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Beta Bastos

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Comunicadora Digital |Feminista|Progressista|Atéia|Falo de política, direitos e violência contra mulheres e crianças. VEM COMIGO!✊

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apura um episódio de violência ocorrido na noite desta terça-feira (25), no Centro do Rio. Segundo relatos, um estudante foi agredido por outros alunos após fazer referências ao nazismo. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o estudante sendo atingido com socos e tapas dentro e fora das dependências da universidade. Em nota, a UFRJ afirmou repudiar qualquer manifestação de apologia ao nazismo, ao fascismo, ao racismo, ao antissemitismo e a todas as formas de intolerância e discriminação. A instituição também reforçou que não compactua com qualquer tipo de violência.

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A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apura um episódio de violência ocorrido na noite desta terça-feira (25), no Centro do Rio. Segundo relatos, um estudante foi agredido por outros alunos após fazer referências ao nazismo. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o estudante sendo atingido com socos e tapas dentro e fora das dependências da universidade. Em nota, a UFRJ afirmou repudiar qualquer manifestação de apologia ao nazismo, ao fascismo, ao racismo, ao antissemitismo e a todas as formas de intolerância e discriminação. A instituição também reforçou que não compactua com qualquer tipo de violência.

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Vídeo da influenciadora Rayssa de Brasília que conseguiu escapar por pouco do ex-companheiro após momentos de tensão e pedidos de socorro. O caso faz parte de um histórico de relacionamento abusivo, marcado por comportamentos agressivos, ameaças e perseguições. Segundo as informações, o homem não aceitava o fim da relação, o que teria intensificado os episódios de violência. A vítima conseguiu fugir e busca ajuda, reforçando o alerta sobre os riscos desse tipo de situação e a importância de denunciar. Ele não foi preso.

Vídeo da influenciadora Rayssa de Brasília que conseguiu escapar por pouco do ex-companheiro após momentos de tensão e pedidos de socorro. O caso faz parte de um histórico de relacionamento abusivo, marcado por comportamentos agressivos, ameaças e perseguições. Segundo as informações, o homem não aceitava o fim da relação, o que teria intensificado os episódios de violência. A vítima conseguiu fugir e busca ajuda, reforçando o alerta sobre os riscos desse tipo de situação e a importância de denunciar. Ele não foi preso.

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Isso é, no mínimo, estranho. Dois tios de Maria Fernanda Cândido da Rocha, encontrada morta em uma fazenda de Doverlândia (GO), também morreram na mesma região. Pai e filho, Carlos Antônio Dorneles Roldão, de 59 anos, e Carlos Júnior Dorneles de Jesus, de 29, morreram por asfixia dentro de um tanque de soro de leite. Segundo a Polícia Científica, Carlos Júnior teria sido intoxicado pelos gases enquanto limpava o tanque. Ao tentar socorrê-lo, o pai também acabou intoxicado e morreu. A Polícia Civil afirma que as mortes foram acidentais e segue investigando o caso. Em uma mesma família, em tão pouco tempo, três mortes trágicas acabam chamando atenção e levantando muitos questionamentos.

Isso é, no mínimo, estranho. Dois tios de Maria Fernanda Cândido da Rocha, encontrada morta em uma fazenda de Doverlândia (GO), também morreram na mesma região. Pai e filho, Carlos Antônio Dorneles Roldão, de 59 anos, e Carlos Júnior Dorneles de Jesus, de 29, morreram por asfixia dentro de um tanque de soro de leite. Segundo a Polícia Científica, Carlos Júnior teria sido intoxicado pelos gases enquanto limpava o tanque. Ao tentar socorrê-lo, o pai também acabou intoxicado e morreu. A Polícia Civil afirma que as mortes foram acidentais e segue investigando o caso. Em uma mesma família, em tão pouco tempo, três mortes trágicas acabam chamando atenção e levantando muitos questionamentos.

