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#Ballbusting #Grab #Squeeze #Pull #Rope #Castrationthreat #Verbal #Redhead #Mistress #Milf #Mistress #CFNM ela parece se divertir com o sofrimento dele

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MULHER DE DIREITA ASSUME QUE NEM NO GOVERNO DA DIREITA ELA SE SENTE SEGURA EM SPEntrevista realizada no vão livre do MASP com a coordenadora financeira Alessandra. Ela se identifica como de direita e diz que ultimamente Lula tem sido o pior presidente do Brasil. Apesar de reconhecer que ele teve primeiros mandatos bons ela afirma que atualmente ele está deixando muito a desejar. Já sobre Bolsonaro ela foi clara ao dizer que gostou do governo dele apesar de todas as dificuldades e ataques que ele sofreu. Alessandra também criticou a afirmação da Pietra Bertolazzi de que é contra o voto feminino dizendo que de forma alguma as mulheres lutaram tanto por esse direito e precisam ter opinião e voz. A entrevistada ainda demonstrou grande insatisfação com o Congresso Nacional dizendo que os parlamentares só pensam em si mesmos e deixam de aprovar leis que beneficiariam a população. Sobre prioridades para o próximo presidente ela foi enfática ao dizer que precisa ser o combate à corrupção pois o Brasil é um país rico mas a corrupção impede o avanço da saúde da segurança pública e de tudo mais. Por fim ao ser questionada sobre segurança em São Paulo ela foi categórica ao afirmar que não se sente segura de forma alguma mesmo pagando tanto imposto. Aqui está a grande contradição: Alessandra mora em São Paulo um estado historicamente governado pela direita e mesmo assim não se sente segura. A direita que tanto promete segurança pública para a população parece não estar conseguindo entregar o que tanto fala em seus discursos.

Ivan Vieira 🇧🇷

17,651 次观看 • 1 个月前

Tenho um feeling bom pra direito de família, audiências e afins. Vamos ao meu PALPITE sobre o caso delicadíssimo envolvendo a ex-modelo Letícia Birkheuer, o empresário Alexandre Furmanovich e o filho menor, o qual deixo de expor nome, borro o seu rosto e modifico a voz do vídeo original. Letícia devia ser aquela mãe exigente, nervosa, que cobrava demais, talvez fruto da sua criação e carreira de modelo profissional. Já Alexandre Furmanovich, por sua vez, me parece fazer todas as vontades e desejos do adolescente e acha que pode tudo por ser rico. Um fiel representante da classe AA paulistana. O menor, obviamente, um joguinho manipulável na mão dos dois, que os utilizam para medir forças. Hoje com 14 anos, preferiu morar com o pai, que me parece não ter regras, ou regras mais flexíveis. Na casa do pai me parece poder tudo. Saliento que um adolescente de 14 anos JAMAIS teria o vocabulário e o linguajar expressado por ele. JAMAIS. Muitos na internet dizem que é sinal de maturidade, não é. Ele repete o que ouve e gravou o vídeo possivelmente orientado pelos advogados do pai, e muito possivelmente está, sim, sofrendo alienação parental. A postura impositiva do pai ao lado do menor no vídeo; os argumentos que o menor usa; o olhar dele vago tentando lembrar o que deve falar; tudo isso demonstra falta de espontaneidade e manipulação no depoimento. Três coisas me chamam especial atenção: * o estudo-social não ser refeito após os alegados 10 meses; * o direito de visita não ser respeitado, mesmo com multas chegando a 300 mil, e a mãe ter visto o filho UMA única vez em um ano e meio; * a guarda-compartilhada também não ser respeitada. Letícia demonstra verdade e muito sofrimento no que escreveu e gravou. Verdadeiramente não acho que ela se utiliza do menor para engajamento nas redes. Ela não exporia essa situação de sofrimento e de ‘derrota’ se não fosse desespero. Alexandre e o menor reclamam que a Letícia o expõe, mas não se constrangem em gravar vídeos se expondo. Poderiam ter falado por suas assessorias, poderiam ter escrito uma carta, poderiam nem ter falado nada e só dito no processo de modo sigiloso. Não! Por ironia do destino, o menor faz aniversário exatamente no dia 8 de Outubro, dia do meu aniversário. Imagino ser librianinho que deve ser comunicativo, amoroso e que certamente está sofrendo muito com tudo isso. Tudo muito delicado e triste! Desejo que a justiça determine o estudo-social e garanta o direito de visita dessa mãe, para que se escolha o melhor paradeiro para o menor, em atenção aos princípios da ‘proteção integral’ e da ‘prioridade absoluta’. E o ECA e a Constituição devem ser respeitados nesse e em qualquer caso, diferentemente dos alegados princípios da liberdade e da moralidade, que sequer se aplicam nesse caso, o Excelentíssimo Senhor Menor. Adolescente nenhum pode comer 12 picolés sequenciais ou ter acesso ilimitado ao celular, Vossa Excelência tome tento.

