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Roberto Reis

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Estrategista eleitoral, palestrante e colunista da Crusoé. Explico como o poder realmente funciona.

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A ARROGÂNCIA VAI PERDER PARA A HUMILDADE O fato mais surpreendente desta eleição talvez não esteja nas pesquisas e na resiliência do Flávio nelas. Está no comportamento dos candidatos. Lula, o político mais experiente do país, tem se comportado como se sua biografia suja e fedorenta lhe desse o direito de escolher as perguntas. Ou de enquadrar jornalistas, disciplinar aliados e punir banqueiros que conversam com o seu adversário. Arrogante e escroto. Flávio Bolsonaro , herdeiro de um sobrenome associado ao mais puro confronto, vem fazendo o caminho inverso. Tem demonstrado serenidade, capacidade de recuar, disposição para ouvir, respeito ao tempo dos aliados e, principalmente, coragem para pedir desculpas. É uma inversão impressionante. O candidato velho está perdendo o controle. O contraste ficou cristalino no Jornal Nacional. Ao ser questionado por Renata Vasconcelos sobre dívida pública e responsabilidade fiscal, Lula não se limitou a discordar da pergunta. Tentou ensinar à jornalista como ela deveria formular o questionamento. Em seguida, sugeriu que ela deveria iniciar a pergunta elogiando os resultados de seus governos anteriores. Lula acha que já pode escolher a pergunta, o enquadramento e até a introdução que deveria ser feita. No dia seguinte, Flávio sentou na mesma cadeira, diante dos mesmos jornalistas, e começou de outra forma: “Renata, em primeiro lugar, quero prestar minha solidariedade a você pelo ocorrido aqui, no dia de ontem, com a descortesia que ele cometeu. Da minha parte, obviamente, fiquem à vontade para qualquer tipo de pergunta.” Flávio recebeu perguntas duras. Não respondeu satisfatoriamente a tudo, e isso precisa ser reconhecido. Mas compreendeu uma regra elementar de uma eleição: Jornalista não existe para agradar candidato. Ah... Flávio havia divulgado uma informação falsa ao associar as urnas brasileiras a uma empresa envolvida em questionamentos sobre eleições venezuelanas. Na Globo, admitiu o erro. “Falei errado sobre a empresa. Ela não fabricou as urnas.” Depois assumiu um compromisso inequívoco: “Vou respeitar o resultado das eleições.” Reconhecer um erro não diminui um candidato. Outro exemplo ainda mais significativo (e que me lembro) ocorreu na crise com Michelle Bolsonaro. Michelle afirmou publicamente que havia sido desrespeitada e humilhada por Flávio. Flávio recuou, reconheceu o desconforto, pediu desculpas e renovou o convite para que Michelle participasse de sua campanha. “Ninguém é perfeito. Eu não sou perfeito e, mais uma vez, peço desculpas”, declarou. Michelle aceitou as desculpas. Os dois retomaram o diálogo e, semanas depois, apareceram juntos numa gravação de campanha. Flávio nessa campanha também demonstrou respeito ao tempo dos aliados. Quando surgiram dúvidas sobre o momento em que Michelle, Tarcísio de Freitas e outras lideranças declarariam apoio mais enfático, ele afirmou: “Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. As pessoas têm o tempo delas e eu não vou ficar cobrando ninguém.” Também foi assim nos encontros recentes com banqueiros e empresários. Flávio entrou numa sala em que muitos preferiam outro candidato. Ouviu críticas, respondeu perguntas e, quando necessário, pediu que Daniella Marques explicasse pontos técnicos do programa econômico. Os participantes saíram cobrando mais detalhes, e essa crítica é legítima. Flávio não fingiu dominar tudo. Levou uma especialista, dividiu o protagonismo e se dispôs a ouvir um ambiente desconfiado. Aliás, quero parabenizar publicamente o painel da Daniella Marques na Moneyweek. Ela traz uma energia técnica e de liderança para a campanha. De novo: a reação atribuída a Lula foi exatamente a contrária. Lula teria sinalizado a aliados que passaria a tratar de outra maneira os banqueiros que estiveram com Flávio. Desde quando conversar com um candidato da oposição se tornou uma traição ao presidente da República? Ameaça publicamente os banqueiros, Lula, para vermos uma coisa. Em fevereiro, durante a comemoração dos 46 anos do PT, Lula declarou: “Essa eleição vai ser uma guerra.” Disse ainda que os militantes deveriam ser “mais desaforados” e anunciou: “Não tem essa mais de Lulinha Paz e Amor.” Foi Lula quem decretou o fim do personagem conciliador que o levou à Presidência em 2002. O Lula da paz e do amor venceu eleições. E a escolha de André Janones reforça essa mudança. Janones comunicou pessoalmente a Lula que voltaria à campanha. Depois anunciou que estava disposto a “matar ou morrer”, que atuaria “sem medo, sem pudor e sem remorso” e concluiu: “Vai começar. É guerra.” O próprio Lula vem adotando um vocabulário incompatível com a responsabilidade de um presidente. Já chamou Flávio de “imbecil”. Classificou a família Bolsonaro como “a pior espécie de ser humano que este país já produziu”. Falou em “família metralha”, “covardes”, “traidores” e “vendilhões da pátria”. Chegou a perguntar o que mereceriam os traidores depois de evocar um enforcamento, numa referência histórica que todos conhecemos. Na mesma sabatina da Globo, Lula chamou Roberta Luchsinger de “PILANTRA” e afirmou que jamais a tinha visto. Entretanto, existem inúmeros registros públicos em que os dois aparecem lado a lado. Tomara que ela não tenha sangue de barata, nesse caso. Nos bastidores da própria campanha, a tensão também transbordou. Lula precisou dar um soco na mesa para interromper uma discussão entre integrantes de sua equipe sobre os rumos da comunicação. Vocês sabiam dessa? Pois é. Eu sei. Somado aos ataques públicos, ao discurso de guerra, à hostilidade contra jornalistas e às reações contra empresários, passa a compor um padrão. Há ainda o capítulo mais sensível: A atuação para afastar o Centrão de Flávio. Emissários de Lula, com aval do Planalto, fizeram uma ofensiva junto a Republicanos, União Brasil e PP para evitar que essas legendas apoiassem Flávio. Foram discutidos pactos de não agressão, alianças estaduais e eventual participação desses partidos numa futura gestão Lula. Posteriormente, integrantes do PL afirmaram que dirigentes partidários temiam o avanço de investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo caso apoiassem Flávio. Também houve quem interpretasse operações contra lideranças do Centrão como recados políticos do Planalto. É exatamente aí que a disputa entre arrogância e humildade deixa de ser apenas uma questão de estilo. Torna-se uma questão de poder. Mas existe um elemento da psicologia brasileira que Brasília costuma ignorar. O BRASIL É O PAÍS QUE TORCE PARA O COITADO. Para o injustiçado. Para aquele que apanha de todos. Para o jogador que foi esquecido no banco. Para o time pequeno enfrentando o gigante. Para o personagem da novela que foi traído. E, principalmente, para o participante isolado do BBB. O participante que parecia mais fraco dentro da casa se transforma no favorito do lado de fora. E, quando a agressão parece desproporcional, o brasileiro reage. E ELA JÁ COMEÇA PARECER. Essa lógica pode entrar com enorme força na eleição. O Planalto trabalha para isolar Flávio. O PT o ataca diariamente no seu programa aleitoral. Empresários são constrangidos por recebê-lo. Investigações cercam sua candidatura. Não dá mais para escondar. Na cabeça do eleitor, pode começar a representar perseguição. E há um detalhe decisivo: Quanto mais sereno Flávio permanecer, mais injusta parecerá a agressividade dos adversários. O injustiçado que apanha calado e continua de pé. O eleitor brasileiro não vota apenas em quem considera melhor. Muitas vezes vota em quem acredita estar sendo tratado de maneira pior. É uma identificação do seu dia-a-dia. A eleição não será decidida apenas por programas econômicos, alianças e escândalos . Será também um julgamento social. E o Brasil já mostrou inúmeras vezes para quem costuma torcer nesse paredão. Quando o país tiver de escolher entre quem acredita que o Brasil lhe deve obediência e quem demonstra disposição para conversar, a resposta poderá surpreender muita gente. A arrogância vai perder para a humildade.

