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Sofia Afonso Ferreira

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Dedico esta salada grande aos bonecos nazis que involuntariamente estão a promover uma corrida aos bilhetes para o Seinfeld em Portugal.

Dedico esta salada grande aos bonecos nazis que involuntariamente estão a promover uma corrida aos bilhetes para o Seinfeld em Portugal.

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Depois das violações, mulher atacada ontem à catanada no Martim Moniz. Não os encostem à parede que não é preciso.

Depois das violações, mulher atacada ontem à catanada no Martim Moniz. Não os encostem à parede que não é preciso.

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O novo normal - assalto a ourivesaria no Vasco da Gama.

O novo normal - assalto a ourivesaria no Vasco da Gama.

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No mesmo dia do sismo na Venezuela, um sismo de magnitude entre 6,9 e 7,2 abalou a costa nordeste do Japão, ao largo da província de Iwate. O tremor, sentido com intensidade elevada no norte do país, não gerou alerta de tsunami, mas provocou alguns ferimentos ligeiros, danos em estruturas e interrupções temporárias nos comboios Shinkansen e autoestradas. As normas de construção japonesas ajudaram a limitar os estragos. Ontem, registou-se outro sismo mais moderado, de magnitude 5,6, centrado na região de Yamanashi, a oeste de Tóquio. Este abalo foi sentido na área metropolitana da capital, com intensidade até 6 inferior, causando seis feridos ligeiros, pequenos danos em edifícios e pelo menos um deslizamento de terra, sem risco de tsunami. Atualmente, as autoridades japonesas emitiram ordens de evacuação para cerca de um milhão de pessoas devido à aproximação de duas tempestades tropicais — Mekkhala e Higos — combinadas com chuvas intensas da frente sazonal. O risco de inundações e deslizamentos de terra é elevado, especialmente no oeste e sudoeste do país, com cancelamentos de mais de 200 voos, suspensões de comboios e alertas elevados para os próximos dias. Todos este eventos numa só semana e, até agora, não há registo de vítimas mortais. Temos muito a aprender com o Japão. E se fosse em Portugal?

No mesmo dia do sismo na Venezuela, um sismo de magnitude entre 6,9 e 7,2 abalou a costa nordeste do Japão, ao largo da província de Iwate. O tremor, sentido com intensidade elevada no norte do país, não gerou alerta de tsunami, mas provocou alguns ferimentos ligeiros, danos em estruturas e interrupções temporárias nos comboios Shinkansen e autoestradas. As normas de construção japonesas ajudaram a limitar os estragos. Ontem, registou-se outro sismo mais moderado, de magnitude 5,6, centrado na região de Yamanashi, a oeste de Tóquio. Este abalo foi sentido na área metropolitana da capital, com intensidade até 6 inferior, causando seis feridos ligeiros, pequenos danos em edifícios e pelo menos um deslizamento de terra, sem risco de tsunami. Atualmente, as autoridades japonesas emitiram ordens de evacuação para cerca de um milhão de pessoas devido à aproximação de duas tempestades tropicais — Mekkhala e Higos — combinadas com chuvas intensas da frente sazonal. O risco de inundações e deslizamentos de terra é elevado, especialmente no oeste e sudoeste do país, com cancelamentos de mais de 200 voos, suspensões de comboios e alertas elevados para os próximos dias. Todos este eventos numa só semana e, até agora, não há registo de vítimas mortais. Temos muito a aprender com o Japão. E se fosse em Portugal?

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Tal como há um século, eis os novos nazis.

Tal como há um século, eis os novos nazis.

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O metro de Gaza Isto é o que a imprensa não vos explica sobre polémica ida da comitiva portuguesa ao túnel do Hamas em Gaza. O Hamas chegou ao poder após vencer as eleições legislativas em Janeiro de 2006. Em Junho de 2007, num golpe violento, tomou o controlo total da Faixa de Gaza à força, expulsando a Autoridade Palestiniana (Fatah). Nos confrontos entre as duas facções de 2006-2007 morreram mais de 600 palestinianos, só na ofensiva final de Junho as estimativas apontam para cerca de 160 mortos, a maioria da Autoridade Palestiniana e Fatah, com execuções sumárias e actos de brutalidade documentados. Ao longo das décadas seguintes, o Hamas recebeu centenas de milhões de dólares anuais, sobretudo do Irão (estimativas de 70 a 100 milhões por ano) e do Qatar (centenas de milhões no total, incluindo transferências mensais de dezenas de milhões, muitas vezes em dinheiro vivo). A ajuda do ocidente — União Europeia e Estados-membros (centenas de milhões de euros por ano aos palestinianos via UNRWA e outros canais), EUA e outros — destinada a Gaza, foi em grande parte desviada ou taxada pelo Hamas para fins militares, incluindo a construção dos túneis (há alegações de mais de mil milhões desviados só da UNRWA). A rede de túneis — o chamado ‘metro de Gaza’ — atingiu os 800 km, com milhares de acessos, sob um território de apenas de 365 km². Foi construída ao longo de 15 anos com recursos prioritários, betão e ferro, para ataques, armazenamento de armas, movimento de terroristas e retenção de reféns. O número de reféns israelitas retidos pelo Hamas nos túneis fala por si — no ataque de 7 de Outubro, cerca de 251 pessoas foram raptadas e levadas para Gaza, a maior parte permaneceu nos túneis. Gilad Shalit, soldado israelita, foi libertado em 2011 após cinco anos em cativeiro nos túneis. Os túneis também albergaram vários corpos de soldados israelitas mortos desde 2014-2015 que foram finalmente resgatados. O túnel visitado pela comitiva situa-se debaixo de casas de comandantes do Hamas e é bastante sofisticado com sistema de reserva de água, luz, casas de banho com chuveiros e quartos. A par dos túneis, na Faixa de Gaza a doutrinação e propaganda começa com livros como os mostrados na filmagem que se encontram por todo o território. Estes túneis não são infraestruturas civis — são a espinha dorsal de um projeto de terror financiado com recursos que deveriam servir os palestinianos em Gaza mas acabam usados a salvar terroristas e a reter reféns enquanto a população à superfície paga o preço da guerra. ______________________ Video de Paulo Viegas.

Sofia Afonso Ferreira

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Bom dia! ☕️
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Bom dia! ☕️

Sofia Afonso Ferreira

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