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Roberto Reis

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Estrategista eleitoral, palestrante e colunista da Crusoé. Explico como o poder realmente funciona.

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Invadindo a rede social do marido

Invadindo a rede social do marido

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Eduardo Bolsonaro nasceu sob holofote e coturno. Cresceu num ambiente onde a aprovação do pai valia mais que seu boletim, diploma ou realidade. Essa é a verdade. Não era sobre aprender, como qualquer criança. Era sobre agradar o pai. Dentro de casa, a régua era simples: quem fala alto manda; quem quer carinho obedece. Eduardo aprendeu cedo essa fórmula de sobrevivência emocional: sempre caçou elogio, como quem caça o ar. E quando o elogio não vem de casa, ele busca fora. Ele tem uma dependência emocional fortíssima por aprovação. Avança para a vida pública. Deputado por São Paulo, voto de avalanche, recorde, peito estufado. Sua melhor fase. E o resto você conhece: cada microfone virava uma armadilha que ele mesmo armava. Sempre, sempre na busca de aprovação. Propõe o que não cabe na Constituição, promete o que o governo nunca poderia fazer, canta vitória antes da batalha no youtube e serve munição para a imprensa com o zelo de um garçom atencioso. São cortes de vídeos (soldado e um cabo), fotos o pai conversando com ele ao telefone. O pai, para evitar incêndio, sempre tentou apagar o filho em público. Foi assim mais de uma vez. Quando não desautorizava, esfriava pelo menos. O entorno do Jair não me deixa mentir. E quando Messias não o esfriava, manda calar mesmo, era o jeito! É o “garoto” tratado como “garoto” mesmo já adulto, ao vivo e em rede nacional. Mas há um problema nisso. Isso humilha. Isso marca. Isso cria buraco enorme no Eduardo. Vem a fase do deslumbramento diplomático. O sonho de Washington. O quase embaixador. A ideia nasce mimada e morre ridicularizada. O Senado mexe a sobrancelha, o corpo diplomático enruga a testa, o país inteiro percebe o óbvio: faltava lastro, sobrava sobrenome. Recuo com gosto de derrota e uma culpa injusta direcionada ao pai. O carimbo de nepotismo cola e não sai com água e sabão, mas deixa uma cicatriz enorme. Mais um lembrete de que, sem o pai segurando na mão, o mundo é hostil para o Eduardo. Depois, a síndrome do porrete. A fala do AI-5, aquela bravata que uniu contra ele quem nunca concorda em nada. Porta fechada, dedo em riste, nota de repúdio de todo lado. E de novo o roteiro doméstico: o pai manda esquecer, o filho recua, pede desculpa atravessada, tenta recontar a frase como se fosse mal entendida. Não foi. O país entendeu. E guardou de novo. Em seguida, a geopolítica de meme. Cutuca a China em plena pandemia, arruma confusão com quem vende o remédio, assusta até aliado militar. Apaga postagem, finge que não foi nada, paga o preço em silêncio. O jogo institucional vai seguindo, e Eduardo vai perdendo dentro de casa: perde espaço, perde confiança, perde paciência e em certa forma, o direito de falar em nome do pai. Vira o que sempre foi e não aceitava ser: UM RUÍDO CARO. Chega o pós derrota presidencial. O movimento radical precisa de voz de novo, Eduardo quer ser a voz por iniciativa própria. O país vira campo minado, as instituições reagem, o filho radicaliza mais. No meio do caos, a família trinca. Vazamentos expõem o teatro íntimo: o pai chama de imaturo, vagão, o filho explode, xinga, ameaça tudo, todos, aliados. O pai não consegue mais ensinar lição. É o drama doméstico no palco do Jornal Nacional. Quem olha de fora enxerga um menino pedindo atenção, com granada na mão. E aí vem o pior capítulo americano. Licença do mandato, malas prontas, fuga para o conforto ideológico da Flórida. Missão autoproclamada: salvar o pai atacando o Brasil. Procura republicano, procura foto, procura manchete, mas na verdade, procura o de sempre: APROVAÇÃO. Tenta importar sanção, tenta humilhar ministro, tenta forçar país estrangeiro a torcer o nosso braço. Um deputado eleito trabalhando contra seu próprio país. Vejam que coisa surpreendente, ninguém aprova isso aqui dentro. É a prova química de que a carência virou projeto. “Se o Brasil não me aplaude, que me aplaudam lá fora”. Se a família me corta, eu arranjo outra. E A OUTRA FAMÍLIA SE CHAMA PAULO FIGUEIREDO. Entra em cena o gordinho baixinho. O único que nunca diz não para o Eduardo. O único que chama de gênio quando o mundo ri. O único que dá palco, roteiro e claque. O amiguinho imaginário que elogia a cada novo vídeo no Youtube. Assistam “Paulo Figueiredo Show e me digam se estou mentindo”. Enquanto a família critica, Paulo elogia. Enquanto a imprensa bate, Paulo afaga. Enquanto os aliados pedem prudência, Paulo sopra “vai, está brilhando meu príncipe”. É o primeiro a transformar fiasco em estratégia, derrota em astúcia, isolamento em martírio. Eduardo, faminto de validação, encontra enfim um banquete. E se senta aliviado. Daqui para frente, tudo fica transparente até para cego. Palavras do partido, de amigos, da opinião pública e da própria família. Eduardo não decide seu drama, reproduz Paulo e suas ideias de neto de Ditador. Não lidera, ecoa. Não manda, obedece. O léxico, a tática, a pauta, o tom, a birra, a ameaça ensaiada, tudo vem de uma usina só. O deputado vira um legítimo avatar de Paulo Figueiredo e todo mundo percebe. A esposa percebe, o Jair percebe. Mas ambos estão "presos" e com opinião isolada, cada um a sua maneira. Paulo escreve. Eduardo assina. A dupla atravessa a fronteira do aceitável com alegria de debutantes. O elogio funciona como anestesia e como vício do Eduardo. É nítido como Figueiredo age como dopamina política do Dudu. Cada aplauso de Paulo desliga o superego e acelera o id. Quando o pai chama de imaturo, dói. Quando Paulo chama de herói, sara instantaneamente. Você quer as razões profundas? Elas não são tão misteriosas. Psicologia básica: quem apanha de quem ama corre desesperadamente para quem afaga. Dependência de reforço positivo. Criança não guardada vira adulto carente. Some a isso isolamento social, perda de prestígio, investigações, e um entorno que só entrega bronca. O cérebro busca alívio. Alguém oferece elogio industrial em cápsulas diárias no Youtube e nas Redes Sociais. Pronto. Cadeado fechado. A chave fica com quem faz carinho. Sociologia elementar: quando a tribo expulsa, o exilado gruda no primeiro pajé que promete retorno em glória. Paulo vende glória, mesmo que o Eduardo saiba que é ilusória, ele se alivia nisso. Vende missão, vende redenção, vende palco em inglês e selfie com figurão na Casa Branca. É um vício incontrolável. O pacote vem com narrativa para engolir qualquer absurdo: se der certo, foram estratégicos; se der errado, foram perseguidos e injustiçados. Não tem derrota, tem prova de fidelidade entre ambos. É música para ouvidos carentes. E há a mecânica do poder, sempre impiedosa. O pai envelhece, o espaço rareia, os caciques querem ordem, a base quer pragmatismo. O príncipe precisa de reino e... não tem. Paulo oferece um “reino” paralelo, mesmo que virtual, feito de estúdio, recortes de vídeo e promessas do norte. O custo é simples: obediência. E Eduardo paga com prazer. O resultado prático é grotesco e óbvio: um parlamentar brasileiro fazendo lobby contra o próprio país enquanto se vende como guardião da pátria. Mas o mandato vai acabar, a elegibilidade e o dinheiro também. O retrato é este. Sem filtro: o fim chegará e nem Figueiredo, com toda a sua astúcia, conseguirá disfarçar. Veja bem, todos já perceberam. Até quem finge que não viu (como o Valdemar da Costa Neto, o Tarcísio, os outros governadores que buscam apoio de Bolsonaro, o Flavio e o próprio Jair: Eduardo não manda em nada nessa empreitada). PAULO SIM, faz o que quer. Quem opera tudo é o Paulo. O filho virou um instrumento porque precisava de dono. O elogio foi o laço, a carência foi o nó. Quando alguém perguntar por que ele obedece tanto, a resposta é indecente de tão simples: porque ali, pela primeira vez, ele é amado. De verdade ou por conveniência, ali ele encontrou o amor que sempre buscou. E por isso entrega tudo. Família, país, reputação, futuro. Entrega rindo, delirando. A tragédia é íntima, mas a farsa é pública. Só há uma maneira de Eduardo se libertar dessa prisão que não é jurídica: Olhar de novo com total prioridade para a Esposa e os filhos. Eles amam Eduardo de verdade. Dá tempo de consertar? Não sei. Mas essa é a ÚNICA direção possível. Só um amor genuíno sobrepõe um amor de interesses. Paulo é um sequestrador psicológico que entendeu bem a fraqueza do Eduardo. Se libertar de Figueiredo é um bom começo. Buscar aprovação em quem lhe oferece de graça, genuinamente, sem pedir nada em troca. O Brasil assistirá mais alguns capítulos sobre isso. Será que teremos alguma reviravolta? Vejamos.