A ARROGÂNCIA VAI PERDER PARA A HUMILDADE O fato mais surpreendente desta eleição talvez não esteja nas pesquisas e na resiliência do Flávio nelas. Está no comportamento dos candidatos. Lula, o político mais experiente do país, tem se comportado como se sua biografia suja e fedorenta lhe desse o direito de escolher as perguntas. Ou de enquadrar jornalistas, disciplinar aliados e punir banqueiros que conversam com o seu adversário. Arrogante e escroto. Flávio Bolsonaro , herdeiro de um sobrenome associado ao mais puro confronto, vem fazendo o caminho inverso. Tem demonstrado serenidade, capacidade de recuar, disposição para ouvir, respeito ao tempo dos aliados e, principalmente, coragem para pedir desculpas. É uma inversão impressionante. O candidato velho está perdendo o controle. O contraste ficou cristalino no Jornal Nacional. Ao ser questionado por Renata Vasconcelos sobre dívida pública e responsabilidade fiscal, Lula não se limitou a discordar da pergunta. Tentou ensinar à jornalista como ela deveria formular o questionamento. Em seguida, sugeriu que ela deveria iniciar a pergunta elogiando os resultados de seus governos anteriores. Lula acha que já pode escolher a pergunta, o enquadramento e até a introdução que deveria ser feita. No dia seguinte, Flávio sentou na mesma cadeira, diante dos mesmos jornalistas, e começou de outra forma: “Renata, em primeiro lugar, quero prestar minha solidariedade a você pelo ocorrido aqui, no dia de ontem, com a descortesia que ele cometeu. Da minha parte, obviamente, fiquem à vontade para qualquer tipo de pergunta.” Flávio recebeu perguntas duras. Não respondeu satisfatoriamente a tudo, e isso precisa ser reconhecido. Mas compreendeu uma regra elementar de uma eleição: Jornalista não existe para agradar candidato. Ah... Flávio havia divulgado uma informação falsa ao associar as urnas brasileiras a uma empresa envolvida em questionamentos sobre eleições venezuelanas. Na Globo, admitiu o erro. “Falei errado sobre a empresa. Ela não fabricou as urnas.” Depois assumiu um compromisso inequívoco: “Vou respeitar o resultado das eleições.” Reconhecer um erro não diminui um candidato. Outro exemplo ainda mais significativo (e que me lembro) ocorreu na crise com Michelle Bolsonaro. Michelle afirmou publicamente que havia sido desrespeitada e humilhada por Flávio. Flávio recuou, reconheceu o desconforto, pediu desculpas e renovou o convite para que Michelle participasse de sua campanha. “Ninguém é perfeito. Eu não sou perfeito e, mais uma vez, peço desculpas”, declarou. Michelle aceitou as desculpas. Os dois retomaram o diálogo e, semanas depois, apareceram juntos numa gravação de campanha. Flávio nessa campanha também demonstrou respeito ao tempo dos aliados. Quando surgiram dúvidas sobre o momento em que Michelle, Tarcísio de Freitas e outras lideranças declarariam apoio mais enfático, ele afirmou: “Eu não vou ficar cobrando qual o tempo de cada um. As pessoas têm o tempo delas e eu não vou ficar cobrando ninguém.” Também foi assim nos encontros recentes com banqueiros e empresários. Flávio entrou numa sala em que muitos preferiam outro candidato. Ouviu críticas, respondeu perguntas e, quando necessário, pediu que Daniella Marques explicasse pontos técnicos do programa econômico. Os participantes saíram cobrando mais detalhes, e essa crítica é legítima. Flávio não fingiu dominar tudo. Levou uma especialista, dividiu o protagonismo e se dispôs a ouvir um ambiente desconfiado. Aliás, quero parabenizar publicamente o painel da Daniella Marques na Moneyweek. Ela traz uma energia técnica e de liderança para a campanha. De novo: a reação atribuída a Lula foi exatamente a contrária. Lula teria sinalizado a aliados que passaria a tratar de outra maneira os banqueiros que estiveram com Flávio. Desde quando conversar com um candidato da oposição se tornou uma traição ao presidente da República? Ameaça publicamente os banqueiros, Lula, para vermos uma coisa. Em fevereiro, durante a comemoração dos 46 anos do PT, Lula declarou: “Essa eleição vai ser uma guerra.” Disse ainda que os militantes deveriam ser “mais desaforados” e anunciou: “Não tem essa mais de Lulinha Paz e Amor.” Foi Lula quem decretou o fim do personagem conciliador que o levou à Presidência em 2002. O Lula da paz e do amor venceu eleições. E a escolha de André Janones reforça essa mudança. Janones comunicou pessoalmente a Lula que voltaria à campanha. Depois anunciou que estava disposto a “matar ou morrer”, que atuaria “sem medo, sem pudor e sem remorso” e concluiu: “Vai começar. É guerra.” O próprio Lula vem adotando um vocabulário incompatível com a responsabilidade de um presidente. Já chamou Flávio de “imbecil”. Classificou a família Bolsonaro como “a pior espécie de ser humano que este país já produziu”. Falou em “família metralha”, “covardes”, “traidores” e “vendilhões da pátria”. Chegou a perguntar o que mereceriam os traidores depois de evocar um enforcamento, numa referência histórica que todos conhecemos. Na mesma sabatina da Globo, Lula chamou Roberta Luchsinger de “PILANTRA” e afirmou que jamais a tinha visto. Entretanto, existem inúmeros registros públicos em que os dois aparecem lado a lado. Tomara que ela não tenha sangue de barata, nesse caso. Nos bastidores da própria campanha, a tensão também transbordou. Lula precisou dar um soco na mesa para interromper uma discussão entre integrantes de sua equipe sobre os rumos da comunicação. Vocês sabiam dessa? Pois é. Eu sei. Somado aos ataques públicos, ao discurso de guerra, à hostilidade contra jornalistas e às reações contra empresários, passa a compor um padrão. Há ainda o capítulo mais sensível: A atuação para afastar o Centrão de Flávio. Emissários de Lula, com aval do Planalto, fizeram uma ofensiva junto a Republicanos, União Brasil e PP para evitar que essas legendas apoiassem Flávio. Foram discutidos pactos de não agressão, alianças estaduais e eventual participação desses partidos numa futura gestão Lula. Posteriormente, integrantes do PL afirmaram que dirigentes partidários temiam o avanço de investigações da Polícia Federal e decisões do Supremo caso apoiassem Flávio. Também houve quem interpretasse operações contra lideranças do Centrão como recados políticos do Planalto. É exatamente aí que a disputa entre arrogância e humildade deixa de ser apenas uma questão de estilo. Torna-se uma questão de poder. Mas existe um elemento da psicologia brasileira que Brasília costuma ignorar. O BRASIL É O PAÍS QUE TORCE PARA O COITADO. Para o injustiçado. Para aquele que apanha de todos. Para o jogador que foi esquecido no banco. Para o time pequeno enfrentando o gigante. Para o personagem da novela que foi traído. E, principalmente, para o participante isolado do BBB. O participante que parecia mais fraco dentro da casa se transforma no favorito do lado de fora. E, quando a agressão parece desproporcional, o brasileiro reage. E ELA JÁ COMEÇA PARECER. Essa lógica pode entrar com enorme força na eleição. O Planalto trabalha para isolar Flávio. O PT o ataca diariamente no seu programa aleitoral. Empresários são constrangidos por recebê-lo. Investigações cercam sua candidatura. Não dá mais para escondar. Na cabeça do eleitor, pode começar a representar perseguição. E há um detalhe decisivo: Quanto mais sereno Flávio permanecer, mais injusta parecerá a agressividade dos adversários. O injustiçado que apanha calado e continua de pé. O eleitor brasileiro não vota apenas em quem considera melhor. Muitas vezes vota em quem acredita estar sendo tratado de maneira pior. É uma identificação do seu dia-a-dia. A eleição não será decidida apenas por programas econômicos, alianças e escândalos . Será também um julgamento social. E o Brasil já mostrou inúmeras vezes para quem costuma torcer nesse paredão. Quando o país tiver de escolher entre quem acredita que o Brasil lhe deve obediência e quem demonstra disposição para conversar, a resposta poderá surpreender muita gente. A arrogância vai perder para a humildade.

