
Ludmila Lins Grilo
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2° perfil (reserva). Juíza brasileira exilada nos EUA. Redes sociais bloqueadas pela ditadura de Alexandre de Moraes.
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O Senado tem que fazer com Benedito Gonçalves o mesmo que fez com Jorge Messias. Ter como Corregedor Nacional de Justiça o “missão dada, missão cumprida”, que se declarou impedido nos processos do Banco Master (por que será?), que tomou whisky Macallan com Vorcaro em Londres, é um tapa na cara dos brasileiros. Rejeitar seu nome é um imperativo moral.
Ludmila Lins Grilo44,531 görüntüleme • 5 gün önce

Carmen Lúcia, julgando Ramagem no caso da “Abin Paralela”, disse que os fatos configuravam “uma arapongagem ilícita que não pode, em nenhum momento, ser aceitável em nenhum estado democrático”. Agora sim o Brasil está vendo o que realmente significa uma “arapongagem ilícita”, feita justamente contra o agente público que foi acusado inicialmente. O mundo dá voltas.
Ludmila Lins Grilo481,560 görüntüleme • 1 ay önce

Jorge Messias disse que: 1) foi o primeiro a pedir a prisão dos manifestantes do 8 de janeiro a Alexandre de Moraes; 2) as prisões foram decretadas a seu pedido; 3) essas pessoas são golpistas e devem ser punidas; 4) é "contra anistia para golpista"; 5) eventual anistia seria INCONSTITUCIONAL. Assista ao vídeo, ele tem apenas 2 minutos. Segue a transcrição da fala de Messias sobre esse tema específico, extraída do programa "Bom dia, Ministro" do dia 31/10/2024, sem cortes, bem como o respectivo vídeo, legendado pela equipe do TV Injustiça: "Olha, eu vivi o 8 de janeiro por dentro de forma dramática. Assim que ocorreu a tentativa golpista e a depredação de todos os prédios públicos, eu corri aqui pra trabalhar e a AGU foi a primeira instituição do Estado Brasileiro a pedir a punição dos envolvidos. Nós pedimos a prisão preventiva, a prisão em flagrante dos envolvidos foi pedida por mim, como Advogado-Geral da União, ao ministro Alexandre de Moraes, e ele decretou a prisão dessas pessoas a meu pedido. Então, essas pessoas foram condenadas, elas não foram brincar e levar a família para passear na Praça dos Três Poderes não, elas foram tentar dar um golpe de estado. Olha, a democracia, muitas pessoas morreram nesse país por lutar pela democracia. Foram 21 anos. 21 anos que nós passamos um período de trevas aqui nesse país. Isso não se admite. Nós, que lutamos e vivemos pela democracia, nós nos sentimos indignados com qualquer projeto que fale em anistia pra golpista. Os golpistas que foram processados e condenados têm que cumprir sua pena. Na minha leitura, como jurista, isso é inconstitucional. Você não pode dar anistia pra praticante de crime que tente abolir o estado de direito. Porque nada existe sem o estado de direito. A democracia no meio jurídico que nós falamos, é o princípio continente. Todos os demais princípios decorrem da democracia: os direitos sociais, a dignidade da pessoa humana decorrem porque tem democracia, a liberdade de expressão, de pensamento, de imprensa. Nós estamos aqui na casa da imprensa. Então, não dá pra se falar em anistia não, tá. Anistia é inconstitucional, aí é minha opinião e expressarei sempre que puder. Falar de anistia nesse momento é uma agressão à população brasileira. O que nós temos que falar é de punição. Punição dos golpistas, não só criminalmente, como punição aos danos que eles causaram. Nós já pedimos cem milhões de reais de bloqueio de bens, tem mais de 20 milhões bloqueados pra ressarcir o dano que eles causaram. Além de cumprir pena na cadeia, tem que pagar cada obra que eles quebraram, cada cadeira que eles quebraram no Supremo, cada luz que eles quebraram no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto. Foram os 3 poderes agredidos. Eu quero perguntar a todas as pessoas envolvidas nessa discussão, o que que elas viram no dia 9 de janeiro, no dia seguinte, como é que elas encontraram a Câmara dos Deputados, o Senado Federal, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal? Essa gente mijou no tapete do Congresso Nacional, vai ficar por isso mesmo? Eu acho que a sociedade espera uma outra perspectiva de todos nós, agentes públicos". (grifos nossos).
Ludmila Lins Grilo157,892 görüntüleme • 1 ay önce

