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Comecei a usar o Translate do Typeless (Typeless) quase sem perceber… e agora já não consigo voltar atrás. A ideia é simples: eu falo. No meu idioma. E o texto aparece automaticamente traduzido, bem escrito e pronto a publicar. Não é só tradução palavra por palavra. O tom mantém-se...

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COMO os PARLAMENTARES votaram sem ler o texto, não é possível…COMO? O escândalo do PL da Dosimetria ficou ainda mais grave depois que veio à tona um áudio de Paulinho da Força admitindo que ESCONDEU o texto verdadeiro ATÉ o dia da votação. E quem desmontou essa trama foi o comentarista Pavinatto, que já começou apontando o absurdo: “O Paulinho escreveu uma coisa, divulgou outra e fez os deputados acreditarem naquilo que ele divulgou, porque os deputados SEQUER tinham o texto para ler.” No áudio, Paulinho confessa que APENAS o Deputado Federal Sóstenes Cavalcante, recebeu o texto e mais NINGUÉM. “Eu não posso te mandar o texto, porque se eu divulgar vai dar m€rda. Eu não divulguei nem para os líderes da Câmara”, disse da Força. Para os demais, incluindo Flávio Bolsonaro, Paulinho só “explicou verbalmente” o que queria que acreditassem. E ele prometeu coisas que não existiam no projeto, como redução de pena para todos: “A pena do Bolsonaro, que foi 27 anos, reduz para 2 anos e 4 meses”, disse Paulinho. Só que o texto real afirmava exatamente o contrário: lideranças e financiadores NÃO teriam redução alguma. Aí Pavinatto rebate: “Mentira! Está escrito! É por isso que ele não mandou o texto para NINGUÉM!” Pavinatto ainda revelou como essa MENTIRA chegou até Bolsonaro, transformando o projeto num conto de fadas legislativo: “Alguém foi lá visitar. ‘Olha, Bolsonaro, o "Paulindo" prometeu que vai cair a pena, tá? Todo mundo vai pra casa automaticamente.’ O que o Bolsonaro ia falar? ‘Aprova.’ Mas NINGUÉM leu o texto! TODO MUNDO VOTOU SEM LER!” E o que vimos? Uma votação inteira baseada em versões falsas, promessas inventadas e um texto escondido até o último minuto. Parlamentares votaram no escuro, confiando em informações manipuladas. COMO NÃO LERAM O TEXTO? É INACREDITÁVEL

Maria P

132,300 Aufrufe • vor 7 Monaten

Parabéns aos envolvidos. Aprovaram sem ler, comemoraram sem entender e agora fingem surpresa com o resultado. Quando a verdade aparece nua, sem maquiagem, ela assusta. Pavinatto apenas escancarou aquilo que muitos já sabiam, mas fingiam não ver. O país assistiu a uma operação milimetricamente construída para iludir parlamentares, ludibriar a opinião pública e empurrar a sociedade para um abismo jurídico disfarçado de solução humanitária. O tal projeto vendido como salvação era, na verdade, um texto escondido, trancado a sete chaves, não por segurança, mas por vergonha. Deputados votaram no escuro. Lideranças foram “convencidas” com histórias prontas, enquanto o texto real permanecia guardado como contrabando legislativo. A promessa de que todos iriam para casa era tão verdadeira quanto promessa de campanha em comício de madrugada. E o mais grave é que tudo isso teria sido coordenado com a participação direta de quem deveria ser apenas julgador, não autor intelectual de lei. A denúncia mostra o que já se repetiu desde o início dessa crise. Não houve leitura. Não houve transparência. Não houve consciência jurídica. Houve apenas uma narrativa fabricada com pressa e empurrada goela abaixo em Brasília. O Congresso acreditou na palavra de sindicalista metido a estadista. Acreditou em versões, não em documentos. E agora descobrem que o texto que aprovaram não faz o que prometeram. Não solta ninguém. Não corrige nada. E ainda devolve todo poder de decisão à mesma instância que gerou o problema. O áudio revelado explica tudo. O texto não foi divulgado para líderes, não foi entregue para a Câmara, não foi apresentado conforme manda o rito. A estratégia era simples. Aprovar primeiro e explicar depois. O problema é que a mentira venceu a corrida, e a verdade ficou presa no bloqueio. Só existia um objetivo: transformar o país inteiro em massa de manobra para legitimar um processo construído fora das regras mais básicas do jogo democrático. E a ironia final é dolorosa. A mesma lei que foi vendida como bênção aos perseguidos exclui justamente aqueles classificados como lideranças e financiadores. Ou seja, os alvos principais continuam exatamente onde estavam. Nada mudou. Nunca mudaria. Porque nunca foi essa a intenção. O que se vê agora é um cenário tão perverso quanto óbvio. Parlamentares enganados. População enganada. Presos políticos enganados. E um país novamente colocado no papel de figurante de uma trama já escrita, onde os únicos beneficiados são os autores do caos. A verdade dói, mas precisa ser dita. Não foi ingenuidade. Foi manipulação. E quem alerta agora está apenas recolhendo os destroços de uma ilusão cuidadosamente fabricada. Se alguém ainda tinha dúvida sobre como se produz uma fraude política em pleno século XXI, aqui está o passo a passo. Segredo, narrativa e voto às cegas. E o pior de tudo é ver gente ainda defendendo o indefensável como se fosse possível construir justiça em cima de areia movediça. O país não foi traído ontem. Ele foi traído no momento em que decidiram que a população não merecia conhecer o texto que iria decidir o destino de centenas de vidas. A denúncia apenas revelou o que já estava escrito no silêncio. Esse é o retrato cru da verdade que evitam encarar. Quando o sistema decide que a mentira é mais útil do que a lei, o resultado é esse. Um Congresso usado como figurante e um povo jogado como peça descartável em um tabuleiro que nunca lhe pertenceu.

