
Roberto Reis
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Estrategista eleitoral: 27 anos de mercado. Falo sobre política, tecnologia e economia. ⚠️Quer me seguir? Aprenda a escutar verdades sobre política.
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Atualmente é MUITO melhor. O mundo só melhora. Quem discorda, é louco.
Roberto Reis319,435 Aufrufe • vor 19 Tagen

Sempre ouvi dizer que qualquer um é substituível. Ok. Substitua o Maderite no que ele fazia. Bom fim de semana.
Roberto Reis307,448 Aufrufe • vor 3 Monaten

Vamos lembrar essas magníficas falas para projetar como será a campanha eleitoral.
Roberto Reis14,960 Aufrufe • vor 8 Tagen

O Estado mata seus cidadãos, seus contribuintes, seu capital produtivo. Presenteia o esforço de pagar impostos com descaso, irresponsabilidade e ineficiência. No print, uma prova: nos últimos 16 anos, ano após ano, mês após mês, caminhões desgovernados no mesmo trecho. Anel Rodoviário, na altura do Betânia, BH. Pouco se fez. Muito se empurrou. Diversos governantes, instâncias municipais, estaduais e federais jogando a culpa uns nos outros. Enquanto isso, a população segue morrendo e sendo esquecida. Hoje foi mais um acidente grave. E, infelizmente, não vai parar por aí. Esse problema não vai avançar enquanto a população não parar o Anel Rodoviário e exigir solução concreta, cronograma, garantias e assinaturas das autoridades de todas as instâncias. Vergonha para a política mineira nessas horas.
Roberto Reis28,933 Aufrufe • vor 24 Tagen

SINCERICÍDIO ESCORRENDO NA SUA TIMELINE Amanhã cedinho (ou hoje mesmo), o STF já volta à ativa, caneta afiada, pronto para o que der e vier. Jair M. Bolsonaro tinha um ÚNICO objetivo no evento. Não era anistia. Não era atacar Lula. Muito menos bater de frente com o STF. Era só um jogo de poder. Mostrar força. Passar o recado: “Se me prenderem, o país pega fogo.” “Haverá convulsão social” Só que a ENTREGA de 16/03 falhou. A imagem transmitida não foi essa. E, para piorar, as próprias palavras dele sabotaram a mensagem pretendida.
Roberto Reis264,916 Aufrufe • vor 1 Jahr

A ALEGRIA PROVISÓRIA Eu não sei por que petistas comemoram tanto o áudio do Flávio. Afinal foram eles, em grande medida, que escolheram o Flávio como adversário preferencial. Agora estão com medo? Sim, estão. E agora felizes por terem encontrado um breve respiro. Essa eleição envolve só nomes. Ela atravessa modelos. De um lado, uma união de personagens anti Lula. Todos em lados opostos ao PT. Por conjuntura, cenário, pesquisas, tendência, mensagem, sobrevivência ou simples esgotamento do ciclo. Do outro, um modelo cansado. Um modelo mentiroso. Um modelo sem peça sobressalente. O PT não tem reposição. Lula continua com os problemas de sempre, e nenhum áudio crítico muda isso. Seu principal problema segue intacto: a sua rejeição proibitiva. Ainda mais diante de um eleitor cada vez mais informado, menos obediente e menos disposto a aceitar a velha encenação petista. O áudio deu ar ao PT, mas não tirou o peso de ser Lula em 2026.
Roberto Reis17,108 Aufrufe • vor 19 Tagen

