os anéis para preservar os dedos. Por enquanto, os anéis a serem entregues são Toffoli e Moraes. Tudo isso foi precipitado pela implosão do Banco Master, que aparentemente assumiu o papel que já foi das empreiteiras: principal fonte de recursos para o establishment. Quando a torneira secou, e a lama explodiu, a engrenagem começou a ranger. O arranjo de poder que manteve o sistema em pé começou a rachar. A Globo, como um dos pilares desse establishment, faz agora o que sempre fez: trabalha para rearranjar a dinâmica de poder. Moraes, antigo esteio do sistema, passa a ser o alvo que precisa ser removido. Não por amor à Justiça. Por autopreservação. Resta saber se Moraes aceitará esse novo arranjo. Talvez aceite uma embaixada em Roma, onde poderá usufruir da riqueza que a família construiu com "serviços jurídicos". Ou talvez enfrente essa guerra para manter o seu poder — e aí, o nível de instabilidade política pode se tornar incontrolável. Essa decisão definirá o grau de caos que o Brasil enfrentará nos próximos meses. Mas, qualquer que seja o caso, uma coisa é evidente: a mínima pacificação do país SÓ será alcançada com a ANULAÇÃO das condenações POLÍTICAS dos últimos anos e com o fim do estado de exceção — representado pelo Ato Institucional que o Supremo baixou, disfarçado de "Inquérito das Fake News". Não há como virar essa página sem antes corrigir a INJUSTIÇA. Enquanto escrevo estas linhas, penso no que está enfrentando Filipe Martins neste momento. Preso político. Condenado a 21 anos num show trial, bem ao estilo soviético. Enfrentando risco de vida num presídio cujos próprios diretores admitiram não ter condições de garantir a sua integridade física. Por conta disso, a Polícia Penal o transferiu para um Complexo Médico Penal, por segurança. Quando Moraes descobriu, ordenou que Martins VOLTASSE ao presídio. Ele está agora numa cela de menos de 2x2 metros. Com uma cama de concreto de 1,35 metro. Deixa eu ver se entendi: um preso político, sem histórico de violência, é forçado a voltar para um presídio onde sua vida corre risco — por ordem do mesmo ministro que troca mensagens criptografadas com um banqueiro trambiqueiro que opera uma milícia privada? Isso não é Justiça. É vingança institucionalizada. Há CENTENAS de perseguidos políticos no Brasil, com as suas vidas destruídas por terem promovido oposição ao establishment. Isso precisa acabar. A imprensa, que ajudou a criar esse verdadeiro inferno, deveria, em primeiro lugar, pedir desculpas ao país. E exigir o fim do estado de exceção. Porque o estado de exceção é MUITO mais grave do que a lama de corrupção que agora está sendo exposta.

Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪

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