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Eduardo Bolsonaro nasceu sob holofote e coturno. Cresceu num ambiente onde a aprovação do pai valia mais que seu boletim, diploma ou realidade. Essa é a verdade. Não era sobre aprender, como qualquer criança. Era sobre agradar o pai. Dentro de casa, a régua era simples: quem fala alto manda; quem quer carinho obedece. Eduardo aprendeu cedo essa fórmula de sobrevivência emocional: sempre caçou elogio, como quem caça o ar. E quando o elogio não vem de casa, ele busca fora. Ele tem uma dependência emocional fortíssima por aprovação. Avança para a vida pública. Deputado por São Paulo, voto de avalanche, recorde, peito estufado. Sua melhor fase. E o resto você conhece: cada microfone virava uma armadilha que ele mesmo armava. Sempre, sempre na busca de aprovação. Propõe o que não cabe na Constituição, promete o que o governo nunca poderia fazer, canta vitória antes da batalha no youtube e serve munição para a imprensa com o zelo de um garçom atencioso. São cortes de vídeos (soldado e um cabo), fotos o pai conversando com ele ao telefone. O pai, para evitar incêndio, sempre tentou apagar o filho em público. Foi assim mais de uma vez. Quando não desautorizava, esfriava pelo menos. O entorno do Jair não me deixa mentir. E quando Messias não o esfriava, manda calar mesmo, era o jeito! É o “garoto” tratado como “garoto” mesmo já adulto, ao vivo e em rede nacional. Mas há um problema nisso. Isso humilha. Isso marca. Isso cria buraco enorme no Eduardo. Vem a fase do deslumbramento diplomático. O sonho de Washington. O quase embaixador. A ideia nasce mimada e morre ridicularizada. O Senado mexe a sobrancelha, o corpo diplomático enruga a testa, o país inteiro percebe o óbvio: faltava lastro, sobrava sobrenome. Recuo com gosto de derrota e uma culpa injusta direcionada ao pai. O carimbo de nepotismo cola e não sai com água e sabão, mas deixa uma cicatriz enorme. Mais um lembrete de que, sem o pai segurando na mão, o mundo é hostil para o Eduardo. Depois, a síndrome do porrete. A fala do AI-5, aquela bravata que uniu contra ele quem nunca concorda em nada. Porta fechada, dedo em riste, nota de repúdio de todo lado. E de novo o roteiro doméstico: o pai manda esquecer, o filho recua, pede desculpa atravessada, tenta recontar a frase como se fosse mal entendida. Não foi. O país entendeu. E guardou de novo. Em seguida, a geopolítica de meme. Cutuca a China em plena pandemia, arruma confusão com quem vende o remédio, assusta até aliado militar. Apaga postagem, finge que não foi nada, paga o preço em silêncio. O jogo institucional vai seguindo, e Eduardo vai perdendo dentro de casa: perde espaço, perde confiança, perde paciência e em certa forma, o direito de falar em nome do pai. Vira o que sempre foi e não aceitava ser: UM RUÍDO CARO. Chega o pós derrota presidencial. O movimento radical precisa de voz de novo, Eduardo quer ser a voz por iniciativa própria. O país vira campo minado, as instituições reagem, o filho radicaliza mais. No meio do caos, a família trinca. Vazamentos expõem o teatro íntimo: o pai chama de imaturo, vagão, o filho explode, xinga, ameaça tudo, todos, aliados. O pai não consegue mais ensinar lição. É o drama doméstico no palco do Jornal Nacional. Quem olha de fora enxerga um menino pedindo atenção, com granada na mão. E aí vem o pior capítulo americano. Licença do mandato, malas prontas, fuga para o conforto ideológico da Flórida. Missão autoproclamada: salvar o pai atacando o Brasil. Procura republicano, procura foto, procura manchete, mas na verdade, procura o de sempre: APROVAÇÃO. Tenta importar sanção, tenta humilhar ministro, tenta forçar país estrangeiro a torcer o nosso braço. Um deputado eleito trabalhando contra seu próprio país. Vejam que coisa surpreendente, ninguém aprova isso aqui dentro. É a prova química de que a carência virou projeto. “Se o Brasil não me aplaude, que me aplaudam lá fora”. Se a família me corta, eu arranjo outra. E A OUTRA FAMÍLIA SE CHAMA PAULO FIGUEIREDO. Entra em cena o gordinho baixinho. O único que nunca diz não para o Eduardo. O único que chama de gênio quando o mundo ri. O único que dá palco, roteiro e claque. O amiguinho imaginário que elogia a cada novo vídeo no Youtube. Assistam “Paulo