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Chamaram de inútil. Disseram que não funciona. Estamparam manchete. Enterraram o assunto. O Dr. Richard Urso explica como a hidroxicloroquina (HCQ) é um dos medicamentos mais inteligentes da história: "Ela permite que os vírus ataquem e destruam as células cancerígenas, protegendo as células normais e saudáveis, deixando-as intactas." Por...

20,804 次观看 • 4 个月前 •via X (Twitter)

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O Dr. José Nasser foi direto ao ponto que muitos evitam até mencionar em voz alta. Ivermectina. Fenbendazol. E mais do que isso, ele trouxe algo que muda completamente o nível da discussão: pesquisas sendo conduzidas no Japão, dentro de um ambiente científico sério, analisando justamente esses mecanismos que o debate público tenta empurrar para a margem. Não é conversa de internet. É laboratório. É via celular. É bioquímica. Ele não fala em milagre. Ele fala em processo. Em como essas substâncias podem interferir em vias como Wnt, mTOR, inflamação e no próprio microambiente tumoral. Ou seja, nos pilares que sustentam o crescimento e a sobrevivência das células cancerígenas. E aqui começa o desconforto real. Se existem estudos, se existem sinais biológicos plausíveis, se existem pesquisas acontecendo — inclusive no Japão — por que o debate é automaticamente fechado? Por que certas substâncias são descartadas antes mesmo de serem amplamente investigadas em larga escala? A resposta não está apenas na medicina. Está no modelo. Porque estamos falando de compostos baratos, fora de patente, que não alimentam a engrenagem bilionária da indústria. E isso muda completamente o interesse em torno deles. Nasser não afirma cura. Ele não vende solução fácil. Ele levanta algo muito mais perigoso para o sistema: a necessidade de investigar sem filtro, sem tabu, sem bloqueio prévio. E isso deveria ser o básico. Mas hoje, questionar virou risco. Investigar virou resistência. E propor caminhos fora do padrão virou quase um ato de afronta. Então a pergunta que fica não é se funciona ou não. É outra. Quem decidiu que isso não pode nem ser testado com a seriedade que merece?

・ Ice ・  Ⅹ ・

18,437 次观看 • 4 个月前

Furto de vírus na Unicamp: H1N1 estava entre amostras levadas de laboratório Material biológico foi levado sem permissão do Instituto de Biologia para a Faculdade de Engenharia de Alimentos na universidade. Uma pesquisadora foi presa. PF diz que não houve contaminação externa. Um laboratório de alta segurança não é feito para erro. Ele é feito justamente para impedir que o erro exista. E ainda assim, no Brasil, até isso virou detalhe. A Unicamp, um dos principais centros de pesquisa do país, viu amostras de vírus simplesmente desaparecerem. Entre elas, H1N1. Não é material comum. Não é algo que se perde numa gaveta. É o tipo de agente que exige controle absoluto, registro rigoroso, rastreabilidade total. E mesmo assim, saiu. Não por ataque externo. Não por invasão sofisticada. Por dentro. As amostras foram levadas e permaneceram fora do ambiente controlado por semanas. Circularam dentro da própria estrutura universitária, fora do protocolo, fora da lógica mínima de segurança que esse tipo de material exige. Depois vem a explicação. Sempre vem. Falta de espaço. Uso de outras áreas. Ajustes operacionais. A tentativa de transformar quebra de protocolo em rotina aceitável. O famoso improviso institucionalizado, que no Brasil deixa de ser exceção e vira método. O problema nunca é só o ato. É o ambiente que permite o ato. Um laboratório de nível elevado de biossegurança existe justamente porque trabalha com riscos que não podem ser relativizados. Não existe margem para adaptação criativa quando o assunto é vírus. Não existe espaço para “dar um jeito”. Ou há controle, ou não há segurança. E nesse caso, ficou claro que o controle falhou. As autoridades dizem que o material foi recuperado. Que não houve vazamento. Que não houve impacto externo. Pode até ser. Mas isso não apaga o ponto central. Se foi possível retirar esse tipo de material de dentro de um laboratório desse nível, então o problema não é pontual. É estrutural. Porque segurança de verdade não é medida quando tudo dá certo. É medida quando algo tenta dar errado. E aqui, deu. Só não virou algo maior por circunstância. Não por sistema. E quando um país começa a depender de sorte em áreas críticas, ele já ultrapassou um limite perigoso. O da confiança.

・ Ice ・  Ⅹ ・

34,061 次观看 • 4 个月前

1 - O vídeo é o recorte do evento com as falas do Tarcísio usadas para cortes no seu Instagram E os momentos que foram omitidos. 2- O 1º print é a frase da esposa com a curtida de Tarcísio. 3 - O 2º print são as curtidas da Michelle e o compartilhamento do vídeo de Tarcísio no seu Stories. 1* - Aconteceu uma invocação explícita para “presidente”. A pergunta foi direta. Tarcísio não nega, não reafirma Bolsonaro ou o seu escolhido, sorri, disfarça e silencia. Seja neutralidade por causa do ambiente ou ambiguidade calculada, ambas as posturas destoam quando a pergunta confronta indiretamente um amigo. 2* - Gramaticalmente a frase da esposa se dirige ao marido, não o nomeia como CEO. Não é preciso “assassinar” a vírgula que chama o vocativo (Tarcísio) para inflar desconfianças sobre a não postura do governador. Quem lê a frase como se ela dissesse que o marido é o novo CEO do Brasil, mostra uma leitura equivocada, descontextualizada ou intencionalmente distorcida. Somos melhores do que isso. 3* - A Michelle n faz ressalvas, não reafirma a decisão de Bolsonaro, não reafirma Flávio, não neutraliza a leitura e não bloqueia (se é que é) a narrativa de Tarcísio como presidente. Ao não fazer nada disso, ela permite que o seu gesto seja lido como sinal político, ainda que não verbalizado. Está claro que existem dois lados. Um, puxa para o Tarcísio, outro, puxa para Flávio. Nada do que foi descrito acima é aleatório. Também não são ataques, mas significam algo. O problema não é jogar o jogo político. O problema é fingir que o jogo não está sendo jogado e quem está com quem. Saindo do jogo político, e aqui é onde a coisa complica. Se eu sou a esposa e o companheirismo existe, eu fecho como um escudo do meu companheiro. Se eu sou amiga, idem. Bolsonaro seria fácil meu amigo pessoal, mesmo não sendo, é alguém que valorizo e me importo muito, por isso as posturas de Michelle e Tarcísio ultrapassam o jogo político e confrontam totalmente a minha postura como pessoa. Fechar os olhos pra isso seria como eu bater a porta na minha própria cara.