Eduardo Bolsonaro nasceu sob holofote e coturno. Cresceu num ambiente onde a aprovação do pai valia mais que seu boletim, diploma ou realidade. Essa é a verdade. Não era sobre aprender, como qualquer criança. Era sobre agradar o pai. Dentro de casa, a régua era simples: quem fala alto manda; quem quer carinho obedece. Eduardo aprendeu cedo essa fórmula de sobrevivência emocional: sempre caçou elogio, como quem caça o ar. E quando o elogio não vem de casa, ele busca fora. Ele tem uma dependência emocional fortíssima por aprovação. Avança para a vida pública. Deputado por São Paulo, voto de avalanche, recorde, peito estufado. Sua melhor fase. E o resto você conhece: cada microfone virava uma armadilha que ele mesmo armava. Sempre, sempre na busca de aprovação. Propõe o que não cabe na Constituição, promete o que o governo nunca poderia fazer, canta vitória antes da batalha no youtube e serve munição para a imprensa com o zelo de um garçom atencioso. São cortes de vídeos (soldado e um cabo), fotos o pai conversando com ele ao telefone. O pai, para evitar incêndio, sempre tentou apagar o filho em público. Foi assim mais de uma vez. Quando não desautorizava, esfriava pelo menos. O entorno do Jair não me deixa mentir. E quando Messias não o esfriava, manda calar mesmo, era o jeito! É o “garoto” tratado como “garoto” mesmo já adulto, ao vivo e em rede nacional. Mas há um problema nisso. Isso humilha. Isso marca. Isso cria buraco enorme no Eduardo. Vem a fase do deslumbramento diplomático. O sonho de Washington. O quase embaixador. A ideia nasce mimada e morre ridicularizada. O Senado mexe a sobrancelha, o corpo diplomático enruga a testa, o país inteiro percebe o óbvio: faltava lastro, sobrava sobrenome. Recuo com gosto de derrota e uma culpa injusta direcionada ao pai. O carimbo de nepotismo cola e não sai com água e sabão, mas deixa uma cicatriz enorme. Mais um lembrete de que, sem o pai segurando na mão, o mundo é hostil para o Eduardo. Depois, a síndrome do porrete. A fala do AI-5, aquela bravata que uniu contra ele quem nunca concorda em nada. Porta fechada, dedo em riste, nota de repúdio de todo lado. E de novo o roteiro doméstico: o pai manda esquecer, o filho recua, pede desculpa atravessada, tenta recontar a frase como se fosse mal entendida. Não foi. O país entendeu. E guardou de novo. Em seguida, a geopolítica de meme. Cutuca a China em plena pandemia, arruma confusão com quem vende o remédio, assusta até aliado militar. Apaga postagem, finge que não foi nada, paga o preço em silêncio. O jogo institucional vai seguindo, e Eduardo vai perdendo dentro de casa: perde espaço, perde confiança, perde paciência e em certa forma, o direito de falar em nome do pai. Vira o que sempre foi e não aceitava ser: UM RUÍDO CARO. Chega o pós derrota presidencial. O movimento radical precisa de voz de novo, Eduardo quer ser a voz por iniciativa própria. O país vira campo minado, as instituições reagem, o filho radicaliza mais. No meio do caos, a família trinca. Vazamentos expõem o teatro íntimo: o pai chama de imaturo, vagão, o filho explode, xinga, ameaça tudo, todos, aliados. O pai não consegue mais ensinar lição. É o drama doméstico no palco do Jornal Nacional. Quem olha de fora enxerga um menino pedindo atenção, com granada na mão. E aí vem o pior capítulo americano. Licença do mandato, malas prontas, fuga para o conforto ideológico da Flórida. Missão autoproclamada: salvar o pai atacando o Brasil. Procura republicano, procura foto, procura manchete, mas na verdade, procura o de sempre: APROVAÇÃO. Tenta importar sanção, tenta humilhar ministro, tenta forçar país estrangeiro a torcer o nosso braço. Um deputado eleito trabalhando contra seu próprio país. Vejam que coisa surpreendente, ninguém aprova isso aqui dentro. É a prova química de que a carência virou projeto. “Se o Brasil não me aplaude, que me aplaudam lá fora”. Se a família me corta, eu arranjo outra. E A OUTRA FAMÍLIA SE CHAMA PAULO FIGUEIREDO. Entra em cena o gordinho baixinho. O único que nunca diz não para o Eduardo. O único que chama de gênio quando o mundo ri. O único que dá palco, roteiro e claque. O amiguinho imaginário que elogia a cada novo vídeo no Youtube. Assistam “Paulo Figueiredo Show e me digam se estou mentindo”. Enquanto a família critica, Paulo elogia. Enquanto a imprensa bate, Paulo afaga. Enquanto os aliados pedem prudência, Paulo sopra “vai, está brilhando meu príncipe”. É o primeiro a transformar fiasco em estratégia, derrota em astúcia, isolamento em martírio. Eduardo, faminto de validação, encontra enfim um banquete. E se senta aliviado. Daqui para frente, tudo fica transparente até para cego. Palavras do partido, de amigos, da opinião pública e da própria família. Eduardo não decide seu drama, reproduz Paulo e suas ideias de neto de Ditador. Não lidera, ecoa. Não manda, obedece. O léxico, a tática, a pauta, o tom, a birra, a ameaça ensaiada, tudo vem de uma usina só. O deputado vira um legítimo avatar de Paulo Figueiredo e todo mundo percebe. A esposa percebe, o Jair percebe. Mas ambos estão "presos" e com opinião isolada, cada um a sua maneira. Paulo escreve. Eduardo assina. A dupla atravessa a fronteira do aceitável com alegria de debutantes. O elogio funciona como anestesia e como vício do Eduardo. É nítido como Figueiredo age como dopamina política do Dudu. Cada aplauso de Paulo desliga o superego e acelera o id. Quando o pai chama de imaturo, dói. Quando Paulo chama de herói, sara instantaneamente. Você quer as razões profundas? Elas não são tão misteriosas. Psicologia básica: quem apanha de quem ama corre desesperadamente para quem afaga. Dependência de reforço positivo. Criança não guardada vira adulto carente. Some a isso isolamento social, perda de prestígio, investigações, e um entorno que só entrega bronca. O cérebro busca alívio. Alguém oferece elogio industrial em cápsulas diárias no Youtube e nas Redes Sociais. Pronto. Cadeado fechado. A chave fica com quem faz carinho. Sociologia elementar: quando a tribo expulsa, o exilado gruda no primeiro pajé que promete retorno em glória. Paulo vende glória, mesmo que o Eduardo saiba que é ilusória, ele se alivia nisso. Vende missão, vende redenção, vende palco em inglês e selfie com figurão na Casa Branca. É um vício incontrolável. O pacote vem com narrativa para engolir qualquer absurdo: se der certo, foram estratégicos; se der errado, foram perseguidos e injustiçados. Não tem derrota, tem prova de fidelidade entre ambos. É música para ouvidos carentes. E há a mecânica do poder, sempre impiedosa. O pai envelhece, o espaço rareia, os caciques querem ordem, a base quer pragmatismo. O príncipe precisa de reino e... não tem. Paulo oferece um “reino” paralelo, mesmo que virtual, feito de estúdio, recortes de vídeo e promessas do norte. O custo é simples: obediência. E Eduardo paga com prazer. O resultado prático é grotesco e óbvio: um parlamentar brasileiro fazendo lobby contra o próprio país enquanto se vende como guardião da pátria. Mas o mandato vai acabar, a elegibilidade e o dinheiro também. O retrato é este. Sem filtro: o fim chegará e nem Figueiredo, com toda a sua astúcia, conseguirá disfarçar. Veja bem, todos já perceberam. Até quem finge que não viu (como o Valdemar da Costa Neto, o Tarcísio, os outros governadores que buscam apoio de Bolsonaro, o Flavio e o próprio Jair: Eduardo não manda em nada nessa empreitada). PAULO SIM, faz o que quer. Quem opera tudo é o Paulo. O filho virou um instrumento porque precisava de dono. O elogio foi o laço, a carência foi o nó. Quando alguém perguntar por que ele obedece tanto, a resposta é indecente de tão simples: porque ali, pela primeira vez, ele é amado. De verdade ou por conveniência, ali ele encontrou o amor que sempre buscou. E por isso entrega tudo. Família, país, reputação, futuro. Entrega rindo, delirando. A tragédia é íntima, mas a farsa é pública. Só há uma maneira de Eduardo se libertar dessa prisão que não é jurídica: Olhar de novo com total prioridade para a Esposa e os filhos. Eles amam Eduardo de verdade. Dá tempo de consertar? Não sei. Mas essa é a ÚNICA direção possível. Só um amor genuíno sobrepõe um amor de interesses. Paulo é um sequestrador psicológico que entendeu bem a fraqueza do Eduardo. Se libertar de Figueiredo é um bom começo. Buscar aprovação em quem lhe oferece de graça, genuinamente, sem pedir nada em troca. O Brasil assistirá mais alguns capítulos sobre isso. Será que teremos alguma reviravolta? Vejamos.