Jeje ✨

1,510,226 次观看 • 7 个月前

RENAN SANTOS E A RESERVA DE BITCOIN: ISSO É MUITO MAIOR DO QUE PARECE. Existe uma parte da participação do Renan Santos⬛️🟨⬜️ no que, na minha opinião, merece ser assistida com muita atenção por qualquer pessoa que investe ou trabalha com criptomoedas. Entre os presidenciáveis, Renan foi o único que apresentou uma proposta de Reserva Nacional de Bitcoin. E isso não ficou apenas no discurso. A proposta também aparece formalmente em seu programa de governo. Vou REPETIR: APARECE FORMALMENTE EM SEU PROGRAMA DE GOVERNO. Mas o que realmente me chamou atenção foi a lógica utilizada por ele. Renan afirmou: “Esse é um ativo que será reserva confiável em um mundo cada vez mais em crise.” Essa frase é extremamente importante. Porque ele não está falando de Bitcoin simplesmente como investimento. Ele está falando de reserva, soberania, diversificação e preparação para um mundo que pode passar por profundas mudanças econômicas e geopolíticas. E depois veio uma explicação ainda mais interessante. Renan relacionou sua proposta de reserva de Bitcoin à própria visão de política externa: “Se meu projeto de governo é alinhado à política externa, entendendo que o mundo vai ser multipolar, na formação de alianças regionais e entendendo que o mundo poderá viver uma guerra quente entre China e EUA... por que não realinharia também as reservas baseado nisso? Por isso precisamos ter a reserva de Bitcoin. É uma questão lógica!” Independentemente de você concordar ou não com toda a visão política dele, existe aqui algo que merece ser debatido seriamente. ELE ESTÁ PENSANDO DEZ OU VINTE ANOS À FRENTE. E é exatamente isso que eu espero de quem pretende ocupar a Presidência da República. Enquanto grande parte do debate político continua preso à lógica tradicional de moeda, bancos, reservas e estruturas financeiras do século passado, existe uma transformação acontecendo diante dos nossos olhos. Bitcoin. Blockchain. Stablecoins. Tokenização. Autocustódia. Ativos digitais. Uma nova infraestrutura financeira global está sendo construída. E o Brasil terá que decidir se quer participar dessa transformação ou apenas assistir outros países ocuparem esse espaço. O programa oficial de Renan é bastante explícito ao relacionar a reserva de Bitcoin à criação de marcos regulatórios capazes de atrair empresas e talentos de tecnologia para o Brasil. Isso também conversa diretamente com aquilo que eu venho defendendo faz tempo através da Cripto Ação Brasil. O Brasil não precisa apenas de políticos que digam “sou a favor das criptos”. Precisamos de políticos que entendam que um ambiente regulatório hostil pode expulsar capital, empresas, desenvolvedores e empreendedores, enquanto um ambiente previsível e amigável pode transformar o Brasil em um grande polo da economia digital. E é por isso que a discussão sobre a Reserva de Bitcoin não deveria ser tratada como uma excentricidade. Ela precisa ser debatida com seriedade, especialistas, investidores, empresas e principalmente com a COMUNIDADE CRIPTO. Para quem me acompanha aqui ou na SQUARE e investe em criptomoedas, deixo uma provocação: SE VOCÊ ESTÁ NO MERCADO CRIPTO E NÃO ESTÁ ACOMPANHANDO O QUE OS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA ESTÃO PROPONDO PARA ESSE SETOR, VOCÊ ESTÁ FRACASSANDO MISERAVELMENTE. Eu não quero que a comunidade escolha alguém simplesmente porque disse “Bitcoin”. Quero que ela OUÇA, QUESTIONE, COMPARE E COBRE. É exatamente por isso que continuarei INSISTINDO para a comunidade se envolver em política SIM! Porque em 2026 precisamos descobrir quais candidatos realmente compreenderam que a economia digital não é o futuro distante. ELA JÁ COMEÇOU! E o Brasil precisa decidir se será protagonista ou espectador.

