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Beta Bastos

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Comunicadora Digital |Feminista|Progressista|Atéia|Falo de política, direitos e violência contra mulheres e crianças.

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Vídeo da influenciadora Rayssa de Brasília que conseguiu escapar por pouco do ex-companheiro após momentos de tensão e pedidos de socorro. O caso faz parte de um histórico de relacionamento abusivo, marcado por comportamentos agressivos, ameaças e perseguições. Segundo as informações, o homem não aceitava o fim da relação, o que teria intensificado os episódios de violência. A vítima conseguiu fugir e busca ajuda, reforçando o alerta sobre os riscos desse tipo de situação e a importância de denunciar. Ele não foi preso.

Vídeo da influenciadora Rayssa de Brasília que conseguiu escapar por pouco do ex-companheiro após momentos de tensão e pedidos de socorro. O caso faz parte de um histórico de relacionamento abusivo, marcado por comportamentos agressivos, ameaças e perseguições. Segundo as informações, o homem não aceitava o fim da relação, o que teria intensificado os episódios de violência. A vítima conseguiu fugir e busca ajuda, reforçando o alerta sobre os riscos desse tipo de situação e a importância de denunciar. Ele não foi preso.

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Quando você pensa que já viu de tudo!

Quando você pensa que já viu de tudo!

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Uma tragédia brutal marcou o início de 2026 em Remanso, no norte da Bahia. Um casal de mulheres foi assassinado poucas horas depois de ter sido visto celebrando a virada do ano em um evento público da cidade. Imagens que circularam nas redes mostram as duas sorrindo e dançando no Réveillon, registros feitos ainda na madrugada, pouco antes do crime que chocou a população local. As vítimas, que mantinham um relacionamento afetivo, foram encontradas sem vida nas primeiras horas do dia 1º de janeiro. A comoção foi imediata e o caso reacendeu o debate sobre a violência contra mulheres, especialmente quando atravessada por ódio e intolerância. A Polícia Civil informou que as investigações avançaram, que um suspeito foi identificado e também encontrado sem vida no local. A motivação ainda está sendo apurada, e o crime é tratado como feminicídio, conforme a legislação brasileira. Familiares, amigos e moradores prestaram homenagens e cobraram justiça. Movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos das mulheres reforçaram a urgência de políticas públicas eficazes para prevenir a violência de gênero e proteger vidas. O episódio deixa um alerta doloroso, celebrar não deveria nunca terminar em luto.

Uma tragédia brutal marcou o início de 2026 em Remanso, no norte da Bahia. Um casal de mulheres foi assassinado poucas horas depois de ter sido visto celebrando a virada do ano em um evento público da cidade. Imagens que circularam nas redes mostram as duas sorrindo e dançando no Réveillon, registros feitos ainda na madrugada, pouco antes do crime que chocou a população local. As vítimas, que mantinham um relacionamento afetivo, foram encontradas sem vida nas primeiras horas do dia 1º de janeiro. A comoção foi imediata e o caso reacendeu o debate sobre a violência contra mulheres, especialmente quando atravessada por ódio e intolerância. A Polícia Civil informou que as investigações avançaram, que um suspeito foi identificado e também encontrado sem vida no local. A motivação ainda está sendo apurada, e o crime é tratado como feminicídio, conforme a legislação brasileira. Familiares, amigos e moradores prestaram homenagens e cobraram justiça. Movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos das mulheres reforçaram a urgência de políticas públicas eficazes para prevenir a violência de gênero e proteger vidas. O episódio deixa um alerta doloroso, celebrar não deveria nunca terminar em luto.

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Vou confessar que dificilmente mulheres gostam de andar com a calcinha enfiada no bumbum assim! Esse “pastor” é guerreiro! 😂😂😂😂😂😂😂😂

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Vou confessar que dificilmente mulheres gostam de andar com a calcinha enfiada no bumbum assim! Esse “pastor” é guerreiro! 😂😂😂😂😂😂😂😂

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Uma técnica de enfermagem em home care viveu uma situação inaceitável durante seu plantão. Ao encerrar o turno, foi impedida de sair da residência onde trabalhava. As portas foram trancadas, uma clara violação de direitos. Em estado de pânico, com medo e se sentindo completamente vulnerável, ela precisou pular o portão para conseguir ir embora. Mesmo tentando dialogar, recebeu descaso como resposta, como se aquilo fosse algo simples de “resolver depois”. E ainda há quem diga que o trabalhador precisa “dialogar com o patrão”. Mas desde quando essa relação é equilibrada? Desde quando quem depende do emprego tem, de fato, poder de negociação diante de situações abusivas? Na prática, o que vemos muitas vezes é o contrário, silêncio, medo e submissão sendo impostos como regra. Estamos falando de uma profissional da saúde, em exercício da sua função, que deveria estar em um ambiente seguro. O que aconteceu foi grave, ilegal e não pode ser relativizado. Isso não é apenas falta de respeito. É crime. Situações assim precisam ser expostas, denunciadas e combatidas. Nenhum profissional pode ser submetido a esse tipo de abuso. Não podemos normalizar o absurdo.

