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Algumas notas sobre o que se passou ontem: 1) O evento que estava programado para o Martim Moniz foi proibido por ordem de um político do PSD, Carlos Moedas, com base numa opinião da PSP cujo director nacional foi nomeado...pelo PSD. 2) Fomos para o Largo de São Domingos...

80,639 Aufrufe • vor 1 Jahr •via X (Twitter)

11 Kommentare

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Racismo Contra Europeusvor 1 Jahr

Evidência sobre o ponto 3) Nós fomos expulsos do Martim Moniz mas os antifas da Palestina puderam fazer uma "concentração não autorizada", alguns de cara tapada, mas não foram identificados, expulsos ou detidos pela polícia, tendo agredido pessoas isoladas.

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Racismo Contra Europeusvor 1 Jahr

Evidência sobre o ponto 5) O video/audio que comprova a não ameaça, coação ou roubo à jornalista Francisca Laranjo.

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Louis Berry, Writer, Task Force Vigilantevor 2 Jahren

John and Mayme Surrency were murdered the day before Thanksgiving 1936. Garland Headley was tasked with prosecuting the three men involved. What he uncovered sent him and his family fleeing the United States. What did John and Mayme know that led to their murder?

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Grupo 1143 🇵🇹vor 1 Jahr

A activista do Bloco, travestida de jornalista Francisca Laranjo, horas antes de mandar prender Mário Machado.

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Ana Lusquinhosvor 1 Jahr

Basta dizer que é o Mário Machado para se sentir agredida, tal é o nível da lavagem cerebral contra um homem. Deixa lá Mário há milhares de pessoas que confiam em ti. 🤜🏻🇵🇹

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ALEXANDRE CYSNEvor 1 Jahr

A democracia morreu É apenas um meio para esquerda totalitária chegar ao poder e nunca mais sair

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Suevovor 1 Jahr

é ridiculo seres detido por causa da acusação duma jornalista. sentiu-se intimidada? isto prova que tu disseste o teu nome e para ela dizer a verdade. Isto é intimidação e motivo para te prenderem?

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HAL9000vor 1 Jahr

Jornaleira woke, finge-se ofendida para te atacar. Cabrices…

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O Andrade🇵🇹vor 1 Jahr

Tantos câmeras, certamente há imagens do Mário a "ameaçar" a Francisca Laranjo. É que pelo áudio alguém que chega perto do microfone(mesmo assumindo que o agarra) e diz "Sou o Mário Machado não te esqueças de dizer quem começou" não quer certamente ameaçar nem bater a ninguém.

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LOUIS CYFERvor 1 Jahr

Não seria ?...

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Silvia Amador de Abreuvor 1 Jahr

As imagens são claras e o áudio é perceptível, não á ameaça ou tentativa. Também é normal por parte da jornalista tendo pouca experiência nesses ambientes fique assustada, agora só tem como obrigação vir pedir desculpa pela situação que causou e admitir que estava erra.

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O ministro Gilmar Mendes, em entrevista ao Estadão, disse que o discurso de Bolsonaro na manifestação "parece confissão" de culpa, que ele saiu de uma situação de "possível autor intelectual para pretenso autor material" do golpe e que há elementos "severos que indicam intuitos golpistas". Gilmar Mendes também rejeitou a ideia de anistia aos réus do 8 de janeiro, o que segundo ele "não faz o menor sentido". A Lei Orgânica da Magistratura proíbe que juízes se manifestem sobre casos que estejam julgando, já que expor um pré-julgamento mostra que o juiz não é imparcial para decidir o caso e já formou suas opiniões sobre os fatos, sem que todas as provas tenham sido apresentadas e analisadas e sem que as partes tenham tido oportunidade de se manifestar. No caso de Bolsonaro é ainda pior, pois o inquérito não foi concluído e sequer há denúncia formal contra ele. Isso é uma enorme violação dos direitos de defesa de réus e investigados, pois sugere que a sentença condenatória já está pronta e que a conclusão já está tomada. Quer dizer que as alegações que a defesa fará e as provas que apresentará não importam, pois não vão mudar o desfecho do caso. Quer dizer também que nenhum dos réus poderá de fato convencer os juízes de sua inocência e alcançar a absolvição. É, além de inconstitucional e ilegal, cruel com os réus, típico de regimes autoritários, em que se condena quem quer e as provas são um mero detalhe. O julgamento se torna apenas uma formalidade para alcançar o resultado final, que é a condenação. O pior de tudo é que não há nem a quem recorrer, pois o caso é julgado no STF, a última instância, mesmo sem que ninguém ali tenha foro privilegiado. Qual sua opinião? Comente abaixo👇🏻