Zema não está pensando em Flávio Bolsonaro. Isso não é ruim, mas não se enganem. Não existe essa história de redundância. Nem de estratégia conjunta. Zema pensa nele, no seu grupo e no Brasil. Ao antagonizar com o STF, Zema tem outro alvo: LULA. O petista tem sua imagem totalmente vinculada ao sistema, ao STF, ao poder. - Seja por ser incumbente. - Seja por estar há 17 anos no poder, direta e indiretamente. - Seja porque uma parcela relevante dos eleitores sente que houve uma ajudinha da Corte na eleição de 2022. Zema vem de trás. Não é favorito. Para ele, só resta arriscar! Flávio, por outro lado, nem deveria se arriscar agora. Precisa mostrar que jogará suave. O favorito não pode errar na curva. E há um ponto central: Zema é CONCORRENTE DIRETO DE FLÁVIO na chave da DIREITA no primeiro turno. Não tem essa. A semifinal da direita, ou seja, a chave dos antagonistas de Lula, é favorita. Mas só um vai passar. Não existe muita possibilidade de termos dois caras de direita no segundo turno. Todos sabem: quem passar, vence Lula e herda o apoio ou, no mínimo, a simpatia do eleitor dos demais no segundo turno. Zema, como bom mineiro, come pelas beiradas. E, como bom mineiro, está de olho na mesma noiva. E disposto a tirá-la do altar. A noiva cobiçada de 2026 é uma só: ser o maior ANTAGONISTA de Lula. Quem alcançar isso. será coroado no final. Quer ver mais? Assista ao corte. Quer entender a fundo? Acesse o link do podcast nos comentários.
Roberto Reis34,168 Aufrufe • vor 1 Monat

Papo de bandido. Paulo Figueiredo é aquele que reclama tanto de ACORDO CARACU, mas ora, veja bem o acordo dele com o eleitor: " - Vá na frente. - Lute, sangre. - Se arrisque. - Pague o preço, se necessário. - Se der errado, problema seu. - Se der certo, mérito nosso. Eu seguirei acompanhando aqui, de distância segura e pedindo pix... " GENIAL
Roberto Reis145,256 Aufrufe • vor 8 Monaten

Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.
Roberto Reis89,592 Aufrufe • vor 5 Monaten

O sistema não vai aceitar uma bagunça institucional em 2026. Um Flávio vs Lula seria reprise de 2022, com a mesma tensão, o mesmo desgaste e o mesmo risco. Flávio é um risco. Ele perderia e questionaria o sistema eleitoral novamente. Todos sabem disso. E tem mais: os filhos do Bolsonaro já deixaram claro, em público, que querem o pai livre na marra. Isso sozinho já acende todas as luzes vermelhas do sistema. Flávio não vence Lula em 2026 por um motivo simples: rejeição absurda. - A família quer sequestrar o Brasil: golpe de estado, tarifaço, plano para matar um presidente, rompimento da tornozeleira, fuga para os EUA, sequestro emocional. O pai em primeiro, segundo e terceiro lugar. No primeiro turno Flávio trava candidatos competitivos de chegada, no segundo ele apanha feio do Lula. Se insistir, será triturado. É análise. Todo meio politico sabe disso. Quem aposta em disrupção são os extremos: PETISTAS E BOLSONARISTAS. Por preservação, para adiar sua sobrevivência. Só que o país está indo na direção oposta. 2026 tende a ser sem Lula e sem Bolsonaro. Entenda o que isso significa. Vou liberar cerca de 15% da minha palestra (20 minutos de duas horas) para você enxergar o que está em jogo. Não é só eleição. É governabilidade. É pagar a conta pública. É não jogar o Brasil no buraco. É pacificação. É o fim da chantagem emocional permanente que ameaça o Brasil desde 2014 (Dilma x Aécio). O sistema vai se organizar, seja no primeiro, seja no segundo turno. Bolsonaro sabe disso. Lula sabe disso. E é por isso que, neste momento, os dois se ajudam no BALÃO DE ENSAIO FLÁVIO: A ÚNICA CHANCE DE SOBREVIDA DO PT. FLÁVIO mantém a polarização viva, empurra o ruído para frente e compra tempo do Bolsonarismo que quer jogar o Brasil em caos institucional. Mas esse projeto tende a morrer no curto ou médio prazo. Centrão, STF e Empresariado vão se unir pelo bem do Brasil. O Brasil não aguenta mais. E quem paga a conta cara já decidiu. O cenário é de convergência para a centro direita, no primeiro e no segundo turno. Observem os próximos meses.
Roberto Reis82,342 Aufrufe • vor 5 Monaten

