Cabe mais???

Alex Gargalhada
14,397 views • 1 year ago
Bora que cabe mais no rabo do Realzinho

Sincerão
52,610 views • 1 year ago
Eu acho é pouco,eu acho que cabe mais ,bora... BOPE Rio de Janeiro / BOPE / Penha / Comando Vermelho / CV e PCC / Polícia / Operaçãoshow more

Adrian Pinho
235,553 views • 8 months ago
- Jiri Prochazka pediu uma terceira luta com Alex... Poatan - A cena corta para Poatan. Ele se concentra, olha firme e solta um singelo “CHAMA!” CINEMA! Cabe mais uma? 👀🎥show more

Igor Ribeiro
494,470 views • 1 year ago
Vitor Sergio Rodrigues VSR Absurdo não foi ter expulsado... antes aqui Aqui cabe quantos jogos de suspensão então, agora que tá tendo revisão? Uns 3 pelo menos né Estudiantes prejudicado. Era pra jogar com 1 a mais muito tempo antes. Talvez até empatasse (com 1 a mais fez gol rapidinho)show more

ANDRÉ ALFIERI
13,812 views • 10 months ago
Juliano segue opinando sobre brother 💬: ''Não cabe a... nós mais. Eu acho que ele tá querendo ser o excluído da casa (...) Não gosto disso. Ele já estava fazendo cara de coitado lá na sala.'' #RedeBBB #BBB26 #festashow more

Big Brother Brasil
30,256 views • 6 months ago
• Jogo interno impecável • Top no ranking de... maiores premiações da história sem nem ao menos precisar chegar ao top5 • Um fandom sólido e próprio • Liderança nas provas mais importantes • Carisma e memes icônicos Ela já entrou pra história, e só cabe a vocês assumirem 💋💙show more

lampz sagr 💋
13,112 views • 3 months ago
É assim explodindo de orgulho e sem falsa modéstia... alguma que compartilho com os colegas que fui escolhido profissional do ano pela ARFOC-SP, a maior e mais importante associação de Fotojornalistas do país. Tô numa felicidade que não cabe em mim, e olha que sou grande. Brigadoshow more

Yan Boechat
220,693 views • 3 years ago
✨ Hoje é o seu dia! ✨ 🔥 Mais... de 2.000 conteúdos exclusivos por apenas R$ 10,00. 🔥 Se você gosta de novidades e quer acesso a muito conteúdo por um valor que cabe no bolso, essa é a sua chance. 💋 Inscreva-se agora e venha descobrir tudo o que preparei para você.show more

Victoria Matosa
93,987 views • 17 days ago
Tarcísio rebate declaração de Haddad após tarifaço de Trump... ao Brasil: "Primeiro, acho que ele tem de cuidar da economia. Se ele [Haddad] cuidasse da economia, estaria indo bem. O Brasil não está indo bem. A gente tem um problema fiscal aí relevante, então acho que cabe a ele falar menos e trabalhar mais", disse em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (10). #Estúdioi ➡ Assista à GloboNews ao vivo:show more

GloboNews
97,776 views • 1 year ago
Texto segue para comissão especial - A Comissão de... Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados deu aval nesta quarta-feira (10) a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto é de autoria do então deputado Gonzaga Patriota (PSB- PE) e voltou à pauta após pedido de vista — mais tempo para analisar o projeto — dos deputados. A proposta foi aprovada por 44 votos favoráveis e 18 contrários. A PEC foi o único item da pauta da reunião desta quarta. Com a aprovação do parecer favorável à tramitação do texto, agora cabe ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criar uma comissão especial para debater o conteúdo da proposta. ➡️Só depois o texto vai ao plenário, onde precisará do apoio de, no mínimo, 308 deputados em dois turnos de votação. Veja mais no #g1. #maioridadepenal #política #g1políticashow more