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Reeleição é plebiscito. Quando cerca de 55% dos brasileiros têm esse MEDO, não há muito o que discutir. Mesmo que o adversário do Lula não seja incrível, é impossível lutar contra a matemática.

Reeleição é plebiscito. Quando cerca de 55% dos brasileiros têm esse MEDO, não há muito o que discutir. Mesmo que o adversário do Lula não seja incrível, é impossível lutar contra a matemática.

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Conquistar o eleitorado feminino passa por: - Propostas - Vice - Ideias - Mas, acima de tudo, passa por gestos e por demonstrações claras de valorização, em todas as formas. - Lula trata muito bem a Janja. Flávio Bolsonaro tem ensaiado bons posts nessa linha, mais leves e descontraídos, como o de hoje. Repetição é a regra.

Conquistar o eleitorado feminino passa por: - Propostas - Vice - Ideias - Mas, acima de tudo, passa por gestos e por demonstrações claras de valorização, em todas as formas. - Lula trata muito bem a Janja. Flávio Bolsonaro tem ensaiado bons posts nessa linha, mais leves e descontraídos, como o de hoje. Repetição é a regra.

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Meus pêsames ao Ronaldo Caiado Romeu Zema Augusto Cury Todos vítimas do ego do Renan Santos⬛️🟨⬜️

Meus pêsames ao Ronaldo Caiado Romeu Zema Augusto Cury Todos vítimas do ego do Renan Santos⬛️🟨⬜️

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A ARROGÂNCIA VAI PERDER PARA A HUMILDADE O fato mais surpreendente desta eleição talvez não esteja nas pesquisas e na resiliência do Flávio nelas. Está no comportamento dos candidatos. Lula, o político mais experiente do país, tem se comportado como se sua biografia suja e fedorenta lhe desse o direito de escolher as perguntas. Ou de enquadrar jornalistas, disciplinar aliados e punir banqueiros que conversam com o seu adversário. Arrogante e escroto. Flávio Bolsonaro , herdeiro de um sobrenome associado ao mais puro confronto, vem fazendo o caminho inverso. Tem demonstrado serenidade, capacidade de recuar, disposição para ouvir, respeito ao tempo dos aliados e, principalmente, coragem para pedir desculpas. É uma inversão impressionante. O candidato velho está perdendo o controle. O contraste ficou cristalino no Jornal Nacional. Ao ser questionado por Renata Vasconcelos sobre dívida pública e responsabilidade fiscal, Lula não se limitou a discordar da pergunta. Tentou ensinar à jornalista como ela deveria formular o questionamento. Em seguida, sugeriu que ela deveria iniciar a pergunta elogiando os resultados de seus governos anteriores. Lula acha que já pode escolher a pergunta, o enquadramento e até a introdução que deveria ser feita. No dia seguinte, Flávio sentou na mesma cadeira, diante dos mesmos jornalistas, e começou de outra forma: “Renata, em primeiro lugar, quero prestar minha solidariedade a você pelo ocorrido aqui, no dia de ontem, com a descortesia que ele cometeu. Da minha parte, obviamente, fiquem à vontade para qualquer tipo de pergunta.” Flávio recebeu perguntas duras. Não respondeu satisfatoriamente a tudo, e isso precisa ser reconhecido. Mas compreendeu uma regra elementar de uma eleição: Jornalista não existe para agradar candidato. Ah... Flávio havia divulgado uma informação falsa ao associar as urnas brasileiras a uma empresa envolvida em questionamentos sobre eleições venezuelanas. Na Globo, admitiu o erro. “Falei errado sobre a empresa. Ela não fabricou as urnas.” Depois assumiu um compromisso inequívoco: “Vou respeitar o resultado das eleições.” Reconhecer um erro não diminui um candidato. Outro exemplo ainda mais significativo (e que me lembro) ocorreu na crise com Michelle Bolsonaro. Michelle afirmou publicamente que havia sido desrespeitada e humilhada por Flávio. Flávio recuou, reconheceu o desconforto, pediu desculpas e renovou o convite para que Michelle participasse de sua campanha. “Ninguém é perfeito. Eu não sou perfeito e, mais uma vez, peço desculpas”, declarou. Michelle aceitou as desculpas. Os dois retomaram o diálogo e, semanas depois, apareceram juntos numa gravação de campanha. Flávio nessa campanha também demonstrou respeito ao tempo dos aliados. Quando surgiram dúvidas sobre o momento em que Michelle, Tarcísio de Freitas e outras lideranças declarariam apoio mais enfático, ele afirmou: “Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. As pessoas têm o tempo delas e eu não vou ficar cobrando ninguém.” Também foi assim nos encontros recentes com banqueiros e empresários. Flávio entrou numa sala em que muitos preferiam outro candidato. Ouviu críticas, respondeu perguntas e, quando necessário, pediu que Daniella Marques explicasse pontos técnicos do programa econômico. Os