Figueiredo Show e me digam se estou mentindo”. Enquanto a família critica, Paulo elogia. Enquanto a imprensa bate, Paulo afaga. Enquanto os aliados pedem prudência, Paulo sopra “vai, está brilhando meu príncipe”. É o primeiro a transformar fiasco em estratégia, derrota em astúcia, isolamento em martírio. Eduardo, faminto de validação, encontra enfim um banquete. E se senta aliviado. Daqui para frente, tudo fica transparente até para cego. Palavras do partido, de amigos, da opinião pública e da própria família. Eduardo não decide seu drama, reproduz Paulo e suas ideias de neto de Ditador. Não lidera, ecoa. Não manda, obedece. O léxico, a tática, a pauta, o tom, a birra, a ameaça ensaiada, tudo vem de uma usina só. O deputado vira um legítimo avatar de Paulo Figueiredo e todo mundo percebe. A esposa percebe, o Jair percebe. Mas ambos estão "presos" e com opinião isolada, cada um a sua maneira. Paulo escreve. Eduardo assina. A dupla atravessa a fronteira do aceitável com alegria de debutantes. O elogio funciona como anestesia e como vício do Eduardo. É nítido como Figueiredo age como dopamina política do Dudu. Cada aplauso de Paulo desliga o superego e acelera o id. Quando o pai chama de imaturo, dói. Quando Paulo chama de herói, sara instantaneamente. Você quer as razões profundas? Elas não são tão misteriosas. Psicologia básica: quem apanha de quem ama corre desesperadamente para quem afaga. Dependência de reforço positivo. Criança não guardada vira adulto carente. Some a isso isolamento social, perda de prestígio, investigações, e um entorno que só entrega bronca. O cérebro busca alívio. Alguém oferece elogio industrial em cápsulas diárias no Youtube e nas Redes Sociais. Pronto. Cadeado fechado. A chave fica com quem faz carinho. Sociologia elementar: quando a tribo expulsa, o exilado gruda no primeiro pajé que promete retorno em glória. Paulo vende glória, mesmo que o Eduardo saiba que é ilusória, ele se alivia nisso. Vende missão, vende redenção, vende palco em inglês e selfie com figurão na Casa Branca. É um vício incontrolável. O pacote vem com narrativa para engolir qualquer absurdo: se der certo, foram estratégicos; se der errado, foram perseguidos e injustiçados. Não tem derrota, tem prova de fidelidade entre ambos. É música para ouvidos carentes. E há a mecânica do poder, sempre impiedosa. O pai envelhece, o espaço rareia, os caciques querem ordem, a base quer pragmatismo. O príncipe precisa de reino e... não tem. Paulo oferece um “reino” paralelo, mesmo que virtual, feito de estúdio, recortes de vídeo e promessas do norte. O custo é simples: obediência. E Eduardo paga com prazer. O resultado prático é grotesco e óbvio: um parlamentar brasileiro fazendo lobby contra o próprio país enquanto se vende como guardião da pátria. Mas o mandato vai acabar, a elegibilidade e o dinheiro também. O retrato é este. Sem filtro: o fim chegará e nem Figueiredo, com toda a sua astúcia, conseguirá disfarçar. Veja bem, todos já perceberam. Até quem finge que não viu (como o Valdemar da Costa Neto, o Tarcísio, os outros governadores que buscam apoio de Bolsonaro, o Flavio e o próprio Jair: Eduardo não manda em nada nessa empreitada). PAULO SIM, faz o que quer. Quem opera tudo é o Paulo. O filho virou um instrumento porque precisava de dono. O elogio foi o laço, a carência foi o nó. Quando alguém perguntar por que ele obedece tanto, a resposta é indecente de tão simples: porque ali, pela primeira vez, ele é amado. De verdade ou por conveniência, ali ele encontrou o amor que sempre buscou. E por isso entrega tudo. Família, país, reputação, futuro. Entrega rindo, delirando. A tragédia é íntima, mas a farsa é pública. Só há uma maneira de Eduardo se libertar dessa prisão que não é jurídica: Olhar de novo com total prioridade para a Esposa e os filhos. Eles amam Eduardo de verdade. Dá tempo de consertar? Não sei. Mas essa é a ÚNICA direção possível. Só um amor genuíno sobrepõe um amor de interesses. Paulo é um sequestrador psicológico que entendeu bem a fraqueza do Eduardo. Se libertar de Figueiredo é um bom começo. Buscar aprovação em quem lhe oferece de graça, genuinamente, sem pedir nada em troca. O Brasil assistirá mais alguns capítulos sobre isso. Será que teremos alguma reviravolta? Vejamos.