Ualifi Araújo

17,600 次观看 • 5 天前

Sara, na verdade, acredito que precisamos contextualizar isso que vocês estão propagando por aí como verdade e motivo de cancelamento. Um dia antes do GL começar uma conta gringa publicou um vídeo da Shelly adolescente, em uma audição, falando sobre a família dela e a mesma explicou que o pai é israelita e a mãe tailandesa. Agora adulta e com maturidade e discernimento ela veio e esclareceu que apesar de ter descendência israelita, ela é filha de mãe solteira nascida e criada na Tailândia e por isso se identifica como TAILANDESA e nada mais do que isso. Durante o GL houve nova tentativa de cancelamento das atrizes onde ficavam falando mal das personagens (personagens fictícias que nem existem??) e procurando namorados e mesmo assim falharam neste quesito. (Mais uma coisa: vida privada de atriz não nos diz respeito) E então surgiram com essa informação de que a Shelly segue a Gal Gadot - atriz conhecida pelo papel de Mulher Maravilha e Rainha Má em Branca de Neve, filmes conhecidos internacionalmente e de clamour público inerente ao meio político. Provavelmente, se olhar alguns amigos e conhecidos, vai perceber que muitos assistiram alguns filme dessa atriz. Isso os faz sionistas também? E além desse do fato follow da Shelly, apareceram com esse print e agora gostaríamos de questionar a veracidade dele: 1° - Por favor me expliquem como esse print de curtida no Instagram não mostra a data do post sendo que todos os post do instagram mostram data?? 🧐 2° - Como o número de enviados deste print consta o número total de 50.2K e este que acabei de tirar mostra apenas 240? 3° - Por que no print mostra as contas das pessoas que curtiram o post e neste que eu tirei não mostra nenhuma pessoa apenas o número total de likes? (Caso queira, deixarei um vídeo gravado do post original e um print mostrando a diferença) 4° - Por que a pessoa que tirou o print tirou da última foto apenas e justo a que mostra um casal de civis adultos sendo que, a primeira e a segunda fotos, são de crianças inocentes e que não tem culpa alguma em uma guerra? 5° - Por que estão julgando ela como sionista ou que ela está defendendo o lado de uma guerra sendo que esse post apenas diz algo como “por favor ajudem a compartilhar as fotos de pessoas inocentes" (civis são inocentes e crianças mais inocentes ainda) que foram sequestradas, estupradas e estão desaparecidas a encontrar seus entes familiares??? O que ser um pouco humano e tentar localizar uma criança ou um bebê de meses, o filho(a) e esposo(a) de alguém tem de envolvimento com tomar partido de um lado da guerra? Vocês apenas compartilham as coisas e seguem a manada ou se deram ao trabalho de verificar se esse print realmente é verídico? De ler a mensagem que este post tentava passar! E mesmo se esse print for verídico (não parece nem um pouco) por quê alguém que iria ajudar a encontrar crianças perdidas e civis teria sua atitude considerada como tomar partido de um lado de uma guerra??? Quando foi que paramos de ter interpretação? 🧐 #RollerCoasterTheSeries #รักขบวนนี้หัวใจเกือบวาย #Shellypundao #Motionmindsentertainment #Shellybenda #Pundao