Alexandre de Moraes, ao suspender a “Lei da Dosimetria” em casos concretos (execuções penais em andamento), e não em cautelares nas próprias ADI’s, criou a figura da presunção de inconstitucionalidade das leis, que é o exato oposto do que existe (ou deveria existir) em nosso ordenamento jurídico, que é a presunção de constitucionalidade. Amanhã explicarei com mais calma no TV Injustiça.
Ludmila Lins Grilo88,333 görüntüleme • 1 ay önce

Zezé di Camargo protagonizou um dos maiores gestos simbólicos já vistos na guerra cultural. O cara deslegitimou a ditadura de Moraes com um vídeo de 3 minutos, perante uma plateia de milhões de pessoas fora da bolha da direita. A comunicação que ele usou foi genial. Não atacou ninguém, não foi agressivo, não usou vocabulário político (“Magnitsky”, “ditadura”, “perseguição”, etc). A mensagem chegou, sem ruídos, a um público não militante, pouco ou nada ideologizado, que até então não havia se dado conta de que havia um problema sério acontecendo no país. O SBT agiu da forma mais infame possível tratando Moraes como celebridade. É comum políticos participarem de inaugurações de toda sorte, mas não ministros do STF. Moraes não foi apenas convidado: o sujeito recebeu palco, holofotes e aplausos. Espetáculo deprimente. Embora Silvio Santos tenha dito que o SBT sempre está com o governo (pois este é o dono da sua concessão), tenho sérias dúvidas sobre se ele embarcaria nessa canoa furada. Moraes não detém a concessão do SBT, é só um amiguinho de ocasião do governo mesmo. Zezé conseguiu aumentar o custo de se endossar uma aberração moral. A bajulação, agora, ficou mais cara. Quando um artista como Zezé marca essa posição, a normalização do poder é interrompida. Ele quebra aquela aura de unanimidade. Outros artistas vão passar a considerar o custo reputacional de associar sua imagem à de um ditador. Esse episódio é um típico exemplo do que Gene Sharp considerava como medidas não violentas para o confronto de ditaduras. Respeito máximo ao Zezé di Camargo 👏👏👏 Postura digna e à altura de sua posição cultural no país. O vídeo dele deve ser compartilhado à exaustão. ZezéDiCamargoeLuciano
Ludmila Lins Grilo328,183 görüntüleme • 6 ay önce

Professor Gustavo Sampaio, especialista em Direito Constitucional ouvido pela UOL, certamente não leu a decisão de Moraes sobre a “suspensão da dosimetria” antes de tecer suas considerações. Ele afirma que o relator foi provocado em medida cautelar em ADI, o que não ocorreu, uma vez que se tratava de decisão em execução penal individual. Ou seja: a lei não foi suspensa nem erga omnes, nem individualmente no controle difuso. Ela está em pleno vigor, pelo menos até agora. Espero que o professor venha a público retratar sua fala, que acabou causando muita confusão e desinformação.
Ludmila Lins Grilo66,089 görüntüleme • 1 ay önce