Eduardo Bolsonaro nasceu sob holofote e coturno. Cresceu num ambiente onde a aprovação do pai valia mais que seu boletim, diploma ou realidade. Essa é a verdade. Não era sobre aprender, como qualquer criança. Era sobre agradar o pai. Dentro de casa, a régua era simples: quem fala alto manda; quem quer carinho obedece. Eduardo aprendeu cedo essa fórmula de sobrevivência emocional: sempre caçou elogio, como quem caça o ar. E quando o elogio não vem de casa, ele busca fora. Ele tem uma dependência emocional fortíssima por aprovação. Avança para a vida pública. Deputado por São Paulo, voto de avalanche, recorde, peito estufado. Sua melhor fase. E o resto você conhece: cada microfone virava uma armadilha que ele mesmo armava. Sempre, sempre na busca de aprovação. Propõe o que não cabe na Constituição, promete o que o governo nunca poderia fazer, canta vitória antes da batalha no youtube e serve munição para a imprensa com o zelo de um garçom atencioso. São cortes de vídeos (soldado e um cabo), fotos o pai conversando com ele ao telefone. O pai, para evitar incêndio, sempre tentou apagar o filho em público. Foi assim mais de uma vez. Quando não desautorizava, esfriava pelo menos. O entorno do Jair não me deixa mentir. E quando Messias não o esfriava, manda calar mesmo, era o jeito! É o “garoto” tratado como “garoto” mesmo já adulto, ao vivo e em rede nacional. Mas há um problema nisso. Isso humilha. Isso marca. Isso cria buraco enorme no Eduardo. Vem a fase do deslumbramento diplomático. O sonho de Washington. O quase embaixador. A ideia nasce mimada e morre ridicularizada. O Senado mexe a sobrancelha, o corpo diplomático enruga a testa, o país inteiro percebe o óbvio: faltava lastro, sobrava sobrenome. Recuo com gosto de derrota e uma culpa injusta direcionada ao pai. O carimbo de nepotismo cola e não sai com água e sabão, mas deixa uma cicatriz enorme. Mais um lembrete de que, sem o pai segurando na mão, o mundo é hostil para o Eduardo. Depois, a síndrome do porrete. A fala do AI-5, aquela bravata que uniu contra ele quem nunca concorda em nada. Porta fechada, dedo em riste, nota de repúdio de todo lado. E de novo o roteiro doméstico: o pai manda esquecer, o filho recua, pede desculpa atravessada, tenta recontar a frase como se fosse mal entendida. Não foi. O país entendeu. E guardou de novo. Em seguida, a geopolítica de meme. Cutuca a China em plena pandemia, arruma confusão com quem vende o remédio, assusta até aliado militar. Apaga postagem, finge que não foi nada, paga o preço em silêncio. O jogo institucional vai seguindo, e Eduardo vai perdendo dentro de casa: perde espaço, perde confiança, perde paciência e em certa forma, o direito de falar em nome do pai. Vira o que sempre foi e não aceitava ser: UM RUÍDO CARO. Chega o pós derrota presidencial. O movimento radical precisa de voz de novo, Eduardo quer ser a voz por iniciativa própria. O país vira campo minado, as instituições reagem, o filho radicaliza mais. No meio do caos, a família trinca. Vazamentos expõem o teatro íntimo: o pai chama de imaturo, vagão, o filho explode, xinga, ameaça tudo, todos, aliados. O pai não consegue mais ensinar lição. É o drama doméstico no palco do Jornal Nacional. Quem olha de fora enxerga um menino pedindo atenção, com granada na mão. E aí vem o pior capítulo americano. Licença do mandato, malas prontas, fuga para o conforto ideológico da Flórida. Missão autoproclamada: salvar o pai atacando o Brasil. Procura republicano, procura foto, procura manchete, mas na verdade, procura o de sempre: APROVAÇÃO. Tenta importar sanção, tenta humilhar ministro, tenta forçar país estrangeiro a torcer o nosso braço. Um deputado eleito trabalhando contra seu próprio país. Vejam que coisa surpreendente, ninguém aprova isso aqui dentro. É a prova química de que a carência virou projeto. “Se o Brasil não me aplaude, que me aplaudam lá fora”. Se a família me corta, eu arranjo outra. E A OUTRA FAMÍLIA SE CHAMA PAULO FIGUEIREDO. Entra em cena o gordinho baixinho. O único que nunca diz não para o Eduardo. O único que chama de gênio quando o mundo ri. O único que dá palco, roteiro e claque. O amiguinho imaginário que elogia a cada novo vídeo no Youtube. Assistam “Paulo Figueiredo Show e me digam se estou mentindo”. Enquanto a família critica, Paulo elogia. Enquanto a imprensa bate, Paulo afaga. Enquanto os aliados pedem prudência, Paulo sopra “vai, está brilhando meu príncipe”. É o primeiro a transformar fiasco em estratégia, derrota em astúcia, isolamento em martírio. Eduardo, faminto de validação, encontra enfim um banquete. E se senta aliviado. Daqui para frente, tudo fica transparente até para cego. Palavras do partido, de amigos, da opinião pública e da própria família. Eduardo não decide seu drama, reproduz Paulo e suas ideias de neto de Ditador. Não lidera, ecoa. Não manda, obedece. O léxico, a tática, a pauta, o tom, a birra, a ameaça ensaiada, tudo vem de uma usina só. O deputado vira um legítimo avatar de Paulo Figueiredo e todo mundo percebe. A esposa percebe, o Jair percebe. Mas ambos estão "presos" e com opinião isolada, cada um a sua maneira. Paulo escreve. Eduardo assina. A dupla atravessa a fronteira do aceitável com alegria de debutantes. O elogio funciona como anestesia e como vício do Eduardo. É nítido como Figueiredo age como dopamina política do Dudu. Cada aplauso de Paulo desliga o superego e acelera o id. Quando o pai chama de imaturo, dói. Quando Paulo chama de herói, sara instantaneamente. Você quer as razões profundas? Elas não são tão misteriosas. Psicologia básica: quem apanha de quem ama corre desesperadamente para quem afaga. Dependência de reforço positivo. Criança não guardada vira adulto carente. Some a isso isolamento social, perda de prestígio, investigações, e um entorno que só entrega bronca. O cérebro busca alívio. Alguém oferece elogio industrial em cápsulas diárias no Youtube e nas Redes Sociais. Pronto. Cadeado fechado. A chave fica com quem faz carinho. Sociologia elementar: quando a tribo expulsa, o exilado gruda no primeiro pajé que promete retorno em glória. Paulo vende glória, mesmo que o Eduardo saiba que é ilusória, ele se alivia nisso. Vende missão, vende redenção, vende palco em inglês e selfie com figurão na Casa Branca. É um vício incontrolável. O pacote vem com narrativa para engolir qualquer absurdo: se der certo, foram estratégicos; se der errado, foram perseguidos e injustiçados. Não tem derrota, tem prova de fidelidade entre ambos. É música para ouvidos carentes. E há a mecânica do poder, sempre impiedosa. O pai envelhece, o espaço rareia, os caciques querem ordem, a base quer pragmatismo. O príncipe precisa de reino e... não tem. Paulo oferece um “reino” paralelo, mesmo que virtual, feito de estúdio, recortes de vídeo e promessas do norte. O custo é simples: obediência. E Eduardo paga com prazer. O resultado prático é grotesco e óbvio: um parlamentar brasileiro fazendo lobby contra o próprio país enquanto se vende como guardião da pátria. Mas o mandato vai acabar, a elegibilidade e o dinheiro também. O retrato é este. Sem filtro: o fim chegará e nem Figueiredo, com toda a sua astúcia, conseguirá disfarçar. Veja bem, todos já perceberam. Até quem finge que não viu (como o Valdemar da Costa Neto, o Tarcísio, os outros governadores que buscam apoio de Bolsonaro, o Flavio e o próprio Jair: Eduardo não manda em nada nessa empreitada). PAULO SIM, faz o que quer. Quem opera tudo é o Paulo. O filho virou um instrumento porque precisava de dono. O elogio foi o laço, a carência foi o nó. Quando alguém perguntar por que ele obedece tanto, a resposta é indecente de tão simples: porque ali, pela primeira vez, ele é amado. De verdade ou por conveniência, ali ele encontrou o amor que sempre buscou. E por isso entrega tudo. Família, país, reputação, futuro. Entrega rindo, delirando. A tragédia é íntima, mas a farsa é pública. Só há uma maneira de Eduardo se libertar dessa prisão que não é jurídica: Olhar de novo com total prioridade para a Esposa e os filhos. Eles amam Eduardo de verdade. Dá tempo de consertar? Não sei. Mas essa é a ÚNICA direção possível. Só um amor genuíno sobrepõe um amor de interesses. Paulo é um sequestrador psicológico que entendeu bem a fraqueza do Eduardo. Se libertar de Figueiredo é um bom começo. Buscar aprovação em quem lhe oferece de graça, genuinamente, sem pedir nada em troca. O Brasil assistirá mais alguns capítulos sobre isso. Será que teremos alguma reviravolta? Vejamos.