g1
15,307 views • 1 month ago
Há um tipo de mulher que incomoda. Não porque... grite, mas porque pensa. Mulheres como Ana Paula não pedem licença para existir. São lúcidas no jogo, estratégicas na fala, afiadas na ironia. Observam, analisam, articulam. Não dizem “amém” por conveniência. Dizem o que pensam, inclusive no palco mais improvável. E sustentam. E isso, convenhamos, desestabiliza muita gente. Há quem prefira mulheres dóceis, previsíveis, que sorriem e concordam. Mas Ana Paula debate. Questiona. Provoca. Não abaixa a cabeça para homem nenhum, nem para plateias ansiosas pelo silêncio feminino. Mulher inteligente assusta porque não cabe em moldura. Mulher potente não aceita roteiro pronto. O incômodo não é sobre ela. É sobre o espelho que ela oferece. O mundo está mudando, e ele tem o ritmo das mulheres que pensam, falam, decidem e não se encolhem para caber no mundo de ninguém. Gostando ou não. Aceitar é mais leve do que resistir. 😉 hahaha #bbb266 #AnaPaulaRenault #MercadoLivreNoBBB #NIVEAnoBBBshow more

Tania Sanches
67,442 views • 4 months ago
RESPEITO SE ENSINA DESDE CEDO. Uma criança aparece no... vídeo agarrando um galo, tratando o animal como brinquedo. O que acontece depois é simples e natural: o galo reage, assusta e arranha. Não por maldade, mas por instinto. Esse vídeo não é sobre punição. É sobre aprendizado. Animais sentem medo, dor e estresse. Quando uma criança não aprende desde cedo a respeitar a vida, a natureza acaba dando essa lição do jeito dela. E nem sempre é da forma mais gentil. Cabe aos pais ensinar limites, empatia e respeito pelos animais e pela natureza. Isso protege os animais e, principalmente, protege as próprias crianças. Educar é sempre melhor do que remediar. E você, como ensina as crianças ao seu redor a respeitarem os animais?show more

Delegado Matheus Laiola
204,887 views • 7 months ago
No meio da floresta amazônica, os indígenas encontraram uma... formação rochosa que impressiona pela semelhança com a silhueta de uma mulher indígena grávida. Cercada por flores, folhas e pequenas oferendas, a imagem desperta a lembrança da força feminina que gera e protege, evocando a Mãe Natureza em sua forma mais sagrada: a mulher que dá à luz não apenas filhos, mas todo o equilíbrio da floresta. Na Amazônia e em outras regiões do mundo, formações como essas são vistas como sinais deixados pela própria Mãe Natureza. Elas carregam mensagens profundas sobre espiritualidade, conexão com os ancestrais e respeito ao sagrado. Para muitos povos indígenas, cada pedra, cada árvore e cada rio guarda um espírito e cabe a nós escutar o que eles têm a nos dizer. 🌺 O ventre da mulher grávida nessa rocha não é apenas um acaso da natureza: ele simboliza a fertilidade, a continuidade da vida.show more

Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸
295,422 views • 9 months ago
Dudu não está acostumado a flertar — acho que... poucas vezes fez isso na vida e nunca viveu uma situação 24h por dia com alguém que desperta seu interesse. Sentindo-se inadequado para a relação, ele reprime o que sente e o que diz. Quando fala, sai de forma atabalhoada e excessivamente incisiva. Por quê? Porque assim camufla o interesse real atrás de brincadeiras sexuais sem noção. Sassá, claro, freia essas investidas, o que o faz se sentir rejeitado. Ele responde com mais piadas, mas com um fundo de verdade. Falta maturidade e coragem para calibrar as abordagens ou abrir o jogo sobre seus sentimentos. Se fizer isso e a loirinha recuar, perde para sempre esse joguinho de implicância e sedução de casal mal resolvido. Cabe a ele decidir o que quer. É uma dinâmica rica, cheia de nuances — perfeita para quem ama analisar relações humanas. #AFazenda #AFazenda17show more