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Vou confessar que dificilmente mulheres gostam de andar com a calcinha enfiada no bumbum assim! Esse “pastor” é guerreiro! 😂😂😂😂😂😂😂😂

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Vou confessar que dificilmente mulheres gostam de andar com a calcinha enfiada no bumbum assim! Esse “pastor” é guerreiro! 😂😂😂😂😂😂😂😂

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Uma tragédia brutal marcou o início de 2026 em Remanso, no norte da Bahia. Um casal de mulheres foi assassinado poucas horas depois de ter sido visto celebrando a virada do ano em um evento público da cidade. Imagens que circularam nas redes mostram as duas sorrindo e dançando no Réveillon, registros feitos ainda na madrugada, pouco antes do crime que chocou a população local. As vítimas, que mantinham um relacionamento afetivo, foram encontradas sem vida nas primeiras horas do dia 1º de janeiro. A comoção foi imediata e o caso reacendeu o debate sobre a violência contra mulheres, especialmente quando atravessada por ódio e intolerância. A Polícia Civil informou que as investigações avançaram, que um suspeito foi identificado e também encontrado sem vida no local. A motivação ainda está sendo apurada, e o crime é tratado como feminicídio, conforme a legislação brasileira. Familiares, amigos e moradores prestaram homenagens e cobraram justiça. Movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos das mulheres reforçaram a urgência de políticas públicas eficazes para prevenir a violência de gênero e proteger vidas. O episódio deixa um alerta doloroso, celebrar não deveria nunca terminar em luto.

Uma tragédia brutal marcou o início de 2026 em Remanso, no norte da Bahia. Um casal de mulheres foi assassinado poucas horas depois de ter sido visto celebrando a virada do ano em um evento público da cidade. Imagens que circularam nas redes mostram as duas sorrindo e dançando no Réveillon, registros feitos ainda na madrugada, pouco antes do crime que chocou a população local. As vítimas, que mantinham um relacionamento afetivo, foram encontradas sem vida nas primeiras horas do dia 1º de janeiro. A comoção foi imediata e o caso reacendeu o debate sobre a violência contra mulheres, especialmente quando atravessada por ódio e intolerância. A Polícia Civil informou que as investigações avançaram, que um suspeito foi identificado e também encontrado sem vida no local. A motivação ainda está sendo apurada, e o crime é tratado como feminicídio, conforme a legislação brasileira. Familiares, amigos e moradores prestaram homenagens e cobraram justiça. Movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos das mulheres reforçaram a urgência de políticas públicas eficazes para prevenir a violência de gênero e proteger vidas. O episódio deixa um alerta doloroso, celebrar não deveria nunca terminar em luto.

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Quando você pensa que já viu de tudo!

Quando você pensa que já viu de tudo!

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Momento comédia! 😂😂😂😂

Momento comédia! 😂😂😂😂

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A menina indígena de 12 anos, vítima de um estupro coletivo no município de Juruá, interior do Amazonas, foi localizada e está em segurança. Após mais de 10 horas de viagem por áreas de difícil acesso, uma força-tarefa composta por equipes da Secretaria de Saúde Indígena, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Polícia Civil conseguiu resgatar a criança, que já recebeu atendimento médico e psicológico inicial e se encontra estável. Segundo o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), os oito adolescentes suspeitos de participação no crime já foram identificados. As diligências para responsabilizá-los estão em andamento.

A menina indígena de 12 anos, vítima de um estupro coletivo no município de Juruá, interior do Amazonas, foi localizada e está em segurança. Após mais de 10 horas de viagem por áreas de difícil acesso, uma força-tarefa composta por equipes da Secretaria de Saúde Indígena, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Polícia Civil conseguiu resgatar a criança, que já recebeu atendimento médico e psicológico inicial e se encontra estável. Segundo o delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), os oito adolescentes suspeitos de participação no crime já foram identificados. As diligências para responsabilizá-los estão em andamento.