participantes saíram cobrando mais detalhes, e essa crítica é legítima. Flávio não fingiu dominar tudo. Levou uma especialista, dividiu o protagonismo e se dispôs a ouvir um ambiente desconfiado. Aliás, quero parabenizar publicamente o painel da Daniella Marques na Moneyweek. Ela traz uma energia técnica e de liderança para a campanha. De novo: a reação atribuída a Lula foi exatamente a contrária. Lula teria sinalizado a aliados que passaria a tratar de outra maneira os banqueiros que estiveram com Flávio. Desde quando conversar com um candidato da oposição se tornou uma traição ao presidente da República? Ameaça publicamente os banqueiros, Lula, para vermos uma coisa. Em fevereiro, durante a comemoração dos 46 anos do PT, Lula declarou: “Essa eleição vai ser uma guerra.” Disse ainda que os militantes deveriam ser “mais desaforados” e anunciou: “Não tem essa mais de Lulinha Paz e Amor.” Foi Lula quem decretou o fim do personagem conciliador que o levou à Presidência em 2002. O Lula da paz e do amor venceu eleições. E a escolha de André Janones reforça essa mudança. Janones comunicou pessoalmente a Lula que voltaria à campanha. Depois anunciou que estava disposto a “matar ou morrer”, que atuaria “sem medo, sem pudor e sem remorso” e concluiu: “Vai começar. É guerra.” O próprio Lula vem adotando um vocabulário incompatível com a responsabilidade de um presidente. Já chamou Flávio de “imbecil”. Classificou a família Bolsonaro como “a pior espécie de ser humano que este país já produziu”. Falou em “família metralha”, “covardes”, “traidores” e “vendilhões da pátria”. Chegou a perguntar o que mereceriam os traidores depois de evocar um enforcamento, numa referência histórica que todos conhecemos. Na mesma sabatina da Globo, Lula chamou Roberta Luchsinger de “PILANTRA” e afirmou que jamais a tinha visto. Entretanto, existem inúmeros registros públicos em que os dois aparecem lado a lado. Tomara que ela não tenha sangue de barata, nesse caso. Nos bastidores da própria campanha, a tensão também transbordou. Lula precisou dar um soco na mesa para interromper uma discussão entre integrantes de sua equipe sobre os rumos da comunicação. Vocês sabiam dessa? Pois é. Eu sei. Somado aos ataques públicos, ao discurso de guerra, à hostilidade contra jornalistas e às reações contra empresários, passa a compor um padrão. Há ainda o capítulo mais sensível: A atuação para afastar o Centrão de Flávio. Emissários de Lula, com aval do Planalto, fizeram uma ofensiva junto a Republicanos, União Brasil e PP para evitar que essas legendas apoiassem Flávio. Foram discutidos pactos de não agressão, alianças estaduais e eventual participação desses partidos numa futura gestão Lula. Posteriormente, integrantes do PL afirmaram que dirigentes partidários temiam o avanço de investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo caso apoiassem Flávio. Também houve quem interpretasse operações contra lideranças do Centrão como recados políticos do Planalto. É exatamente aí que a disputa entre arrogância e humildade deixa de ser apenas uma questão de estilo. Torna-se uma questão de poder. Mas existe um elemento da psicologia brasileira que Brasília costuma ignorar. O BRASIL É O PAÍS QUE TORCE PARA O COITADO. Para o injustiçado. Para aquele que apanha de todos. Para o jogador que foi esquecido no banco. Para o time pequeno enfrentando o gigante. Para o personagem da novela que foi traído. E, principalmente, para o participante isolado do BBB. O participante que parecia mais fraco dentro da casa se transforma no favorito do lado de fora. E, quando a agressão parece desproporcional, o brasileiro reage. E ELA JÁ COMEÇA PARECER. Essa lógica pode entrar com enorme força na eleição. O Planalto trabalha para isolar Flávio. O PT o ataca diariamente no seu programa aleitoral. Empresários são constrangidos por recebê-lo. Investigações cercam sua candidatura. Não dá mais para escondar. Na cabeça do eleitor, pode começar a representar perseguição. E há um detalhe decisivo: Quanto mais sereno Flávio permanecer, mais injusta parecerá a agressividade dos adversários. O injustiçado que apanha calado e continua de pé. O eleitor brasileiro não vota apenas em quem considera melhor. Muitas vezes vota em quem acredita estar sendo tratado de maneira pior. É uma identificação do seu dia-a-dia. A eleição não será decidida apenas por programas econômicos, alianças e escândalos . Será também um julgamento social. E o Brasil já mostrou inúmeras vezes para quem costuma torcer nesse paredão. Quando o país tiver de escolher entre quem acredita que o Brasil lhe deve obediência e quem demonstra disposição para conversar, a resposta poderá surpreender muita gente. A arrogância vai perder para a humildade.