Deltan Dallagnol

285,932 Aufrufe • vor 2 Jahren

Estava vendo a entrevista do Eduardo Bolsonaro🇧🇷 no podcast da Farinha Lima. Em um certo momento ele faz uma meia culpa, a mesma que o Flávio já tinha feito, sobre a grande falha de comunicação do governo Jair Bolsonaro. E, sinceramente, fico feliz que depois de tudo isso tenha caído a ficha sobre a importância da comunicação de governos e de pessoas. Infelizmente, a de pessoas ainda não foi plenamente compreendida. Mas, pelo menos, a de governos já é um começo. O que me entristece é saber que foi preciso viver pra entender. Vocês não precisavam ter vivido. Bastava ter ouvido. Eu e mais alguns profissionais dessa rede passamos quatro anos tentando explicar o que agora todo mundo parece ter entendido. Sou profissional de comunicação há muitos anos e, na área pública/política, há pelo menos uma década. Nunca vi tanta gente boa ser ignorada por vaidade. Foi vaidade. Os decisões se fecharam num círculo de idiotas com ego de vidro. Quem ousava criticar, apontar caminhos ou alertar era ridicularizado e, às vezes, até calado. Não foi uma, nem duas, nem três vezes que aspones do entorno do presidente e alguns personagens da SECOM vieram na minha DM ou descobriram meu telefone para mandar eu calar a boca e apagar posts. Não estou falando do Eduardo, nem do Jair, nem da família. Estou falando do exército de puxa-sacos e parasitas que orbitavam o núcleo duro de poder, achando que sabiam tudo e que não suportavam ser contrariados ou expostos por uma zé ruela do Twitter que mora numa cidadezinha no fim desse país. Afinal, eles eram incríveis, magníficos, intocáveis. Não precisavam ouvir ninguém. Hoje, vendo a maturidade de reconhecer o erro, o que me vem é só uma profunda tristeza. Tristeza por saber que o aprendizado veio tarde, que a reputação do Jair for completamente destruída, talvez sem retorno, e que tudo isso aconteceu às custas de um país inteiro. Espero, de coração, que numa próxima gestão a direita tenha humildade para ouvir quem entende, olhar além dos bajuladores e reconhecer a quantidade de gente boa que tentou ajudar de verdade. E não falo só da minha área. Falo de todas. Tem muita gente capaz, experiente, honesta e preparada nesse país. O que falta não é talento, é coragem para dar espaço para quem não vive de puxar saco e lamber o ovo alheio enquanto parasita no sistema.

Anita

76,402 Aufrufe • vor 9 Monaten

Nos últimos 10 dias, em todas as entrevistas, deixei claro: Flávio é o candidato escolhido pelo Presidente Bolsonaro e terá o meu apoio. Disse isso de forma objetiva e afirmei que estarei na campanha, mesmo sem participar da coordenação ou planejamento do processo. Não há qualquer declaração minha dizendo que não participaria da campanha presidencial no primeiro turno. Essa é uma narrativa claramente falsa, a ponto de ser patética, construída a partir de cortes descontextualizados e de muita má-fé. Basta assistir ao vídeo completo para entender o que realmente foi dito. O ponto que levantei foi outro. Sou deputado federal por Minas Gerais e concorrerei à reeleição. Minas, portanto, deve ser a minha prioridade. E por que? Simples: a votação expressiva que o povo mineiro me confiou é um dos pilares que sustentam a minha força. Se hoje consigo me posicionar com firmeza, enfrentar o sistema e o STF, ou tomar a frente em batalhas como a CPMI do 8 de janeiro e na caminhada que moveu o Brasil, é porque represento a confiança de milhões de eleitores. É essa expressiva votação que me confere a legitimidade para dar continuidade ao meu trabalho. A força que tenho não vem de mim, mas da confiança de quem me elegeu; sem o apoio dessas pessoas, eu não sou ninguém. Portanto, focar em Minas é o que me garante as condições para continuar lutando pelo Brasil. Além disso, é de conhecimento de todos que, historicamente, a vitória em Minas Gerais é condição necessária para que um candidato se torne Presidente. Não é egoísmo ou projeto pessoal, é propósito. E esses perfis, que insistem em atacar e destruir, não só a minha reputação, mas a de qualquer pessoa que tenha uma vida dedicada às causas e valores defendidos pela direita e que não age da forma que eles querem ou esperam, precisam ser desautorizados publicamente. Do contrário, continuarão a criar conflitos desnecessários e a afastar quem pode somar forças para que tenhamos um parlamento mais forte e sucesso na campanha do Flávio.