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Pricila Maria Dolla Gomes, 38 anos, foi morta dentro da própria casa, em Rio Negrinho. Horas antes, ela havia contado a amigas que pretendia terminar o relacionamento com o namorado, Gustavo Danielski, de 29 anos. Naquela noite, mensagens começaram a circular dizendo que ele estava na residência, armado. A câmera do celular estava ligada e, do outro lado, uma pessoa assistia em tempo real ao que acontecia. Pricila tentava manter a calma. Falava devagar. Implorava. “Por favor, eu tenho filho.” Em outro momento, disse: “Eu me ajoelho na tua frente.” E ainda apelou para a família dele: “Pelo amor que você tem pelas tuas irmãs, pelas tuas sobrinhas.” A Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada após a ligação. Mas, quando chegou, já era tarde demais. O caso envolve um relacionamento que ela tentava encerrar e termina com mais uma mulher morta dentro de casa, um crime que expõe, mais uma vez, a urgência do enfrentamento à violência contra a mulher.

Pricila Maria Dolla Gomes, 38 anos, foi morta dentro da própria casa, em Rio Negrinho. Horas antes, ela havia contado a amigas que pretendia terminar o relacionamento com o namorado, Gustavo Danielski, de 29 anos. Naquela noite, mensagens começaram a circular dizendo que ele estava na residência, armado. A câmera do celular estava ligada e, do outro lado, uma pessoa assistia em tempo real ao que acontecia. Pricila tentava manter a calma. Falava devagar. Implorava. “Por favor, eu tenho filho.” Em outro momento, disse: “Eu me ajoelho na tua frente.” E ainda apelou para a família dele: “Pelo amor que você tem pelas tuas irmãs, pelas tuas sobrinhas.” A Polícia Militar de Santa Catarina foi acionada após a ligação. Mas, quando chegou, já era tarde demais. O caso envolve um relacionamento que ela tentava encerrar e termina com mais uma mulher morta dentro de casa, um crime que expõe, mais uma vez, a urgência do enfrentamento à violência contra a mulher.

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Só para deixar claro, esse parente passou a festa inteira assediando a mulher. Como aparece no início do vídeo, ele chegou ao ponto de puxar a blusa dela. Ninguém é obrigado a tolerar invasão, constrangimento ou contato físico indesejado para “manter a paz” em evento de família. Limite é limite, em qualquer lugar. E sinceramente? Diante de uma situação dessas, ela não exagerou, ela se impôs. E se impor diante de assédio não é escândalo. Eu, pelo menos, achei que ela divou.

Só para deixar claro, esse parente passou a festa inteira assediando a mulher. Como aparece no início do vídeo, ele chegou ao ponto de puxar a blusa dela. Ninguém é obrigado a tolerar invasão, constrangimento ou contato físico indesejado para “manter a paz” em evento de família. Limite é limite, em qualquer lugar. E sinceramente? Diante de uma situação dessas, ela não exagerou, ela se impôs. E se impor diante de assédio não é escândalo. Eu, pelo menos, achei que ela divou.

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Meu corpo não é o problema! Me deparei com essa propaganda na internet e achei bem triste. Ainda tratam o nosso corpo como o problema, como se precisássemos nos esconder, nos disfarçar, nos moldar para caber em algum padrão de “decência”. A tal calcinha “que não deixa marcar” é vendida como praticidade, mas o subtexto é cruel, o corpo feminino precisa ser controlado, silenciado, invisibilizado. E o mais assustador é perceber como isso também conversa com a lógica da culpabilização da mulher. Somos ensinadas a nos cobrir “para não provocar”, a nos vigiar para não sermos alvo, como se o problema estivesse em mostrar o corpo e não em quem o violenta com o olhar, a palavra ou o gesto. Essa propaganda não é só sobre uma peça íntima, é sobre uma cultura que ainda transforma o corpo da mulher em campo de censura e culpa. Enquanto isso, seguimos tendo que “nos cuidar” não apenas da exposição, mas de possíveis ataques, físicos ou simbólicos, por simplesmente existirmos como somos.