O plano do PT era rachar o centrão. O instrumento utilizado seria Flávio Bolsonaro. Ok, conseguiram. O que eles não esperavam era uma coisa: esse crescimento agora. Qual é o problema para os petistas diante disso: "SIM, rachamos o centrão. Mas o centrão não foi para o lado do Lula automaticamente. Deve esperar e se posicionar em cima do muro. Lula está mais fraco do que parecia e tem pouco tempo para melhorar até 4 de Abril. O dia D e a Hora H da definição". O centrão neste momento: “Se matem e nós pegaremos as sobras.” Este é o pensamento de Ciro Nogueira , Baleia Rossi e Marcos Pereira Olha o pepino que o PT não esperava: Se Lula for candidato só com coligações DE PARTIDOS DE ESQUERDA (PT, PCdoB, Psol, Rede, PSB e PDT), terá SÓ 29% do TEMPO DE TV. É pouco para quem é a SITUAÇÃO. É pouco para reeleição. Não é garantia de competitividade. O que isso quer dizer? Você, leitor, quer uma referência sobre reeleição? O tempo de TV de Ricardo Nunes para a prefeitura de SP em 2024 foi de 65%. Mais que o dobro do citado acima. Coligação construida por Michel Temer , Gilberto Kassab e Tarcísio Gomes de Freitas . Agora em 2026 o PL, sozinho, sem contar com nenhuma ajuda, nenhum outro partido por enquanto, já tem 24%. Ou seja, quase empata com o Lula com 6 partidos. Com o centrão em cima do muro? o UP, PSD e MDB somam 44%. Eles são o pêndulo! Ou seja: TODA A ESQUERDA: 29% SÓ O PL: 24% CENTRO EM CIMA DO MURO: 44% E agora, Lula? Você queria tantooo o Flávio. Taí. Chegou até a falar: “não desista, Flávio". O centrão viu que Flávio não é forte como Tarcísio, mas viu também que Lula é mais fraco que parecia. Dividir é fácil. Aglutinar é outra história. Talvez só no segundo turno. Mas tem um probleminha para o PT no II TURNO. todos os outros candidatos são de DIREITA. Inevitavelmente estarão contra o Lula. Adivinha o que ocorre neste caso? DISCLAIMER para quem não entendeu essa mecânica: Quando você coloca muitos candidatos no mesmo primeiro turno, a disputa passa a ter duas camadas. A primeira é o voto. A segunda é a estrutura. É o jogo que o Centrão gosta. Que, quem quer que ganhe, dependerá dele. Estrutura, aqui, significa tempo de TV e dinheiro de campanha. Isso não nasce do candidato A ou B, direita ou esquerda. Nasce do tamanho do partido e das coligações, porque o tempo do horário eleitoral e a fatia do fundo são distribuídos conforme a representação que cada legenda tem no Congresso. E nisso, o Centrão domina. Entra a cláusula de barreira: partidos que não atingiram o patamar mínimo na eleição anterior ficam sem tempo de TV e sem acesso aos fundos públicos. Na prática, esses candidatos viram figurantes. (PSB, Rede, Psol, PCdoB, PDT, esses partidos estão tipo, na zona de rebaixamento eleitoral. São justamente e só eles, os aliados atuais e fieis do Lula). Podem até aparecer em debate, mas não conseguem sustentar uma poderosa máquina nacional. Nesse ambiente, o centrão vira o pêndulo. Se ele percebe que um lado não está forte o bastante para impor um acordo e o outro lado também não assusta, ele adia a decisão ao máximo. Fica em cima do muro, deixa os dois polos se desgastarem no primeiro turno e negocia no segundo, quando todo mundo precisa aglutinar. A fragmentação é o mecanismo que permite isso. Mas os produtos finais da eleição de 2026 (os candidatos) são de DIREITA, pois estamos num ciclo estrutural assim. Ficará fácil para o centrão decidir que lado ir. O PT terá que refazer seus planos. Flávio foi ideia deles, mas colocaram fermento demais nesse bolo.
Roberto Reis59,758 Aufrufe • vor 3 Monaten