・ Ice ・  Ⅹ ・

29,151 Aufrufe • vor 7 Monaten

Ele disse exatamente isso, sem rodeios, sem disfarce, sem preocupação em parecer maior do que o próprio umbigo: “Eu sou deputado por Minas Gerais. Eu não estou fazendo parte do planejamento desta campanha presidencial. Se Flávio não ganhar, não quero ser culpado como fizeram com a Magnitsky. Então quero deixar bem claro que Minas Gerais é minha prioridade e no primeiro turno eu estarei em Minas, ponto final. Não vou entregar meu capital político sem ter algo (projeto) de volta.” A fala é cristalina. Não há entrelinhas. O país não aparece. O projeto coletivo não existe. O risco compartilhado inexiste. Tudo gira em torno de autoproteção, cálculo e vaidade. Não é discurso de liderança. É ata notarial do próprio ego. Não é estratégia eleitoral. É cláusula de escape. Não é compromisso político. É contrato de conveniência. Quem fala assim não entra para construir. Entra para se preservar. Não caminha junto. Caminha com um olho no retrovisor e outro no espelho. A prioridade não é vencer, é não ser responsabilizado. Não é servir, é garantir que o próprio “capital político” saia ileso, mesmo que o projeto afunde. Quando alguém precisa avisar publicamente que não quer “ser culpado”, já está mais preocupado com a narrativa do fracasso do que com a possibilidade da vitória. E política, goste-se ou não, exige risco, lealdade e coragem de assumir o resultado — bom ou ruim. O resto é retórica para justificar o que sempre foi a mesma coisa: ego blindado, compromisso condicionado e apoio com preço. Exemplo é tudo, fica a lição.

・ Ice ・  Ⅹ ・

37,556 Aufrufe • vor 6 Monaten

Nos últimos dias, uma fala do jornalista João Vitor Xavier ganhou eco entre torcedores do Atlético: há gente trabalhando contra a diretoria do clube. Não é crítica comum, não é cobrança normal, segundo ele, existe má-vontade organizada. E, olhando para o clima nas redes, fica difícil discordar. O debate sobre o Atlético saiu do campo e virou palco de algoritmo. Não é mais sobre discordar de decisões, mas sobre torcer para dar errado para gerar engajamento. A crítica deixou de ser ferramenta e virou produto. Quanto pior o ambiente, mais curtidas, mais comentários, mais “eu avisei”. E é curioso: alguns não querem solução, querem narrativa. Existe cobrança justa? Sempre. Atlético é clube grande e precisa ser questionado. Mas há uma diferença clara entre cobrar e sabotar o ambiente diariamente, transformando qualquer notícia em crise e qualquer silêncio em caos. A diretoria erra, acerta, negocia, segura informação, faz parte do jogo. O que não faz parte é a torcida ser empurrada para um clima de permanente incêndio. E assim se cria um cenário artificial: se contrata, reclamam do nome; se não contrata, reclamam da demora; se fala, criticam o discurso; se não fala, criticam o silêncio. Não há ponto de equilíbrio, porque o objetivo nunca foi o equilíbrio, foi o engajamento. O Atlético vive um momento de reformulação, decisões difíceis e mercado complexo. Não é hora de tapar o sol com a mão, nem de romantizar diretoria. Mas também não é hora de torcida comprar narrativa de caos fabricado. Crítica constrói. Má-vontade organizada destrói. No fim, o algoritmo não entra em campo. Quem joga é o time, quem decide é o clube. E talvez o maior gesto de apoio, agora, seja um pouco de lucidez: parar de transformar qualquer movimento em tempestade e entender que rede social não pode ser diretora de futebol. Porque, se a discussão vira só barulho, quem comemora é o engajamento, não o Atlético. Portal @ultimajogada.blog.galo Canal @thdearaujogalo 🗞️ @joaovitorxavierbh Por Raquel.produtorajornalista

THI🅰️GO DE 🅰️R🅰️ÚJO

71,722 Aufrufe • vor 7 Monaten