Bruno
83,377 views • 9 months ago
Foi um longo caminho, mas ela conseguiu 😭🙏🙌 Essa... brasileirinha chegou aqui com 11 anos de idade, sem inglês nenhum, mas entendeu rápido o sistema americano da meritocracia. Usou o sistema a seu favor, teve inúmeras oportunidades, ganhou bolsas de estudos e vários prêmios em tudo o que fez. Se formou primeiro em Biochemistry and Molecular Biology, 4 anos e meio, foi a campo trabalhar em clínicas veterinárias para poder conseguir as horas necessárias para medicina veterinária (foram mais 2 anos) e depois pode concorrer para a vaga de medicina veterinária na UGA. Na época esse era o diálogo: Eu perguntava: É Difícil? Ela respondia: Muito, praticamente impossível. Ela tinha ouvido de vários chefes que ela deveria ter um plano B pois VET na UGA era muito difícil, eles não conheciam ninguém que tinha conseguido. E ela respondia para eles que só tinha o plano A. Cada vez que ela me dizia que não iria conseguir pq era mais difícil entrar p VET da UGA do que entrar para Harvard, eu perguntava..É impossível mesmo? Ela me respondia: É ! E eu falava : Ótimo ! O meu Deus adora o impossível… Ela se lembrou disso hoje! 👀🙏… A conquista é dela mas a vitória é de nós duas! Doctor Maria Vitória … Orgulho que não cabe no peito 🫶🏻!show more

🇧🇷Claudia Aker🇧🇷🇺🇸2️⃣2️⃣
21,961 views • 1 year ago
O Santos que não abre o olho nao, pra... ver… Ontem o Vitoria ganhou do Mirassol e empurrou o Inter pra zona de rebaixamento. O Santos voltou a ser o porteiro. E porque eu disse que tem que abrir o olho? Porque o Santos tem exatamente a mesma quantidade de pontos e de vitórias que o Inter. Os próximos critérios de desempate são o SG e depois gols feitos. O Santos tem sg de -11 e o Inter -12. O Santos tem 50 gols feitos e o Inter 53! Ou seja, se na próxima rodada os dois fizerem a mesma quantidade de gols mas o Santos tomar um gol a mais, volta pra zona! Eu sei que exigir criterio de arbitragem parece pedir muito, mas principalmente nessa reta final de campeonato o Santos tem sim que pressionar a cbf! O penalti de ontem dado para o Vitoria fui “menos” penalti que o Guilherme sofreu e não foi dado. Com aquele gol seria uma diferença de 2 para o sg de inter! Foram 3 vezes que o VAR falou com o arbitro de campo! No do guilherme, na mão de Neymar Jr (esse é interpretativo- às vezes dão , às vezes não!) e o do Barreal que estava impedido pelo Zé Rafael. Dos 3, um foi claríssimo! Nessa reta final cada detalhe conta, então principalmente presidente Marcelo Teixeira e Alexandre Mattos têm que controlar isso na unha! A parte tecnica, tatica e afins a gente fala mto e isso é com o Vojvoda e sua comissão. Mas essa outra parte cabe aos dirigentes zelarem para que o Santos não seja prejudicado. (Ou minimamente prejudicado já que a arbitragem é horrorosa!)show more