A ARROGÂNCIA VAI PERDER PARA A HUMILDADE O fato mais surpreendente desta eleição talvez não esteja nas pesquisas e na resiliência do Flávio nelas. Está no comportamento dos candidatos. Lula, o político mais experiente do país, tem se comportado como se sua biografia suja e fedorenta lhe desse o direito de escolher as perguntas. Ou de enquadrar jornalistas, disciplinar aliados e punir banqueiros que conversam com o seu adversário. Arrogante e escroto. Flávio Bolsonaro , herdeiro de um sobrenome associado ao mais puro confronto, vem fazendo o caminho inverso. Tem demonstrado serenidade, capacidade de recuar, disposição para ouvir, respeito ao tempo dos aliados e, principalmente, coragem para pedir desculpas. É uma inversão impressionante. O candidato velho está perdendo o controle. O contraste ficou cristalino no Jornal Nacional. Ao ser questionado por Renata Vasconcelos sobre dívida pública e responsabilidade fiscal, Lula não se limitou a discordar da pergunta. Tentou ensinar à jornalista como ela deveria formular o questionamento. Em seguida, sugeriu que ela deveria iniciar a pergunta elogiando os resultados de seus governos anteriores. Lula acha que já pode escolher a pergunta, o enquadramento e até a introdução que deveria ser feita. No dia seguinte, Flávio sentou na mesma cadeira, diante dos mesmos jornalistas, e começou de outra forma: “Renata, em primeiro lugar, quero prestar minha solidariedade a você pelo ocorrido aqui, no dia de ontem, com a descortesia que ele cometeu. Da minha parte, obviamente, fiquem à vontade para qualquer tipo de pergunta.” Flávio recebeu perguntas duras. Não respondeu satisfatoriamente a tudo, e isso precisa ser reconhecido. Mas compreendeu uma regra elementar de uma eleição: Jornalista não existe para agradar candidato. Ah... Flávio havia divulgado uma informação falsa ao associar as urnas brasileiras a uma empresa envolvida em questionamentos sobre eleições venezuelanas. Na Globo, admitiu o erro. “Falei errado sobre a empresa. Ela não fabricou as urnas.” Depois assumiu um compromisso inequívoco: “Vou respeitar o resultado das eleições.” Reconhecer um erro não diminui um candidato. Outro exemplo ainda mais significativo (e que me lembro) ocorreu na crise com Michelle Bolsonaro. Michelle afirmou publicamente que havia sido desrespeitada e humilhada por Flávio. Flávio recuou, reconheceu o desconforto, pediu desculpas e renovou o convite para que Michelle participasse de sua campanha. “Ninguém é perfeito. Eu não sou perfeito e, mais uma vez, peço desculpas”, declarou. Michelle aceitou as desculpas. Os dois retomaram o diálogo e, semanas depois, apareceram juntos numa gravação de campanha. Flávio nessa campanha também demonstrou respeito ao tempo dos aliados. Quando surgiram dúvidas sobre o momento em que Michelle, Tarcísio de Freitas e outras lideranças declarariam apoio mais enfático, ele afirmou: “Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. As pessoas têm o tempo delas e eu não vou ficar cobrando ninguém.” Também foi assim nos encontros recentes com banqueiros e empresários. Flávio entrou numa sala em que muitos preferiam outro candidato. Ouviu críticas, respondeu perguntas e, quando necessário, pediu que Daniella Marques explicasse pontos técnicos do programa econômico. Os participantes saíram cobrando mais detalhes, e essa crítica é legítima. Flávio não fingiu dominar tudo. Levou uma especialista, dividiu o protagonismo e se dispôs a ouvir um ambiente desconfiado. Aliás, quero parabenizar publicamente o painel da Daniella Marques na Moneyweek. Ela traz uma energia técnica e de liderança para a campanha. De novo: a reação atribuída a Lula foi exatamente a contrária. Lula teria sinalizado a aliados que passaria a tratar de outra maneira os banqueiros que estiveram com Flávio. Desde quando conversar com um candidato da oposição se tornou uma traição ao presidente da República? Ameaça publicamente os banqueiros, Lula, para vermos uma coisa. Em fevereiro, durante a comemoração dos 46 anos do PT, Lula declarou: “Essa eleição vai ser uma guerra.” Disse ainda que os militantes deveriam ser “mais desaforados” e anunciou: “Não tem essa mais de Lulinha Paz e Amor.” Foi Lula quem decretou o fim do personagem conciliador que o levou à Presidência em 2002. O Lula da paz e do amor venceu eleições. E a escolha de André Janones reforça essa mudança. Janones comunicou pessoalmente a Lula que voltaria à campanha. Depois anunciou que estava disposto a “matar ou morrer”, que atuaria “sem medo, sem pudor e sem remorso” e concluiu: “Vai começar. É guerra.” O próprio Lula vem adotando um vocabulário incompatível com a responsabilidade de um presidente. Já chamou Flávio de “imbecil”. Classificou a família Bolsonaro como “a pior espécie de ser humano que este país já produziu”. Falou em “família metralha”, “covardes”, “traidores” e “vendilhões da pátria”. Chegou a perguntar o que mereceriam os traidores depois de evocar um enforcamento, numa referência histórica que todos conhecemos. Na mesma sabatina da Globo, Lula chamou Roberta Luchsinger de “PILANTRA” e afirmou que jamais a tinha visto. Entretanto, existem inúmeros registros públicos em que os dois aparecem lado a lado. Tomara que ela não tenha sangue de barata, nesse caso. Nos bastidores da própria campanha, a tensão também transbordou. Lula precisou dar um soco na mesa para interromper uma discussão entre integrantes de sua equipe sobre os rumos da comunicação. Vocês sabiam dessa? Pois é. Eu sei. Somado aos ataques públicos, ao discurso de guerra, à hostilidade contra jornalistas e às reações contra empresários, passa a compor um padrão. Há ainda o capítulo mais sensível: A atuação para afastar o Centrão de Flávio. Emissários de Lula, com aval do Planalto, fizeram uma ofensiva junto a Republicanos, União Brasil e PP para evitar que essas legendas apoiassem Flávio. Foram discutidos pactos de não agressão, alianças estaduais e eventual participação desses partidos numa futura gestão Lula. Posteriormente, integrantes do PL afirmaram que dirigentes partidários temiam o avanço de investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo caso apoiassem Flávio. Também houve quem interpretasse operações contra lideranças do Centrão como recados políticos do Planalto. É exatamente aí que a disputa entre arrogância e humildade deixa de ser apenas uma questão de estilo. Torna-se uma questão de poder. Mas existe um elemento da psicologia brasileira que Brasília costuma ignorar. O BRASIL É O PAÍS QUE TORCE PARA O COITADO. Para o injustiçado. Para aquele que apanha de todos. Para o jogador que foi esquecido no banco. Para o time pequeno enfrentando o gigante. Para o personagem da novela que foi traído. E, principalmente, para o participante isolado do BBB. O participante que parecia mais fraco dentro da casa se transforma no favorito do lado de fora. E, quando a agressão parece desproporcional, o brasileiro reage. E ELA JÁ COMEÇA PARECER. Essa lógica pode entrar com enorme força na eleição. O Planalto trabalha para isolar Flávio. O PT o ataca diariamente no seu programa aleitoral. Empresários são constrangidos por recebê-lo. Investigações cercam sua candidatura. Não dá mais para escondar. Na cabeça do eleitor, pode começar a representar perseguição. E há um detalhe decisivo: Quanto mais sereno Flávio permanecer, mais injusta parecerá a agressividade dos adversários. O injustiçado que apanha calado e continua de pé. O eleitor brasileiro não vota apenas em quem considera melhor. Muitas vezes vota em quem acredita estar sendo tratado de maneira pior. É uma identificação do seu dia-a-dia. A eleição não será decidida apenas por programas econômicos, alianças e escândalos . Será também um julgamento social. E o Brasil já mostrou inúmeras vezes para quem costuma torcer nesse paredão. Quando o país tiver de escolher entre quem acredita que o Brasil lhe deve obediência e quem demonstra disposição para conversar, a resposta poderá surpreender muita gente. A arrogância vai perder para a humildade.