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Conquistar o eleitorado feminino passa por: - Propostas - Vice - Ideias - Mas, acima de tudo, passa por gestos e por demonstrações claras de valorização, em todas as formas. - Lula trata muito bem a Janja. Flávio Bolsonaro tem ensaiado bons posts nessa linha, mais leves e descontraídos, como o de hoje. Repetição é a regra.

Conquistar o eleitorado feminino passa por: - Propostas - Vice - Ideias - Mas, acima de tudo, passa por gestos e por demonstrações claras de valorização, em todas as formas. - Lula trata muito bem a Janja. Flávio Bolsonaro tem ensaiado bons posts nessa linha, mais leves e descontraídos, como o de hoje. Repetição é a regra.

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Haddad 9,5% 😂👌🏻

Haddad 9,5% 😂👌🏻

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Chantagem nunca funcionou na política. - O centrão pode ir de @ratinho_jr - Pode apoiar e convencer Tarcísio Gomes de Freitas - Se quiser, pivota para o Lula - Até o Romeu Zema pode compor São muitas opções e nenhuma depende de Bolsonaro. Jair só tem UMA opção. Se Lula for eleito, o Centrão estará lá no poder e Bolsonaro? Mas exatas mesmas condições jurídicas de hoje. A chantagem do Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não deu certo. A chantagem do Flávio Bolsonaro também não dará. O call é esse do desenho animado.

Chantagem nunca funcionou na política. - O centrão pode ir de @ratinho_jr - Pode apoiar e convencer Tarcísio Gomes de Freitas - Se quiser, pivota para o Lula - Até o Romeu Zema pode compor São muitas opções e nenhuma depende de Bolsonaro. Jair só tem UMA opção. Se Lula for eleito, o Centrão estará lá no poder e Bolsonaro? Mas exatas mesmas condições jurídicas de hoje. A chantagem do Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não deu certo. A chantagem do Flávio Bolsonaro também não dará. O call é esse do desenho animado.

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Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.

Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.

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Jair, exatamente 6 meses atrás. 45 dias antes de ser preso. De repente, a saúde toda piorou. Ah, vá!

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Lula e as pesquisas…

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Ei, Lula : já tem slide novo na palestra, falando dos seus amigos.

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Isso é real?

Isso é real?

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Eleição é um jogo de narrativa. Imagine como estaria o WhatsApp do Lula neste exato momento, diante dessa notícia. Isso, claro, se Lula usasse WhatsApp. Tudo o que Lula precisa é de uma pauta. E pode ser que tenha acabado de conseguir uma.

Eleição é um jogo de narrativa. Imagine como estaria o WhatsApp do Lula neste exato momento, diante dessa notícia. Isso, claro, se Lula usasse WhatsApp. Tudo o que Lula precisa é de uma pauta. E pode ser que tenha acabado de conseguir uma.