Carol Bernardi
225,563 views • 7 months ago
Eduardo Bolsonaro nasceu sob holofote e coturno. Cresceu num... ambiente onde a aprovação do pai valia mais que seu boletim, diploma ou realidade. Essa é a verdade. Não era sobre aprender, como qualquer criança. Era sobre agradar o pai. Dentro de casa, a régua era simples: quem fala alto manda; quem quer carinho obedece. Eduardo aprendeu cedo essa fórmula de sobrevivência emocional: sempre caçou elogio, como quem caça o ar. E quando o elogio não vem de casa, ele busca fora. Ele tem uma dependência emocional fortíssima por aprovação. Avança para a vida pública. Deputado por São Paulo, voto de avalanche, recorde, peito estufado. Sua melhor fase. E o resto você conhece: cada microfone virava uma armadilha que ele mesmo armava. Sempre, sempre na busca de aprovação. Propõe o que não cabe na Constituição, promete o que o governo nunca poderia fazer, canta vitória antes da batalha no youtube e serve munição para a imprensa com o zelo de um garçom atencioso. São cortes de vídeos (soldado e um cabo), fotos o pai conversando com ele ao telefone. O pai, para evitar incêndio, sempre tentou apagar o filho em público. Foi assim mais de uma vez. Quando não desautorizava, esfriava pelo menos. O entorno do Jair não me deixa mentir. E quando Messias não o esfriava, manda calar mesmo, era o jeito! É o “garoto” tratado como “garoto” mesmo já adulto, ao vivo e em rede nacional. Mas há um problema nisso. Isso humilha. Isso marca. Isso cria buraco enorme no Eduardo. Vem a fase do deslumbramento diplomático. O sonho de Washington. O quase embaixador. A ideia nasce mimada e morre ridicularizada. O Senado mexe a sobrancelha, o corpo diplomático enruga a testa, o país inteiro percebe o óbvio: faltava lastro, sobrava sobrenome. Recuo com gosto de derrota e uma culpa injusta direcionada ao pai. O carimbo de nepotismo cola e não sai com água e sabão, mas deixa uma cicatriz enorme. Mais um lembrete de que, sem o pai segurando na mão, o mundo é hostil para o Eduardo. Depois, a síndrome do porrete. A fala do AI-5, aquela bravata que uniu contra ele quem nunca concorda em nada. Porta fechada, dedo em riste, nota de repúdio de todo lado. E de novo o roteiro doméstico: o pai manda esquecer, o filho recua, pede desculpa atravessada, tenta recontar a frase como se fosse mal entendida. Não foi. O país entendeu. E guardou de novo. Em seguida, a geopolítica de meme. Cutuca a China em plena pandemia, arruma confusão com quem vende o remédio, assusta até aliado militar. Apaga postagem, finge que não foi nada, paga o preço em silêncio. O jogo institucional vai seguindo, e Eduardo vai perdendo dentro de casa: perde espaço, perde confiança, perde paciência e em certa forma, o direito de falar em nome do pai. Vira o que sempre foi e não aceitava ser: UM RUÍDO CARO. Chega o pós derrota presidencial. O movimento radical precisa de voz de novo, Eduardo quer ser a voz por iniciativa própria. O país vira campo minado, as instituições reagem, o filho radicaliza mais. No meio do caos, a família trinca. Vazamentos expõem o teatro íntimo: o pai chama de imaturo, vagão, o filho explode, xinga, ameaça tudo, todos, aliados. O pai não consegue mais ensinar lição. É o drama doméstico no palco do Jornal Nacional. Quem olha de fora enxerga um menino pedindo atenção, com granada na mão. E aí vem o pior capítulo americano. Licença do mandato, malas prontas, fuga para o conforto ideológico da Flórida. Missão autoproclamada: salvar o pai atacando o Brasil. Procura republicano, procura foto, procura manchete, mas na verdade, procura o de sempre: APROVAÇÃO. Tenta importar sanção, tenta humilhar ministro, tenta forçar país estrangeiro a torcer o nosso braço. Um deputado eleito trabalhando contra seu próprio país. Vejam que coisa surpreendente, ninguém aprova isso aqui dentro. É a prova química de que a carência virou projeto. “Se o Brasil não me aplaude, que me aplaudam lá fora”. Se a família me corta, eu arranjo outra. E A OUTRA FAMÍLIA SE CHAMA PAULO FIGUEIREDO. Entra em cena o gordinho baixinho. O único que nunca diz não para o Eduardo. O único que chama de gênio quando o mundo ri. O único que dá palco, roteiro e claque. O amiguinho imaginário que elogia a cada novo vídeo no Youtube. Assistam “Paulo Figueiredo Show e me digam se estou