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Haddad 9,5% 😂👌🏻

Haddad 9,5% 😂👌🏻

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Chantagem nunca funcionou na política. - O centrão pode ir de @ratinho_jr - Pode apoiar e convencer Tarcísio Gomes de Freitas - Se quiser, pivota para o Lula - Até o Romeu Zema pode compor São muitas opções e nenhuma depende de Bolsonaro. Jair só tem UMA opção. Se Lula for eleito, o Centrão estará lá no poder e Bolsonaro? Mas exatas mesmas condições jurídicas de hoje. A chantagem do Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não deu certo. A chantagem do Flávio Bolsonaro também não dará. O call é esse do desenho animado.

Chantagem nunca funcionou na política. - O centrão pode ir de @ratinho_jr - Pode apoiar e convencer Tarcísio Gomes de Freitas - Se quiser, pivota para o Lula - Até o Romeu Zema pode compor São muitas opções e nenhuma depende de Bolsonaro. Jair só tem UMA opção. Se Lula for eleito, o Centrão estará lá no poder e Bolsonaro? Mas exatas mesmas condições jurídicas de hoje. A chantagem do Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não deu certo. A chantagem do Flávio Bolsonaro também não dará. O call é esse do desenho animado.

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Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.

Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.

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Jair, exatamente 6 meses atrás. 45 dias antes de ser preso. De repente, a saúde toda piorou. Ah, vá!

Jair, exatamente 6 meses atrás. 45 dias antes de ser preso. De repente, a saúde toda piorou. Ah, vá!

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Lula e as pesquisas…

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Isso é real?

Isso é real?

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Ei, Lula : já tem slide novo na palestra, falando dos seus amigos.

Ei, Lula : já tem slide novo na palestra, falando dos seus amigos.

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Como motivar: Michelle Nikolas Tarcísio Centrão Kassab Com uma atitude só. Esta. Veja, todos esses tem ambições. É um equilíbrio no jogo. Isto é uma bala de prata. Ainda mais se ele conseguir aprovar neste ano, via PEC. Não pode ser promessa, tem que ser atitude. Tem que ter garantias. Foi, até hoje, a estratégia mais forte para conquistar aliados e, principalmente, o eleitor do meio. Parabéns, Flávio Bolsonaro. Vindo de um crítico, um elogio costuma ser mais sincero.

Como motivar: Michelle Nikolas Tarcísio Centrão Kassab Com uma atitude só. Esta. Veja, todos esses tem ambições. É um equilíbrio no jogo. Isto é uma bala de prata. Ainda mais se ele conseguir aprovar neste ano, via PEC. Não pode ser promessa, tem que ser atitude. Tem que ter garantias. Foi, até hoje, a estratégia mais forte para conquistar aliados e, principalmente, o eleitor do meio. Parabéns, Flávio Bolsonaro. Vindo de um crítico, um elogio costuma ser mais sincero.

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Eleição é um jogo de narrativa. Imagine como estaria o WhatsApp do Lula neste exato momento, diante dessa notícia. Isso, claro, se Lula usasse WhatsApp. Tudo o que Lula precisa é de uma pauta. E pode ser que tenha acabado de conseguir uma.