Meu corpo não é o problema! Me deparei com essa propaganda na internet e achei bem triste. Ainda tratam o nosso corpo como o problema, como se precisássemos nos esconder, nos disfarçar, nos moldar para caber em algum padrão de “decência”. A tal calcinha “que não deixa marcar” é vendida como praticidade, mas o subtexto é cruel, o corpo feminino precisa ser controlado, silenciado, invisibilizado. E o mais assustador é perceber como isso também conversa com a lógica da culpabilização da mulher. Somos ensinadas a nos cobrir “para não provocar”, a nos vigiar para não sermos alvo, como se o problema estivesse em mostrar o corpo e não em quem o violenta com o olhar, a palavra ou o gesto. Essa propaganda não é só sobre uma peça íntima, é sobre uma cultura que ainda transforma o corpo da mulher em campo de censura e culpa. Enquanto isso, seguimos tendo que “nos cuidar” não apenas da exposição, mas de possíveis ataques, físicos ou simbólicos, por simplesmente existirmos como somos.

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Um vídeo da audiência de custódia mostra o ator Marco Furlan, de 48 anos, durante a decisão da Justiça que manteve sua prisão preventiva. Natural de Campos do Jordão (SP), Marco Furlan foi preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável contra um menino de 5 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O caso teria ocorrido durante uma festa de aniversário em Pindamonhangaba (SP). Segundo a investigação, o crime aconteceu no domingo (2). A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, e o ator permanece preso enquanto o caso é investigado. Em depoimento, Marco Furlan negou o crime e afirmou que teria “confundido” a criança com a própria namorada. Vocês leram certo! Ele “confundiu” uma criança com um adulto!

Um vídeo da audiência de custódia mostra o ator Marco Furlan, de 48 anos, durante a decisão da Justiça que manteve sua prisão preventiva. Natural de Campos do Jordão (SP), Marco Furlan foi preso em flagrante por suspeita de estupro de vulnerável contra um menino de 5 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O caso teria ocorrido durante uma festa de aniversário em Pindamonhangaba (SP). Segundo a investigação, o crime aconteceu no domingo (2). A Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, e o ator permanece preso enquanto o caso é investigado. Em depoimento, Marco Furlan negou o crime e afirmou que teria “confundido” a criança com a própria namorada. Vocês leram certo! Ele “confundiu” uma criança com um adulto!

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INADMISSÍVEL! Peço desculpas pela qualidade da gravação. Precisei filmar a televisão com o celular porque achei importante registrar esse trecho. Durante o programa Radar, da GloboNews, a jornalista Malu Gaspar afirmou que haveria um “sistema de corrupção” no governo Lula. Na minha avaliação, essa fala dá a entender que existe uma investigação sobre corrupção envolvendo o governo, quando, na realidade, a investigação em curso trata de suspeitas envolvendo o filho do presidente, e não o próprio Lula. O presidente Lula já declarou publicamente que, se qualquer integrante de sua família tiver cometido irregularidades, deverá responder por seus atos. Até o momento, ele não defendeu que um eventual envolvimento do filho deva ficar impune.

INADMISSÍVEL! Peço desculpas pela qualidade da gravação. Precisei filmar a televisão com o celular porque achei importante registrar esse trecho. Durante o programa Radar, da GloboNews, a jornalista Malu Gaspar afirmou que haveria um “sistema de corrupção” no governo Lula. Na minha avaliação, essa fala dá a entender que existe uma investigação sobre corrupção envolvendo o governo, quando, na realidade, a investigação em curso trata de suspeitas envolvendo o filho do presidente, e não o próprio Lula. O presidente Lula já declarou publicamente que, se qualquer integrante de sua família tiver cometido irregularidades, deverá responder por seus atos. Até o momento, ele não defendeu que um eventual envolvimento do filho deva ficar impune.

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Achei isso tão legal! Uma cena encantadora chamou a atenção durante uma festa temática. Enquanto procurava pela mãe, um menino acabou sendo acolhido por uma pessoa fantasiada de Homem-Aranha, sem imaginar quem estava por trás da máscara. A surpresa aconteceu quando a fantasia foi revelada. Ainda com o filho no colo, a mulher retirou a máscara e mostrou que era ela quem interpretava o herói favorito da criança. É uma demonstração de carinho, criatividade e dedicação que certamente ficará guardada na memória desse menino por muitos anos. São esses pequenos gestos de amor que tornam a infância ainda mais especial. ❤️