Baby Karan, jurídico Runaway. 👻

51,268 次观看 • 9 个月前

👽🤔OVNI? - O que era para ser um domingo cuidando dos animais na chácara virou o que Mayk Leão, de 31 anos, acredita ter sido um contato de outro planeta. 🗓️No último domingo (31), da varanda de casa, ele filmou e publicou luzes atípicas que flagrou na propriedade onde vive, na zona rural de Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba. A sequência de stories dele no Instagram rapidamente viralizou e o g1 foi até o local para entender o contexto das gravações. "Deu uma sensação de muita impotência, mas ao mesmo tempo de 'uou, o que tá acontecendo na minha casa?' Hoje eu to bem mais calmo, mas não tô conseguindo dormir bem ainda, já tô há dois dias sem dormir. Primeiro, por tantas pessoas entrando em contato e também pelo medo de dormir. Minha mente tá muito... Com os sons que eu escutei, o barulho daquela comunicação que eu escutei na mata. Os estalos. Parece que isso está na minha cabeça. É como se eu tivesse recebido algo, não escutado. Algo que veio." Mayk contou ao g1 que suas publicações receberam respostas de pessoas do mundo todo. Segundo ele, há ufólogos (pesquisadores dedicados a investigar OVNIs) se colocando à disposição para irem até a propriedade e analisarem o caso e as imagens gravadas. 🔎A investigadora de Fenômenos Aéreos Anômalos Elaine Wartha Motta afirma que as imagens mostram um fenômeno luminoso, mas que ainda é preciso descartar todas as outras hipóteses possíveis para o caso, como fenômenos meteorológicos e passagem de aeronaves. Ela integra a equipe da MUFON Brasil, uma das maiores e mais antigas organizações civis sem fins lucrativos do mundo dedicadas à investigação de fenômenos como o narrado por Mayk Veja mais sobre essa história no #g1. #ovni #extraterrestre #paraná #g1local