mentindo”. Enquanto a família critica, Paulo elogia. Enquanto a imprensa bate, Paulo afaga. Enquanto os aliados pedem prudência, Paulo sopra “vai, está brilhando meu príncipe”. É o primeiro a transformar fiasco em estratégia, derrota em astúcia, isolamento em martírio. Eduardo, faminto de validação, encontra enfim um banquete. E se senta aliviado. Daqui para frente, tudo fica transparente até para cego. Palavras do partido, de amigos, da opinião pública e da própria família. Eduardo não decide seu drama, reproduz Paulo e suas ideias de neto de Ditador. Não lidera, ecoa. Não manda, obedece. O léxico, a tática, a pauta, o tom, a birra, a ameaça ensaiada, tudo vem de uma usina só. O deputado vira um legítimo avatar de Paulo Figueiredo e todo mundo percebe. A esposa percebe, o Jair percebe. Mas ambos estão "presos" e com opinião isolada, cada um a sua maneira. Paulo escreve. Eduardo assina. A dupla atravessa a fronteira do aceitável com alegria de debutantes. O elogio funciona como anestesia e como vício do Eduardo. É nítido como Figueiredo age como dopamina política do Dudu. Cada aplauso de Paulo desliga o superego e acelera o id. Quando o pai chama de imaturo, dói. Quando Paulo chama de herói, sara instantaneamente. Você quer as razões profundas? Elas não são tão misteriosas. Psicologia básica: quem apanha de quem ama corre desesperadamente para quem afaga. Dependência de reforço positivo. Criança não guardada vira adulto carente. Some a isso isolamento social, perda de prestígio, investigações, e um entorno que só entrega bronca. O cérebro busca alívio. Alguém oferece elogio industrial em cápsulas diárias no Youtube e nas Redes Sociais. Pronto. Cadeado fechado. A chave fica com quem faz carinho. Sociologia elementar: quando a tribo expulsa, o exilado gruda no primeiro pajé que promete retorno em glória. Paulo vende glória, mesmo que o Eduardo saiba que é ilusória, ele se alivia nisso. Vende missão, vende redenção, vende palco em inglês e selfie com figurão na Casa Branca. É um vício incontrolável. O pacote vem com narrativa para engolir qualquer absurdo: se der certo, foram estratégicos; se der errado, foram perseguidos e injustiçados. Não tem derrota, tem prova de fidelidade entre ambos. É música para ouvidos carentes. E há a mecânica do poder, sempre impiedosa. O pai envelhece, o espaço rareia, os caciques querem ordem, a base quer pragmatismo. O príncipe precisa de reino e... não tem. Paulo oferece um “reino” paralelo, mesmo que virtual, feito de estúdio, recortes de vídeo e promessas do norte. O custo é simples: obediência. E Eduardo paga com prazer. O resultado prático é grotesco e óbvio: um parlamentar brasileiro fazendo lobby contra o próprio país enquanto se vende como guardião da pátria. Mas o mandato vai acabar, a elegibilidade e o dinheiro também. O retrato é este. Sem filtro: o fim chegará e nem Figueiredo, com toda a sua astúcia, conseguirá disfarçar. Veja bem, todos já perceberam. Até quem finge que não viu (como o Valdemar da Costa Neto, o Tarcísio, os outros governadores que buscam apoio de Bolsonaro, o Flavio e o próprio Jair: Eduardo não manda em nada nessa empreitada). PAULO SIM, faz o que quer. Quem opera tudo é o Paulo. O filho virou um instrumento porque precisava de dono. O elogio foi o laço, a carência foi o nó. Quando alguém perguntar por que ele obedece tanto, a resposta é indecente de tão simples: porque ali, pela primeira vez, ele é amado. De verdade ou por conveniência, ali ele encontrou o amor que sempre buscou. E por isso entrega tudo. Família, país, reputação, futuro. Entrega rindo, delirando. A tragédia é íntima, mas a farsa é pública. Só há uma maneira de Eduardo se libertar dessa prisão que não é jurídica: Olhar de novo com total prioridade para a Esposa e os filhos. Eles amam Eduardo de verdade. Dá tempo de consertar? Não sei. Mas essa é a ÚNICA direção possível. Só um amor genuíno sobrepõe um amor de interesses. Paulo é um sequestrador psicológico que entendeu bem a fraqueza do Eduardo. Se libertar de Figueiredo é um bom começo. Buscar aprovação em quem lhe oferece de graça, genuinamente, sem pedir nada em troca. O Brasil assistirá mais alguns capítulos sobre isso. Será que teremos alguma reviravolta? Vejamos.show more

Roberto Reis
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