Achei isso tão legal! Uma cena encantadora chamou a atenção durante uma festa temática. Enquanto procurava pela mãe, um menino acabou sendo acolhido por uma pessoa fantasiada de Homem-Aranha, sem imaginar quem estava por trás da máscara. A surpresa aconteceu quando a fantasia foi revelada. Ainda com o filho no colo, a mulher retirou a máscara e mostrou que era ela quem interpretava o herói favorito da criança. É uma demonstração de carinho, criatividade e dedicação que certamente ficará guardada na memória desse menino por muitos anos. São esses pequenos gestos de amor que tornam a infância ainda mais especial. ❤️

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Uma técnica de enfermagem em home care viveu uma situação inaceitável durante seu plantão. Ao encerrar o turno, foi impedida de sair da residência onde trabalhava. As portas foram trancadas, uma clara violação de direitos. Em estado de pânico, com medo e se sentindo completamente vulnerável, ela precisou pular o portão para conseguir ir embora. Mesmo tentando dialogar, recebeu descaso como resposta, como se aquilo fosse algo simples de “resolver depois”. E ainda há quem diga que o trabalhador precisa “dialogar com o patrão”. Mas desde quando essa relação é equilibrada? Desde quando quem depende do emprego tem, de fato, poder de negociação diante de situações abusivas? Na prática, o que vemos muitas vezes é o contrário, silêncio, medo e submissão sendo impostos como regra. Estamos falando de uma profissional da saúde, em exercício da sua função, que deveria estar em um ambiente seguro. O que aconteceu foi grave, ilegal e não pode ser relativizado. Isso não é apenas falta de respeito. É crime. Situações assim precisam ser expostas, denunciadas e combatidas. Nenhum profissional pode ser submetido a esse tipo de abuso. Não podemos normalizar o absurdo.

Uma técnica de enfermagem em home care viveu uma situação inaceitável durante seu plantão. Ao encerrar o turno, foi impedida de sair da residência onde trabalhava. As portas foram trancadas, uma clara violação de direitos. Em estado de pânico, com medo e se sentindo completamente vulnerável, ela precisou pular o portão para conseguir ir embora. Mesmo tentando dialogar, recebeu descaso como resposta, como se aquilo fosse algo simples de “resolver depois”. E ainda há quem diga que o trabalhador precisa “dialogar com o patrão”. Mas desde quando essa relação é equilibrada? Desde quando quem depende do emprego tem, de fato, poder de negociação diante de situações abusivas? Na prática, o que vemos muitas vezes é o contrário, silêncio, medo e submissão sendo impostos como regra. Estamos falando de uma profissional da saúde, em exercício da sua função, que deveria estar em um ambiente seguro. O que aconteceu foi grave, ilegal e não pode ser relativizado. Isso não é apenas falta de respeito. É crime. Situações assim precisam ser expostas, denunciadas e combatidas. Nenhum profissional pode ser submetido a esse tipo de abuso. Não podemos normalizar o absurdo.

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Um caso ocorrido em Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, tem gerado forte repercussão nas redes sociais. Uma jovem foi acusada de não ter pago uma mexerica em um supermercado local. Segundo a versão apresentada pelo estabelecimento, a abordagem teria se limitado a um pedido para que a jovem se retirasse do local. A jovem, no entanto, afirma que foi agredida com duas pauladas nas pernas durante o episódio. As imagens que circulam mostram a jovem visivelmente abalada, o que intensificou a indignação e os questionamentos sobre a conduta adotada diante de uma situação que poderia ter sido resolvida de forma legal e proporcional. Até o momento, não há divulgação oficial dos nomes da jovem, da proprietária do supermercado ou do estabelecimento envolvido. O caso vem sendo tratado de forma genérica nas publicações, enquanto internautas cobram esclarecimentos, apuração dos fatos e responsabilização, caso a agressão seja confirmada.