Uma técnica de enfermagem em home care viveu uma situação inaceitável durante seu plantão. Ao encerrar o turno, foi impedida de sair da residência onde trabalhava. As portas foram trancadas, uma clara violação de direitos. Em estado de pânico, com medo e se sentindo completamente vulnerável, ela precisou pular o portão para conseguir ir embora. Mesmo tentando dialogar, recebeu descaso como resposta, como se aquilo fosse algo simples de “resolver depois”. E ainda há quem diga que o trabalhador precisa “dialogar com o patrão”. Mas desde quando essa relação é equilibrada? Desde quando quem depende do emprego tem, de fato, poder de negociação diante de situações abusivas? Na prática, o que vemos muitas vezes é o contrário, silêncio, medo e submissão sendo impostos como regra. Estamos falando de uma profissional da saúde, em exercício da sua função, que deveria estar em um ambiente seguro. O que aconteceu foi grave, ilegal e não pode ser relativizado. Isso não é apenas falta de respeito. É crime. Situações assim precisam ser expostas, denunciadas e combatidas. Nenhum profissional pode ser submetido a esse tipo de abuso. Não podemos normalizar o absurdo.

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Pricila Maria Dolla Gomes, 38 anos, foi morta dentro da própria casa, em Rio Negrinho. Horas antes, ela havia contado a amigas que pretendia terminar o relacionamento com o namorado, Gustavo Danielski, de 29 anos. Naquela noite, mensagens começaram a circular dizendo que ele estava na residência, armado. A câmera do celular estava ligada e, do outro lado, uma pessoa assistia em tempo real ao que acontecia. Pricila tentava manter a calma. Falava devagar. Implorava. “Por favor, eu tenho filho.” Em outro momento, disse: “Eu me ajoelho na tua frente.” E ainda apelou para a família dele: “Pelo amor que você tem pelas tuas irmãs, pelas tuas sobrinhas.” A Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada após a ligação. Mas, quando chegou, já era tarde demais. O caso envolve um relacionamento que ela tentava encerrar e termina com mais uma mulher morta dentro de casa, um crime que expõe, mais uma vez, a urgência do enfrentamento à violência contra a mulher.

Pricila Maria Dolla Gomes, 38 anos, foi morta dentro da própria casa, em Rio Negrinho. Horas antes, ela havia contado a amigas que pretendia terminar o relacionamento com o namorado, Gustavo Danielski, de 29 anos. Naquela noite, mensagens começaram a circular dizendo que ele estava na residência, armado. A câmera do celular estava ligada e, do outro lado, uma pessoa assistia em tempo real ao que acontecia. Pricila tentava manter a calma. Falava devagar. Implorava. “Por favor, eu tenho filho.” Em outro momento, disse: “Eu me ajoelho na tua frente.” E ainda apelou para a família dele: “Pelo amor que você tem pelas tuas irmãs, pelas tuas sobrinhas.” A Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada após a ligação. Mas, quando chegou, já era tarde demais. O caso envolve um relacionamento que ela tentava encerrar e termina com mais uma mulher morta dentro de casa, um crime que expõe, mais uma vez, a urgência do enfrentamento à violência contra a mulher.

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A menina indígena de 12 anos, vítima de um estupro coletivo no município de Juruá, interior do Amazonas, foi localizada e está em segurança. Após mais de 10 horas de viagem por áreas de difícil acesso, uma força-tarefa composta por equipes da Secretaria de Saúde Indígena, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Polícia Civil conseguiu resgatar a criança, que já recebeu atendimento médico e psicológico inicial e se encontra estável. Segundo o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), os oito adolescentes suspeitos de participação no crime já foram identificados. As diligências para responsabilizá-los estão em andamento.

A menina indígena de 12 anos, vítima de um estupro coletivo no município de Juruá, interior do Amazonas, foi localizada e está em segurança. Após mais de 10 horas de viagem por áreas de difícil acesso, uma força-tarefa composta por equipes da Secretaria de Saúde Indígena, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Polícia Civil conseguiu resgatar a criança, que já recebeu atendimento médico e psicológico inicial e se encontra estável. Segundo o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), os oito adolescentes suspeitos de participação no crime já foram identificados. As diligências para responsabilizá-los estão em andamento.