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A eleição de todos os candidatos é em 4 de outubro de 2026. Data do primeiro turno das eleições gerais no Brasil. A do Lula, na prática, é 15 de agosto de 2026. Prazo final para registro oficial das candidaturas. Ele tem até lá para usar todas as suas cartas na tentativa de reduzir uma rejeição que hoje é proibitiva. Caso não consiga, Lula entraria em uma campanha eleitoral com mais chances de perder do que de ganhar? Eu duvido. Então, todos verão Lula no seu esforço máximo durante a pré campanha. O timing dele é diferente do restante dos candidatos. Todas as cartas possíveis, no menor tempo possível. Se não resolver, aí vocês já sabem.

A eleição de todos os candidatos é em 4 de outubro de 2026. Data do primeiro turno das eleições gerais no Brasil. A do Lula, na prática, é 15 de agosto de 2026. Prazo final para registro oficial das candidaturas. Ele tem até lá para usar todas as suas cartas na tentativa de reduzir uma rejeição que hoje é proibitiva. Caso não consiga, Lula entraria em uma campanha eleitoral com mais chances de perder do que de ganhar? Eu duvido. Então, todos verão Lula no seu esforço máximo durante a pré campanha. O timing dele é diferente do restante dos candidatos. Todas as cartas possíveis, no menor tempo possível. Se não resolver, aí vocês já sabem.

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Como motivar: Michelle Nikolas Tarcísio Centrão Kassab Com uma atitude só. Esta. Veja, todos esses tem ambições. É um equilíbrio no jogo. Isto é uma bala de prata. Ainda mais se ele conseguir aprovar neste ano, via PEC. Não pode ser promessa, tem que ser atitude. Tem que ter garantias. Foi, até hoje, a estratégia mais forte para conquistar aliados e, principalmente, o eleitor do meio. Parabéns, Flávio Bolsonaro. Vindo de um crítico, um elogio costuma ser mais sincero.

Como motivar: Michelle Nikolas Tarcísio Centrão Kassab Com uma atitude só. Esta. Veja, todos esses tem ambições. É um equilíbrio no jogo. Isto é uma bala de prata. Ainda mais se ele conseguir aprovar neste ano, via PEC. Não pode ser promessa, tem que ser atitude. Tem que ter garantias. Foi, até hoje, a estratégia mais forte para conquistar aliados e, principalmente, o eleitor do meio. Parabéns, Flávio Bolsonaro. Vindo de um crítico, um elogio costuma ser mais sincero.

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Quanto mais Gilmar fala, mais ajuda Romeu Zema Cada reação reforça a pauta. Cada ameaça, aumenta o palanque. Cada excesso, entrega ao ex governador exatamente o conflito que ele quer explorar: "o cidadão comum contra o intocável".

Quanto mais Gilmar fala, mais ajuda Romeu Zema Cada reação reforça a pauta. Cada ameaça, aumenta o palanque. Cada excesso, entrega ao ex governador exatamente o conflito que ele quer explorar: "o cidadão comum contra o intocável".

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Não sabe se bate ou não bate no Flávio. Se é agora ou depois. Se Haddad sai em SP ou no Brasil. Se Lula sai ou não sai. Se combina ou não combina com Trump. Se vai na posse do Kast ou não vai. Se coloca ou não Alckmin de vice. Para onde manda a Tebet e a Marina Silva. Se coloca a escala 6x1. Como coloca. Quando coloca. Se defende ou não o Lulinha. Se ajuda o STF ou finge de bobo no caso Master. Tem um partido que nem sabe por que o Lula está tão fraco. Por que o avião está caindo. Imagina então saber pilotar a recuperação. Nada. Não faz a menor ideia do que fazer. Mas sabe gritar. Sabe tentar apertar qualquer botão. Sem nenhuma solução. Essa analogia não é minha. É famosa no mercado.

Não sabe se bate ou não bate no Flávio. Se é agora ou depois. Se Haddad sai em SP ou no Brasil. Se Lula sai ou não sai. Se combina ou não combina com Trump. Se vai na posse do Kast ou não vai. Se coloca ou não Alckmin de vice. Para onde manda a Tebet e a Marina Silva. Se coloca a escala 6x1. Como coloca. Quando coloca. Se defende ou não o Lulinha. Se ajuda o STF ou finge de bobo no caso Master. Tem um partido que nem sabe por que o Lula está tão fraco. Por que o avião está caindo. Imagina então saber pilotar a recuperação. Nada. Não faz a menor ideia do que fazer. Mas sabe gritar. Sabe tentar apertar qualquer botão. Sem nenhuma solução. Essa analogia não é minha. É famosa no mercado.

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Para né… 😂

Para né… 😂

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Quando me refiro aos adultos que estão tentando resolver. Parabéns Margareth Buzetti

Quando me refiro aos adultos que estão tentando resolver. Parabéns Margareth Buzetti

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RobertoReis's profile picture

Se Tarcísio Gomes de Freitas não disputar 2026, não disputará 2030. Aliás, não disputará nunca mais. O clã bolsonarista quer perder 2026 e manter a chama acesa. Para o bolsonarismo “ter razão”, para serem necessários, o Brasil precisa “dar errado” antes. Se o Brasil dar certo, não há por que existir bolsonarismo e petismo. (é a mesma coisa tá, lados opostos da mesma moeda). A família Bolsonaro quer um Lula 4 porque sabe que será pior que um Dilma 2. Por isso atrapalha coalizões mais amplas, que teriam enormes chances de vitória contra Lula. Flávio QUER LULA 4. “Nós tínhamos razão. Foi necessário queimar a floresta para mostrar ao povo brasileiro. Veja a situação que nosso país se encontra.” Até lá? Brasil em crise financeira. Instituições se degladiando. Teremos saudades da crise da Dilma. Um excelente posicionamento para quem quer, deseja e VIVE do caos. - Perder e culpar a urna. - Ter maioria no Senado contra o próximo governo e contra o STF. - Voltar a disputar 2030 com um cenário absurdamente favorável. E você empresário, trabalhador, pai de família? Se não sobreviver, terá sido um efeito colateral aceitável por eles. Lembre-se. Eles já disseram isso diversas vezes. Assista aos 2 vídeos aí. A FARIA LIMA, de forma pragmática precisará avisar seus clientes para o caos que virá com a derrota do Flávio para o Lula. O Brasil estará refém do bolsonarismo. Mas ainda pode se livrar. Deve se livrar. Não se jogará no buraco.