Nikolas Ferreira

523,487 Aufrufe • vor 6 Monaten

Residentes de Maui esperam horas para obter uma permissão para entrar e sair de suas casas. Filas enormes se formaram.Mas por que? O que realmente está acontecendo? Segundo relato desse morador ele narra: “A polícia está a emitir licenças para os residentes entrarem e saírem “ livremente” de suas casas, e em outras zonas da ilha, que nem sequer foram afetadas… e longe de qualquer estrutura diretamente afetada pelo fogo. "Perguntei à polícia e ao gabinete do prefeito, por que isso é necessário? Por que as pessoas não podem deixar suas casas livremente em outras áreas não afetadas? Especialmente para suprimentos médicos ou para se comunicar com o mundo exterior sem ter que subir para o topo de Molachi, que foi o que eu fiz? Existe uma caravana médica, mas não tem os remédios que eu preciso, e que muitos outros precisam. Pessoas que não podem receber remédios e que têm a possibilidade de deixar seus lares, mas não podem voltar. Eles se tornam sem-teto". "Há aviões sobrevoando a área, dando mensagens de 5 segundos em todo o lado oeste, não conseguimos nos conectar a nenhuma rede Wi-Fi, embora digam que há". Tem muita coisa estranha acontecendo, na minha opinião. Através dos relatos que estou ouvindo é difícil entender o fato de que o serviço de emergência, seja policial, bombeiro e médico esteja falhando cada vez mais. Espero que todos prestem atenção no que está acontecendo de fato em Maui - porque o caos vai estourar na América em breve. Estamos no caminho…