Eleição é um jogo de narrativa. Imagine como estaria o WhatsApp do Lula neste exato momento, diante dessa notícia. Isso, claro, se Lula usasse WhatsApp. Tudo o que Lula precisa é de uma pauta. E pode ser que tenha acabado de conseguir uma.

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A eleição de todos os candidatos é em 4 de outubro de 2026. Data do primeiro turno das eleições gerais no Brasil. A do Lula, na prática, é 15 de agosto de 2026. Prazo final para registro oficial das candidaturas. Ele tem até lá para usar todas as suas cartas na tentativa de reduzir uma rejeição que hoje é proibitiva. Caso não consiga, Lula entraria em uma campanha eleitoral com mais chances de perder do que de ganhar? Eu duvido. Então, todos verão Lula no seu esforço máximo durante a pré campanha. O timing dele é diferente do restante dos candidatos. Todas as cartas possíveis, no menor tempo possível. Se não resolver, aí vocês já sabem.

A eleição de todos os candidatos é em 4 de outubro de 2026. Data do primeiro turno das eleições gerais no Brasil. A do Lula, na prática, é 15 de agosto de 2026. Prazo final para registro oficial das candidaturas. Ele tem até lá para usar todas as suas cartas na tentativa de reduzir uma rejeição que hoje é proibitiva. Caso não consiga, Lula entraria em uma campanha eleitoral com mais chances de perder do que de ganhar? Eu duvido. Então, todos verão Lula no seu esforço máximo durante a pré campanha. O timing dele é diferente do restante dos candidatos. Todas as cartas possíveis, no menor tempo possível. Se não resolver, aí vocês já sabem.

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Quanto mais Gilmar fala, mais ajuda Romeu Zema Cada reação reforça a pauta. Cada ameaça, aumenta o palanque. Cada excesso, entrega ao ex governador exatamente o conflito que ele quer explorar: "o cidadão comum contra o intocável".

Quanto mais Gilmar fala, mais ajuda Romeu Zema Cada reação reforça a pauta. Cada ameaça, aumenta o palanque. Cada excesso, entrega ao ex governador exatamente o conflito que ele quer explorar: "o cidadão comum contra o intocável".

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Não sabe se bate ou não bate no Flávio. Se é agora ou depois. Se Haddad sai em SP ou no Brasil. Se Lula sai ou não sai. Se combina ou não combina com Trump. Se vai na posse do Kast ou não vai. Se coloca ou não Alckmin de vice. Para onde manda a Tebet e a Marina Silva. Se coloca a escala 6x1. Como coloca. Quando coloca. Se defende ou não o Lulinha. Se ajuda o STF ou finge de bobo no caso Master. Tem um partido que nem sabe por que o Lula está tão fraco. Por que o avião está caindo. Imagina então saber pilotar a recuperação. Nada. Não faz a menor ideia do que fazer. Mas sabe gritar. Sabe tentar apertar qualquer botão. Sem nenhuma solução. Essa analogia não é minha. É famosa no mercado.

Não sabe se bate ou não bate no Flávio. Se é agora ou depois. Se Haddad sai em SP ou no Brasil. Se Lula sai ou não sai. Se combina ou não combina com Trump. Se vai na posse do Kast ou não vai. Se coloca ou não Alckmin de vice. Para onde manda a Tebet e a Marina Silva. Se coloca a escala 6x1. Como coloca. Quando coloca. Se defende ou não o Lulinha. Se ajuda o STF ou finge de bobo no caso Master. Tem um partido que nem sabe por que o Lula está tão fraco. Por que o avião está caindo. Imagina então saber pilotar a recuperação. Nada. Não faz a menor ideia do que fazer. Mas sabe gritar. Sabe tentar apertar qualquer botão. Sem nenhuma solução. Essa analogia não é minha. É famosa no mercado.

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O SABONETE FLÁVIO O PT APERTA. ELE ESCORREGA. E A ESCALA 6X1 TAMBÉM NÃO VAI GRUDAR. Vocês já perceberam a característica mais impressionante do Flávio Bolsonaro ? Se não perceberam, o PT percebeu. E está enlouquecendo com isso. O sujeito é carioca. Não é cria do Centrão. É cria da ALERJ, praticamente uma pós graduação em sobrevivência política. Tem jogo de cintura, sorriso no rosto e uma habilidade rara: quanto mais tentam apertar, mais ele escorrega dentro do campo. O PT tenta enquadrá-lo. Ele sai pela lateral. Vieram as rachadinhas e a loja de chocolates. Contestou, enfrentou e atravessou a zaga. Veio o Dark Horse. Acharam que seria o fim. Ele mudou o enquadramento: de suspeita financeira para homenagem de um filho ao pai. Chamaram de golpista, extremista, inimigo dos jornalistas. Ele apareceu sorridente, falando em democracia, instituições e liberdade de imprensa. Até diante de Renata Vasconcellos, na Globo, exibiu o famoso paranauê carioca. Tentaram colar a rejeição das mulheres. Ele apresentou uma agenda feminina, trouxe Fernanda Bolsonaro para perto, destacou Daniella Marques e reforçou a imagem de pai de meninas. Inventaram que acabaria com Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Desmentiu, saiu de vítima sem comprar briga com os evangélicos. Vieram as bets. Ele deslocou o marcador e a conversa para empregos, clubes e segurança jurídica. LESCO, LESCO, LESCO! O sabonete Flávio não para quieto! E AGORA VOCÊS ESTÃO PREOCUPADOS COM A ESCALA 6X1? Relaxem. A nova grande aposta de Lula. O PT quer transformar Flávio no inimigo dos trabalhadores. Mas o moço é liso, meus amigos! Já desloca a conversa para liberdade de escolha, emprego e renda. Quer conversar com patrão e empregado ao mesmo tempo. E, se o PT insistir, não duvido que Flávio acabe vestindo até de uniforme do fim da escala 6X1. ENTENDAM UMA COISA… Não estou discutindo o mérito das acusações, nem dizendo que todas foram esclarecidas. Esse é um problema para o PT. Estou falando de CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO ELEITORAL. Flávio não fica parado apanhando. Contesta, gira, muda o ângulo, cava falta e troca o enquadramento. Faz o ataque adversário perder o endereço. É a famosa ginga carioca! MINHA LEITURA? A escala 6X1 também não será a cola milagrosa de Lula. Passaram-se 10 meses dele como pré e candidato. Faltam só 14 dias até o pleito e o PT continua procurando uma acusação capaz de definir Flávio perante o eleitorado. Lula tem um problema: NÃO ADIANTA TER COLA SE O ADVERSÁRIO NÃO PARA PARA ELA SECAR. O PT ainda opera com fórmulas antigas. Flávio não é Serra, Alckmin, Aécio. Nem mesmo Jair Bolsonaro. É um BOLSONARO 2.0, VERSÃO HÍBRIDA. Herdou o sobrenome do pai. Nasceu de Rogéria. Foi calejado na ALERJ. E adoçado por Fernanda. O PT APERTA. FLÁVIO ESCORRE. E A ESPUMA SOBRA PARA QUEM TENTOU SEGURAR.