Um caso ocorrido em Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal, tem gerado forte repercussão nas redes sociais. Uma jovem foi acusada de não ter pago uma mexerica em um supermercado local. Segundo a versão apresentada pelo estabelecimento, a abordagem teria se limitado a um pedido para que a jovem se retirasse do local. A jovem, no entanto, afirma que foi agredida com duas pauladas nas pernas durante o episódio. As imagens que circulam mostram a jovem visivelmente abalada, o que intensificou a indignação e os questionamentos sobre a conduta adotada diante de uma situação que poderia ter sido resolvida de forma legal e proporcional. Até o momento, não há divulgação oficial dos nomes da jovem, da proprietária do supermercado ou do estabelecimento envolvido. O caso vem sendo tratado de forma genérica nas publicações, enquanto internautas cobram esclarecimentos, apuração dos fatos e responsabilização, caso a agressão seja confirmada.

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Quero, sim, mais mulheres na política. Muitas mais. Mas não basta ser mulher. Eu quero mulheres comprometidas com os direitos das mulheres, com a democracia, com a justiça social e com a liberdade. Porque representatividade também importa pelo que se defende. Não quero mulheres na política para lutar contra outras mulheres. Quero mulheres que estejam ao lado delas.

Quero, sim, mais mulheres na política. Muitas mais. Mas não basta ser mulher. Eu quero mulheres comprometidas com os direitos das mulheres, com a democracia, com a justiça social e com a liberdade. Porque representatividade também importa pelo que se defende. Não quero mulheres na política para lutar contra outras mulheres. Quero mulheres que estejam ao lado delas.

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Uma mulher de 29 anos foi assassinada com dois tiros na cabeça enquanto trabalhava em uma lavoura de morangos, em Bom Repouso, Sul de Minas. A vítima, identificada como Patrícia Cezar Nogueira, gravava um áudio no WhatsApp quando foi surpreendida pelo ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento. O suspeito, de 30 anos, foi preso, após confessar o feminicídio. Segundo a polícia, Patrícia já havia denunciado ameaças e o homem descumpriu uma medida protetiva. Outro indivíduo também foi detido por ajudar o autor a se esconder.

Uma mulher de 29 anos foi assassinada com dois tiros na cabeça enquanto trabalhava em uma lavoura de morangos, em Bom Repouso, Sul de Minas. A vítima, identificada como Patrícia Cezar Nogueira, gravava um áudio no WhatsApp quando foi surpreendida pelo ex-namorado, que não aceitava o fim do relacionamento. O suspeito, de 30 anos, foi preso, após confessar o feminicídio. Segundo a polícia, Patrícia já havia denunciado ameaças e o homem descumpriu uma medida protetiva. Outro indivíduo também foi detido por ajudar o autor a se esconder.

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Imagina uma moça negra e pobre falando assim em uma CPI?

Imagina uma moça negra e pobre falando assim em uma CPI?

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O ministro Luiz Fux afirmou estar “evitando” citar o nome de colegas, pois considera “desconfortável e deselegante”. A declaração parece sofisticada, mas na prática serve para driblar o debate direto e diluir responsabilidades. Enquanto Moraes e Dino citaram explicitamente Fux e outros membros da Primeira Turma, colocando os argumentos à luz do contraditório, Fux opta pelo silêncio elegante que, neste caso, mais se parece com conveniência. Evitar nomes pode soar como cortesia, mas quando o que está em jogo é a resposta institucional a uma tentativa de golpe, a delicadeza vira omissão. Democracia não se defende com eufemismos, mas com posições claras e enfrentamento direto. TRASTE PRESO

O ministro Luiz Fux afirmou estar “evitando” citar o nome de colegas, pois considera “desconfortável e deselegante”. A declaração parece sofisticada, mas na prática serve para driblar o debate direto e diluir responsabilidades. Enquanto Moraes e Dino citaram explicitamente Fux e outros membros da Primeira Turma, colocando os argumentos à luz do contraditório, Fux opta pelo silêncio elegante que, neste caso, mais se parece com conveniência. Evitar nomes pode soar como cortesia, mas quando o que está em jogo é a resposta institucional a uma tentativa de golpe, a delicadeza vira omissão. Democracia não se defende com eufemismos, mas com posições claras e enfrentamento direto. TRASTE PRESO

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