Karina Michelin

274,711 Aufrufe • vor 3 Jahren

O que foi que você viu? Assisti a todo o interrogatório. E, pra ser sincero, FUX foi o que mais me intrigou. Num processo "normal", seria difícil imaginar que um ministro do Supremo abrisse mão de suas atribuições institucionais para participar de um interrogatório conduzido por outro “colega”. Mas FUX foi. Sentou, ouviu e, quando falou, foi fulminante. Sua participação foi pontual, muito discreta, mas cirúrgica. Quando abriu a boca, foi pra desarmar a narrativa de Moraes e Gonet, não para sustentá-la: 🎯 “Foram várias colaborações. Algumas sobre um fato, outras sobre outro. Mas no conjunto, o mesmo assunto foi tratado mais de uma vez?” Na prática, insinua que o conteúdo foi montado ou manipulado ao longo do tempo algo que compromete sua confiabilidade jurídica. 🎯 “O que o senhor quer dizer com bravatas?” Ao exigir que Cid explique o termo, Fux tenta reduzir a seriedade das conversas e planos golpistas, tratando-os como exageros de grupo de WhatsApp ou falas vazias. Isso enfraquece a tese de que houve real intenção e articulação concreta de um golpe. 🎯 “Esse documento foi assinado?” Fux quer deixar claro que o tal “decreto do golpe” nunca passou de rascunho, que não foi formalizado, nem assinado. Ou seja, não houve ação de fato, apenas cogitações. Isso mina a tese de tentativa de execução do plano. 🎯 “A reunião foi gravada ou grampeada?” Ao fazer essa pergunta, Fux sugere que a gravação pode ter sido feita sem autorização legal ou fora dos parâmetros processuais. Com isso, coloca sob suspeita o uso da gravação como evidência válida, o que poderia levar à sua invalidação. Essas perguntas não foram feitas por acaso. FUX não está jogando o jogo da acusação. Está fazendo o papel que, teoricamente, caberia à defesa: questionar a validade das provas, o valor da delação, a consistência das narrativas, a legalidade dos procedimentos. Ou seja, tudo aquilo que foi ignorado nos últimos meses sob o pretexto de se “defender a democracia”. Ao que parece, FUX se coloca no papel de “Defensor da Justiça”, e não do teatrinho inquisitorial que se desenrolou até aqui. E isso muda tudo. Mas tem mais. E pouca gente percebeu. O clima do interrogatório dizia muita coisa. Vamos ser honestos: alguém aí imaginava que diante de golpistas perigosos, acusados de tentar derrubar o Estado, o juízo permitiria risadinhas, gracejos, e um clima quase de confraternização? Alguém viu esse tipo de ambiente com líderes do PCC ou do Comando Vermelho? Alguém lembra de clima leve nos julgamentos de Nuremberg? Claro que não. Mas ontem teve. Principalmente com Bolsonaro. Isso só reforça o que está na cara de todo mundo: o juízo sabe que não está diante de criminosos perigosos, e sim de adversários políticos que foram usados como bode expiatório de uma narrativa furada. Cara a cara, sem manchete, sem corte de vídeo, sem editor da Folha ou do Globo por perto… o processo todo se revelou como o que é: um jogo político que deu errado, muito errado. E que agora precisa ser encerrado sem muito escândalo. Quem sabe até com anulação das provas, uma saída “técnica” para encerrar a lambança. Talvez estejam, sim, desenhando o sepultamento desse escândalo judicial. E quem sabe, com isso, Moraes ganhe alguma esperança de continuar no jogo, no Tribunal, na política, ou até mesmo na vida. IMPORTANTE: Fux não é mocinho, não é herói, não é salvador da Pátria. O objetivo dele é salvar o prestígio da corte e, sobretudo, salvar a própria pele. Aguardemos. 💣💣💣

Renato Esteves

140,526 Aufrufe • vor 1 Jahr

Excelente análise da Aline Midlej. Todo o país ficou chocado com isso. Então, um policial tem preguiça de descer para pegar o seu lanche, mas não tem preguiça de perseguir um pobre entregador, um jovem, preto, e ameaçá-lo? E mesmo filmado, ainda mete uma bala nele… E o menino na UTI, e ele vai para a delegacia dizer que foi em legítima defesa. E o delegado aceita isso e devolve a arma para ele! Então, a gente está no país da impunidade. Você combina uma arrogância, prepotência, uma brutalidade extrema. Que formação dão para esses policiais? Devia ser um caso exemplar, tratado com máximo rigor, para isso nunca mais acontecer. O policial devia de saber qual era a regra da empresa de entrega. O entregador pode entregar na porta da casa ou do apartamento, na portaria da casa ou para o porteiro de um edifício. O menino cumpriu a regra. E o PM se revoltou porque era um menino pobre, preto, e não atendeu ao seu desejo de ter o lanche na porta de casa, um comodismo. Isso daí tem de ser expulso da polícia, e preso por tentativa de homicídio. Esse nosso país está doente realmente. E agora o Superior Tribunal Militar está querendo aliviar aqueles militares que deram mais de 200 tiros numa família que estava dentro de um carro, que não estava armada, que não atirou em ninguém – dizendo que os militares supunham que seriam atacados. E eles tinham sido condenados em primeira instância. Por que o STM tem que julgar agora um crime dessa natureza? Devia julgar questões ligadas ao que acontece dentro de um quartel do Exército, da Marinha. Não um assassinato em plena via pública. Isso tem que ser julgado pela Justiça comum. Isso tem que mudar rapidamente no nosso país, a gente não pode ser o país da impunidade.

Carlos Minc

40,255 Aufrufe • vor 2 Jahren