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Só para deixar claro, esse parente passou a festa inteira assediando a mulher. Como aparece no início do vídeo, ele chegou ao ponto de puxar a blusa dela. Ninguém é obrigado a tolerar invasão, constrangimento ou contato físico indesejado para “manter a paz” em evento de família. Limite é limite, em qualquer lugar. E sinceramente? Diante de uma situação dessas, ela não exagerou, ela se impôs. E se impor diante de assédio não é escândalo. Eu, pelo menos, achei que ela divou.

Só para deixar claro, esse parente passou a festa inteira assediando a mulher. Como aparece no início do vídeo, ele chegou ao ponto de puxar a blusa dela. Ninguém é obrigado a tolerar invasão, constrangimento ou contato físico indesejado para “manter a paz” em evento de família. Limite é limite, em qualquer lugar. E sinceramente? Diante de uma situação dessas, ela não exagerou, ela se impôs. E se impor diante de assédio não é escândalo. Eu, pelo menos, achei que ela divou.

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P E R F E I T O Insta: 1fabiogomes - segue no insta!

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Meu corpo não é o problema! Me deparei com essa propaganda na internet e achei bem triste. Ainda tratam o nosso corpo como o problema, como se precisássemos nos esconder, nos disfarçar, nos moldar para caber em algum padrão de “decência”. A tal calcinha “que não deixa marcar” é vendida como praticidade, mas o subtexto é cruel, o corpo feminino precisa ser controlado, silenciado, invisibilizado. E o mais assustador é perceber como isso também conversa com a lógica da culpabilização da mulher. Somos ensinadas a nos cobrir “para não provocar”, a nos vigiar para não sermos alvo, como se o problema estivesse em mostrar o corpo e não em quem o violenta com o olhar, a palavra ou o gesto. Essa propaganda não é só sobre uma peça íntima, é sobre uma cultura que ainda transforma o corpo da mulher em campo de censura e culpa. Enquanto isso, seguimos tendo que “nos cuidar” não apenas da exposição, mas de possíveis ataques, físicos ou simbólicos, por simplesmente existirmos como somos.

Meu corpo não é o problema! Me deparei com essa propaganda na internet e achei bem triste. Ainda tratam o nosso corpo como o problema, como se precisássemos nos esconder, nos disfarçar, nos moldar para caber em algum padrão de “decência”. A tal calcinha “que não deixa marcar” é vendida como praticidade, mas o subtexto é cruel, o corpo feminino precisa ser controlado, silenciado, invisibilizado. E o mais assustador é perceber como isso também conversa com a lógica da culpabilização da mulher. Somos ensinadas a nos cobrir “para não provocar”, a nos vigiar para não sermos alvo, como se o problema estivesse em mostrar o corpo e não em quem o violenta com o olhar, a palavra ou o gesto. Essa propaganda não é só sobre uma peça íntima, é sobre uma cultura que ainda transforma o corpo da mulher em campo de censura e culpa. Enquanto isso, seguimos tendo que “nos cuidar” não apenas da exposição, mas de possíveis ataques, físicos ou simbólicos, por simplesmente existirmos como somos.

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Um caso ocorrido em Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, tem gerado forte repercussão nas redes sociais. Uma jovem foi acusada de não ter pago uma mexerica em um supermercado local. Segundo a versão apresentada pelo estabelecimento, a abordagem teria se limitado a um pedido para que a jovem se retirasse do local. A jovem, no entanto, afirma que foi agredida com duas pauladas nas pernas durante o episódio. As imagens que circulam mostram a jovem visivelmente abalada, o que intensificou a indignação e os questionamentos sobre a conduta adotada diante de uma situação que poderia ter sido resolvida de forma legal e proporcional. Até o momento, não há divulgação oficial dos nomes da jovem, da proprietária do supermercado ou do estabelecimento envolvido. O caso vem sendo tratado de forma genérica nas publicações, enquanto internautas cobram esclarecimentos, apuração dos fatos e responsabilização, caso a agressão seja confirmada.

