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🇺🇸A prisão de Bolsonaro é vista no Ocidente como vigor democrático do Brasil, e não como um regime de "ditadura judicial" que persegue adversários políticos, como tenta vender a extrema direita brasileira. São os Estados Unidos que estão sendo vistos, em espaços tradicionalmente liberais, como o Financial Times, como...

177,401 views • 9 months ago •via X (Twitter)

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O escritor e analista político americano Nima Yamini, referência no debate sobre censura digital e manipulação política global, publicou um vídeo em que descreve, de forma contundente, o que está acontecendo no Brasil — enquanto muitos brasileiros fingem demência e outros corroboram com o avanço do autoritarismo. Segundo Yamini, o mesmo aparato de censura usado nos Estados Unidos durante o governo Biden foi transplantado para o Brasil com um objetivo claro: interferir no processo eleitoral, manipular as redes sociais e impor Lula ao poder. Ele afirma que milhões de dólares de contribuintes americanos foram canalizados por ONGs ligadas à Casa Branca para sufocar os apoiadores de Jair Bolsonaro e empurrar uma narrativa artificial em favor da esquerda. “Isso não é democracia. É imperialismo social. O Brasil hoje tem um presidente corrupto, comunista e louco, eleito com base em censura e dinheiro externo.” O escritor não trata o tema como hipótese, mas como constatação, lembrando que o ex-funcionário do Departamento de Estado dos EUA Mike Benz já revelou documentos e relatórios detalhando a operação de censura e ingerência externa no Brasil. A atual visita de Alex Soros, filho do globalista George Soros, ao país, reforça ainda mais a dimensão dessa aliança entre elites globais e o regime brasileiro. Yamini alerta que o que se vê no Brasil é um modelo de colonialismo moderno, onde a democracia é substituída por propaganda estrangeira e censura orquestrada. “Hoje é Bolsonaro em prisão domiciliar. Amanhã pode ser você ou eu. A democracia termina quando deixamos a censura decidir nossas eleições.” As palavras de Nima Yamini são mais uma denúncia contundente - agora dirigida também ao público americano - de que o Brasil se tornou um laboratório da agenda globalista, colocando em xeque a soberania nacional, a própria ideia de democracia e todo o Ocidente em risco, com a ajuda do dinheiro do contribuinte americano que nada sabia.

Karina Michelin

62,728 views • 1 year ago

Eduardo Bolsonaro apresenta Flávio no CPAC e dá um passo decisivo no cenário internacional No palco do CPAC, nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro Eduardo Bolsonaro🇧🇷 não aparece apenas como anfitrião. Ele assume uma posição muito mais clara e simbólica. Sua presença já não é a de um coadjuvante, mas a de alguém que se consolida como um fiel escudeiro, um elo direto entre o movimento conservador brasileiro e o ambiente político internacional. O gesto de apresentar Flávio Bolsonaro carrega mais do que formalidade. Representa um movimento estratégico que mostra maturidade, alinhamento e, principalmente, projeção global. Eduardo conduz o momento com segurança, como quem entende o peso daquele espaço. Ele não apenas introduz o irmão, ele sustenta uma narrativa de continuidade, de resistência e de expansão. Fica evidente que há uma construção em curso. O Brasil deixa de ser apenas um tema interno e passa a ser apresentado como parte de um debate maior, que envolve valores, poder e influência no cenário mundial. Quando Flávio Flávio Bolsonaro assume a palavra, o discurso ganha tom pessoal. Ele fala do pai, Jair Bolsonaro, com a carga de quem viveu de perto cada momento. Não é uma fala distante, é direta, quase íntima, carregada de convicção. A comparação com Donald Trump surge como ponte natural, conectando experiências e criando identificação imediata com o público presente. O Brasil é colocado no centro da discussão. Um país grande demais para ser ignorado, com recursos estratégicos e influência suficiente para impactar decisões globais. A mensagem é clara. O que acontece no Brasil não é um evento isolado, é parte de algo maior, algo que pode alterar o equilíbrio entre nações. Ao mencionar o atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva, o contraste se intensifica. Não se trata apenas de política interna, mas de caminhos distintos para o país. De um lado, uma visão alinhada ao Ocidente e aos valores conservadores. Do outro, um direcionamento que, segundo o discurso, afasta o Brasil desse eixo. Mas o ponto mais forte não está no passado nem na crítica. Está no futuro. Flávio assume abertamente a intenção de disputar a presidência, como alguém que recebeu uma missão. Ele fala de apoio crescente, de uma base que se fortalece, de um movimento que ganha corpo. Há confiança, mas também senso de responsabilidade. E, enquanto isso, a figura de Eduardo se destaca de forma silenciosa, porém decisiva. Ele articula, conecta, abre portas e posiciona o Brasil em um espaço onde poucos políticos brasileiros conseguem transitar com naturalidade. Sua atuação no ambiente internacional deixa de ser pontual e passa a ser estratégica. O grande passo foi dado. Ele se firma como peça fundamental dessa engrenagem, como ponte entre o Brasil e o mundo conservador. O encerramento une política, fé e identidade. Mais do que um discurso, o que se viu foi um alinhamento claro de forças, uma demonstração de organização e de intenção. O movimento deixou o campo nacional. Agora, ele fala para o mundo.

・ Ice ・  Ⅹ ・

24,334 views • 5 months ago