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MEU FILHO Faz um mês que meu filho, Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Bisneto, se foi. Ela era pai, irmão , filho e meu grande amigo. Era um moço talentoso, orador privilegiado, desses que chamam atenção e mobilizam o Plenário. Raciocínio extremamente rápido, moço bonito e extremamente gentil, com todos que dele se aproximavam, pricipalmente as pessoas humildes e carentes de tudo. Sinceramente, aceitaria tranquilamente, ter ido no lugar dele. Infelizmente, assim é a justiça divina, que acerta até quando a gente não entende sua lógica e nem sua razão. Mas se foi assim, assim foi, tento me conformar com que tenha sido assim. Se foi o Bisneto, pai, irmão, filho e meu grande amigo. Estaria pronto para ir no lugar dele, mas não foi assim que Deus quis. Ficou um grande vazio, uma dor fininha, que me machuca, sobretudo no coração e nos seus hoje tristes arredores. Saudades meu filho, cuide de sua mãe, de seus irmão, de seus filhos. Cuide das pessoas de modo geral, logo você, que era sempre nobre no perdoar, no acolher, no ajudar! Sempre te amarei apaixonadamente…ontem, hoje, amanhã, sempre. Você era, e é, meu irmão de alma, meu parceiro de tantas lutas, o amigo de almas e o conquistador de corações. O construtor de amigos, o inibidor dos invejosos. Sabe, Turuca, tenho sofrido muito. Há quem diga que vai passar. E eu sei que não vai. O sentimento de perda pode esmaecer, talvez dê para aprender com esse coice do destino…mas esquecer é impossível…e não quero e não vou esquecer. Parte de mim está enterrada junto com você. E se sua alma voou para algum lugar do infinito, então a minha está voando junto. Meu filho, somos inseparáveis. Nada e tudo, juntos, não têm força para nos apartar! Fique em paz, meu filho. Se alguém te disser que estou muito bem, não acredite. Se lhe informarem que estou lutando para vencer a dor, aí é plena verdade!

Arthur Virgílio

106,897 views • 2 years ago

O Galvão passou o que a gente passa em algumas arenas e estádios. Nas arenas, que se dizem modernas, te colocam numa espécie de "poleiro". No Morumbi, é mais adequado mas sempre quem fica na bancada da frente, fica em pé batendo papo e dane-se quem está atrás. Depois os "jornalistas" ficam nas redes sociais falando em respeito ao próximo, etc. Mas no próprio espaço não respeitam os que estão em volta No Morumbi, sempre aparece um gaiato pra ficar conversando alto meio metro (às vezes, aparecendo inteiro na Live) de quem está numa transmissão ou fica em pé como se o mundo atrás que se dane. A paralaxe faz com que o sujeito em pé ou com um equipamento colocado na altura do vidro de apoio acabei "roubando" a visão de 40 a 50% do campo de quem está atrás ou de lado. Há uma dificuldade em colocar mochila abaixo da bancada, equipamento como câmera ou antena até o limite abaixo do vidro ou simplesmente entender que se você quer transmitir o jogo em pé (é um direito do cidadão) que tenha o mínimo de raciocínio pra ficar na última fileira. O contrário é atestado de burrice e egoísmo. O que o Galvão mostrou é o que a gente passa em todo jogo, praticamente. Inclusive o fato do sujeito dá frente ainda achar que está com a razão e sair fazendo gesto ou cara feia. Vivemos num momento em que fazer o certo custa muito caro. E acredite: os mesmos influencers e jornalistas que cobram ética e o politicamente correto, em seus constantes discursos, se fossem filmados nas bancadas, ficariam envergonhados.

RICARDO LEITE DA RÁDIO

186,915 views • 1 month ago