Roberto Reis

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Vídeo de 12 meses atrás. Agora tirem suas conclusões.

Roberto Reis

81,087 просмотров • 10 дней назад

A ELEIÇÃO APERTOU. É HORA DE REAGIR. ENTENDA ONDE LULA ESTÁ CRESCENDO. Não é nos votos de Augusto Cury ou de Ronaldo Caiado . Também não é nos votos de Renan, que tem feito campanha contra Flávio. Lula está crescendo sobre os votos de Flávio Bolsonaro O público em que Lula está ganhando votos não é o público com quem converso aqui. Entre os eleitores que acompanho, Lula continua perdendo apoio. Na minha avaliação, compartilhada por diversos especialistas, Lula está recuperando votos nas classes D e E, especialmente entre pessoas preocupadas com a perda de benefícios sociais. Justamente eleitores que Flávio havia conquistado no primeiro turno com a promessa de melhorias e prosperidade. Vejo uma campanha do medo sem precedentes, com denúncias de uso político de estruturas como CRAS, creches e instituições de ensino, além da disseminação de informações falsas pelo boca a boca. É aí que as redes de desinformação não estão encontrando limites. O discurso é simples: você vai perder a aposentadoria, o Bolsa Família, o BPC e os reajustes do salário mínimo. Insistem nisso o tempo inteiro. A RESPOSTA À CAMPANHA DO MEDO Flávio já começou a reagir. Seu novo comercial aborda segurança pública, criminalidade e facções, enquanto reforça o compromisso de manter e melhorar os programas sociais. Mas precisa ser mais incisivo. E todos os novos aliados deveriam entrar nessa batalha. O BOLSO DO ELEITOR ESTÁ NO CENTRO DA DISPUTA. Minha opinião é polêmica, mas escrevo sobre isso desde 2024: a direita precisa compreender melhor o apelo popular das propostas econômicas. Olhem o exemplo de Cleitinho em Minas Gerais e a discussão sobre o IPVA. Venceu no primeiro turno. Marquem Flávio e Cleitinho aqui. Façam os dois lançarem juntos uma proposta nacional para o IPVA. A transferência dos votos da terceira via já aconteceu. Agora, o desafio é não perder os votos conquistados no primeiro turno. E O RESULTADO HOJE? Na minha avaliação, Flávio ainda lidera por cerca de 2 pontos, podendo chegar a 3 na reta final. Lula continua enfrentando uma rejeição que considero maior e um teto persistente. Algumas pesquisas já indicam empate. Tenho ressalvas sobre determinadas ponderações das amostras, especialmente na composição dos segmentos sociais. Não existe eleição virada. Não existe eleição perdida. Existe uma eleição apertada, com dois candidatos disputando cada voto. A reta final exige propostas claras, respostas rápidas às mentiras e capacidade de transmitir segurança ao eleitor. Basta corrigir a rota. Alô, Rogério Marinho🇧🇷 ! Cobre mais participação dos novos aliados e peça à comunicação que direcione melhor as ações. Acorda essa turma! Por Roberto Reis
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A ELEIÇÃO APERTOU. É HORA DE REAGIR. ENTENDA ONDE LULA ESTÁ CRESCENDO. Não é nos votos de Augusto Cury ou de Ronaldo Caiado . Também não é nos votos de Renan, que tem feito campanha contra Flávio. Lula está crescendo sobre os votos de Flávio Bolsonaro O público em que Lula está ganhando votos não é o público com quem converso aqui. Entre os eleitores que acompanho, Lula continua perdendo apoio. Na minha avaliação, compartilhada por diversos especialistas, Lula está recuperando votos nas classes D e E, especialmente entre pessoas preocupadas com a perda de benefícios sociais. Justamente eleitores que Flávio havia conquistado no primeiro turno com a promessa de melhorias e prosperidade. Vejo uma campanha do medo sem precedentes, com denúncias de uso político de estruturas como CRAS, creches e instituições de ensino, além da disseminação de informações falsas pelo boca a boca. É aí que as redes de desinformação não estão encontrando limites. O discurso é simples: você vai perder a aposentadoria, o Bolsa Família, o BPC e os reajustes do salário mínimo. Insistem nisso o tempo inteiro. A RESPOSTA À CAMPANHA DO MEDO Flávio já começou a reagir. Seu novo comercial aborda segurança pública, criminalidade e facções, enquanto reforça o compromisso de manter e melhorar os programas sociais. Mas precisa ser mais incisivo. E todos os novos aliados deveriam entrar nessa batalha. O BOLSO DO ELEITOR ESTÁ NO CENTRO DA DISPUTA. Minha opinião é polêmica, mas escrevo sobre isso desde 2024: a direita precisa compreender melhor o apelo popular das propostas econômicas. Olhem o exemplo de Cleitinho em Minas Gerais e a discussão sobre o IPVA. Venceu no primeiro turno. Marquem Flávio e Cleitinho aqui. Façam os dois lançarem juntos uma proposta nacional para o IPVA. A transferência dos votos da terceira via já aconteceu. Agora, o desafio é não perder os votos conquistados no primeiro turno. E O RESULTADO HOJE? Na minha avaliação, Flávio ainda lidera por cerca de 2 pontos, podendo chegar a 3 na reta final. Lula continua enfrentando uma rejeição que considero maior e um teto persistente. Algumas pesquisas já indicam empate. Tenho ressalvas sobre determinadas ponderações das amostras, especialmente na composição dos segmentos sociais. Não existe eleição virada. Não existe eleição perdida. Existe uma eleição apertada, com dois candidatos disputando cada voto. A reta final exige propostas claras, respostas rápidas às mentiras e capacidade de transmitir segurança ao eleitor. Basta corrigir a rota. Alô, Rogério Marinho🇧🇷 ! Cobre mais participação dos novos aliados e peça à comunicação que direcione melhor as ações. Acorda essa turma! Por Roberto Reis

Roberto Reis

42,490 просмотров • 8 дней назад

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Atualmente é MUITO melhor. O mundo só melhora. Quem discorda, é louco.

Roberto Reis

319,780 просмотров • 5 месяцев назад

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Gastaram o ZAP na primeira rodada. 😂

Roberto Reis

32,372 просмотров • 17 дней назад