Um caso ocorrido em Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, tem gerado forte repercussão nas redes sociais. Uma jovem foi acusada de não ter pago uma mexerica em um supermercado local. Segundo a versão apresentada pelo estabelecimento, a abordagem teria se limitado a um pedido para que a jovem se retirasse do local. A jovem, no entanto, afirma que foi agredida com duas pauladas nas pernas durante o episódio. As imagens que circulam mostram a jovem visivelmente abalada, o que intensificou a indignação e os questionamentos sobre a conduta adotada diante de uma situação que poderia ter sido resolvida de forma legal e proporcional. Até o momento, não há divulgação oficial dos nomes da jovem, da proprietária do supermercado ou do estabelecimento envolvido. O caso vem sendo tratado de forma genérica nas publicações, enquanto internautas cobram esclarecimentos, apuração dos fatos e responsabilização, caso a agressão seja confirmada.

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Treinamento para o caso de ele não aceitar o seu “não”.

Treinamento para o caso de ele não aceitar o seu “não”.

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Uma mulher de 29 anos foi assassinada com dois tiros na cabeça enquanto trabalhava em uma lavoura de morangos, em Bom Repouso, Sul de Minas. A vítima, identificada como Patrícia Cezar Nogueira, gravava um áudio no WhatsApp quando foi surpreendida pelo ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento. O suspeito, de 30 anos, foi preso, após confessar o feminicídio. Segundo a polícia, Patrícia já havia denunciado ameaças e o homem descumpriu uma medida protetiva. Outro indivíduo também foi detido por ajudar o autor a se esconder.

Uma mulher de 29 anos foi assassinada com dois tiros na cabeça enquanto trabalhava em uma lavoura de morangos, em Bom Repouso, Sul de Minas. A vítima, identificada como Patrícia Cezar Nogueira, gravava um áudio no WhatsApp quando foi surpreendida pelo ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento. O suspeito, de 30 anos, foi preso, após confessar o feminicídio. Segundo a polícia, Patrícia já havia denunciado ameaças e o homem descumpriu uma medida protetiva. Outro indivíduo também foi detido por ajudar o autor a se esconder.

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Sabe quem deveria estar em casa? As mais de 700 mil pessoas que morreram de COVID mortes que poderiam ter sido evitadas se o seu digníssimo marido não tivesse matado por omissão. Esse traste merece ficar preso.

Sabe quem deveria estar em casa? As mais de 700 mil pessoas que morreram de COVID mortes que poderiam ter sido evitadas se o seu digníssimo marido não tivesse matado por omissão. Esse traste merece ficar preso.

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Um homem de 28 anos foi detido em flagrante na última terça-feira (27), em Tupanciretã, no Noroeste do Rio Grande do Sul, suspeito de manter a companheira, de 21 anos, presa e acorrentada à cama dentro da própria casa, em um assentamento rural do município. A intervenção policial ocorreu após uma denúncia anônima. No local, os agentes encontraram a jovem em situação extrema de violência e precisaram quebrar um cadeado para libertá-la. A vítima apresentava marcas visíveis de agressões pelo corpo. O caso está sendo investigado como sequestro, cárcere privado e lesão corporal qualificada no contexto da violência doméstica. Após os procedimentos legais, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional. Mais do que um crime isolado, o episódio escancara a face brutal da violência contra mulheres no Brasil, muitas vezes invisibilizada, naturalizada ou silenciada, especialmente em contextos de vulnerabilidade social e geográfica. Não se trata de “conflito doméstico”, mas de controle, tortura e violação de direitos humanos. A denúncia salvou uma vida, mas o desafio continua sendo impedir que tantas outras cheguem a esse limite.

Um homem de 28 anos foi detido em flagrante na última terça-feira (27), em Tupanciretã, no Noroeste do Rio Grande do Sul, suspeito de manter a companheira, de 21 anos, presa e acorrentada à cama dentro da própria casa, em um assentamento rural do município. A intervenção policial ocorreu após uma denúncia anônima. No local, os agentes encontraram a jovem em situação extrema de violência e precisaram quebrar um cadeado para libertá-la. A vítima apresentava marcas visíveis de agressões pelo corpo. O caso está sendo investigado como sequestro, cárcere privado e lesão corporal qualificada no contexto da violência doméstica. Após os procedimentos legais, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional. Mais do que um crime isolado, o episódio escancara a face brutal da violência contra mulheres no Brasil, muitas vezes invisibilizada, naturalizada ou silenciada, especialmente em contextos de vulnerabilidade social e geográfica. Não se trata de “conflito doméstico”, mas de controle, tortura e violação de direitos humanos. A denúncia salvou uma vida, mas o desafio continua sendo impedir que tantas outras cheguem a esse limite.