Roberto Reis

89,592 görüntüleme • 8 ay önce

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O sistema não vai aceitar uma bagunça institucional em 2026. Um Flávio vs Lula seria reprise de 2022, com a mesma tensão, o mesmo desgaste e o mesmo risco. Flávio é um risco. Ele perderia e questionaria o sistema eleitoral novamente. Todos sabem disso. E tem mais: os filhos do Bolsonaro já deixaram claro, em público, que querem o pai livre na marra. Isso sozinho já acende todas as luzes vermelhas do sistema. Flávio não vence Lula em 2026 por um motivo simples: rejeição absurda. - A família quer sequestrar o Brasil: golpe de estado, tarifaço, plano para matar um presidente, rompimento da tornozeleira, fuga para os EUA, sequestro emocional. O pai em primeiro, segundo e terceiro lugar. No primeiro turno Flávio trava candidatos competitivos de chegada, no segundo ele apanha feio do Lula. Se insistir, será triturado. É análise. Todo meio politico sabe disso. Quem aposta em disrupção são os extremos: PETISTAS E BOLSONARISTAS. Por preservação, para adiar sua sobrevivência. Só que o país está indo na direção oposta. 2026 tende a ser sem Lula e sem Bolsonaro. Entenda o que isso significa. Vou liberar cerca de 15% da minha palestra (20 minutos de duas horas) para você enxergar o que está em jogo. Não é só eleição. É governabilidade. É pagar a conta pública. É não jogar o Brasil no buraco. É pacificação. É o fim da chantagem emocional permanente que ameaça o Brasil desde 2014 (Dilma x Aécio). O sistema vai se organizar, seja no primeiro, seja no segundo turno. Bolsonaro sabe disso. Lula sabe disso. E é por isso que, neste momento, os dois se ajudam no BALÃO DE ENSAIO FLÁVIO: A ÚNICA CHANCE DE SOBREVIDA DO PT. FLÁVIO mantém a polarização viva, empurra o ruído para frente e compra tempo do Bolsonarismo que quer jogar o Brasil em caos institucional. Mas esse projeto tende a morrer no curto ou médio prazo. Centrão, STF e Empresariado vão se unir pelo bem do Brasil. O Brasil não aguenta mais. E quem paga a conta cara já decidiu. O cenário é de convergência para a centro direita, no primeiro e no segundo turno. Observem os próximos meses.

Roberto Reis

82,342 görüntüleme • 8 ay önce

RobertoReis's profile picture

O plano do PT era rachar o centrão. O instrumento utilizado seria Flávio Bolsonaro. Ok, conseguiram. O que eles não esperavam era uma coisa: esse crescimento agora. Qual é o problema para os petistas diante disso: "SIM, rachamos o centrão. Mas o centrão não foi para o lado do Lula automaticamente. Deve esperar e se posicionar em cima do muro. Lula está mais fraco do que parecia e tem pouco tempo para melhorar até 4 de Abril. O dia D e a Hora H da definição". O centrão neste momento: “Se matem e nós pegaremos as sobras.” Este é o pensamento de Ciro Nogueira , Baleia Rossi e Marcos Pereira Olha o pepino que o PT não esperava: Se Lula for candidato só com coligações DE PARTIDOS DE ESQUERDA (PT, PCdoB, Psol, Rede, PSB e PDT), terá SÓ 29% do TEMPO DE TV. É pouco para quem é a SITUAÇÃO. É pouco para reeleição. Não é garantia de competitividade. O que isso quer dizer? Você, leitor, quer uma referência sobre reeleição? O tempo de TV de Ricardo Nunes para a prefeitura de SP em 2024 foi de 65%. Mais que o dobro do citado acima. Coligação construida por Michel Temer , Gilberto Kassab e Tarcísio Gomes de Freitas . Agora em 2026 o PL, sozinho, sem contar com nenhuma ajuda, nenhum outro partido por enquanto, já tem 24%. Ou seja, quase empata com o Lula com 6 partidos. Com o centrão em cima do muro? o UP, PSD e MDB somam 44%. Eles são o pêndulo! Ou seja: TODA A ESQUERDA: 29% SÓ O PL: 24% CENTRO EM CIMA DO MURO: 44% E agora, Lula? Você queria tantooo o Flávio. Taí. Chegou até a falar: “não desista, Flávio". O centrão viu que Flávio não é forte como Tarcísio, mas viu também que Lula é mais fraco que parecia. Dividir é fácil. Aglutinar é outra história. Talvez só no segundo turno. Mas tem um probleminha para o PT no II TURNO. todos os outros candidatos são de DIREITA. Inevitavelmente estarão contra o Lula. Adivinha o que ocorre neste caso? DISCLAIMER para quem não entendeu essa mecânica: Quando você coloca muitos candidatos no mesmo primeiro turno, a disputa passa a ter duas camadas. A primeira é o voto. A segunda é a estrutura. É o jogo que o Centrão gosta. Que, quem quer que ganhe, dependerá dele. Estrutura, aqui, significa tempo de TV e dinheiro de campanha. Isso não nasce do candidato A ou B, direita ou esquerda. Nasce do tamanho do partido e das coligações, porque o tempo do horário eleitoral e a fatia do fundo são distribuídos conforme a representação que cada legenda tem no Congresso. E nisso, o Centrão domina. Entra a cláusula de barreira: partidos que não atingiram o patamar mínimo na eleição anterior ficam sem tempo de TV e sem acesso aos fundos públicos. Na prática, esses candidatos viram figurantes. (PSB, Rede, Psol, PCdoB, PDT, esses partidos estão tipo, na zona de rebaixamento eleitoral. São justamente e só eles, os aliados atuais e fieis do Lula). Podem até aparecer em debate, mas não conseguem sustentar uma poderosa máquina nacional. Nesse ambiente, o centrão vira o pêndulo. Se ele percebe que um lado não está forte o bastante para impor um acordo e o outro lado também não assusta, ele adia a decisão ao máximo. Fica em cima do muro, deixa os dois polos se desgastarem no primeiro turno e negocia no segundo, quando todo mundo precisa aglutinar. A fragmentação é o mecanismo que permite isso. Mas os produtos finais da eleição de 2026 (os candidatos) são de DIREITA, pois estamos num ciclo estrutural assim. Ficará fácil para o centrão decidir que lado ir. O PT terá que refazer seus planos. Flávio foi ideia deles, mas colocaram fermento demais nesse bolo.

Roberto Reis

59,788 görüntüleme • 6 ay önce