g1

278,916 次观看 • 2 个月前

ZUMBI ELEITORAL Inércia e teto: o fim de um longo ciclo. Leia com calma, fique mais otimista e compartilhe com aquele amigo que está cansado desse filme de terror. A imagem do zumbi não é etarismo. Funciona apenas como metáfora de um ciclo político que continua andando mesmo depois de ter perdido vitalidade. Em 2026, a discussão tende a deixar de ser apenas sobre disputa eleitoral e passar a ser sobre encerramento de arranjos que entregam menos do que prometem e custam mais caro do que podemos pagar. O que está vindo é estrutural e não é aposta de curto prazo. REELEIÇÃO: o vírus da continuidade Quando a reeleição entrou no sistema, ela mudou o comportamento de todos ao redor. A lógica deixou de ser governar e fazer o bem. Passou a ser governar já disputando a próxima, com o incentivo permanente de manter maioria, manter máquina, manter narrativa, manter amigos, manter regalias. Lula deveria se envergonhar querendo um quarto mandato. Sua política virou um organismo com infecção crônica. Não morre, mas também não melhora. A democracia e cobertor curto Toda democracia administra tensões entre proteção social, liberdade econômica e crescimento. É sempre assim, e não dá para ter tudo ao mesmo tempo. Quando a sociedade percebe excesso de controle e custo alto, pede ar, pede mudança. Quando percebe abandonoou risco social, pede amparo. O pêndulo vai e volta, não por ideologia, mas por exaustão prática. O mundo vive esse filme pós pandemia Nos Estados Unidos, a alternância natural entre partidos sempre ajuda a organizar esse atrito, mesmo quando a polarização aumenta. Na Argentina a ascensão de Javier Milei foi lida por muitos como reação a um Estado considerado caro e ineficiente. Em partes da Europa e da América Latina, cresce esse impulso, cobrança por entrega e ceticismo com promessas que dependem apenas de expansão estatal. O mundo está mudando e todos estão percebendo. O Brasil entra no cemitério do ciclo O Brasil vive isso desde 1994, um ciclo longo em que estabilização, inclusão social e coalizões caras organizaram a política desde então. Esse surgiu e foi ficando pesado, mais pesado, caro e previsível no pior sentido. Como um zumbi lento. Anda, fala, ocupa espaço, mas não responde ao que o eleitor mais cobra hoje: resultado mensurável, moral e confiança. 1994 e a primeira ressurreição A estabilização monetária reorganizou o país e mudou a pauta. A pergunta inevitável que ganhou força naquela época é DESIGUALDADE. A política social se tornou eixo central e passou a ser o território onde coalizões se legitimaram. O Estado virou a ferramenta preferida de construção de consenso através de bondades. Uma mãezona gastadora. 1995 a 2010: o corpo ganha massa Entre 1995 e 2002, Fernando Henrique Cardoso governou com coalizão ampla, estruturando base social e consolidando programas que depois se tornam permanentes. Não foi Lula que inventou os programas sociais que existem até hoje. Entre 2003 e 2010, Luiz Inácio Lula da Silva se aproveita disso, amplia a escala, o orçamento e a visibilidade dessas políticas, e adiciona novas frentes. Inclusão e proteção viram prioridade estável inegociável. O Estado cresce e, junto dele, cresce a carga de sustentar essa máquina pesada. 2014: cheirinho de decomposição no ar Em 2014, o modelo dá sinais claros de esgotamento. Corrupção sistêmica, recessão, confiança em queda e deterioração fiscal começam a corroer o pacto. O eleitor passa a associar parte do arranjo a custo alto, baixa eficiência e pouca previsibilidade. É o momento em que o monstro ficou visível, teve a cabeça cortada. Entre zumbis e vampiros, o Estado andou, mas ainda não convenceu. 2018 e o surto Em 2018, o eleitor procura ruptura. Jair Bolsonaro vence como resposta errada a essa demanda. A guerra cultural domina o ambiente e, em vários momentos, a agenda estrutural perde espaço para um conflito chato, bobo e permanente. O ciclo não é substituído por um novo, por meros detalhes e erros infantis. Além disso, naquela época surgiu outro surto, a covid, e tudo, a partir dali, se complicou. O movimento natural é interrompido por barulho e disputa simbólica. A máquina continua ali, só que agora em convulsão. 2022 e a volta do velho roteiro: a sobrevida do lulismo Em 2022, o país vai para um segundo turno dominado por rejeições. Lula retorna com coalizão ampla. A pacificação não se consolida, por óbvio. Para o eleitor, o governo parece retomar métodos já conhecidos e ultrapassados, com negociação constante e Estado pesado como eixo. O ciclo volta a andar, mas com a mesma expressão vazia. Não é novidade. É persistência chata. Aquele vilão do filme de terror, que aparece lento, insistente e aterrorizante perseguindo as vítimas. 2023 em diante começa o contrapeso De 2023 em diante, o Congresso Nacional se inclina para o centro direita. É nitido. A pauta de responsabilidade fiscal, eficiência administrativa e liberdade para empreender ganha mais espaço, inclusive fora dos círculos especializados. O eleitor do meio passa a discutir custo, moral, previsibilidade e entrega com mais nitidez. Isso muda o ambiente, mesmo sem mudar o governo. 2024 e a capilaridade muda de mãos As eleições municipais reforçam a leitura de avanço de forças de centro e centro direita em parte relevante do território. A esquerda perde presença local em muitos lugares, o que impacta rede, narrativa e capacidade de mobilização. Não define 2026 ainda, mas altera infraestrutura política e desenho de alianças. 2026 e o funeral do arranjo É aqui que a metáfora ganha sentido. 