Jorge Messias criou um mecanismo para punir empresas consideradas inimigas do regime. Empresários considerados incentivadores de “atos antidemocráticos” e outros ligados ao agronegócio envolvidos em demandas ambientais mesmo sem condenação podem ganhar o selo de inidoneidade e, consequentemente, ser proibidos de licitar ou contratar com o poder público por até 6 anos. Essa medida está em total desacordo com a lei de licitações. Análise dos Pareceres JM-01/23 e JM-04/23 da AGU - TV Injustiça.
Ludmila Lins Grilo87,330 görüntüleme • 1 ay önce

A filha do Túlio Maravilha passou em duas faculdades públicas (nutrição na UFRJ e odonto na UERJ) e fez um vídeo com os pais, explicando que irá cursar uma particular, por uma questão de valores. De uma só tacada, a família mostrou ao mundo que: 1) a moça é capaz de cursar a faculdade que quiser; 2) tem condições financeiras para escolher; 3) faculdades públicas estão repletas de esquerdistas, maconheiros, depravados de todo gênero. É necessário que eles saibam, entretanto, que muitas faculdades particulares também estão nessa situação, em maior ou menor grau. Hoje em dia, todo jovem universitário tem que ter jogo de cintura para lidar com imbecis, com quem dividirão a sala de aula. Boa sorte, Tulliane!
Ludmila Lins Grilo147,357 görüntüleme • 4 ay önce

Ontem, no TV Injustiça, aconteceu um furo inesperado na entrevista com a Elisa Robson, a única jornalista a entrevistar Hugo Carvajal. Ela, que está exilada nos EUA, disse que conhecidos seus do Brasil foram levados até a Polícia Federal de Brasília, por ordem de Alexandre de Moraes, e foram insistentemente perguntados sobre as investigações dela sobre Carvajal, e também sobre o endereço dela nos EUA. Ela ainda disse que uma dessas pessoas foi torturada, ficando mais de 8 horas prestando depoimento e sem água na Polícia Federal. Que interesse o STF teria no caso do narcotraficante sancionado Hugo Carvajal, que justifique tamanha truculência?
Ludmila Lins Grilo211,506 görüntüleme • 7 ay önce

Uma das coisas que venho observando, há muito tempo, é o comportamento de fanáticos que, na primeira discordância, na primeira desconformidade, e por motivos de opinião, esquecem tudo o que a pessoa fez de bom - e até de extraordinário - e passam a tratá-la, doravante, como um inimigo mortal. São tipos volúveis, instáveis, geleias que se moldam de acordo com os ventos do momento, incapazes de processar, registrar e ser gratos quanto aos feitos históricos da pessoa, não só esquecendo-a na primeira oportunidade, mas também passando a tentar destruí-la o quanto antes. Nesse vídeo de 19/10/25, falei exatamente sobre esse comportamento de fanáticos, só que daquela vez o alvo era o Paulo Figueiredo. A internet está repleta desse tipo de deformidade moral.
Ludmila Lins Grilo76,496 görüntüleme • 7 ay önce

O Presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, divide a magistratura brasileira em dois times: o azul e o vermelho. Ele se declarou vermelho para uma plateia de magistrados trabalhistas, que aplaudiu efusivamente. Nesse vídeo, eu conecto a conduta bizarra do Sr. Mello Filho com o movimento do direito alternativo - vulgo direito achado na rua - que surgiu no final dos anos 80. Amilton Bueno de Carvalho, um de seus maiores expoentes, chegou a dizer, na época, que ele era um juiz comprometido com os pobres. Clèmerson Merlin Clève não ficou atrás. Disse que as forças progressistas lançam as bases para uma jurisprudência alternativa, confessando que esta nega a "cultura política dominante", que é a de "apoliticidade, imparcialidade, independência do Judiciário/Magistrado". Ou seja: a contrario sensu, ele parece dizer que considera que o direito alternativo endossa a politização, parcialidade e submissão dos juízes (a uma causa, será?). Definitivamente, o direito achado na rua permanece sendo uma realidade, e seus frutos estão sendo vistos agora.
Ludmila Lins Grilo18,610 görüntüleme • 1 ay önce