𝒯𝓈𝓊𝓀𝒾 ☭⃠

49,400 次观看 • 7 个月前

CONHEÇA O FILHO DE JAIR BOLSONARO: O RESGATE QUE MUITOS IGNORAM - Dezembro de 2011 Não é sobre sobrenome. É sobre atuação. Quando falam de Carlos Bolsonaro Carlos Bolsonaro , a tentativa é sempre a mesma: reduzir a trajetória a um rótulo fácil. Mas o que a própria linha do tempo mostra é algo bem diferente — presença constante, posicionamento firme e participação ativa muito antes de qualquer narrativa pronta. No vídeo, o que se vê não é apenas alguém “ligado ao pai”. É alguém já inserido no ambiente político, acompanhando de perto, entendendo o funcionamento real do poder e, principalmente, se posicionando quando muitos preferiam o silêncio. Quando Carlos Bolsonaro afirma que 99,9% dos seus votos vêm de Jair Bolsonaro, ele não tenta suavizar, não tenta maquiar, não tenta reescrever a história. Ele expõe. Assume. E vai além: se coloca como braço direito no Rio de Janeiro das propostas defendidas em Brasília. Ou seja, não existe ruptura, não existe ambiguidade, não existe discurso duplo. Existe alinhamento direto entre base eleitoral, atuação política e estrutura de gabinete. E isso desmonta uma narrativa muito conveniente: a de que tudo seria apenas herança vazia. Não é. É transferência consciente de capital político, sustentada por uma base que sabe exatamente o que está apoiando. E a pergunta inevitável permanece: isso é dependência… ou é coerência assumida sem filtro? E isso muda tudo. Porque quando a atuação vem de antes, quando o discurso já existia antes do holofote nacional, o que aparece depois não é improviso. É continuidade. Críticos tentam enquadrar como influência. Mas evitam reconhecer o fator central: construção ao longo do tempo. Não foi um salto. Foi um processo. E o resgate expõe exatamente isso. Mostra que o que hoje é tratado como “estilo” ou “marca” já estava lá atrás — na forma de falar, na forma de confrontar e na forma de se posicionar diante de temas sensíveis. No fim, não é sobre ser filho de alguém. É sobre entender quem já estava no jogo… antes mesmo de muitos perceberem que ele já estava jogando. E a pergunta inevitável permanece: foi apenas proximidade… ou sempre foi protagonismo?

・ Ice ・  Ⅹ ・

31,805 次观看 • 3 个月前

O ministro Gilmar Mendes não apenas votou, fez algo politicamente muito mais grave; ele verbalizou, em rede nacional e sem qualquer pudor, o caminho jurídico que pode ser usado para implodir investigações sensíveis no país - do INSS ao Banco Master, e de tudo o que ainda possa respingar nos andares de cima. Durante o julgamento desta quinta-feira, 26 de março, em que o STF enterrou a prorrogação da CPMI do INSS por 7 votos a 2, o decano não se limitou a divergir, ele deu um sermão. E, no meio do sermão, entregou a fórmula já vista na época da lava jato - quebra de sigilo sem fundamentação individualizada, uso abusivo de dados, exposição pública de informações protegidas, desvio de finalidade, humilhação de convocados. Foi um catálogo de nulidades, roteiro pronto, um manual de demolição processual. O problema não é apenas a CPMI do INSS ter sido derrotada. O problema é que quando uma investigação começa a se aproximar demais de zonas sensíveis do poder, o debate deixa de ser sobre o fato investigado e passa a ser sobre o vício do investigador. O foco sai do escândalo e migra para o procedimento e o mérito perde lugar para a nulidade. Foi exatamente essa lógica que marcou, por anos, o enterro de grandes operações no Brasil. aPor isso o vídeo de Gilmar tem tanto peso. Ele remete ao ambiente da Lava Jato; não porque os casos sejam idênticos, mas porque o mecanismo é reconhecível. Primeiro tolera-se o avanço investigativo. Depois, quando passa a ameaçar estruturas maiores, invoca-se o devido processo, expõem-se abusos e a discussão é rearranjada para o terreno da invalidação - o investigado vira vítima e o investigador criminoso. Foi isso que se desenhou no plenário. Mendonça e Fux insistiram na continuidade diante de um “roubo de bilhões”, mas a maioria mandou o recado que a prorrogação não é automática e as CPIs não podem funcionar como terra sem lei. No fim, quem saiu julgado não foi só a CPMI do INSS, foi o próprio Congresso - derrotado, esvaziado e incapaz de sustentar sua própria função investigativa. E o mais grave; o roteiro final para anular as investigações já foi dito em voz alta.

Karina Michelin

40,944 次观看 • 4 个月前