2026 tende a ser lida como fechamento de ciclo. O eleitor não quer apenas trocar o condutor. Quer reduzir o peso do veículo. O tal impulso é por previsibilidade, moral, cultural, Estado mais enxuto e governabilidade menos baseada em improviso e expansão permanente. A crise institucional pode acelerar essa marcha Quando instituições parecem frágeis (como é o caso), o desejo de mudança costuma crescer. Não por virtude do novo, mas por saturação do velho. A crise no Judiciário, a tensão entre poderes e o desgaste do ambiente político funcionam como catalisadores. Em vez de frear, o eleitor tende a apertar o acelerador da troca. Lula vai tentar se desgrudar disso, mas não vai conseguir. Ele e o Supremo são sócios em linha de pensamento e o eleitor sabe disso. STF e instinto de sobrevivência O Supremo Tribunal Federal não opera como bloco ideológico estável de esquerda ou direita, como muitos pensam. Em ano eleitoral, o vetor mais previsível é autopreservação institucional. A Corte tende a preferir um processo com menos risco de contestação, menos tensão pós urna e menos chance de crise existencial também. Isso empurra o sistema para nomes percebidos como moderados, competitivos e menos disruptivos. Imagina bem se o STF iria gostar de ver subindo a rampa um Lula 4? Diante de tudo que está acontecendo, até o supremo sente medo da opinião pública, acredite. Por que Lula pode não ser o centro da disputa A hipótese é objetiva. Lula tende a só entrar para ganhar. Se os números não indicarem competitividade e se o ambiente exigir previsibilidade e redução de risco, a própria coalizão pragmática pode buscar alternativa. Idade pesa como variável real em uma campanha longa. Há também o desgaste acumulado, concorrentes bem mais jovens, o teto imposto pela rejeição e o interesse em preservar legado de 3 mandatos. Em política, coalizão de conveniência dura enquanto a conveniência dura. Não há um aditivo do sistema com o Lula para 2026 e ele sabe disso. O fator externo endurece o jogo Um cenário internacional mais duro, associado à postura de Donald Trump, tende a aumentar cobrança por pragmatismo, alinhamento, interesses e coordenação mútua. Estados Unidos querem o hemisfério para eles, essa é a verdade. Não decide voto brasileiro, mas altera contexto e pressiona por previsibilidade geopolítica na região. A eleição passa a exigir mais do que retórica. A negociação de Terras Raras pelo tarifaço vai parecer jogo de criança, pela pressão que ainda pode vir. Acompanhe isso de perto e terá surpresas. Governadores e reta final Se houver convergência de lideranças estaduais em torno de um bloco contra o incumbente, o segundo turno tende a se organizar por voto útil e rejeição, como em outros momentos. Por tanto, a reta final, nesse desenho, costuma ser menos sobre carisma e mais sobre coalizão contra o mandatário atual. E coalizão novamente, mas neste momento, se faz na geração de políticos mais bem aprovada da história. São os governadores do Sul e do Sudeste. Quase todos ligados à direita e sem nenhum alinhamento com Lula. Março e abril como termômetro Sem depender de urna, há janelas importantes em que o país se revela. Março e abril de 2026, logo após o carnaval, tendem a ser um período em que a agenda se concentra e o humor do eleitor fica mais legível. É quando expectativas econômicas do ano se assentam e quando sinais de viabilidade se tornam mais difíceis de esconder. Fique atento em tudo que acontecer nesse período. É uma prévia das eleições. A ironia disso tudo O ciclo iniciado com a estabilização e consolidado com a lógica da continuidade pode terminar no mesmo ponto sensível que o sustentou: O FIM DA REELEIÇÃO. Guarde isso. O candidato que se comprometer com isso conquistará a opinião pública. Mas não basta prometer, como muitos fizeram. Tem que lançar uma PEC já em 2026, mostrar sua força e aprovar no Parlamento. Se a reeleição foi o vírus que estendeu a vida do arranjo, sua revisão pode virar a moeda de previsibilidade pedida pelo sistema. A metáfora do zumbi é essa. Ninguém precisa de quatro mandatos para mostrar o que é capaz de fazer. Até os mais idiotas sabem disso. Não é sobre um personagem apenas. É sobre um corpo político que continuou se movendo por inércia, mesmo depois de ter perdido a capacidade de convencer. Essa lógica ajuda a entender por que, em 2026, Lula pode deixar de ser funcional para setores que o apoiaram em 2022 por conveniência. A coalizão que sustenta o governo é pragmática. Quando a conveniência muda, o alinhamento muda. Há também um teto claro de crescimento imposto pela rejeição e a dificuldade de ampliar base no eleitor do meio. O desgaste institucional atual empurra na mesma direção. A opinião pública dá sinais de exaustão com a repetição do mesmo enredo e cresce a demanda por responsabilização visível. Em ambiente assim, o sistema tende a procurar um culpado claro, alguém para ser lançado à arena. O resultado provável é uma disputa por repasse de custo político. Cada lado tenta empurrar o ônus para o outro, até que alguém vire o boi de piranha do ciclo. Parlamento, judiciário e executivo não vão passar ilesos. Alguém será sacrificado. Eles já estão se empurrando. Essa conta não fica sem dono por muito tempo. Se essa leitura se confirmar, 2026 dificilmente passa sem mudança estrutural relevante. Esse ciclo vai buscar fechamento, por rearranjo de alianças, por mudança de regra ou por troca do eixo que hoje sustenta a governabilidade.

Roberto Reis

35,586 次观看 • 6 个月前