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“Um homem, um negro e uma mulher.” Eu quase engasguei ao ouvir esse comentário da jornalista da GloboNews, Marina Francheschini. Negro não é homem? Claro que é. “Negro” é uma categoria racial, não o oposto de “homem” ou “mulher”. Separar assim dá a entender que pessoas negras não estão incluídas na categoria de homens, o que é uma forma de RACISMO!

“Um homem, um negro e uma mulher.” Eu quase engasguei ao ouvir esse comentário da jornalista da GloboNews, Marina Francheschini. Negro não é homem? Claro que é. “Negro” é uma categoria racial, não o oposto de “homem” ou “mulher”. Separar assim dá a entender que pessoas negras não estão incluídas na categoria de homens, o que é uma forma de RACISMO!

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A dor da perda se transformou em um gesto que emocionou quem acompanhava a Corrida da Mulher, em Santana. Marco, namorado de Ana Paula Viana Rodrigues, de 19 anos, encontrada morta por estrangulamento no último dia 9, fez uma homenagem durante a corrida. Ele percorreu o trajeto segurando uma bandeira com fotos da jovem, em um gesto de lembrança e de amor, mantendo viva a memória de Ana Paula.

A dor da perda se transformou em um gesto que emocionou quem acompanhava a Corrida da Mulher, em Santana. Marco, namorado de Ana Paula Viana Rodrigues, de 19 anos, encontrada morta por estrangulamento no último dia 9, fez uma homenagem durante a corrida. Ele percorreu o trajeto segurando uma bandeira com fotos da jovem, em um gesto de lembrança e de amor, mantendo viva a memória de Ana Paula.

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O nome dela é Simone e ela escreveu o livro Cura da Alma e ainda transformou isso em palestra. Olha o nível!! E o pior de tudo é ter gente que frequenta essas palestras, compra esses livros e acredita nessa pessoa.

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O nome dela é Simone e ela escreveu o livro Cura da Alma e ainda transformou isso em palestra. Olha o nível!! E o pior de tudo é ter gente que frequenta essas palestras, compra esses livros e acredita nessa pessoa.

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🚨 Motorista de aplicativo é preso após denúncia de 3stupr0 no Distrito Federal Um motorista de transporte por aplicativo, de 34 anos, foi preso na manhã de domingo (08/2), após ser denunciado por 3stupr4r uma adolescente de 17 anos em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal (DF). Segundo a família, a jovem entrou no veículo com duas amigas, que desceram antes do destino final. Após isso, o motorista teria trancado as portas e alterado a rota. Ao perceber a mudança no trajeto, ela pediu para parar, mas ele seguiu até um local isolado. A adolescente chegou em casa abalada e relatou a violência sofrida. Durante a corrida, ela ainda tentou avisar a mãe por mensagem, mas não conseguiu devido à falta de sinal. A Polícia Militar localizou e prendeu o suspeito no mesmo dia, com base nas características físicas e nas informações do veículo.

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🚨 Motorista de aplicativo é preso após denúncia de 3stupr0 no Distrito Federal Um motorista de transporte por aplicativo, de 34 anos, foi preso na manhã de domingo (08/2), após ser denunciado por 3stupr4r uma adolescente de 17 anos em Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal (DF). Segundo a família, a jovem entrou no veículo com duas amigas, que desceram antes do destino final. Após isso, o motorista teria trancado as portas e alterado a rota. Ao perceber a mudança no trajeto, ela pediu para parar, mas ele seguiu até um local isolado. A adolescente chegou em casa abalada e relatou a violência sofrida. Durante a corrida, ela ainda tentou avisar a mãe por mensagem, mas não conseguiu devido à falta de sinal. A Polícia Militar localizou e prendeu o suspeito no mesmo dia, com base nas características físicas e nas informações do veículo.

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Mais uma mulher assassinada. Mais um caso tratado como “suspeita de feminicídio”. No Residencial Piancó, em São Luís, uma vida foi interrompida pelo ex-companheiro, segundo as primeiras informações. A cena mobilizou Polícia Militar e Polícia Civil, mas nada disso devolve o que foi tirado. Enquanto as circunstâncias seguem sob investigação, a realidade é cruel e repetitiva, mulheres continuam morrendo dentro de relações marcadas por violência.

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Mais uma mulher assassinada. Mais um caso tratado como “suspeita de feminicídio”. No Residencial Piancó, em São Luís, uma vida foi interrompida pelo ex-companheiro, segundo as primeiras informações. A cena mobilizou Polícia Militar e Polícia Civil, mas nada disso devolve o que foi tirado. Enquanto as circunstâncias seguem sob investigação, a realidade é cruel e repetitiva, mulheres continuam morrendo dentro de relações marcadas por violência.

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